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domingo, 4 de janeiro de 2015

Empresa desiste de obras do VLT de Fortaleza após licitação

Transportes sobre trilhos

Agora, a Seinfra poderá tentar um novo processo de licitação ou contratar diretamente uma nova empresa.Além da retomada das obras, outro ponto delicado na conclusão do VLT são as desapropriações. Há 2.751 processos de indenização em andamento.

DN
FOTO -  JL ROSA
Fracassou a segunda tentativa do Governo do Estado em contratar uma nova empresa para dar andamento às obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), paradas desde junho do ano passado. A única empresa a apresentar uma proposta, a gaúcha Sultepa Construções, desistiu do negócio por falta de condições financeiras, disse o ex-titular da Secretaria de Infraestrutura do Ceará (Seinfra), Adail Fontenele.
"Era uma empresa de nome fortíssimo, mas está quase quebrada e desistiu de fazer. Está em tramitação uma punição que o Governo do Estado tem que dar a ela pelo não cumprimento da proposta. É uma coisa para resolver o mais rápido possível".
Ao fazer um balanço da sua gestão, Fontenele apontou que sua maior decepção na pasta foi a não conclusão do VLT. "É uma frustração como engenheiro, como gestor público, não ter conseguido terminar essa importante obra que Fortaleza precisa".
Prometida para terminar até a Copa do Mundo, a construção do modal de transporte que ligará os bairros Parangaba e Mucuripe teve o contrato cancelado após atrasos do consórcio responsável. Em agosto, houve uma primeira licitação, de preço oculto feita por Regime Diferenciado de Contratações (RDC), que permite maior agilidade em contratações públicas de obras beneficiadas pelo Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).
Entretanto, apenas o consórcio formado pelas empreiteiras Marquise e Engesol apresentou uma proposta no valor de R$162 milhões, considerada muito acima da expectativa e recusada pela comissão técnica de análise da Seinfra. A segunda licitação por RDC, desta vez com um preço proposto divulgado antecipadamente, foi feita no último dia 10 de dezembro.
Agora, a Seinfra poderá dar andamento a um terceiro e último processo. Se não houver sucesso, caberá ao Governo do Estado contratar diretamente uma nova empresa. "A equação financeira está aí, tem dinheiro na Caixa Econômica, o Governo Federal já se dispôs a dar um complemento e está para recomeçar", completou.
Além da retomada das obras, outro ponto delicado na conclusão do VLT são as desapropriações. Segundo a Seinfra, há 2.751 processos de indenização em andamento, incluindo proprietários e inquilinos. Destes, 49,9% foram pagos e menos de 1% são questionados na Justiça.

Atenção especial
Ao falar dos feitos durante sua gestão, Adail Fontenele disse que o seu sucessor herdará "quatro preocupações" relativas às obras sob a responsabilidade da Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos (Metrofor). Além do VLT, as linhas Sul, Oeste e Leste merecem especial atenção do novo secretário.
Apesar de estar em operação comercial desde outubro, a Linha Sul do Metrofor não está funcionando da maneira ideal e tem atualmente três licitações em andamento: uma para a ventilação nos túneis, outra para a instalação de sinalização e uma terceira para automatizar o controle dos veículos, que hoje é manual.
Já a Linha Oeste do Metrô, que liga Caucaia ao Centro de Fortaleza, teve R$ 80 milhões investidos na remodelação do modal, com a restauração de trens antigos e das estações. Agora, a expectativa da Seinfra é energizar o sistema.
Fonte - Diário do Nordeste  04/01/2015

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Operadora do metrô de Paris negocia compra de companhia brasileira

Economia

A RATP já possui uma equipe permanente no Brasil e avalia novas oportunidades de negócios no país. Entre elas estão os projetos do metrô de Porto Alegre e do VLT de Santos. Mongin acrescentou que a empresa também olha oportunidades em Curitiba.

Valor Econômico
foto - ilustração
A RATP, gigante francesa de mobilidade urbana que opera o metrô de Paris, negocia a compra de uma empresa de engenharia brasileira. A negociação está sendo feita pela Systra, subsidiária da estatal francesa na área de engenharia e serviços. O nome da companhia brasileira, no entanto, não foi revelado.
"Decidimos juntos com a Systra comprar uma empresa brasileira de engenharia, para criar uma plataforma de engenheiros para toda a América Latina, baseada no Brasil", afirmou Pierre Mongin, diretor-presidente global da RATP. A expectativa, segundo ele, é que o negócio seja concluído até o fim do ano. "Esperamos finalizar o mais rápido possível", completou o executivo, que veio ao Brasil esta semana para uma série de reuniões.
O executivo participou de encontro sobre oportunidades de negócios para empresas brasileiras na França e se reuniu com parceiros dos dois projetos em que atua no Brasil - a construção e operação da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo e do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que ligará a região portuária do Rio de Janeiro a diversos pontos do centro da capital fluminense. Ontem à tarde, Mongin também se encontrou com o governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, para cumprimentá-lo pela vitória nas urnas no último domingo.
A RATP já possui uma equipe permanente no Brasil e avalia novas oportunidades de negócios no país. Entre elas estão os projetos do metrô de Porto Alegre e do VLT de Santos. Mongin acrescentou que a empresa também olha oportunidades em Curitiba.
"Nosso desejo é fortalecer a cooperação para deixar a infraestrutura do Brasil mais eficiente. A presidente [Dilma Rousseff] tem o projeto de acelerar o desenvolvimento da infraestrutura. Isso é muito importante para a qualidade de vida dos brasileiros. E acreditamos que nossa experiência e tecnologia pode acrescentar valor", disse o principal executivo da RATP.
A aquisição da empresa brasileira faz parte da estratégia da companhia de ampliar para 30% a participação da área internacional no total do faturamento do grupo, da ordem de € 5,1 bilhões (cerca de R$ 16,1 bilhões) por ano. Hoje os negócios fora da França representam 17% do faturamento da RATP.
Criada em 1948, com o objetivo de reconstruir o sistema de transporte em Paris após a 2ª Guerra Mundial, a RATP transporta 11 milhões de passageiros na capital francesa. A companhia possui hoje 60 mil funcionários, espalhados em 12 países. No Brasil, a primeira atividade da empresa foi a participação na construção do metrô do Rio de Janeiro, na década de 1980.
Com relação aos projetos em andamento no Brasil, a linha 4-amarela do metrô de São Paulo será a primeira linha automática de metrô da América Latina. Segundo Mongin, três linhas do metrô de Paris já operam sem a necessidade de condutor. A linha 1 do sistema francês, em operação há 103 anos e atualmente a mais moderna do mundo, funciona com intervalos de trens de 85 segundos apenas.
A RATP possui 1% do consórcio ViaQuatro, responsável pela construção e operação da linha 4-amarela. Os demais sócios são a CCR (58%), Montgomery Participações (que pertence a um fundo administrado pelo Banif, com participação da Odebrecht, com 30%), a japonesa Mitsui (10%) e a Benito Roggio (empresa argentina do grupo Roggio, com 1%).
No Rio de Janeiro, o VLT ligará o Porto Maravilha ao centro financeiro da cidade e a diversos pontos da região, como o aeroporto Santos Dumont. O custo da obra do sistema, que terá 28 quilômetros de extensão, é estimado em R$ 1,2 bilhão. A RATP detém 0,25% de participação do consórcio VLT Carioca, responsável pela implantação e operação do sistema. Os demais sócios são a Actua - CCR (24,44%), Invepar (24,44%), OTP - Odebrecht (24,44%), Riopar Participações (24,44%) e Benito Roggio Transporte (2%).
O primeiro trecho, de 14 quilômetros, está previsto para entrar em operação no fim de 2015.
Fonte - Revista Ferroviária  30/10/2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Internacional Marítima cria empresa para operar o sistema "ferry-boat"

Bahia

A Internacional Travessias, conforme contrato, é responsável pela operação, administração, exploração comercial e manutenção dos terminais de São Joaquim e Bom Despacho e dos equipamentos sob sua gestão.

TB
TB
Para atender ao contrato com o Governo do Estado, a Internacional Marítima criou uma subsidiária, com CNPJ próprio, para atuar especificamente na prestação do serviço da concessão. O nome escolhido foi Internacional Travessias Salvador S.A.
A empresa concentra os trabalhos realizados no Estado, que compreende a operação comercial do serviço público de transporte de passageiros e veículos, na travessia marítima Salvador/Itaparica.
A Internacional Travessias, conforme contrato, é responsável pela operação, administração, exploração comercial e manutenção dos terminais de São Joaquim e Bom Despacho e dos equipamentos sob sua gestão.
Um projeto de identidade e comunicação visuais vem sendo desenvolvido para estampar em todo o material da empresa, desde papelaria, equipamentos e embarcações, estações, bilheteria, entre outros.

Contratações
A empresa acaba de recrutar 66 profissionais que foram selecionados por causa do aumento de demanda para atender aos novos ferries, Dorival Caymmi e Zumbi dos Palmares.
As embarcações foram adquiridas pelo Governo do Estado na Grécia. Os novos contratados estão prontos para começar imediatamente, e a maioria é composta por marítimos, em cargos como marinheiro de convés, marinheiro de máquina, ajudante, mestre de cabotagem e subcomandante.
Entre os novos contratados, 12 são auxiliares de serviços gerais.
Esses funcionários só serão chamados nos próximos dias quando as novas embarcações forem entregues oficialmente e passarem a integrar a frota.
Segundo informações da Secretaria de Infraestrutura do Estado, os novos ferries estão concluindo as inspeções técnicas obrigatórias e procedimentos legais antes da sua liberação para operar na travessia Bom Despacho/São Joaquim.
A tripulação local que atuará nesses barcos receberá treinamento técnico dos tripulantes vindos da Grécia.
Fonte - Tribuna da Bahia  04/09/2014

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Justiça suspende contrato da prefeitura com empresa por aumento de preços no edital

Salvador

O MP aponta, no pedido de liminar obtido pelo Bahia Notícias, a elevação dos preços de 374,81% no novo edital de licitação em comparação ao antigo de 2009, o que significa o aumento de R$ 442, 5 mil para R$ 1,7 milhão mensal, em valores aproximados, somente para prestação de serviços para a SMS. 

Maria Garcia - BN
Foto: Maiana Marques/ Bahia Notícias
A 5ª Vara da Fazenda Pública acatou o pedido de liminar do Ministério Público Estadual (MP-BA) em que suspende a execução de contrato do município com o consórcio CLM para prestação de serviços das secretarias municipais de Saúde (SMS), Educação (Smed) e Gestão (Semge). O MP aponta, no pedido de liminar obtido pelo Bahia Notícias, a elevação dos preços de 374,81% no novo edital de licitação em comparação ao antigo de 2009, o que significa o aumento de R$ 442, 5 mil para R$ 1,7 milhão mensal, em valores aproximados, somente para prestação de serviços para a SMS. Na época, a companhia vencedora foi a Empresa Bahiana de Amarzéns Gerais (Embage), que atuará até setembro deste ano, quando expira o contrato. Além da ascensão do orçamento, não detalhado pelo Município, a promotoria ainda declarou que há “indícios gritantes” de que as exigências impostas no edital podem sugerir "favorecimento de certos concorrentes". Na liminar, foi pedido que qualquer ato que signifique o início da execução do contrato seja suspenso, sob pena de multa diária de R$ 50 mil em caso de infração, além da manutenção dos serviços feitos pela Embage. Apesar da antiga prestadora de serviços ter apresentado menor preço na sessão do Pregão Presencial, a companhia foi desclassificada por falta de documentos, o que levou à vitória do Consórcio CLM com a proposta de R$ 154 mi. No início de julho, o MP solicitou à Secretaria Municipal de Gestão (Semge) um documento em que fossem colocadas as diferenças entre os serviços prestados a partir de 2009 e os previstos para este ano, com o objetivo de entender o aumento dos preços. Em resposta, a secretaria encaminhou uma planilha em que não foram apresentados, contudo, os respectivos valores individuais. Os promotores consideraram que a réplica não justifica a alta elevação do montante.
Fonte - Bahia Notícias  30/07/2014

sábado, 14 de junho de 2014

Aprovada a concorrência no setor de trens de passageiros da Espanha

Notícias ferroviárias

A Ministra do Desenvolvimento da Espanha Ana Pastor aprovou a proposta para a participação da iniciativa privada no setor de transportes de trens de passageiros,atualmente operada pela RENFE

railwaygazette
railwaygazette
ESPANHA: A ministra do Desenvolvimento, Ana Pastor anunciou em 13 de junho que o seu gabinete, aprovou a proposta para que outras empresas sejam convidadas a operar através de licitação, os serviços de passageiros comerciais de longa distância concorrendo com a operadora estatal RENFE.
O vencedor da licitação devera ter capacidade para operar os serviços por um período de sete anos na rede Levante de rotas convencionais e de alta velocidade Madrid-Albacete, Valencia, Castelló de la Plana, Alacant e Murcia.
De acordo com Ana Pastor, o novo operador seria livre para definir os níveis de serviço e tarifas, como subsidiária da RENFE através do leasing de trens, que forneceria o material rodante de sua própria frota. No final do período de sete anos, a rede Levante seria totalmente aberta à concorrência.
Ao fazer progressivamente a abertura do mercado de passageiros de longa distância para a concorrência, o governo espanhol espera ver o aumento dos serviços com tarifas mais competitivas, com adoção de novos modelos de negócios "às necessidades dos passageiros. Espera-se que a concorrência possa impulsionar o uso de transporte ferroviário, enquanto RENFE continuaria a prestar seus serviços em todo o país.
Fonte - railwaygazette  13/06/2014

Tradução e adaptação de texto Pregopontocom


Original Text
Competition in the Spanish passenger market approved

Railway Gazette
SPAIN: Development Minister Ana Pastor announced on June 13 that the cabinet had given its approval for bids to be invited to operate commercial long-distance passenger services in competition with state operator RENFE.
The winning bidder would be able to operate services for a period of seven years on the Levante network of conventional and high speed routes from Madrid to Albacete, Valencia, Castelló de la Plana, Alacant and Murcia.
According to Pastor, the new operator would be free to set service levels and fares, with RENFE’s train leasing subsidiary to provide it with rolling stock while it sources its own fleet. At the end of the seven-year period, the Levante network would be fully opened up to competition.
By progressively opening up the long-distance passenger market to competition, the Spanish government hopes to see increased services at more competitive fares, with ‘new business models’ meeting the needs of passengers. Competition is also expected to drive up rail usage, while RENFE would continue to provide services across the country.

sábado, 5 de abril de 2014

Por que a mídia não está procurando Fabio Barbosa para falar da compra da refinaria de Pasadena?

Política

Ele ocupava uma posição privilegiada quando a refinaria de Pasadena foi comprada. Era integrante do Conselho de Administração da empresa.- E é um executivo respeitado. - Isso não é suficiente para ouvi-lo?

Paulo Nogueira - DCM
Ninguém quer ouvir Barbosa
Queria entender uma coisa. Por que a mídia não entrevista o presidente da Abril, Fabio Barbosa, sobre o caso Petrobras?
Ele ocupava uma posição privilegiada quando a refinaria de Pasadena foi comprada. Era integrante do Conselho de Administração da empresa.
E é um executivo respeitado.
Isso não é suficiente para ouvi-lo?
Seria, se não fosse uma coisa: Barbosa está dizendo uma coisa que a mídia não quer publicar.
Disse Barbosa: “A proposta de compra de Pasadena submetida ao Conselho em fevereiro de 2006, do qual eu fazia parte, estava inteiramente alinhada com o plano estratégico vigente para a empresa, e o valor da operação estava dentro dos parâmetros do mercado, conforme atestou então um grande banco americano, contratado para esse fim. A operação foi aprovada naquela reunião nos termos do relatório executivo apresentado.”
Não repercutiu nada esta declaração na mídia tradicional. Ela apareceu no site da Veja. Provavelmente Barbosa recorreu aos filhos de Roberto Civita para que sua versão sobre a compra fosse publicada antes que a informação de que ele a chancelara ganhasse o noticiário em circunstâncias penosas para ele. Raras vezes, e isto é batata, como dizia Nelson Rodrigues, a Veja terá publicado algo tão contrariada.
Outra ausência notável entre os entrevistados na interminávek cobertura do caso é a de Claudio Haddad, também ex-conselheiro da Petrobras. Aqui é ainda mais revelador, dado que Haddad é um dos economistas mais procurados pela mídia para falar de questões macroeconômicas.
Mas ninguém quer saber de seu testemunho sobre a Petrobras.
Bem, no mesmo texto do site da Veja em que Barbosa fala do negócio, Haddad lembrou que as negociações foram assessoradas pelo Citibank, que deu aval à compra.
“O Citibank apresentou um ‘fairness opinion’ (recomendação de uma instituição financeira) que comparava preços e mostrava que o investimento fazia sentido, além de estar em consonância com os objetivos estratégicos da Petrobras dadas as condições de mercado da época.”
Algum jornalista, a propósito, foi atrás do Citi?
Não. Porque a vontade, no caso, não é levar luz onde há sombra, como manda o bom jornalismo, mas o oposto: levar sombra onde há luz.
Pobres leitores.
Pobre interesse público.
Pobre Brasil.
Fonte - Diário do Centro do Mundo  05/04/2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

O dinheiro público patrocina a Globo

Mídia

Nenhuma empresa jornalística tem sido tão patrocinada pelo governo, ao longo de tantos anos, como a Globo.

Por Paulo Nogueira, 
Diário do Centro do Mundo
foto - ilustração
A Globo falando de forças antidemocráticas chega a ser engraçado.
Foi num editorial do Globo, e as tais forças eram os manifestantes.
Em 1954, Roberto Marinho trabalhou intensamente para derrubar Getúlio Vargas.
Vargas trouxe o voto secreto, deu às mulheres o direito de votar, criou leis trabalhistas que regularam o horário de trabalho e estipularam férias.
Em 1964, mais uma vez Roberto Marinho foi destaque para derrubar um governo popular, agora o de João Goulart.
Jango cometeu o crime, aspas, de tentar combater a desigualdade. Criou, por exemplo, o 13.o salário, “uma tragédia”, conforme noticiou o Globo na ocasião.
Mesmo com esta folha corrida, a Globo se julga no direito de falar em forças antidemocráticas.

Pausa para rir.

No mesmo editorial, a Globo se revelou magoada com a maneira como é tratada na internet por blogs “patrocinados pelo governo”.

Nova pausa.

Nenhuma empresa jornalística tem sido tão patrocinada pelo governo, ao longo de tantos anos, como a Globo.
Apenas nos 10 anos de PT no poder, a empresa levou 6 bilhões de reais do governo em publicidade oficial – isto com a audiência despencando.
Isto para não falar em coisas como o dinheiro do BNDES – nosso, portanto – que financiou a construção de uma supergráfica, nos anos 1990, que hoje é um elefante branco.
Não é só do governo federal que a Globo se abastece.
Nos meus tempos de Editora Globo, o governo do Amazonas comprava lotes milionários de livros da Globo.
A contrapartida era um tratamento generoso na revista Época para o então governador do Amazonas, Eduardo Braga.
Tive com Braga uma briga memorável na sede da Editora Globo depois que publicamos um artigo desfavorável a ele. Eu era diretor editorial naquela ocasião, e ele saiu da reunião dizendo, ameaçador, que ia conversar com João Roberto Marinho.
Uma boa parte do patrimônio bilionário da família Marinho vem do dinheiro público da propaganda oficial.
Durante muitos anos, quando os anunciantes já conseguiam descontos expressivos das empresas de mídia, apenas o governo continuava a pagar a tabela cheia, bovinamente.
Veja a tabela de preços da TV Globo para ter uma ideia de quanto dinheiro foi para os Marinhos por esse atalho.
E mesmo assim a empresa faz pose.
No campo dos impostos a atitude é a mesma. Até os manifestantes do MST pediram outro dia que a empresa mostrasse o Darf – o recibo de uma multa milionária que a Receita lhe aplicou por trapaça na Copa de 2002.
Mesmo assim, a Globo começa a fazer pressão contra o Google na questão fiscal.
É verdade que o Google levou mundialmente ao estado da arte a sonegação legal, aspas, ao encaminhar seu faturamento para paraísos fiscais.
Como o DCM deu diversas vezes, governos no mundo inteiro – o americano, o inglês, o alemão, o francês etc – estão tratando de acabar com a farra fiscal do Google e de outras empresas.
A primeira providência dos governos tem sido publicar o faturamento local do Google e a quantia que paga de imposto – uma miséria.
No Brasil, só agora – segundo o Globo – a Receita decidiu agir. Dilma, noticiou o Globo, teria dado ordens expressas para cuidar do caso Google.
Quem é o principal interessado? O Globo, uma vez que o faturamento publicitário do Google no Brasil cresce vertiginosamente, e tende a bloquear as ambições da Globo na internet.
Não que o Google não tenha que pagar o imposto devido. Tem. Exclamação.
Mas um sonegador falando de outro?
Se a Receita cercar apenas o Google fará um trabalho pela metade.
Enquanto a Globo não mostrar o Darf, a sociedade tem toda a razão de entender que a Globo é mais igual que os outros perante a Receita, e não só a Receita, lamentavelmente.
Fonte - Blog do Miro  ( Altamiro Borges)  16/02/2014

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Irregularidades nos trens levam Ministério Público a pedir multa para SuperVia

Transportes sobre trilhos

Cristina Indio do Brasil 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), protocolou na 6ª Vara Empresarial um pedido de aplicação de multa de R$ 2,1 milhões, à concessionária SuperVia, responsável pelo sistema de trens do Rio. Para o MPRJ, houve descumprimento em itens de uma liminar obtida na Justiça em ação civil pública ajuizada em 2009. Nela, a empresa é obrigada a solucionar a má qualidade dos serviços de trens, em especial, os atrasos, tumultos, acidentes e a paralisação dos serviços e falta de informações para os passageiros.
Para fundamentar o pedido, o Ministério Público incluiu reportagens e manifestações dos consumidores, com fotos, vídeos e documentos do site rj.consumidorvencedor.mp.br e outros enviados pela Ouvidoria, sobre as panes no sistema ferroviário registradas nos dias 22 e 24 de janeiro deste ano.
Segundo o MPRJ, as irregularidades incluem a ausência de equipes de resgate ao sistema de som ineficaz e composições antigas e em mau funcionamento ainda em circulação, além da falta de informações adequadas. O pedido foi encaminhado à 6ª Vara Empresarial pela 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte.
No dia 22, o descarrilamento de um trem na Estação de São Cristóvão, na zona norte da cidade, provocou a interrupção do serviço durante 13 horas no acesso aos principais ramais à Estação Central do Brasil. Além disso, foram bloqueados os ramais Saracuruna e Belford Roxo e as composições circularam apenas até a Estação Triagem. Os de Japeri, Santa Cruz e Deodoro pararam na Estação Engenho de Dentro, dez estações antes da Central.
Fonte - Agência Brasil  30/01/2014

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Documentos comprovam que Alstom pagou propina ao governo de Mario Covas





A documentação, apreendida na sede da empresa francesa, indica que a Alstom pagou cerca de R$ 6 milhões em propina ao governo de Mário Covas. A intenção seria reativar um contrato de uma estação de energia do metrô de São Paulo.



sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Alstom rejeita oferta para pagar R$ 80 milhões e encerrar investigação

Investigação

Jornal: Alstom rejeita oferta para pagar R$ 80 milhões e encerrar investigação

Terra
foto - ilustração
A francesa Alstom recusou uma oferta de acordo com o Ministério Público (MP) que previa o pagamento de US$ 33 milhões (aproximadamente R$ 80 milhões) para o encerramento da investigação sobre a suspeita de que a empresa tenha pagado propina para obter contratos com o governo de São Paulo. O acordo é semelhante ao fechado pela multinacional com a Justiça suíça. A Alstom alega que não há provas de seu envolvimento com o pagamento de propinas a políticos e servidores paulistas, de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo.
A Alstom está sendo investigada no Brasil desde 2008 por documentos apreendidos na Suíça, que apontam o uso de contas secretas pela empresa no país europeu para subornar servidores públicos e políticos do PSDB para obter negócios nos setores de energia e transporte. O acordo proposto pelo MP, no entanto, não livraria os funcionários públicos e políticos investigados, mas apenas a empresa. No ano passado, a Alstom foi citada pela Siemens na participação em um suposto cartel para obter contratos no ramo de transportes em São Paulo e no Distrito Federal.
Fonte - Jornal do Brasil 10/01/2014

Pergunta: E o que acontecerá com os supostos receptores da propina???.....

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Graça Foster é a mulher mais poderosa do mundo fora dos EUA

Economia


É o segundo ano consecutivo em que a presidenta da Petrobras é apontada pela revista Fortune como a executiva mais poderosa do ranking global, entre 50 candidatas de diversos países e setores, como a Inglaterra, Austrália, Suécia, Turquia

Presidenta da Petrobras é eleita a mulher mais poderosa do mundo fora dos EUA

Flávia Villela*
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A presidenta da Petrobras, Graça Foster, foi eleita pela revista norte-americana Fortune a mulher mais poderosa do mundo fora dos Estados Unidos. A revista fez dois rankings, um com executivas norte-americanas e outro com internacionais. A classificação levou em consideração quatro critérios: a importância e o tamanho do negócio liderado pela executiva na economia global, o sucesso e a condução dos negócios, a trajetória de carreira da executiva e sua influência social e cultural.
Este foi o segundo ano consecutivo em que Graça Foster foi apontada pela revista como a executiva mais poderosa do ranking global, entre 50 candidatas de diversos países e setores, como a Inglaterra, Austrália, Suécia, Turquia.
Maria das Graças Foster é engenheira química e funcionária de carreira da Petrobras, onde ingressou como estagiária há mais de 30 anos. É a primeira mulher a comandar a estatal. Assumiu a presidência em fevereiro do ano passado e antes foi diretora de Gás e Energia da empresa e presidenta da Petrobras Distribuidora, entre outros cargos executivos.
Também neste ano, Graça Foster foi eleita a melhor executiva do setor de petróleo, gás e petroquímica na América Latina pela Revista Institucional Investor, a mulher mais poderosa no setor de negócios do Brasil e uma das 20 mulheres mais poderosas do mundo pela revista Forbes, e uma das 500 pessoas mais poderosas do mundo, segundo a revista Foreign Policy.
A Petrobras vem sendo citada como uma das maiores empresas do mundo pela revista Fortune. Neste ano, a empresa ficou em 25º lugar, com receitas de US$ 144 bilhões. A estatal brasileira planeja investir US$ 236 bilhões até 2017.
A estatal, que já responde por mais de 90% da produção de petróleo e gás no país, terá papel importante na exploração da camada pré-sal brasileira, que concentra grandes reservatórios de óleo de boa qualidade. Segundo a legislação brasileira, a Petrobras será operadora de todos os campos do pré-sal licitados a partir de agora, com pelo menos 30% de participação no bloco.
A primeira licitação do pré-sal sob o contrato de partilha está marcada para o próximo dia 21 e permitirá a exploração e produção na área de Libra, na Bacia de Santos, que tem reservas recuperáveis de petróleo entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. Com o pré-sal e também com a ajuda de outros campos de petróleo, a empresa espera dobrar sua produção de óleo até 2020, da média de 2 milhões de barris por dia, para 4,2 milhões.
A Petrobras também tem investido na construção de novas refinarias para reduzir a dependência do Brasil em relação a combustíveis e a outros derivados de petróleo. Pelo menos quatro grandes complexos petroquímicos estão em construção e devem ser inaugurados até 2020: no Rio de Janeiro, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte e Ceará. A ideia é ampliar a capacidade de refino nacional de 2 milhões para 3 milhões de barris por dia.
Fonte - Agência Brasil  11/10/2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Estudante da UFMG obrigado a fazer trabalho braçal em intercâmbio será indenizado

Educação

A empresa de intercâmbio deverá pagar R$ 20 mil ao estudante de medicina veterinária. Ele viajou ao Texas (EUA) para aprender sobre suinocultura industrial em uma fazenda, mas foi colocado para limpar, capinar, retirar fezes dos porcos e limpar o biodigestor

Estado de Minas
A Justiça condenou uma empresa de intercâmbio a indenizar em R$ 20 mil um estudante de medicina veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) que viajou aos Estados Unidos para um estágio em uma fazenda com criação de suínos, mas foi colocado para limpar, capinar, retirar fezes dos porcos e limpar o biodigestor (local destinado aos animais mortos em decomposição).

Em 2011, o aluno do 8º período viu o anúncio do estágio na faculdade e se candidatou para viagem ao Texas (EUA). De acordo com o processo, o estudante foi para a fazenda com objetivo de aprender cumprir o seguinte cronograma: introdução à suinocultura industrial, uso de equipamentos no processo produtivo, prática de manejos no processo produtivo, nutrição e alimentação, gestão de mercado e reprodução.

No entanto, ao chegar na fazenda o estudante foi colocado em um "trailler" em péssimas condições, a mais de 40 quilômetros da cidade. Juntamente com ele ficaram cinco trabalhadores braçais mexicanos. Conforme o processo, as atividades não estavam relacionadas com o cronograma prometido e o aluno cumpria jornada de trabalho de 48 horas semanais.

Ao chegar no Brasil o estudante ajuizou ação contra a empresa pedindo reconhecimento do vínculo empregatício dele com a organizadora do intercâmbio, pagamento de verbas trabalhistas e indenização por danos morais e materiais. O aluno queria o ressarcimento de tudo que gastou com visto, passagens e hotel, onde ele se hospedou após abandonar a fazenda.

Decisão
A 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG) não reconheceu relação de emprego pretendida pelo estudante, mas os julgadores entenderam que a empresa pode ser responsabilizada por danos morais e materiais causados a ele. Os magistrados consideraram que a empresa é um intermediário entre as escolas e as pessoas jurídicas que oferecem as vagas de estágio, a quem cabe criar condições aptas à realização do contrato de estágio, com o objetivo de capacitar e incluir o aluno no mercado de trabalho.

A relatora do recurso, juíza Cristiana Maria Valadares Fenelon, considerou que “a intenção da reclamada (empresa) é, verdadeiramente, enviar mão-de-obra para tomadores estrangeiros". Para a magistrada, a empresa não cumpriu as etapas de aprendizado do programa de treinamento e especialização proposto para o estudante. Segundo Fenelon, ficou evidente a decepção do estudante. A juíza destacou o trecho de depoimento do estudante em que relatou como era tratado como lixo.

A empresa foi condenada a restituir os valores gastos pelo aluno para engajamento no programa. A condenação incluiu ainda o pagamento de indenização por dano moral no valor de R$20 mil.
Fonte - Diário de Pernambuco 07/10/2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Concessão prevê manutenção de trens e trecho de Salvador

Metrô

RF
foto - ilustração
O grupo CCR, através da Companhia de Participações em Concessões (CPC), empresa do grupo para concessões, será o responsável pelo pagamento da manutenção dos trens e do trecho pronto de seis quilômetros do metrô de Salvador. Segundo o jornal A Tarde, da Bahia, o presidente da CCR, Renato Alves Vale, disse que o contrato de concessão do sistema de metrô de Salvador prevê que a empresa arque com os custos de reparos pelo tempo em que os trens e o trecho inicial de seis quilômetros permaneceu parado.
A homologação da CPC como vencedora da licitação foi publicada no Diário Oficial da Bahia na última quarta-feira (28/08). O contrato deve ser assinado em 30 dias. A empresa foi a única que apresentou proposta para PPP que engloba a construção, manutenção, material rodante e operação do metrô da capital baiana. A empresa vai receber R$ 127,6 milhões por ano como contrapartida do Estado para a implantação do metrô de Salvador.
Segundo o jornal A Tarde, o presidente da CCR esteve em Salvador na última quarta-feira com técnicos da empresa e do governo para a primeira reunião, após a vitória da licitação. Vale também se encontrou om o governador Jaques Wagner. Nós fizemos uma vistoria bastante detalhada para saber o quanto é que custa deixar tudo isso em ponto de bala. Está tudo em nossos custos. É responsabilidade nossa e vamos fazer. Tem coisas para fazer? É claro, disse ao jornal. Em relação aos custos do reparo , o executivo disse que somente serão divulgados após um levantamento mais cuidadoso.
A construção do metrô baiano iniciou em 2000 e somente seis quilômetros entre a Lapa e o Acesso Norte foram construídos, mas nunca operados. Seis trens foram comprados do consórcio Mitsui/Hyndai Rotem e aguardam seu destino na estação Acesso Norte. Hoje, a cidade tem em operação os trens de subúrbio operados pela Companhia de Transporte de Salvador.
Durante o leilão da PPP, na semana passada, em São Paulo, o secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Cícero Monteiro, explicou que o governo contratou o Metrô de Madrid, da Espanha, para fazer a inspeção e avaliação para definir se existe a necessidade de ajustes na obra dos seis primeiros quilômetros. Em relação aos trens, eles também passarão por inspeção, que será definida pelo vencedor da licitação.
O metrô de Salvador terá 22 estações, num traçado dividido em duas linhas: Linha 1 (17,6 km), chegando até Águas Claras / Cajazeiras, e Linha 2 (24,2km). Ao todo, o sistema de metrô de Salvador terá 55 TUEs, totalizando 220 carros. Seis trens já foram comprados, totalizando 24 carros, do consórcio Mitsui/Hyndai Rotem, na Coreia do Sul, em 2008. Os outros 196 TUEs que faltam serão comprados pelo consórcio vencedor da PPP, gradativamente, até as duas linhas ficarem prontas.
Fonte - Revista Ferroviária 30/08/2013

sábado, 10 de agosto de 2013

Lucro líquido da Petrobras cresce 77% no primeiro semestre, mas produção cai 3%

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Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Petrobras teve, primeiro semestre deste ano, lucro líquido de R$ 13,84 bilhões, 77% superior ao obtido nos seis meses anteriores. No entanto, a produção de petróleo e gás natural no período ficou 3% abaixo da do semestre anterior, totalizando 2,55 milhões de barris/dia, na média. Conforme os resultados operacionais divulgados hoje (9) pela empresa, a produção de derivados aumentou 8% no último semestre.
Segundo nota divulgada pela Petrobras, o aumento de 77% no lucro líquido deve-se ao maior resultado operacional e à redução dos impactos cambiais no desempenho financeiro. A empresa atribuiu a queda na produção a um declínio natural (em torno de 12% ao ano) e à concentração de paradas programadas no primeiro semestre. De acordo com a nota, no comparativo entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano, a produção ficou estável, conforme o planejado pela empresa.
O lucro operacional da Petrobras aumentou 23% no semestre passado, e o resultado pode ser atribuído, segundo a empresa, sobretudo aos reajustes dos preços do diesel e da gasolina, ao aumento da produção de derivados e às menores baixas de poços secos e subcomerciais.
No segundo trimestre, o lucro operacional foi 13% superior ao do primeiro, refletindo, especialmente, os ganhos com a venda de ativos na África. O lucro líquido ficou 19% menor, principalmente em função do resultado financeiro negativo, impactado pela desvalorização do real ante o dólar.
A empresa diz ainda que o crescimento na produção de derivados deveu-se à melhor performance operacional das refinarias, o que permitiu atender ao crescimento da demanda interna, de 6%, com redução de 19% na importação de derivados. A Petrobras informou também que seus investimentos totalizaram R$ 44 bilhões 113 milhões no primeiro semestre de 2013, sendo 54% nas atividades de exploração e produção.
Fonte - Agência Brasil   09/08/2013

terça-feira, 23 de julho de 2013

A Receita notificou Globo 776 vezes em dois anos......

Estarrecedor: Receita notificou Globo 776 vezes em dois anos!


Do Tijolaço
A matéria assinada por Amaury Ribeiro e Rodrigo Lopes no jornal Hoje em Dia, de Minas, que circulará na manhã de hoje – e que foi antecipada pelo Viomundo, de Luiz Carlos Azenha é de deixar escandalizados mesmo aqueles que sabem que a Globo é uma máquina de fraude.
A empresa dos Marinho recebeu 776 notificações da Receita Federal nos últimos dois anos, segundo a reportagem. Ou mais de 11 notificações por semana.
Extrapola qualquer situação aceitável, quando uma empresa recebe uma, duas, uma dúzia que seja, de notificações fiscais, compreensìveis dentro de uma atividade comercial.
776 notificações em dois anos só podem ocorrer quando há uma máquina de sonegação, montada para elidir, escapar e fraudar obrigações tributárias.
Mais: a empresa se vale da holding Globopar para deixar “limpas” as subsidiárias que recolhem mais dinheiro público na forma de publicidade oficial, que não pode, por lei, ser contratada em veículos que estão inadimplentes com o Tesouro.
E o Ministério Público está estarrecido porque Miguel do Rosário publicou a representação de um fiscal da Receita pedindo uma ação penal contra a Globo por sonegar R$ 615 milhões!
Os doutores do “persecutio criminis” estão muito ocupados procurando uma brecha para processar os blogueiros que revelam isso, porque sabem que estão em situação confortável por termos uma imprensa canalha que silencia diante disso e que os protege quando se trata de condenar sua inação – não, meus doutos senhores, os senhores não vão vão me pegar por uma palavra, porque este é meu ofìcio, como defender o povo é, ou deveria ser, o seu – diante da condestável do podre capitalismo brasileiro, a Imperatriz do Jardim Botânico.
Perdoem-me os leitores se escrevo com indignação, mas é que falta indignação neste país.
Dependesse ne nossas instituições e Rupert Murdoch receberia aqui rapapés e títulos honoríficos.
Leiam o post de Luìs Carlos Azenha. - http://www.viomundo.com.br/denuncias/amaury-ribeiro-jr-e-rodrigo-lopes-globo-tem-bens-bloqueados.html
É de despertar o nojo cívico em qualquer um que ache que a lei é para todos e que as instituições deste país são republicanas.
Fonte - Do Blog Tijolaço  23/07/2013

terça-feira, 23 de abril de 2013

Os destaques do setor ferroviário


Vencedores do Prêmio Revista Ferroviária 2013
As empresas vencedoras das nove categorias do Prêmio Revista Ferroviária 2013 foram homenageadas nesta segunda-feira (22/04) durante a solenidade realizada em São Paulo.
Alstom, AmstedMaxion, IAT , Odebrecht, OnixSat, Progen, Randon, Rumo e Siemens foram escolhidas pelo leitores da Revista Ferroviária como as melhores empresas do setor metroferroviário brasileiro.
A francesa Alstom conquistou seu décimo Prêmio Revista Ferroviária. A empresa é a fabricante que mais ganhou desde a criação do Prêmio, em 1989. Em 2002, a companhia foi eleita Melhor Indústria; em 2004 e 2006 venceu como Melhor Criador de TI; em 2007, 2008 e 2009 conquistou mais três troféus como Melhor Indústria. Em 2010, a empresa venceu simultaneamente duas categorias: Melhor Fabricante de Componentes para Sistemas e Melhor Indústria de Equipamentos de Passageiros. Em 2011 e 2012 Melhor Fabricante de Veículos de Passageiros.
O prêmio foi recebido pelo vice-presidente sênior da empresa, Michel Boccaccio, que destacou a importância de ganhar mais um prêmio da Revista Ferroviária e as expectativas para a empresa no setor metroferroviário. “É sempre um grande orgulho para nós receber este prêmio, que reflete os esforços que estamos fazendo no mercado metroferroviário brasileiro. O setor brasileiro está crescendo muito e temos participação em grandes projetos de todos os segmentos, como o TAV, VLTs, metrôs e trens regionais”. A entrega do troféu foi feita pelo diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper.
Já a AmstedMaxion foi eleita como a Melhor Fabricante de Componentes para Material Rodante e agora conta com oito premiações. Ela foi eleita Melhor Indústria em 2004, 2005, 2009, 2010 e 2011 e Melhor Fabricante de Componentes para Material Rodante 2012 e 2013. Em 2007, Ivoncy Ioschpe recebeu o prêmio Ferroviário do Ano.
Eduardo Parente, presidente da MRS Logística, entregou o prêmio a Ricardo Chuahy, presidente da AmstedMaxion. “Estamos sempre muito honrados em participar deste concurso e nos esforçamos todos os anos, não só para ganhar o prêmio, pois isso é uma consequência, mas para servir os clientes cada vez melhor. Esse é o resultado disso. Vamos continuar ganhando, não só como componentes, mas como melhor vagão também” pontua.
Na categoria Melhor Fabricante Para Via Permanente a vencedora foi a IAT. O diretor-geral da ANTT, ´Jorge Luiz Macedo Bastos, entregou o troféu para Alexander Ellwanger, diretor presidente da IAT, que vence pelo segundo ano consecutivo na categoria. “Esse é um reconhecimento público do nosso trabalho, já que essa eleição é feita entre os visitantes da feira e os leitores da revista e nós, pelo segundo ano consecutivo, consolidamos nossos esforços”, comemora o presidente.
A Odebrecht recebeu pela quarta vez consecutiva o prêmio de Melhor Construtora. O diretor-superintendente para São Paulo e o Sul do Brasil, Luiz Bueno, recebeu o troféu das mãos do presidente da Transnordestina, Ângelo Baptista. “Esse prêmio é motivo de alegria e orgulho. E aumenta a nossa responsabilidade com nossos clientes e parceiros”, destacou Bueno.
A OnixSat, empresa especializada em rastreamento de veículo, recebeu o prêmio na categoria Melhor Criador de TI. Esta foi a primeira vez que a companhia recebeu a premiação. Sérgio Omura, auditor técnico de qualidade da OnixSat, recebeu o troféu das mãos de Gerson Toller, diretor-executivo da Revista Ferroviária, e disse que o prêmio serve de incentivo para o desenvolvimento de novas soluções. “Não tenho como mensurar a alegria que é receber este prêmio. Isso reflete o esforço da nossa equipe, que sempre colocou a tecnologia em favor das soluções do transporte. Este prêmio serve de incentivo para pensarmos em novas soluções ainda não existentes no mercado”.
A Progen, companhia que atua no segmento de engenharia e projetos industriais, foi a vencedora do Prêmio RF como Melhor Consultora. Foi a primeira vez que a empresa venceu o Prêmio RF.
O CEO, Eduardo Barcella, recebeu o primeiro troféu RF da empresa das mãos de Jorge Luiz Macedo Bastos, diretor-geral da ANTT. “O prêmio é um momento muito importante para a companhia. Nós realizamos 5.800 quilômetros dos estudos da concessão das ferrovias do Governo Federal e esse é um reconhecimento que o mercado dá ao nosso trabalho de comprometimento com o crescimento do nosso país” afirmou.
Na categoria Melhor Fabricante de Veículos de Carga, a vencedora foi a Randon, que este ano recebeu seu segundo prêmio consecutivo da categoria. A empresa se destacou por ter desenvolvido novos vagões para transporte de sacos de cimento, fardos de celulose, contêineres e plataformas, destinados à carga em geral.
O diretor comercial da Randon, Vanei Geremia, disse que receber o prêmio é fruto do reconhecimento dos produtos da empresa. “É uma homenagem excepcional para nós receber o prêmio, que reflete o reconhecimento pela tecnologia aplicada em nossos produtos. Continuaremos investindo no Brasil nos próximos anos”.
A Rumo Logística, empresa de logística do Grupo Cosan, venceu na categoria Melhor Cliente. Essa é a segunda vez que a empresa vence o Prêmio RF, a primeira vez havia sido em 2011.
O presidente da Cosan, Marcos Lutz, foi quem recebeu o troféu passado por Gerson Toller, diretor-executivo da Revista Ferroviária. “Esse reconhecimento é de todo o trabalho dos colaboradores da Rumo, dos clientes que nos proporcionam e nos dão condições de fazer desse negócio, um negócio próspero. E também dos nossos investidores e sócios que apostaram, fizeram investimentos e agora colhem os frutos juntos conosco” disse o Lutz.
Inscrita no Prêmio RF com o projeto de fornecimento do sistema de rede aérea do metrô de Fortaleza (CE), a Siemens foi a vencedora na categoria Melhor Fabricante de Componentes Para Sistemas. Este foi o primeiro troféu recebido pela empresa alemã, que foi entregue pelo presidente da Companhia do Metropolitano de São Paulo, Peter Walker.
Para Luiz Armando Piunti, gerente de Infraestrutura e Cidades da empresa, receber o Prêmio RF foi uma grande conquista. “É uma grande honra poder participar e sermos premiados de um prêmio tão importante do setor. Enxergamos o prêmio como o reconhecimento pelo serviço que temos prestado. Com o setor em amplo crescimento, a Siemens irá investir ainda mais para ser um fabricante de confiança”.
Fonte -Revista Ferroviária  22/04/2013

sexta-feira, 15 de março de 2013

Justiça do Trabalho condena Gol a pagar R$ 1 milhão por demissões na Webjet

Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil

Foto - ilustração
Rio de Janeiro - A companhia aérea Gol foi condenada a pagar R$ 1 milhão por dano moral coletivo pelas demissões em massa realizadas quando a empresa assumiu o controle, no fim do ano passado, da Webjet. A informação é do Ministério Público do Trabalho do estado do Rio de Janeiro (MPT-RJ), que moveu a ação civil pública contra a Gol.
A 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro determinou que a Gol faça a reintegração dos cerca de mil funcionários demitidos, sob multa diária de R$ 100, por trabalhador, caso não cumpra a determinação. Em caso de demissões a partir da sentença, a multa diária por trabalhador será R$ 1 mil. Como a sentença é de primeira instância, cabe recurso.
A Gol demitiu 850 funcionários da Webjet em novembro de 2012. Na época a empresa contava com 1,4 mil funcionários. Em 7 de dezembro de 2012, a Justiça do Trabalho concedeu liminar ao Ministério Público do Trabalho em ação civil pública pedindo a nulidade das dispensas e a reintegração dos profissionais demitidos em novembro. A ação também determinava negociação da empresa com os sindicatos das categorias. Em 27 de dezembro de 2012, a Gol reintegrou os profissionais. Tais ações foram mantidas daquela data até 1º de março, quando a empresa voltou a demitir 748 profissionais que haviam sido reintegrados. Em 6 de março, a Gol desligou 84 colaboradores do quadro administrativo em continuidade ao processo de encerramento das atividades.
Na ação civil pública, o MPT-RJ denunciou que a empresa não realizou negociação prévia com o sindicato da categoria, conforme determina o Tribunal Superior do Trabalho (TST), e que não cumpriu um dos termos de compromisso, o de manter os empregos dos funcionários da Webjet.
A assessoria de comunicação da Gol informou, em nota, que a companhia mantém seu posicionamento e recorrerá da decisão. A empresa afirma que cumpriu o primeiro termo da decisão de reintegração e que, após o término do prazo, a empresa deu início imediato ao envio de convites aos sindicatos das categorias envolvidas (aeronautas e aeroviários) para negociar condições compensatórias adicionais às obrigações garantidas por lei nos casos de desligamento.
Ainda segundo a Gol, atas assinadas pelos representantes da empresa e dos sindicatos atestam as tentativas de negociação e respectivas frustrações. “Todas as propostas apresentadas pela companhia foram rejeitadas. Tendo exauridas todas as tentativas, a companhia considerou as negociações encerradas e frustradas”, informou a empresa.
De acordo com a empresa, por se tratar de uma companhia aérea, a negociação prévia não ocorreu para que não houvesse interferência na segurança da atividade fim. “Aeronautas – tripulantes técnicos e comerciais – e profissionais de manutenção desempenham funções que estão diretamente ligadas à segurança de uma operação”, informa a nota.
A presidenta do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, disse que a proposta da Gol para os trabalhadores foi “indecente” e que por isso as reuniões foram frustradas. “Ela [Gol] ofereceu cinco meses de cesta básica, de plano de saúde e 20 dias de aviso prévio. Se posso ter meu salário completo, minha cesta básica, por meio de liminar, como vou aceitar essa proposta?”, argumentou, comemorando a decisão da Justiça. “No Brasil, o setor privado faz o que quer com o trabalhador e, com essa decisão, a Justiça do Trabalho está fazendo valer a lei, a convenção coletiva do trabalho.”
Fonte - Agência Brasil  14/03/2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

VLTs em Teresina (PI) - Prefeito discute implantação

Prefeito discute implantação de VLTs em Teresina (PI)



Teresina poderá passar a contar com Veículos Leves Sobre Trilhos (VLTs). O prefeito Firmino Filho esteve reunido, no final da manhã desta quinta-feira, com representantes do Banco do Nordeste, o deputado federal Assis Carvalho, representantes das Prefeituras de Campo Maior e Altos e de uma empresa responsável pela confecção de VLTs.
Essa é a segunda reunião que acontece para discutir o assunto. A ideia é implantar VLTs ligando Teresina, Altos e Campo Maior por meio de Parceria Público Privada. “O objetivo é oferecer um novo modelo de transporte facilitando a vida de estudantes e trabalhadores dos três municípios”, explicou o superintendente de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marco Antônio Ayres.
A linha entre Campo Maior e Altos totaliza 41 Km, enquanto de Altos a Teresina o trecho compreende 46 Km. Segundo estudos preliminares da Prefeitura, cerca de 1500 passageiros de Campo Maior e outros 3500 passageiros de Altos se deslocam diariamente para a capital. O trecho ferroviário do Estado foi construído ainda em 1960 e precisa de uma reforma. Somente na capital, segundo dados da Companhia Metropolitana de Transportes Públicos (CMTP), são realizadas cerca de 20 viagens diárias.
O representante da empresa Bom Sinal, que trabalha na confecção de VLTs, explicou as vantagens do sistema de transporte. Segundo a empresa, um VLT de quatro vagões possui capacidade de transporte de passageiros corresponde à 62 vans, por exemplo, e vida util de 30 anos, enquanto os ônibus convencionais possui vida útil de apenas cinco anos.
As vantagens não param por aí. Segundo o prefeito Firmino Filho a ideia é trabalhar um sistema de transporte que possa auxiliar na redução de emissão de poluentes e também no descongestionamento do trânsito na capital. Um VLT de quatro vagões, por exemplo, possui capacidade de transportar entre 770 a mil passageiros, enquanto um de dois vagões transporta até 500 pessoas.
Agora, a Prefeitura irá amadurecer a proposta e trabalhar de forma articulada com as Prefeituras de Altos e Campo Maior para verificar o melhor modelo de financiamento para a revitalização da linha férrea e confecção dos trens. Um estudo de viabilidade também será realizado para ver a possibilidade de implantação do modelo de transporte.
Os VLTs são movidos a biodiesel, possuem transmissão hidromecância, movimentação bidirecional, duas cabines de comando, ar condicionado, sistema de rádio comunicação, sistema de informação audiovisual para os passageiros, além de salão continuo com gangway (como é conhecida as sanfonas que ligam um vagão a outro). O transporte oferece regularidade e pontualidade aos passageiros, além do menor tempo de espera e percurso para os passageiros.
Fonte - São Paulo Trem Jeito  14/03/2013

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Empresas de ônibus se recusam a assinar TAC


O cerco está se fechando para as empresas de ônibus da Região Metropolitana do Recife. O Ministério Público do Trabalho (MPT) decidiu entrar com uma ação civil pública contra cada uma das 17 operadoras do sistema nos próximos 60 dias.
Na última sexta-feira (25), o Sindicato das Empresas (Urbana) informou ao MPT a recusa para assinar o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) por parte de todas as empresas envolvidas no procedimento. Como justificativa, o Urbana alegou o processo de licitação atualmente em andamento. O ato de assinatura do documento seria nesta terça (29).
Para os procuradores envolvidos no procedimento, a recusa ao TAC não era esperada, visto que todo o acordo foi discutido ponto a ponto com os empresários, numa série de reuniões, que se estenderam de setembro do ano passado ao começo de janeiro. Inclusive, a questão da assinatura do TAC foi pensada para o momento pós lançamento do edital de licitação, considerando a preocupação das empresas do ramo.
Os empresários tinham o receio de que o MPT pedisse algo no TAC não previsto no edital, provocando um ‘investimento perdido’, o que, efetivamente, não aconteceu, visto que o Grande Recife Consórcio de Transporte atendeu a todas as solicitações feitas pelo MPT através de recomendação, em abril de 2012. Todo o teor do TAC proposto pelo MPT está diluído no edital de licitação e no seu anexo I.
Como as violações ao meio ambiente de trabalho de motoristas e cobradores são consideradas graves, levando-se em conta sobretudo as exaustivas jornadas de trabalho, que têm média de 16 horas por dia, o MPT avalia que se faz urgente a regularização da conduta, não restando outra alternativa que se não o ingresso das ações na justiça do trabalho.

O que o TAC previa:
O documento elaborado pelo MPT tem 27 cláusulas. Versam sobre jornada, programas de controle de saúde do trabalhador, adequações dos veículos, disponibilização de água, não realização de descontos indevidos por assalto, elaboração de lista ‘suja’.
Especificamente sobre as adequações nos ônibus, o MPT deu prazo de 180 dias para que as empresas integrem à frota apenas ônibus que atendam:

a) garantam o respeito às normas quanto à temperatura no posto de trabalho do motorista e do cobrador (25º)

a.1)Em caso de aquisição de ônibus que não garanta a temperatura nos moldes constantes na presente alínea, a Compromissada se obriga a implementar mecanismos que possam garantir o necessário conforto térmico, só se admitindo o uso comercial do ônibus após a adaptação necessária

b) motor devidamente enclausurado, com compartimento destinado ao seu alojamento e sistema de isolamento acústico e térmico de características de baixa combustão, com retardamento de chamas no interior dos ônibus, teto, paredes laterais, frontal e traseira, a fim de diminuir a vibração, temperatura e ruído (sendo o nível de ruído aceitável dentro da cabine de, no máximo, 85 dB), para mantê-los de acordo com os limites permitidos pela legislação em segurança e saúde laboral e, assim, não prejudicar a saúde, higidez e segurança dos motoristas e dos cobradores, entre outros

c) câmbio automático e direção hidráulica, de modo a reduzir os riscos como fadiga, estresse e constrangimento que comprometam a integridade física dos motoristas

d) bancos ergonômicos que atendam as exigências do item 38.1 da Norma Brasileira ABNT NBR 15570:2009

(e) cintos de segurança com três pontos de ancoragem, de modo a proporcionar conforto e segurança para motoristas e cobradores, de modo a atender as disposições contidas na Norma ABNT NBR 7337 e 6091, e demais normas técnicas aplicáveis

(f) porta objetos para acondicionamento de garrafas de água e guarda de bens pessoais dos motoristas e cobradores -Fonte: MPT
Fonte - Diário de Pernambuco 28/01/2013