UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Em Cuba,Gov. Rui Costa(BA) busca ampliar presença de empresas baianas no país

Política  👀

Ao lado do embaixador do Brasil em Cuba, Antonio Alves Junior, Rui visitou a área onde as empresas brasileiras estão expondo seus produtos e garantiu que vai se empenhar para aumentar a presença baiana na FIHAV em 2018, gerando mais receita e emprego na Bahia. Ainda durante a visita à feira, Rui antecipou que pretende aproveitar a viagem a Cuba para estabelecer outros tipos de relações com o país, além da comercial.

Da Redação
foto -  Diego Mascarenhas/GOVBA
"Estamos identificando possibilidades de negócios para ampliar a participação de empresas baianas no comércio com Cuba", afirmou o governador Rui Costa durante a abertura da 35º Feira Internacional de Havana (FIHAV), nesta segunda-feira (30). Ao lado do embaixador do Brasil em Cuba, Antonio Alves Junior, Rui visitou a área onde as empresas brasileiras estão expondo seus produtos e garantiu que vai se empenhar para aumentar a presença baiana na FIHAV em 2018, gerando mais receita e emprego na Bahia.
O Brasil é o 3º país com maior volume de exportações para Cuba. A feira, que acontece desde 1983, é considerada uma das grandes oportunidades para fazer novas parcerias comerciais com o país. Os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, e da Saúde, Fábio Vilas-Boas, acompanharam o governador para prospectar negócios. Mais de 70 países estão na feira, cuja participação brasileira é coordenada pela Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Ainda durante a visita à feira, Rui antecipou que pretende aproveitar a viagem a Cuba para estabelecer outros tipos de relações com o país, além da comercial. "Vamos buscar parcerias na área da produção de equipamentos, de vacinas e de medicamentos. Também queremos firmar parcerias para pesquisa e ensino com nossas universidades e com a Bahiafarma", acrescentou o governador.
O presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, e os reitores da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), José Bites, e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adelia Carvalho, também participaram da abertura da feira nesta segunda.
Com informações da Secom BA.  30/10/2017

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

IBGE diz que serviços caem 2,4% entre setembro e outubro

Economia ✂ 📏

A queda de 2,4% na passagem de setembro para outubro de 2016 foi acompanhada por cinco dos seis setores dos serviços pesquisados pelo IBGE, com destaque para os transportes, serviços auxiliares de transportes e correios, que caíram 7%.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
O volume de serviços no país teve uma queda de 2,4% na passagem de setembro para outubro deste ano. Esta é a terceira redução consecutiva do indicador neste tipo de comparação, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor de serviços já havia recuado 0,3% em setembro e 1,6% em agosto.
Na comparação com outubro de 2015, a queda do volume de serviços chega a 7,6%, o maior recuo mensal da série histórica, iniciada em janeiro de 2012. O setor de serviços também acumula quedas de 5% no ano e de 5,1% no período de 12 meses.
A queda de 2,4% na passagem de setembro para outubro de 2016 foi acompanhada por cinco dos seis setores dos serviços pesquisados pelo IBGE, com destaque para os transportes, serviços auxiliares de transportes e correios, que caíram 7%.
Outros setores em queda foram os serviços de informação e comunicação (-3,1%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,9%), atividades turísticas (-1,3%) e outros serviços (-0,5%).
Apenas os serviços prestados a famílias tiveram alta, ainda que pequena (0,1%), devido ao comportamento dos subsetores de alojamento e alimentação, que tiveram um crescimento de 0,5%.
Em relação à receita nominal, o setor de serviços apresentou quedas de 1,3% na comparação com setembro deste ano e de 3,1% na comparação com outubro de 2015. Nos acumulados do ano e de 12 meses, os serviços apresentam estabilidade.
Fonte - Agência Brasil  14/12/2016

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Bolsa sobe e dólar fecha abaixo de R$ 3,90 pela primeira vez em mais de um mês

Economia

O dólar operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 13h30, na mínima do dia, a moeda chegou a ser vendida a R$ 3,85, mas o ritmo de queda diminuiu nas horas seguintes. Depois das 16h, a cotação passou a oscilar em torno de R$ 3,89. A divisa acumula queda de 1,37% em 2016.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

imagem - Ag.Brasil
Pela primeira vez em mais de um mês, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,90. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (4) vendido a R$ 3,894, com queda de R$ 0,024 (-0,61%). A cotação está no menor nível desde 28 de dezembro (R$ 3,86).
O dólar operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 13h30, na mínima do dia, a moeda chegou a ser vendida a R$ 3,85, mas o ritmo de queda diminuiu nas horas seguintes. Depois das 16h, a cotação passou a oscilar em torno de R$ 3,89. A divisa acumula queda de 1,37% em 2016.
Na bolsa de valores, o dia foi de recuperação. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou esta quinta com alta de 3,08%, aos 40.809 pontos. Apesar das altas nos últimos dias, o índice continua próximo dos níveis observados em 2009, no auge da crise internacional provocada pelo colapso do crédito imobiliário nos Estados Unidos.
A alta foi impulsionada pelas ações da Petrobras e da mineradora Vale, que negociam commodities – bens primários com cotação internacional. As ações da Petrobras subiram 8,74% (ações ordinárias, que dão direito a voto em assembleia de acionistas) e 5,12% (ações preferenciais, que dão preferência na distribuição de dividendos). Os papéis da Vale dispararam 15,43% (ações ordinárias) e 11,78% (ações preferenciais).
Desde o fim do mês passado, quando o Banco Central do Japão anunciou que a terceira maior economia do planeta terá juros negativos, as moedas dos países emergentes estão se recuperando. Isso porque o estímulo à economia japonesa pode compensar a desaceleração da China e impulsionar a demanda global por commodities.
A redução do crescimento da economia chinesa, que em 2015 registrou a menor expansão em 25 anos, afeta fortemente países exportadores de produtos agrícolas e de minérios como o Brasil. Isso porque a menor demanda por esses produtos barateou as exportações brasileiras. Com menos dólares entrando no país, a cotação do dólar subiu nas últimas semanas.
Fonte - Agência Brasil  04/02/2016

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Rússia se torna o maior fornecedor de petróleo da China

Economia

A Rússia aumentou as exportações de petróleo para a China, tendo dezembro passado sido o quarto mês em que o país superou a Arábia Saudita nos fornecimentos de petróleo para o país mais populoso do mundo.

Sputinik
© FLICKR.COM/ CARSTEN TEN BRINK
A Rússia compete com a Arábia Saudita em relação às exportações de petróleo para a China. Em 2015, Moscou exportou 42,43 milhões de toneladas, um aumento de 28% comparado com o ano anterior. A Arábia Saudita permaneceu o maior fornecedor, com 50,55 milhões de toneladas, um aumento de somente 1,78% em comparação com 2014.
Agora os sauditas estão ao mesmo nível da Rússia na liderança no mercado chinês, afirmou o especialista da empresa RBC Capital Market, Michael Tran, em entrevista ao Business Insider.
Segundo os dados da empresa, em 2010 a cota-parte saudita nas exportações de petróleo para a China era de 20%, enquanto a cota-parte russa era menos de 7%.
Dezembro se tornou o quarto mês, depois de maio, setembro e novembro, em que as exportações russas para a China excederam as da Arábia Saudita. Em dezembro, a Rússia exportou 4,81 milhões de toneladas, em comparação com 4,47 milhões de toneladas da Arábia Saudita.

© SPUTNIK/ GRIGORY SYSOEV
Em junho, o jornal chinês China Daily informou que a Rússia se tornou o maior fornecedor de petróleo pela primeira vez desde outubro de 2005. O analista da empresa Sublime China Information disse: “A adoção do yuan no comércio global de petróleo se tornará uma tendência porque as reservas globais de petróleo aumentam e a China se torna um consumidor importante

Em Dezembro, o presidente do gigante energético russo Gazprom, Aleksei Miller, realizou negociações com o vice-premiê chinês Zhang Gaoli sobre o Plano de Ação Conjunta em relação a projetos de plantas de geração elétrica a gás. Foi elaborado um plano de 11 potenciais centrais elétricas nas regiões noroeste e ocidentais do país.
Este projeto ajudará a China da baixar a dependência do carvão, que representa 66% de todo o consumo chinês de energia.
Fonte - Sputinik Brasil  03/02/2016

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

País tem primeiro superávit comercial para o mês de janeiro em cinco anos

Economia

O saldo do primeiro mês do ano resulta de US$ 11,246 bilhões em exportações e US$ 10,323 bilhões em importações. Apesar superaram as importações em janeiro, as vendas externas continuaram caindo, a exemplo do que vinha ocorrendo no ano passado.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 923 milhões em janeiro. É o primeiro superávit para o mês em cinco anos. O último saldo positivo no período havia sido registrado em janeiro de 2011 (R$ 397,1 milhões). Trata-se, ainda, do melhor resultado para janeiro desde 2007, quando houve superávit de US$ 2,5 bilhões no mês. Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O saldo do primeiro mês do ano resulta de US$ 11,246 bilhões em exportações e US$ 10,323 bilhões em importações. Apesar superaram as importações em janeiro, as vendas externas continuaram caindo, a exemplo do que vinha ocorrendo no ano passado.
A média diária exportada, que corresponde ao volume financeiro por dia útil, ficou em US$ 562,3 milhões em janeiro deste ano. Houve queda de 26,3% em relação a dezembro e de 13,8% na comparação com janeiro de 2015. Já a média diária importada foi US$ 516 milhões, o que significa aumento de 7,7% frente à dezembro e queda de 35,8% sobre janeiro do ano passado.

Nova metodologia
Os dados da balança comercial deste mês têm como base uma nova metodologia. A partir de agora, a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, responsável pelos dados, vai usar a Classificação por Grandes Categorias Econômicas para os produtos, em vez da Classificação Segundo o Uso e Destino Econômico.
Segundo o ministério, as mudanças não alteram os valores de exportação, importação e, consequentemente, do saldo comercial. O objetivo da alteração é igualar a classificação usada para balança à utilizada por organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU) e também pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fonte - Agência Brasil  01/02/2016

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Índice de Confiança de Serviços cresce em janeiro pela segunda vez seguida

Economia

A alta de 2,8 pontos foi provocada principalmente por uma confiança maior dos empresários no momento presente, medido pelo Índice da Situação Atual, que cresceu 4,3 pontos. O otimismo dos empresários em relação aos próximos meses, medido pelo Índice de Expectativas, cresceu 1,2 ponto.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O Índice de Confiança de Serviços (ICS), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 2,8 pontos na passagem de dezembro para janeiro, atingindo 70,4 pontos. Essa é a segunda alta consecutiva do indicador. De acordo com a FGV, a confiança do empresário do setor de serviços cresceu em 11 dos 13 segmentos pesquisados.
A alta de 2,8 pontos foi provocada principalmente por uma confiança maior dos empresários no momento presente, medido pelo Índice da Situação Atual, que cresceu 4,3 pontos. O otimismo dos empresários em relação aos próximos meses, medido pelo Índice de Expectativas, cresceu 1,2 ponto.
De acordo com a FGV, os indicadores mostram uma redução do pessimismo das empresas de serviços nesse início do ano. Apesar da melhora da confiança, ainda há o predomínio de uma percepção negativa sobre o andamento dos negócios, segundo a FGV.Fonte - Agência Brasil  29/01/2016

sábado, 24 de outubro de 2015

Parcerias com África podem ajudar Brasil a amenizar efeitos da crise, diz Apex

Economia

“Essa relação sempre foi deficitária para o Brasil, por causa do alto volume de petróleo que compramos, produto que responde por 88% do total importado”, diz a gerente de Estratégia de Mercado da Apex, Ana Paula Repezza. Segundo ela, a expectativa é que esse déficit seja amenizado e torne-se superávit para o Brasil, com base em dois movimentos percebidos pela Apex: a queda do preço de petróleo e a tendência de aumento da demanda africana por alimentos processados e por máquinas e equipamentos.

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Com crescimento médio anual de
foto montagem - ilustração
5% e expectativa de melhorar ainda mais esse desempenho nos próximos anos, o continente africano tem sido visto como um grande parceiro em potencial do Brasil, pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Para o órgão, as perspectivas são favoráveis, mesmo com uma balança comercial ainda deficitária para o Brasil em relação aos principais países daquele continente. Em 2014, o superávit para o lado africano foi US$ 7,4 bilhões, com o Brasil exportando US$ 9,7 bilhões e importando US$17,1 bilhões.
“Essa relação sempre foi deficitária para o Brasil, por causa do alto volume de petróleo que compramos, produto que responde por 88% do total importado”, diz a gerente de Estratégia de Mercado da Apex, Ana Paula Repezza. Segundo ela, a expectativa é que esse déficit seja amenizado e torne-se superávit para o Brasil, com base em dois movimentos percebidos pela Apex: a queda do preço de petróleo e a tendência de aumento da demanda africana por alimentos processados e por máquinas e equipamentos.
“A África tem buscado reforçar sua política industrial para deixar de ser importadora de alimentos primários. Para isso, pretende adquirir máquinas e equipamentos agrícolas para processar produtos tanto para o mercado interno como para exportação. Como o tipo de cultura agrícola brasileira é muito similar à africana, nossas tecnologias de plantio e colheita são bastante aplicáveis por lá. A presença da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] naquele continente tem tido relevância em abrir caminhos para parcerias tecnológicas e para aquisição de maquinário”, explica Ana Paula.
Segundo a Apex, entre 2002 e 2012, o intercâmbio comercial entre Brasil e África aumentou 410%. Entre 2004 e 2014, as exportações brasileiras para os países africanos cresceram 131%, com destaque para açúcar, carne bovina, carne de aves, cereais e veículos e peças automotores. Com a previsão de o Produto Interno Bruto (PIB) africano aumentar 6% por ano na próxima década, a Apex passou a considerar a África como “mercado prioritário”, dedicando àquele continente mais de 30% de seus projetos setoriais.
Dos 32 mercados destacados no Plano Nacional de Exportação (PNE), lançado em junho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, seis ficam na África: Angola, Moçambique, África do Sul, Egito, Argélia e Nigéria. “Os três primeiros são os principais parceiros do Brasil naquele continente”, informa Ana Paula. “Por isso, vemos no PNE uma resposta à crise pela qual passa o Brasil. Como vão crescer a taxas superiores, eles terão influencia muito forte no desempenho das exportações brasileiras daqui para a frente”, argumentou.
Para a gerente da Apex, as ligações históricas reforçam a aproximação com o continente africano. “A percepção deles em relação ao nosso país é muito ampla e positiva. Isso se reflete em menor resistência ao produto brasileiro. O Brasil não é visto como um parceiro que busca exclusivamente ganhos para si, mas pelos laços históricos com o continente africano e pela presença política em fóruns, no sentido de ajudá-los em suas demandas. Tudo isso faz com que haja neles muito boa vontade em relação ao Brasil, a ponto de vermos o setor portuário brasileiro recebendo considerável investimento argelino”, diz.
A Apex tem feito pelo menos duas missões a cada ano no continente, na busca por novas oportunidades para as empresas brasileiras. Estudos feitos pela agência estimam que o consumo nos países africanos incluídos no PNE cresça a uma taxa superior a 5% nos próximos anos. “A gente monitora as tendências de mercado e identifica oportunidades. É o que chamamos de inteligência antecipativa. Foi assim que identificamos potencial para exportação de máquinas e de alimentos processados. O PNE também é visto como uma resposta ao esfriamento da economia brasileira e, para algumas empresas daqui, uma saída para a crise”.
Para aproximar empresas brasileiras e africanas, a Apex fará, de 29 a 31 de outubro, a Feira Internacional Afro-Étnica de Negócios e Cultura (Feafro). O evento, na Expo Center Norte em São Paulo, terá a participação de 70 empresas de 24 países africanos – consideradas possíveis compradores pela Apex – e de 130 empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos e casa e construção.
“Esses compradores em potencial são verificados e selecionados por meio de metodologias de ranqueamento. A expectativa é que, apenas com as rodadas de negócios durante a feira, sejam movimentados US$ 70 milhões”, diz o coordenador de Promoção de Negócios da Apex, Diogo Akitaya.
Fonte - Agência Brasil  24/10/2015

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Empresários brasileiros fecham quase US$ 100 milhões em negócios na Rússia

Economia

Comitiva brasileira visita estandes do Brasil na feira World Food na Rússia. Negócios chegaram a R$ 99,9 milhões. De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil), o número engloba o que foi negociado durante a viagem e o previsto para os próximos 12 meses, resultado das 430 reuniões feitas com compradores russos.

Ana Cristina Campos
Repórter da Agência Brasil
Romério Cunha/Vice -Presidência
Empresários brasileiros que participaram da feira World Food Moscow, na Rússia, na semana passada, fecharam negócios no valor de US$ 99,9 milhões nos quatro dias de evento. De acordo com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil), o número engloba o que foi negociado durante a viagem e o previsto para os próximos 12 meses, resultado das 430 reuniões feitas com compradores russos.
A presença de 20 empresas brasileiras na maior feira de alimentos, bebidas e agronegócios da Rússia, entre os dias 14 e 17 deste mês, foi organizada pela Apex-Brasil, em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne e a Associação Brasileira de Proteína Animal.
A feira ocorreu na mesma semana da missão empresarial brasileira à Rússia e à Polônia, liderada pelo vice-presidente da República, Michel Temer. “Os resultados da missão foram muito positivos no que diz respeito ao incremento de negócios entre o Brasil e os dois países visitados, que fazem parte dos mercados prioritários do Plano Nacional de Exportações e são alvos das ações de promoção comercial e atração de investimentos desenvolvidas pela Apex-Brasil”, disse, em nota, o presidente da agência, David Barioni Neto.

Mercado russo
De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne, Antonio Jorge Camardeli, as empresas procuraram buscar novas oportunidades na feira, pois houve uma redução de 20% das vendas para a Rússia este ano por causa da queda do preço do petróleo, item fundamental da economia russa, e da acentuada desvalorização cambial do rublo (moeda russa), o que diminuiu o poder de compra dos russos. Os frigoríficos brasileiros estão tentando se adaptar ofertando cortes diferenciados para continuar no mercado russo, informou Camardeli, na abertura da feira.
Segundo a Apex-Brasil, a relação comercial entre Brasil e Rússia é concentrada nas exportações brasileiras de carnes. As carnes bovina, suína e de frango representaram 63,5% do total das vendas brasileiras para o mercado russo no ano passado. Em 2014, o Brasil exportou US$ 3,8 bilhões para a Rússia e importou US$ 3 bilhões, resultado em um superávit de US$ 800 milhões na balança comercial, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Fonte - Agência  Brasil  21/09/2015

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Bombardier rejeita oferta chinesa por unidade ferroviária

Internacional

A venda de uma fatia majoritária iria no entanto,expor a Bombardier a uma pressão política em sua localidade natal,Quebec,onde gera empregos com altos salários que poderiam ser perdidos com uma aquisição estrangeira em um momento em que a economia canadense entrou em recessão.

Reuters
Bombardier
A canadense Bombardier recusou uma oferta chinesa que poderia chegar a 100% de sua preciosa unidade ferroviária,segundo documentos vistos pela Reuters, demonstrando sua relutância em ceder o controle da unidade para uma empresa estatal chinesa neste momento.
A Beijing Infrastructure Investment Co (BII), uma estatal que opera 18 linhas de metrô na capital chinesa, fez oferta para adquirir entre 60 e 100% da Bombardier Transport, segundo carta datada de 14 de agosto descrevendo a proposta e vista pela Reuters.
A Bombardier,que está buscando capitalizar recursos financeiros através de uma fatia minoritária de sua unidade de transporte ainda neste ano,é atrativa para companhias chinesas como a BII,que encorajadas pelo governo chinês, estão buscando adquirir tecnologia estrangeira líder em seus segmentos para desenvolver seus negócios e aumentar sua presença global.
A venda de uma fatia majoritária iria no entanto,expor a Bombardier a uma pressão política em sua localidade natal,Quebec,onde gera empregos com altos salários que poderiam ser perdidos com uma aquisição estrangeira em um momento em que a economia canadense entrou em recessão.
O vice-presidente de fusões e aquisições da Bombardier, Louis Veronneau, rejeitou a proposta em carta endereçada ao presidente do Conselho da BII, Tian Zhenqing.
"Não estamos pensando em uma transação envolvendo uma fatia majoritária da empresa neste momento", escreveu Veronneau em 21 de agosto.
Procurada pela Reuters, a BII se recusou a comentar o assunto.
Além de seu negócio de trens, a Bombardier atua no desenvolvimento e na produção de aviões regionais e executivos, mercados em que compete com a brasileira Embraer, entre outras.
Fonte - Revista Ferroviária  10/09/2015

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Bahia registra abertura de quase 13 mil empresas em 2015

Economia

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA) realiza várias ações para estimular a abertura de empresas e também subsidiá-las com informações que contribuam para mantê-las lucrativas.

Secom
foto -  Elói Corrêa/GOVBA
Dos 12,6 mil estabelecimentos que entraram em operação na Bahia nos primeiros seis meses deste ano 88% são de micro, pequeno e médio porte. Os outros 125, de grande porte. Juntas, as 12.725 empresas geram milhares de empregos, que ajudam a aquecer a economia. Independente do tamanho, todas precisam estar registradas na Junta Comercial do Estado da Bahia (Juceb) para iniciar a atividade. As 32 unidades da Juceb estão distribuídas em todas as regiões da Bahia e, segundo o presidente da entidade, Antônio Carlos Tramm, o conjunto de serviços da RedeSim está sendo ampliado para agilizar o processo de abertura de empresas no estado.
A RedeSim é um sistema informatizado que busca desburocratizar o processo de abertura e alteração de empresas, integrando os órgãos públicos envolvidos no registro de empresas como Junta Comercial, Receita Federal, Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA) e prefeituras. “Já temos a RedeSim conveniada com mais de 30 municípios. O objetivo é possibilitar rapidez, eficiência e agilidade no serviço prestado ao pequeno, médio e grande empresário”.

Consultoria
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-BA) realiza várias ações para estimular a abertura de empresas e também subsidiá-las com informações que contribuam para mantê-las lucrativas. De acordo com a gerente adjunta do Sebrae - Regional Salvador, Mariana Cruz, entre os serviços prestados estão capacitações na gestão das empresas. “Nesta área tem sido identificada grande dificuldade por parte dos empresários". Segundo ele, em razão disso, são realizados consultoria e cursos nas áreas de inovação e sustentabilidade. "Neste momento de crise na economia, ela [a consultoria] é bastante requisitada porque há necessidade de manutenção e ampliação das vendas pelos pequenos negócios”.

foto -  Carol Garcia/GOVBA
Proprietário de uma academia na região central de Salvador há 15 anos, Manoelito Cerqueira recebe consultoria do Sebrae desde o início da atividade. Para ele, o custo-benefício é positivo, principalmente, quando o cenário econômico não é favorável. “O Sebrae direciona um consultor no início do ano para fazer um planejamento estratégico. Fizemos um planejamento de custo em que foi contemplado o consumo de materiais, hora e número de funcionários. Este encaminhamento é feito e acompanhado por um técnico do Sebrae”.
Entre as medidas adotadas, este ano, estão o remanejamento de pessoal, por meio da redução de horas trabalhadas. Segundo o empresário, até os materiais descartáveis foram trocados por equipamentos de uso permanente e coletivo. “Houve a substituição de papel toalha por secadores de mão e os copos plástico trocamos por squeezes [garrafas de plástico, geralmente utilizada em provas de exercício físico], que, além de fazer o marketing [divulgação] da academia, diminuiu bastante o uso de copos”. Para saber como ter acesso aos serviços do Sebrae, os interessados podem acessar o site do Sebrae-Bahia ou entrar em contato pelo telefone 0800 570 0800, inclusive, para agendar atendimento presencial.
Fonte - Secom Ba.  23/07/2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

CCR Metrô Bahia cadastra interessados em abrir loja ou quiosque nas estações

Metrô de Salvador

Os interessados que fizerem o cadastro deverão apresentar um plano de negócio, que será avaliado. Caso seja aprovado, a área entrará em contato com o interessado para tratar das condições comerciais. A aprovação da abertura da loja ou quiosque está vinculada também à disponibilidade de espaço.

CCR 
foto - ilustração/Pregopontocom
Lojistas, pequenos empreendedores e comerciantes interessados em instalar uma loja ou um quiosque nas estações do metrô de Salvador devem ficar atentos. A partir desta semana, a área comercial da CCR Metrô Bahia iniciará o atendimento a quem tem interesse de alugar um espaço comercial no metrô. Basta enviar um e-mail para comercial. metrobahia@grupoccr.com.br  ou ligar para (71) 3432-7777.
Os interessados que fizerem o cadastro deverão apresentar um plano de negócio, que será avaliado. Caso seja aprovado, a área entrará em contato com o interessado para tratar das condições comerciais. A aprovação da abertura da loja ou quiosque está vinculada também à disponibilidade de espaço.
Com seis estações em operação, o metrô recebe, diariamente, mais de 45 mil passageiros e pretende oferecer cerca de 60 espaços destinados à instalação de lojas e quiosques. O tamanho dos quiosques varia de 4 a 15 metros quadrados e os preços vão de R$ 3 mil a R$ 10 mil, dependendo da localização e atividade pretendida. O prazo de locação varia de três meses a dois anos.
“Queremos oferecer comodidade aos usuários do metrô que diariamente passam pelas estações, satisfazendo suas necessidades. Buscamos agregar serviços como conserto de roupas, calçados, lavanderia, alimentação, acessórios e presentes, entre outros negócios.Vale lembrar que o comércio de bebidas alcoólicas dentro das instalações do metrô é proibido”, explica o diretor-presidente da CCR Metrô Bahia, Luis Valença.
Fonte - CCR Metrô Bahia  13/07/2015

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Receita do setor de serviços cresce 6,4% em setembro

Economia

Em 12 meses, o setor de serviços acumula expansão de 7,1% de sua receita nominal, enquanto em 2014, o crescimento é 6,6%. Os serviços prestados às famílias tiveram crescimento de 7,7% da receita.

Vinícius Lisboa 
Repórter da Agência Brasil 
EBC
A receita nominal do setor de serviços cresceu 6,4% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2013, divulgou hoje (18) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na Pesquisa Mensal dos Serviços. A alta supera as taxas de julho e de agosto, que foram 4,6% e 4,5%, respectivamente.
Em 12 meses, o setor de serviços acumula expansão de 7,1% de sua receita nominal, enquanto em 2014, o crescimento é 6,6%. Os serviços prestados às famílias tiveram crescimento de 7,7% da receita. A variação, no entanto, foi menos intensa que a de agosto, quando essa parte dos setor de serviços cresceu 9%. Esses serviços acumulam a maior alta de 2014, 10,1%, e também a maior em 12 meses, 10,2%.
O crescimento mais forte ocorreu em setembro, nos serviços profissionais, administrativos e complementares, com 11,1%. Os serviços de informação e comunicação, por outro lado, tiveram o menor crescimento, 2,7%. Serviços de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio subiram 6,5%, e os outros serviços, 9%.
Fonte - Agência Brasil  18/11/2014

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Petróleo, energia e logística puxam crescimento da GE no Brasil

Economia /Transportes sobre trilhos

"Vamos ter um ano recorde de negócios. Tudo indica que teremos um crescimento de dois dígitos neste ano e o dobro em relação a quatro anos atrás [US$ 2,3 bilhões]", afirmou ontem o presidente da companhia na América Latina, Reinaldo Garcia, ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

Valor Econômico
foto - ilustração
A GE prevê um crescimento de dois dígitos no volume de encomendas contratadas no Brasil em 2014, em relação ao ano passado, quando foram registrados US$ 4,2 bilhões em pedidos. O resultado será impulsionado pelo volume de negócios nas áreas de petróleo e gás natural, energia e de logística ferroviária.
"Vamos ter um ano recorde de negócios. Tudo indica que teremos um crescimento de dois dígitos neste ano e o dobro em relação a quatro anos atrás [US$ 2,3 bilhões]", afirmou ontem o presidente da companhia na América Latina, Reinaldo Garcia, ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.
Segundo o executivo, a desaceleração da economia brasileira não vai alterar os planos da empresa para o país. "Nós sempre olhamos no longo prazo. E os fundamentos [econômicos] existem. As áreas de óleo e gás, de geração e distribuição de energia, de ferrovias e de portos ainda terão uma demanda muito grande", disse.
Questionado sobre uma possível redução no volume de negócios da Petrobras, principal contratante do setor de óleo e gás do Brasil, devido à investigação de um suposto esquema de corrupção na estatal, Garcia disse acreditar que esse processo é "temporário". Segundo ele, considerando a necessidade de projetos da Petrobras, a demanda da companhia por bens e serviços é muito elevada.
Devido à demanda aquecida na área de petróleo e gás, a GE decidiu dobrar, para US$ 500 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão), o volume de investimentos previstos no centro de pesquisas global inaugurado ontem, no Rio de Janeiro. Essa é a primeira unidade do tipo da companhia na América Latina.
O centro abrigará no total 400 pessoas. Hoje já trabalham no local 160 funcionários, dos quais 140 são pesquisadores. Entre eles, 90% são brasileiros.
O setor de óleo e gás será o carro-chefe do centro de pesquisas, respondendo por cerca de 50% das atividades. A área de logística e transporte responderá por cerca de 25%. E os 25% restantes serão distribuídos por diversas áreas, como sistemas inteligentes.
Um dos maiores desafios, segundo Garcia, será desenvolver tecnologias que compõem os sistemas de produção de óleo e gás para serem instaladas no fundo do mar. Esses equipamentos hoje são utilizados nas plataformas de produção na superfície.
Fonte - Revista Ferroviária   14/11/2014

sábado, 8 de novembro de 2014

Empresários brasileiros mostram interesse em ampliar vendas para Cuba

Economia

Buscando espaço nesse mercado de dinâmica diferenciada, um total de 45 exportadoras do Brasil esteve na Feira Internacional de Havana, evento de negócios organizados pelo governo cubano, que encerra neste sábado (8).No ano passado, de US$ 242,17 bilhões exportados pelo Brasil, Cuba respondeu por US$ 528,17 milhões, o equivalente a apenas 0,21%.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
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O mercado cubano corresponde a uma fatia pouco significativa das exportações brasileiras. No ano passado, de US$ 242,17 bilhões exportados pelo Brasil, Cuba respondeu por US$ 528,17 milhões, o equivalente a apenas 0,21%. Mesmo não sendo representativa no bolo, a ilha traz boas perspectivas para muitos empresários brasileiros. Buscando espaço nesse mercado de dinâmica diferenciada, um total de 45 exportadoras do Brasil esteve na Feira Internacional de Havana, evento de negócios organizados pelo governo cubano, que encerra neste sábado (8).
Entre elas, estava a Itallian Hairtech, fabricante de produtos para cabelo. Luiz Carlos Costa, gerente de Comércio Exterior da empresa, explica que ela entrou no mercado cubano há um ano. “Estão abrindo em Cuba salões de beleza privados, mas nosso produto está sendo vendido na cadeia de lojas autorizada pelo governo. Vendemos para a Cimex. Há mais três cadeias estatais: TRD, Palco e Caracol”, relata. Luiz Costa destaca que, em função da presença forte do Estado, o mercado cubano é “totalmente diferente” de outros países, mas a demanda da população por bons produtos é igual.
“As mulheres cubanas não são diferentes das mulheres do mundo. Elas buscam essa parte da beleza, de se sentirem bem consigo mesmas. Existe um dinheiro rodando e, no ano passado, foi regulamentada a profissão de cabeleireiro, manicure e esteticista. No Brasil essa profissão não é regulamentada ainda”, comenta o empresário. A Itallian Hairtech fechou acordo com o governo cubano para qualificar cabeleireiros a usarem seus produtos. Um curso já aconteceu e estão previstos mais quatro.
“Existe uma dificuldade. Por ser uma escola estatal, tem uma estrutura muito degradada”, explica ele. Luiz Costa acrescentou que tem feito contatos para viabilizar uma reforma na área utilizada para os cursos. Costa destaca que, graças ao acordo entre os governos brasileiro e cubano, há alguns incentivos fiscais para a venda dos produtos do Brasil, o que permite um preço final atraente. Segundo ele, o primeiro contrato da Itallian Hairtech com a Cimex foi no valor de US$ 150 mil. Oficializado na feira, o entendimento para 2015 envolveu US$ 450 mil, valor três vezes maior. Além de Cuba, a Itallian Hairtech exporta produtos para os Estados Unidos, o Peru, a Colômbia, o Chile e o Egito.
Mais experiente, a empresa fabricante de chuveiros elétricos Fame iniciou sua inserção no mercado cubano há 20 anos. No entanto, os negócios permaneceram parados por quase uma década, em função da proibição da venda de eletrodomésticos na ilha, entre 2003 e 2011. O motivo era a falta de infraestrutura para o funcionamento de equipamentos de alto consumo.
“Teve esse momento em que ficou proibido. A gente fez um trabalho, trouxe um engenheiro, desenvolveu chuveiro com menor potência, especialmente para o mercado cubano. O cubano, em particular, tem apreço por banho de água quente, mesmo fazendo calor [no país]”, explica Maria Prado, gerente de exportação da empresa.
Ela explica que a Fame exporta para mais de 40 países, com forte presença na América Latina. “Para a gente, desde que abriu de novo, tem sido um mercado muito importante. No Caribe, é o nosso maior mercado. Entre toda a carteira, fica entre os cinco maiores clientes”, informa. Segundo Maria, as vendas a Cuba são feitas por meio de uma trade (empresa de exportação e importação) brasileira.
O gerente de Imagem e Acesso ao Mercado da Apex, Rafael Prado, acredita que a participação brasileira no mercado cubano aumentará. “O Brasil é um dos principais provedores, mas ainda tem o que crescer, pois a economia cubana está se desenvolvendo. As maiores compras são, com certeza, via governo ou parcerias público-privadas. [As vendas] acontecem tanto para o mercado interno quanto para o público circulante [turistas]”, diz. Segundo ele, a Apex ajuda os empresários interessados com estudos de mercado, apontando os produtos que Cuba mais está adquirindo.
No ano passado, os participantes da Feira Internacional de Havana contabilizaram exportações no valor de US$ 97 milhões, imediatas e nos 12 meses seguintes. A Apex ainda não divulgou dados sobre o evento deste ano. O Brasil participa da feira desde 2003.
Fonte - Agência Brasil  08/11/2014

domingo, 28 de setembro de 2014

Pequenos investidores garantem recorde na venda de títulos públicos por internet

Economia

A venda de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somou R$ 3,39 bilhões em 2014. Segundo dados divulgados na última semana pelo Tesouro Nacional, as vendas de papéis por meio do Programa Tesouro Direto aumentaram 37,4% em relação aos oito primeiros meses do ano passado.

Wellton Máximo 
Repórter da Agência Brasil 

Atraídos pela segurança e pela rentabilidade, cada vez mais investidores têm comprado papéis do governo. A venda de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somou R$ 3,39 bilhões em 2014. Segundo dados divulgados na última semana pelo Tesouro Nacional, as vendas de papéis por meio do Programa Tesouro Direto aumentaram 37,4% em relação aos oito primeiros meses do ano passado.
O montante é o maior registrado desde o início do programa, em 2002. A composição das vendas mostra que a maioria dos aplicadores quer se proteger da inflação. No ano, os títulos mais demandados foram os corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), responsáveis por 49,94% das vendas de janeiro a agosto.
Os investimentos de menor valor continuaram a liderar a preferência dos aplicadores. As vendas abaixo de R$ 5 mil concentraram 63,4% das operações no ano. “O Tesouro Direto foi criado justamente para atrair o pequeno investidor, que pode descobrir outros tipos de aplicações no sistema financeiro”, declara Fernando Garrido, coordenador-geral de Operações da Dívida Pública.
O sistema tem atraído principalmente investidores de até R$ 5 mil, que concentraram 63,4% das operaçõesMarcello Casal / Agência Brasil
Em segundo lugar, vieram os papéis prefixados (com juros definidos antecipadamente), que responderam por 29,41% das vendas. Em terceiro, ficaram os títulos vinculados à taxa Selic (juros básicos da economia), com participação de 20,64% no ano.
O número total de investidores cadastrados no programa alcançou 419.037, o que representa aumento de 15,7% nos últimos 12 meses. Somente em agosto, 6.221 participantes aderiram ao Tesouro Direto, o segundo maior volume mensal de ingressos, perdendo somente para julho, quando 6.333 pessoas passaram a fazer parte do programa.
Para Fernando Garrido, as taxas dos títulos públicos e o maior conhecimento da população contribuíram para a disseminação do Tesouro Direto. “Os títulos públicos estão rendendo em torno de 12,3% ao ano. É uma aplicação de retorno garantido. Isso atrai os investidores que buscam segurança”, diz.
A adesão crescente tem ampliado o volume de papéis aplicados por intermédio do programa. Atualmente, o estoque de títulos públicos aplicados no Tesouro Direto está em R$ 13,968 bilhões, alta de 22,63% em relação ao fim do ano passado. Desse total, 64% correspondem a títulos corrigidos pela inflação, 24% a papéis prefixados e 11,5% a títulos vinculados à Selic. Existe um resíduo de 0,6% de títulos atrelados ao dólar, tipo de papel não mais vendido no programa.
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas possam adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só tem que pagar uma taxa à corretora responsável pela custódia dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site doTesouro Direto.
A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional, que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente.
Fonte - Agência Brasil  28/09/2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Minério de ferro e safra agrícola recorde devem aquecer encomendas no setor ferroviário

Economia

Segundo Noberto Fabris, diretor corporativo das Empresas Randon, o sistema ferroviário está muito fundamentado no setor agrícola. “Tivemos boas modificações no setor de cargas para grãos. A implantação de novas soluções proporcionaram agilidade às operações. Descargas que levavam cerca de 26 minutos, passaram a ser feitas em no máximo três minutos”, acrescenta.

RF
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O minério de ferro e a soja lideram o número de contêineres transportados pelo modal ferroviário no País. De acordo com dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT), de 2006 a 2012, o transporte de minério de ferro teve um crescimento de 29% na movimentação de cargas por ferrovia, seguido pela soja (grão e farelo) com 7,43%. Este resultado refletiu positivamente nas fornecedoras do modal, que enxergaram uma oportunidade de oferecer ao setor ferroviário inovações em termos de composições, vagões, tanques e plataformas para contêineres.
Segundo Noberto Fabris, diretor corporativo das Empresas Randon, o sistema ferroviário está muito fundamentado no setor agrícola. “Tivemos boas modificações no setor de cargas para grãos. A implantação de novas soluções proporcionaram agilidade às operações. Descargas que levavam cerca de 26 minutos, passaram a ser feitas em no máximo três minutos”, acrescenta.
Planejamento da demanda - O diretor também destaca a necessidade de um maior estabilidade na sistemática da fabricação, já que antigamente as encomendas eram feitas em lote pelas concessionárias, o que interrompia o fluxo de abastecimento. “O desafio é manter a continuidade na produção por meio de um planejamento anual sem tantos altos e baixos”, diz Fabris, que aponta a importância de projetos e investimentos em infraestrutura e produtividade para favorecer a competitividade logística.
O Programa de Investimentos em Logística, do Governo Federal, é um exemplo, e prevê um novo modelo de concessão com 12 novos trechos ferroviários. O programa também pretende realizar intervenções em 10 mil quilômetros de ferrovias com investimento estimado em R$ 91 bilhões no decorrer dos próximos 25 anos. Estes avanços colaboraram no aquecimento da indústria de fornecimento, com a produção de equipamentos e ativos rodantes para o setor ferroviário. Segundo Noberto Fabris, a projeção de crescimento para a matriz do transporte está em torno de 25%. “Estamos em 2014 e já com muitas inovações. O ganho de produtividade foi o mais importante porque trouxe força para dentro da ferrovia e materiais diferenciados que auxiliam no transporte de carga”, comenta o diretor.
As soluções em peças e equipamentos da Randon e de outras empresas do setor para atender o modal ferroviário poderão ser conferidas durante a NT Expo - 17ª Negócios nos Trilhos, que acontece de 11 a 13 de novembro, em São Paulo.
Fonte - Revista Ferroviária  05/09/2014

terça-feira, 15 de julho de 2014

Embraer e Trans States assinam acordo para até 100 jatos E175-E2

Economia

O acordo também inclui opções para outras 50 unidades, elevando o potencial do pedido para até 100 aeronaves. As entregas estão programadas para começar a partir de junho de 2020.

Divulgação Embraer

​Farnborough, Reino Unido, 14 de julho de 2014 – A Embraer anunciou hoje, na edição 2014 da Feira Internacional de Farnborough, que recebeu uma encomenda de 50 jatos E175-E2 da Trans States Holdings, controladora das companhias aéreas Trans States Airlines, Compass Airlines e GoJet Airlines. O acordo também inclui opções para outras 50 unidades, elevando o potencial do pedido para até 100 aeronaves. As entregas estão programadas para começar a partir de junho de 2020.
O pedido, estimado em aproximadamente USD 2,4 bilhões a preço de lista, é sujeito a certas condições. O pedido será adicionado à carteira de pedidos firmes (backlog) da Companhia assim que tais condições forem atendidas e este for confirmado pela Trans States.
“O E175-E2 está provando ser a aeronave preferida pelas operadoras norte-americanas à medida que estas confirmam suas necessidades futuras de frota para a próxima década”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Quando receber seu primeiro E2 em 2020, a Trans States estará voando o mais novo, mais eficiente e competitivo avião em sua categoria. É um grande pedido e um claro reconhecimento dos investimentos que estamos fazendo em nossa família de E-Jets.”
Os jatos E175-E2 da Trans States serão configurados com 76 assentos em duas classes de serviço.
“Estamos muito satisfeitos em anunciar este acordo para o E2, que expande o nosso relacionamento com a Embraer. Nossa parceria já dura mais de duas décadas, e agora, devido a esse acordo, se prolongará por mais algumas décadas no futuro”, disse Richard A. Leach, Presidente da Trans States Holdings Inc. “A performance aprimorada e as tecnologias que permitem economia de custos que o E2 vai trazer para o mercado aumentarão a capacidade da Trans States Holdings de fornecer soluções de referência em consumo de combustível, custos de manutenção, impacto ambiental e desempenho por meio de avanços tecnológicos de ponta para nossos principais clientes de companhias aéreas.” Leach disse ainda: “Esse anúncio também reafirma nosso compromisso com o valor da tecnologia de propulsão e nossa confiança na experiência de nossos parceiros da Embraer para produzir uma aeronave líder revolucionária.”
Os três novos E-Jets E2 (E175-E2, E190-E2 e E195-E2) possuem motores turbofan com caixa de redução da Pratt & Whitney, de última geração, novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de vôo full fly-by-wire e melhorias nos sistemas que permitirão ruído externo significativamente mais baixo e redução de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção e emissões de CO2.

Sobre a Trans States Holdings
A Trans States Holdings é a maior holding aérea regional privada dos Estados Unidos, que reúne três companhias aéreas regionais: Compass Airlines, GoJet Airlines e Trans States Airlines. Tem acordo de cooperação com American Airlines, Delta Air Lines, United Airlines e US Airways, e atende a mais de 11 milhões de passageiros por ano, com mais de 600 voos diários, servindo mais de 100 cidades. A empresa emprega mais de 3.300 funcionários e está sediada em St. Louis, Missouri, EUA.
Fonte - Embraer  14/07/2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

GE melhora sua oferta de compra da francesa Alstom

Internacional

Os comentários, feitos depois de uma reunião entre Hollande e o presidente-executivo da GE, Jeff Immelt, indicaram uma mudança de tom em Paris. O governo francês tinha até agora criticado a oferta de US$ 16,9 bilhões da GE pela unidade de energia da Alstom, e no começo deste mês aprovou um decreto garantindo para si poderes de vetar qualquer acordo.

Reuters/ Valor Econômico
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O conglomerado americano General Electric (GE) melhorou sua oferta pela fabricante francesa de trens e turbinas Alstom. O destaque ficou por conta do impacto do negócio sobre empregos, disse ontem uma autoridade do escritório do presidente francês François Hollande.
Os comentários, feitos depois de uma reunião entre Hollande e o presidente-executivo da GE, Jeff Immelt, indicaram uma mudança de tom em Paris. O governo francês tinha até agora criticado a oferta de US$ 16,9 bilhões da GE pela unidade de energia da Alstom, e no começo deste mês aprovou um decreto garantindo para si poderes de vetar qualquer acordo.
Na tarde da terça-feira, Immelt disse a parlamentares franceses que seu grupo apresentará compromissos detalhados para aumentar os empregos na França, inclusive abrindo novas instalações.
Immelt disse também que a GE está considerando uma aliança em sinalização de ferrovias que daria à Alstom o controle desse negócio, tentando contornar, dessa forma, os receios do governo francês. O governo teme que uma simples venda do negócio de energia enfraqueceria o outrora resgatado grupo de engenharia, ao reduzi-lo para apenas sua unidade de transporte, de menor importância.
"Hoje podemos ver que a oferta da GE foi detalhada, melhorada, reforçada", disse a autoridade no escritório de Hollande, acrescentando, porém, que ainda há "algum trabalho a ser feito".
Fonte - Revista Ferroviária  29/05/2014

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Empresários dos Estados Unidos visitarão Cuba para conferir mudanças econômicas

Internacional

A viagem foi autorizada pelo Departamento do Tesouro – órgão responsável pela emissão de autorizações de viagem à ilha. O procedimento é realizado por causa do embargo que os Estados Unidos impõe à Cuba, há cinco décadas.

Da Agência Lusa
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Uma delegação de empresários dos Estados Unidos viajará para Cuba, na semana que vem, para analisar a situação econômica e buscar novas oportunidades de investimento. A informação foi divulgada hoje (19) pela Câmara de Comércio norte-americana. A comitiva será chefiada pelo presidente da instituição, Thomas Donohue.
“Esta viagem vai nos dar uma ideia, em primeira mão, das mudanças na política econômica [cubana] e se isto poderá criar possibilidades de fazer negócio”, disse Donohue, em comunicado divulgado pela Câmara de Comércio dos Estados Unidos.
A viagem foi autorizada pelo Departamento do Tesouro – órgão responsável pela emissão de autorizações de viagem à ilha. O procedimento é realizado por causa do embargo que os Estados Unidos impõe à Cuba, há cinco décadas.
O anúncio da visita foi feito no mesmo dia em que dezenas de personalidades do mundo político, intelectual, econômico e das forças armadas dos Estados Unidos pediram, em uma carta aberta dirigida ao presidente Barack Obama, mais medidas presidenciais para permitir uma maior interação com Cuba e acelerar as mudanças na ilha.
Fonte - Agência Brasil  19/05/2014

COMENTÁRIO  Pregopontocom 
Para quem anda criticando o Brasil por causa do porto de Mariel fica ai o alerta; será que não chegamos primeiro?????

Brasil atrai bancos de investimento especializados em fusões e aquisições

Economia

O banco de investimentos Greenhill vê oportunidades de negócios no Brasil - Preocupadas sobre potenciais conflitos de interesse com bancos que atuam tanto como emprestadores de recursos como assessores de operações, um número cada vez maior de empresas brasileiras estão optando por trabalhar com butiques em negócios envolvendo aquisições e reestruturações de dívida.

Reuters
Por Redação - CB

A Greenhill & Co e bancos globais de investimento estão se movendo para o Brasil, com foco em aproveitar forte atividade de fusões e aquisições ao atraírem clientes e negócios assessorados atualmente por grandes bancos.
Investidores abastados do Brasil como o empresário Abilio Diniz e João Alves de Queiroz Filho, que controla a empresa de bens de consumo Hypermarcas, estão cada vez mais preferindo empresas menores para assessorar acordos e ajudá-los a encontrar oportunidades de investimento no Brasil e no exterior.
Preocupadas sobre potenciais conflitos de interesse com bancos que atuam tanto como emprestadores de recursos como assessores de operações, um número cada vez maior de empresas brasileiras estão optando por trabalhar com butiques em negócios envolvendo aquisições e reestruturações de dívida.
Grandes bancos frequentemente buscam acordos grandes como oportunidade ampla para vender empréstimos, derivativos e outros produtos, enquanto as butiques fornecem serviços personalizados de assessoria. O número de aquisições no Brasil que envolveu essas empresas menores de assessoria cresceu mais de 20% desde 2009, segundo dados da agência norte-americana especializada em economia Thomson Reuters.
A BR Partners, liderada por Ricardo Lacerda, assessorou mais de 80 transações avaliadas em US$ 35 bilhões no período e a Rothschild tem cada vez mais superando grandes bancos de investimentoem termos de mandatos para ofertas de ações, fusões e reestruturação de dívida.
– Nosso negócio é competitivo em qualquer parte do mundo e o Brasil não é exceção. A história nos Estados Unidos, Europa e em outras partes mostra que os clientes cada vez mais buscam por empresas focadas apenas em assessoria em vez de grupos que vendem a eles muitos produtos financeiros – disse o presidente-executivo da Greenhill, Scott Bok.
A Greenhill abriu escritório no Brasil em outubro, confiante no cenário continua atraente apesar da fraqueza da economia. A empresa também quer assessorar companhias que estejam preparando ofertas públicas iniciais de ações (IPOs).
Fontes da indústria afirmaram à agência inglesa de notícias Reuters que a Jefferies Group e a Centerview Partners Holdings, baseadas em Nova York, estão explorando opções para entrarem no Brasil, seja pela abertura de escritório ou por meio de parceria com sócio local. As empresas não comentaram o assunto.
Os novos entrantes enfrentam um mercado desafiador no Brasil, que passa por disputa intensa por talentos e por participação maior em um volume de comissões que tem encolhido. Desde 2010, o total de comissões geradas por atividades de banco de investimento caiu de US$ 800 milhões para US$ 1 bilhão, depois que redução em IPOs minimizou um aumento de transações de fusões e aquisições.
Fonte - Correio do Brasil  19/05/2014