UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Contrato do Monotrilho do Subúrbio de Salvador deve ser assinado nos próximos dias, diz Casa Civil

Transportes sobre trilhos  🚄

Com a licitação agora liberada, após a assinatura do contrato, o consórcio Skyrail terá o prazo máximo de 90 dias para iniciar as obras. A previsão é de que a construção seja concluída em 24 meses. Com investimento de R$ 1,5 bilhão,o sistema de monotrilho será movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes, com ar-condicionado e wi-fi. Os trens farão o trajeto da Ilha de São João, em Simões Filho, ao bairro do Comércio, em Salvador

Bahia Notícias
foto - ilustração/arquivo
 Monotrilho da BYD
Depois de ter a liminar que suspendia a licitação derrubada, o governo do estado afirma que a assinatura do contrato para a construção e operação do Monotrilho do Subúrbio de Salvador deve ser assinada nos próximos dias. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da Secretaria da Casa Civil.
Em janeiro, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) derrubou a medida cautelar, que foi determinada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em setembro. O TCE identificou irregularidades no planejamento e na licitação para a concessão, com a possibilidade “de causar dano de difícil e incerta reparação ao patrimônio público e à ordem jurídica” (saiba mais aqui). O governo, no entanto, nega qualquer irregularidade na parceria público-privada (PPP).
Mas com a licitação agora liberada, após a assinatura do contrato, o consórcio Skyrail terá o prazo máximo de 90 dias para iniciar as obras. A previsão é de que a construção seja concluída em 24 meses.
Com investimento de R$ 1,5 bilhão, o Monotrilho será movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes, com ar-condicionado e wi-fi. O modal fará o trajeto da Ilha de São João, em Simões Filho, ao bairro do Comércio, em Salvador. Ao todo, serão 22 estações e cerca de 20km de extensão.
Fonte - Abifer  05/02/2019

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Entrega noturna para o comercio gera empregos e humaniza a cidade

Transportes de carga  🚚

As mudanças permitem o aumento da frequência de abastecimento das lojas, para reduzir os estoques na ponta, o que implica o uso de veículos menores", comenta Aurélien. O crescimento da quantidade de motoristas autônomos, com caminhões menores, solicitados via aplicativos como Uber, Loggi ou Shippify; e o início do chamado "click & collect", com separação do pedido do cliente na loja além do uso de sistemas alternativos e sustentáveis (bicicleta ou, entrega a pé) são também importantes vantagens

Portogente
foto - ilustração/Web
A entrega urbana noturna de mercadorias em São Paulo aprovada pela Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes medida é vista com otimismo pelo especialista francês Aurélien Jacomy, diretor da consultoria em supply chain Diagma Brasil. O executivo observou a implementação exitosa na capital francesa anos atrás.
"As mudanças permitem o aumento da frequência de abastecimento das lojas, para reduzir os estoques na ponta, o que implica o uso de veículos menores", comenta Aurélien. O crescimento da quantidade de motoristas autônomos, com caminhões menores, solicitados via aplicativos como Uber, Loggi ou Shippify; e o início do chamado "click &collect", com separação do pedido do cliente na loja além do uso de sistemas alternativos e sustentáveis (bicicleta ou, entrega a pé) são também importantes vantagens
Outros impactos visíveis no varejo, serão a profissionalização do abastecimento das gôndolas nas lojas, para deixar o ponto de venda limpo e abastecido desde a abertura; o aumento da área dedicada aos pedestres, o que impulsiona o comércio (como demonstra o piloto na rua dos Pinheiros). "Mesmo que essa medida reduza a possibilidade de estacionamento dos caminhões, vale a pena estimular o crescimento de uma frota de entrega sustentável, movida à eletricidade ou híbrida", acrescenta Aurélien.
"O projeto-piloto da iniciativa provou ser a entrega noturna uma solução interessante, tanto para as empresas, que conseguiram otimizar o uso da sua frota de caminhões, quanto para a sociedade, com uma melhor utilização da malha rodoviária e a redução do trânsito de veículos de carga", avalia Aurélien.
Para o consultor, apesar de receber críticas, o projeto, em conjunto com as restrições de trânsito para caminhões nos centros urbanos, acelera uma transformação e uma melhoria do abastecimento do varejo urbano.
Como especialista em Supply Chain, o francês Aurélien afirma que o desenvolvimento desses novos métodos de entrega em loja. "Na França a prática já é comum e traz bons resultados. A implementação da entrega urbana noturna proporciona benefícios às pessoas, com melhor experiência para o consumidor e melhor mobilidade como cidadão. Existe um impacto social positivo", finaliza o consultor.
Fonte - Portogente  07/12/2018

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Conder inicia asfaltamento em ruas do Comércio em Salvador

Infraestrutura  🚧

Já foram concluídas as obras em sete ruas da região e em 30 os serviços estão em andamento, com a recuperação dos passeios para melhoria na acessibilidade. As intervenções integram o projeto ‘Pelas Ruas do Centro Antigo de Salvador’, do Governo do Estado, de pavimentação de vias e requalificação de calçadas em mais de 270 ruas em toda a região antiga da cidade.

Da Redação 
 foto - ilustração/SkyscraperCity
A Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder) inicia, nesta quinta-feira (15), o asfaltamento de sete vias no bairro do Comércio, em Salvador. Já foram concluídas as obras em sete ruas da região e em 30 os serviços estão em andamento, com a recuperação dos passeios para melhoria na acessibilidade. As intervenções integram o projeto ‘Pelas Ruas do Centro Antigo de Salvador’, do Governo do Estado, de pavimentação de vias e requalificação de calçadas em mais de 270 ruas em toda a região antiga da cidade.
O Comércio e Calçada formam o lote 1 do projeto, onde estão sendo investidos R$ 28 milhões para recuperar um total de 50 vias. “Vamos dar início, na noite desta quinta-feira, à primeira parte da pavimentação com a fresagem na Avenida Jequitaia – trecho da Água de Meninos -, Praça da Inglaterra e ruas da Noruega, Espanha, Polônia, parte da Conde D’Eu e Suécia. Os serviços serão realizados no período noturno e não haverá necessidade de interdição do tráfego nesses trechos”, explica o gestor da Diretoria do Centro Antigo de Salvador (Dircas/Conder), Maurício Mathias. Na próxima semana, tem início o asfaltamento para finalizar a recuperação dessas ruas.

Diálogo aberto
Os serviços que estão sendo realizados seguem planejamento que inclui a mobilização da equipe do setor social da Conder, que entra em cena antes da obra começar, para conversar com os moradores. É neste momento que particularidades da rua são observadas, os aspectos importantes da composição, as instituições presentes, moradores que precisam de cuidados especiais, como cadeirantes e idosos. O cuidado é intensificado quando, por exemplo, há necessidade de interrupção dos serviços de água, luz, telefone e também interdição do tráfego.
A obra geralmente começa com a requalificação dos passeios e melhorias na acessibilidade para, em sequência, serem iniciadas as intervenções na pista, com a recuperação da via. A instituição coloca à disposição o número 71 3116-6760 para que a comunidade possa tirar dúvidas sobre o projeto, das 8h30 ao meio-dia e das 13h30 às 18h, além do endereço eletrônico (email) socialpacpav@conder.ba.gov.br
Na região do Comércio, foi criada a Comissão de Acompanhamento de Obra (CAO), instituída pelos empresários, para reuniões mensais e visitas técnicas junto à equipe da Conder, quando são discutidos pontos dos serviços que estão sendo realizados na área.

Pelas Ruas
As intervenções já estão melhorando o acesso das pessoas a diversos pontos do Centro Antigo de Salvador, bem como tornando mais confortável a mobilidade por ruas, praças e travessas. Esta é uma das primeiras grandes obras brasileiras de urbanização que seguem as normas de acessibilidade e o desafio de implantar melhorias em ruas antigas, muitas das quais nunca tinham sido beneficiadas com um projeto deste porte.
Ao todo, serão investidos R$ 124 milhões para a melhoria da acessibilidade com a pavimentação de mais de 270 vias e requalificação de calçadas.
Com informações da Secom BA  15/02/2018

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

China convida América Latina e Caribe para Nova Rota da Seda

Internacional  👀

Pequim convidou a América Latina e o Caribe para fazer parte de seu bloco econômico, a iniciativa chamada de "Nova Rota da Seda". A oferta foi feita nesta segunda-feira (22) pelo ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, durante reunião com a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC).

Sputnik
foto - ilustração
Com a retração da influência global dos Estados Unidos com a presidência de Donald Trump, Pequim busca ocupar os espaços deixados por Washington.
"A China sempre estará comprometida com o caminho do desenvolvimento pacífico e com a estratégia de ganha-ganha de abertura e está pronta para compartilhar dividendos de desenvolvimento com todos os países", disse Wang em reunião com os 33 países da CELAC.
Criado em 2011 na Venezuela, a CELAC não inclui os Estados Unidos e o Canadá.
O bloco latino e a China assinaram uma espécie de acordo de princípios que rejeita o "unilateralismo" e fala sobre a importância de combater a mudança climática.
A Nova Rota da Seda foi proposta pelo presidente chinês Xi Jinping em 2013 e busca fortalecer os laços econômicos entre Ásia, África e Europa com investimento de bilhões de dólares em infraestrutura.
O chanceler chinês discursou sobre a importância de melhorar a conectividade entra mar e terra e citou a necessidade de construir conjuntamente "logística, eletricidade e percursos de informação".
O ministro das Relações Exteriores do Chile, Heraldo Muñoz, que já criticou publicamente Trump, afirmou que o acordo marcou uma nova era "histórica" ​​de diálogo entre a região e a China.
"A China disse algo que é muito importante, que quer ser nosso parceiro confiável na América Latina e no Caribe e valorizamos isso", afirmou Muñoz. "Este encontro representa um repúdio categórico ao protecionismo e ao unilateralismo".
Pequim tenta seduzir a América Latina com um investimento de US$ 250 bilhões em infraestrutura na próxima década. Além disso, a China já é o principal parceiro comercial de Brasil, Argentina e Chile.
O chanceler chinês, entretanto, nega que esteja em curso uma competição por influência.
"Não tem nada a ver com concorrência geopolítica. Segue o princípio de alcançar o crescimento compartilhado através da discussão e colaboração", disse Wang.
Pequim busca ampliar seu leque comercial com a região e deixar de apenas comprar matérias primas para também movimentar setores como o comércio digital e o comércio de veículos.
"Nossas relações com a China são amplas. Isto [reunão entre CELAC e China] é mais uma ferramenta para o Brasil trabalhar com a China. Juntos, identificamos novas áreas de cooperação", afirmou o vice-chanceler do Brasil, Marcos Galvão.
Fonte - Sputnik  22/01/2018

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Em Cuba,Gov. Rui Costa(BA) busca ampliar presença de empresas baianas no país

Política  👀

Ao lado do embaixador do Brasil em Cuba, Antonio Alves Junior, Rui visitou a área onde as empresas brasileiras estão expondo seus produtos e garantiu que vai se empenhar para aumentar a presença baiana na FIHAV em 2018, gerando mais receita e emprego na Bahia. Ainda durante a visita à feira, Rui antecipou que pretende aproveitar a viagem a Cuba para estabelecer outros tipos de relações com o país, além da comercial.

Da Redação
foto -  Diego Mascarenhas/GOVBA
"Estamos identificando possibilidades de negócios para ampliar a participação de empresas baianas no comércio com Cuba", afirmou o governador Rui Costa durante a abertura da 35º Feira Internacional de Havana (FIHAV), nesta segunda-feira (30). Ao lado do embaixador do Brasil em Cuba, Antonio Alves Junior, Rui visitou a área onde as empresas brasileiras estão expondo seus produtos e garantiu que vai se empenhar para aumentar a presença baiana na FIHAV em 2018, gerando mais receita e emprego na Bahia.
O Brasil é o 3º país com maior volume de exportações para Cuba. A feira, que acontece desde 1983, é considerada uma das grandes oportunidades para fazer novas parcerias comerciais com o país. Os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, e da Saúde, Fábio Vilas-Boas, acompanharam o governador para prospectar negócios. Mais de 70 países estão na feira, cuja participação brasileira é coordenada pela Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Ainda durante a visita à feira, Rui antecipou que pretende aproveitar a viagem a Cuba para estabelecer outros tipos de relações com o país, além da comercial. "Vamos buscar parcerias na área da produção de equipamentos, de vacinas e de medicamentos. Também queremos firmar parcerias para pesquisa e ensino com nossas universidades e com a Bahiafarma", acrescentou o governador.
O presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, e os reitores da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), José Bites, e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adelia Carvalho, também participaram da abertura da feira nesta segunda.
Com informações da Secom BA.  30/10/2017

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Endividamento das famílias cresce e atinge 58,4%

Economia  $$

Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (4), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e vem acompanhado da alta do percentual de famílias endividadas – aquelas com dívidas ou contas em atraso.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
O percentual de famílias endividadas fechou o mês de setembro deste ano com alta de 0,4 ponto percentual, em relação a agosto, atingindo os 58,4%, o maior patamar dos últimos sete anos. A pesquisa indica que, ao comparar com setembro do ano passado o indicador também cresceu, atingindo 58,2% - alta de 0,2 ponto percentual.
Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada hoje (4), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e vem acompanhado da alta do percentual de famílias endividadas – aquelas com dívidas ou contas em atraso.
Na comparação mensal o endividamento das famílias passou de 24,6% para 25% , o maior patamar desde maio de 2010. Na comparação com setembro de 2016, também houve alta de 0,4 ponto percentual.
A proporção de famílias que declararam não ter condições de pagar as suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, apresentou alta em ambas as bases de comparação.
Em setembro de 2017, a inadimplência atingiu 10,3% das famílias, também o maior patamar da série histórica (iniciada em janeiro de 2010), ante 10,1% em agosto de 2017 e 9,6% em setembro de 2016. Para a economista da CNC, Marianne Hanson, mesmo com o nível de endividamento das famílias ainda encontrar-se em um patamar moderado, abaixo da média histórica, os indicadores de inadimplência da pesquisa permanecem elevados.
O economista disse que “a taxa de desemprego bastante alta ajuda a explicar a maior dificuldade das famílias em pagar suas contas em dia e o maior pessimismo em relação à capacidade de pagamento”.

Nível de endividamento
Do ponto de vista especificamente do endividamento, embora a proporção de famílias que se declararam muito endividadas tenha registrado alta na comparação entre os meses de agosto e setembro – de 14,2% para 14,4% –, na comparação anual o índice manteve-se estável.
Paralelamente ao fato de que tenha aumentado a proporção de famílias que se declararam muito endividadas, também aumentou a proporção de famílias que se consideraram pouco endividadas entre agosto e setembro – alta de 0,5 ponto percentual. Este percentual, no entanto, teve queda na comparação anual, saindo de 22,9% em setembro do ano passado para 22,5% no mesmo mês deste ano.

Prazo de endividamento
A pesquisa apurou que o tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi 64,3 dias em setembro deste ano, crescendo em relação aos 63,2 dias registrados em setembro do ano passado. “Em média, o comprometimento com as dívidas foi 7,3 meses, sendo que 34,1% das famílias possuem dívidas por mais de um ano. Entre aquelas endividadas, 22,4% afirmam ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas”.
O cartão de crédito permanece como a principal forma de endividamento, atingindo 76,4% das famílias que possuem dívidas; seguido dos carnês (16,2%) e crédito pessoal (10,3%).
A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.
Fonte - Agência Brasil  04/10/2017

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Vendas do comércio lojista do Rio caem 6,2% em agosto

Economia  $$

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a retração das vendas atingiu 7,4%, em relação a igual período do ano passado. Já comparativamente a julho de 2017, a queda foi de 0,2%.A pesquisa aponta que todos os produtos do chamado ramo duro (bens duráveis) tiveram queda de vendas

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Arquivo/Ag.Brasil
As vendas do comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro caíram 6,2% em agosto, em comparação ao mesmo mês de 2016. Foram ouvidos cerca de 750 estabelecimentos comerciais da capital fluminense. Essa foi a oitava redução consecutiva das vendas do varejo, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas, divulgada hoje (26) pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL Rio). “Nem o Dia dos Pais salvou o mês. Vamos ver agora em outubro, com o Dia da Criança, o que vai ser”, lamentou o presidente do CDL Rio, Aldo Gonçalves.
No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a retração das vendas atingiu 7,4%, em relação a igual período do ano passado. Já comparativamente a julho de 2017, a queda foi de 0,2%.
A pesquisa aponta que todos os produtos do chamado ramo duro (bens duráveis) tiveram queda de vendas, com as maiores reduções registradas nos segmentos joias (-10,7%), óticas (-7,5%), eletrodomésticos (-6,9%) e móveis (-6,4%). No ramo mole (bens não duráveis), apenas o segmento de calçados foi positivo (0,7%). As maiores baixas no ramo mole foram observadas em tecidos (-5,1%) e confecções (-3,2%).

Desemprego
“O grande problema permanece, que é o desemprego, além da sensação de insegurança da população que tem medo de perder o emprego amanhã. Isso tem afetado muito”, disse Aldo Gonçalves. No caso do Rio de Janeiro, lembrou que há outros agravantes, como a questão da segurança pública e da desordem urbana, com o comércio informal de camelôs.
Para o comércio voltar a crescer, Gonçalves acredita que o emprego tem que voltar a ter números positivos no país. Ele considera a questão do desemprego “mortal” para o comércio. “Quem não trabalha, não tem emprego, não pode comprar, não pode consumir”.

Inadimplência
O Termômetro de Vendas mostra crescimento de 1,6% da inadimplência em agosto, em relação ao mesmo mês do ano passado, no comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro. Foi o menor índice para o mês desde 2015, de acordo com o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) do CDL Rio. As dívidas quitadas caíram 0,1% e as consultas recuaram 8,9%.
No acumulado janeiro a agosto de 2017, ante o mesmo período de 2016, houve expansão das dívidas quitadas e da inadimplência da ordem de 0,6% e 1,5%, respectivamente, enquanto as consultas caíram 8,1%.Fonte - Agência Brasil  26/09/2017

domingo, 27 de agosto de 2017

Governador Rui Costa dá início à terceira missão internacional em Kiev, nesta segunda

Política  👀

No país da Europa oriental, Rui assina, na terça-feira (29), o termo de compromisso com a empresa Indar para que a Bahiafarma forneça insulina no Brasil e construa uma fábrica para produzir o medicamento na Bahia. “A primeira agenda oficial fora do país não significa apenas um marco para nossa indústria farmacêutica.

Da Redação
foto - Mateus Pereira/GOVBA
O governador Rui Costa dá início à terceira missão internacional no Governo do Estado nesta segunda-feira (28), quando desembarca na cidade de Kiev, capital da Ucrânia. No país da Europa oriental, Rui assina, na terça-feira (29), o termo de compromisso com a empresa Indar para que a Bahiafarma forneça insulina no Brasil e construa uma fábrica para produzir o medicamento na Bahia. “A primeira agenda oficial fora do país não significa apenas um marco para nossa indústria farmacêutica. A parceria com a empresa ucraniana assegura mais desenvolvimento e geração de empregos para a Bahia. Nossa principal meta nesta missão internacional é trabalhar pelos baianos”, afirmou o governador.
Com a assinatura desta terça, a Bahiafarma será o único laboratório farmacêutico produtor de insulina no Nordeste e um dos poucos no mundo. O Ministério da Saúde já aprovou o projeto de produção de insulinas do laboratório público baiano por meio da Portaria 1.993, publicada no Diário Oficial da União neste mês de agosto, com efeito imediato. Com a publicação, a Bahiafarma passa a estar apta a fornecer o medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS) e vai ser responsável pelo fornecimento de 50% da demanda de insulinas do Ministério.

China
Após o compromisso na Ucrânia, Rui retorna à China para dar continuidade às negociações que estão destravando projetos importantes para o desenvolvimento do estado, a exemplo do Porto Sul e da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). O desembarque no país asiático será na quarta-feira e já estão agendadas mais de dez reuniões da comitiva baiana com empresários e autoridades locais.
Entre os compromissos já programados está a assinatura do memorando de entendimento com os representantes das empresas chinesas interessadas na construção da ponte que vai ligar Salvador à Ilha de Itaparica. A partir de agora, os chineses vão realizar estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental, complementares ao projeto de construção e operação do Sistema Viário Oeste, visando rever e validar sua estruturação.
Integram a comitiva do Governo da Bahia os secretários estaduais Fábio Vilas-Boas (Secretaria da Saúde), Bruno Dauster (Casa Civil), Jaques Wagner (Desenvolvimento Econômico), o presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, e a assessora de Relações Internacionais, Fernanda Régis.
Em outubro de 2015, o governador Rui Costa fez sua primeira missão internacional, na Europa. Em 13 dias, foram cerca de 20 compromissos oficiais em três países: Alemanha, Itália e Espanha. Em março do ano passado, foi a vez de Rui e comitiva do Governo do Estado irem à China com o propósito de acelerar a execução de obras de mobilidade e infraestrutura na Bahia.
Com informações da Secom Ba. 27/08/2017

segunda-feira, 20 de março de 2017

A carne é fraca

Economia  $ 🍖

Tal "carnificina" iniciada pela Polícia Federal atingirá em cheio o comércio, interno e externo, do País com reflexos diretos em toda uma cadeia logística - das estradas, portos a ferrovias - todos sentirão o peso de ter a carne brasileira sob graves suspeitas de contaminação e de qualidade pra lá de duvidosa.

Portogente
foto - ilustração
Mais um escândalo atinge em cheio setores fortes da economia brasileira. E, desta vez, com uma repercussão muito mais ligeira do que a questão da Petrobras - mesmo sendo essa um assunto que envolve até geopolítica mundial (pré-sal não é qualquer coisa). Todavia a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, diz respeito diretamente à alimentação. Por isso, mais do que aqui dentro do País, a "bomba" ganhou mais força no noticiário internacional.
Tal "carnificina" iniciada pela Polícia Federal atingirá em cheio o comércio, interno e externo, do País com reflexos diretos em toda uma cadeia logística - das estradas, portos a ferrovias - todos sentirão o peso de ter a carne brasileira sob graves suspeitas de contaminação e de qualidade pra lá de duvidosa. Por outro lado, os produtores inundam os meios de comunicação com "esclarecimentos" e "juras" de bom mocismo.
O que acontece mostra o quanto o País precisa construir instituições sólidas, sejam elas privadas ou públicas, estejam elas nos diversos setores da economia - da atividade industrial ao serviços etc.. Não estamos falando apenas de carne, acredito que todos já entenderam isso.
Fonte - Portogente  20/03/2017

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

O carnaval só serve para vender cerveja

Ponto de Vista  🔍

Em cidades litorâneas o fluxo de turistas não anima o comerciante, segundo a pesquisa, o varejo local é invadido pelo comercio informal e a maioria das vendas durante as festas resume-se à alimentos, principalmente bebidas.As vendas no varejo tendem a ficar estáveis nas regiões do litoral e manter uma tendência de queda nas regiões do interior em que tradicionalmente não há incentivo público ao Carnaval.

Maurício Stainoff *- Portogente
foto - ilustração
Parece uma afirmação pouco apurada: “há o turismo” dirão alguns, “ há os vendedores” dirão outros e é exatamente aí a certeza que o Carnaval é ruim para o varejo.
Pesquisa por amostragem feita pelo Instituto Solução Varejo/Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FDCLESP) em cinco regiões em que a entidade possui Câmaras de Dirigentes Lojistas, contrapostas com índices de comércio consolidados no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados demonstrativos do Banco Central, acrescidos dos dados consolidados com a geografia territorial- meio predominante da atividade da região e expectativa econômica do varejo - conclui a mesma intenção de queda que se aferiu no acumulado de 2016 (-5%) se manterá nas vendas do Carnaval do comércio.
A pesquisa denuncia que as vendas no varejo tendem a ficar estáveis nas regiões do litoral e manter uma tendência de queda nas regiões do interior em que tradicionalmente não há incentivo público ao Carnaval.
Em cidades litorâneas o fluxo de turistas não anima o comerciante, segundo a pesquisa, o varejo local é invadido pelo comercio informal e a maioria das vendas durante as festas resume-se à alimentos, principalmente bebidas. Para o comércio de bens duráveis e lojas de rua, em três das regiões pesquisadas, o carnaval é sinônimo de aumento de custos e queda nas vendas. Também se aferiu que nesse período há uma inversão bastante grande dos hábitos de consumo, os horários de movimento se alteram e a maioria dos lojistas não acompanha a mudança, restando aos ambulantes e àqueles que possuem comércio sem ponto fixo a maior fatia do mercado.
Nas regiões mais industriais e metropolitanas o comércio local percebe a fuga do consumidor para outros destinos. Cidades turísticas possuem uma dinâmica de consumo à parte, mas os lojistas acreditam que haverá uma queda no ticket médio de consumo.
O pequeno comerciante perde dinheiro, o nano comerciante regular - àquele inscrito como microempreendedor individual - percebe um aumento brutal na concorrência com os ambulantes ilegais e assim vamos: pulando carnaval e aumentando o prejuízo.
*Mauricio Stainoff é presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP), entidade que representa mais de 210 mil lojistas em 150 municípios paulistas.
Fonte - Portogente  09/02/2017

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

México iniciou negociações de livre comércio com seis países

Internacional  👀

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, autorizou o início das negociações sobre livre comércio com seis países, informou nesta terça-feira o ministro da economia do México, Ildefonso Guajardo.

Sputnik
foto - ilustração
"O presidente já me autorizou a transformar a Parceria Transpacífica (TPP) em acordos bilaterais com todos os países, com os quais ainda não temos um acordo de livre comércio", declarou Guajardo. O país latino-americano negociará com Austrália, Brunei, Malásia, Nova Zelândia, Singapura e Vietnã.
Segundo o ministro, apesar das negociações, México tentará ratificar em novembro deste ano o TPP com Austrália, Japão, Malásia, Nova Zelândia e Singapura, destacou o portal El Economista.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou, desde o início do mandato, uma série de medidas, voltadas para a "defesa" da economia norte-americana. Entre outras medidas, o chefe de Estado dos Estados Unidos assinou um decreto sobre a saída dos EUA do TPP, no âmbito do qual estava sendo planejada a criação de uma zona de livre comércio no Círculo do Pacífico. A região do pacífico é responsável por 40% de toda a economia mundial e por um terço do comércio global.
Fonte - Sputnik  31/01/2017

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Repúdio ao desemprego nas grandes obras paradas

Ponto de Vista  🔍

O facão, ao cortar os empregos, faz desaparecer também os grandes canteiros e os grandes empreendimentos. É bomba arrasa-quarteirão.O desemprego campeia, as grandes empresas baqueiam e os canteiros são fechados.

João Guilherme Vargas Netto-Portogente
foto - ilustração
No quadro enlouquecedor das demissões o que sobra, depois da liquidação de milhares de empregos, são as grandes empresas, onde o facão cortou, mas não as destruiu como faz com as outras, as pequenas e médias.
Assim acontece na indústria, no comércio e nos serviços, mas não acontece na construção civil e nas grandes obras públicas.
Nestes setores o facão, ao cortar os empregos, faz desaparecer também os grandes canteiros e os grandes empreendimentos. É bomba arrasa-quarteirão.
Exatamente por conta disso os índices de desemprego saltam por degraus bem altos na construção civil, afetando poderosamente os indicadores gerais.
Se a construção civil e a construção pesada são, nas vacas gordas, umas das maiores portas de entrada para o mundo do trabalho formalizado, com investimentos públicos e privados e crédito direcionado, o inverso acontece nas vacas magras, sem obras públicas, sem investimentos privados e com escassez de crédito e de recursos estatais. O desemprego campeia, as grandes empresas baqueiam e os canteiros são fechados.
Portanto, as direções sindicais da construção civil e da construção pesada têm uma responsabilidade acrescida na luta contra o desemprego e contra as demissões nos quatros eixos da ação sindical: de resistência, produtivista, das campanhas salariais e do atendimento às dificuldades dos trabalhadores.
O movimento sindical na construção pode e deve, como contribuição maior à luta geral, organizar com enorme repercussão positiva a ocupação simbólica, um abraço ou um rolê nas grandes obras paradas, demonstrando para a sociedade a irracionalidade da situação e a necessidade urgente da retomada dessas obras, estancando o desperdício que a sua paralisação acarreta. Um mapa das grandes obras paradas, nas cidades ou no interior, pode ser um guia para organizar essas lutas de imensa visibilidade.
Estas foram uma ideia forte e uma tática de luta propostas pelas direções sindicais dos trabalhadores da construção – municipais, estaduais, nacionais e internacionais – no recente seminário de planejamento de lutas em 2017, organizado pela Feticom-SP (federação estadual dos trabalhadores em construção e mobiliário), em Mongaguá.
*João Guilherme Vargas Netto é analista político e consultor sindical
Fonte - Portogente 30/01/2017

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Bolsa Escola injeta R$ 4 milhões nas cidades maranhenses de menor IDH

Projetos Sociais  📖

A melhoria nas vendas em várias cidades foi notória também em Itaipava do Grajaú, aumentando a busca de comércios para credenciamento no Bolsa Escola.São 843 comércios a mais que no ano passado, representando um aumento de 69% à rede credenciada.O valor do benefício também aumentou em 12,5%, passando a custar R$ 51 por criança atendida.

Da Redação
foto -  Gilson Teixeira/Secap Gov.Maranhão
Para a promover o Bolsa Escola em todo o estado, o Governo do Maranhão aplicou o total de R$ 59,2 milhões, aquecendo as vendas de 1.413 estabelecimentos habilitados para a comercialização de material escolar aos beneficiários do programa. São 843 comércios a mais que no ano passado, representando um aumento de 69% à rede credenciada. O valor do benefício também aumentou em 12,5%, passando a custar R$ 51 por criança atendida.
Somente para Governador Newton Bello, o Governo do Maranhão destinou R$ 123.165,00, beneficiando aproximadamente 2.500 crianças. “É uma ajuda boa para as famílias, o pessoal gosta muito dessa ajuda do governo do estado”, concluiu Alacide, que além de material escolar, comercializa roupas e calçados na sua loja.
Em São João do Sóter, o aporte financeiro do Bolsa Família foi de R$ 22.116,00, em benefício a mais de 4 mil alunos. Para Francisco de Paiva Sousa, proprietário do Comercial K e K, o programa representou um aumento de 70% nas vendas, só no ano passado.

Aumento da concorrência
A melhoria nas vendas em várias cidades foi notória também em Itaipava do Grajaú, aumentando a busca de comércios para credenciamento no Bolsa Escola. Segundo Bejoci Costa Sobrinho,gerente de uma papelaria da cidade,credenciada ao programa desde o ano passado,a concorrência aumentou este ano com o surgimento de mais pontos de comercio no ramo.
Para Bejoci, a busca por credenciamento é reflexo do sucesso do Bolsa Escola. “Na situação que as empresas vivem hoje, isso aí foi muito bom, esse programa do governo. Também incentiva às crianças irem para a escola, com a compra do material escolar”, disse ele. Somente em Itaipava do Grajaú, o programa injetou de R$ 156.213,00, auxiliando mais de 3 mil beneficiários.
As cidades com menor IDH, são: Pedro do Rosário, Fernando Falcão, Marajá do Sena, Jenipapo dos Vieiras, Satubinha, Água Doce do Maranhão, Lagoa Grande do Maranhão, São João do Carú, Santana do Maranhão, Arame, Belágua, Conceição do Lago-Açu, Primeira Cruz, Aldeias Altas, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto, São João do Sóter, Centro Novo do Maranhão, Brejo de Areia, Serrano do Maranhão, Amapá do Maranhão, Araioses, Governador Newton Bello, Cajari, Santa Filomena do Maranhão, Milagres do Maranhão, São Francisco do Maranhão, Afonso Cunha, Itaipava do Grajaú e Santo Amaro do Maranhão.
Com informações da Secap/Gov.Maranhão  17/01/2017

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Pedidos de recuperação judicial batem recorde em 2016, diz Serasa

Economia  $

O aprofundamento da recessão econômica em 2016 atingiu de forma significativa o consumo das famílias, seja pela elevação do desemprego, seja pelo encarecimento do crédito. Assim, o comércio foi o setor econômico que acabou sofrendo mais intensamente a redução do consumo, provocando dificuldades financeiras às empresas deste setor”, destaca a Serasa.

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
Os setores de comércio, indústria e serviços bateram recorde de pedidos de recuperação judicial em 2016. O resultado, divulgado hoje (12) pela Serasa Experian, é o pior desde 2005, início da série histórica do levantamento.
No total, foram 1.770 processos deste tipo no ano passado: 713 no setor de serviços, 611 no comércio e 446 na indústria.
“O aprofundamento da recessão econômica em 2016 atingiu de forma significativa o consumo das famílias, seja pela elevação do desemprego, seja pelo encarecimento do crédito. Assim, o comércio foi o setor econômico que acabou sofrendo mais intensamente a redução do consumo, provocando dificuldades financeiras às empresas deste setor”, destaca a Serasa.
Na comparação com 2015, o comércio foi o setor que apresentou a maior elevação no número de recuperações judiciais requeridas em 2016, com aumento de 51,2% nos pedidos. O setor de serviços vem em seguida, com 48,5% a mais. Já na indústria, os pedidos de recuperação judicial cresceram 24,2%, de um ano para o outro.

Falências
O levantamento mostra também que aumentou o número de pedidos de falência no ano passado em relação a 2015. Foram 1.846 solicitações em 2016 ante 1.760 no ano anterior. O setor de serviços também liderou os pedidos de falência, com 746 processos. Em seguida, aparecem a indústria, com 676 falências requeridas, e o comércio, com 424 pedidos.
Fonte - Agência Brasil  12/01/2017

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Movimento do comércio tem maior queda em 16 anos, diz Serasa

Economia  $

O pior resultado tinha sido em 2002, por causa da crise do racionamento de energia elétrica, quando houve recuo de 4,9%. Os economistas da Serasa explicam que as dificuldades enfrentadas pelos consumidores, como juros altos nos crediários, desemprego em alta e baixa na confiança, impactaram negativamente a atividade varejista.


Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
O movimento dos consumidores nas lojas de todo o país caiu 6,6% no ano de 2016 em relação ao ano de 2015, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Este foi o pior resultado do varejo desde o início do levantamento, realizado há 16 anos.
O pior resultado tinha sido em 2002, por causa da crise do racionamento de energia elétrica, quando houve recuo de 4,9%. Os economistas da Serasa explicam que as dificuldades enfrentadas pelos consumidores, como juros altos nos crediários, desemprego em alta e baixa na confiança, impactaram negativamente a atividade varejista.
A maior retração foi no segmento de veículos, motos e peças, cuja queda foi de 13% frente ao mesmo período do ano passado. A segunda maior queda foi de 12,6%, observada nas lojas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. Houve recuo de 11,1% nas lojas de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática.
Retrações menores ocorreram nas lojas de material de construção (-5,4%) e nos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-7,0%). Somente o segmento de combustíveis e lubrificantes se manteve no terreno positivo, com alta de 1,8%.
Fonte - Agência Brasil  09/01/2017

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

FecomercioSP estima queda de R$ 2,1 bi nas vendas na semana do Natal

Economia  $

O cálculo é feito a partir das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Foram consideradas as consultas realizadas no período de 18 a 24 de dezembro de 2016 comparado com 18 a 24 de dezembro de 2015.

Portogente
foto - ilustração/ultimo segundo
De acordo com dados da Boa Vista SCPC, as vendas do comércio varejista brasileiro na semana que antecede o natal caíram 4,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. O cálculo é feito a partir das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Foram consideradas as consultas realizadas no período de 18 a 24 de dezembro de 2016 comparado com 18 a 24 de dezembro de 2015.
Vale ressaltar que essas consultas contemplam todos os setores varejistas como concessionárias de veículos, móveis e decoração, material de construção, os quais não estão diretamente relacionados à data e têm sofrido fortes quedas nas vendas ao longo de todo o ano, o que pode ter puxado para baixo o resultado geral do comércio neste natal.
De acordo com sondagem realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FecomercioSP), entre os dias 15 e 19 de dezembro, com comerciantes da capital paulista, a expectativa era de alta de 3% nas vendas. São comerciantes dos setores de vestuário, calçados e eletroeletrônicos, que são os produtos preferidos na hora de presentear e por esse motivo a Federação acredita que o Natal tenha sido positivo para essas atividades.
Fonte - Portogente  29/12/2016

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Mais de 18 mil lojas de shoppings foram fechadas em 2016 em todo o país

Economia $

O número de lojas em funcionamento em shoppings no Brasil em 2016 totalizou 121.638, o que representou uma queda de 12,9% em comparação a 2015, quando havia 139.738.

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

Valter Campanato/Agência Brasil
Dezenove shopping centers foram abertos em 2016 em todo o país. Apesar disso, o setor apresentou queda no ano, com o fechamento de 18,1 mil lojas no período. Durante o ano, o volume de vendas nos shoppings do país caiu 3,20% em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados hoje (26) pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).
O número de lojas em funcionamento em shoppings no Brasil em 2016 totalizou 121.638, o que representou uma queda de 12,9% em comparação a 2015, quando havia 139.738.
Também houve redução no número de empregos no setor. A associação informou que, este ano, as lojas somaram 1.253.141 funcionários e 85.510 trabalhadores na área operacional dos shoppings, o que representou uma redução de 36.659 colaboradores em relação a 2015.
Fonte - Agência Brasil  26/12/2016

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Confiança do consumidor fecha 2016 com queda de 5,8 pontos

Economia 💲

A satisfação dos consumidores com a situação presente, medida pelo Índice da Situação Atual, recuou 3,8 pontos e atingiu 64,1 pontos, o menor já registrado pela FGV. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação ao futuro, recuou 6,9 pontos e chegou a 80,8 pontos.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 5,8 pontos em dezembro e atingiu 73,3 pontos, em uma escala de zero a 200. Este é o menor patamar do indicador desde junho deste ano.
A satisfação dos consumidores com a situação presente, medida pelo Índice da Situação Atual, recuou 3,8 pontos e atingiu 64,1 pontos, o menor já registrado pela FGV. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação ao futuro, recuou 6,9 pontos e chegou a 80,8 pontos.
O componente que mais contribuiu para a queda do Índice de Confiança do Consumidor em dezembro deste ano é o que mede o otimismo em relação à situação financeira das famílias no futuro, com queda de 7,7 pontos.
Fonte - EBC  23/12/2016

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

IBGE diz que serviços caem 2,4% entre setembro e outubro

Economia ✂ 📏

A queda de 2,4% na passagem de setembro para outubro de 2016 foi acompanhada por cinco dos seis setores dos serviços pesquisados pelo IBGE, com destaque para os transportes, serviços auxiliares de transportes e correios, que caíram 7%.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
O volume de serviços no país teve uma queda de 2,4% na passagem de setembro para outubro deste ano. Esta é a terceira redução consecutiva do indicador neste tipo de comparação, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor de serviços já havia recuado 0,3% em setembro e 1,6% em agosto.
Na comparação com outubro de 2015, a queda do volume de serviços chega a 7,6%, o maior recuo mensal da série histórica, iniciada em janeiro de 2012. O setor de serviços também acumula quedas de 5% no ano e de 5,1% no período de 12 meses.
A queda de 2,4% na passagem de setembro para outubro de 2016 foi acompanhada por cinco dos seis setores dos serviços pesquisados pelo IBGE, com destaque para os transportes, serviços auxiliares de transportes e correios, que caíram 7%.
Outros setores em queda foram os serviços de informação e comunicação (-3,1%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,9%), atividades turísticas (-1,3%) e outros serviços (-0,5%).
Apenas os serviços prestados a famílias tiveram alta, ainda que pequena (0,1%), devido ao comportamento dos subsetores de alojamento e alimentação, que tiveram um crescimento de 0,5%.
Em relação à receita nominal, o setor de serviços apresentou quedas de 1,3% na comparação com setembro deste ano e de 3,1% na comparação com outubro de 2015. Nos acumulados do ano e de 12 meses, os serviços apresentam estabilidade.
Fonte - Agência Brasil  14/12/2016

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Inflação e desemprego fecham mais de 6 mil lojas comerciais no Rio de Janeiro

Economia

Cerca DE 2.376 estabelecimentos comerciais fecharam as portas na capital fluminense de janeiro a julho deste ano.Segundo o presidente do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), Aldo Gonçalves,esse número se eleva para 6.080 no estado em razão do momento difícil da economia brasileira.

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/Google
No período de janeiro a julho deste ano, 2.376 estabelecimentos comerciais fecharam as portas na capital fluminense. Esse número se eleva para 6.080 no estado em razão do momento difícil da economia brasileira, informou hoje (9) o presidente do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), Aldo Gonçalves.
Segundo Gonçalves, em situações de crise o comércio “está na linha de frente. É o primeiro a sentir os efeitos da retração da economia, considerando, principalmente, a inflação alta que corrói o salário do trabalhador e, também, o desemprego. As pessoas sem trabalho não podem comprar, não podem consumir”.
Aldo Gonçalves informou que, apesar da crise, já se avista luz no fim do túnel. “Só que o túnel é muito comprido.” De acordo com o dirigente, as perspectivas de melhora só ocorrerão no próximo ano. “Temos expectativas de melhora, mas as medidas concretas ainda não apareceram”.

Alugueis
O presidente do CDL-Rio lembrou que o índice de desemprego é o primeiro a ser atingido em qualquer crise e o último a sair. “Até a retomada dos investimentos pelas empresas, o emprego é o último índice a se recuperar. E o emprego é fundamental para o comércio”, afirmou.
Para Aldo Gonçalves, também contribuiu para o fechamento dos estabelecimentos comerciais o elevado preço dos alugueis, principalmente no custo das renovações contratuais. O fechamento das 2.376 lojas varejistas nos sete primeiros meses deste ano mostra aumento de 15,7% em comparação ao mesmo período do ano passado. Em todo o estado do Rio de Janeiro, a extinção de 6.080 empresas superou em 18,8% o resultado registrado em igual período de 2015.
Somente no mês de julho, 793 estabelecimentos comerciais encerraram atividades na cidade do Rio, com crescimento de 102% em relação ao mesmo mês de 2015. Dessas, a maior parte (278) ocorreu na zona norte, seguida de 224 na zona oeste, 150 na zona sul e 141 no centro.
Fonte - Agência Brasil  09/10/2016