UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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domingo, 14 de janeiro de 2018

Porto do Itaqui no Maranhão tem recorde histórico na exportação de grãos

Economia  🚢

Os granéis sólidos responderam por 12,7 milhões de toneladas durante o ano, com recordes históricos na exportação de milho (194%) e soja (60%) e na importação de fertilizante (18%).A projeção do mercado para 2018 é conservadora e depende da expansão dos terminais, em processo de execução. No entanto, os investimentos que o Governo do Maranhão vem realizando por meio da gestão do Porto do Itaqui serão atrativos para alavancar resultados positivos.

Da Redação
foto - Divulgação
O Porto do Itaqui fechou 2017 com movimentação de 19,1 milhões de toneladas de cargas, o que representa crescimento de 13% em relação a 2016 e de 3% em relação ao previsto para o ano. Os granéis sólidos responderam por 12,7 milhões de toneladas durante o ano, com recordes históricos na exportação de milho (194%) e soja (60%) e na importação de fertilizante (18%).
Em granéis líquidos, a importação de etanol, também, bateu recorde histórico, com volume 212% maior do que em 2016. As operações com arroz registraram aumento de 109%, a escória de cimento foi 53% maior e as cargas de combustíveis para o mercado interno cresceram 23% no comparativo com o ano anterior.
A projeção do mercado para 2018 é conservadora e depende da expansão dos terminais, em processo de execução. No entanto, os investimentos que o Governo do Maranhão vem realizando por meio da gestão do Porto do Itaqui serão atrativos para alavancar resultados positivos. No setor de combustíveis, a entrada em operação do Berço 108 ainda neste semestre incrementa em 40% a capacidade de operação desse granel líquido.
A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que gerencia o Porto do Itaqui, está desenvolvendo Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental de novos terminais, voltados para a movimentação e armazenagem de combustíveis. “O plano é dobrar a capacidade de armazenagem em três anos”, afirma diretor de Planejamento e Desenvolvimento da Emap, Jailson Luz.
A Emap trabalha focada no mercado, para que o Itaqui volte a ter uma linha regular de contêiner e carga geral. Para isso, o porto conta com novo pátio, entregue no final de 2017, equipado para receber, também, carga refrigerada, o que favorece a operação com carne processada.
O volume de movimentação de fertilizante deve crescer neste ano, acompanhando a tendência de crescimento verificada em 2017, quando obteve 22% de aumento em relação ao previsto para o ano. Investimentos em logística fora da poligonal do Itaqui apontam para esse crescimento. E a movimentação de grãos, que atingiu 7,1 milhões de toneladas em 2017, deve crescer 13% em 2018, fechando o ano com cerca de 8,1 milhões de toneladas.
Com informações da Secap/Gov.do Maranhão 14/01/2018

segunda-feira, 20 de março de 2017

A carne é fraca

Economia  $ 🍖

Tal "carnificina" iniciada pela Polícia Federal atingirá em cheio o comércio, interno e externo, do País com reflexos diretos em toda uma cadeia logística - das estradas, portos a ferrovias - todos sentirão o peso de ter a carne brasileira sob graves suspeitas de contaminação e de qualidade pra lá de duvidosa.

Portogente
foto - ilustração
Mais um escândalo atinge em cheio setores fortes da economia brasileira. E, desta vez, com uma repercussão muito mais ligeira do que a questão da Petrobras - mesmo sendo essa um assunto que envolve até geopolítica mundial (pré-sal não é qualquer coisa). Todavia a Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, diz respeito diretamente à alimentação. Por isso, mais do que aqui dentro do País, a "bomba" ganhou mais força no noticiário internacional.
Tal "carnificina" iniciada pela Polícia Federal atingirá em cheio o comércio, interno e externo, do País com reflexos diretos em toda uma cadeia logística - das estradas, portos a ferrovias - todos sentirão o peso de ter a carne brasileira sob graves suspeitas de contaminação e de qualidade pra lá de duvidosa. Por outro lado, os produtores inundam os meios de comunicação com "esclarecimentos" e "juras" de bom mocismo.
O que acontece mostra o quanto o País precisa construir instituições sólidas, sejam elas privadas ou públicas, estejam elas nos diversos setores da economia - da atividade industrial ao serviços etc.. Não estamos falando apenas de carne, acredito que todos já entenderam isso.
Fonte - Portogente  20/03/2017

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Pernambuco exporta por Suape pás eólicas para os EUA

Economia

A ação é fruto da parceria de três grandes empresas dos setores de energia eólica e de logística. A General Electric (GE) comprou os equipamentos construídos pela LM Wind Power e negociou com representantes do EUA. Em seguida, a GE contratou os serviços da Localfrio Suape para comandar o processo de armazenamento das cargas e de logística para a exportação das pás.

Portogente
foto - ilustração/sdec.pe.gov
O diferencial do Estado de Pernambuco em abrigar em seu território um complexo industrial e portuário está rendendo bons resultados para a economia local. Pela primeira vez em 37 anos, o Porto de Suape está exportando pás eólicas (peças parecidas com asas de avião, utilizadas nos geradores de energia limpa a partir do vento). Ao todo, 51 pás eólicas (o equivalente a 627 toneladas em volume de carga) que seguirão para os Estados Unidos em direção aos parques eólicos do país. As peças chamam atenção pelo tamanho: cada lâmina chega a medir entre 40 a 70 metros.
A ação é fruto da parceria de três grandes empresas dos setores de energia eólica e de logística. A General Electric (GE) comprou os equipamentos construídos pela LM Wind Power e negociou com representantes do EUA. Em seguida, a GE contratou os serviços da Localfrio Suape para comandar o processo de armazenamento das cargas e de logística para a exportação das pás.
A Localfrio Suape destacou que a situação cambial, desfavorável para as importações, vem favorecendo muito a exportação de produtos brasileiros. “Fechamos grandes operações voltadas ao mercado externo. O manuseio e armazenagem das 51 pás eólicas, destinadas aos Estados Unidos, é um exemplo deste trabalho”, comentou Ricardo Oshiro, superintendente da empresa. A Localfrio Suape conta com 91.000 m² de área alfandegada para acomodar diversos tipos de carga, inclusive as de grande porte. Por sua boa atuação no setor, a empresa conquistou em 2015 a certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA), concedida pela Receita Federal do Brasil.
Para Suape, a novidade representa um ganho significativo nas movimentações. “Operações como essa são possíveis porque o Porto de Suape conta com boa infraestrutura portuária. Além disso, não podemos deixar de destacar a união de diversos atores na operação como a mão de obra oferecida pelo Órgão Gestor de Mão de Obra do Porto de Suape (OGMO), além do acesso fácil ao Porto, com rodovias de qualidade”, comentou Paulo Coimbra, diretor de Gestão Portuária do Complexo.

Exportaçõe  em Suape
Em 2015, o Porto de Suape embarcou 1 milhão de toneladas de cargas para a exportação. Os países que mais receberam cargas embarcadas em Suape foram Antilhas Holandesas, Holanda, Argentina, Itália e Espanha. Cargas conteinerizadas, óleo combustível, petróleo bruto, açúcar e óleo diesel foram as principais mercadorias exportadas. No Porto de Suape, características como a facilidade de atracação, a profundidade do porto que permite a chegada de navios de grande calado, o tamanho do cais e a capacidade do piso são diferenciais no embarque e desembarque das grandes peças. Para incentivar a exportação de pequenos produtores da região Nordeste, Suape lançou no início deste ano o Projeto de Consolidação de Cargas para Exportação (PCCE) que tem como principal objetivo auxiliar pequenos produtores a exportarem seus produtos para o mundo.
Fonte - Portogente  14/04/2016

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Balança comercial registra superávit de US$ 19,6 bilhões em 2015

Economia

O saldo anual foi divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O superávit resulta de 191,1 bilhões em exportações e 171,4 bilhões em importações.Foi informado ainda o saldo de dezembro,que ficou positivo em US$ 6,24 bilhões.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A balança comercial encerrou 2015 com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 19,681 bilhões. O resultado superou previsão do governo, de superávit de US$ 15 bilhões, e é o melhor desde 2011, quando a balança fechou o ano superavitária em US$ 29,7 bilhões.
O saldo representa uma recuperação frente a 2014, quando a balança comercial brasileira terminou negativa em R$ 4 bilhões, primeiro déficit registrado desde 2000.
O saldo anual foi divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O superávit resulta de 191,1 bilhões em exportações e 171,4 bilhões em importações. Foi informado ainda o saldo de dezembro, que ficou positivo em US$ 6,24 bilhões.
Apesar do resultado positivo da balança, 2015 foi um ano de queda das vendas do Brasil para o exterior. As exportações registraram retração de 14,1% na comparação com 2014.
Nas importações, a queda foi de 24,3%. O superávit da balança comercial deveu-se à queda das importações em ritmo mais acentuado que as exportações. O país desacelerou a compra de bens no exterior devido a fatores como a queda na atividade econômica e o dólar em alta.
Fonte - Agência Brasil  04/01/2016

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Entrada de dólares no país supera saída em US$ 3,895 bilhões em novembro

Economia

Em novembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimento direto no país, entre outras operações) registrou resultado positivo de US$ 2,705 bilhões. 

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Mais dólares entraram no país do que saíram no mês de novembro, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (9). No mês passado, o saldo positivo ficou em US$ 3,895 bilhões. Nos quatro primeiros dias de dezembro, o saldo ficou positivo em US$ 339 milhões.
Em novembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimento direto no país, entre outras operações) registrou resultado positivo de US$ 2,705 bilhões. O fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 1,190 bilhão.
De janeiro a 4 de dezembro, o fluxo cambial tem saldo positivo de US$ 11,899 bilhões. O fluxo comercial apresentou saldo positivo de US$ 19,922 bilhões, enquanto o fluxo financeiro registrou déficit de US$ 8,023 bilhões.
Fonte - Agência Brasil  09/12/2015

sábado, 24 de outubro de 2015

Parcerias com África podem ajudar Brasil a amenizar efeitos da crise, diz Apex

Economia

“Essa relação sempre foi deficitária para o Brasil, por causa do alto volume de petróleo que compramos, produto que responde por 88% do total importado”, diz a gerente de Estratégia de Mercado da Apex, Ana Paula Repezza. Segundo ela, a expectativa é que esse déficit seja amenizado e torne-se superávit para o Brasil, com base em dois movimentos percebidos pela Apex: a queda do preço de petróleo e a tendência de aumento da demanda africana por alimentos processados e por máquinas e equipamentos.

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Com crescimento médio anual de
foto montagem - ilustração
5% e expectativa de melhorar ainda mais esse desempenho nos próximos anos, o continente africano tem sido visto como um grande parceiro em potencial do Brasil, pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Para o órgão, as perspectivas são favoráveis, mesmo com uma balança comercial ainda deficitária para o Brasil em relação aos principais países daquele continente. Em 2014, o superávit para o lado africano foi US$ 7,4 bilhões, com o Brasil exportando US$ 9,7 bilhões e importando US$17,1 bilhões.
“Essa relação sempre foi deficitária para o Brasil, por causa do alto volume de petróleo que compramos, produto que responde por 88% do total importado”, diz a gerente de Estratégia de Mercado da Apex, Ana Paula Repezza. Segundo ela, a expectativa é que esse déficit seja amenizado e torne-se superávit para o Brasil, com base em dois movimentos percebidos pela Apex: a queda do preço de petróleo e a tendência de aumento da demanda africana por alimentos processados e por máquinas e equipamentos.
“A África tem buscado reforçar sua política industrial para deixar de ser importadora de alimentos primários. Para isso, pretende adquirir máquinas e equipamentos agrícolas para processar produtos tanto para o mercado interno como para exportação. Como o tipo de cultura agrícola brasileira é muito similar à africana, nossas tecnologias de plantio e colheita são bastante aplicáveis por lá. A presença da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] naquele continente tem tido relevância em abrir caminhos para parcerias tecnológicas e para aquisição de maquinário”, explica Ana Paula.
Segundo a Apex, entre 2002 e 2012, o intercâmbio comercial entre Brasil e África aumentou 410%. Entre 2004 e 2014, as exportações brasileiras para os países africanos cresceram 131%, com destaque para açúcar, carne bovina, carne de aves, cereais e veículos e peças automotores. Com a previsão de o Produto Interno Bruto (PIB) africano aumentar 6% por ano na próxima década, a Apex passou a considerar a África como “mercado prioritário”, dedicando àquele continente mais de 30% de seus projetos setoriais.
Dos 32 mercados destacados no Plano Nacional de Exportação (PNE), lançado em junho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, seis ficam na África: Angola, Moçambique, África do Sul, Egito, Argélia e Nigéria. “Os três primeiros são os principais parceiros do Brasil naquele continente”, informa Ana Paula. “Por isso, vemos no PNE uma resposta à crise pela qual passa o Brasil. Como vão crescer a taxas superiores, eles terão influencia muito forte no desempenho das exportações brasileiras daqui para a frente”, argumentou.
Para a gerente da Apex, as ligações históricas reforçam a aproximação com o continente africano. “A percepção deles em relação ao nosso país é muito ampla e positiva. Isso se reflete em menor resistência ao produto brasileiro. O Brasil não é visto como um parceiro que busca exclusivamente ganhos para si, mas pelos laços históricos com o continente africano e pela presença política em fóruns, no sentido de ajudá-los em suas demandas. Tudo isso faz com que haja neles muito boa vontade em relação ao Brasil, a ponto de vermos o setor portuário brasileiro recebendo considerável investimento argelino”, diz.
A Apex tem feito pelo menos duas missões a cada ano no continente, na busca por novas oportunidades para as empresas brasileiras. Estudos feitos pela agência estimam que o consumo nos países africanos incluídos no PNE cresça a uma taxa superior a 5% nos próximos anos. “A gente monitora as tendências de mercado e identifica oportunidades. É o que chamamos de inteligência antecipativa. Foi assim que identificamos potencial para exportação de máquinas e de alimentos processados. O PNE também é visto como uma resposta ao esfriamento da economia brasileira e, para algumas empresas daqui, uma saída para a crise”.
Para aproximar empresas brasileiras e africanas, a Apex fará, de 29 a 31 de outubro, a Feira Internacional Afro-Étnica de Negócios e Cultura (Feafro). O evento, na Expo Center Norte em São Paulo, terá a participação de 70 empresas de 24 países africanos – consideradas possíveis compradores pela Apex – e de 130 empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos e casa e construção.
“Esses compradores em potencial são verificados e selecionados por meio de metodologias de ranqueamento. A expectativa é que, apenas com as rodadas de negócios durante a feira, sejam movimentados US$ 70 milhões”, diz o coordenador de Promoção de Negócios da Apex, Diogo Akitaya.
Fonte - Agência Brasil  24/10/2015

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Balança alcança US$ 2,944 bilhões, melhor resultado desde setembro de 2011

Economia

Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de setembro refere-se a US$ 16,148 bilhões em exportações e US$ 13,204 bilhões em importações.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A balança comercial brasileira encerrou setembro com superávit – exportações maiores do que importações – de US$ 2,944 bilhões. O resultado é o melhor para o mês desde setembro de 2011. No acumulado do ano, a balança comercial está positiva em US$ 10,246 bilhões, melhor resultado para o período desde 2012.
Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de setembro refere-se a US$ 16,148 bilhões em exportações e US$ 13,204 bilhões em importações.
A média diária (volume financeiro por dia útil) das exportações ficou em US$ 769 milhões, com queda de 13,8% ante setembro de 2014, e crescimento de 4,3% ante agosto desse ano. Nas importações, a média negociada foi US$ 628,8 milhões, com queda de 32,7% em relação à registrada para setembro de 2014 e alta de 3,2% em relação a agosto de 2015. O dólar em alta e a queda nas importações têm contribuído para o desempenho positivo da balança comercial em 2015.
Fonte - Agência Brasil  01/10/2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

​Sergipe é rota de exportação de soja não transgênica

Economia

Em 2015, dois navios já saíram do porto da Barra dos Coqueiros com 54,7 toneladas do produto.A primeira embarcação partiu em maio, levando 28,7 mil toneladas de soja para a Rússia e a segunda carga, de 26 mil toneladas, foi exportada em julho para o Japão.

ASN
ASN
O Brasil está exportando soja não transgênica por Sergipe. Em 2015, dois navios já saíram do Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), na Barra dos Coqueiros, com 54,7 toneladas do produto. A informação é da Agência Reuters Brasil, que divulgou uma matéria afirmando ainda que foi aberta uma rota inédita pela operadora logística VLI, com investimentos da trading Multigrain. A primeira embarcação partiu em maio, levando 28,7 mil toneladas de soja para a Rússia e a segunda carga, de 26 mil toneladas, foi exportada em julho para o Japão.
Principal produto da pauta de exportação do agronegócio do país, a soja começa a ser exportada por Sergipe em um ano de embarques recordes do grão e de diversificação dos terminais em uso por empresas exportadoras, que buscam evitar gargalos logísticos nas regiões Sul e Sudeste.
Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), Chico Dantas, a notícia foi comemorada já que se trata de uma meta buscada pelo Governo de Sergipe.
“Seguindo as orientações do governador Jackson Barreto, há algum tempo já buscamos com o consórcio que administra o terminal uma maior utilização do nosso porto, que tem papel fundamental para o crescimento econômico do Estado”, ressalta Chico. Ele acredita que a união de esforços só trará benefícios para Sergipe, principalmente quanto à atração de novos investimentos e a geração de empregos e renda para a população sergipana.

Porto
O Terminal Marítimo Inácio Barbosa consiste em um píer de concreto instalado mais de dois quilômetros mar adentro, protegido por um quebra-mar e ligado ao continente por uma ponte para acesso dos produtos. No local, tradicionalmente focado em importações, também são operadas cargas como coque, uréia e cimento, além de receber barcos de apoio de plataformas petrolíferas da Petrobras em operação na região.
Fonte - Agência Sergipe de Notícias  04/08/2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Balança comercial registra maior superávit para o mês de maio desde 2012

Economia

A balança comercial brasileira encerrou maio com superávit de US$ 2,761 bilhões.O resultado é o maior para o mês desde maio de 2012, quando houve superávit de US$ 2,96 bilhões. Também é o maior resultado para a balança desde o início deste ano.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Agência Brasil
A balança comercial brasileira encerrou maio com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,761 bilhões. O resultado é o maior para o mês desde maio de 2012, quando houve superávit de US$ 2,96 bilhões. Também é o maior resultado para a balança desde o início deste ano.
Em janeiro e fevereiro, houve déficit na equação das exportações e importações brasileiras, enquanto março e abril registraram superávits de US$ 458 milhões e US$ 491 milhões, respectivamente.
Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de maio refere-se a US$ 16,769 bilhões em exportações e US$ 14 bilhões em importações. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a balança comercial ainda não conseguiu reverter o saldo negativo, que soma US$ 2,305 bilhões. O número resulta de US$ 74,7 bilhões em exportações e US$ 77 bilhões em importações.
A média diária (volume financeiro por dia útil) das exportações ficou em US$ 838,5 milhões, com queda de 15,2% em comparação a maio de 2014, mas houve crescimento de 10,6% em relação a abril deste ano. Nas importações, a média negociada por dia em maio foi US$ 700,4 milhões, com queda de 26,6% em relação à registrada em maio de 2014 e recuo de 4,5% em relação a abril de 2015.
Fonte - Agência Brasil   01/06/2015

segunda-feira, 23 de março de 2015

Todas as atenções voltadas para o Norte

Infraestrutura

Enquanto o Tribunal de Contas da União (TCU) não libera os editais para licitação de novos terminais portuários no Estado, que ampliarão a capacidade de embarque, Brasília corre por outra ponta.A aprovação da nova poligonal do porto de Vila do Conde (PA), no fim de janeiro, reduziu a área do porto público, o que na visão do mercado deve impulsionar a instalação de terminais privados, os chamados TUPs.

Valor Econômico
foto - ilustração/wfco
De olho na diferença entre as capacidades de produção de grãos no Centro-Norte e de embarque nos portos do Pará, o governo decidiu investir para diminuir o descompasso nesse que é considerado um dos principais corredores logísticos do chamado "Arco Norte". Enquanto o Tribunal de Contas da União (TCU) não libera os editais para licitação de novos terminais portuários no Estado,que ampliarão a capacidade de embarque, Brasília corre por outra ponta.
A aprovação da nova poligonal do porto de Vila do Conde (PA), no fim de janeiro, reduziu a área do porto público, o que na visão do mercado deve impulsionar a instalação de terminais privados, os chamados TUPs. Por serem feitos em área particular, os TUPs dispensam licitação, podendo, portanto, sair do papel mais rapidamente que os arrendamentos públicos.
A Secretaria de Portos (SEP) afirma que o objetivo da nova poligonal de Vila do Conde - a primeira aprovada na revisão que o governo está promovendo em quase duas dezenas de portos - não era diminuir a área do porto organizado. Mas, sim, adequar os limites do porto público, "permitindo a instalação de novos terminais e a ampliação dos existentes".
Para analistas, a lacuna entre as capacidades de produção e exportação pelo Norte atrasa a chance de o Brasil aumentar a participação nas vendas de soja para a China - o maior consumidor mundial.
Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), o Brasil tem potencial de suprir a crescente demanda chinesa - até 2022, Pequim quer tirar da pobreza 440 milhões de cidadãos. A previsão do órgão é de que o país asiático importará 74 milhões de toneladas de soja em 2014/15. No ano passado, o Brasil exportou 32,6 milhões de toneladas à China, segundo o Ministério da Agricultura.
Mas o corredor logístico do "Arco Norte" que teria condições de atender mais rapidamente esse escoamento depende de mais porto. A capacidade de embarque conhecida hoje das estações de transbordo em Miritituba/Santarenzinho é de 27 milhões de toneladas/ano ante uma oferta de movimentação de 18 milhões de toneladas nos portos do Pará, mostra estudo da consultoria Datamar Consulting.
A conta não inclui os novos terminais para movimentação de soja que serão arrendados assim que o TCU destravar os editais. Dos 20 terminais portuários a serem arrendados no Pará, cinco serão destinados à movimentação de granel de origem vegetal e terão oferta de movimentação combinada para 20,1 milhões de toneladas/ano. Será um em Santarém, um em Vila do Conde e três em Outeiro.
"Temos capacidade de produzir, mas talvez não de escoar com a estrutura atual", diz Leandro Barreto, diretor de Análises da Datamar Consulting, que produziu o relatório "Caminhos da Soja 2015-2020". Segundo ele, o Brasil suprirá a demanda chinesa, mas, com suboferta de infraestrutura, a resposta tende a chegar atrasada.
É mercado que se perde, pois o custo logístico de levar a soja do Centro-Norte para ser exportada pelos portos do Sudeste e Sul encarece o produto brasileiro. Conforme o levantamento, o frete de Sorriso (MT) até o porto de Santos (SP) custa US$ 100 por tonelada, mais que o dobro dos US$ 45 para o transporte de uma tonelada de soja de Santos até Xangai, na China.
Saindo pelo Norte, tanto o custo do transporte terrestre quanto do marítimo tendem a cair. A região está mais próxima da Ásia via Canal do Panamá, que está sendo expandido e permitirá a navegação de navios de grandes dimensões.
"Além da conclusão das obras na BR-163, da redefinição da poligonal de Vila do Conde e das áreas no Pará aguardando liberação do TCU, a dragagem do canal do Quiriri é outra obra importante a ser realizada para viabilizar a operação de navios pós-Panamax nos portos do Pará", observa Leandro Barreto.
Afora o Pará, o Amapá tende a atrair os olhares de empresas interessadas em investir em terminais privados. Já foi anunciada a construção de um terminal em Santana que receberá os grãos embarcados em Miritituba/Santarezinho. Mas, para abarcar os volumes do nordeste do Mato Grosso, a mais importante das novas fronteiras agrícolas do Estado, falta finalizar as obras da BR-158, o derrocamento do Pedral do Lourenço, no Rio Tocantins e o prolongamento da Ferrovia Norte-Sul de Açailândia (MA) até Vila do Conde.
"O que estrangula são os acessos. Sem ampliar a oferta e capacidade dos portos e melhorar os acessos, não adianta", diz Wilen Manteli, da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP).
Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), até dezembro de 2014 foram executados 795 Km de pavimentação na BR-163 entre a divisa de Mato Grosso e o Pará, incluindo o trecho da BR-230 de acesso a Miritituba. Restam pavimentar 240 Km na BR-163, com previsão de término em 2017. Sobre a BR-158, o Dnit informou que em Mato Grosso a maior parte (644,4 Km) dos 803,6 Km está pavimentada, havendo outros 30 Km em obras. Sobre os 129 Km não pavimentados, não se manifestou.
Em relação ao trecho Açailândia (MA)-Barcarena (PA) da Norte Sul, o Ministério dos Transportes diz que há estudos em andamento via Procedimento de Manifestação de Interesse, em que as empresas são autorizadas a apresentar estudos complementares. O prazo para entrega é 30 de junho. Após a aprovação pelo Ministério, as análises serão submetidas à audiência pública pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Depois, o edital será elaborado para ir a leilão - não há data para essas etapas.
Fonte - Revista Ferroviária  23/03/2015 

sábado, 8 de novembro de 2014

Empresários brasileiros mostram interesse em ampliar vendas para Cuba

Economia

Buscando espaço nesse mercado de dinâmica diferenciada, um total de 45 exportadoras do Brasil esteve na Feira Internacional de Havana, evento de negócios organizados pelo governo cubano, que encerra neste sábado (8).No ano passado, de US$ 242,17 bilhões exportados pelo Brasil, Cuba respondeu por US$ 528,17 milhões, o equivalente a apenas 0,21%.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O mercado cubano corresponde a uma fatia pouco significativa das exportações brasileiras. No ano passado, de US$ 242,17 bilhões exportados pelo Brasil, Cuba respondeu por US$ 528,17 milhões, o equivalente a apenas 0,21%. Mesmo não sendo representativa no bolo, a ilha traz boas perspectivas para muitos empresários brasileiros. Buscando espaço nesse mercado de dinâmica diferenciada, um total de 45 exportadoras do Brasil esteve na Feira Internacional de Havana, evento de negócios organizados pelo governo cubano, que encerra neste sábado (8).
Entre elas, estava a Itallian Hairtech, fabricante de produtos para cabelo. Luiz Carlos Costa, gerente de Comércio Exterior da empresa, explica que ela entrou no mercado cubano há um ano. “Estão abrindo em Cuba salões de beleza privados, mas nosso produto está sendo vendido na cadeia de lojas autorizada pelo governo. Vendemos para a Cimex. Há mais três cadeias estatais: TRD, Palco e Caracol”, relata. Luiz Costa destaca que, em função da presença forte do Estado, o mercado cubano é “totalmente diferente” de outros países, mas a demanda da população por bons produtos é igual.
“As mulheres cubanas não são diferentes das mulheres do mundo. Elas buscam essa parte da beleza, de se sentirem bem consigo mesmas. Existe um dinheiro rodando e, no ano passado, foi regulamentada a profissão de cabeleireiro, manicure e esteticista. No Brasil essa profissão não é regulamentada ainda”, comenta o empresário. A Itallian Hairtech fechou acordo com o governo cubano para qualificar cabeleireiros a usarem seus produtos. Um curso já aconteceu e estão previstos mais quatro.
“Existe uma dificuldade. Por ser uma escola estatal, tem uma estrutura muito degradada”, explica ele. Luiz Costa acrescentou que tem feito contatos para viabilizar uma reforma na área utilizada para os cursos. Costa destaca que, graças ao acordo entre os governos brasileiro e cubano, há alguns incentivos fiscais para a venda dos produtos do Brasil, o que permite um preço final atraente. Segundo ele, o primeiro contrato da Itallian Hairtech com a Cimex foi no valor de US$ 150 mil. Oficializado na feira, o entendimento para 2015 envolveu US$ 450 mil, valor três vezes maior. Além de Cuba, a Itallian Hairtech exporta produtos para os Estados Unidos, o Peru, a Colômbia, o Chile e o Egito.
Mais experiente, a empresa fabricante de chuveiros elétricos Fame iniciou sua inserção no mercado cubano há 20 anos. No entanto, os negócios permaneceram parados por quase uma década, em função da proibição da venda de eletrodomésticos na ilha, entre 2003 e 2011. O motivo era a falta de infraestrutura para o funcionamento de equipamentos de alto consumo.
“Teve esse momento em que ficou proibido. A gente fez um trabalho, trouxe um engenheiro, desenvolveu chuveiro com menor potência, especialmente para o mercado cubano. O cubano, em particular, tem apreço por banho de água quente, mesmo fazendo calor [no país]”, explica Maria Prado, gerente de exportação da empresa.
Ela explica que a Fame exporta para mais de 40 países, com forte presença na América Latina. “Para a gente, desde que abriu de novo, tem sido um mercado muito importante. No Caribe, é o nosso maior mercado. Entre toda a carteira, fica entre os cinco maiores clientes”, informa. Segundo Maria, as vendas a Cuba são feitas por meio de uma trade (empresa de exportação e importação) brasileira.
O gerente de Imagem e Acesso ao Mercado da Apex, Rafael Prado, acredita que a participação brasileira no mercado cubano aumentará. “O Brasil é um dos principais provedores, mas ainda tem o que crescer, pois a economia cubana está se desenvolvendo. As maiores compras são, com certeza, via governo ou parcerias público-privadas. [As vendas] acontecem tanto para o mercado interno quanto para o público circulante [turistas]”, diz. Segundo ele, a Apex ajuda os empresários interessados com estudos de mercado, apontando os produtos que Cuba mais está adquirindo.
No ano passado, os participantes da Feira Internacional de Havana contabilizaram exportações no valor de US$ 97 milhões, imediatas e nos 12 meses seguintes. A Apex ainda não divulgou dados sobre o evento deste ano. O Brasil participa da feira desde 2003.
Fonte - Agência Brasil  08/11/2014

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Cuba autoriza recebimento de carne e lácteos de 37 empresas brasileiras

Economia

Os exportadores de carne bovina têm sede nos estados do Tocantins, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, de Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo. Os de lácteos ficam em Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O governo cubano autorizou 37 empresas brasileiras a exportarem carne bovina e produtos lácteos para o país. Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que divulgou hoje (2) a informação, a liberação ocorreu após inspeção de representantes de Cuba. Dos estabelecimentos liberados, 23 produzem carne bovina e industrializados e 14 produtos lácteos e leite em pó.
Segundo o ministério, antes as empresas liberadas para os dois itens somavam 48, sendo 22 de carne bovina e 26 de produtos lácteos. Agora, são 85.
Os exportadores de carne bovina têm sede nos estados do Tocantins, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, de Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo. Os de lácteos ficam em Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo.
O ministério informou, ainda, que o governo cubano editou resolução dispensando a presença de missão cubana para inspeção de estabelecimentos de carne bovina e lácteos, o que deve tornar o procedimento de liberação mais ágil. A prática já era adotada desde o ano passado para carnes de aves e suína.
Fonte - Agência Brasil   02/10/2014

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Brasil assegura posição de maior exportador mundial de carne bovina

Economia

O Brasil prevê exportar volumes recorde de carne bovina em 2014, mas ainda tem no mercado interno o maior consumidor do produto.
No ranking nacional do abate de bovinos, os três Estados da região Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) ocupam as três primeiras posições....


Correio do Brasil
Por Redação 
O Brasil tem o maior rebanho
bovino do mundo
O Brasil, maior exportador global de carne bovina, abateu 8,517 milhões de cabeças de bovinos no segundo trimestre de 2014, e manteve sua posição apesar da leve queda de 0,2% na comparação com o mesmo período de 2013, apesar de crescentes exportações, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O dado do IBGE detecta abates com algum tipo de serviço de inspeção sanitária. A ligeira queda na comparação anual aconteceu em meio a preços médios mais altos da arroba bovina de janeiro a junho de 2014, segundo o indicador ESALQ/BM&FBovespa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) –no período foram verificados valores recordes nominais.
“De acordo com o Cepea, o motivo dos aumentos (de preços) foi a oferta restrita tanto de animais para reposição como para abate, resultado, entre outros fatores, do clima quente e seco do fim de 2013 ao início de 2014. O déficit hídrico em muitas regiões produtoras prejudicou as pastagens e, consequentemente, a engorda dos animais”, disse o IBGE em nota.
Na comparação com o primeiro trimestre, houve aumento de 1,8% nos abates de bovinos entre abril e junho. A produção de carne no segundo trimestre somou 2,006 milhões de toneladas de carcaças bovinas, 0,1% menor que o volume do segundo trimestre de 2013 e alta de 2,8% ante janeiro a março deste ano.
O Brasil prevê exportar volumes recorde de carne bovina em 2014, mas ainda tem no mercado interno o maior consumidor do produto.
No ranking nacional do abate de bovinos, os três Estados da região Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás) ocupam as três primeiras posições, respondendo juntos por 37,5% do total.
Mato Grosso continuou mantendo a liderança, mesmo com queda de 9,3% da quantidade de cabeças abatidas nos três meses até junho ante o mesmo período do ano passado.
O Brasil tem o maior rebanho comercial do mundo, com estimadas 200 milhões de cabeças, com crescimento expressivo nos últimos quatro anos.

Frangos e suínos
O país, também o maior exportador de carne de frango do mundo, abateu no segundo trimestre 1,379 bilhão de cabeças de frangos, terceira queda trimestral consecutiva após a pesquisa ter apontado desempenho recorde de julho a setembro de 2013.
Esse resultado significou quedas de 2,7% na comparação com o mesmo período de 2013 e de 1,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior.
O peso acumulado das carcaças foi de 3,180 milhões de toneladas no segundo trimestre, um aumento de 1,1% frente ao mesmo período de 2013 e uma queda de 0,4% em relação aos primeiros três meses deste ano.
Já a quantidade de suínos abatidos no Brasil no segundo trimestre foi de 9,151 milhões de cabeças, representando aumentos de 0,6% na comparação com o mesmo período de 2013 e de 5,3% sobre o primeiro trimestre de 2014. O peso das carcaças produzidas no segundo trimestre alcançou 797,7 mil toneladas.
Fonte - Correio do Brasil 18/09/2014

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Saída pelo Norte acirrará competição logística no Brasil

Infraestrutura

Obras que viabilizam exportação de grãos pela Bahia, Maranhão e Pará refletem uma grande mudança no setor.

Globo Rural
foto - ilustração
Na avaliação de Aurélio Pavinato, diretor-presidente da SLC Agrícola, está havendo uma grande mudança na logística brasileira: a saída da produção pelo Norte do País. “É a primeira mudança significativa em anos. Nos próximos 3 ou 4 anos quando os portos do Norte forem concluídos, bem como a BR 163 e a BR 158 haverá a competição para o Norte e isso é muito importante para o setor”, diz.
De acordo com o empresário, o que foi feito no agronegócio nos últimos anos se deve a uma pressão da demanda mundial. “O Brasil aumentou sua produção não porque queria, mas porque havia demanda mundial por alimentos. E todo mundo paga a conta da logística cara. Se a demanda é alta e a soja do mato Grosso esta cara por causa da logística este aumento é repassado para todos”, avalia.
No longo prazo, o agronegócio permanecerá com a demanda em alta. “De 2013 para 2014 a demanda de soja cresceu 6%, e a produtividade cresceu apenas 1%, portanto 5% de aumento tem que vir via expansão de área”, diz. Nos últimos dez anos, a demanda pela soja cresceu 3% ao ano, mesmo patamar de crescimento previsto para os próximos dez anos. “O Brasil é o país com a maior oferta de terra disponíveis para a agricultura e o preço da commodity terá que ser alto o suficiente para pagar essa expansão”,afirma.
Pavinato acredita que o Brasil continuará crescendo na próxima década , "mas o que eu vejo é que a produção sempre chega antes da logística e agora a logística está chegando porque o mundo pediu produção e o Brasil está produzindo. O investimento em logística vai ter que existir, porque o Brasil vai se transformar no maior exportador de alimentos do mundo”, conclui.
Fonte - Revista Ferroviária  16/09/2014 

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Produção e venda de veículos iniciam segundo semestre em alta

Economia

As exportações somaram US$ 1,02 bilhão, volume 19,7% maior do que no mês anterior, mas 32,2% inferior a julho do ano passado. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o valor diminuiu em 24,5% na comparação com igual período do ano passado.

Marli Moreira 
Repórter da Agência Brasil 
Ag.Brasil
As vendas de veículos aumentaram 11,8% em julho na comparação com o mês anterior com um total de 294.768 unidades comercializadas, incluindo veículos leves, caminhões e ônibus. Sobre igual mês do ano passado, no entanto, houve queda de 13,9%. No acumulado do ano, o recuo chegou a 8,6%. Já a produção cresceu 17% na comparação mensal e caiu 20,5% sobre julho de 2013. No acumulado do ano, a queda chegou a 17,4%.
As exportações somaram US$ 1,02 bilhão, volume 19,7% maior do que no mês anterior, mas 32,2% inferior a julho do ano passado. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o valor diminuiu em 24,5% na comparação com igual período do ano passado.
Os resultados sobre o desempenho do setor foi divulgado hoje (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O presidente da entidade, Luiz Moan, manteve as mesmas previsões do mês passado com quedas de 10% na produção; de 5,4% nas vendas e de 29,1% nas vendas externas. Ele avalia que o desempenho neste segundo semestre será bem melhor do que no primeiro.
“Esperamos um segundo semestre vendendo mais e exportando mais também”, disse Luiz Moan. Ele disse que o maior número de dias úteis vai favorecer um melhor desempenho no restante do ano.

Ele informou que um processo de integração econômica com a Argentina tem evitado que a crise econômica naquele país afete ainda mais o setor que exporta para o país vizinho. Ele defendeu uma redução do custo de produção para ganhar mais competitividade e mercado.
Fonte - Agência Brasil  06/08/2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Balança comercial tem melhor resultado no mês de junho desde 2011

Economia

A média diária exportada em junho, que corresponde ao valor negociado por dia útil, ficou em US$ 1,023 bilhão. O valor arrecadado com itens básicos cresceu 9,5%, mas caíram os ganhos com a comercialização de manufaturados e semimanufaturados, respectivamente 19,3% e 1,9%. No grupo dos não industrializados, o Brasil arrecadou mais vendendo petróleo bruto, carne suína, farelo de soja, café em grão, carne bovina e soja em grão.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,365 bilhões em junho. É o melhor resultado desde 2011, quando a balança ficou superavitária em US$ 4,428 bilhões. O saldo responde por US$ 20,468 bilhões em exportações e US$ 18,103 bilhões em importações.
No primeiro semestre, há déficit acumulado de US$ 2,49 bilhões, inferior ao saldo negativo de US$ 3 bilhões no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária exportada em junho, que corresponde ao valor negociado por dia útil, ficou em US$ 1,023 bilhão. O valor arrecadado com itens básicos cresceu 9,5%, mas caíram os ganhos com a comercialização de manufaturados e semimanufaturados, respectivamente 19,3% e 1,9%. No grupo dos não industrializados, o Brasil arrecadou mais vendendo petróleo bruto, carne suína, farelo de soja, café em grão, carne bovina e soja em grão.
Do lado dos industrializados, diminuíram os ganhos com plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, etanol e autopeças; motores para veículos e partes, motores e geradores elétricos, açúcar refinado, veículos de carga e polímeros plásticos. No setor de semimanufaturados, foram vendidos menos ouro e açúcar bruto.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 905,2 milhões. O Brasil importou menos bens de capital (queda de 17,7%), matérias-primas e intermediários (6,6%). As compras de combustíveis e lubrificantes aumentaram 43,3%.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, e o secretário de Comércio Exterior da pasta, Daniel Godinho, darão entrevista coletiva esta tarde para comentar os resultados da balança comercial no primeiro semestre.
Fonte - Agência Brasil  01/07/2014

terça-feira, 24 de junho de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 585 milhões na terceira semana de junho

Economia

O saldo positivo da terceira semana resulta de US$ 4,3 bilhões em exportações e US$ 3,7 bilhões em importações. A alta nos ganhos com vendas externas contribuiu para que elas superassem as aquisições do Brasil no exterior. A média diária exportada, que corresponde ao valor financeiro negociado por dia útil, ficou em US$ 1,084 bilhão, crescendo 8,1% na comparação com o acumulado até a segunda semana. 

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira registrou novo superávit (exportações maiores que importações) em junho, ficando positiva em US$ 585 milhões na terceira semana do mês. No acumulado do mês, o saldo está positivo em US$ 2,148 bilhão. Já o déficit acumulado no ano caiu de US$ 3,2 bilhões para US$ 2,7 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O saldo positivo da terceira semana resulta de US$ 4,3 bilhões em exportações e US$ 3,7 bilhões em importações. A alta nos ganhos com vendas externas contribuiu para que elas superassem as aquisições do Brasil no exterior. A média diária exportada, que corresponde ao valor financeiro negociado por dia útil, ficou em US$ 1,084 bilhão, crescendo 8,1% na comparação com o acumulado até a segunda semana. Isso resulta da alta no volume arrecadado com produtos não industrializados e semimanufaturados, respectivamente de 18,7% e 17,3%. A venda de manufaturados teve queda de 7,8%.
Nos itens básicos, subiram os ganhos com soja e café em grão, minério de ferro, petróleo bruto, carne de frango e fumo em folhas. No caso dos semimanufaturados, lideraram a alta nas exportações a celulose, couros e pele, ouro, alumínio bruto e semimanufaturados de ferro e aço. No grupo dos industrializados, caíram as vendas de automóveis, óleos combustíveis, motores para veículos e partes, máquinas e aparelhos para terraplanagem e polímetros plásticos.
Do lado das importações, a média diária foi US$ 937,3 milhões, 10,8% superior à registrada até a segunda semana. A elevação é explicada principalmente pela alta nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, automóveis e partes e plásticos.
Fonte - Agência Brasil  24/06/2014

sábado, 17 de maio de 2014

Copa do Mundo deve trazer 2,3 mil compradores de 104 países, avalia agência

Economia

O projeto integra ações de marketing de relacionamento da agência e inclui encontros, visitas técnicas e rodadas de negócios com empresários brasileiros, visando a estimular as exportações do Brasil e a captar investimentos. A ação também pretende projetar a imagem do país no mercado internacional. Atividades semelhantes são efetuadas pela Apex-Brasil no carnaval e em outros eventos internacionais,

Alana Gandra 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), do governo federal, anunciou hoje (16) os preparativos finais do Projeto Copa do Mundo. De acordo com a agência, o Mundial trará ao Brasil 2,3 mil compradores, investidores e formadores de opinião de 104 países para a realização de negócios.
O projeto integra ações de marketing de relacionamento da agência e inclui encontros, visitas técnicas e rodadas de negócios com empresários brasileiros, visando a estimular as exportações do Brasil e a captar investimentos. A ação também pretende projetar a imagem do país no mercado internacional. Atividades semelhantes são efetuadas pela Apex-Brasil no carnaval e em outros eventos internacionais, entre os quais a Fórmula Indy e o Grand Prix de Fórmula 1.
Segundo o diretor de Negócios da Apex-Brasil, Ricardo Santana, o projeto começou a ser construído há um ano, durante a Copa das Confederações. Santana destacou que os Estados Unidos encabeçam a relação de convidados. “Para a gente, é bem importante, porque é uma economia que está se recuperando. Trazer os Estados Unidos para cá vem em um momento bastante propício”.
O Projeto Copa do Mundo é desenvolvido pela Apex-Brasil em parceria com 700 empresas e entidades setoriais nacionais. Estão sendo organizadas mais de 800 agendas de negócios nos dias que antecedem e sucedem os jogos da Copa, com foco em tecnologia e saúde, casa e construção, alimentos e bebidas, agronegócio, moda, máquinas e equipamentos, economia criativa e serviços.
A agência espera superar o resultado alcançado na Copa das Confederações, que gerou US$ 3 bilhões em exportações e investimentos para o Brasil, envolvendo 903 empresários, oriundos de mais de 70 países, segundo Ricardo Santana.
São Paulo, com mais de 270 empresas, lidera os participantes brasileiros do projeto, seguido de Minas Gerais, com cerca de 94 companhias. O diretor disse que embora o jogo seja o principal atrativo da Copa, “o nosso foco é fazer negócios, é trazer aquele convidado com quem a gente quer estreitar a relação, fazer com que ele compre mais, e usar esse chamariz para poder concretizar uma venda”.
A Copa do Mundo ocorrerá de 12 de junho a 13 de julho, em 12 cidades brasileiras. Os visitantes estrangeiros começarão a ser recebidos uma semana e meia antes de cada jogo.
Fonte - Agência Brasil  17/05/2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 506 milhões em abril

Economia

Com o resultado de abril, o déficit acumulado neste ano, que em março chegou a R$ 6 bilhões, caiu para US$ 5,56 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações), ficando positiva em US$ 506 milhões em abril. O valor é resultado de US$ 19,724 bilhões em exportações e US$ 19,218 bilhões em importações. Em março deste ano, houve superávit de US$ 112 milhões e, em abril do ano passado, déficit de US$ 989 milhões.
Com o resultado de abril, o déficit acumulado neste ano, que em março chegou a R$ 6 bilhões, caiu para US$ 5,56 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
No mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 986,2 milhões, valor 5,2% superior ao registrado em abril de 2013 e 6,3% maior do que em março de 2014. A alta das exportações na comparação anual foi puxada pelo aumento de 11,4% na venda de produtos básicos. As exportações de não industrializados alcançaram valor recorde para meses de abril, US$ 10,6 bilhões.
Os itens básicos cujas vendas mais cresceram ante 2013 foram petróleo bruto (alta de 75,6% no ingresso financeiro), carne suína (elevação de 36,8%), farelo de soja (29,2%), café em grão (27,3%), soja em grão (19,8%) e carne bovina (6,5%).
Por outro lado, houve queda nas exportações de itens de maior valor agregado. As vendas das categorias manufaturados e semimanufaturados recuaram respectivamente 1,8% e 4%, de acordo com o critério da média diária.
No grupo dos industrializados, a queda foi causada por laminados planos, automóveis, óleos combustíveis, autopeças, veículos de carga, polímeros plásticos, motores, bombas e compressores, açúcar refinado, pneumáticos e papel e cartão. Do lado dos semimanufaturados, diminuiu o comércio de açúcar bruto, alumínio bruto, ferro e aço, óleo de soja bruto, ouro e ferro fundido.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 960,9 milhões, 2,2% abaixo dos US$ 982,7 milhões registrados em abril de 2013, mas 4,2% maior que a de março deste ano. Na comparação anual, caíram as aquisições no exterior de combustíveis e lubrificantes (-11,7%), automóveis (-9,5%), bens de consumo não duráveis (-8,4%) e matérias-primas e intermediários (-1%).
Fonte - Agência  Brasil  02/05/2014

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Dilma Rousseff participa de inauguração do Complexo Portuário no Pará

Infraestrutura

Complexo portuário estabelece uma nova rota de exportação de grãos pelo Norte do Brasil - Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de inauguração do Complexo Portuário Miritituba-Barcarena no Pará.

PA
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
BELÉM – Em visita ao Pará nesta sexta-feira (25), a presidente Dilma Rousseff participa de inauguração de Complexo Portuário no Pará que promete estabelecer uma nova rota de exportação de grãos no Brasil. Fruto de investimento privado, a obra do Complexo Portuário Miritituba-Barcarena vai atuar como alternativa aos portos do Sul e Sudeste do país para a produção de soja do Centro-Oeste, que exportam para mercados dos continentes asiático e europeu. A capacidade de escoamento de carga é de até 2,5 milhões de toneladas de grãos por ano.
O complexo portuário Miritituba-Barcarena, da Bunge, é composto da Estação de Transbordo, em Miritituba, e do Terminal Portuário Fronteira Norte (Terfron), em Barcarena. A partir de agora, os grãos das maiores regiões produtoras seguirão por caminhão pela BR-163 até a estação de transbordo de Miritituba, no oeste do Pará, percorrendo uma distância de 1.100 quilômetros.
No terminal, a carga será colocada em barcaças que irão navegar o rio Tapajós , passarão pelo estreito de Breves e chegarão ao Terfron, em Vila do Conde, Barcarena, um percurso de 1.000 quilômetros realizado em aproximadamente três dias. No Terfron, a carga será armazenada para posterior embarque em navios graneleiros rumo ao exterior.
Adicionar legenda
Pedro Parente, presidente e CEO da Bunge Brasil, o investimento permitirá transformar e alavancar o desenvolvimento no norte do país. “É um novo paradigma para os produtores brasileiros. Ao invés de escoar a produção de Mato Grosso pelo Sudeste do país, vamos estar escoando pelo Norte, muito mais próximo dos portos de destino, como Europa e China”, declarou.
De acordo com o gerente de operações portuárias do Terfron, João Felipe Folquening, o complexo também contribui para a sustentabilidade ao privilegiar o modal hidroviário. “A grande novidade desse projeto é desafogar a logística rodoviária que hoje sai do Mato Grosso até o Sul/Sudeste do país, via rodovia e caminhões, e trazer esses caminhões subindo até Itaituba pela BR-163 e fazendo o transbordo da soja e do milho para as barcaças, descendo o Rio Tapajós até Barcarena. Então, o transporte hidroviário é um transporte muito mais sustentável e eficiente no transporte de grãos”, afirmou.

Complexo portuário Miritituba-Barcarena.
 Foto: Reprodução/Blog do Planalto
Fonte - Portal Amazônia  25/04/2014