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segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Nova temporada de cruzeiros é aberta em Salvador com rotas para Morro de São Paulo, Itacaré, Trancoso e Abrolhos

Turismo

Mais de 3 mil turistas, entre brasileiros e estrangeiros, desembarcaram na capital baiana.O primeiro dos nove navios está entre as embarcações Costa Diadema, Costa Pacifica, MSC Grandiosa e MSC Splendida, que atracarão e percorrerão mais de 200 roteiros. 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Abrindo, oficialmente, a temporada de cruzeiros 2024/25 na Bahia, na manhã desta segunda-feira (4), o Porto de Salvador recebeu o MSC Seaview, a primeira embarcação de grande porte, com capacidade para mais de cinco mil passageiros. O navio saiu de Santa Cruz de Tenerife, na Espanha, e segue, no final da tarde, para Ilhéus. Mais de 3 mil turistas, entre brasileiros e estrangeiros, desembarcaram na capital baiana e foram recepcionados pela equipe da Secretaria de Turismo do Estado (Setur-BA), com baianas típicas, distribuindo fitinhas do Bonfim, e pela banda de percussão Muzen O primeiro dos nove navios está entre as embarcações Costa Diadema, Costa Pacifica, MSC Grandiosa e MSC Splendida, que atracarão e percorrerão mais de 200 roteiros. Até 23 de abril de 2025, serão 82 atracações aguardadas pela temporada de cruzeiros nos portos de Salvador e Ilhéus, além de operações em Porto Seguro, Itacaré e Cairu, com a estimativa de receber cerca de 300 mil visitantes.
O evento marcou a ocasião que, neste ano, levará turistas a explorar não apenas a capital, mas, também, outros destinos, como Morro de São Paulo, Itacaré, Trancoso e Abrolhos. Com a visitação, o impacto no turismo deve refletir em cada canto do estado, além de aquecer a economia para hotéis, restaurantes, lojas e atrações locais. A chegada dos cruzeiros impulsiona, ainda, o trade turístico, gerando oportunidades e fortalecendo o estado como um dos destinos mais procurados do país, enquanto a Bahia deixa uma marca inesquecível em cada cruzeirista, com hospitalidade e cultura próprias.
Com informalções da Secom BA
Pregopontocom

terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

Salvador recebe quatro navios com mais de 17,5 mil turistas durante o Carnaval

Turismo - 🚢

Na segunda-feira (20), atracou o MSC Seaview, com 5.210 passageiros. Nesta terça-feira (21), chegaram dois navios: Volendam (1.432 passageiros) e o MSC Seashore (5.632 passageiros). Amanhã, Quarta-feira de Cinzas (22), será a vez de receber o Costa Firenze, com capacidade de 5.246 passageiros.

Da Redação
foto - divulgação/GOVBA
Durante o Carnaval, Salvador recebe quatro navios de cruzeiro, trazendo mais de 17,5 mil turistas. Na segunda-feira (20), atracou o MSC Seaview, com 5.210 passageiros. Nesta terça-feira (21), chegaram dois navios: Volendam (1.432 passageiros) e o MSC Seashore (5.632 passageiros). Amanhã, Quarta-feira de Cinzas (22), será a vez de receber o Costa Firenze, com capacidade de 5.246 passageiros. A Secretaria de Turismo realiza um receptivo especial no terminal de passageiros do porto, com baianas estilizadas e desfile do Rixô Elétrico, além de disponibilizar guias de turismo bilingues e agentes de informação para orientar os visitantes. As ações fazem parte do projeto Bahia Receptiva. De acordo com o secretário de Turismo do Estado, Maurício Bacellar, esta temporada de cruzeiros marítimos é a maior da história da Bahia. “A presença de cruzeiristas aqui tem um reflexo muito grande em toda cadeia do turismo e isso faz com que muito mais pessoas venham visitar o nosso estado”, afirma. Na temporada que vai até abril, são esperados 400 mil cruzeiristas em Salvador e Ilhéus, que injetarão mais de R$ 240 milhões na economia baiana. O gasto médio individual é de R$ 600.
Com informações da Secom-Ba. - 21/02/2023

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

BR do Mar pode acabar com estaleiros brasileiros

Ponto de Vista  🚢

Estratégia não é um destino nem uma solução. Não é um problema a ser resolvido. É uma jornada, e precisa de liderança permanente.(Cynthia Montegomery – O Estrategista) - Segundo especialistas, “apesar da letargia, o País tem todo o expertise para a construção de embarcações de nível mundial e essa seria a oportunidade de demonstrar essa capacidade”. 

Portogente
foto - ilustração/arquivo
A indústria naval terá uma boa oportunidade de manifestar suas preocupações, no Logistique 2019, principal evento de logística e transporte multimodal no Sul do Brasil, que acontece de 27 a 29 de agosto, em Joinville (SC). Para o ex-presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Harro Burmann, a medida provisória BR do Mar pode ser uma “pá de cal na indústria naval brasileira”.
O Brasil já foi um dos maiores exportadores de navios com alta tecnologia embarcada à época entre os anos de 1980 e 1990. Aí veio um declínio creditado aos programas da Marinha Mercante. Segundo especialistas, “apesar da letargia, o País tem todo o expertise para a construção de embarcações de nível mundial e essa seria a oportunidade de demonstrar essa capacidade”. Mas, infelizmente, vive um momento de carência de nacionalismo. Ao ponto de um ministro de Estado ameaçar que, se não acolhida a sua proposta, ele muda para o EUA.
Por suas fortes raízes marinheiras, extensa costa e tantos rios navegáveis, o Brasil não pode abrir mão de ter uma indústria naval forte que assegure sua soberania. Portanto, o projeto BR do Mar segue na contramão dos interesses nacionais e pode matar a construção naval brasileira. Porque propõe, como "solução" para a cabotagem, aumentar em até 50% da frota com afretamento de embarcações estrangeiras e isenção de impostos para navios construídos no exterior.

foto - ilustração/arquivo
Também parece equivocado o diagnóstico do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, de que “medidas previstas no BR do Mar livram a cabotagem das amarras que visavam a proteção da indústria naval, mas tiravam seu potencial”. Seria o mesmo que afirmar: as universidades brasileiras formam engenheiros navais de baixa qualidade. O que não corresponde à verdade. Portogente abre espaço para esse debate, por aqui e agora.
A crise do setor naval nacional não pode ser resolvida com achismo. Tampouco os raciocínios interesseiros enterrarem os nossos estaleiros. É uma atividade estratégica para a economia, cuja produtividade afeta a qualidade da nossa Marinha de Guerra.
A cabotagem deve soltar todas suas amarras. Da mesma forma, é imperativo preservar e retomar a construção de embarcações nacionais que cheguem ao mundo. Ou seja, ter estratégia.
Fonte - Portogente  19/08/2019

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Dois navios de turismo chegam a Salvador nesta quarta-feira (30)

Turismo  🚢

Dois grandes navios de turismo,o MSC Fantasia e o Costa Favolosa, aportam nesta quarta (29) em Salvador procedentes de Búzios.Após a estadia no porto da cidade os navios seguem viagem para Ilhéus(BA) e o outro para Ilha Bela(SP) respectivamente.

Da Redação
foto - ilustração/MSC
O Porto de Salvador volta a ganhar movimentação especial nesta quarta-feira (30), com a chegada de dois navios com capacidade para 7.732 passageiros. A Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado (Bahiatursa) vai receber os turistas com baianas distribuindo fitinhas do Senhor do Bonfim.
Às 8h, aporta o MSC Fantasia, com capacidade para 3.952 passageiros, procedente de Búzios (RJ), que sai às 23h com destino a Ilhéus (BA). O Costa Favolosa, com 3.780 passageiros, chega às 10h, também de Búzios, e tem partida prevista para as 17h, em direção a Ilha Bela (SP).
Com informações da Secom BA  29/01/2019

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Colisão entre fragata e navio petroleiro deixa oito feridos na Noruega

Internacional/Notícias  🚢

Os navios colidiram quando a fragata norueguesa estava navegando em fiordes internos para treinamento dos profissionais internos, segundo autoridades locais. O petroleiro já havia deixado o terminal de petróleo da Equinor, em Sture, com uma carga de petróleo bruto do Mar do Norte

Bruno Merlin - Portogente
Portogente
O navio petroleiro Sola TS e a fragata de guerra KNM Helge Ingstad colidiram na costa da Noruega, deixando oito profissionais feridos. Os navios colidiram quando a fragata norueguesa estava navegando em fiordes internos para treinamento dos profissionais internos, segundo autoridades locais. O petroleiro já havia deixado o terminal de petróleo da Equinor, em Sture, com uma carga de petróleo bruto do Mar do Norte, informou a agência de notícias Reuters. 

Portogente
Até o momento, a informação é de que não houve vazamento de óleo ou outros danos ambientais.
O terminal de exportação de petróleo Sture, bem como a usina de gás Kollsnes e vários outros campos de petróleo offshore, foram desativados por precaução, mas retomaram a operação na tarde desta quinta-feira, 8 de novembro, informou a Equinor em comunicado.
O terminal de Sture é um importante porto petroleiro, responsável por quase 25% da produção de petróleo de toda Noruega.
Fonte - Portogente  08/11/2018

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Trem bão! O que a greve dos caminhoneiros nos ensina sobre as nossas ferrovias

Transportes/Mobilidade   🚚  🚄🚃🚃🚃  🚢

Há um aspecto peculiar na história da logística. Ao contrário do que faz crer o senso comum, quanto aos modais de transporte de carga, visto pelo ponto de vista da capacidade de transportar volumes maiores, a custos menores em maiores distâncias e a custo ambiental menor, quanto mais antigo o modal, ou seja, quanto antes na História ele foi inventado e implementado, melhor ele é.

José Manoel Ferreira Gonçalves* - Portogente
foto - ilustração/arquivo
José Manoel Ferreira Gonçalves, engenheiro, jornalista, advogado e cientista político, doutor na área de engenharia com seis outras especializações. Atualmente é coordenador da pós-graduação em logística da Unip, preside a FerroFrente e capitaneia outros movimentos afetos à logística e ao meio ambiente.
Há um aspecto peculiar na história da logística. Ao contrário do que faz crer o senso comum, quanto aos modais de transporte de carga, visto pelo ponto de vista da capacidade de transportar volumes maiores, a custos menores em maiores distâncias e a custo ambiental menor, quanto mais antigo o modal, ou seja, quanto antes na História ele foi inventado e implementado, melhor ele é. A figura abaixo enseja essa reflexão.


Senão vejamos:
Dos meios de transporte de carga em uso temos basicamente quatro modais, a saber, o hídrico, o ferroviário, o rodoviário e o aéreo. Há ainda os modais motocilístico e ciclístico, mas que pela exígua participação ficam de fora dessa incipiente análise.
Para medirmos a eficiência de um determinado transporte temos de eleger qual a maior demanda de quem faz o despacho. Caso o principal critério seja o tempo, teremos que quanto mais moderno o transporte, melhor. Nesse caso, e só nesse caso, o transporte aéreo é obviamente o mais viável, seguido pelo rodoviário, ferroviário e hidroviário.
Quanto aos fatores determinantes para grandes cargas (notadamente as de baixo valoragregado) a grandes distâncias, é exatamente o contrário que se observa, ou seja, os modais são tão mais eficientes quanto mais antigos, ainda que não seja, obviamente essa a causa. Nenhum modal é mais eficiente que o hidroviário. Contudo, devido a questões naturais de leitos, bem como de investimentos, nem sempre é possível utilizar esse modal. Cumpre aqui compararmos os modais ferroviário e rodoviário.
Para cargas pequenas transportadas a curtas distâncias as vanta eja no Brasil, seja no mundo, está concentrado nos grandes volumes a grandes distâncias. Quanto mais rico e mais organizado o país, mas se observará o transporte intermodal, aquele que envolve mais de um modal entre o ponto de partida e chegada da carga, bem como se observará uma maior participação do modal ferroviário em relação ao rodoviário.
No Brasil, assim que foi implementado na Europa, o transporte ferroviário foi aqui implantado, com a tecnologia inglesa, a mais avançada da época. Em termos comparativos, na virada do século dezenove para o vinte o Brasil era um país de destaque quanto à quilometragem de trilhos e de linhas de trem em funcionamento e projetos em execução. Tudo isso mudou a partir da crise de 1929, que, entre outros inúmeros entraves, inviabilizou a nossa produção de café, para a qual nosso trilhos haviam sido desenhados e construídos. Para o produto da industrialização que obtivemos durante o primeiro governo Vargas, de 1930 a 1945, os trilhos que dispúnhamos mostravam-se obsoletos e o arroxo que a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) impunha impedia que o país investisse em novos trilhos.
Passada a Guerra, a primeira metade dos anos cinquenta, sob o segundo governo de Getúlio Vargas, foi dedicada a consolidação da indústria, com a Siderúrgica Nacional, a Petrobrás a Vale do Rio Doce e outras empresas que acabaram sendo fundamentais para o futuro milagre econômico do início dos anos setenta. A segunda metade dos anos cinquenta, agora sob Juscelino Kubitscheck, foram focados na logística, mas os compromissos financeiros que o país tinha com os americanos o fez dobrar-se aointeresse deles e, ao invés de construirmos os novos necessários trilhos, o país fez a forçada opção rodoviarista, da qual hoje ainda é vítima.
Em termos relativos temos a pior logística dos cinquenta maiores países do mundo, mais de oitenta por cento da nossa carga tem sido transportada sobre pneus.
Transportar majoritariamente sobre pneus significa perda de competitividade internacional, o que empobrece toda a nação, aumento do frete, da poluição, na emissão de gases de efeito estufa, de engarrafamentos e acidentes nas estradas. Perdas tão grandes quanto inestimáveis.
As privatizações desastradas dos anos noventa, criando donos de estradas de ferro [veja-se que no pedágio paga-se para passar, mas qualquer um em pagando passa. Nos trilhos não, foram tornados de uso exclusivo trilhos que, diga-se, havia sido feitos com a força do povo, com dinheiro público]. Pávida, a engenharia nacional apequenou-se sem oferecer naquele momento uma solução menos lesiva à pátria.
Na primeira década do século muito se voltou a investir, mas a crise chegou antes do término das obras e esse muito investido em quase nada resultou. Ficamos a pé.
O trem é mais econômico, polui menos e é mais seguro quando comparado ao também necessário caminhão, a sua falta tem sido fator de monta dentre os que nos mantêm na condição de país distante dos países desenvolvidos. Só a conscientização dos cidadãos será capaz de instigá-los a cobrar o poder constituído para que essa situação seja superada. Nesse sentido, felicito a revista pelo espaço para essa reflexão.
*José Manoel Ferreira Gonçalves, engenheiro, jornalista, advogado e cientista político, doutor na área de engenharia com seis outras especializações. Atualmente é coordenador da pós-graduação em logística da Unip, preside a FerroFrente e capitaneia outros movimentos afetos à logística e ao meio ambiente.
Fonte - Portogente  08/06/2018

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Temporada de cruzeiros marítimos traz 220 mil turistas à Bahia

Turismo  🚢

Os portos de Salvador e Ilhéus irão recepcionar 70 transatlânticos que dividirão a paisagem litorânea com as tradicionais embarcações de pesca e de passeios turísticos. Mais de 220 mil turistas desembarcarão na Bahia, total 8% maior, se comparado com o movimento alcançado na temporada anterior, de acordo com a projeção da Companhia das Docas da Bahia (Codeba).

Da Redação
foto - Rosilda Cruz/Secom
A temporada de cruzeiros marítimos aquece a atividade turística na Bahia entre os meses de novembro de 2017 e abril de 2018. Os portos de Salvador e Ilhéus irão recepcionar 70 transatlânticos que dividirão a paisagem litorânea com as tradicionais embarcações de pesca e de passeios turísticos. Mais de 220 mil turistas desembarcarão na Bahia, total 8% maior, se comparado com o movimento alcançado na temporada anterior, de acordo com a projeção da Companhia das Docas da Bahia (Codeba).
Em águas territoriais brasileiras estarão navegando o MSC Preziosa, MSC Poesia, MSC Música, Costa Fascinosa, MSC Magnifica, Costa Favolosa, Sovereign, The World, Prinsendam e Balmoral, dentre outros. São navios que aliam o luxo e o conforto dos resorts e hotéis cinco estrelas com a possibilidade de acesso à diversidade cultural e histórica de cidades turísticas, como Salvador e Ilhéus.
O primeiro navio da temporada 2017-2018 será o MSC Preziosa, no dia 15 de novembro, às 9h. Vindo de Santa Cruz de Tenerife, na costa espanhola, o transatlântico tem capacidade para 4.360 passageiros. Da capital baiana, seguirá com destino a Búzios (RJ). Até abril, 50 navios irão ancorar no Porto de Salvador, trazendo 151 mil passageiros. Em Ilhéus, serão mais 21 navios, com 72 mil visitantes.
A temporada brasileira coincide com o inverno no hemisfério norte, quando as companhias marítimas passaram a deslocar seus navios para esse novo mercado. “Brasileiros e sul-americanos gostaram da novidade e incorporam em suas férias as viagens de navio”, afirma o secretário do Turismo da Bahia, José Alves. “O mercado brasileiro de cruzeiros marítimos se consolidou e apresenta excelentes resultados”.
A Secretaria do Turismo da Bahia (Setur)/Bahiatursa prepara receptivo especial para os visitantes. Em outra vertente, a equipe técnica da Setur atua na qualificação de serviços turísticos, a fim de assegurar atendimento de qualidade em toda a cadeia produtiva do setor. O comércio (bares, restaurantes e lojas) e o transporte turístico são alguns dos segmentos que registram uma maior demanda. O presidente da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia Abremar), Marco Ferraz, está entusiasmado com o interesse dos passageiros e se mantém atento à necessidade de lhes oferecer novidades a cada nova temporada. Por isso, realiza estudos sobre a viabilidade de novas paradas ao longo da costa brasileira. Um dos destinos em análise é Itaparica (BA).
Com informações da Secom Ba.  17/10/2017

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Mais de 20 navios trazem 66 mil turistas a Salvador até o Carnaval

Turismo 🚢

As embarcações que aportam na capital baiana têm origem em cidades do Rio de Janeiro, Pernambuco,Alagoas,São Paulo e Pará.Apenas em janeiro, a programação prevê a chegada de 11 navios,com cerca de 36 mil visitantes,que vão conhecer atrativos da cidade como o Mercado Modelo, Pelourinho,Igreja do Bonfim e Farol da Barra.

Da Redação
foto - Manu Dias/GOVBA)
Do início de janeiro até o Carnaval, Salvador recebe 21 navios de cruzeiro com 66 mil visitantes. As embarcações que aportam na capital baiana têm origem em cidades do Rio de Janeiro, Pernambuco, Alagoas, São Paulo e Pará. Apenas em janeiro, a programação prevê a chegada de 11 navios, com cerca de 36 mil visitantes, que vão conhecer atrativos da cidade como o Mercado Modelo, Pelourinho, Igreja do Bonfim e Farol da Barra.
Nas duas primeiras semanas de janeiro, cinco navios já passaram por Salvador e trouxeram visitantes como Eric Coelho Passos. Pela primeira vez na Bahia, o administrador carioca aproveitou a parada para conhecer a capital. Ele visitou o Farol da Barra e a Igreja do Bonfim.
"É uma igreja muito famosa. A gente ouve falar muito e acaba despertando a nossa curiosidade", disse Eric durante visita à igreja, às vésperas da tradicional lavagem das escadarias do templo, realizada há mais de dois séculos. Também vinda do Rio de Janeiro para Salvador por via marítima, a vendedora Ana Luiza de Jesus mostrou-se emocionada. "É uma igreja muito linda", destacou.
Do total de navios previstos pela Companhia das Docas do Estado (Codeba) para o primeiro bimestre do ano, metade dos que passarem por Salvador também incluem Ilhéus, no sul da Bahia, como destino. O município encanta os visitantes pelas belezas naturais e atrativos históricos e culturais.
A previsão é de que cerca de 50 navios passem pela capital baiana, com cerca de 150 mil turistas a bordo, no período entre novembro de 2016 e março de 2017. O Porto de Ilhéus deve receber 17 embarcações de grande porte e mais de 61 mil visitantes nesta temporada.
Com informações da Secom Ba.  13/01/2017

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Novo Terminal Marítimo de Salvador já está pronto

Infraestrutura

No entanto, o equipamento só estará aberto ao público após licitação,a previsão é que esta licitação ocorra anda em março,conforme informações da assessoria de imprensa da Codeba.

Alex Ferraz
Na Tribuna da Bahia

foto - Romildo de Jesus
As obras do novo Terminal Marítimo de Salvador estão prontas desde setembro do ano passado, mas somente após a licitação para uso dos equipamentos de lazer a gastronômicos pela iniciativa privada for realizada, e que deverão se iniciadas as atividades abertas ao púbico baiano e turistas. A previsão é que esta licitação ocorra anda em março, conforme informações da assessoria de imprensa da Codeba.
Porém, ontem, Helder Barbalho, Ministro-chefe da Secretaria Nacional dos Portos, anunciou que nos próximos dias haverá mais um edital de licitação. O terminal de passageiros de Salvador foi liberado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) nesta terça-feira.
De acordo com a assessoria, “a verdade é que, como terminal marítimo propriamente dito, o equipamento já funciona desde a Copa do Mundo, em 2014. O que falta são as áreas de interação entre cidade e porto, construídas para uso da iniciativa privada.”
Ainda conforme informações da assessoria da Codeba, na semana passada o Tribunal de Contas da União (trata-se de obra federal) aprovou a minuta do edital, que já foi apresentada à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e esta decidirá sobre a publicação desse edital e licitação.
A Codeba reitera que “está tudo pronto”, faltando apenas decidir quem vai operar. A empresa revela ainda que existem quatro empresas, duas delas de porte nacional, interessadas em explorar o local, que deverá oferecer opções de lazer, incluindo atividades culturais e gastronômicas.

Bahiatursa
O presidente da Bahiatursa, Diogo Medrado, disse que a empresa nao tem “qualquer relação burocrática, nem mesmo informal, com a Codeba”, no que diz respeito à questão do Terminal Maritimo de Salvador. No entanto, Diogo fez questão de frisar que “o terminal é muito importante, pois trata-se da grande porta de entrada para Salvador.”
Ele lembrou ainda que “precisamos ter um cartão de visitas muito bem elaborado e faço votos para que tudo se concretize logo”.
Diogo ressaltou que as parcerias da Bahiatursa com a Codeba, no local, estão restritas a “eventos tradicionais, como a ação de receptivo para passageiros que chegam a Salvador a bordo de cruzeiros, quando promovemos atrações musicais, a presença de ‘baianas’ etc.”
Fonte - Tribuna da Bahia  25/02/2016

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Porto de Itaqui ocupa primeiro lugar entre os portos públicos em movimentação de cargas

Portos

O Porto do Itaqui, no Maranhão,é o porto público que mais movimentou cargas em 2015 no Norte/Nordeste e o quinto em relação aos demais portos do Brasil, movimentando 21,8 milhões de toneladas, ficando à frente dos portos de Suape (PE) e Vila do Conde (PA).

O Imparcial

Dados divulgados pela Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) e da Secretaria de Portos da Presidência da República mostram que o Porto do Itaqui, no Maranhão, é o porto público que mais movimentou cargas em 2015 no Norte/Nordeste e o quinto em relação aos demais portos do Brasil, movimentando 21,8 milhões de toneladas, ficando à frente dos portos de Suape (PE) e Vila do Conde (PA).
Juntos, todos os portos brasileiros movimentaram 1 bilhão de toneladas de carga no ano passado. Os portos públicos responderam por 34,9% desse total, com 351 milhões de toneladas operadas no período. O dado integra o Estatístico Aquaviário, divulgado pela Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq) e o ranking de Movimentação Portuária da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP).
Nos dois rankings há uma pequena variação: no da Antaq a variação do crescimento do Itaqui em relação a 2014 é de 21,01%. No levantamento da SEP o mesmo índice é de 21,02%. O diretor presidente da Antaq, Mario Povia, explicou que a ligeira diferença se deve à variação registrada semanalmente pelas bases de dados usadas pelos dois órgãos.
Se for contada somente a movimentação de granéis sólidos, o Itaqui continua na primeira posição entre os portos públicos do Norte e Nordeste, subindo para o quarto lugar no ranking nacional. A variação em relação ao ano anterior sobe para 41,69%, com 12,5 milhões de toneladas movimentadas (Antaq). Já em granéis líquidos e gasosos, o Itaqui é o segundo porto público do Norte e Nordeste e terceiro porto público brasileiro.
“Foi um ano de grandes conquistas e esses números demonstram o potencial que o Porto do Itaqui tem para continuar crescendo de forma responsável e sustentável. Para 2016 temos o desafio de seguir atraindo mais investimentos e com isso novas possibilidades de renda e desenvolvimento para o estado”, afirma o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Ted Lago.
Segundo Mário Povia, o recorde de movimentações portuárias de 2015 deverá ser batido neste ano. Ele destacou o crescimento do Porto do Itaqui como grande promessa para o fortalecimento das exportações pelo Arco Norte. “O Porto do Itaqui, por exemplo, cresceu 87% por causa da entrada em operação de grandes armazéns e da infraestrutura logística, com a chegada da ferrovia – interligações concluídas na ferrovia Norte-Sul”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.
Ainda de acordo com os números divulgados pela Antaq, a exportação agrícola pelo Arco Norte passou de 16% para 21%, e pode crescer ainda mais, já que 58% da produção brasileira nesse setor está na região do Matopiba – nova fronteira agrícola do país, formada pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia e atingindo também parte da região Centro-Oeste.
Fonte - O Imparcial  22/02/2016

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Aprovado R$ 848 milhões para a indústria naval

Economia

Em reunião no dia 15 de dezembro último, o Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), aprovou o valor de R$ 848,1 milhões para o financiamento de projetos da indústria naval,em reunião no Ministério dos Transportes.

Portogente
foto - ilustração
O valor de R$ 848,1 milhões foi aprovado na última reunião do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) para o financiamento de projetos da indústria naval, em reunião no dia 15 de dezembro último, no Ministério dos Transportes. Do valor total aprovado para os projetos, R$ 481,1 milhões serão destinados à construção de 166 embarcações de navegação interior. Para a construção de três navios petroleiros Suezmax foram aprovados R$ 326,3 milhões (suplementação). Outros R$ 40,7 milhões restantes foram destinados a uma embarcação porta-contêiner (manutenção e reparo) e para alteração de projeto de duas embarcações de apoio offshore.
O Fundo da Marinha Mercante financia até 90% do valor dos projetos ou até 100% para projetos de transporte fluvial de passageiros de elevado interesse social. A definição do percentual de financiamento depende do conteúdo nacional de cada projeto e do tipo da embarcação, e estão definidos na Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 3828/2009.
O FMM é administrado pelo CDFMM por meio do Departamento da Marinha Mercante, vinculado à Secretaria de Fomento para Ações de Transportes (SFAT) do Ministério dos Transportes. De 2011 até hoje, o FMM desembolsou R$ 20,68 bilhões no fomento ao transporte aquaviário e à indústria naval brasileira.
Está mais do que na hora, ou até já passou da hora, de fortalecermos a indústria naval, o aumento do transporte por hidrovias, cabotagem e apoio marítimo à exploração de petróleo e gás brasileira.
Fonte - Portogente  21/12/2015

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Aprovados investimentos de R$ 3,9 bilhões em projetos da indústria naval

Economia

Serão construídas novas embarcações e um novo estaleiro de reparos.O CDFMM (Conselho Diretor do Fundo de Marinha Mercante) também aprovou reparos para cinco embarcações e construção de um novo estaleiro de reparos.

Natália Pianegonda
CNT de Notícias*
foto - Arquivo CNT
O FMM (Fundo de Marinha Mercante) aprovou o financiamento de projetos da indústria naval num valor aproximado de R$ 3,9 bilhões. Desse montante, R$ 3 bilhões são para a construção de oito novas embarcações para cabotagem, 89 para navegação interior e três para o transporte de passageiros.
O CDFMM (Conselho Diretor do Fundo de Marinha Mercante) também aprovou reparos para cinco embarcações e construção de um novo estaleiro de reparos.
Além disso, foram confirmadas prioridades de apoio financeiro no valor de R$ 845 milhões para projetos reapresentados em função de suplementação ou novo prazo para contratação em até 120 dias, envolvendo nove embarcações, um dique flutuante e um estaleiro.
A reunião em que os financiamentos foram debatidos ocorreu no dia 25 de setembro, no Ministério dos Transportes. Nos próximos dias, será publicada resolução no Diário Oficial da União com os projetos aprovados. Depois, as empresas poderão iniciar o processo de contratação dos financiamentos junto aos agentes financeiros do FMM.
O Fundo financia até 90% do valor dos projetos ou até 100% para propostas que beneficiem o transporte fluvial de passageiros de elevado interesse social. A definição do percentual de financiamento depende do conteúdo de cada projeto e do tipo da embarcação.
De 2011 a 2014, o FMM desembolsou R$ 17 bilhões no fomento ao transporte aquaviário e à indústria naval. A próxima reunião do Conselho será no dia 17 de dezembro.
*Com informações do Ministério dos Transportes
Fonte - Agência CNT de Notícias  28/09/2015

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Brasil e Alemanha assinam acordo de cooperação na área de portos

Infraestrutura

O objetivo é permitir o cumprimento de um dos artigos da nova Lei dos Portos, que determina a qualificação dos trabalhadores portuários. Entre os assuntos tratados estão tópicos como intercâmbio de experiências, especialização e know-how; treinamento e formação; projetos conjuntos e fomento da cooperação entre empresas e organizações.

Agencia CNT
foto -  Manoel F.F. Souza/Codesp
​Um acordo de Cooperação Bilateral entre a Secretaria de Portos da Presidência da República e o Ministério Federal dos Transportes e da Infraestrutura Digital da República Federal da Alemanha, foi assinado dia 20 de agosto, em Brasília. O pacto faz parte da agenda que a chanceler alemã Angela Merkel cumpre no Brasil, acompanhada de dez ministros.
O termo assinado possibilitará maior interface entre os setores público e privado e permitirá o cumprimento de um dos artigos da nova Lei dos Portos, que determina o treinamento, qualificação e certificação profissional dos trabalhadores portuários. Entre os assuntos tratados estão tópicos como intercâmbio de experiências, especialização e know-how; treinamento e formação; projetos conjuntos e fomento da cooperação entre empresas e organizações.
Durante o encontro, o ministro Edinho Araújo, do Brasil, fez um relato do atual momento econômico do país e falou da estratégia para superar as dificuldades. “Na área de portos, temos um programa de investimentos em logística que deverá atrair R$ 37,4 bilhões em investimentos em terminais de uso privado, arrendamentos portuários e renovação antecipada de contratos de empresas”, disse, destacando a importância da parceria com os investidores privados neste momento de ajustes.
Alexander Drobrindt, ministro da Alemanha, afirmou que, apesar das dificuldades econômicas, o Brasil é um país forte e seu povo tem tradição em superar as dificuldades. “Vamos incentivar os empresários alemães a analisar a participação nestes novos investimentos em portos”, afirmou. Dobrindt convidou oficialmente o ministro Edinho Araújo a visitar Berlim para expor as oportunidades de investimentos em logística ao empresariado alemão.
Com informações da Secretaria dos Portos.
Fonte - Agência CNT de Notícias  25/08/2015

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Cabotagem é um dos grandes desafios da logística brasileira

Transporte Aquaviário

Em evento no Senado Federal, autoridades debateram os entraves e as soluções para o transporte entre os portos costeiros e os fluviais no Brasil.Privilegiado por sua posição geográfica, o Brasil dispõe de mais de 8.000 km de costa navegável. Isso representa um grande potencial para o avanço dessa categoria, que ainda representa pouco mais de 10% da matriz de transporte do país.

Diego Gomes - Ag.CNT
foto - Frenlog/Divulgação
​Navegação entre portos do mesmo país ou entre um porto fluvial ou lacustre e um porto costeiro, a cabotagem foi objeto de debate nesta quarta-feira (20), no Senado Federal, durante o 1º Workshop sobre essa categoria de transporte.
Promovido pela Frente Parlamentar Mista de Logística de Transporte e Armazenagem (Frenlog) do Congresso Nacional, o evento reuniu autoridades públicas e representantes do setor, que apontaram, como desafios para a área, a desburocratização dos processos, a desoneração do combustível, a flexibilização da legislação trabalhista para os marítimos tripulantes, a revisão do Fundo da Marinha Mercante, redução de custos ou isenção da praticagem em determinadas situações e o funcionamento de portos e terminais dedicados à cabotagem.
Na ocasião, o ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, declarou que o país tem grande potencial para o transporte de cargas e que, por isso, é essencial o incentivo à cabotagem combinado com investimentos complementares em infraestrutura de transporte. “O incentivo à cabotagem, combinado com o investimento complementar na infraestrutura de transporte, constitui um estímulo importante à atividade econômica, criando novos corredores para o escoamento de nossa produção”, disse.
Privilegiado por sua posição geográfica, o Brasil dispõe de mais de 8.000 km de costa navegável. Isso representa um grande potencial para o avanço dessa categoria, que ainda representa pouco mais de 10% da matriz de transporte do país. Na avaliação da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, ampliar esse transporte é um dos maiores desafios da logística do país. Segundo ela, é necessária a diminuição da burocracia e dos custos.
“A burocracia é algo extraordinário. Na cabotagem de longa distância, o tratamento é igual ao de exportação”, comentou Kátia Abreu. Ela observou que, em solo brasileiro, o transporte de cargas é tratado da mesma forma que o de um exportador. “Outro custo embutido no transporte brasileiro é o frete de longa distância, que cobra 25 % de taxas para o Fundo da Marinha Mercante”, questionou.
Presidente da Frenlog, o senador Wellington Fagundes (PR/MT) reiterou que a costa brasileira é pouco utilizada e sofre com a falta de infraestrutura adequada, mas lembrou que já há movimentos sólidos no sentido de reverter esse quadro, como a criação da Frente e o próprio PIL (Programa de Investimentos em Logística). Nesse sentido, o diretor-geral da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), Mário Povia, informou que, “atualmente, as condições de melhorias para a navegação de cabotagem são discutidas em várias instâncias, como na Secretaria de Portos, Ministério dos Transportes e, inclusive, no Tribunal de Contas da União”.
Fonte - Agência CNT de Notícias  20/08/2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

​Sergipe é rota de exportação de soja não transgênica

Economia

Em 2015, dois navios já saíram do porto da Barra dos Coqueiros com 54,7 toneladas do produto.A primeira embarcação partiu em maio, levando 28,7 mil toneladas de soja para a Rússia e a segunda carga, de 26 mil toneladas, foi exportada em julho para o Japão.

ASN
ASN
O Brasil está exportando soja não transgênica por Sergipe. Em 2015, dois navios já saíram do Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), na Barra dos Coqueiros, com 54,7 toneladas do produto. A informação é da Agência Reuters Brasil, que divulgou uma matéria afirmando ainda que foi aberta uma rota inédita pela operadora logística VLI, com investimentos da trading Multigrain. A primeira embarcação partiu em maio, levando 28,7 mil toneladas de soja para a Rússia e a segunda carga, de 26 mil toneladas, foi exportada em julho para o Japão.
Principal produto da pauta de exportação do agronegócio do país, a soja começa a ser exportada por Sergipe em um ano de embarques recordes do grão e de diversificação dos terminais em uso por empresas exportadoras, que buscam evitar gargalos logísticos nas regiões Sul e Sudeste.
Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), Chico Dantas, a notícia foi comemorada já que se trata de uma meta buscada pelo Governo de Sergipe.
“Seguindo as orientações do governador Jackson Barreto, há algum tempo já buscamos com o consórcio que administra o terminal uma maior utilização do nosso porto, que tem papel fundamental para o crescimento econômico do Estado”, ressalta Chico. Ele acredita que a união de esforços só trará benefícios para Sergipe, principalmente quanto à atração de novos investimentos e a geração de empregos e renda para a população sergipana.

Porto
O Terminal Marítimo Inácio Barbosa consiste em um píer de concreto instalado mais de dois quilômetros mar adentro, protegido por um quebra-mar e ligado ao continente por uma ponte para acesso dos produtos. No local, tradicionalmente focado em importações, também são operadas cargas como coque, uréia e cimento, além de receber barcos de apoio de plataformas petrolíferas da Petrobras em operação na região.
Fonte - Agência Sergipe de Notícias  04/08/2015

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Estaleiro Atlântico Sul deve entregar mais dois navios em 2015

Economia

Navio Marcílio Dias foi batizado em cerimônia com a presença da presidente Dilma,o presidente do EAS, Harro Ricardo Schlorke Burmann, disse durante a cerimônia que o cronograma da empresa prevê a entrega de outros dois navios ainda em 2015.

Diário de Pernambuco
Com informações de André Clemente

O primeiro petroleiro produzido pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o João Cândido, sofreu um atraso de quase dois anos na entrega. Mas desde aquele 25 de maio de 2012, o ritmo de produção ganhou mais velocidade. Foram entregues outros quatro navios: Zumbi dos Palmares, Dragão do Mar, Henrique Dias e André Rebouças. O último - que leva o nome do militar baiano que se engajou na campanha abolicionista e ajudou a criar, na década de 1880, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, ao lado de Joaquim Nabuco e José do Patrocínio - foi entregue à Transpetro nesta quinta-feira (14). Durante a cerimônia, que contou com a presença de Dilma Rousseff, o presidente do EAS, Harro Ricardo Schlorke Burmann, disse que o cronograma da empresa prevê a entrega de outros dois navios ainda em 2015.
"Temos metas ambiciosas para este ano. Em agosto, planejamos entregar o Marcílio Dias, batizado hoje, e mais outro em dezembro, que é o sétimo navio e que já está em construção no dique seco, ressaltou. Burmann também acrescentou que processo de construção tem buscado nível de aprendizagem contínua. "O André Rebouças foi construído com cerca de 4 milhões de horas/homem, metade do tempo dos primeiros navios. A previsão é que os navios de número nove e dez, com metade do tempo de trabalho do que se produz hoje."
Em dezembro, durante a entrega do Henrique Dias, o EAS divulgou nota afirmando que o André Rebouças é o projeto mais completo até o momento do estaleiro, já que foi empregada integralmente a tecnologia de construção e montagem por megablocos. “O uso desse processo permite ganhos como redução do tempo de construção e incremento da qualidade no acabamento da embarcação. Graças a essa inovação tecnológica de 'acabamento avançado'”. O André Rebouças tem as mesmas dimensões dos outros quatro navios que já tinham sido entregues pelo estaleiro pernambucano: 274,2 metros de comprimento, 48 metros de largura e porte bruto de 157,7 mil toneladas.
O presidente da Transpetro, Cláudio Campos, destacou o nível de qualidade dos navios produzidos do EAS. "Para nós, que somos os contratantes, percebemos que o programa de renovação da frota está no caminho certo", comentou. Um quadro diferente do observado em 2012. Logo após receber o João Cândido, a Transpetro anunciou que o Atlântico Sul seria multado em R$ 3,6 milhões pelo atraso em 20 meses na entrega do petroleiro. As más notícias não pararam por aí. Na ocasião, o então presidente da Transpetro, Sergio Machado, afirmou que os contratos de compra e venda dos navios assinados junto ao EAS estavam suspensos.
O acordo foi sustado porque o estaleiro não estava conseguindo cumprir o cronograma de entregas e estava inadimplente com o contrato porque estava sem parceiro tecnológico. Em março de 2012, a coreana Samsung anunciou a saída do negócio, onde detinha 6% de participação e era parceira técnica. Os problemas foram sendo resolvidos aos poucos, depois que o EAS anunciou o novo parceiro tecnológico: a japonesa IHI Marine.
Mas a vida do EAS está longe de ser um mar de rosas. Recentemente, o estaleiro demitiu mais de mil trabalhadores, depois de suspender contratos com a Sete Brasil, empresa criada pelo governo federal para comprar navios-sonda de estaleiros do Brasil para alugar à Petrobras, mas que não estava repassando pagamentos por estar sendo investigada por corrupção na Operação Lava-Jato. Foram seis sondas suspensas. Nenhuma havia sido entregue, em um contrato de US$ 6 billhões. Há uma mobilização para viabilizar os empréstimos para que os contratos sejam revisados, mas serão menores.
Fonte - Diário de Pernambuco  14/05/2015

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Temporada de cruzeiros começa e atrai para Bahia 180 mil turistas

Turismo

Um total de 68 navios deve atracar no Porto de Salvador, localizado na Avenida da França, até o final do verão, de acordo com a previsão da Secretaria do Turismo do Estado (Setur). A expectativa do órgão é que o turismo marítimo traga à cidade cerca 180 mil pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, até março do próximo ano.

Secom 
Secom Ba.
Começam a desembarcar na capital baiana os visitantes que chegam por meio de cruzeiros marítimos. Um total de 68 navios deve atracar no Porto de Salvador, localizado na Avenida da França, até o final do verão, de acordo com a previsão da Secretaria do Turismo do Estado (Setur). A expectativa do órgão é que o turismo marítimo traga à cidade cerca 180 mil pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, até março do próximo ano.
Entre os visitantes, está a família da vendedora da cidade da Maringá, no Paraná, Juliana Recco, que visitou Salvador pela primeira vez nesta quarta-feira (10). Acompanhada do marido, Elias Bastos, e da filha Giordana, de 6 anos, a paranaense falou sobre a experiência de viajar de navio e a escolha do destino.
Segundo Juliana, há cinco anos ele tinha feito outra viagem semelhante, mas como a filha era muito pequena, acabou não participando. "Desta vez, veio a família inteira e escolhemos como destino Salvador, que tínhamos o sonho de conhecer. Viajar assim é muito mais confortável para todos, com muita coisa para fazer e atividades para todos os gostos”.
A família passeou pelos principais pontos turísticos de Salvador, como a Igreja do Bonfim, o Pelourinho e o Farol da Barra, acompanhada de perto pelo guia de turismo João Luz. Engenheiro agrônomo por formação, há cerca de dez anos João abandonou a profissão para trabalhar com receptivo e agora faz as visitas guiadas para os turistas de navios que atracam no porto. “Descobri o interesse pela história da minha cidade e hoje tenho muito prazer em receber pessoas na minha terra e colaborar com o turismo cultural, contextualizando os nossos atrativos e passando conhecimento também".

Destinos no interior
Segundo o secretário estadual do Turismo, Pedro Galvão, pessoas como João se beneficiam diretamente com a chegada desse público. “Os turistas que chegam em navios podem não utilizar a rede hoteleira, mas movimentam a economia baiana de maneira significativa, uma vez que visitam nossos principais pontos turísticos guiados por pessoal credenciado e qualificado, fazem compras e almoçam comida típica nos restaurantes da cidade, contribuindo para o turismo como um todo”.
O secretário considera que a chegada de turistas via navios cria oportunidades para outros retornos à Bahia. “De cruzeiros, normalmente essas pessoas passam um ou dois dias na capital, mas o que temos percebido é que elas se interessam em voltar, em outra ocasião, para ficar mais dias em Salvador e também conhecer destinos no interior do estado, como a Chapada Diamantina, a região sul, nossas praias e tantos outros lugares que temos a oferecer”.
Fonte - Secom Ba.  10/12/2014

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Promef completa dez anos e conta com 14 embarcações em construção

Petrobras

O número de projetos encomendados e o volume de investimentos dão a dimensão do programa para a indústria naval brasileira. Até 2020, está prevista a entrega de 49 navios e 20 comboios hidroviários (cada um composto por um empurrador e quatro barcaças), com investimento de R$ 11,2 bilhões

Fatos e Dados
Foto: Navio Celso Furtado / Banco de Imagens Petrobras
O Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro completa uma década este ano a todo vapor. Atualmente, o Promef conta com 14 navios em diferentes fases de construção, cinco deles no estágio de acabamento. Três comboios hidroviários, que serão utilizados para o transporte de etanol pela hidrovia Tietê-Paraná e fazem parte do Promef Hidrovias, estão em fase de testes.
O número de projetos encomendados e o volume de investimentos dão a dimensão do programa para a indústria naval brasileira. Até 2020, está prevista a entrega de 49 navios e 20 comboios hidroviários (cada um composto por um empurrador e quatro barcaças), com investimento de R$ 11,2 bilhões. O programa já possibilitou a construção de sete petroleiros, todos em operação. O primeiro a ser entregue foi o navio de produtos (embarcação utilizada para o transporte de derivados claros de petróleo, como gasolina, diesel e querosene de aviação) Celso Furtado, em novembro de 2011.
Desde então, outros seis foram lançados ao mar: três suezmax (embarcação com capacidade para transportar 1 milhão de barris de petróleo e que tem calado de 17 metros, permitindo a passagem pelo Canal de Suez, que liga o Mediterrâneo ao Mar Vermelho) - Dragão do Mar (abril/2014), Zumbi dos Palmares (maio/2013) e João Cândido (maio/2012) - , e os navios de produtos José Alencar (janeiro/2014), Rômulo Almeida (janeiro/2013) e Sérgio Buarque de Holanda (julho/2012).
Atualmente, a carteira de encomendas de petroleiros do Brasil é a terceira maior do mundo, enquanto a de navios em geral é a quarta do planeta. Com os sete navios em operação, o Promef atingiu dois de seus objetivos: a construção de navios no Brasil e um conteúdo nacional de pelo menos 65%, quantitativo estipulado para a primeira fase do programa, garantindo geração de emprego e renda. O terceiro pilar do programa - atingir competitividade internacional - é o atual foco. Para isso, a Transpetro criou o Sistema de Acompanhamento da Produção (SAP), que tem como função avaliar os processos produtivos dos estaleiros e sugerir alternativas para melhoria da produtividade.
Fonte - http://www.petrobras.com.br/  02/09/2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Terminal do Porto de Salvador deve operar após as eleições

Bahia

O empreendimento, que está em fase de acabamento, já tem o andar térreo disponível para operar, segundo o presidente da Companhia de Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças.

Jessica Sandes - A Tarde
Eduardo Martins | Ag. A TARDE
Segundo e terceiro pisos do terminal de passageiros ainda estão em fase de acabamento
O terminal de passageiros do Porto de Salvador, no Comércio, ainda não tem data prevista para inauguração.
O empreendimento, que está em fase de acabamento, já tem o andar térreo disponível para operar, segundo o presidente da Companhia de Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças.
No entanto, o período das eleições impede que a Secretaria Especial dos Portos defina qual empresa ficará responsável pelo edifício, por meio de licitação.
A construção ocupa uma área de 11 mil metros quadrados, e conta com três andares de 3.320 mil metros quadrados. Os outros 7.680 metros quadrados incluem uma esplanada que dá acesso para a Avenida da França, e revela o mar da Baía de Todos-os-Santos.
O investimento nas obras chega a cerca de R$ 38 milhões, afirma Rebouças.
Apesar de toda a aplicação, as obras foram adiadas três vezes. A previsão inicial era que o terminal fosse concluído em agosto de 2013. O prazo foi estendido para outubro do mesmo ano e, posteriormente, para maio de 2014.
O presidente da Codeba alega que o principal motivo para os atrasos foi a dificuldade de fornecedores cumprirem os prazos de entrega dos materiais.
Mesmo com todo o transtorno, o terminal funcionou parcialmente no período da Copa do Mundo da Fifa e, após esse período, já recebeu um navio de turismo.

Movimento
Com o novo empreendimento, a previsão é que haja um aumento no turismo marítimo da cidade.
Mas a conclusão das obras divide a opinião de cidadãos que frequentam e trabalham no Comércio.
Para o aposentado Sérgio Ribeiro, 48, a mudança levou mais beleza para o local. "Antes era tudo cheio de muro, o que tornava o ar abafado. Hoje temos uma visão privilegiada do mar".
Já o vendedor ambulante Claudionor Santos, 47, que há 40 anos trabalha comercializando doces e salgados no terminal da França, o novo empreendimento traz a preocupação de ser expulso.
De acordo com ele, a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) notificou todos os trabalhadores e deu um prazo para a retirada de barracas do local, sem apresentar motivos concretos para a ação.
"Nós [vendedores] estamos prestes a perder o nosso ganha-pão. Pedimos que nos consigam, pelo menos, um lugar digno para trabalharmos", comenta.
A notificação foi emitida há mais de um mês, por isso Santos acredita que, até a inauguração será possível permanecer no lugar.
"Eles [os agentes da prefeitura] acham que nós poluímos a rua. Não querem que turistas vejam ambulantes", destaca o vendedor.
A secretária municipal de Ordem Pública, Rosema Maluf, declara que a ação faz parte do ordenamento que tem sido posto em prática em outros bairros da cidade. Porém garante que as atitudes tomadas fazem parte de um planejamento que requer estudos prévios.
"A atividade na área do Comércio ainda não tem data prevista e nada tem a ver com as obras portuárias. Esse é um projeto da prefeitura, que visa organizar o comércio da cidade", garante Rosema.
Ainda segundo a titular da Semop, um decreto municipal torna proibida a utilização de terminais de ônibus e passarelas para atividades de trabalho informal.
Fonte - A Tarde  12/08/2014

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Novo porto de Salvador pode receber até 8 grandes navios ao mesmo tempo

Salvador

Para a construção do novo terminal, foram investidos R$ 36 milhões - Segundo o presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Rebouças, o novo Porto tem capacidade para receber até oito grandes navios ao mesmo tempo e conta com toda estrutura necessária que vai desde a Polícia Federal integrada com a Receita Federal ao processo de receptivo com a Bahiatursa.

Amanda Santana - TB
Foto: Francisco Galvão / Tribuna da Bahia
Com cerca de 95% das obras concluídas, o novo Terminal Turístico Marítimo de Passageiros do Porto de Salvador recebeu mais de quatro mil turistas na manhã de ontem, momento em que desembarcavam do navio MSC Divina para um passeio pela capital baiana.
Os passageiros que partiram de Miami, no dia 19 de maio, tendo como destino final o Porto de Santos, incluindo escalas no Caribe, foram recebidos pelas tradicionais baianas, responsáveis por dar as boas-vindas aos turistas, distribuindo sorrisos e fitinhas do Senhor do Bonfim.
Segundo o presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Rebouças, o novo Porto tem capacidade para receber até oito grandes navios ao mesmo tempo e conta com toda estrutura necessária que vai desde a Polícia Federal integrada com a Receita Federal ao processo de receptivo com a Bahiatursa.
Objetivando testar o funcionamento do local, antes mesmo da inauguração, órgãos federais de fiscalização e de segurança realizaram os procedimentos em solo e também na embarcação. Rebouças também esteve no local na manhã de ontem e conferiu de perto o trabalho e a estrutura necessária para atender aos turistas e baianos que passarão pelo local.
“O novo Porto, além de um equipamento moderno não deixa nada a desejar aos clientes em local algum do mundo. Esse é um terminal de passageiros cujo equipamento tem condições de atender “em trânsito” mais de 20 mil pessoas por dia. Resumo que todos os passageiros, sejam eles do Estado ou de fora, estão bem servidos e com certeza se sentirão satisfeitos com o que verá”, assegurou.
Para a construção do novo terminal, foram investidos R$ 36 milhões por parte do Governo Federal, através da Secretaria Especial dos Portos, em parceria com a Prefeitura de Salvador, que elaborou o projeto básico e o governo do Estado, responsável pelo projeto executivo de engenharia.
O Terminal ocupa uma área total de 11 mil m2, dos quais 7.680 m2 de área construída, inclui uma esplanada com 3 milm2 que vai descortinar para Avenida da França, o mar da Baía de Todos os Santos, com a vista do Forte de São Marcelo.
Desembarcando na capital baiana pela segunda vez, a turista de São Paulo, Áurea Gaudielei, ficou surpresa com a modernidade, melhora e organização do novo Porto. Para ela, o terminal está no padrão e à altura de muitos por onde já passou e pronto para “fazer bonito aos seus visitantes”. Assim como a aposentada, a advogada paulista, Lígia Buonno, acredita que com o resultado final trará grandes surpresas aos passageiros.
“As obras estão em andamento e tudo já está perfeito. Se continuar assim, o turismo da Bahia já começará a agradar só de passar pelo Porto Marítimo de Salvador. Está muito interessante, grande, ventilado, confortável e atendendo as nossas necessidades”, disse.
Embora a operação, também para a Copa do Mundo FIFA 2014, tenha iniciado ontem - ainda em fase de testes - a inauguração oficial do novo Terminal Marítimo de Passageiros será marcada posteriormente pelo Governo Federal.
Fonte - Tribuna da Bahia  05/06/2014