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sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Garantia Safra destina mais R$ 130 milhões aos agricultores familiares da Bahia

Agricultura Familiar  🌱

O investimento do Governo na Safra 2015/2016 foi de R$ 36,3 milhões. As indenizações da Safra Verão, aos agricultores que já confirmaram perdas, até este mês, ultrapassam R$130 milhões. Cada família recebe R$ 850, em cinco parcelas de R$170.

Da Redação
foto -  Pedro Moraes/GOVBA
O Governo do Estado, por meio da Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf), da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), garantiu o pagamento de indenizações do Garantia Safra a 267.619 agricultores familiares, em 238 municípios baianos, neste ano de 2016. A ação foi iniciada no dia 12 deste mês diretamente às famílias, por meio do cartão cidadão, na Caixa Econômica Federal, sem intermediários. Esses recursos ajudam na segurança alimentar das famílias e impulsionam a economia dos municípios.
O investimento do Governo na Safra 2015/2016 foi de R$ 36,3 milhões. As indenizações da Safra Verão, aos agricultores que já confirmaram perdas, até este mês, ultrapassam R$130 milhões. Cada família recebe R$ 850, em cinco parcelas de R$170. O Fundo Garantia Safra busca garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares que sofrem com a perda da safra por motivo de seca ou excesso de chuvas, e é constituído por recursos da União, dos Estados, dos Municípios e dos próprios Agricultores, na proporção de 40%, 12%, 6% e 2%, respectivamente, sobre o valor da indenização.
Para a diretora na Suaf/SDR, Maria Auxiliadora, o programa tem um grande impacto social. “É uma ação, porque atende às famílias rurais mais pobres e incentiva a continuarem investindo na produção de alimentos. Então, ganha o campo, pela melhoria de vida, e a cidade, porque precisa desta produção para se alimentar”.
Com informações da Secom Ba.  23/12/2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

Financiamento para metrô do Rio só sai se estado quitar dívidas em atraso

Transportes sobre trilhos

“As operações de crédito devem seguir os parâmetros do Tesouro Nacional. Entre eles, está o de que o estado esteja adimplente.Sem isso, não tem como a gente dar aval a qualquer novo empréstimo”.Há vários meses, o estado do Rio de Janeiro não paga integralmente as parcelas da dívida com organismos internacionais.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil*
foto - ilustração/arquivo
Novos financiamentos para o metrô do Rio de Janeiro só sairão se o estado ficar em dia com a União e os organismos internacionais, disse hoje (28) a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi. Segundo ela, o estado precisa ficar adimplente para receber o aval do Tesouro para contrair um empréstimo de R$ 1 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para concluir as obras da Linha 4 do metrô.
“As operações de crédito devem seguir os parâmetros do Tesouro Nacional. Entre eles, está o de que o estado esteja adimplente. Sem isso, não tem como a gente dar aval a qualquer novo empréstimo”, disse a secretária. “A gente não está introduzindo nenhuma regra. Elas já estão aí.” Pela legislação, os estados e os municípios dependem de autorização do Tesouro para contrair financiamentos. Em troca, os governos locais comprometem-se com metas de ajuste fiscal e com o cumprimento de todas as obrigações financeiras.
Há vários meses, o estado do Rio de Janeiro não paga integralmente as parcelas da dívida com organismos internacionais. No caso de dívidas com garantia da União, o Tesouro cobre o calote, mas abate o valor não pago dos repasses do Fundo de Participação dos Estados, como ocorreu em maio, quando o Rio deixou de pagar a agência francesa de fomento.
Em relação à ajuda de R$ 2,9 bilhões para o estado do Rio de Janeiro, autorizada pela Medida Provisória 734, a secretária do Tesouro informou que o Ministério do Planejamento ainda está definindo os detalhes técnicos de como será liberada a ajuda. Ela não deu data para a liberação do dinheiro, que depende de uma nova medida provisória para abrir crédito extraordinário no Orçamento.
Além da ajuda de quase R$ 3 bilhões, o governo do Rio havia pedido um financiamento de R$ 1 bilhão do BNDES para completar as obras do metrô. No último dia 17, o estado decretou estado de calamidade pública financeira por causa da crise econômica. Além da recessão, que diminui a arrecadação de tributos, o estado sofre com a queda do preço internacional do petróleo, que reduz o pagamento de royalties.
No fim da tarde de hoje, o secretário de Fazenda do Rio, Julio Bueno, participou de reunião com a secretária do Tesouro. Ele saiu sem falar com a imprensa.
* Colaborou Heloísa Cristaldo
Fonte - Agência Brasil  28/06/2016

terça-feira, 24 de maio de 2016

Especialista: Banco dos BRICS poderá financiar projetos importantes em áreas carentes

Economia

Washington, D. C., abrigou nesta segunda-feira, 23, o seminário “Doing Business With The BRICS” (“Fazendo Negócio com os BRICS”), numa perspectiva que permite vislumbrar como será o relacionamento dos cinco países do bloco com os demais membros da comunidade mundial.

Sputnik
Sputnik
Os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) são vistos por vários analistas econômicos internacionais como “os emergentes que estão em rota de ascensão, podendo mesmo, no futuro, exercer um protagonismo mundial”. Para Paulo Wrobel, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e membro do BRICS Policy Center, este protagonismo já começa a se revelar na forma como a China vem se relacionando com diversos outros países, financiando, investindo e exercendo firmes parcerias em infraestrutura. Wrobel também acentua o relevante papel da Rússia em tais questões, ao também considerar prioritários os investimentos em infraestrutura.

Falando à Sputnik, Paulo Wrobel acentuou:
“A questão fundamental é a da infraestrutura. A China e até certo ponto a Rússia montaram nesses últimos anos uma infraestrutura bastante adequada. A China investiu fortemente como parte de sua política de ampliação no comércio internacional. Por exemplo, o país investiu em transportes e nos portos. Um tipo de investimento que foi muito comum nos anos 50, 60 na reconstituição da economia do pós-guerra e que depois caiu num certo vácuo em termos de investimento internacional, tanto público quanto privado, tanto dos bancos públicos quanto nos investimentos privados. Já no Brasil, temos uma carência imensa de infraestrutura em tudo isso que eu mencionei, como nos portos, nos transportes e nas áreas de petróleo e gás em que estamos precisando de uma nova rodada de investimentos. Eu chamaria a atenção para essa necessidade de investimentos e para grandes oportunidades de negócios e infraestrutura no nosso país.”

O Professor Paulo Wrobel também salientou o fato de o Banco dos BRICS – Novo Banco de Desenvolvimento – conceder financiamentos sem exigir contrapartidas políticas. Para Wrobel, este poderá ser um atrativo a mais na prospecção de negócios com os países do bloco:
“Havia uma certa expectativa a respeito de que o Banco dos BRICS seria um banco estritamente voltado para questões técnicas, econômicas, financeiras, se iria se concentrar em captar projetos de desenvolvimento viáveis que atendam aos interesses dos países, ou se a instituição teria um viés de atender mais a interesses políticos, seja de qual país for, mesmo que de fora do grupo BRICS. Eu tenho a impressão de que essa é uma afirmação muito importante e que levará a que o Banco dos BRICS possa ter um ótimo futuro como um dos bancos financiadores de projetos importantes em áreas muito carentes.”
Fonte - Sputnik  23/05/2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

VLT de Salvador é apresentado ao Banco de Desenvolvimento da América Latina

Transporte sobre trilhos

Em videoconferência na sede da instituição financeira em Brasília, realizada nesta segunda-feira (22), os secretários, o presidente da CTB e o representante do Governo da Bahia na capital federal, Jonas Paulo, conversaram com representante da diretoria e com especialistas do banco na área de mobilidade urbana e infraestrutura.

Da Redação
foto - Camila Peres/Divulgaão
Colocar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para andar em Salvador é determinação do governador Rui Costa alçada à condição de prioridade máxima aos seus secretários da Casa Civil, Bruno Dauster, e de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, e ao presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), Eduardo Copello. Para a tarefa, eles têm procurado alternativas frente à crise financeira e orçamentária enfrentada no país. Além da busca por investidores chineses, em andamento, o Governo do Estado abriu um outro possível canal para o financiamento da obra: o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).
Em videoconferência na sede da instituição financeira em Brasília, realizada nesta segunda-feira (22), os secretários, o presidente da CTB e o representante do Governo da Bahia na capital federal, Jonas Paulo, conversaram com representante da diretoria e com especialistas do banco na área de mobilidade urbana e infraestrutura.
O secretário Carlos Martins explicou que o CAF demonstrou real interesse ao conhecer o projeto e pediu detalhes. Ficou acertada uma visita técnica a Salvador para que os representantes conheçam o local de implantação do novo modal e, ainda, para que vejam outras possibilidades de parcerias em obras de mobilidade tocadas pelo governo estadual.
“Apresentamos a possibilidade de lançar a PPP [Parceria Público Privada] com o empréstimo via CAF para o próprio Estado ou para o vencedor da licitação”, disse Martins. Ele classificou a videoconferência como positiva. “Houve boa receptividade. Avaliaram o projeto como viável e importante para a mobilidade urbana da cidade”.
A obra demanda investimentos de R$1,5 bilhão e, interligada ao metrô, como quer o Governo do Estado, permitirá transportar mais de 190 mil passageiros/dia. A área de implantação, no subúrbio da capital, possui cerca de um milhão de moradores.
Com informações da Secom Ba. 22/02/2016 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Desembolsos do BNDES para logística de transporte crescem 8% em 2015

Infraestrutura

O incremento ocorreu apesar da queda de 28% no total liberado pelo Banco no ano passado. Ao todo, foram desembolsados R$ 136 bilhões.Conforme a instituição, projetos de logística de transporte estiveram entre as prioridades.O destaque foi para obras de mobilidade urbana, que receberam R$ 8,5 bilhões, 30% mais que em 2014.

Com informações do BNDES
foto - divulgação CCR Metrô da Bahia
Os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para logística de transporte cresceram 8% em 2015 na comparação com 2014, e alcançaram o montante de R$ 20 bilhões. O incremento ocorreu apesar da queda de 28% no total liberado pelo Banco no ano passado. Ao todo, foram desembolsados R$ 136 bilhões.
Conforme a instituição, projetos de logística de transporte estiveram entre as prioridades. O destaque foi para obras de mobilidade urbana, que receberam R$ 8,5 bilhões, 30% mais que em 2014. Somente ao transporte metroviário, com a construção e expansão dos metrôs de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza, o BNDES liberou R$ 6 bilhões em 2015, frente a R$ 4,6 bilhões do período anterior.
Além desses, o Banco também priorizou projetos de energia elétrica. O segmento recebeu 15% mais recursos que em 2014, num total de R$ 21,9 bilhões.
“O BNDES ajustou sua Política Operacional, preservando maiores níveis de participação, taxas menores e prazos mais longos para setores e temas prioritários. Como resultado, e mesmo diante do cenário de retração, o Banco manteve níveis consistentes de apoio em áreas importantes”, diz nota divulgada pela instituição.
Conforme o balanço, R$ 54,9 bilhões foram para infraestrutura, o equivalente a 40,4% do total; o setor da indústria recebeu R$ 36,9 bilhões (27,1%); o de comércio e serviços R$ 30,4 bilhões (22,4%); e o de agropecuária contou com R$ 13,7 bi (10,1%).
As aprovações atingiram R$ 109,5 bilhões e as consultas, R$ 124,6 bilhões. Os dois indicadores tiveram recuo de 47% em relação a 2014.
Segundo o Banco, “o desempenho acompanha a desaceleração da demanda por novos investimentos e foi influenciado pela política de ajuste fiscal implementada pelo governo federal, o que implicou em duas mudanças: condições mais restritivas nos programas equalizados e fim da política de empréstimos do Tesouro Nacional ao BNDES”.
Fonte - Agência CNT de Notícias 25/01/2016

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Aprovado R$ 848 milhões para a indústria naval

Economia

Em reunião no dia 15 de dezembro último, o Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), aprovou o valor de R$ 848,1 milhões para o financiamento de projetos da indústria naval,em reunião no Ministério dos Transportes.

Portogente
foto - ilustração
O valor de R$ 848,1 milhões foi aprovado na última reunião do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) para o financiamento de projetos da indústria naval, em reunião no dia 15 de dezembro último, no Ministério dos Transportes. Do valor total aprovado para os projetos, R$ 481,1 milhões serão destinados à construção de 166 embarcações de navegação interior. Para a construção de três navios petroleiros Suezmax foram aprovados R$ 326,3 milhões (suplementação). Outros R$ 40,7 milhões restantes foram destinados a uma embarcação porta-contêiner (manutenção e reparo) e para alteração de projeto de duas embarcações de apoio offshore.
O Fundo da Marinha Mercante financia até 90% do valor dos projetos ou até 100% para projetos de transporte fluvial de passageiros de elevado interesse social. A definição do percentual de financiamento depende do conteúdo nacional de cada projeto e do tipo da embarcação, e estão definidos na Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 3828/2009.
O FMM é administrado pelo CDFMM por meio do Departamento da Marinha Mercante, vinculado à Secretaria de Fomento para Ações de Transportes (SFAT) do Ministério dos Transportes. De 2011 até hoje, o FMM desembolsou R$ 20,68 bilhões no fomento ao transporte aquaviário e à indústria naval brasileira.
Está mais do que na hora, ou até já passou da hora, de fortalecermos a indústria naval, o aumento do transporte por hidrovias, cabotagem e apoio marítimo à exploração de petróleo e gás brasileira.
Fonte - Portogente  21/12/2015

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

BNDES apoia com R$ 2 bilhões ampliação do metrô de Salvador

Transportes sobre trilhos

Além dos investimentos na construção das linhas e da compra dos trens e equipamentos necessários, os recursos serão empregados na implantação ou reforma de nove terminais rodoviários de integração de passageiros.

BNDES
foto - ilustração/Hyundai Rotem
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai participar da construção do terceiro maior metrô do Brasil ao apoiar com R$ 2 bilhões a expansão da linha 1 e a construção da linha 2 do Metrô da Bahia, em Salvador e Lauro de Freitas. Com 32 km, ele fica atrás apenas dos de São Paulo (78 km) e do Rio de Janeiro (42 km). Em março, o Banco havia feito um empréstimo ponte de R$ 406 milhões que será quitado agora com esse empréstimo de longo prazo.
Pelo projeto, será ampliada a Linha 1, que vai dobrar em extensão e número de estações. Quando estiver concluída, terá 12 km e oito estações. A concessionária já construiu 3 km e duas estações.
Os recursos serão usados ainda na construção da Linha 2. Com 20 km de extensão, terá 12 estações, ligando pontos importantes, como o aeroporto e a rodoviária, ao Centro de Salvador.

foto - ilustração
Além dos investimentos na construção das linhas e da compra dos trens e equipamentos necessários, os recursos serão empregados na implantação ou reforma de nove terminais rodoviários de integração de passageiros.
Esses terminais são importantes para o sucesso do projeto, pois foi firmado convênio de cooperação entre os dois municípios e o Estado para integrar as linhas de ônibus ao metrô. Dessa forma, elas passam a trazer passageiros para o sistema metroviário e não a concorrer com ele.
Durante a obra, o consórcio construtor deve gerar 5,8 mil postos diretos e 14,7 mil indiretos. Em operação, o Metrô da Bahia deve empregar 1,4 mil pessoas e criar 4,2 mil empregos indiretos.
O metrô é uma Parceria Público-Privada (PPP) concedida pelo Estado por meio de licitação à CCR Metrô Bahia em outubro de 2013. A CPC deve operar o sistema até 2043.
O apoio do BNDES a construção de sistemas de transporte de massa cresce ano a ano. Em 2013 foram R$ 2,4 bilhões e, ano passado, R$ 6,5 bilhões. A expectativa é que, neste ano, o BNDES desembolse cerca de R$ 9 bilhões. Até o momento já foram realizados R$ 7,5 bilhões, mas há ainda R$ 1,5 bilhão previsto. A maior parte dos investimentos é em BRTs e metrôs.
Fonte - BNDES  01/12/2015

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Odebrecht fecha contrato de US$ 1,72 bi para construir metrô em Quito

Transportes sobre trilhos

Essa será a primeira linha metroviária do país e o projeto prevê 15 estações distribuídas por 22 quilômetros de distância. O contrato, anunciado nesta terça-feira, será assinado dentro dos próximos 60 dias, informou a Odebrecht.

Valor Econômico - RF
foto - ilustração/Quito
A Odebrecht Infraestrutura venceu, em sociedade com a companhia espanhola de engenharia Acciona, a licitação para a construção da linha 1 do metrô de Quito, capital do Equador. O contrato é avaliado em US$ 1,72 bilhão, com prazo estimado em 42 meses.
Essa será a primeira linha metroviária do país e o projeto prevê 15 estações distribuídas por 22 quilômetros de distância. O contrato, anunciado nesta terça-feira, será assinado dentro dos próximos 60 dias, informou a Odebrecht.
O financiamento para a construção veio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento do Banco Mundial, do CAF Banco de Desenvolvimento da América Latina e de outras fontes, acrescentou a empreiteira.
O consórcio é dividido em partes iguais entre Odebrecht — que é a líder no contrato — e Acciona.
Fonte - Revista ferroviária  25/10/2015

quarta-feira, 8 de julho de 2015

BNDES financiará com R$ 70,5 mi fabricação de 19 locomotivas

Transportes sobre trilhos

A operação ocorre no âmbito do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI), e os recursos serão repassados pelo agente financeiro Banco Alfa Investimento S.A.

BNDES
foto - ilustração
A Diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 70,5 milhões à GE Transportes Ferroviários S.A. para a fabricação de 19 locomotivas.
A operação ocorre no âmbito do Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI), e os recursos serão repassados pelo agente financeiro Banco Alfa Investimento S.A.
O projeto estimula a indústria nacional de máquinas e equipamentos do setor de logística ferroviária, que apresentou um salto de investimentos nos últimos anos. De 2007 a 2014, o BNDES aprovou 24 projetos de investimento em ferrovias, no valor total de R$ 17,3 bilhões. Deste montante, cerca de R$ 3,4 bilhões foram para a produção e/ou aquisição de 485 locomotivas para utilização no País.
As locomotivas — modelo GE AC 44i — serão adquiridas pela VLI Multimodal S.A (12 locomotivas) e pela Rumo Logística Operacional Multimodal S.A. (7 locomotivas). O apoio do BNDES corresponde a 50% do investimento total no projeto.
Fonte - Revista Ferroviária  08/07/2015

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Governo negocia até R$ 10 bi em ferrovias

Ferrovias

O aporte, segundo fontes oficiais, seria acrescentado ao que as empresas já estavam prevendo desembolsar independentemente das prorrogações. A extensão dos atuais contratos, assinados nos anos 1990 e com vencimento na próxima década, entrou na agenda do governo nas últimas semanas e uma decisão sobre o assunto deve ser tomada antes do dia 9.

Valor Econômico
foto - ilustração
Diante da dificuldade em destravar os 10 mil quilômetros de novas ferrovias anunciadas em 2012, o governo resolveu assumir uma postura mais pragmática. Em reunião ontem com as três principais concessionárias de trilhos do país, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, ouviu uma proposta que pode engordar em até R$ 10 bilhões o volume de investimentos do programa de infraestrutura que a presidente Dilma Rousseff pretende anunciar no dia 9 de junho.
Caso tenham seus contratos de concessão renovados antecipadamente, as três empresas ¬ América Latina Logística (ALL), MRS Logística e Vale Logística Integrada (VLI) ¬ se comprometem a investir entre R$ 7 bilhões e R$ 10 bilhões na modernização de suas respectivas malhas.
O aporte, segundo fontes oficiais, seria acrescentado ao que as empresas já estavam prevendo desembolsar independentemente das prorrogações. A extensão dos atuais contratos, assinados nos anos 1990 e com vencimento na próxima década, entrou na agenda do governo nas últimas semanas e uma decisão sobre o assunto deve ser tomada antes do dia 9.
Um ponto em especial é alvo de atenções: depois de comprada pela Cosan, a ALL tem um plano robusto de investimentos para os próximos quatro a cinco anos, mas boa parte do dispêndio está condicionado à prorrogação das concessões. Seus contratos expiram entre 2026 e 2028. Sem um horizonte maior, a empresa alega que não haveria tempo hábil para a recuperação dos investimentos. Por outro lado, o aporte da ALL é visto pelo governo como essencial, por permitir condições de modernização na sobrecarregada malha ferroviária paulista.
A partir de 2016, com a provável inauguração do trecho da Ferrovia NorteSul entre os municípios de Ouro Verde (GO) e Estrela D'Oeste (SP), o governo considera que é urgente viabilizar o aumento da capacidade ferroviária já existente no Estado de São Paulo para não criar futuros gargalos para as cargas em direção ao Porto de Santos.
Além de discutir a renovação dos contratos, Barbosa usou a reunião como termômetro para medir o interesse das empresas na própria concessão da Norte¬Sul. O governo quer transferir à iniciativa privada dois trechos da ferrovia: Palmas (TO)¬Anápolis (GO), com obras já concluídas e em operação ainda incipiente pela estatal Valec, e Ouro Verde¬Estrela D'Oeste, que tem mais de 80% das obras executadas e previsão de entrega em 2016. Nesse trecho, quem vencer o leilão poderá assumir o resto das obras.
A VLI opera o único lote da Norte¬Sul em pleno funcionamento, que liga o município de Açailândia (MA) a Palmas. Segundo fontes do governo, a discussão sobre a participação dessas concessionárias nos trechos que serão privatizados foi "produtiva".
O governo também pretende incluir na próxima rodada de concessões a chamada "Ferrovia da Soja", entre Lucas do Rio Verde (MT) e Campinorte (GO), que já teve seus estudos de viabilidade aprovados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O risco de falta de interessados fez com que o projeto fosse mantido na gaveta até agora.
Ainda pairam dúvidas sobre o modelo de concessão. Mal visto pelo mercado e pelo Ministério da Fazenda, o sistema pelo qual a Valec compra e revende a capacidade de carga das ferrovias não deve prosperar ¬ pelo menos tal como foi anunciado em 2012. Para alguns casos, como na Norte¬Sul, é avaliada cobrança de outorga onerosa.
Fonte - Revista Ferroviária  27/05/2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Petrobras assina contrato de financiamento com Banco de Desenvolvimento da China

Economia

O contrato foi assinado na China, durante visita do diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Ivan Monteiro, ao país.

Fatos e Dados
fatos e dados
Assinamos hoje (01/04) com o Banco de Desenvolvimento da China (CDB) o primeiro contrato de financiamento de um acordo de cooperação a ser implementado ao longo de 2015 e 2016. O contrato foi assinado na China, durante visita do diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Ivan Monteiro, ao país.
Este contrato de financiamento, assinado entre o CDB e a Petrobras Global Trading BV – PGT, nossa subsidiária, é de US$ 3,5 bilhões. Adicionalmente, as duas partes confirmaram a intenção de desenvolver novas cooperações no futuro próximo.
Este contrato é um importante marco para dar continuidade à parceria estratégica com o CDB, fortalecendo as sinergias entre as economias dos dois países.
Fonte - Fatos e Dados  01/04/2015

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Finep financia simuladores para treinamento das Forças Armadas


Tecnologia

Simulador de tiro fabricado pela EBTS e utilizado pelo Exército Brasileiro.A inovação já está em uso também,pela Policia Militar da Bahia,do Distrito Federal e futuramente de Minas Gerais, além da PM e Polícia Civil de Alagoas.

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Graças a um financiamento de aproximadamente R$ 550 mil da Finep, a EBTS (Empresa Brasileira de Treinamento e Simulação) desenvolveu um simulador de tiros com tecnologia genuinamente nacional capaz de se adaptar totalmente às necessidades de treinamento dos militares e policiais brasileiros e com suporte técnico diferenciado. A inovação já está em uso pelo Exército Brasileiro, pela Policia Militar da Bahia, do Distrito Federal e, futuramente, de Minas Gerais, além da PM e Polícia Civil de Alagoas.
Os simuladores, que contam com múltiplas telas de projeção, são empregados no treinamento de tiro com armas letais e não letais, tanto nas fases iniciais dos futuros policiais, como também no aprimoramento de técnicas e táticas de enfrentamento. A tecnologia utilizada é inédita no País e é dominada por um seleto grupo de empresas internacionais.
“A EBTS passou a ser uma das poucas empresas mundiais que domina esta tecnologia. Conseguimos colocar o Brasil na vanguarda tecnológica na América Latina em termos de simulação de combate e de uso da força policial”, destaca Adolfo Jachinski Neto, diretor da EBTS, ressaltando a importância da valorização da base industrial de defesa brasileira.
Fonte - Revista Amazônia  30/01/2015

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

BNDES anuncia - Financiamento mais vantajoso para ônibus elétricos e híbridos

Ônibus

Ônibus elétrico. BNDES anunciou nesta semana condições mais atraentes para a compra de veículos de transporte coletivo sobre pneus elétricos ou híbridos. Taxas de juros são menores e prazo para pagamento é superior em relação aos veículos a óleo diesel

Adamo Bazani – CBN
foto - ilustração/Pregopontocom
O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social publicou nesta semana novas regras que deixam o financiamento de ônibus elétricos e elétricos híbridos com condições mais vantajosas em comparação aos veículos movidos a óleo diesel.
O objetivo principal é estimular a compra dos ônibus menos poluentes cuja operação pode trazer benefícios aos próprios cofres públicos. Isso porque, ao reduzirem os níveis de poluição, os veículos elétricos e elétricos híbridos auxiliam também na diminuição dos custos com saúde pública relacionados à má qualidade do ar.
De acordo com a circular 01/2015 do BNDES, as taxas de juros para os ônibus elétricos e elétricos híbridos são menores e o prazo para o pagamento foi ampliado.
Enquanto que para o financiamento de ônibus a diesel comuns as taxas variam entre 9,5% e 10% ao ano, pelo Finame PSI, os juros para aquisição de um ônibus menos poluente varia entre 6,5% e 7%.
O prazo para pagamento é de 72 meses para os ônibus comuns e de agora de 120 meses para os elétricos ou elétricos híbridos.
Isso se deve ao maior tempo de vida útil dos ônibus menos poluentes. Até então, não valeria a pena plenamente para o frotista financiar o ônibus e logo aposentá-lo, sendo que ainda há pouco mercado de revenda deste tipo de veículo.
A carência para o início dos pagamentos também é maior para os ônibus elétricos e elétricos-híbridos que é de 48 meses. Para os ônibus comuns, este prazo é de seis meses.
Os fabricantes do setor comemoram e veem na medida a possibilidade de ampliação da frota deste tipo de ônibus no País:
“Sem sombra de dúvida, é um grande incentivo à introdução da tecnologia de ônibus elétrico. Os investimentos em ônibus elétricos vão contribuir para enfrentar os problemas vividos principalmente por grandes cidades como São Paulo. A capital paulista tem quatro mil mortes por ano por causa da poluição atmosférica. Investimento em ônibus elétrico também é investimento em saúde”, disse em nota a gerente comercial da Eletra, Iêda Maria Alves Oliveira.
A Eletra, com sede em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, atua há mais de 30 anos no mercado fabricando trólebus, ônibus elétrico-híbrido e que testa na região um ônibus articulado totalmente elétrico que depende apenas de bateria para se mover, não usando a fiação aérea como os trólebus tradicionais. O veículo é fruto de uma parceria com japonesa Mitsubishi.
As regras de financiamento só valem para os veículos fabricados no Brasil.
A Volvo, em Curitiba, desde 2012, faz um modelo de ônibus elétrico-híbrido. A chinesa BYD que testa ônibus elétricos movidos somente com baterias deve inaugurar a linha de produção neste ano em Campinas, no interior paulista.
Os detalhes das regras, podem ser consultados neste link do BNDES:
http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Industria/psi_bk.html
Adamo Bazani/Rádio CBN, especializado em transportes
Fonte - Blog Ponto de Ônibus  08/01/2015

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Por que o porto de Mariel é “um golaço” na Cuba sem embargo comercial?

Economia

Mariel é uma zona econômica especial em Cuba, onde se permite até 100% de capital estrangeiro nas empresas. Com a normalização das relações comerciais, será uma “plataforma de exportação” de manufaturados e de semi-manufaturados para os EUA.

Autor -  Fernando Brito

A jornalista Patrícia Campos Melo, especialista em assuntos internacionais, escreve na Folha um artigo sobre o “golaço” marcado pelo Brasil ao financiar a construção do Porto de Mariel em Cuba, sobretudo agora que os Estados Unidos reataram relações diplomáticas com a ilha e, ao que tudo indica, o embargo comercial de 52 anos está por cair.
Foi o que bastou para uma legião de comentaristas “coxinhas” começarem a xingar e ofender a colunista.
De fato, parecem ser tão pouco inteligentes que não conseguem enxergar o óbvio.
Então, com a paciência que devemos ter com este pessoal, vamos explicar.

A primeira vantagem – além de termos gerado encomendas ao Brasil maiores que o valor financiado – é que, com o provável fim do embargo, fica mais sólida a estrutura de financiamento, organizada na base do “project finance”, onde a receita do empreendimento é que paga o dinheiro nele investido. Isso dá mais liquidez aos recebimentos e torna, na prática, o financiador um “sócio” das receitas operacionais.

Mas este é o “de menos”.
Mariel é uma zona econômica especial em Cuba, onde se permite até 100% de capital estrangeiro nas empresas. Com a normalização das relações comerciais, será uma “plataforma de exportação” de manufaturados e de semi-manufaturados para os EUA.

Mariel fica a menos de 200 km da costa da Flórida.
É preciso falar das vantagens que terá sobre outras zonas de processamento de exportação hoje usadas pelos EUA, como a de Colón, no Panamá, que fica a 1.800 quilômetros de Miami? Outra plataforma logística, a Península de Yucatán, no México, fica a 900 quilômetros…E Barranquilla, zona especial da Colômbia, com as curvas necessárias para contornar a própria Cuba, a uns 2.500 km.
Dá para entender também que o Brasil tem seu porto mais próximo da costa oeste em Itaqui? Bagatela de 5 mil quilômetros…
É possível entender que Mariel tem tudo para funcionar tanto como um hub para conexões com portos do Golfo do México e da costa oeste americana, tanto para grãos e minérios quanto para peças e partes para montagem local?
Não é, claro, a vantagem de carregar/descarregar/carregar ou montar por lá. É reduzir custo e aumentar vendas, por ganhos de competitividade.
Será que agora eles vão entender que o diretor internacional da Fiesp, Thomaz Zanotto, no video que posto abaixo, não defende o financiamento brasileiro ao porto por ser comunista ou “bolivariano”.
Mas talvez seja demais para os “lobetes”.
Fonte - Tijolaço  17/12/2014



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

TVs comunitárias querem fundo de financiamento e política nacional de estímulo

Comunicação

Para o presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCom), Paulo Miranda, as tvs comunitárias são tratadas como as “primas pobres e boicotadas” da comunicação. “Hoje, já temos no Brasil cinco tvs comunitárias e mais de cinco mil rádios comunitárias, mas ainda não temos um fundo de apoio e desenvolvimento delas.

Mariana Jungmann 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
Representantes de canais de televisão comunitárias participaram hoje (15) de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado e reivindicaram um fundo de financiamento e uma política nacional de comunicação comunitária. Essas e outras demandas constarão de documento a ser formulado pela comissão para encaminhar à presidenta Dilma Rousseff.
Para o presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCom), Paulo Miranda, as tvs comunitárias são tratadas como as “primas pobres e boicotadas” da comunicação. “Hoje, já temos no Brasil cinco tvs comunitárias e mais de cinco mil rádios comunitárias, mas ainda não temos um fundo de apoio e desenvolvimento delas. É um setor que não tem nenhuma previsão de recursos para funcionar, pagar luz, aluguel, salários, impostos, gerar emprego e renda e também para produção. O problema maior é a renovação tecnológica, diante do apagão do modelo analógico, passando para o modelo digital. Tudo isso demanda muito dinheiro”, explicou.
A ideia de criação de um fundo não é nova e já há, inclusive, projeto de lei no Congresso prevendo a mudança de finalidade do atual Fundo de Fiscalização de Telecomunicações (Fistel) para um fundo voltado ao financiamento da comunicação pública e comunitária. A cobrança de um canal de fomento foi reforçada pelos representantes das tvs comunitárias, sob o argumento de que ele facilitaria a implementação de projetos de criação dos canais da cidadania. Esses canais devem ser criados pelos municípios, mas não são implementados por falta de recursos.
“Queremos incentivos aos prefeitos, para que peçam o Canal da Cidadania e que se crie um em cada cidade brasileira. A exemplo do Mais Médicos, que municipaliza o atendimento à saúde no Brasil, seria a municipalização da comunicação. Precisamos de mais comunicação, porque atualmente ela é manipulada, de mão única. Queremos mais vozes”, explicou Miranda.
Criada para liderar a comunicação pública brasileira, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foi representada no debate pelo diretor de Relações Institucionais, André Barbosa. Segundo ele, mesmo uma emissora grande como a EBC tem dificuldades financeiras, "porque fazer televisão custa caro e os canais comunitários sofrem ainda mais com isso".
“As emissoras comunitárias, principalmente aquelas consideradas de caráter social, de terceira via, são fundamentais para implementar um projeto discordante de uma mídia standart, de uma mídia comercial, que tem interesse no lucro. Ela é a nossa base no Brasil. Em outros países da América Latina, não é tanto assim, mas o Brasil é um país com 400 emissoras geradoras e provavelmente 80% delas são comerciais. Temos 12 mil retransmissoras. Destas, oito mil são comerciais. Então, é um problema criado no nosso processo democrático. Sempre se incentivou a TV comercial e muito pouco a TV pública”, salientou o diretor da EBC.
Ainda segundo Barbosa, a comunicação pública tem papel importante na formação da consciência crítica da sociedade e na experimentação da programação. Entretanto, a EBC usa pouco a produção das tvs comunitárias, porque ela ainda é “muito insipiente”. Acrescentou que, no futuro, a troca de material entre os canais da EBC e os comunitários poderá ser mais intensa.
“A intenção da EBC não é impor programação centralizada. É colocar programações, porque sabe da dificuldade que as pessoas têm de produzir programas locais para preencher 24 horas. Então, terão de contar com a programação. Queremos reforçar especialmente a programação local, porque ali nasce o novo talento, novo formato, novo argumento. E isto certamente será utilizado em rede nacional”, concluiu.
Fonte - Agência Brasil  15/12/2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Autorizado financiamento para obras de ampliação do metrô entre Pirajá e Águas Claras/Cajazeiras

Transportes sobre trilhos

Governo da Bahia recebe autorização da Assembleia Legislativa do estado,para a captação de recursos junta a CEF,para obras de construção do 3º trecho da linha 1 do metrô de Salvador entre a Estação Pirajá e Águas Claras-Cajazeiras.

Da Redação
Com informações da Secom Ba.
foto - Pregopontocom
A contratação do recurso da ordem de R$ 800 milhões para que o Governo do Estado dê continuidade às obras da Linha 1 do Metrô de Salvador, no trecho que liga as estações Pirajá e Águas Claras/Cajazeiras, com extensão de 5,5 quilômetros, foi autorizada por unanimidade, nesta terça-feira (18), pela Assembleia Legislativa da Bahia.
O Projeto de Lei 20.931/2014 foi enviado pelo governador Jaques Wagner em setembro deste ano. O recurso será captado pelo Poder Executivo Estadual junto à Caixa Econômica Federal e, posteriormente, será lançada a licitação para as obras.

Obras
O empréstimo que sera tomado pelo Governo do Estado da Bahia junto à Caixa Econômica Federal destina-se a futura ampliação da linha 1,o 3º trecho, compreendido entre a Estação Pirajá e Águas Claras-Cajazeiras com 5,5 Km de extenção.
As novas estações da Linha 1 do Sistema Metroviário de Salvador a entrarem em operação serão Bom Juá, Pirajá e Bonocô. No segundo ramal, a linha 2, o primeiro trecho será da estação Acesso Norte(RT do Abacaxi),Detran,estação Iguatemi, com previsão de entrega para outubro do próximo ano,o segundo trecho com outras quatro estações, Pernambués, Imbuí, Cab e Pituaçu, com previsão de inicio de operação em abril de 2016, em outubro de 2016  mais quatro novas estações, Flamboyant,Tamburugy, Bairro da Paz e Mussurunga. Com a entrega da Estação Aeroporto em abril de 2017, a linha 2 passara a operar com 19 estações previstas no contrato de concessão com a operadora CCR Metrô da Bahia,e a população passara a contar com as duas linhas do metrô em operação.
Pregopontocom  19/11/2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Lucro do Banco do Brasil é R$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre

Economia

O crédito imobiliário teve saldo de R$ 35 bilhões em setembro deste ano, aumento de 73,1% em relação ao mesmo período de 2013. O financiamento às empresas cresceu 108,0% em um ano, atingindo saldo de R$ 9,3 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 63,2% no mesmo período, alcançando um saldo de R$ 25,7 bilhões.

Fernanda Cruz 
Repórter da Agência Brasil
foto - EBC
O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre deste ano. No trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 2,9 bilhões, um retorno sobre o patrimônio líquido ajustado de 16,1%.
O crédito imobiliário teve saldo de R$ 35 bilhões em setembro deste ano, aumento de 73,1% em relação ao mesmo período de 2013. O financiamento às empresas cresceu 108,0% em um ano, atingindo saldo de R$ 9,3 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 63,2% no mesmo período, alcançando um saldo de R$ 25,7 bilhões.
A carteira de crédito à pessoa física orgânica, formada por operações com clientes do BB, encerrou o trimestre com saldo de R$ 145,6 bilhões, crescimento de 2,3% no trimestre e de 12,% em 12 meses. As linhas de menor risco, como Crédito Consignado, Crédito Direto ao Consumidor Salário, Financiamento de Veículos e Crédito Imobiliário, alcançaram 76,1% do total da carteira, crescimento de 13,7% em 12 meses.
O financiamento ao agronegócio terminou o trimestre com a marca de R$ 158,4 bilhões, montante 21,8% maior que o registrado no mesmo período de 2013. Na safra 2014/2015, o Banco do Brasil desembolsou R$ 20,6 bilhões em operações de crédito rural, evolução de 33,3% em relação à safra anterior.
O crédito concedido às empresas encerrou setembro com R$ 342 bilhões, crescimento de 12,8% em 12 meses e 2% em relação ao trimestre anterior. As operações de capital de giro e de investimento, que representam 72,1% do total, obtiveram crescimento de 11,1% e 23,6% em 12 meses, respectivamente.
O saldo da carteira de crédito relacionado ao segmento das micro e pequenas empresas, que têm faturamento bruto anual até R$ 25 milhões, alcançou no trimestre R$ 101,5 bilhões, crescimento de 7,5% em 12 meses.
Os índices de inadimplência do BB se mantiveram em patamares menores do que os observados no Sistema Financeiro Nacional (SFN). Ao fim de setembro, o índice de operações vencidas há mais de 90 dias representou 2,09% da carteira de crédito. No mesmo período, o SFN registrou índice de 3,0%.
Fonte - Agência Brasil  05/11/2014

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Governo Federal autoriza R$ 1 bi do BNDES para metrô de Fortaleza

Transportes sobre trilhos

Governo autoriza R$ 1 bi do BNDES para metrô no CE - O BNDES havia noticiado financiamento para esse projeto no começo de julho. A implantação da Linha Leste do metrô de Fortaleza, com extensão total de 12,4 quilômetros e 13 estações, faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). 

Ayr Aliski - Estadão
foto - ilustração
O Ministério da Fazenda autorizou que seja firmado contrato de financiamento de R$ 1 bilhão entre o Estado do Ceará para a implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza. O financiamento será concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O com essa autorização foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 1.
O BNDES havia noticiado financiamento para esse projeto no começo de julho. A implantação da Linha Leste do metrô de Fortaleza, com extensão total de 12,4 quilômetros e 13 estações, faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). A Linha Leste do metrô irá integrar o centro capital à região da Avenida Santos Dumont, onde se encontram os principais polos comerciais, universitários e financeiros da cidade, além da região da Avenida Washington Soares, que apresenta o maior índice de crescimento da região.
O financiamento do BNDES vai apoiar investimentos necessários para implantação das obras civis do metrô, que corresponde a 12,4 quilômetros de sistema metroviário, sendo 11,1 quilômetros de trecho subterrâneo, 562 metros de trecho de transição e 800 metros de trecho em superfície, além de treze estações (doze subterrâneas e uma em superfície), dez poços de ventilação e sete saídas de emergência.
O texto publicado hoje no Diário Oficial cita "contrato de garantia, a ser firmado entre a União e o Estado do Ceará, com a interveniência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e contrato de vinculação de receitas e de cessão e transferência de crédito, em contragarantia, a ser celebrado entre a União e o Estado do Ceará, com a interveniência da Caixa Econômica Federal S.A., do Banco do Brasil S.A. e do Banco do Nordeste do Brasil S.A., ambos relativos a contrato de financiamento a ser firmado entre o Estado do Ceará e o BNDES, no valor de R$ 1 bilhão, cujos recursos serão destinados ao financiamento da implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza".
Fonte - A Tarde  01/09/2014

sábado, 3 de maio de 2014

Feirão da Casa Própria terá imóveis a partir de R$ 90 mil

Habitação

Feirão deve aquecer mercado da construção civil

Kleyzer Seixas
Mila Cordeiro | Ag. A TARDE
A 10ª edição do Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal (CEF), terá um acréscimo na oferta de imóveis este ano de, no mínimo, duas mil unidades a mais em relação a 2013, quando foram disponibilizadas 20 mil. O evento será realizado em Salvador de 16 a 18 de maio, no Centro de Convenções da Bahia, e a expectativa é receber em torno de 40 mil visitantes, número 30% maior do que o registrado na edição passada.
Quem for ao feirão encontrará imóveis com valores que variam de R$ 90 mil a mais de R$ 1 milhão. São apartamentos ainda na planta e recém-construídos, com o habite-se de, no máximo, seis meses. "As empresas que estarão ofertando os imóveis são empresas pré-analisadas pela Caixa; então, são empreendimentos que têm uma garantia", afirma o gerente de habitação da Caixa Econômica, Dimas Neto.
Uma das vantagens do Feirão da Caixa é o tempo para o pagamento da primeira parcela. Quem contratar o financiamento imobiliário poderá optar por pagar a primeira parcela somente em janeiro de 2015. O prazo para o financiamento imobiliário é de até 35 anos e as taxas de juros são a partir de 4,5% ao ano, variando de acordo com a renda do tomador e o valor financiado.
O financiamento cobre, normalmente, 80% do valor do imóvel, mas em se tratando das unidades do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida, o financiamento pode chegar a 100% do valor, o que vai depender de cada caso, segundo o gerente de habitação da Caixa.
Mas é importante ficar atento ao custo que a compra da casa própria terá nas despesas familiares. Para não comprometer o orçamento, é indicado que o valor não ultrapasse 30% da renda do comprador, aconselha a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci. "Acima desse percentual, o consumidor começa a ter problemas de endividamento".
O complicador, segundo Maria Inês, é o fato de o financiamento se tratar de uma dívida de longo prazo, já que outros compromissos podem ser assumidos pelo consumidor. Assim, ele pode acabar acumulando dívidas. "O consumidor deve ficar atento ao quanto pode pagar pelo imóvel", alerta a coordenadora da Proteste.

Compra segura
Além de ficar de olho na questão financeira, os compradores também não podem deixar de levar em consideração a localização do imóvel, verificar o padrão de acabamento da unidade e pesquisar o histórico da construtora, afirma o corretor Luiz Alberto Sobrinho. "É importante ficar atento à localização, porque, no momento pode ser oferecida uma coisa e pode ser outra. Por isso, antes de fechar o negócio, é indicado ir ao terreno, no caso de imóvel na planta, ou ver como é o apartamento, para ter certeza de que se encaixa com o que se quer comprar".
Dilton Fraga foi um dos clientes que tomaram o empréstimo para depois fazer a compra. "Aproveitei a oportunidade para garantir o empréstimo e optei por comprar depois, com mais cuidado", afirma Fraga, que comprou um apartamento de dois quartos em Brotas. A gerente comercial da Excelência Imobiliária, Ana Figueredo, diz que o ideal é fazer a análise de crédito para conseguir a aprovação e, então, sair em busca do imóvel.
Como o feirão dá a possibilidade de o cliente fazer uma análise do metro quadrado, é indicado comparar as opções. "É importante saber quanto está sendo pedido naquela região e verificar as condições do negócio, para não comprar por impulso", diz a coordenadora da Proteste, Maria Inês Dolci.
Fonte - A Tarde 03/05/2014

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Governo Federal destina R$ 21 bilhões para financiar a agricultura familiar

Agricultura Familiar

No total, R$ 13,7 bilhões já foram contratados pelos pequenos produtores...
“São mais tratores, mais caminhões, equipamentos de irrigação e resfriadores de leite, aumentando a produtividade nas lavouras e nas criações da agricultura familiar”

Ana Cristina Campos 
Repórter da Agência Brasil
 Antonio Cruz/Agência 
No total, R$ 13,7 bilhões já foram contratados pelos pequenos produtores
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (24) que o governo destinou R$ 21 bilhões para financiar a safra de 2013/2014 da agricultura familiar, dos quais R$ 13,7 bilhões já foram contratados pelos pequenos produtores. Segundo ela, os agricultores estão aproveitando o crédito barato do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para expandir a produção e comprar máquinas e equipamentos.
“São mais tratores, mais caminhões, equipamentos de irrigação e resfriadores de leite, aumentando a produtividade nas lavouras e nas criações da agricultura familiar”, disse.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma informou que o pequeno agricultor também pode se beneficiar das inovações tecnológicas. “No Pronaf Inovação, o crédito é bem barato para incentivar o cultivo protegido de hortifrutigranjeiros, para a automação da avicultura e da suinocultura, e também para atualização tecnológica da bovinocultura de leite.”
A presidenta explicou que o fortalecimento da agricultura familiar também inclui o apoio à comercialização dos produtos por meio da compra de uma parte dos alimentos produzidos nas pequenas propriedades e cooperativas pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). O orçamento do PAA somado ao orçamento do Pnae para 2014 é cerca de R$ 2 bilhões.
“Esses programas, o PAA e o Pnae, são muito importantes, porque, primeiro, garantem renda certa aos produtores; segundo, eles colocam produtos frescos e saudáveis na merenda escolar das crianças, nas creches e nos hospitais. E, finalmente, eles movimentam a economia dos pequenos municípios”, ressaltou.
Segundo Dilma, os pequenos produtores representam 33% do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário do Brasil, 84% dos estabelecimentos rurais e 74% da mão de obra no campo.
Fonte - Agência Brasil  24/02/2014