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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Complexo vira-lata ataca bancos públicos

Ponto de Vista  $$

Velho chavão da escola econômica do Consenso de Washington, que esteve em alta no início da década passada, essa visão sobre bancos públicos foi ressuscitada nos tempos de Temer-Meirelles, quando o complexo de vira-lata de que falava Nelson Rodrigues se manifesta sem constrangimento nem pudor. O que se quer é preparar o caminho para um programa de terra arrasada do setor produtivo, bloqueado qualquer reconstrução do país a partir de 2019.

Paulo Moreira Leite* - Portogente
foto - ilustração/arquivo
"Temos que começar a discutir se vale a pena ter banco público no Brasil, dado o fracasso que têm sido a utilização deles por parte dos gestores de dívida pública", disse o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, escola privada de elite de São Paulo. Antigo assessor da equipe econômica de Antônio Palocci, Lisboa fez uma longa carreira como executivo do Itaú, de onde saiu em 2013, três anos antes do golpe contra Dilma apoiado pelo banco.
Velho chavão da escola econômica do Consenso de Washington, que esteve em alta no início da década passada, essa visão sobre bancos públicos foi ressuscitada nos tempos de Temer-Meirelles, quando o complexo de vira-lata de que falava Nelson Rodrigues se manifesta sem constrangimento nem pudor. O que se quer é preparar o caminho para um programa de terra arrasada do setor produtivo, bloqueado qualquer reconstrução do país a partir de 2019.
Afinal, é uma instituição pública, o Banco do Brasil, que fornece o grosso do crédito para agricultura, seja para o agronegócio e a agricultura familiar. Os recursos para os programas sociais são fornecidos pela Caixa, historicamente responsável pelo financiamento de 70% das residências do país. Desde a década de 1950, quando o BNDES foi criado com apoio de Roberto Campos, patrono do pensamento liberal brasileiro, é impossível falar de investimento industrial sem falar dos financiamentos da instituição. O movimento, como se sabe, é outro. O que se quer é desmontar uma estrutura que ajudou a construir uma das dez maiores economias do mundo.
Já em novembro de 2016, poucos meses depois de instalado na cadeira de Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles anunciou o plano de fechar 500 agências do Banco do Brasil e demitir 17 mil funcionários -- uma iniciativa para abrir espaço para o crescimento de instituições privadas. Na mesma época, a Caixa Econômica anunciou a proposta de fechar 120 agências e demitir 11 mil funcionários.
No BNDES, o ataque chegou a tal nível de escândalo que levou o presidente Paulo Rabelo de Castro, insuspeito de qualquer simpatia com ideias fora da cartilha conservadora, a realizar uma auditoria interna -- jamais respondida pelos críticos -- demonstrando o desempenho da instituição e sua utilidade para o país.
A importância estrutural dos bancos públicos brasileiros ficou escancarada há quase uma década, em abril de 2009, quando Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, então às voltas com o colapso dos derivativos, fez questão de esticar o braço para cumprimentar Luiz Inácio Lula da Silva durante um encontro do G-20, em Londres, com a frase inesquecível: "Esse é o cara...eu adoro esse cara", disse Obama.
Não se tratava, óbvio, de uma saudação pessoal, mas do reconhecimento pelo bem sucedido esforço do governo brasileiro em proteger o país do holocausto econômico de Wall Street -- numa intervenção na qual os bancos públicos brasileiros cumpriram um papel fundamental. Em Washington, na época, não faltavam recursos do Tesouro para reanimar a economia. Mas, sem bancos públicos -- como quer Marcos Lisboa -- faltavam instituições para fazer o dinheiro chegar aos destinatários, abrindo caminho para estímulos à retomada do crescimento.
Enquanto a liberação de dólares pelo governo dos EUA provocava até protestos na linha Occupy Wall Street por parte de uma população inconformada com a ajuda ao mesmo setor privado cuja ganância havia quebrado o país de forma irresponsável, a intervenção do governo brasileiro produzia resultados opostos.
Em visita profissional aos Estados Unidos naquele período, não ouvi críticas ao "fracasso" de nossos bancos públicos, mas palavras de reconhecimento à Caixa Econômica pelos programas que só poderiam ser administrados por sua condição estatal -- como o Bolsa Família e mais tarde, Minha Casa Minha Vida, com papel evidente na recuperação da economia.
Entre executivos do Banco Mundial, ouvi elogios -- quase invejosos -- a uma instituição como o BNDES, capaz de injetar recursos na reanimação das empresas que tinham planos de investimento mas não encontravam, no setor privado, linhas de crédito que permitissem fechar o plano de negócios. As mudanças no mercado dos bancos brasileiros, há uma década, ajudam a entender o fundo da discussão. Numa conjuntura na qual, de um ano para outro, a inadimplência cresceu 48% (em 2008) e 18,8 % (em 2009), os bancos públicos foram atrás de clientes abandonados pelo setor privado e dessa forma impediram uma derrocada maior. O Banco do Brasil cresceu 31,5%, a Caixa Econômica, 51,4% e o BNDES deu um salto de 140%. Em média, o setor público deu um salto de 66,7%, para assumir 49,5% do crédito disponível
Os bancos privados, enquanto isso, caíram de 63,5% para 49,2%. Essa redução ocorreu num período no qual, para estimular o setor privado, o Banco Central liberou uma bolada fantástica de R$ 99,7 bilhões dos chamados depósitos compulsórios. Pouco adiantou. Mesmo autorizados a emprestar, preferiam ficar com montanhas de dinheiro em caixa.
Num esforço para impressionar o cidadão comum e minar sua resistência, a mídia do pensamento único cultiva uma campanha permanente de denúncias contra os bancos estatais, cujo marco é uma série de reportagens do Estado de S. Paulo, de 1976. Tenta-se construir, num esforço ininterrupto de mais de 40 anos, a noção de que as empresas estatais são ineficientes porque foram erguidas como um paraíso de mordomias, favores e privilégios, para não falar em coisa pior.
Essa visão de fracasso com origem no Estado -- que será debatida um pouco mais adiante -- busca diminuir o apoio da população a um patrimônio que ela construiu com seu esforço e sua criatividade. Sabemos que as distorções e mazelas existem, mas é difícil negar que refletem uma realidade de todo o país e são mais graves na área privada. Dados divulgados em 2017 mostram que é erro considerar o Estado como endereço preferencial da mordomia.
É certo que, no Banco do Brasil, a diferença de rendimento entre um diretor e um escriturário do banco é gigantesca -- 42 vezes. No setor privado, contudo, é ainda maior e ultrapassa 100 vezes com frequência. No Santander, fica em 144 vezes. No Itaú, o rendimento anual de diretores chega a R$ 12,5 milhões, o equivalente a 255 vezes aquilo que recebe um escriturário.
*Paulo Moreira Leite é jornalista e escritor
Fonte - Portogente  12/01/2018

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Rui Costa anuncia liberação de empréstimo de R$ 600 milhões do Banco do Brasil para Bahia

Política  👀

Nos últimos meses, travei uma verdadeira batalha para garantir recursos destinados a obras importantes em todo estado. Não baixamos a cabeça diante do boicote e da perseguição aos baianos”, afirmou Rui nas redes sociais. 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O governador Rui Costa anunciou, na noite desta quinta-feira (28), a vitória da Bahia na liberação do empréstimo de R$ 600 milhões junto ao Banco do Brasil. "A Bahia venceu. Nos últimos meses, travei uma verdadeira batalha para garantir recursos destinados a obras importantes em todo estado. Não baixamos a cabeça diante do boicote e da perseguição aos baianos”, afirmou Rui nas redes sociais.
O contrato entre o Estado e o Banco do Brasil foi assinado no dia 18 de agosto. Mas, mesmo cumpridas todas as etapas do processo, a instituição se recusava a liberar o financiamento. No último dia 18, a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) julgou procedente o recurso do Agravo de Instrumento impetrado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) e determinou que o banco liberasse o valor.
Os recursos serão destinados às áreas de infraestrutura rodoviária, hídrica e urbana, além de mobilidade e educação. “Parabéns ao Poder Judiciário. Continuaremos confiantes na Justiça e firmes na luta pelos interesses da Bahia e dos baianos!", acrescentou Rui
Com informações da Secom BA  28/12/2017

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Justiça do Maranhão suspende fechamento de agências do Banco do Brasil no estado

Política $

Na decisão, o magistrado afirma haver “risco irreparável ou de difícil reparação” ao direito dos consumidores caso o Banco do Brasil coloque em prática a decisão de fechar agências no estado. “A plausibilidade jurídica das alegações do autor está demonstrada, pois a conduta do réu provoca um desequilíbrio no sistema de proteção ao consumidor, onerando-o demasiadamente”, diz trecho da decisão.

Ivan Richard Esposito
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
A Justiça do Maranhão suspendeu hoje (28), de forma liminar, o fechamento de agências do Banco do Brasil no estado, medida prevista no plano de reorganização institucional, anunciado no inicio do mês e com implementação prevista para 2017. A decisão é do juiz titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, Douglas de Melo Martins, que acatou pedido feito pelo Procon do Maranhão, em ação civil pública ajuizada na última quarta-feira (24).
Na decisão, o magistrado afirma haver “risco irreparável ou de difícil reparação” ao direito dos consumidores caso o Banco do Brasil coloque em prática a decisão de fechar agências no estado. “A plausibilidade jurídica das alegações do autor está demonstrada, pois a conduta do réu provoca um desequilíbrio no sistema de proteção ao consumidor, onerando-o demasiadamente”, diz trecho da decisão.
Procurado pela Agência Brasil, o banco ainda não se posicionou sobre a decisão. Com a reorganização, o Banco do Brasil reduziria de 118 para 105 agências e passaria a ter 51 postos de atendimento em vez dos 43 atuais. O banco possui 1.892 funcionários no Maranhão e 248 fazem parte do público potencial do Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada, que prevê adesão voluntária. Atualmente, oferece 161 unidades de atendimento no estado, sendo 118 agências e 43 postos de atendimento. De acordo com a instituição, os clientes também contam ainda com 357 correspondentes bancários, 1.017 caixas eletrônicos BB e 261 terminais da rede Banco 24h no estado.

Danos aos consumidores
Para o juiz, os consumidores atingidos pelo fechamento da agência sofrerão “graves danos, decorrentes da diminuição na qualidade do serviço prestado, além de ficarem sujeitos a longos deslocamentos para que utilizem os serviços bancários contratados, o que, além do incômodo, gera risco para vida e segurança dos clientes, principalmente do interior do estado”
Na ação civil pública, o presidente do Procon no Maranhão e diretor dos Procons Nordeste, Duarte Júnior, sustenta que apesar de haver a livre iniciativa, a decisão do Banco do Brasil de fechar agências fere o direito do consumidor.
“Apresentamos as razões jurídicas também levando em consideração a realidade local. O Maranhão é o estado que tem o pior acesso à internet, com 9,8% das residências com acesso à rede mundial de computadores. É diferente, por exemplo, de Brasília, em que 65% das residências têm acesso à internet”, frisou Duarte Junior. “Não temos condições de permitir a troca do atendimento presencial por um pela internet ou eletrônico”, acrescentou o presidente do Procon.

Decisão
No despacho, o juiz Douglas de Melo Martins determina que seja mantido o pleno funcionamento de todas as atuais agências do banco no estado e que não ocorra mudanças das agências para postos de atendimento. Ele pede ainda que o banco apresente relatório com motivação, os impactos econômicos e a adequação das mudanças ao plano de negócios e à estratégia operacional da instituição.
Além disso, determina que o Banco do Brasil aponte quais serviços deixariam de ser prestados nos postos de atendimento e quais continuarão sendo oferecidos e informe quais providências estão sendo ou foram tomadas para não gerar impacto negativo aos consumidores.
Fonte - Agência Brasil  29/11/2016

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Banco do Brasil abre concurso com 860 vagas para cargo de escriturário

Concurso Público

Interessados podem se inscrever a partir desta terça-feira até 31 de agosto, pelo site da Cesgranrio.O processo seletivo conta com provas objetivas e redação. A etapa está agendada para 18 de outubro e terá cinco horas de duração. As oportunidades são para os estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Agência Brasil
foto - ilustração
A espera acabou! O Banco do Brasil abriu, nesta segunda-feira novo concurso com 860 vagas no cargo de escriturário. Destas, 95 são imediatas e 765 para formação de cadastro de reserva. Para participar, candidato devem ter nível médio completo. O salário é de R$ 2.227,26, para jornada de 30 horas semanais. Interessados podem se inscrever a partir desta terça-feira até 31 de agosto, pelo site da Cesgranrio, banca organizadora da seleção. A taxa de participação é de R$ 42.
O processo seletivo conta com provas objetivas e redação. Serão cobradas 25 questões de conhecimentos básicos e 45 de conhecimentos específicos. A etapa está agendada para 18 de outubro e terá cinco horas de duração. As oportunidades são para os estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Em conhecimentos básicos, serão cobradas as disciplinas de língua portuguesa; raciocínio lógico-matemático; e atualidades do mercado financeiro. Já em conhecimentos específicos, candidatos responderão questões de cultura organizacional; técnicas de venda; atendimento; domínio produtivo da informática; conhecimentos bancários; e língua inglesa.
Os exames serão aplicados nas cidades de: Maracanaú/CE, Itapipoca/CE, Sobral/CE, Quixadá/CE, Russas/CE, Crateús/CE, Juazeiro do Norte/CE, Fortaleza/CE, João Pessoa/PB, Campina Grande/PB, Patos/PB, Sousa/PB, Recife/PE, Jabotão dos Guararapes/PE, Olinda/PE, Palmares/PE, Vitória de Santo Antão/PE, Timbaúba/PE, Caruaru/PE, Garanhuns/PE, Serra Talhada/PE, Petrolina/PE, Parnaíba/PI, Teresina/PI, Picos/PI, Floriano/PI, Natal/RN, Mossoró/RN, Aracaju/SE, Estância/SE, Nossa Senhora da Glória/SE, Itabiana/SE, Lagarto/SE e Capela/SE.
Além do salário inicial, o futuro funcionário também receberá participação nos lucros do BB, vale-transporte, vale-cultura, auxílio-creche, ajuda alimentação/refeição, auxílio a filho com deficiência, plano odontológico, plano de saúde e previdência privada.
Do total de vagas, 5% são reservadas a pessoas com deficiência e 20% a pretos e pardos. O concurso terá validade de um ano, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Mais vagas
Há 33 certames com inscrições abertas para candidatos de níveis médio e superior, com 1.447 vagas e remunerações de até R$ 28,9 mil. Nesta semana, o prazo se encerra em 14 disputas, com 527 oportunidades e salários entre R$ 1 mil e R$ 17,3 mil. Segundo Anderson Ferreira, professor de administração financeira e orçamentária do IMP Concursos, o mercado atravessa uma fase negativa que não vai durar, pois, tradicionalmente, tem vivido dois anos de contração seguido de dois de expansão.
De acordo com Ferreira, os efeitos negativos da crise econômica global tiveram impacto em 2010 e 2011, anos de baixa convocação. Em 2012 e 2013, veio a compensação. “Em 2014 e 2015, ficamos novamente sob forte crise política e econômica. Avalio que 2016 e 2017 serão comparativamente melhores. Ou seja, os concurseiros não podem se abater. Têm que manter o foco nos estudos para enfrentar o período de alta”, disse Ferreira.
Apesar de o Ministério do Planejamento ter avaliado que, com o avanço da tecnologia, o número de vagas tende a ser reduzido, Ferreira tranquilizou os concurseiros. “Apenas no Poder Executivo, o número de ativos (620 mil) deve crescer em 20% a 25% para se aproximar de níveis internacionais. Ou seja, ainda são necessárias mais 120 mil a 150 mil pessoas”, disse.
André Lopes, coordenador pedagógico do Gran Cursos, também não crê, pelo menos a curto prazo, na supressão de mão de obra. Para ele, a máquina oficial, para atender o contribuinte à altura, deve experimentar um incremento mínimo de 10% a 15% no quadro de pessoal. “Para concluir o ajuste fiscal, a equipe econômica precisa elevar a arrecadação. Com isso, terá de convocar mais gente, por exemplo, na Receita Federal. Observe que, com toda a necessidade de equilíbrio nas contas públicas, mesmo 2015 sendo ano de baixa, muitos editais foram publicados”, recordou Lopes.

Mais concursos
Há 33 concursos com inscrições abertas. Em 14 deles, o prazo se encerra essa semana.

Órgão Salário (R$) Inscrições
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional 17,3 mil Termina hoje
Univ. Fed. Cariri (UFCA/CE) De 4,3 mil a 6,3 mil Termina hoje
Inst. Fed. de Ciências e Tec. (GO) 5,1 mil Termina hoje
Liquigás Distribuidora De 1 mil a 4,6 mil Termina hoje
Cons. Reg. Ed. Física (Cref/DF) De 1,4 mil a 1,9 mil Termina hoje
Univ. Fed. do ES Não informado Termina hoje
Univ. de Brasília I 4,1 mil Até amanhã
Univ. de Brasília II 4,1 mil Até amanhã
Univ. de Brasília III 5,8 mil Até amanhã
Univ. de Brasília IV 4,1 mil Até quarta-feira
Univ. de Brasília V 4,1 mil Até quarta-feira
Univ. Fed. de Sergipe 5,1 mil Até quarta-feira
Univ. Fed. do Pará I 8,3 mil Até quinta-feira
Univ. Fed. do Amapá 3,6 mil Até domingo
Fonte - Diário de Pernambuco  10/08/2015

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Banco do Brasil tem lucro líquido de R$ 3 bilhões no quarto trimestre de 2014

Economia

A remuneração dos acionistas no fechamento do ano atingiu R$ 1,2 bilhão, o que equivale a 40% do lucro líquido.O crédito imobiliário cresceu 59,1% em dezembro de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo saldo de R$ 38,8 bilhões. O financiamento às empresas cresceu 74% em um ano, representando R$ 10,3 bilhões. 

Camila Maciel
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O Banco do Brasil (BB) registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões no quarto trimestre de 2014, informa balanço divulgado hoje (11) pela instituição. Na comparação com o terceiro trimestre, quando o montante ficou em R$ 2,8 bilhões, houve incremento de 4,7% no lucro líquido. A remuneração dos acionistas no fechamento do ano atingiu R$ 1,2 bilhão, o que equivale a 40% do lucro líquido.
O crédito imobiliário cresceu 59,1% em dezembro de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo saldo de R$ 38,8 bilhões. O financiamento às empresas cresceu 74% em um ano, representando R$ 10,3 bilhões. Em relação às pessoas físicas, houve aumento de 54,3% no mesmo período, um saldo de R$ 28,5 bilhões.
No acumulado de 12 meses, o BB desembolsou R$ 19 bilhões nas operações imobiliárias. O montante representa uma elevação de 34,1% na comparação com 2013. O resultado indica que o banco aumentou sua participação de mercado no último ano de 6,2% para 7,7%.
O crédito para empresas cresceu 9,9% no fechamento do ano passado, com um valor de R$ 354,1 bilhões. Na comparação com o trimestre anterior, o valor representa uma elevação de 3,5% no valor do crédito. O saldo da carteira de crédito relacionado ao segmento de micro e pequenas empresas (com faturamento bruto anual de até R$ 25 milhões) alcançou R$ 102,2 bilhões, um crescimento de 2,4% em 12 meses.
Em relação à inadimplência, os índices do BB ficaram abaixo dos patamares do Sistema Financeiro Nacional. No fechamento de dezembro, as operações vencidas há mais de 90 dias representavam 2,03% da carteira de crédito. No mesmo período, o sistema nacional registrou índice de 2,9%.
Fonte - Agência Brasil  11/02/2015

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Bco.do Brasil é listado entre bancos mais sustentáveis do mundo

Sustentabilidade

Divulgada na semana passada, a publicação apresenta as melhores práticas em sustentabilidade das grandes lideranças empresariais mundiais. Integram o livro 15% das 1.995 empresas avaliadas que apresentaram o melhor desempenho. 

RA

O Banco do Brasil foi reconhecido como um dos oito bancos mais sustentáveis do mundo em responsabilidade corporativa no livro “The Sustainability Yearbook 2015”, da RobecoSAM, organização responsável pelo processo de seleção do Índice Dow Jones de Sustentabilidade da bolsa de Nova Iorque (DJSI). O BB está listado na categoria bronze, sendo o único banco brasileiro classificado em uma das três categorias.
Divulgada na semana passada, a publicação apresenta as melhores práticas em sustentabilidade das grandes lideranças empresariais mundiais. Integram o livro 15% das 1.995 empresas avaliadas que apresentaram o melhor desempenho. O certame reuniu empresas de 42 países, e das 36 indicações do livro para o setor Bancos, somente oito foram considerados líderes em sustentabilidade e classificados nas categorias ouro, prata e bronze.
Na avaliação de 2014, o BB foi benchmark nos temas “Políticas/Medidas Anti-Crime”, “Estabilidade Financeira e Risco Sistêmico”, “Filantropia e Cidadania Corporativa”, “Inclusão Financeira” e “Desenvolvimento do Capital Humano”.
Fonte - Revista Amazônia  28/01/2015

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Lucro do Banco do Brasil é R$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre

Economia

O crédito imobiliário teve saldo de R$ 35 bilhões em setembro deste ano, aumento de 73,1% em relação ao mesmo período de 2013. O financiamento às empresas cresceu 108,0% em um ano, atingindo saldo de R$ 9,3 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 63,2% no mesmo período, alcançando um saldo de R$ 25,7 bilhões.

Fernanda Cruz 
Repórter da Agência Brasil
foto - EBC
O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido de R$ 2,8 bilhões no terceiro trimestre deste ano. No trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 2,9 bilhões, um retorno sobre o patrimônio líquido ajustado de 16,1%.
O crédito imobiliário teve saldo de R$ 35 bilhões em setembro deste ano, aumento de 73,1% em relação ao mesmo período de 2013. O financiamento às empresas cresceu 108,0% em um ano, atingindo saldo de R$ 9,3 bilhões e o financiamento às pessoas físicas evoluiu 63,2% no mesmo período, alcançando um saldo de R$ 25,7 bilhões.
A carteira de crédito à pessoa física orgânica, formada por operações com clientes do BB, encerrou o trimestre com saldo de R$ 145,6 bilhões, crescimento de 2,3% no trimestre e de 12,% em 12 meses. As linhas de menor risco, como Crédito Consignado, Crédito Direto ao Consumidor Salário, Financiamento de Veículos e Crédito Imobiliário, alcançaram 76,1% do total da carteira, crescimento de 13,7% em 12 meses.
O financiamento ao agronegócio terminou o trimestre com a marca de R$ 158,4 bilhões, montante 21,8% maior que o registrado no mesmo período de 2013. Na safra 2014/2015, o Banco do Brasil desembolsou R$ 20,6 bilhões em operações de crédito rural, evolução de 33,3% em relação à safra anterior.
O crédito concedido às empresas encerrou setembro com R$ 342 bilhões, crescimento de 12,8% em 12 meses e 2% em relação ao trimestre anterior. As operações de capital de giro e de investimento, que representam 72,1% do total, obtiveram crescimento de 11,1% e 23,6% em 12 meses, respectivamente.
O saldo da carteira de crédito relacionado ao segmento das micro e pequenas empresas, que têm faturamento bruto anual até R$ 25 milhões, alcançou no trimestre R$ 101,5 bilhões, crescimento de 7,5% em 12 meses.
Os índices de inadimplência do BB se mantiveram em patamares menores do que os observados no Sistema Financeiro Nacional (SFN). Ao fim de setembro, o índice de operações vencidas há mais de 90 dias representou 2,09% da carteira de crédito. No mesmo período, o SFN registrou índice de 3,0%.
Fonte - Agência Brasil  05/11/2014

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Agência do Banco do Brasil em Salvador implanta bicicletário.

Mobilidade

Clientes e usuários ciclistas da Agência do BB em Pituaçu agora já contam com um bicicletário para guarda segura das suas bicicletas.

Da Redação
foto - Pregopontocom
Agencia do Banco do Brasil na orla de Salvador próxima a praia do Corsário no bairro de Pituaçu instalou no seu estacionamento privado um bicicletário para atender aos clientes e usuários que chegam até a mesma usando bicicletas.Para isso agência bancária desativou 2 (duas) vagas em seu estacionamento privado,que  eram destinadas aos automóveis para instalar o novo equipamento.Torcemos para que seja essa uma política a ser adotada pelo banco em todas as agências, onde seja possível a implantação do equipamento ,em beneficio de todos os seus clientes e usuários que fazem uso da bicicleta para os seus deslocamentos diários,para que possam ter um local de guarda seguro para suas bicicletas.Além disso outros bancos e empresas,shoppings,escolas,supermercados e locais públicos também poderão seguir o mesmo exemplo.
Pregopontocom

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Banco do Brasil inaugura primeira agência na China

Economia

De acordo com o BB, a nova agência atuará principalmente no segmento de atacado e ajudará a ampliar o intercâmbio de comércio e de investimentos entre Brasil e China.

Da Agência Brasil
foto - ilustração
O Banco do Brasil (BB) inaugurou hoje (30) a primeira agência de um banco latino-americano na China. O estabelecimento funcionará em Xangai, onde o banco tem um escritório de representação desde 2004.
De acordo com o BB, a nova agência atuará principalmente no segmento de atacado e ajudará a ampliar o intercâmbio de comércio e de investimentos entre Brasil e China. A expectativa é atender empresas brasileiras com unidades na China e empresas chinesas com negócios no Brasil.
A agência de Xangai inicialmente terá um administrador brasileiro e 16 funcionários contratados na China. O banco, no entanto, pretende aumentar o número de trabalhadores nos próximos dois anos, conforme o crescimento do volume de transações.
Maior parceiro comercial do Brasil, a China teve fluxo comercial – soma das importações e exportações – de US$ 83 bilhões com o país em 2013. Nos próximos anos, o volume poderá atingir US$ 100 bilhões.
Fonte - Agência Brasil  30/05/2014

terça-feira, 18 de março de 2014

Concursos abrem 18 mil vagas com salários de até R$ 22 mil

Utilidade Publica

O Banco do Brasil está com inscrições abertas para concurso público que irá preencher cadastro de reserva para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho, técnico de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho.
As inscrições custam R$ 45 e R$ 83, dependendo do cargo, e devem ser realizadas até o dia 20 de março por meio do site da Cesgranrio.

TB
foto - ilustração
Concursos públicos em todo o País com inscrições abertas oferecem atualmente 18.307 vagas para todos os níveis, com salários de até R$ 22 mil, como no caso das vagas para juiz de direito substituto no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. As oportunidades são para diversas regiões do País. Confira processos seletivos que estão na fase inicial.
Algás
A Gás de Alagoas S.A. (Algás) abriu inscrições para preencher 100 vagas com salários de até R$ 5.750,20. Os cargos são de assistente de processos organizacionais, técnico de processos operacionais, analista de processos organizacionais e engenheiro.
As inscrições vão até o dia 10 de abril e a taxa varia de R$ 60 a R$ 80. Os interessados devem se candidatar por meio do site da Copeve.
Banco do Brasil
O Banco do Brasil está com inscrições abertas para concurso público que irá preencher cadastro de reserva para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho, técnico de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho.
As inscrições custam R$ 45 e R$ 83, dependendo do cargo, e devem ser realizadas até o dia 20 de março por meio do site da Cesgranrio.
Dicas, perguntas e erros na hora da entrevista de emprego
Corsan
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) abriu inscrições para preencher 242 vagas em diversos cargos (confira o edi al). Os salários variam de R$ 2.290,97 até R$ 6.154,00, mais vantagens.
As inscrições devem ser realizadas até o dia 21 de março por meio do site. As taxas são de R$ 63,69 e R$ 145,21.
Fundacentro
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) abriu inscrições para preencher 30 vagas de nível médio. Os salários variam de R$ 2.205,20 a R$ 4.793,20.
De acordo com o edital, as vagas são para Belém, Distrito Federal, Campinas (SP), Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo. As inscrições devem ser realizadas até o dia 4 de abril por meio do site da Vunesp. A taxa é de R$ 52.
Funarte
Fundação Nacional das Artes (Funarte) abriu inscrições para concurso público que irá preencher 50 vagas de nível médio e superior, conforme o edital. Os salários variam de R$ 2.818,02 a R$ 4.247,82.
Entre as vagas disponíveis estão contador, administração e planejamento, contrarregra, assistente administrativo e assistente financeiro. As inscrições devem ser realizadas até o dia 3 de abril por meio do site da FGV Projetos.
Hospital das Clínicas da UFMG
O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está com inscrições abertas para preencher 1.474 vagas. As vagas são para pessoas formadas em nível médio e superior (confira as vagas no edital), com salários de até R$ 7.744,00.
As inscrições devem ser realizadas no site do Instituto APCD até o dia 27 de abril. As taxas são de R$ 35 e R$ 55, dependendo do cargo escolhido.
Hospital das Clínicas da UFPE
A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares abriu inscrições para preencher 881 vagas e cadastro reserva no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). As vagas são para cargos de nível médio e superior, conforme o edital, e os salários variam de R$ 1.630 a R$ 7.774.
As inscrições devem ser realizadas até o dia 27 de março por meio do site, e as taxas variam de R$ 30 a R$ 50.
Marinha
A Marinha abriu processo seletivo para preencher 2.200 vagas para aprendizes de marinheiro. O salário não foi informado no edital.
Para se inscrever é necessário ter 18 anos completos e menos de 22 anos. As inscrições devem ser realizadas até o dia 20 de março por meio do site www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressona marinha.mar.mil.br.
Polícia Civil
A Polícia Civil abriu inscrições para preencher 1.384 vagas de investigador de polícia. O jornada de trabalho é de 40 horas semanais e o salário é de R$ 3.160,08.
Para participar do concurso, os candidatos devem ter nível superior em qualquer área. As inscrições vão até o dia 13 de abril por meio do site www.vunesp.com.br. A taxa é de R$ 63,92.
Receita Federal
A Receita Federal abriu inscrições para o concurso público que visa preencher 278 vagas de auditor fiscal, com salários de R$ 14.965,44. Para participar da seleção, os candidatos devem ter diploma de curso superior concluído em qualquer área.
As inscrições podem ser feitas no período de 13 a 27 de março pelo site www.esaf.fazenda.gov.br. A taxa é de R$ 130.
TJ Rio de Janeiro
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro abriu inscrições para preencher 22 vagas de juiz substituto. O cargo exige nível superior em direito, além de experiência mínima de três anos de atuação na área. O salário é de R$ 22.797,33.
As inscrições devem ser realizadas até o dia 11 de abril por meio do site da Vunesp. A taxa é de R$ 200.
Secretaria de Saúde do Amazonas
A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) abriu concurso público para preencher 11.646 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Os editais com os cargos podem ser consultados na página da FGV Projetos.
As inscrições devem ser efetuadas exclusivamente pela internet por meio do site da FGV até o dia 24 de março. As taxas variam de R$ 40 a R$ 60, dependendo do cargo.
Fonte - Tribuna da Bahia  18/03/2014

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Amazonas busca aporte de R$ 701 mi para mobilidade urbana e infraestrutura

Negociações para a obtenção dos recursos começaram há uma semana entre o Governo do Estado e o Banco do Brasil.


Redação - jornalismo@portalamazonia.com
Foto: Reprodução/Shutterstock
MANAUS – Um novo conjunto habitacional com 2,5 mil residências será construído em Manaus. O investimento faz parte do programa federal ‘Minha Casa, Minha Vida’, e custará R$ 185 milhões, sendo R$ 155 milhões destinados a construção das moradias e outros R$ 30 milhões para obras de infraestrutura do conjunto. Estão previstos também obras do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) na capital e nos municípios de Itacoatiara e Iranduba.
Os projetos serão feitos com recursos do Banco do Brasil. Além do setor de habitação, investimentos serão destinados para infraestrutura e mobilidade urbana também serão realizados com financiamento do banco. O crédito total previsto é de cerca de R$ 701 milhões, e uma carta consulta com o detalhamento técnico de seis projetos na área de habitação, infraestrutura e mobilidade urbana, que deverão ser realizados com financiamento do banco.
As negociações para a obtenção dos recursos começaram há uma semana durante encontro do governador Omar Aziz com o vice-presidente do Banco do Brasil, César Borges. Na última segunda-feira (28) o governador em exercício, José Melo, que se reuniu com membros da direção regional da instituição financeira e secretários de Estado. Foram apresentado os projetos e as linhas de financiamento mais vantajosas do banco, com prazos mais largos para pagamento e custos menores para o Estado.
Na área de mobilidade urbana, o recurso será é destinado a desapropriações e alterações na rede de água, esgoto e energia elétrica ao longo do traçado das obras do monotrilho e do BRT. Para o monotrilho, a expectativa é de R$ 86 milhões. Já para o BRT, serão R$ 100 milhões para desapropriações, repassados a Prefeitura de Manaus.
A negociação de crédito inclui também a segunda fase do Prosamim, no bairro da Cachoeirinha, zona sul de Manaus. O recurso, R$ 200 milhões, será utilizado para completar as desapropriações e interligar o trecho que vai do viaduto, na avenida general Rodrigo Otávio, até a rua Silves. Com essa obra, haverá a interligação da Manaus Moderna ao Distrito Industrial.
Para o Prosamim no interior, o governo espera investir um total de R$ 130 milhões para obras nas cidades de Iranduba e Itacoatiara. Em Iranduba, o recurso será de R$ 75 milhões para obras no Cacau Pirera. Em Itacoatiara, serão R$ 55 milhões para as obras no bairro do Jauari.
Fonte - Portal Amazônia 29/01/2013