quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Aeromovel participará de Conferência sobre Mobilidade Sustentável em Nova York

Transportes sobre trilhos  🚄

O evento Transforming Transportation é promovido pelo Banco Mundial e EMBARQ – o Centro de Transporte Sustentável do Instituto de Recursos Mundiais (WRI), instituição que atua no desenvolvimento de pesquisas e implementação de soluções sustentáveis em mudanças climáticas, florestas e cidades.

Aeromóvel
foto - ilustração/arquivo
Nos dias 17 e 18 de janeiro o CEO da Aeromovel Brasil, Marcus Coester, participará de Conferência sobre Mobilidade Sustentável na sede do Banco Mundial, em Washington, D.C.
O evento Transforming Transportation é promovido pelo Banco Mundial e EMBARQ – o Centro de Transporte Sustentável do Instituto de Recursos Mundiais (WRI), instituição que atua no desenvolvimento de pesquisas e implementação de soluções sustentáveis em mudanças climáticas, florestas e cidades.
A conferência deste ano se concentrará em como as novas tecnologias, plataformas de dados e modelos de negócios estão se integrando aos meios de transporte atuais, para resolver antigos problemas de eficiência e segurança, e como a nova mobilidade pode ajudar a lidar com a mudança climática.
Serão discutidos os desafios atuais e futuros enfrentados pelos países em todo o mundo para fornecer mobilidade sustentável para todos.
Fonte - ANPTrilhos  16/01/2019

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

VLT entre Brasília e Valparaíso (GO) terá viagem gratuita por 6 meses

Transportes sobre trilhos  🚄

O projeto irá usar a linha férrea já existente, hoje exclusiva para o transporte de cargas, e que será adaptada para a condução de passageiros. Já o vagões para transporte de passageiros virão de Recife (PE), onde o sistema de VLT já atende a cidade.

Destak Brasília
foto - ilustração/arquivo
Deverá começar operar até o final deste mês, o trem que ligará Brasília a Valparaíso (GO) em caráter experimental por 30 dias. Logo após esse período, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) passará a operar em fase de testes durante seis meses, quando os passageiros poderão conhecer o trajeto e o novo tipo de transporte.
O projeto irá usar a linha férrea já existente, hoje exclusiva para o transporte de cargas, e que será adaptada para a condução de passageiros. Já o vagões para transporte de passageiros virão de Recife (PE), onde o sistema de VLT já atende a cidade.
Com 18 metros de comprimento por vagão, as três unidades que já estão a caminho do Distrito Federal terão capacidade de transportar até 600 pessoas por viagem. Internamente, há cadeiras fixas, alças de teto e ambiente climatizado. Embora consiga alcançar velocidade de até 76 km/h, a viagem não deve durar menos que uma hora e meia para transpor os 45 km de trilhos que separam Brasília e Valparaíso.
Atualmente, de ônibus, um cidadão precisa desembolsar R$ 4,65 de Brasília até Valparaíso (GO) por viagem. Para Luziânia, o valor aumenta para R$ 6,45 por trecho. Na linha férrea de Maceió (AL), que tem distância semelhante, a tarifa é de R$ 1, com valor atualizado em maio de 2018.
O secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Paulo Roriz, afirmou que a equipe da pasta passa a se debruçar sobre os estudos para determinar o preço futuro da passagem. O coordenador do projeto garante que a experiência dos próximos meses servirá, também, para avaliar a aceitação dos passageiros do DF quanto ao novo modal.
“Nesta primeira fase, vamos aproveitar a ferrovia já existente até Valparaíso, mas nada impede que estendamos o trecho até Luziânia futuramente. Como o transporte público não é feito para dar lucro, fixaremos o valor da tarifa de forma que fique mais atraente do que a dos ônibus”, afirmou Paulo Roriz.
Fonte - Abifer  15/01/2019

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Pescadores fecham ferrovia após aval para Samarco mudar indenização

Notícias  📻

O ato ocorre na altura da cidade de Baixo Guandu (ES). Os manifestantes instalaram barracas e afirmam que só deixarão o local após a revisão da decisão. A ferrovia foi escolhida como alvo do protesto porque é operada pela Vale, uma das acionistas da Samarco.Eles protestam contra a decisão da Justiça Federal de legitimar um entendimento da mineradora Samarco que afetará a indenização a ser paga aos atingidos da tragédia de Mariana (MG).

Léo Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
Centenas de pescadores bloqueiam, desde ontem (14), a estrada de ferro que liga o estado Minas Gerais ao Espírito Santo. Eles protestam contra a decisão da Justiça Federal de legitimar um entendimento da mineradora Samarco que afetará a indenização a ser paga aos atingidos da tragédia de Mariana (MG).
O ato ocorre na altura da cidade de Baixo Guandu (ES). Os manifestantes instalaram barracas e afirmam que só deixarão o local após a revisão da decisão. A ferrovia foi escolhida como alvo do protesto porque é operada pela Vale, uma das acionistas da Samarco.
"Não esperávamos essa decisão. Temos um acordo que define o pagamento da indenização. E, de repente, eles arrumam uma liminar que muda as regras", dissee Aurindo Alves, pescador de Linhares (ES). "Está muito difícil. Provocaram uma tragédia nacional e agora não querem arcar com as consequências".
Em nota, a Vale disse que a manifestação causa transtorno a centenas de pessoas que usam diariamente o trem de passageiros. Por conta da interdição, a mineradora decidiu manter a circulação apenas nos dois sentidos entre Belo Horizonte e Governador Valadares (MG), suspendendo o deslocamento pelo Espírito Santo. Pessoas que já tenham adquirido bilhetes poderão reagendar a viagem ou obter o reembolso do valor. Ontem (14), os passageiros chegaram a ser realocados em ônibus alugados pela empresa, mas houve atraso na chegada ao destino final.
"A Vale reforça que a paralisação de ferrovia é crime e coloca em risco a segurança de passageiros, empregados e terceiros. Além de cerca de 2 mil passageiros diários, a estrada é responsável pelo transporte de minério de ferro, combustíveis, grãos, aço entre outros produtos, todos de grande importância para a economia brasileira", acrescenta a nota.

Auxílio
Passados mais de três anos do rompimento da barragem da Samarco, a pesca segue restrita em diversos municípios mineiros e capixabas da bacia do Rio Doce. A maioria dos pescadores ainda não conseguiu retomar integralmente suas atividades profissionais e recebem, todos os meses, um auxílio financeiro emergencial. Conforme o novo entendimento apresentado pela Samarco, e aceito pelo juiz Mário Franco Júnior, em decisão liminar, esses valores poderão agora ser descontados da indenização.
O auxílio financeiro emergencial é parte do Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado em maio de 2016 entre a Samarco, suas acionistas Vale e BHP Billiton, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. Ficou acordado que as três mineradoras destinariam os recursos para a reparação de todos os danos e a Fundação Renova seria criada para administrar as ações necessárias. Também foi definido que o Comitê Interfederativo, composto por diversos órgãos públicos e presidido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), estabeleceria as diretrizes para as medidas a serem tomadas e fiscalizaria o cumprimento do acordo.
O valor do auxílio corresponde a um salário mínimo, acrescido de 20% por dependente, somado ao custo de uma cesta básica. Conforme o entendimento que vigorava até então, esse pagamento não tinha natureza indenizatória. Em outubro de 2017, o Comitê Interfederativo publicou a deliberação 119 segundo a qual os valores do auxílio financeiro emergencial não poderiam ser descontados, deduzidos ou abatidos da indenização.
A liminar que altera esse entendimento é do dia 27 de dezembro do ano passado. O juiz Mário Franco Júnior lembra que a indenização leva em conta tanto os danos morais como as perdas materiais, incluindo-se o lucro cessante, isto é, o cálculo dos lucros que o atingido deixou de ter devido à interrupção de sua atividade produtiva.
"Não há qualquer diferença entre a natureza jurídica do pagamento do auxílio financeiro emergencial e os lucros cessantes, já que ambos, segundo consta do próprio TTAC, se prestam a indenizar (ou compensar) a perda da renda dos atingidos", disse o magistrado, concordando com o argumento da Samarco.
Responsável por representar judicialmente o Comitê Interfederativo, a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestou lembrando que o TTAC tem artigos diferentes que tratam do auxílio emergencial e da indenização, evidenciando que eles não se confundem. Segundo o juiz, o entendimento não tem amparo no ordenamento jurídico, pois o poder público não poderia impor às mineradoras uma obrigação de viés assistencialista e não indenizatória.
"Não se pode admitir, sob pena de completa subversão da teoria do direito, que o atingido e o poder público venham, por vias transversas, a experimentar um enriquecimento sem causa jurídica idônea", disse o juiz.

Recurso
O presidente da Colônia de Pescadores de Linhares (ES), Milton Jorge, informou que nesta quarta-feira (16) discutirá o assunto em uma reunião com um promotor do Ministério Público do Trabalho (MPT). "O que desencadeou a manifestação foi a liminar. Mas além disso, há pescador que ainda não está recebendo o auxílio e nem recebeu indenização", disse.
Leonardo Amarante, advogado das colônias que reúnem os 9 mil pescadores atingidos pela tragédia, prepara um recurso a ser apresentado ainda esta semana. Segundo ele, a liminar altera 1,5 mil acordos já firmados. Amarante lamentou ainda que nenhum pescador tenha sido ouvido. "A meu ver, essa decisão é nula porque foi violado o princípio elementar do contraditório", disse.
O advogado disse que há interpretações e decisões judiciais que vão endossar os variados entendimentos em torno da questão. Ainda assim, ele acredita que a decisão será revogada. Em sua visão, houve violação do princípio da honestidade, pois as mineradoras deveriam ter apresentado seu ponto de vista antes de firmar o acordo.
"Não é momento de se discutir isso. Que se discutisse no momento oportuno. Querer alterar tudo agora é complicado. Você não pode picotar um acordo que já foi feito para tirar o que é ruim para a empresa e manter somente o que é bom". Segundo ele, há pontos pactuados que são favoráveis às empresas, como o valor atribuído aos danos morais, que Amarante considera baixo.

Demora
Mesmo que o entendimento da Samarco prevaleça, cada pescador terá ainda assim o direito de se negar a fechar o acordo e contestar o cálculo na Justiça. Nesse caso, porém, a decisão final pode demorar. Amarante lembra que há ações movidas por vítimas do naufrágio da embarcação Bateau Mouche, ocorrido na costa do Rio de Janeiro, em 1988, sendo concluídas mais de 30 anos depois.
Segundo ele, a Justiça deveria atuar para proteger o princípio constitucional da dignidade humana. "O perigo na demora atinge mais o pescador do que a empresa, porque obviamente o bem jurídico da subsistência está acima do bem jurídico do patrimônio de duas das maiores empresas do mundo, me refero à Vale e à BHP Billiton".

Ministério Público
O Ministério Público Federal (MPF) informou que recorrerá da decisão. Já o Ibama informou que a questão está sendo analisada pela AGU. Procurada, a Samarco orientou a reportagem a procurar a Fundação Renova, que, por sua vez, informou que está em contato com as lideranças do movimento e encaminhou uma nota dizendo que a decisão não vai alterar o pagamento mensal do auxílio financeiro emergencial e apenas prevê que os valores sejam descontados na parcela anual de lucros cessantes.
"Desde 2015, já foram desembolsados R$ 1,3 bilhão em indenizações e auxílio financeiro emergencial destinados a mais de 26 mil pessoas. A Fundação Renova reafirma que todos os atingidos serão indenizados pela perda de renda comprovada, reiterando o seu compromisso com a integral reparação", diz o texto. Ainda segundo a nota, ninguém precisará devolver valores já pagos referente ao auxílio emergencial. "Até novembro de 2018, foram pagos R$ 1,3 bilhão em auxílios financeiros e indenizações", acrescenta o texto.
Fonte - Agência Brasil  15/01/2019

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Metrô de Salvador transportou cerca de 90 milhões de pessoas em 2018

Transportes sobre trilhos  🚇

Considerado uma das obras de infraestrutura mais rápidas da América Latina, o sistema metroviário possui duas linhas, 33 km, 20 estações, 8 terminais de ônibus integrados e 40 trens. O projeto também incluiu a implantação de 17 novas passarelas de acesso às estações de metrô e bicicletários, 12 km de ciclovia e pista de caminhada e o plantio de cerca de 6 mil árvores no trecho entre Pernambués e Aeroporto.

Da Redação
foto ilustração/arquivo
A conclusão da implantação do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, em 2018, foi um marco para a mobilidade da capital baiana e uma das etapas mais esperadas pela população. Somente no ano passado, o metrô baiano transportou quase 90 milhões de pessoas e realizou mais de 240 mil viagens. No total, os trens percorreram mais de 3,6 milhões de quilômetros, o equivalente a cerca de 90 voltas no planeta terra. O crescimento dos números de transportados, de viagens e distância percorrida foi puxado pela inauguração da Estação Aeroporto e de novos terminais de integração com ônibus como de Pituaçu e Aeroporto.
Considerado uma das obras de infraestrutura mais rápidas da América Latina, o sistema metroviário possui duas linhas, 33 km, 20 estações, 8 terminais de ônibus integrados e 40 trens. O projeto também incluiu a implantação de 17 novas passarelas de acesso às estações de metrô e bicicletários, 12 km de ciclovia e pista de caminhada e o plantio de cerca de 6 mil árvores no trecho entre Pernambués e Aeroporto. Hoje, o sistema transporta mais de 350 mil clientes por dia útil e mais de 152 milhões já foram transportados desde o início da operação, em 2014.
Em 2017, o metrô de Salvador foi responsável por quase 50% do crescimento da rede de transporte de passageiros sobre trilhos do Brasil com a ampliação da Linha 2, incremento de 14,4 km e inauguração de oito estações em apenas um ano, de acordo com a Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos). O sistema também entrou para o ranking dos cinco sistemas que mais expandiram no país naquele ano.
Com informações da CCR Metrô Bahia  14/01/2019

VLT do Rio transporta mais de 17 milhões de passageiros ao longo de 2018

Transportes sobre trilhos  🚄

De janeiro a dezembro, a frota de VLTs percorreu 1,4 milhão de quilômetros nas ruas do Centro e Região Portuária do Rio. Desde o início da operação, em junho de 2016, mais de 33 milhões de pessoas já andaram de VLT. Em 2018 foram mais de 17 milhões de passageiros transportados e mais de 150 mil viagens realizadas. 

VLT Carioca

O VLT Carioca encerra o ano de 2018 com mais de 17 milhões de passageiros transportados e mais de 150 mil viagens realizadas. No mês de dezembro, o sistema tem circulado em média com 80 mil pessoas/dia útil, crescimento de 42% em relação ao mesmo período de 2017.
De janeiro a dezembro, a frota de VLTs percorreu 1,4 milhão de quilômetros nas ruas do Centro e Região Portuária do Rio. Desde o início da operação, em junho de 2016, mais de 33 milhões de pessoas já andaram de VLT.
O tempo de percurso foi reduzido em mais de 50% e hoje já é possível percorrer o trajeto completo das duas linhas (da região da Rodoviária ao Santos Dumont ou à Praça XV) em cerca de 25 minutos.
As paradas de maior fluxo do sistema confirmam o VLT como um modal integrador. Central (trens, metrô, ônibus), Colombo (VLT+VLT), Cinelândia (metrô) e Praça XV (barcas) são os pontos de maior movimento e também locais de conexão.
Dentre as 26 em operação, a estação Central é a de maior público e concentra pouco mais de 10% dos embarques diários. Também é o local em que mais é usado o benefício do vale-transporte, alcançando em média mais de 50% dos usuários.
Vale destacar ainda que em média 70% do público utiliza o VLT para deslocamentos de trabalho, de acordo com pesquisas realizadas desde o início da operação. Nos fins de semana, com novos polos de entretenimento criados e recuperados no Centro, as viagens com finalidade de lazer e turismo chegam a 45%.
Fonte - ANPTrilhos  14/01/2019

domingo, 13 de janeiro de 2019

Tarifas do Metrô e trens da CPTM estão mais caras em SP

Transportes sobre trilhos  🚄  🚇

O bilhete mensal para trens passa de R$ 194,30 para R$ 208,90 (comum, válido somente para trilhos) e de R$ 307 para R$ 330 (integrado, usado com trilhos mais ônibus). Já o bilhete 24 horas passou de R$ 15,30 para R$ 16,40 (comum) e de R$ 20,50 para R$ 22 (integrado).

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
A partir de hoje (13), as tarifas do transporte público por trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô passam a custar R$ 4,30. Segundo o governo de São Paulo, o percentual de aumento é baseado na inflação acumulada em 2018, de acordo com o IGP-M, além do incremento dos custos operacionais e de recursos humanos das empresas.
Segundo a Secretaria de estado dos Transportes Metropolitanos (STM), a integração entre trilhos e ônibus passa de R$ 6,96 para R$ 7,48. O bilhete mensal para trens passa de R$ 194,30 para R$ 208,90 (comum, válido somente para trilhos) e de R$ 307 para R$ 330 (integrado, usado com trilhos mais ônibus). Já o bilhete 24 horas passou de R$ 15,30 para R$ 16,40 (comum) e de R$ 20,50 para R$ 22 (integrado).
As gratuidades para idosos, estudantes, portadores de necessidades especiais e desempregados estão mantidas.

Ônibus
Na capital paulista, os trens e metrô são responsabilidades do governo estadual, e os ônibus, da prefeitura. Na semana passada, a tarifa do transporte por ônibus também foi reajustada, passando de R$ 4 para R$ 4,30.
Fonte - Agência Brasil  13/01/2019