UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Aeromovel participará de Conferência sobre Mobilidade Sustentável em Nova York

Transportes sobre trilhos  🚄

O evento Transforming Transportation é promovido pelo Banco Mundial e EMBARQ – o Centro de Transporte Sustentável do Instituto de Recursos Mundiais (WRI), instituição que atua no desenvolvimento de pesquisas e implementação de soluções sustentáveis em mudanças climáticas, florestas e cidades.

Aeromóvel
foto - ilustração/arquivo
Nos dias 17 e 18 de janeiro o CEO da Aeromovel Brasil, Marcus Coester, participará de Conferência sobre Mobilidade Sustentável na sede do Banco Mundial, em Washington, D.C.
O evento Transforming Transportation é promovido pelo Banco Mundial e EMBARQ – o Centro de Transporte Sustentável do Instituto de Recursos Mundiais (WRI), instituição que atua no desenvolvimento de pesquisas e implementação de soluções sustentáveis em mudanças climáticas, florestas e cidades.
A conferência deste ano se concentrará em como as novas tecnologias, plataformas de dados e modelos de negócios estão se integrando aos meios de transporte atuais, para resolver antigos problemas de eficiência e segurança, e como a nova mobilidade pode ajudar a lidar com a mudança climática.
Serão discutidos os desafios atuais e futuros enfrentados pelos países em todo o mundo para fornecer mobilidade sustentável para todos.
Fonte - ANPTrilhos  16/01/2019

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Relatório da ONU alerta sobre necessidade de melhorias na habitação

Habitação

Segundo os dados  no relatório das ONU divulgado na Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável, a Habitat 3,que acontece no Equador entre os dias 17 e 20 de outubro,cerca de 40% do crescimento urbano em todo o mundo, hoje,ocorre em favelas.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Rovena Rosa/Agência Brasil
Cerca de 40% do crescimento urbano em todo o mundo, hoje, ocorre em favelas. Quase um bilhão de pessoas vivem em favelas urbanas ou assentamentos informais. Os dados estão no relatório das ONU divulgado na Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável, a Habitat 3, que acontece no Equador entre os dias 17 e 20 de outubro.
“Em muitas favelas, o acesso a serviços básicos, como educação e cuidados de saúde, é extremamente limitado. Nestas áreas, intervenções simples, mas eficazes, tais como telhados com isolamento, iluminação solar e aquecimento solar de água podem melhorar o nível de vida e reduzir os impactos de ondas de calor e condições meteorológicas extremas”, registra o documento.
O relatório lembra ainda que as taxas de doença e morte prematura são significativamente mais altas entre os grupos mais pobres e marginalizados das sociedades, incluindo moradores de favelas e assentamentos informais.
A Habitat 3 faz parte do ciclo de conferências mundiais periódicas para debater temas relativos à habitação e ao desenvolvimento urbano. A primeira conferência da série ocorreu em 1976. Entre os participantes estão governos nacionais, regionais e locais, ONGs, acadêmicos, profissionais de pesquisa e do setor privado, entre outros.
Fonte - Agência Brasil  19/10/2016

domingo, 16 de novembro de 2014

“O problema das grandes cidades é que elas tornaram-se infinitas”, diz especialista

Sustentabilidade

Desta vez, a conferência de dois dias tem início nesta sexta-feira (14/11) na capital indiana, Nova Déli, com a participação de renomados acadêmicos, políticos, arquitetos, líderes empresariais e representantes da sociedade civil.

Diario do Centro do Mundo
Publicado na DW. - http://www.dw.de/

Organizado pelo programa LSE Cities da London School of Economics and Political Science (Escola de Economia e Ciência Política de Londres) e pela Sociedade Alfred Herrhausen, o fórum Urban Age (Era Urbana) é uma conferência internacional interdisciplinar que investiga vários aspectos das cidades e do ambiente urbano.
Desta vez, a conferência de dois dias tem início nesta sexta-feira (14/11) na capital indiana, Nova Déli, com a participação de renomados acadêmicos, políticos, arquitetos, líderes empresariais e representantes da sociedade civil.
A Deutsche Welle conversou com Ricky Burdett, diretor do fórum Urban Age e do programa LSE Cities, autor de The Endless City (A cidade infinita, em tradução livre). Burdett é um dos maiores especialistas mundiais em planejamento urbano. Ele foi o consultor-chefe de Arquitetura e Urbanismo nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.
Segundo Burdett, tornar uma cidade “inteligente” não envolve somente tecnologia, mas a resolução de algumas das questões mais fundamentais. O urbanista disse ainda que, em vez de criar novas cidades, muitas vezes é mais importante aperfeiçoar as existentes.
Deutsche Welle: Qual a importância da escolha de Nova Déli para sediar a conferência Urban Age deste ano?
Ricky Burdett: Temos realizado conferências em cidades ao redor do mundo, como Istambul, Rio de Janeiro, Mumbai, que estão crescendo rapidamente, mas também em Nova York e Londres, que estão mudando a sua fisionomia e o seu “DNA” por meio da migração e outros fatores. Não há dúvida de que Déli é um exemplo interessante dado o seu passado colonial, que se reflete na arquitetura vitoriana e malha urbana em Nova Déli. Além disso, trata-se de uma grande cidade em expansão com todas as suas dificuldades, como a ausência de habitação social estruturada e problemas significantes em termos de tráfego.
Há poucas cidades no mundo capazes de combinar tudo isso. Ao mesmo tempo, o sistema de metrô de Déli é um investimento fantástico, enquanto os riquixás motorizados e os sistemas de ônibus estão mudando para o gás natural. Essas são atitudes incrivelmente corajosas. E tem-se também um novo governo indiano falando sobre “smart cities”, ou seja, cidades inteligentes. Tudo isso cria um contexto muito vibrante para a nossa discussão.
No início deste ano, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, anunciou um investimento de 1,2 bilhão de dólares em cidades inteligentes no próximo ano. O que você acha desse projeto, levando em conta a sua experiência como arquiteto e urbanista?
Eu acho o termo “cidades inteligentes” problemático, porque ele sugere aplicar alta tecnologia a uma coisa ou outra. Em alguns casos, tornar uma cidade inteligente não implica somente tecnologia, mas a resolução de algumas das questões mais fundamentais. E a tecnologia de informação pode ajudar a fazer isso. Mas eu não tenho certeza se a noção de computadorizar tudo com sistemas IBM ou Cisco é o que importa nas cidades indianas atuais. O que importa é o investimento em tecnologias inteligentes para ajuda a melhorar o transporte ou a forma de gestão da saúde pública, como também aumentar a qualidade de vida das populações existentes e não pensar apenas nas cidades futuras.
Na Índia, existem tantas pessoas vivendo em condições desastrosas em tantas cidades, de forma que é ali onde a inteligência precisa ser primeiramente aplicada. A minha compreensão é que as 100 cidades inteligentes não são pensadas como novas cidades cheias de arranha-céus e carros elétricos, como na Coreia do Sul, China ou Oriente Médio. Tais cidades são o epítome de cidades inteligentes. Mas elas são caras e não resolvem definitivamente os problemas enfrentados pelos indianos. Fiquei animado em saber que o plano indiano é centrado, na verdade, no aperfeiçoamento das cidades existentes. Certamente, isso será bastante debatido na conferência.
Você falou que estamos vivendo numa era da cidade infinita. Quais seriam alguns dos desafios enfrentados pelas grandes cidades modernas de hoje?
Cidades como Mumbai, Istambul, Lagos e São Paulo têm crescido mais rapidamente do que outras metrópoles internacionais como Londres ou Nova York. Lagos, por exemplo, tem ganhado cerca de 600 mil novos habitantes todos os anos. Isso representa uma taxa de aproximadamente 70 pessoas nascendo a cada hora ou se mudando para a cidade. O estresse que isso representa para a infraestrutura dessas cidades é sem precedentes. O preocupante é que muitas cidades africanas estão vivenciando um rápido crescimento populacional sem passar pelo processo de manufatura ou industrialização registrado na Europa e nos EUA no século 19.
Isso cria uma perigosa bomba-relógio social, na medida em que cada vez mais pessoas se mudam para as cidades e passam a viver em assentamentos informais sem acesso à infraestrutura básica, levando a profundas desigualdade e violência em alguns lugares. O outro grande desafio é em nível ambiental. Como motores da economia global, as cidades consomem enormes quantidades de energia e emitem um imenso volume de poluição. Por volta de 60% a 75% das emissões globais de CO2 provêm das cidades.
Essa é uma cifra enorme, e se pudermos pensar no projeto e gestão da próxima geração de cidades – o que não implica necessariamente a construção de novas cidades, mas o aperfeiçoamento e melhoramento do que já existe, particularmente nas grandes cidades, tornando-as mais ecológicas –, o potencial de redução do impacto sobre o planeta é dramático.
Existem cidades que acertaram em termos de enfrentar alguns desses desafios?
Absolutamente. A situação não é inevitável e pode ser abordada através de um bom planejamento e uma boa gestão urbana, mesmo quando os recursos são escassos. Uma das regiões mais inovadoras no Hemisfério Sul é a América Latina. Por exemplo, na Colômbia, com todos os seus problemas de violência e drogas, duas cidades se destacam – a capital, Bogotá, e Medellín. Ambas passaram por grandes mudanças nos últimos 15-20 anos na implementação de escolas, habitação acessível e de boa qualidade, bibliotecas, como também na introdução de sistemas de transporte, ciclovias, ônibus de trânsito rápido (BRT), ou seja, em vez de gastar quatro horas por dia para chegar ao emprego, o trabalhador precisa somente de 20 a 30 minutos.
Na Ásia, registra-se o maior número de investimentos desse tipo – Cingapura se destaca de todas as formas, tanto em seus pontos fortes quanto em suas limitações. Hoje, é uma cidade-Estado com cerca de 80% de seus cidadãos vivendo em habitações sociais, o que é um conceito extraordinário. Portanto, há um investimento na tentativa de resolver as necessidades fundamentais e evitar o problema da desigualdade profunda que ameaça tantas cidades. Outras partes da Ásia, como o Japão e muitas cidades chinesas, estão realizando, por exemplo, investimentos extraordinários em transporte público, o que faz uma grande diferença do ponto de vista da equidade e acesso ao emprego.
O tema da conferência deste ano é a governança urbana. O que é preciso para se fazer uma cidade de sucesso? Boa liderança ou arquitetos visionários?
Sou arquiteto, mas não acho que os arquitetos são solução. Para se ter uma ideia do caminho que uma cidade deve seguir, da forma que ela precisa se desenvolver, de quais são os seus valores, é preciso que haja líderes urbanos capazes de implementar mudanças, que geralmente vão de encontro à natureza das tendências nacionais. No caso da Espanha, por exemplo, o país tem enfrentado altos e baixos nos últimos anos, mas a cidade de Barcelona teve cinco prefeitos consecutivos que foram capazes de desenvolver e interpretar a visão de uma cidade muito dinâmica, muito aberta à migração internacional, criando empregos de alta tecnologia e melhorando a qualidade dos espaços públicos, de sua orla, etc.
Em Londres, desde 2000, tivemos dois prefeitos eleitos pelo voto direto que fizeram, em minha opinião, uma enorme diferença quanto à quantidade de dinheiro levantado do governo central. É o resultado de um prefeito batendo à porta do gabinete do primeiro-ministro. Um pequeno exemplo é que, agora, temos um sistema ferroviário público de 30 milhões de dólares, que deverá ser inaugurado em 2018. No entanto, isso nunca teria acontecido se não tivesse havido um prefeito fazendo lobby para tal.
Assim, liderança é fundamental. Ideias e visões urbanas são importantes, mas acredito que noções de equidade, sustentabilidade, de posicionamento ecológico são fatores extremamente importantes que às vezes transcendem a visão arquitetônica.
Fonte - Diário do Centro do Mundo  15/11/2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

AEROMÓVEL é destaque em conferência no Japão

Aeromóvel

Encontro que reúne lideranças empresariais e representantes dos governos brasileiro e japonês contará com apresentação sobre dados técnicos do modal.

Trensurb
Foto/Marco Prass, da Trensurb
A experiência de sucesso em Jacarta, na Indonésia, e o início das operações em Porto Alegre - ligando a Estação Aeroporto da Trensurb ao Aeroporto Salgado Filho -, fazem com que o Aeromóvel seja o destaque na Conferência da Sociedade de Engenharia Japonesa. O encontro ocorre amanhã, 09/09, em Tóquio, no Japão, onde estarão presentes especialistas na área de diversos países.
De acordo com o coordenador de engenharia do Aeromóvel, Diego Abs, que será o responsável pela apresentação, haverá um relato sobre a trajetória da concepção do projeto até a sua concretização, além de detalhes técnicos referentes ao seu funcionamento. Também serão divulgados os dados do primeiro ano de operação da linha em Porto Alegre. Neste período foram transportados mais de 635 mil passageiros. Outro aspecto que será abordado é o benefício ao meio ambiente. O custo de energia para manter o funcionamento é extremamente baixo na comparação com outros tipos de transportes similares, afirma Abs.
O evento ocorre em momento importante de parceria entre Brasil e Japão, uma vez que no mesmo dia terá início a XVII reunião Conjunta do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão, em Tóquio. O encontro reúne lideranças empresariais e representantes dos governos dos dois países com o objetivo de aprofundar relações econômicas e melhorar o ambiente de negócios.
Para o diretor-presidente da Trensurb, Humberto Kasper, "esse interesse pela aplicação da tecnologia aeromóvel não é gratuito, pois com os resultados obtidos até o momento, temos a certeza que estamos no caminho certo". Kasper disse ainda que, "por ser totalmente desenvolvido no Brasil e usar tecnologia 100% nacional, o aeromóvel tem movimentado a indústria e o mercado profissional do país. Durante os quase três anos de projeto, 59 empresas e 1.058 pessoas empenharam-se para que a construção da linha se concretizasse".

A linha metrô-aeroporto do aeromóvel
O projeto da primeira linha da tecnologia aeromóvel em operação comercial no Brasil é uma iniciativa da Trensurb e totalmente desenvolvido no país, usando tecnologia 100% nacional, de baixo custo de implantação e operacional, além de reduzido impacto ambiental. Funcionando alternadamente conforme a demanda, os dois veículos (um com capacidade para 150 passageiros, outro para 300) suspensos, movidos por propulsão pneumática, permitem a integração e acesso rápido e direto dos usuários do metrô ao terminal aeroportuário. O trajeto de 814 metros, com duas estações de embarque, é percorrido em dois minutos e meio.
Jânio Ayres/Kauê P. Menezes/Soraia Hanna
Fonte - Trensurb 08/09/2014

domingo, 27 de outubro de 2013

Conferência nacional elege 60 ações prioritárias sobre resíduos sólidos

Meio Ambiente


Foto ilustração - pregopontocom
Número foi reduzido das 160 ações apresentadas, que foram divididas em quatro temas: produção e consumo sustentáveis; redução de impactos ambientais; geração de trabalho, emprego e renda; e educação ambiental








Fonte - EBC  27/10/2013

domingo, 15 de setembro de 2013

Conferência do Meio Ambiente do Rio escolhe hoje propostas para encontro nacional

Meio Ambiente

(Roosewelt Pinheiro/ABr)
Propostas serão levadas para encontro nacional em Brasília no próximo mês

Flávia Villela 
Agência Brasil
Rio de Janeiro – Delegados dos 92 municípios fluminenses estão reunidos na 4ª Conferência do Meio Ambiente do Rio de Janeiro. O evento, que começou na sexta-feira (13), termina hoje (20) com a escolha das 20 melhores propostas que tratam da destinação adequada de resíduos sólidos. Elas serão apresentadas na conferência nacional, marcada para o fim de outubro, em Brasília.
Para Maria Augusta Ferreira Miguel, da organização não governamental (ONG) Rio Ambiental, o encontro possibilitou a troca de ideias entre os integrantes da cadeia de reciclagem. “Há catadores, indústria, comércio, sociedade civil e os próprios governos de todos os 92 municípios. Essa integração acaba trazendo um compromisso e um entendimento maior de que reciclar é necessário e possível”, disse.
Serão eleitas cinco propostas de cada um dos quatro eixos: produção e consumo sustentáveis, redução de impactos ambientais, geração de emprego, trabalho e renda e educação ambiental. De acordo com a superintendente de Articulação Institucional da Secretaria Estadual do Ambiente, Denise Lobato, o saldo do encontro que teve como tema a questão dos resíduos sólidos, foi extremamente positivo.
“Dos 92 municípios, 76 fizeram, ou sozinhos ou organizados regionalmente, conferências municipais para discutirem o tema resíduos. Conseguimos mobilizar os gestores públicos municipais e a sociedade com relação a esse tema da maior importância”, ressaltou.
A representante do Movimento Nacional dos Catadores, Claudete Costa, espera que as propostas relacionadas à geração de trabalho, emprego e renda, voltadas para os catadores, acabem eleitas na conferência nacional. Entre elas, a criação de fundos a fim de formar capital de giro para as cooperativas e associações de catadores e de políticas públicas para a legalização da categoria. “Buscamos mais dignidade, mais benefícios e que a logística reversa [restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial] e a lei de resíduos sólidos façam de fato parte do dia a dia dos catadores”, disse.
Fonte - EBC  15/09/2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Por uma maior participação popular - Cuiabá

Cidades

ALECY ALVES
Da Reportagem
foto - ilustração
Na 5ª Conferência Estadual das Cidades, que acontece desde ontem em Cuiabá, lideranças comunitárias e profissionais liberais discutem sobre até que ponto os gestores públicos vêm respeitando o direito à participação popular no planejamento e execução de projetos que visam o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
O evento, que reúne mais de 400 participantes, a maioria deles representante das prefeituras, este ano traz como lema: “Quem muda a cidade somos nós – Reforma Urbana já”. O evento segue até o final da tarde de hoje, no Hotel Fazenda Mato Grosso.
O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso (CAU-MT), Cláudio Mirante, reclamou que os conselhos das cidades, tanto o estadual quanto os municipais, não funcionam, portanto, a sociedade não tem participação nas decisões sobre orçamento e aplicação de recursos.
Como exemplo, Miranda citou os recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que tem origem nos impostos sobre produção de grãos, pecuária, entre outros, destinado às obras da Copa de 2014 sem consulta ou aprovação popular.
“Que democracia é essa? Ninguém discutiu que as verbas do Fethab deveriam ir ou não para essas obras”, reclamou o presidente do CAU. Ele disse que se quem “muda somos nós, o povo”, é necessário pensar novas estratégias.
Para o presidente da Federação das Associações de Moradores de Bairros (Femab), Walter Arruda, mesmo que a passos lentos, a sociedade tem participado de maneira decisiva na elaboração e execução de políticas públicas em áreas importantes, entre ais quais na habitação, transporte e saúde.
Arruda destaca que a partir de 2014, por determinação legal, todos os municípios terão de criar sua secretaria e seu conselho da Cidade, sob pena de não acessarem recursos federais junto ao Ministério das Cidades.
Essa exigência, explica ele, fará com que os municípios se organizem e respeitem as decisões populares na hora de planejar e elaborar projetos para levantar recursos para as áreas de transportes, saneamento e habitação popular.
Fonte - Diário de Cuiabá  11/09/2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Brasil vai sediar conferência internacional sobre Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia

Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Brasil sediará no próximo ano a 13ª Conferência Internacional sobre Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia. O evento, que ocorre de 5 a 8 de maio em Salvador, será feito pela primeira vez na
foto - ilustração
América Latina e é um dos mais importantes fóruns de divulgação científica do mundo.
O tema central da conferência será “Divulgação da ciência para a inclusão social e o engajamento político” e vai discutir sobre como levantar estratégias mais inclusivas para a área. Segundo a organização, o evento pretende “estimular a sociedade para o engajamento público pela ciência e tecnologia e criar novos modelos e práticas para a comunicação e participação”.
Os debates têm foco na prática, capacitação e pesquisa na área de divulgação da ciência. As propostas de mesas-redondas, workshops e o envio de trabalhos individuais serão recebidos pela organização do evento até dia 1º de setembro de 2013.
A conferência é organizada pela Rede Internacional PCST (sigla do evento em inglês) e sediada pelo Museu da Vida, museu de ciência interativo ligado à Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com outras organizações.
Fonte - Agência Brasil  31/07/2013