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quarta-feira, 3 de julho de 2024

Governo da Bahia oficializa acordo de compra de trens de VLT do Mato Grosso

Transportes sobre trilhos  🚄

Os trens que iriam operar no sistema de transportes sobre trilhos entre as cidades de Cuiabá e Várzea Grande no MT, que não foi concluído e teve o projeto cancelado, agora serão utilizados no novo modal já em construção na capital baiana. O Governo da Bahia investirá R$ 820 milhões para a aquisição do material rodante do governo Mato Grosso.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Nesta quarta-feira (3), foi oficializada pelo Governo da Bahia, a compra de 40 composições de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) com Governo do Mato Grosso. Os trens que iriam operar no sistema de transportes sobre trilhos entre as cidades de Cuiabá e Várzea Grande no MT, que não foi concluído e teve o projeto cancelado, agora serão utilizados no novo modal já em construção na capital baiana.
As negociações foram mediadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), sob a liderança do ministro Bruno Dantas Nascimento.
O Governo da Bahia investirá R$ 820 milhões para a aquisição do material rodante do governo Mato Grosso. A previsão do Gov. da Bahia é efetuar o pagamento em quatro parcelas anuais, iniciando ainda em 2024. A CAF, fabricante dos trens, fará o restabelecimento técnico-operacional das máquinas e a previsão de entrega do primeiro trem é de até 12 meses, metade do tempo previsto para a entrega de composições novas se fossem compradas de um outro fabricante.
Com a aquisição, a Bahia garantiu uma economia de 37,5% em cada VLT, se comparado com os valores de outro fabricante para entrega de novas composições.
Outro ponto negociado é a compra de equipamentos como trilhos, materiais de telecomunicações e energia. O acordo, também contou com a participação ativa dos Tribunais de Contas estaduais, procuradorias-gerais dos estados e Ministérios Públicos de Contas.
No último dia 14 de junho, o Governo do Estado autorizou o início das obras do VLT de Salvador e Região Metropolitana. O projeto abrange três trechos de trilhos, da Ilha de São João a Calçada, de Paripe a Águas Claras e de Águas Claras a Piatã. No total, o percurso será de 36,4 quilômetros, com 34 paradas.
Pregopontocom  03/07/2024

terça-feira, 19 de março de 2024

Projetos emperrados de VLT no Brasil podem avançar

Transportes sobre Trilhos 🚄

Projetos de VLT emperrados no Brasil poderão avançar, o VLT de Cuiabá que se arrasta a mais de uma década e o VLT de Salvador que seria um monotrilho e não saiu da estação, parece que agora vão ter as suas obras reiniciadas.

Da Redação
Foto ilustração - Pregopontocom
VLT de Lyon França
Cuiabá - Com o projeto técnico agora aprovado pelo Gov. Fedral o VLT de Cuiabá deve avançar para fase final do PAC.O projeto de implantação do modal foi acatado pelo Diretor do Departamento de Infraestrutura da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades. O projeto do VLT de Cuiabá finalmente foi autorizado e aprovado tecnicamente pelo PAC Mobilidade Urbana Sustentável, do governo federal. O VLT de Cuiabá que deveria ser inaugurado na Copa de 2014 sofreu paralizações, por motivos diversos, palco de disputas políticas, ameaça de ser transformado em um BRT e se encontra paralisado até então. Torcemos para que finalmente o VLT de Cuiabá se torne uma realidade que irá transformar de maneira significativa e qualitativa a mobilidade na capital do Mato Grosso.

Salvador - Após o fracasso da primeira tentativa para a construção do VLT que seria na verdade um sistema de Monotrilho na região da orla Ferroviária de Salvador, chegando até RMS na ilha de São João,o governador da Bahia Jerônimo Rodrigues definiu nesta segunda-feira (18), um novo prazo para a conclusão da licitação para a construção do sistema de VLT(Veículo Leve sobre Trilhos)de Salvador. O novo sistema de transportes ira substituir os antigos trens com mais de 60 anos de uso, que operavam no Subúrbio Ferroviário de Salvador e foram desativados em fevereiro de 2021.O Governador esclareceu que a licitação foi dividida em duas partes, uma financeira e a outra a parte técnica da construção do VLT. A abertura do envelope referente ao orçamento deverá ser aberto entre os dias 25 e 26 deste mês e um pouco mais pra frente será feita a abertura do envelope da parte técnica. O Governo do estado criou através da CTB (Companhia de Transportes do Estado da Bahia), uma comissão responsável para desapropriação para a construção do VLT. Tomara que agora tudo dê certo e que a imensa população de toda orla ferroviária de Salvador e RMS, possa contar finalmente com um sistema de transporte moderno, eficiente, confortável rápido e seguro, entrando definitivamente numa posição de conforto e dignidade, que será conquistada com a chegada do novo modal que irá promover uma grande transformação no modelo de mobilidade urbana em toda região.
QUE VENHA FINALMENTE O TÃO ESPERADO VLT
Pregopontocom 19/03/2024

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Fogo ameaça parque conhecido pela concentração de onças-pintadas no Pantanal

Meio ambiente  🌱 🐯

Incêndio no Pantanal mato-grossense dura mais de 40 dias e atingiram o Parque Estadual Encontro das Águas, localizado na região de Porto Jofre, na cidade de Poconé (MT), a cerca de 102 quilômetros de Cuiabá.Nesta terça-feira (8), o Corpo de Bombeiros enviou mais duas equipes para auxiliar os 46 bombeiros que já tentavam conter o avanço do fogo na região

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

©arquivo-07/08/2020-Mayke Toscano/Secom-MT
As chamas que há mais de 40 dias destroem parte do Pantanal mato-grossense atingiram o Parque Estadual Encontro das Águas, localizado na região de Porto Jofre, na cidade de Poconé (MT), a cerca de 102 quilômetros de Cuiabá. Segundo o governo do Mato Grosso, a região reúne a maior concentração de onças-pintadas do mundo.
Nesta terça-feira (8), o Corpo de Bombeiros enviou mais duas equipes para auxiliar os 46 bombeiros que já tentavam conter o avanço do fogo na região, protegendo prioritariamente as áreas onde há pousadas, fazendas ou uma das 140 pontes de madeira existentes ao longo da Rodovia Transpantaneira (MT-060).
Ontem (7), a atuação de bombeiros e brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) foi fundamental para salvar sete crianças e duas mulheres cuja casa estava cercada pelo fogo, na região de Porto Jofre.
Além da presença de 122 agentes de vários órgãos públicos e do emprego de cinco aeronaves, o combate ao incêndio dentro do parque estadual tem o apoio de moradores da região, que disponibilizaram máquinas, carros-pipas e tratores para a ação, que faz parte da Operação Pantanal II, deflagrada em 7 de agosto.
Fonte - Agência Brasil 08/09/2020

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

MT tem dinheiro para retomar obra do VLT Cuiabá/Várzea Grande, diz senador

Curtas/Transportes sobre trilhos  🚄

VLT de Cuiabá/VG está atrasado desde a Copa do Mundo de 2014

Diário de Cuiabá
O senador Wellington Fagundes (PL) disse que o Governo de Mato Grosso terá que devolver dinheiro, se não concluir a polêmica obra do VLT Cuiabá-Várzea Grande.Para WF, o Estado terá um prejuízo bem maior se "enterrar" o modal, em vez de retomar a obra, paralisada desde 2014.Em entrevista ao site RepórterMT, o senador afirmou que o Estado já tem um recurso pronto, de financiamento, para retomar a obra em Cuiabá e VG."Então, eu não sei por que o Mauro [Mendes] está protelando tanto", disse o senador.
Fonte - Revista Ferroviária  10/08/2020



foto - ilustração/arquivo

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Estado tem 30 dias para fornecer dados de valores gastos com VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos  🚄

Estado tem 30 dias para fornecer dados de valores gastos com VLT - No prazo de 30 dias, a Secretaria de Fazenda (Sefaz) e a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) deverão informar qual o valor total dos financiamentos contratados pelo Governo Estado de Mato Grosso junto a Caixa Econômica Federal e ao BNDES para a construção do VLT de Cuiabá

O Bom de Notícia
foto - ilustração/arquivo
A Assembleia Legislativa aprovou na sessão ordinária do dia 26 de novembro requerimento de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSDB) que cobra do governo do Estado informações a respeito dos valores referentes ao VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos).No prazo de 30 dias, a Secretaria de Fazenda (Sefaz) e a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) deverão informar qual o valor total dos financiamentos contratados pelo Governo Estado de Mato Grosso junto a Caixa Econômica Federal e ao BNDES para a construção do VLT.
Também deverá ser detalhada qual a carência estabelecida em contrato à época, para o inicio dos pagamentos dos empréstimos junto a Caixa Econômica Federal e ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e qual o valor já foi pago pelo governo de Mato Grosso a Caixa Econômica Federal e BNDES desde o primeiro pagamento até data de hoje discriminando valor e data da quitação do pagamento.
Outra informação a ser fornecida é o valor do repasse financeiro já efetuado pelo governo do Estado às empreiteiras que compõem o Consórcio VLT.
O deputado Wilson Santos explica que as informações que serão fornecidas são relevantes para ser avaliada a viabilidade de conclusão do VLT.O que desejamos é auxiliar o governo do Estado na retomada desta importante obra tão importante a população. A partir destes dados, podemos discutir com segmentos da sociedade, disse.
Em outra iniciativa do parlamentar, foi aprovado no dia 13 de novembro pela Assembleia Legislativa um requerimento que autoriza a instalação de um grupo de trabalho para acompanhar, sugerir, fiscalizar e analisar os estudos do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que serão feitos pelo governo federal, via Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos.
Oficialmente, o governo do Estado diz que somente no primeiro semestre de 2020 deverá ser anunciada qual a posição a respeito das obras do VLT, paralisadas desde setembro de 2014 embora já tenha consumido dos cofres públicos quantia superior a R$ 1 bilhão.
Fonte - Revista Ferroviária  03/12/2019

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Governo do Mato Grosso consegue mais prazo para negociar contrato de obras do VLT com empresas

Transportes sobre trilhos  🚄

O pedido foi impetrado em conjunto com o Consórcio VLT. A desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos acatou o pedido.Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, a intenção da gestão é oferecer definição à instalação do modal, em parceria com a iniciativa privada.

CircuitoMatogrosso
foto - ilustração/arquivo
O governo do Mato Grosso pediu ao Tribunal de Justiça (TJ) o adiamento, em um mês, do julgamento do mérito sobre a rescisão contratual de obras do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), em análise desde fevereiro de 2018. O pedido foi impetrado em conjunto com o Consórcio VLT. A desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos acatou o pedido.
Segundo o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, a intenção da gestão é oferecer definição à instalação do modal, em parceria com a iniciativa privada.
"Nós ainda não sabemos se a solução para o Veículo Leve Sobre Trilhos será em associação com o consórcio construtor - que envolve as empresas de construção civil e que opera os trens -, ou com empresas que irão concluir a obra e operar o sistema. Porém, esse prazo obtido com a Justiça servirá para recebermos propostas e aprimorarmos o projeto executivo do modal".
A fala do secretário indica a possibilidade do governo voltar a negociar com o consórcio de empresas, possibilidade que foi descartada pela gestão anterior após a deflagração da Operação Descarrilho pela Polícia Federal.
Em agosto de 2017, o então procurador-geral do Estado, Rogério Gallo, com apoio da Secid (Secretaria das Cidades) anunciou o rompimento unilateral do contrato após o envolvimento de empresários ligados às empresas componentes do consórcio nas investigações da PF sobre esquema de fraudes.
Hoje, o secretário Marcelo Oliveira disse que o governo está aberto a receber proposituras da iniciativa privada indicando o caminho viável ao VLT.
"O que nós pedimos e precisamos é que os consórcios que tenham interesse em concluir a obra e operar o sistema apresentem uma manifestação nesse sentido. Precisamos, na verdade, de um operador que contemple basicamente três pontos: meios para concluir a obra, operação do sistema e vantajosidade da tarifa".
O vice-governador Otaviano Pivetta ratificou a fala do secretário e disse que a questão quanto ao VLT ainda está aberta. "Estamos recebendo propostas de empresas interessadas e vamos avaliar para que, em breve, tenhamos um desfecho para a situação", disse.
Tanto o vice-governador quanto o secretário ressaltaram que a parceria com a iniciativa privada e o recebimento de manifestações de interesse por parte de consórcios nacionais e internacionais têm amparo legal e está previsto na Legislação estadual.

Parceria público-privada
De acordo com a coordenadora de concessões da Sinfra, Franciele Dorth da Silva, atualmente, existem dois meios legais em que o Estado pode agregar propostas de empresas, nos termos da lei n° 9.641/2011, que disciplina as parceiras público-Privadas (PPP) e concessões.
O primeiro é o Procedimento de Manifestação de Interesse Privado (PMI), no qual a administração pública faz um edital de chamamento público, com termo de referência (TR) com todas as informações do projeto de concessões que ele pretende executar.
"Nesse caso, o Estado publica o chamamento e as empresas que tiverem interesse vão apresentar sua proposta", esclareceu a coordenadora.
A segunda forma de estabelecer uma parceria público-privada está referendada na chamada Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada (MIP) instituída pelo decreto n° 635, de julho de 2016.
No caso da MIP, não há necessidade de publicação de edital, apenas um chamamento público para dar ciência a outras empresas interessadas em participar do processo
O governo planeja o uso da MIP para atrair propostas viáveis de conclusão da obra e operação do sistema em Cuiabá e Várzea Grande. Conforme o decreto que regulamentou a manifestação, qualquer empresa com capacitação técnica para tal pode apresentar proposta de projeto ao Estado, que, por sua vez, realizará a análise.
"Caso a propositura atenda aos requisitos previstos no decreto e tenha interesse público, o projeto pode ser recebido. Passada essa fase, o empresariado é autorizado a fazer os estudos (sem contrapartida pública) e o Estado deve publicar um edital de chamamento comunicando que autorizou a determinada empresa a realizar esses estudos, abrindo prazo de 30 dias para que outros interessados também possam apresentar propostas", acrescenta Franciele Dorth, mostrando que este trâmite se trata da etapa preliminar à licitação.
No início de fevereiro, o Estado recebeu, via a MT PAR MIP, a primeira proposta de estudos do VLT da empresa internacional Acciona Construcción S.A, com sede em São Paulo. A propositura está sendo avaliada pela equipe técnica do Governo quanto à aceitabilidade.
Fonte - Revista Ferroviária  19/02/2019

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Criação do Parque do Xingu não usurpou terras de Mato Grosso, decide STF

Meio ambiente  🌾🌿🌴

A ação, julgada na manhã desta quarta-feira, em sessão extraordinária, foi aberta há mais de 30 anos por Mato Grosso, que processou a União e a Fundação Nacional do Índio em busca de indenização, por entender terem sido incluídas no perímetro do Parque do Xingu áreas que à época não eram ocupadas por indígenas, razão pela qual tais terras seriam de posse do estado, conforme a Constituição de 1946.

Felipe Pontes
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (16), por 7 a 0, que toda a área que compõe o Parque Indígena do Xingu é, comprovadamente, de ocupação imemorial e contínua por povos originários, não cabendo assim indenização ao estado de Mato Grosso em decorrência da criação da área de proteção.
A ação, julgada na manhã desta quarta-feira, em sessão extraordinária, foi aberta há mais de 30 anos por Mato Grosso, que processou a União e a Fundação Nacional do Índio em busca de indenização, por entender terem sido incluídas no perímetro do Parque do Xingu áreas que à época não eram ocupadas por indígenas, razão pela qual tais terras seriam de posse do estado, conforme a Constituição de 1946.
O Parque Nacional do Xingu, hoje denominado Parque Indígena do Xingu, foi criado em 1961, numa área de aproximadamente 2,7 milhões de hectares, no norte de Mato Grosso. A demarcação do território indígena foi idealizada, entre outros, pelo antropólogo Darcy Ribeiro, pelos irmãos Villas-Bôas e pelo Marechal Rondon.
“Documentos históricos e diversos estudos comprovam a existência do parque do Xingu desde épocas imemoriais, mesmo antes do decreto que o criou formalmente”, disse Marco Aurélio Mello, relator da ação. “Todos os laudos comprovam que a ocupação tradicional indígena existiu, ela existe, e sempre foi lícita, diferentemente do alegado pelo estado de Mato Grosso”, afirmou o ministro Alexandre de Moraes.
A decisão do STF abrange também as Reservas Indígenas Nambikwára e Parecis, que eram objeto da mesma contestação por parte de Mato Grosso, numa segunda ação conexa também julgada nesta quarta-feira.
O ministro Gilmar Mendes destacou que a considerar a ocupação imemorial, até a Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, deveria ser devolvida aos índios. Ele, porém, disse ter ficado comprovada e “inequívoca” a ocupação da área por indígenas no momento de criação das reservas, motivo pelo qual o pedido de indenização por Mato Grosso não se justifica.
Os ministros Dias Toffoli, Celso de Mello e Luiz Fux não participaram do julgamento. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), a decisão desta quarta-feira evita um prejuízo de R$ 2,1 bilhões ao cofres da União. Mato Grosso terá que arcar com os custos processuais, avaliados em R$ 100 mil.

Marco temporal

Organizações de defesa dos direitos dos indígenas, como o Instituto Socioambiental (ISA), organizaram uma manifestação em frente em Supremo desde a tarde de ontem (15), por temerem que fosse aplicado ao caso o chamado “marco temporal”, entendimento adotado pela Corte em ações anteriores e segundo o qual os povos indígenas só teriam direito à posse de áreas efetivamente ocupadas por eles no momento da promulgação da Constituição de 1988.
O assunto, no entanto, não foi abordado no julgamento desta quarta-feira. Os ministros do STF entenderam que o princípio não poderia sequer ser considerado no caso, uma vez que os territórios indígenas alvo das ações foram demarcados “muito antes da vigência da Constituição de 1988, portanto essa questão não se colocaria”, ressaltou o ministro Luís Roberto Barroso.
Uma terceira ação, na qual o marco temporal teria maior relevância e que também estava prevista para ser levada ao plenário nesta quarta, acabou tendo seu julgamento adiado a pedido de ambas as partes envolvidas.
Fonte - Agência Brasil  16/08/2017

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Prazo de 24 meses para finalizar o VLT é maior que o necessário, apontam MPs

Transportes sobre trilhos  🚄

O prazo de 24 meses apresentado na Minuta é maior que aquele apontado como necessário na auditoria da KPMG – 19 meses -, e que tal ‘composição de prazo apresenta R$ 122.704.061,07’ em acréscimos de valores ao total a ser englobado na proposta apresentada para acordo”, aponta o documento divulgado pelos MPs. 

Olhar Direto
foto - ilustração
Em sua manifestação contrária ao acordo entre o Governo do Estado e o Consórcio VLT, os Ministérios Públicos Estadual e Federal apontaram que o prazo apresentado de 24 meses para finalizar a obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) é maior que o necessário. Isso porque a própria auditoria da KPMG, contratada pelo Executivo para realizar uma auditoria, fala em um prazo de 19 meses.
“O prazo de 24 meses apresentado na Minuta é maior que aquele apontado como necessário na auditoria da KPMG – 19 meses -, e que tal ‘composição de prazo apresenta R$ 122.704.061,07’ em acréscimos de valores ao total a ser englobado na proposta apresentada para acordo”, aponta o documento divulgado pelos MPs.
Os Ministérios Públicos ainda apontam que o prazo de 24 meses é o original, para a conclusão total da obra, “não sendo razoável, nem mesmo para o leigo, que a retomada de uma obra, na qual já foram despendidos/pagos cerca de 70% do valor total do contrato ou mais de 2/3 desse valor, contemple a finalização dos menos de 30% restantes no mesmo prazo”.
Os órgãos ainda apontam que mais de 70% da obra já teria sido efetivamente executado, “não se mostrando justificável que o restante da execução do instrumento contratual necessite do mesmo tempo originalmente fixado no contrato administrativo para a sua execução total”.
O Estado acordou em pagar R$ 922 milhões para a conclusão integral da implantação do modal. A previsão é de as obras sejam concluídas em 24 meses.
No acordo firmado entre o Governo e Consórcio, a primeira etapa da obra será finalizada em março de 2018 e compreende o trecho entre o aeroporto de Várzea Grande até a estação do Porto, em Cuiabá.
Até dezembro de 2018 deverá entrar em funcionado todo o trecho da linha 1, num total de 15 quilômetros, entre o aeroporto de Várzea Grande e o Terminal do Comando Geral, na Capital. Já a linha 2, que compreende o trecho de 7,2 km entre a avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha) e o Parque Ohara, no Coxipó, será entregue até maio de 2019.
Fonte - Olhar Direto 02/06/2017

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Mato Grosso prevê gastar R$ 38 milhões para manter funcionamento do VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos  🚄

A expectativa é que partir de julho seja retomada a obra no trecho do Aeroporto Marechal Rondon Rondon em Várzea Grande até o bairro Porto em Cuiabá. O projeto do governo do Estado é concluir esse trecho até 31 de março de 2018 e chegar até o CPA no final do próximo ano.

FolhaMax - RF
foto - ilustração/arquivo
Após assegurar seu retorno para a Secretaria de Estado de Cidades, o deputado estadual Wilson Santos (PSDB), tem como principal missão destravar as obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT). Hoje, na sessão matutina da Assembleia Legislativa os deputados autorizaram a licença de Wilson Santos do parlamento estadual para retornar ao comando da Secretaria de Cidades.
Embora tenha recebido investimentos de R$ 1 bilhão, a obra está parada há dois anos e a nova promessa é que seja retomada em julho. Wilson Santos afirma que o governo já tem R$ 193,4 milhões para começar as obras do VLT nos próximos meses.
A expectativa é que partir de julho seja retomada a obra no trecho do Aeroporto Marechal Rondon Rondon em Várzea Grande até o bairro Porto em Cuiabá. O projeto do governo do Estado é concluir esse trecho até 31 de março de 2018 e chegar até o CPA no final do próximo ano.
Há ainda o planejamento de firmar uma Parceria Pública Privada (PPP) na qual uma empresa privada assumiria a responsabilidade pela operação do modal de transporte. “Nós só vamos operar o VLT na fase de testes, a chamada marcha branca, na qual teremos nossos técnicos contratados para operar provisoriamente. Mas a partir do momento que inaugurar o VLT, o Estado não tem interesse algum de ser responsável pela operação”, explica.
Questionado a respeito da cobrança da tarifa, Wilson Santos revela que está sendo avaliada a possibilidade de que uma tarifa única do transporte coletivo seja adotada para facilitar a vida dos usuários. “Uma das alternativas para baratear é o subsídio. O Estado vai por R$ 38 milhões ao ano, valor calculado de março de 2016, para subsidiar a tarifa do VLT”, disse Wilson.
O governo do Estado ainda mantém diálogo com o governo federal para contrair novos empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) garantindo assim dinheiro suficiente para garantir a conclusão das obras do VLT sem transtornos. Das obras da Copa que a Secretaria de Cidades planeja concluir ainda na gestão do governador Pedro Taques (PSDB) estão a duplicação da Avenida Arquimedes Pereira Lima, a continuação da Avenida Parque Barbado, a retomada do Centro Oficial de Treinamento (COT) do Pari - Várzea Grande e do COT da UFMT.
Fonte - Revista Ferroviária  10/07/2017

domingo, 18 de setembro de 2016

Brasil terá santuário de elefantes na Chapada dos Guimarães

Santuário/Elefantes

O espaço vai receber animais da espécie resgatados em situação de risco e oferecerá os cuidados necessários para que possam se recuperar física e emocionalmente do período de cativeiro. A fazenda, que abrigará os animais tem 1,1 mil hectares e foi adquirida por meio de doações de organizações internacionais especificamente para abrigar elefantes.

Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil
Divulgação Santuário de Elefantes Brasil
A história de décadas de maus-tratos de Maia e Guida, duas elefantas da espécie asiática, terá um desfecho diferente a partir de outubro. Elas serão as primeiras moradoras do Santuário de Elefantes Brasil, uma instituição inédita no país, localizada na Chapada dos Guimarães, a 65 quilômetros da capital de Mato Grosso. A fazenda, que abrigará os animais tem 1,1 mil hectares e foi adquirida por meio de doações de organizações internacionais especificamente para abrigar elefantes.
As duas elefantas foram confiscadas de um circo na Bahia e vivem, há seis anos, em Paraguaçu, cidade ao sul de Minas Gerais. Com idades avaliadas de forma aproximada, Maia, 44 anos, e Guida, 42 anos, serão cuidadas por veterinários e especialistas do primeiro santuário de elefantes da América Latina. O espaço vai receber animais da espécie resgatados em situação de risco e oferecerá os cuidados necessários para que possam se recuperar física e emocionalmente do período de cativeiro.
De acordo com a presidente do Santuário e uma das idealizadoras do projeto, Junia Machado, o espaço terá estrutura para receber até 50 elefantes provenientes de toda a América do Sul. Inicialmente, a estrutura abrigará até seis elefantes. O custo mensal é estimado em até R$ 20 mil, nesta primeira fase. Todo os gastos do santuário são mantidos por doações e organizações não governamentais internacionais.
“Há 5 mil elefantes vivendo em locais de risco, como zoológicos e circos. Por melhor que seja um zoológico, em geral, ele isola o animal e causa um sofrimento agudo. Os elefantes são animais extremamente inteligentes, que vivem em grandes clãs, têm sociedades organizadas. Em alguns deles que encontramos em situações críticas, é possível perceber, a olho nu, o abalo emocional, por meio de movimentos repetitivos da cabeça e do corpo, e comportamento diferente dos elefantes que vivem na natureza. O santuário é um local criado e estruturado para dar proteção a esses animais”, explica Junia Machado.

Divulgação Santuário de Elefantes Brasil
A primeira etapa do santuário terá um centro de cuidados veterinários e piquetes para abrigar os elefantes, que serão separados por espécie (asiáticos e africanos) e sexo (machos e fêmeas).
A iniciativa aguarda a liberação do licenciamento ambiental da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso para começar a funcionar. De acordo com o órgão, o projeto já obteve as autorizações e as licenças prévia e de instalação. Nas próximas semanas devem ser liberadas a autorização de uso e manejo e a licença de operação.
A coordenadora de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema), Danny Moraes, disse que haverá controle sanitário na origem do animal e também na chegada a Mato Grosso. No Santuário, o elefante passará por uma fase de quarentena, acompanhada por veterinários e especialistas. “Ele fica cerca de 40 dias em um piquete individual, se não apresentar nenhum sintoma, vai para um espaço maior”, afirmou.
Danny Moraes ressalta que para a liberação do licenciamento, a secretaria também avalia aspectos sanitários dos animais, como a possibilidade de transmissão de doenças.
“Há uma avaliação nesse aspecto para garantir a segurança da região. O estado de Mato Grosso é uma zona livre de febre aftosa, mas a doença atinge outro tipo de animais, como bovinos, ovinos e caprinos. O elefante não é hospedeiro de febre aftosa, então não é uma fonte de preocupação. Tuberculose é uma possibilidade de transmissão, tanto para os animais quanto para o ser humano, mas o espaço não compreende os fatores de risco e já tem os controles sanitários de origem. Também é analisada a possibilidade de transmissão de animais nativos para os elefantes. Tudo é avaliado para não termos riscos”, disse.

Atividades
O Santuário não será aberto para visitação pública, mas será mais do que um espaço de reabilitação dos elefantes. Segundo Junia Machado, a instituição terá, futuramente, um centro de visitantes na cidade, com dados sobre aspectos biológicos, físicos e comportamentais dos elefantes. Além de fornecer informações para pesquisas e estudos, ocorrerão palestras e acesso à imagens das câmeras, que transmitirão ao vivo, das áreas internas do santuário. Essas imagens estarão também disponíveis na internet.
O formato do santuário é inspirado em um exemplo criado há 20 anos, no Tennesse, nos Estados Unidos. O cofundador do The Elephant Sanctuary ins Tennesse, Scott Blais, é também um dos administradores e idealizadores do santuário brasileiro. O Santuário de Elefantes Brasil é um projeto conduzido pelo Global Sanctuary for Elephants (GSF) e pela ElephantVoices, organizações internacionais dirigidas por especialistas em elefantes.
Fonte - Agência Brasil  18/09/2016

domingo, 6 de setembro de 2015

Incêndio na Chapada dos Guimarães ainda não foi controlado

Meio ambiente

O fogo começou no final da tarde de terça-feira (1°), na Morraria do Coxipó do Ouro, entorno do Parque Nacional. Na sexta-feira (4), o fogo atingiu a Unidade de Conservação. Desde a manhã de sexta-feira os atrativos Mirante do Véu de Noiva e Cachoeirinha estão fechados à visitação, em razão de incêndio.

Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O incêndio que atinge o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, ainda não foi controlado, segundo informações da assessoria do paque. O fogo está contido numa única região e a maior parte do incêndio acontece fora da chapada.
O fogo começou no final da tarde de terça-feira (1°), na Morraria do Coxipó do Ouro, entorno do Parque Nacional. Na sexta-feira (4), o fogo atingiu a Unidade de Conservação. Desde a manhã de sexta-feira os atrativos Mirante do Véu de Noiva e Cachoeirinha estão fechados à visitação, em razão de incêndio.
O combate conta com 40 brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que controla o parque, 25 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e 20 bombeiros apoiados por dois helicópteros, além de avião do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, usado para o lançamento de água.
Fonte - Agência Brasil  06/09/2015

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Incêndio ameaça o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães

Meio Ambiente

Bombeiros trabalham no combate a incêndio próximo ao Parque de Chapada dos Guimarães. Patrimônio em risco,ao todo, quase 240 homens trabalham para controlar as chamas que atingem as imediações do parque, que foi fechado para visitações

Yuri Ramires - Diário de Cuiabá

O Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, um dos principais atrativos turísticos de Mato Grosso, estará fechado a partir de hoje – por tempo indeterminado – devido a um incêndio florestal que atinge as imediações da unidade de conservação.
Ao todo, quase 240 homens trabalham para controlar as chamas.
Conforme as informações do Instituto Chico Mendes (ICMBio), que administra o patrimônio, até a tarde de ontem o fogo não havia atingido o interior do parque.
“A decisão de suspender a visitação, no entanto, foi tomada para garantir a segurança das pessoas e permitir que servidores e brigadistas possam atuar no combate ao incêndio”, disse a assessoria de comunicação do ICMBio.
Conforme a chefia do parque, parte das instalações do local está sendo usada como apoio para o trabalho dos bombeiros militares.
“O estacionamento, por exemplo, vem servindo para pouso e decolagem de helicópteros da PM que auxiliam no combate às chamas”, contou a direção do instituto.
Ainda não se sabe a origem do fogo, mas o instituto acredita que seja criminosa e que tenha começado na quarta-feira, próximo a uma estrada vicinal.
Conforme o Corpo de Bombeiros, a situação no local é delicada, uma vez que há dois focos no parque. Em um, 40 brigadistas do ICMBio fazem o trabalho.
No outro, bem maior, segundo o coronel Ruberval de Barros, 50 militares do exército e 150 bombeiros se concentram no combate, que está chegando próximo à comunidade Coxipó do Ouro.
“São dois grandes trabalhos, contamos com o auxílio de duas aeronaves e três viaturas de combate rápido. Só teremos dados atualizados no decorrer do dia de hoje”, disse Barros, por telefone.

PERÍODO PROIBITIVO – a Secretaria de Estado e Meio Ambiente (Sema) deve divulgar hoje o resultado de uma reunião visando a prorrogar o período proibitivo de queimadas, que começou em 15 de julho e vai, a princípio, até o dia 15 de setembro.
A decisão de prorrogar ou não está nas mãos da secretária Ana Luiza Peterlini.
Fonte - Diário de Cuiabá  04/09/2015

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Governo admite concessão do VLT de Cuiabá à iniciativa privada em MT

Transportes sobre trilhos

O secretário do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo Oliveira,disse que medida visa à possibilidade de o Estado aportar menos recursos na obra, orçada inicialmente em R$ 1,4 bilhão, mas cujo preço final pode chegar a R$ 2 bilhões.Estimativas apontam que será preciso injetar cerca de R$ 600 milhões a mais na obra – além do que havia sido licitado pela antiga gestão.

Mídia News
foto - ilustração
O secretário do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo Oliveira, afirmou que o Governo do Estado analisa alternativas para viabilizar a implantação e a operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande.
Entre as opções, estão a concessão dos serviços à iniciativa privada e uma Parceria Público Privada (PPP).
Oliveira disse que medida visa à possibilidade de o Estado aportar menos recursos na obra, orçada inicialmente em R$ 1,4 bilhão, mas cujo preço final pode chegar a R$ 2 bilhões.
Estimativas apontam que será preciso injetar cerca de R$ 600 milhões a mais na obra – além do que havia sido licitado pela antiga gestão.
“Obviamente, o Estado não tem esses recursos disponíveis na integralidade para a finalização da obra”, disse o secretário.
“Temos também que estudar alternativas que não sejam exclusivamente o Governo aportar dinheiro na obra. Isso é possível fazendo uma PPP, uma concessão... O estudo de viabilidade que está sendo feito pelo Governo caminha para isso”, completou.
As declarações do secretário foram feitas em entrevista concedida à Rádio Mix FM.
Gustavo Oliveira disse que outros modais de transporte do país foram viabilizados desta forma, e que esta é uma opção que o Estado tem que estudar, para que as tratativas sobre a implantação do VLT em Cuiabá e Várzea Grande possam evoluir mais rapidamente.
Apesar de o próprio governador Pedro Taques (PDT) já ter admitido a possibilidade de “exclusão” do VLT e uma retomada no projeto do Bus Rapid Transport (BRT), o secretário observou que esta seria a medida de maior risco para o Estado.
“O que fazer com os trilhos e vagões que já estão aqui? E, também, o financiamento que o Governo já assumiu com a Caixa e vai ter que pagar? Ou então, o Estado vai ter que entrar numa briga muito grande para não pagar esse financiamento. E aí, ficar tudo parado”, avaliou ele.
O secretário disse ainda que, pensando no pior cenário possível, correria o risco de acontecer em Mato Grosso algo semelhante ao metrô de Salvador (BA), cujas obras ficaram paralisadas por 20 anos.
“Isso não pode acontecer em Cuiabá e Várzea Grande. Temos que perseguir a continuidade da obra, que é o mais viável por enquanto”, afirmou.

Estudo de viabilidade
Apesar de demonstrar seu posicionamento favorável à continuidade da obra, o secretário lembrou que o processo depende do estudo que está sendo executado pelo Governo.
Este estudo analisa a viabilidade financeira, de conclusão e da operação do VLT em si, incluindo a questão tarifária.
“A determinação do governador Pedro Taques é que se estude a viabilidade de terminar a obra do VLT. Qualquer outra decisão, voltar para BRT, até mesmo não fazer nada, é uma decisão muito mais difícil e radical”, afirmou Gustavo Oliveira.
“Se absolutamente não tiver condição econômica do Governo para suportar o término da obra, aí temos que abrir a discussão para outros modais. Mas, a determinação hoje é terminar o VLT com a menor tarifa possível para a população”, explicou ele.

Prazo e tarifa
Ainda durante a entrevista o secretário observou que, caso o Governo opte pela conclusão do VLT, as melhores estimativas apontam para um prazo de término das obras somente em 2018.
Segundo ele, este prazo é considerado numa perspectiva de uma obra realizada de forma estratégica, na tentativa de minimizar o inconveniente à população.
Pensando de uma forma mais acelerada, Oliveira disse que o modal poderá ser concluído em 2017.
Apesar de já ter mencionado - em audiência pública - que o valor da tarifa poderá ultrapassar os R$ 10, desta vez, ele preferiu não falar sobre valores e afirmou que a tarifa também está condicionada ao estudo realizado pelo Governo.
“Muito se falou após a audiência pública sobre a questão da tarifa, que é o que incomoda mais a população. Só que o Governo precisa saber quanto ele tem que bancar para que o usuário tenha lá na ponta, uma tarifa que seja acessível. Se essa tarifa vai ser de R$ 2, R$ 3, R$ 5 ou R$ 10, isso depende do custo de implantação e operação. Esse grande estudo de viabilidade é que irá definir”, completou.
Fonte - Revista Ferroviária  26/02/2015

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Consórcio cobra R$ 300 milhões a mais para término do VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos

Conforme o secretário do Gabinete de Planejamentos Estratégicos, Gustavo Oliveira, desse valor, pouco mais de R$ 47,5 milhões diz respeito ao reajuste contratual anual aprovado referente a medição da obra até julho de 2014. Mais R$ 4,9 milhões de reajuste contratual solicitado, a respeito à medição da obra entre os meses de agosto e setembro.

Airton Marques
Circuito Mato Grosso
Foto: Andre Romeu
MT - O detalhamento técnico realizado pela equipe do Governo de Mato Grosso, aponta que dos R$ 1.447.617.277,15 contratados para a implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), o total de R$ 1.066.132.266,35 já foram pagos ao consórcio que executa as obras do modal, formado pelas empresas CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda. e Astep Engenharia Ltda. Além disso, os empreiteiros solicitaram pagamentos adicionais que somados dão o valor de R$ 293.045.946,17.
Conforme o secretário do Gabinete de Planejamentos Estratégicos, Gustavo Oliveira, desse valor, pouco mais de R$ 47,5 milhões diz respeito ao reajuste contratual anual aprovado referente a medição da obra até julho de 2014. Mais R$ 4,9 milhões de reajuste contratual solicitado, a respeito à medição da obra entre os meses de agosto e setembro.
Outros R$ 74 milhões dizem respeito ao reajuste contratual cambial solicitado que não foram faturados até agosto do ano passado. Os R$ 165.976.829,57 se tratam do reequilíbrio econômico financeiro não faturado.
“Não estamos reconhecendo que todos eles são devidos, e nem que todos eles são amparados por contrato, mas esses são os pedidos que hoje existem na Secopa. Todos eles serão analisados, auditados, para que verifique a legalidade desses pedidos e a própria viabilidade”, esclareceu Oliveira.
O secretário ainda alertou que caso comprovado, o Governo teria que arcar com os valores com recursos próprios.
“Os contratos de financiamento com a Caixa Econômica Federal estão restritos aos valores iniciais, qualquer adição depois disso tem que ser realizado pelo Estado. Hoje o Estado precisaria de R$ 511 milhões para terminar essas obras, mas não estamos analisando o reajuste previsto para o final de 2014, nem eventuais outros reajustes cambiais ou contratuais, pois essa obra não deve demorar mais de dois anos”, afirmou.

Valores do Contrato
Em valores detalhados para a implantação do VLT em Cuiabá e Várzea Grande o estudo de impacto ambiental custou R$ 11,41 bilhões. R$ 31 milhões foram destinados para a execução de projetos básicos e executivos. Veja a tabela a baixo com o demonstrativo completo dos gastos:
Do valor total da obra, R$ 1.151.620.00 é oriundo do convênio com a Caixa Econômica Federal. Até o final do ano foram liberados mais de R$ 858 milhões ao governo.
O Estado entrou com o montante de R$ 325.997.277,15, sendo que cerca de R$ 108 milhões já foram empregados.

Retomada
A retomada da obra, paralisada a pedido do Consorcio no fim de 2013, não é prevista. Antes disso será apresentada uma auditória realizada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE MT) no dia 28 de fevereiro. Além do mais, um novo cronograma será estabelecido com os responsáveis pelo Consórcio VLT.
“Nós estamos conversando com o consórcio construtor para estabelecer um novo cronograma e entender quais são as necessidades dele, inclusive financeiras, para compactuar a retomada das obras. Não vamos mais adiar o contrato como havia sendo feita, sem um cronograma”, afirmou o secretário.
Fonte - STEFZS  10/02/2015

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Senador do DEM,tem processo 'esquecido' na gaveta de Barbosa

Política

Prescreve em 6 de outubro crime de peculato do qual é acusado Jayme Campos por desvio de verbas federais de saúde quando era governador de Mato Grosso, em 1994


AG. SENADO
Jayme Campos, senador do DEM que está prestes a se livrar de ser julgado pelo STF

Helena Sthephanowitz 
Na tarde do dia 2 de maio de 2013, nove meses atrás, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento do Inquérito 2606, instaurado a partir de uma denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o senador Jayme Campos (DEM), acusado de peculato e de burlar a Lei de Licitações quando era governador de Mato Grosso, em 1994, quase 20 anos antes – o MPF constatara que Campos teve participação no desvio de verbas federais da Saúde para compra de equipamentos e materiais hospitalares, através de superfaturamento com dispensa de licitação de forma ilegal.
A sessão do STF não condenaria nem ao senador, nem a ninguém. Apenas decidiria se a denúncia seria acatada para virar processo ou não.
Naquele dia, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF, viajava para a Costa Rica, para onde fora convidado a acompanhar a celebração do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Presidia a sessão o vice-presidente da Corte, Ricardo Lewandowski.
O julgamento foi interrompido por sugestão de Celso de Mello, acatada pelos demais ministros após o voto de Luiz Fux, que se manifestou favorável a abrir o processo contra Jayme Campos. Lewandowski proclamou a decisão do adiamento, dizendo que estava ali interinamente e por isso deixaria para Joaquim Barbosa remarcar nova data para continuar a apreciação da denúncia do MPF.
Mas o inquérito 2606 entrou na pauta do STF para ser retomado no dia 23 de maio de 2013 – e não foi julgado. Apareceu na pauta de novo nos dias 13 de junho, 20 de junho, 25 de junho, mas nada de o julgamento continuar em nenhuma desta datas. Depois disso, o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, não colocou mais em pauta, e a apreciação plenária da matéria continua em aberto. No próximo dia 6 de outubro, o crime de peculato de que Jayme Campos é acusado prescreverá.
O senador não é o único a desfrutar da impunidade com as prescrições e com o engavetamento do inquérito. Ao não colocá-lo em julgamento, o ex-secretário estadual de Saúde do Mato Grosso Domingos Sávio Pedroso de Barros e o então presidente da comissão de licitação do governo daquele estado, Moacy Lopes Suares, também ficarão impunes.
Jayme Campos articula candidatar-se à reeleição ao Senado coligado a Pedro Taques (PDT) para governador. Antes desta articulação com Taques, ele lançou a candidatura a governador de Mato Grosso nada menos que Gilmar Mendes, também ministro do STF e seu conterrâneo. Convidou-o a filiar-se ao DEM. Campos disse aos jornais que tinha uma relação de amizade, admiração e respeito por Mendes. O ministro declinou do convite.
Pelo andar da carruagem no STF, a ficha de Jayme Campos estará sem este processo quando apresentar-se ao eleitor nas eleições deste ano. E no dia seguinte ao primeiro turno da eleição, mesmo que ele perca nas urnas, terá o que comemorar: a prescrição do peculato.
Não se defende aqui a impunidade de ninguém, seja de onde for, venha de que partido vier. Mas é impossível não lembrar que, enquanto os réus petistas da Ação Penal 470 tiveram processo aberto em dois anos, e foram condenados seis anos após a denúncia, Jayme Campos está há seis anos denunciado no STF, mas nem sequer tem processo aberto por atos cometidos há quase 20 anos. E a um passo da prescrição.
Por essas e tantas outras, quanto malabarismo garantista....
Fonte - Rede Brasil Atual  03/02/2014

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Desmatamento na Amazônia consumiu equivalente a quase 4 cidades de São Paulo, em um ano

Meio Ambiente

Amazônia perdeu 5.843 km² de área verde entre agosto de 2012 e julho de 2013

BRASÍLIA - O desmatamento na Amazônia subiu 28% segundo números do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites (Prodes) e do Instituto Nacional de Pesquisa e Estatística (Inpe). Os dados apresentados nesta quinta-feira (14) pela titular do Minitério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, são equivalentes ao período de agosto de 2012 a julho de 2013 e mostram 5.843 quilômetros quadrados (km²) desmatados. A área é equivalente a 3,8 vezes a cidade de São Paulo.

Amazônia perdeu mais de 5 mil km² de área verde em apenas um ano. Foto: Everton Pimentel/Ibama
Apesar do aumento, a ministra assegurou que essa é a “segunda menor taxa de desmatamento já registrada em toda a história” desde que o monitoramento começou a ser feito pelo Inpe. Entre os estados que mais desmataram estão Mato Grosso (52%) e Roraima (49%). Quando o cálculo é feito em quilômetros os estados que lideram o ranking de desmatamento são Pará (2.379 km²) e Mato Grosso (1.149 km²).
Izabella também confirmou que retornará mais cedo da Conferência Mundial do Clima, em Varsóvia, na Polônia, para participar de uma reunião com todos secretários estaduais de meio ambiente da Amazônica. Ela vai cobrar explicações sobre os índices de desmatamentos em cada Estado.
Fonte - Portal Amazônia  14/11/2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Cresce incidência de doenças crônicas entre índios do Xingu

Meio Ambiente


Se em 1965 doenças como malária, infecções respiratórias e diarreia eram as principais causas de morte de índios no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, hoje a doença de maior incidência entre eles é a hipertensão arterial

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Se em 1965 doenças como a malária, as infecções respiratórias e a diarreia eram as principais causas de morte de índios no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, hoje a doença de maior incidência entre eles é a hipertensão arterial. É o que mostra pesquisa coordenada pelo Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado e do Projeto Xingu.
Atualmente, a malária está sob controle. Embora as doenças infecciosas e parasitárias ainda sejam relevantes em termos de mortalidade, são os males crônicos não transmissíveis, como a hipertensão, a intolerância à glicose e a dislipidemia, que mais cresceram nos últimos anos entre os índios da região.
Para essa pesquisa foram entrevistados e examinados 179 índios khisêdjês, moradores da área central do Parque do Xingu, no período de 2010 a 2011. A análise dos resultados mostrou a prevalência de hipertensão arterial (10,3% do total) em ambos os sexos, sendo que 18,7% das mulheres e 53% dos homens apresentaram níveis de pressão arterial preocupantes.
A intolerância à glicose foi identificada em 30,5% das mulheres e em 17% dos homens. A dislipidemia (aumento anormal da taxa de lipídios no sangue) apareceu em 84,4% dos participantes dos dois sexos.
Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Suely Godoy Agostinho Gimeno, coordenadora do estudo Perfil Nutricional e Metabólico dos Indígenas Khisêdjê, disse que algumas alterações estão sendo constatadas, principalmente nos últimos 15 anos. Na pesquisa anterior, divulgada pelo grupo no começo de 2000 e feita com os mesmos índios, a doença mais relevante era a dislipidemia. “Era impressionante a proporção [de dislipidemia]. Muito maior que nos estudos que se faz com população não indígena”, disse ela.
Naquela ocasião, informou a pesquisadora, a incidência de hipertensão ainda era baixa ou rara nessa população. Mas agora a hipertensão e a intolerância à glicose cresceram entre os índios, embora a incidência ainda seja menor quando comparada ao restante da população brasileira.
De acordo com Suely, entre os fatores que explicam essa transformação está a maior proximidade com os centros urbanos e a intensificação do contato com a sociedade não indígena; o aumento do número de indígenas que exercem atividade profissional remunerada e que assim, segundo ela, “deixam de pescar e de caçar e, com isso, reduzem suas atividades físicas”; e o maior acesso a produtos e bens de consumo, como alimentos industrializados, eletroeletrônicos e motor de barcos.
O quadro atual tem preocupado os pesquisadores, uma vez que o controle dessas doenças requer condições que nem sempre estão disponíveis nas aldeias. “Isso tem causado várias preocupações e por muitas razões. Primeiro, porque muitas dessas doenças requerem condições que nas aldeias são difíceis de serem alcançadas. Um exemplo é um indígena diabético que necessita de insulina. A insulina precisa ser guardada em geladeira. E na aldeia, em geral, não se dispõe de energia elétrica. A necessidade de refrigeração, nesse caso, é o tempo todo”, observou.
Outro problema, destacou Suely, é que é preciso o controle de horário para tomar os medicamentos e para o controle regular da glicemia e da pressão arterial, que nem sempre estão disponíveis nas aldeias. “Além disso, são situações novas para eles. O aprendizado para controlar e manipular não são simples. A forma como eles percebem a doença é diferente de nós, não indígenas. É um trabalho de longo prazo”, acrescentou.
Outro resultado que chamou a atenção dos pesquisadores é que muitos dos índios estão com excesso de peso (sobrepeso ou obesidade), o que ocorre em 36% do total de mulheres e 56,8% dos homens. “Atribuímos isso [o excesso de peso] não à obesidade propriamente dita, mas ao fato de que os indicadores que utilizamos para avaliar o excesso de peso não são adequados, uma vez que eles têm uma quantidade de músculos muito maior que os não indígenas”, disse a pesquisadora.
Para evitar situações como essa, segundo Suely, o fundamental seria estimular a manutenção do modo de vida dos indígenas. “Para isso, eles dependem da terra, do rio, do seu território. Manter as terras indígenas e garantir o território é fundamental”, disse ela.
Fonte - Agência Brasil   20/10/2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Por uma maior participação popular - Cuiabá

Cidades

ALECY ALVES
Da Reportagem
foto - ilustração
Na 5ª Conferência Estadual das Cidades, que acontece desde ontem em Cuiabá, lideranças comunitárias e profissionais liberais discutem sobre até que ponto os gestores públicos vêm respeitando o direito à participação popular no planejamento e execução de projetos que visam o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
O evento, que reúne mais de 400 participantes, a maioria deles representante das prefeituras, este ano traz como lema: “Quem muda a cidade somos nós – Reforma Urbana já”. O evento segue até o final da tarde de hoje, no Hotel Fazenda Mato Grosso.
O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso (CAU-MT), Cláudio Mirante, reclamou que os conselhos das cidades, tanto o estadual quanto os municipais, não funcionam, portanto, a sociedade não tem participação nas decisões sobre orçamento e aplicação de recursos.
Como exemplo, Miranda citou os recursos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que tem origem nos impostos sobre produção de grãos, pecuária, entre outros, destinado às obras da Copa de 2014 sem consulta ou aprovação popular.
“Que democracia é essa? Ninguém discutiu que as verbas do Fethab deveriam ir ou não para essas obras”, reclamou o presidente do CAU. Ele disse que se quem “muda somos nós, o povo”, é necessário pensar novas estratégias.
Para o presidente da Federação das Associações de Moradores de Bairros (Femab), Walter Arruda, mesmo que a passos lentos, a sociedade tem participado de maneira decisiva na elaboração e execução de políticas públicas em áreas importantes, entre ais quais na habitação, transporte e saúde.
Arruda destaca que a partir de 2014, por determinação legal, todos os municípios terão de criar sua secretaria e seu conselho da Cidade, sob pena de não acessarem recursos federais junto ao Ministério das Cidades.
Essa exigência, explica ele, fará com que os municípios se organizem e respeitem as decisões populares na hora de planejar e elaborar projetos para levantar recursos para as áreas de transportes, saneamento e habitação popular.
Fonte - Diário de Cuiabá  11/09/2013

VLT de Cuiabá faz mutirão por mão de obra

Mobilidade

Diário de Cuiabá
Da redação
foto - ilustração
O Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande iniciou nesta terça-feira um mutirão para contratação de trabalhadores para atuar nas obras para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). São cerca de 200 vagas, a maioria para ajudantes, carpinteiros e pedreiros. A ação é uma parceria com o governo do Estado e o Sine.
A ação vai ser promovida até sexta-feira (13.09) na região do Coxipó e do Verdão. Através do projeto Sine-Itinerante, o micro-ônibus do órgão ficará estacionado das 8h às 17h em dois pontos estratégicos, onde as pessoas interessadas em trabalhar nas obras de mobilidade urbana poderão entregar o currículo e se candidatar a uma das vagas.
Para auxiliar na divulgação, um carro de som está percorrendo os bairros dessas regiões anunciando as vagas disponíveis. Nesta terça e quarta-feira (10 e 11), o micro-ônibus estará no terminal rodoviário do Coxipó. A equipe de Recursos Humanos do Consórcio VLT, juntamente com técnicos do Sine, está no local recebendo os candidatos e fazendo a seleção para posterior encaminhamento para a contratação. Na quinta e sexta-feira (12 e 13), o micro-ônibus estará na Praça Ipiranga, no Centro de Cuiabá.
Todos os contratados pelo Consórcio VLT passam por uma integração de oito horas e os profissionais que desempenham atividades em altura (acima de dois metros) e em espaço confinado recebem um treinamento especial, acima de oito horas, com orientações específicas e mais aprofundadas.
Para se candidatar a uma vaga, o trabalhador também pode comparecer ou entregar currículo na sede do Consórcio VLT, situado na rua Presidente Arthur Bernardes, n° 630, bairro Jardim Aeroporto, em Várzea Grande. Mais informações pelos telefones (65) 3362-6284 ou 9803-2422. Os currículos também podem ser encaminhados via e-mail, no endereço eletrônico recrutamento@consorciovlt.com.br. Dependendo do cargo é necessário comprovar experiência de 6 meses.
Fonte - Diário de Cuiabá  11/09/2013