Mostrando postagens com marcador Obras do VLT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Obras do VLT. Mostrar todas as postagens

domingo, 1 de março de 2026

Obras do VLT de Salvador avançam com lançamento de vigas de viaduto próximo a BR-324 e alteração temporária no trânsito

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

Obras do VLT de Salvador avançam com lançamento de vigas de viaduto próximo a BR-324 com  alteração temporária no trânsito e desvio sinalizado com orientação de rotas alternativas nas imediações da Estação Pirajá.

Da Redação
foto - ilustração/CTB Bahia
As atividades, começaram na sexta-feira (27), a partir das 22h, e também no sábado (28), sempre no período noturno, com alteração temporária no trânsito, desvio sinalizado e orientação de rotas alternativas nas imediações da Estação Pirajá. As obras do Lote 02 do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador e Região Metropolitana (RMS) avançam com o lançamento de vigas do viaduto próximo a BR-324. A operação foi realizada na sexta-feira (27) e no sábado (28), das 22h às 5h. Para a execução dos serviços, haverá bloqueio pontual de trecho da via, com desvio previamente planejado e sinalização reforçada para orientar os condutores. Os motoristas que trafegam pela região poderão utilizar o retorno na altura da Estação Pirajá. Também será possível acessar a Avenida 29 de Março por rota alternativa indicada na sinalização instalada na área. Equipes técnicas estarão no local para organizar o fluxo e garantir a segurança viária durante toda a atividade. A Companhia de Transportes do Estado da Bahia orienta os condutores a respeitarem a sinalização provisória e a redobrarem a atenção ao trafegar pela região durante o período da intervenção.
Com informações da CTB Bahia
Pregopontocom 01/03/2026




terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Obras do VLT de Salvador avançam e entram em nova fase com instalação da via permanente no Trecho 2


Transportes sobre trilhos
  🚄🚃🚃🚃🚃

Durante a visita, o governador destacou o avanço das obras e a chegada dos primeiros trens que vão compor o sistema. “Nós já temos dois trens em Salvador e, ao longo de 2026, outros quase 20 trens vão chegar para que possamos realizar os testes e colocar o VLT em funcionamento.

Da Redação
foto ilustração - Thuane Maria/GOVBA-
O governador Jerônimo Rodrigues visitou, nesta terça-feira (27), as obras do VLT de Salvador e acompanhou o início da instalação da via permanente do Trecho 2 do sistema, com o assentamento dos primeiros metros definitivos de trilhos. O avanço representa um marco na implantação do projeto, ao consolidar fisicamente a infraestrutura ferroviária e sinalizar a transição das obras civis para a configuração final do sistema. Durante a visita, o governador destacou o avanço das obras e a chegada dos primeiros trens que vão compor o sistema. “Nós já temos dois trens em Salvador e, ao longo de 2026, outros quase 20 trens vão chegar para que possamos realizar os testes e colocar o VLT em funcionamento. A obra segue em ritmo acelerado, com tecnologia, responsabilidade ambiental e diálogo com a população, para garantir um sistema de mobilidade moderno e seguro”, afirmou Jerônimo Rodrigues. O Trecho 2 entra agora em uma nova fase de execução com o início do assentamento dos trilhos da via permanente. Nesta etapa, estão sendo implantados 200 metros de via definitiva, em via dupla, divididos em quatro etapas de 50 metros. Os serviços seguem uma sequência técnica precisa, que inclui a montagem das placas de concreto pré-moldadas e o posicionamento dos trilhos. Para o presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), Eracy Lafuente, o início da instalação da via permanente demonstra a evolução concreta do empreendimento e reforça o compromisso com planejamento e rigor técnico. “O assentamento dos trilhos definitivos evidencia a passagem das obras para uma nova fase, mais próxima da configuração final do sistema”, destacou. A secretária estadual de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira, ressaltou que essa etapa também prepara o Trecho 2 para as próximas fases do cronograma, como a implantação dos sistemas, os testes e, futuramente, a operação do VLT. “Cada avanço nos aproxima de um transporte mais eficiente, integrado e sustentável para a população”, pontuou. Avanço das obras O VLT de Salvador apresenta avanços expressivos em outros trechos do projeto. Mais de 50% das obras do Trecho 1 já foram concluídas, com mais de 21 quilômetros de via permanente implantados e 4 quilômetros energizados entre a Calçada e o Lobato. O Pátio de Manutenção da Calçada está em fase avançada, enquanto o Pátio de Periperi segue em execução. Também estão em andamento a reforma da Estação Calçada e a construção das paradas, da Unidade de Beneficiamento de Pescados, em São João do Cabrito, do Mercado São Brás do Subúrbio, em Plataforma, além das obras de macrodrenagem e da recuperação da Ponte de São João. No Trecho 2, além do início da instalação da via permanente, seguem a duplicação da BA-528 (Estrada do Derba), a construção do viaduto sobre a BR-324 e a implantação da Passagem Inferior do Hospital do Subúrbio. A requalificação da Estrada do Derba, corredor estratégico para a mobilidade urbana e o escoamento de cargas em direção ao Porto de Salvador, tem inauguração prevista para o segundo semestre deste ano. A execução do VLT está organizada em três lotes. O Lote 1, com investimento de R$ 801,4 milhões; o Lote 2, com R$ 395 milhões e o Lote 3, com investimento de R$ 19,1 milhões.
Fonte CTB/Gov.Bahia
Pregopontocom  27/01/2026 






terça-feira, 23 de dezembro de 2025

VLT de Salvador, Trecho 1 já chega a 50% e trens já partem para operação assistida

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

Monitoramento das obras foi acompanhado pelo secretário da Casa Civil, Afonso Florence, e pelo presidente da CTB, Eracy Lafuente.O VLT é um projeto estruturante que vai reorganizar a mobilidade da Cidade Baixa, reduzir o tempo de deslocamento da população e impulsionar o desenvolvimento social e econômico da região. 
 
Da Redação
Foto - ilustração/CTB Gov Ba
As obras do Trecho 1 do VLT de Salvador, que liga a Estação da Calçada à Ilha de São João, alcançaram 50% de execução, representando um avanço significativo na implantação de um novo sistema de mobilidade urbana para a capital baiana. O andamento dos trabalhos foi acompanhado pelo secretário da Casa Civil, Afonso Florence, e pelo presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), Eracy Lafuente, durante agenda de monitoramento realizada pelo Governo do Estado. Para o secretário da Casa Civil, Afonso Florence, o VLT representa mais do que uma obra de infraestrutura. “O VLT é um projeto estruturante que vai reorganizar a mobilidade da Cidade Baixa, reduzir o tempo de deslocamento da população e impulsionar o desenvolvimento social e econômico da região. Mais mobilidade, qualidade de transporte urbano e qualidade de vida para a população”, destacou. Paralelamente ao avanço das intervenções físicas, os trens do VLT avançam para a fase de operação assistida, etapa que envolve testes técnicos e ajustes operacionais necessários antes do início da operação comercial do sistema. No Trecho 1, os serviços em execução incluem a implantação da via permanente, obras de drenagem, requalificação urbana no entorno, além da construção de estações e estruturas operacionais. As intervenções são coordenadas pela CTB, em parceria com os consórcios responsáveis pela execução, com acompanhamento permanente do Governo do Estado. Segundo Eracy Lafuente, o avanço das obras reflete um trabalho técnico contínuo e planejado. “Estamos seguindo um cronograma rigoroso, com foco na segurança, na qualidade da obra e no impacto positivo que esse sistema vai trazer para o dia a dia das pessoas. Nós estamos fazendo hoje a maior obra de mobilidade, e não só uma obra de mobilidade, como também uma obra de desenvolvimento territorial do país. Não há obra em termos de ascensão e de envergadura e execução hoje como essa. É uma obra que vai ligar toda a cidade, vai ligar tudo em termos de Região Metropolitana”, afirmou. Sobre o VLT O VLT de Salvador contará, quando concluído, com cerca de 43,31 quilômetros de extensão, distribuídos em três trechos, promovendo a integração do Subúrbio Ferroviário com outras áreas da cidade e com a Região Metropolitana. O empreendimento representa um investimento total de R$ 5,4 bilhões, consolidando-se como uma das maiores obras de mobilidade urbana em execução no país. O projeto também representa um importante vetor de desenvolvimento econômico e social, com geração de empregos, estímulo à economia local e valorização urbana ao longo do traçado.
Joci Santana/GOVBA
Pregopontocom 25/12/2025


sexta-feira, 7 de março de 2025

VLT de Salvador gera empregos e avanço na mobilidade no Subúrbio e Região Metropolitana

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

O projeto, que promete melhorar o deslocamento na Região Metropolitana e no Subúrbio de Salvador, é uma importante fonte de empregos, especialmente para as comunidades mais afetadas pelas obras. A expectativa é que cerca de dois mil empregos, diretos e indiretos, sejam gerados durante o auge das obras. Somente os consórcios responsáveis pela obra contrataram 942 pessoas diretamente, mas ao incluir as equipes das empresas responsáveis pela gestão do projeto, o número passa de mil.

Da Redação
As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Salvador estão gerando uma transformação significativa não apenas na mobilidade da cidade, mas também na economia local, com a criação de diversos postos de trabalho. O projeto, que promete melhorar o deslocamento na Região Metropolitana e no Subúrbio de Salvador, é uma importante fonte de empregos, especialmente para as comunidades mais afetadas pelas obras. A expectativa é que cerca de dois mil empregos, diretos e indiretos, sejam gerados durante o auge das obras. Somente os consórcios responsáveis pela obra contrataram 942 pessoas diretamente, mas ao incluir as equipes das empresas responsáveis pela gestão do projeto, o número passa de mil. A maior parte dos trabalhadores são baianos (mais de 90%), e aproximadamente 60% deles são moradores das chamadas de Áreas Diretamente Afetadas (ADA). Essa priorização da mão de obra local é uma diretriz do Governo do Estado, visando beneficiar as comunidades mais impactadas pela transformação urbana.A contratação de moradores locais tem integrado as comunidades ao progresso das obras. Daniel Souza,

Contratações nos Trechos
As contratações variam conforme os diferentes trechos da obra. No Trecho 1, que vai da Calçada até a Ilha de São João, o Consórcio Expresso Mobilidade Salvador tem 667 trabalhadores, dos quais 70% são da área diretamente afetada e 96% são baianos. No segundo trecho, entre Paripe e Águas Claras, o Consórcio VLT Salvador conta com 223 trabalhadores, dos quais 36% vêm da ADA e 97% são baianos. Já no Trecho 3, que vai de Águas Claras a Piatã, o Consórcio Bahia Atlântico emprega 52 colaboradores, sendo mais de 90% com origem na Bahia. O projeto também contempla outras obras adjacentes, como a duplicação de 7,5 quilômetros da rodovia BA-528, a implantação de uma via no Parque de São Bartolomeu e a requalificação da antiga Fábrica São Braz, que se transformará em um centro cultural e comercial, beneficiando ainda mais a comunidade local.

Futuro e Legado do VLT para Salvador
De acordo com Ana Cláudia Nascimento, presidente da CTB, “após sete meses de trabalho, já foram contratados 940 colaboradores nos três trechos do VLT, com a expectativa de que esse número chegue a 2 mil durante o pico das obras”. Ainda segundo a gestora, as contratações são feitas pelos consórcios, com o auxílio do SineBahia, que facilita o cadastro e a seleção dos profissionais. Com a conclusão das obras e a entrada em operação plena do VLT, novas oportunidades de trabalho serão geradas para a gestão e manutenção do sistema. Funções como operadores, técnicos de manutenção, agentes de atendimento e segurança estarão disponíveis, garantindo que os benefícios do VLT perdurem a longo prazo, impactando positivamente a qualidade de vida dos cidadãos de Salvador.
Com informações do GOVBA
Pregopontocom 07/03/2025  

domingo, 16 de junho de 2024

Autorizadas as obras para construção do VLT de Salvador

Transportes sobre trilhos  🚄

Foi dada a largada para o inicio das obras de construção do sistema de VLT em Salvador que contará com três linhas, Calçada/Ilha de São João, Paripe/Aguas Claras, e Aguas Claras a orla de Salvador em Piatã. A obra tem previsão para duração de 37 meses.

Da Redação
foto - ilustr~ção/arquivo
A ordem de serviço para o início das obras de construção do VLT (Veiculo Leve sobre Trilhos) foi assinada pelo Governador da Bahia Jerônimo Rodrigues na sexta feira (14/06). O prazo para a conclusão das obras será de 37 meses e mais um período de aproximadamente 90 dias de operação assistida antes da entrada do sistema na operação comercial. O projeto está dividido em três(3) trechos de vias permanente do VLT - Calçada/Ilha de São João, Paripe/Aguas Claras e Aguas Claras a orla marítima em Piatã. O sistema contará ao todo com 36 Km e 34 estações ao longo das linhas e serem implantadas. O projeto inicial que abrangia apenas a região do Subúrbio Ferroviário foi ampliado fazendo com que o sistema de VLT pudesse também ligar a região do subúrbio a orla de Salvador em Piatâ. O investimento total previsto para a implantação do sistema incluindo outras obras de infraestrutura, sistema de energia, sistema viário, iluminação pública e recuperação de edificação histórica é de R$ 3,2 bilhões. O novo sistema será integrado com o Metrô de Salvador nas estações de Aguas Claras e no Bairro da Paz na Av. Paralela.
Pregopontocom 16/06/2024  

quarta-feira, 10 de março de 2021

Comissão defende a retomada das obras do VLT Cuiabá-Várzea Grande

Transportes sobre trilhos  🚄

O objetivo do movimento é reunir especialistas no setor para que eles avaliem - diante do que já se tem concluído e adquirido para o VLT, se a retomada das obras desse modal de transporte é viável ou não. A entidade defende que o dinheiro que tem na conta do VLT, cerca de R$ 193 milhões, é suficiente para finalizar a primeira etapa aeroporto de Várzea Grande até o bairro Porto em Cuiabá.

Diário de Cuiabá
A comissão que visitou o Centro de Operações
defendeu a retomada das obras do VLT
Na segunda-feira (8), uma comissão fez uma visita técnica ao Centro de Controle e Operação (CCO) do VLT em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, e defendeu a retomada da obra. Em dezembro de 2020, o governador Mauro Mendes (DEM) anunciou que substituirá as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) para a instalação do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT) movido a eletricidade. O objetivo do movimento é reunir especialistas no setor para que eles avaliem - diante do que já se tem concluído e adquirido para o VLT, se a retomada das obras desse modal de transporte é viável ou não. A entidade defende que o dinheiro que tem na conta do VLT, cerca de R$ 193 milhões, é suficiente para finalizar a primeira etapa aeroporto de Várzea Grande até o bairro Porto em Cuiabá. O restante até o CPA e Coxipó poderia vir com a iniciativa privada por meio de parceria público-privada (PPP). A visita contou com representantes da Caixa Econômica Federal, Jean Pejo, ex-secretário de Mobilidade Urbano, do presidente do Movimento Pró-VLT, Vicente Vuolo, e Silvia Cristina Silva - presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô ( ANPTRILHOS). Pejo disse que todas as vantagens que o governador colocou para o BRT são do VLT. Segundo o movimento, cada vagão do VLT tem capacidade para 400 pessoas. Se estivesse rodando, seriam 400 mil usuários. BRT X VLT - A decisão do governador em pedir a substituição levou em conta estudos técnicos elaborados pelo estado e pelo Grupo Técnico criado na Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana. Os estudos concluíram que a continuidade das obras do VLT era “insustentável”, demoraria mais seis anos para conclusão. O estudo apontou diversos riscos na hipótese de implantação do VLT, segundo o governo. Um deles é o valor da tarifa, que ficou orçada em R$ 5,28, montante muito superior ao do transporte coletivo praticado na Baixada Cuiabana, que é de R$ 4,10. Já na hipótese de instalação do BRT, a tarifa ficaria na faixa de R$ 3,04. Outro revés do VLT estaria no subsídio que o Governo de Mato Grosso teria que pagar para que o modal funcionasse: R$ 23,2 milhões por ano. Com o BRT, a estimativa é que a implantação ocorra em até 22 meses, a partir da assinatura da ordem de serviço para início das obras. O custo de implantação também é consideravelmente menor. Enquanto o VLT consumiria mais R$ 763 milhões, além do R$ 1,08 bilhão já pago, o BRT está orçado em R$ 430 milhões, já com a aquisição de 54 ônibus elétricos. O Governo de Mato Grosso também vai ajuizar uma ação contra o Consórcio para que as empresas que o integram paguem R$ 676 milhões pelos danos causados.
Fonte - Diário de Cuiabá  19/03/2021
http://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/comissao-defende-a-retomada-das-obras-do-vlt-cuiaba-vg/567968

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Movimento Pró-VLT - Cuiabá

Transportes sobre trilhos  🚄

Com a paralisação das obras do VLT, a imagem que temos dos últimos 6 anos de Mato Grosso para o Brasil é a de um Estado constituído de políticos medíocres, incompetentes e corruptos. Tudo porque, a maioria fala que apoia o VLT, mas na verdade, não toma qualquer providência para resolver a questão. Foi assim, nas últimas campanhas eleitorais. Muito discurso e pouca ação. 

Diário de Cuiabá - Vicente Vuolo*
foto - ilustração/arquivo
Quando o presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, foi assassinado no dia 22 de novembro de 1963 por um disparo enquanto circulava no automóvel presidencial na Praça Dealey, em Dallas (Texas), a cidade ficou conhecida por dezenas de anos como a cidade do ódio, até que uma campanha publicitária intensa mudou a imagem da terra dos cowboys. Fazendo uma analogia com o que aconteceu em Cuiabá e Várzea Grande, em 2014, com a paralisação das obras do VLT, a imagem que temos dos últimos 6 anos de Mato Grosso para o Brasil é a de um Estado constituído de políticos medíocres, incompetentes e corruptos. Tudo porque, a maioria fala que apoia o VLT, mas na verdade, não toma qualquer providência para resolver a questão. Foi assim, nas últimas campanhas eleitorais. Muito discurso e pouca ação. A maior prova desse descaso governamental, é que o governador nunca visitou a obra. E pelos prejuízos causados à sociedade, foi processado criminalmente. A 4ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por degradação ambiental e material na área de 132 mil metros quadrados localizada ao lado do aeroporto, para a construção do Centro de Controle, Manutenção e Operação do VLT. É um crime doloso! E assim, o governo do Estado de Mato Grosso passa a imagem do deboche e da mentira. Mentiram ontem, e hoje mentem novamente. Mentem de corpo e alma completamente. Mentem diariamente. E de tanto mentir tão bravamente, constrói um governo de mentiras diariamente. Essa é a imagem de mais um governo de promessas não cumpridas. Como bem disse a jornalista Maju no Jornal Nacional: o VLT é vergonha nacional. Ciente dos enormes prejuízos que essa obra parada está trazendo para a população e ao erário, é que surgiu há 1 ano e 5 meses, o Movimento Pró VLT, cívico e suprapartidário, para cobrar do governo do Estado a conclusão imediata das obras. O Movimento Pró VLT está ampliando o seu trabalho de conscientização desse modal de transporte ecologicamente correto para a melhoria na qualidade de vida de nossa população. Depois da criação do Movimento Cidadania Pró VLT de Várzea Grande, que organizou no mês passado, um protesto na ponte sobre o rio Cuiabá construída para o VLT, o Movimento Pró VLT ampliou, ainda mais, o seu raio de atuação. Lideranças das mais representativas coxipoenses decidiram somar nessa luta criando o Movimento Coxipó Pró VLT. O local escolhido para a manifestação foi o viaduto da UFMT, na Avenida Fernando Correa da Costa, onde se encontram abandonados os trilhos do VLT. Além da minha participação, estiveram presentes nessa manifestação cívica, que obedeceu a limitação de pessoas por causa da pandemia, o administrador de empresas, Emanoel Rosa de Oliveira, o engenheiro civil Edson José Carvalho da Costa, o professor e policial rodoviário federal Paulo Vieira de Melo, a cirurgiã dentista Iasmim Patrícia de O. Costa, o advogado Edmilson Rosa de Oliveira, o economista Nailton Caio de Jesus, o administrador de empresas Luís Cesar Aguaio, a turismóloga Thais Alves Barbosa e o proprietário da Faculdade Impacto do Coxipó José Olímpio dos Santos. Para o Coordenador do Movimento Coxipó Pró VLT, Emanoel Rosa de Oliveira, O povo do Coxipó não aguenta mais sofrer diante do caos no transporte público. Todo dia existe engarrafamentos de veículos com os ônibus poluentes superlotados sem ar-condicionado. O VLT será a solução, tem a preferência do semáforo, será mais rápido e confortável com poluição zero.

De acordo com o especialista em VLT, engenheiro José Pícolli, foram investidos para receber o VLT somente no Coxipó, mais de R$ 100 milhões assim distribuídos: R$ 37. 917.000,00 (viaduto da Universidade Federal de Mato Grosso), R$ 53.899.000,00 (ponte sobre o rio Coxipó com 294 unidades de vigas pré-moldadas prontas), R$ 31.728.000,00 (viaduto da entrada para Santo Antônio do Leverger), totalizando R$ 103.544,00. Esse dinheiro não pode ser jogado no lixo. O governador não pode continuar governando contra a sociedade. O povo quer VLT já!
*VICENTE VUOLO é economista, cientista político e coordenador do Movimento Pró-VLT.
Fonte - Revista Ferroviária  09/10/2020

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

VLT de Cuiabá vai custar R$ 118 milhões aos cofres em 2020 Gov. do estado ainda estuda destino do modal

Transportes sobre trilhos  🚄

Conforme estimado no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA), R$ 66,3 milhões serão destinados para pagar os dois contratos que o Estado possui com a Caixa Econômica Federal, enquanto que R$ 52 milhões serão para despesas administradas pela Secretaria de Infraestrutura (Sinfra).

O Bom da Notícia
foto - ilustração/arquivo
Há cinco anos as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) estão paradas, mesmo assim, o VLT irá 'coçar o bolso' do Estado, mais uma vez, neste ano. O empacado modal vai custar R$ 118 milhões em 2020 à Mauro Mendes (DEM). Conforme estimado no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA), R$ 66,3 milhões serão destinados para pagar os dois contratos que o Estado possui com a Caixa Econômica Federal, enquanto que R$ 52 milhões serão para despesas administradas pela Secretaria de Infraestrutura (Sinfra).
A dívida de Mato Grosso referente ao VLT corresponde a 9,87% do montante da dívida consolidada do Estado, tanto interna - com bancos nacionais - quanto externa com o Banco Mundial, que em 2020 soma R$ 7,1 bilhões. Ao todo, o Estado ainda deve R$ 710 milhões referentes aos empréstimos com a Caixa.
Nos últimos cinco anos, Mato Grosso já pagou mais de R$ 500 milhões referentes aos empréstimos.
O secretário Marcelo de Oliveira, titular da pasta, aponta que o VLT passará a ser uma prioridade a partir de março deste ano. O prazo foi estabelecido pelo governador Mauro Mendes (DEM) para dar uma resposta sobre a continuidade ou não do modal.
Mauro chegou a estabelecer prazo em novembro de 2019 para dar uma resposta sobre o VLT, mas ao final do prazo estipulado, pediu desculpas por não ter cumprido a meta e justificou que a situação do modal é complexa, e tem como grande complicador a judicialização.
Em uma de suas últimas entrevistas em 2019, o governador se desculpou com a população pelo fato de não conseguir cumprir a promessa de oferecer uma solução definitiva quanto ao destino do Veiculo Leve Sobre Trilhos, com obras paralisadas desde 2014, em Cuiabá e Várzea Grande.
Mendes apontou uma série de entraves no andamento dos estudos realizados pela Grupo de Trabalho sobre o Sistema de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Cuiabá, que conta com técnicos do Governo do Estado e da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana e ainda de especialistas na área das duas prefeituras.
"[...] Realmente eu disse que em até um ano daria uma solução. Peço desculpas, mas não foi possível. Criamos uma comissão, teve que colocar o Governo Federal porque tem verba federal. Tem financiamento feito pela Caixa Econômica. Houve problemas no meio do caminho. Descobrimos coisas analisadas no passado que não estavam corretas [...]".
"Tivemos que contratar um novo estudo de tráfego de passageiros para tomar uma decisão correta em cima de dados corretos. Não foi possível [...] Apertei muito a minha equipe. Isso não é uma decisão que o governador toma, que ele acorda inspirado e resolve tomar essa decisão. Isso tem que ter um estudo técnico, tem que conversar com a Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana [...]".
Anunciando, entretanto, que deve se posicionar quanto ao destino do VT ainda no primeiro semestre de 2020.
"É uma solução complexa. Estamos trabalhando, estamos estudando o problema e quero o mais rapidamente possível tomar uma decisão. Seguramente no primeiro semestre do ano que vem teremos uma decisão sobre o VLT".
Fonte - Revista Ferroviária   07/01/2020

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Equipe prevê valor de R$ 790 milhões para a conclusão do VLT em Cuiabá

Transportes sobre trilhos  🚄

Segundo os cálculos da equipe técnica a retomada das obras ficaria entre R$ 650 milhões a R$ 790 milhões, com tendência de baixa nos valores se ficar formalizado o entendimento de uma Parceria Público Privada (PPP).A definição do valor global ainda poderá ser reduzido, já que o empréstimo principal realizado em 2012 no valor de R$ 1.425 bilhão, teria um resíduo superior a R$ 300 milhões, pois enquanto as obras estavam em andamento foram desembolsados pouco mais de R$ 1 bilhão.

Só Notícias
foto-ilustração/arquivo
A Comissão de Mobilidade Urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional, que recebeu comissão de representantes dos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, já tem um esboço do valor para a conclusão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Segundo os cálculos da equipe técnica a retomada das obras ficaria entre R$ 650 milhões a R$ 790 milhões, com tendência de baixa nos valores se ficar formalizado o entendimento de uma Parceria Público Privada (PPP).
Secretários municipais de Cuiabá e Várzea Grande estiveram com o secretário Nacional de Mobilidade Urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional, José Lindoso, e técnicos para conhecer as expectativas das duas principais cidades de Mato Grosso em relação ao VLT, cujas obras estão paralisadas desde o final de 2014, justamente o ano em que se realizou a Copa do Mundo no Brasil.
A definição do valor global ainda poderá ser reduzido, já que o empréstimo principal realizado em 2012 no valor de R$ 1.425 bilhão, teria um resíduo superior a R$ 300 milhões, pois enquanto as obras estavam em andamento foram desembolsados pouco mais de R$ 1 bilhão.
Os representantes da capital e da cidade vizinha foram os secretários municipais Antenor Figueiredo (Cuiabá), Kalil Baracat e Breno Gomes (Várzea Grande). Os 3 representaram o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e a prefeita Lucimar Campos (DEM), que defendem a conclusão do VLT. A expectativa do governo federal é de que ainda em 2019 saia a decisão quanto à retomada das obras de Mobilidade Urbana de Cuiabá e Várzea Grande e a tendência dos técnicos é por uma PPP agregando valores e novas empreiteiras na execução e conclusão das obras.
Criado em julho o Grupo de Trabalho que busca dar uma definição ao VLT é composto pelos secretários de Estado Marcelo Oliveira (Infraestrutura e Logística), Rogério Gallo (Fazenda), Emerson Hideki Hayashida (Controladoria Geral), Carlos Fávaro (Escritório de Representações) e o procurador Lucas Schiwinden Dallamico (representando a Procuradoria Geral do Estado). Também integram o GT Geraldo Freire Garcia (assessor especial do gabinete do ministro), Ricardo Caiado de Alvarenga (diretor do Departamento de Projetos de Mobilidade e Serviços Urbanos).
O grupo terá até o dia 12 de novembro para apresentar relatório com alternativas técnicas e proposta de gestão financeira da execução contratual.
Fonte - Revista Ferroviária   07/10/2019

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Dinheiro certo para o VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos  🚄

O que mais o Governador deseja para concluir as obras? A verdade é que o prazo está se esgotando para essa decisão. E o governador deveria estar é feliz e agradecer a todos os envolvidos no Movimento Pró VLT, que fez ressuscitar esse projeto que estava abandonado.O Movimento Pró VLT, hoje, congrega uma avalanche de políticos de peso, entidades, imprensa e a sociedade, inclusive o Arcebispo D. Milton, cujo maior sonho é andar de VLT do centro até o aeroporto.

Vicente Vuolo*
foto - ilustração/arquivo
O Governador do Estado Mauro Mendes classificou como “complexo” o problema da conclusão das obras do Veículo Leve sobre Trilhos. Segundo ele, a escolha sobre o futuro será difícil.
Com todo o respeito, discordo totalmente do governador. E vou além! Nunca esteve tão fácil resolver esse imbróglio. Depende apenas de vontade política e competência. Primeiro, porque houve uma decisão judicial, inclusive, do Superior Tribunal de Justiça que manteve a rescisão do contrato entre o Consórcio VLT e o Estado de Mato Grosso. Segundo, o Curador do FGTS, Bruno Vilas Boas, afirmou que o “Governo Federal está dando tratamento prioritário para obras inacabadas. Basta ajustar o projeto com à Caixa Econômica Federal pois há recursos financeiros mais do que o necessário para a conclusão das obras do VLT Várzea Grande –Cuiabá”. Hoje, o total necessário para a conclusão dos 22 km é de 700 milhões, sendo que 193 milhões já estão disponíveis na CEF (esses 193 milhões são suficientes para a conclusão imediata do trecho Várzea Grande – Porto – Centro). Terceiro, foi criado o Grupo de Trabalho pela Portaria nº 1.674 de 11 de julho de 2019, formado pela Secretaria de Mobilidade do Ministério do Desenvolvimento Regional, Governo do Estado de Mato Grosso e Caixa Econômica Federal. O GT tem até 4 meses (a partir do dia 11 de julho) para definir os critérios para a conclusão das obras por 3 alternativas: O Estado, uma Parceria Público Privada (PPP) ou a Privatização.
O que mais o Governador deseja para concluir as obras? A verdade é que o prazo está se esgotando para essa decisão. E o governador deveria estar é feliz e agradecer a todos os envolvidos no Movimento Pró VLT, que fez ressuscitar esse projeto que estava abandonado.
O Movimento Pró VLT, hoje, congrega uma avalanche de políticos de peso, entidades, imprensa e a sociedade, inclusive o Arcebispo D. Milton, cujo maior sonho é andar de VLT do centro até o aeroporto.
E sabe por que esse apoio maciço da população em torno dessa causa? Porque o VLT é o melhor para a mobilidade urbana da baixada cuiabana. Ele traz conforto, segurança, rapidez, sustentabilidade. Ninguém aguenta mais esse trânsito louco da nossa capital, com congestionamento crescente e poluição, altamente prejudicial a nossa saúde. Os ônibus poluentes emitem partículas de dióxido de carbono que causam doenças gravíssimas, como asma, bronquite, câncer de pulmão e câncer de bexiga.
Estamos a um passo da retomada das obras. Isso ocorrerá com a pressão cada vez maior da sociedade. O Movimento Pró VLT continua cada vez mais forte. Esta semana, com duas manifestações importantes: A Audiência Pública (com objetivo de debater medidas enérgicas para dar continuidade às obras do VLT) organizada pelas Câmaras Municipais de Cuiabá e Várzea Grande na Praça Luís de Albuquerque, no bairro
do Porto, bem ao lado da ponte de 224 metros construída para receber o VLT; e o documento do Rotary Club de Cuiabá solicitando das autoridades a conclusão imediata das obras.
O cuiabano é um forte. A sociedade já se posicionou. Ela tem interesse e pressa.
*Vicente Vuolo é Economista e Cientista Político
Pregopontocom 22/08/2019

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Prefeito volta a defender retomada das obras do VLT

Transportes sobre trilhos  🚄

O objetivo do encontro no Instituto de Engenharia de Mato Grosso em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA- MT),foi de possibilitar um amplo debate sobre a situação das obras que encontram-se paralisadas desde 2014, sobretudo em função dos altos investimentos já realizados. Cálculos apontam para valores acima de R$ 1 bilhão.

Gazeta Digital
foto - ilustração/arquivo
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), participou nesta segunda-feira (12) da audiência pública promovida pelo Instituto de Engenharia de Mato Grosso em parceria com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA- MT) para debater a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
O objetivo do encontro foi de possibilitar um amplo debate sobre a situação das obras que encontram-se paralisadas desde 2014, sobretudo em função dos altos investimentos já realizados. Cálculos apontam para valores acima de R$ 1 bilhão.“Primeiramente temos que sentar à mesa e, de forma transparente, expor todos esses estudos que ninguém ainda sabe a realidade dos fatos, qual a projeção da tarifa e se esse a tarifa realmente tenha que ser subsidiada. Esse sistema, em tese, é intermunicipal e hoje tem um subsídio muito baixo, praticamente a gratuidade no intermunicipal inexiste, a não ser no caso dos idosos. Então, seria mantida a tarifa cheia, sem subsídios, que dá mais sustentabilidade para o sistema”, disse o prefeito.
Emanuel acredita que é necessário unir toda a classe política independente de partido e órgãos públicos para que todos conheçam os números de forma transparente. “Sozinho eu temo que o governo não vai conseguir sair desse emaranhado que foi herdado e pelo bem da população, além da grande transformação que ganharíamos no transporte coletivo e mobilidade urbana em geral, temos que nos unir”, disse.
Uma comissão foi montada pela Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, do Ministério de Desenvolvimento Regional, em parceria com o Estado de Mato Grosso, e terá um prazo máximo de 120 dias para apresentar uma solução para a questão da mobilidade urbana de Cuiabá e Várzea Grande.
“A finalidade desse encontro é um debate sobre o que a população espera dessa realidade para que as demais entidades de classe pudessem ter uma base de pensamento e assim defender uma bandeira. Estamos aqui com profissionais da área de engenharia que irá nos dar a possibilidade e as condições para retomar a obra”, disse o vice-presidente do Instituto de Engenharia de MT, Jorge Rachid Jaudy.
Participaram da audiência o senador Wellington Fagundes, o deputado federal, Emanuel Pinheiro Neto, os deputados estaduais, Wilson Santos e Carlos Avallone, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Misael Galvão, os vereadores, Luís Cláudio, Adevair Cabral, o ex-governador, Júlio Campos, o presidente do CREA- MT, João Pedro Valente, o gerente de obras do consórcio VLT, Fernando Orsini, o coordenador do Movimento Pró-VLT, Vicente Vuolo Filho, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), engenheiros da UFMT, entre outros.
Fonte - Abifer  13/08/2019

quarta-feira, 24 de julho de 2019

Trecho da Via Expressa será interditado para obras do VLT

Transportes sobre trilhos  🚄

A intervenção é necessária para realizar serviços de drenagem do Riacho Maceió, que fazem parte das obras do VLT Parangaba-Mucuripe. Para executar o serviço, as duas faixas da via no sentido Sertão-Praia serão interditadas

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Os motoristas que trafegam pela Via Expressa, no sentido Sertão-praia, deverão ficar atentos a um desvio de tráfego que será implantado nas proximidades da Estação Mucuripe do VLT, a partir desta quinta-feira (25). A intervenção é necessária para realizar serviços de drenagem do Riacho Maceió, que fazem parte das obras do VLT Parangaba-Mucuripe.
Para executar o serviço, as duas faixas da via no sentido Sertão-Praia serão interditadas. Os veículos deverão circular por uma faixa do sentido oposto (Praia-Sertão), que será utilizada como desvio. A outra faixa continuará com o fluxo Praia-Sertão. A previsão é que o serviço no trecho seja concluído em 30 dias.

VLT
O VLT está operando de forma assistida, com transporte de passageiros e sem cobrança de tarifa, da Estação Parangaba à Estação Papicu, de ‪6 da manhã‬ às 13 horas e ‪de 16h40‬ ‪às 20h‬, de segunda a sábado. No total, o modal percorre cerca de 10,8 km nesse trecho, passando por 8 estações, das dez previstas no projeto. São elas: Parangaba, Montese, Vila União, Borges de Melo, São João do Tauape, Pontes Vieira, Antônio Sales e Papicu. O restante do trecho, incluindo as duas últimas estações (Mucuripe e Iate), segue em fase final de conclusão.
Com informações da Seinfra CE  24/07/2019

terça-feira, 16 de julho de 2019

VLT: UM GRANDE PASSO

Transportes sobre trilhos  🚄

O Secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Jean Carlos Pejo, publicou no último dia 12 de julho a portaria que cria o Grupo de Trabalho composto por representantes da Secretaria de Mobilidade Urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional, do Governo do Estado de Mato Grosso e da Caixa Econômica Federal.(VLT de Cuiabá e Várzea Grande)

Vicente Vuolo
foto - ilustração/arquivo
Foi dado um grande passo para resolver o impasse criado com a paralisação das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Várzea Grande – Cuiabá. O Secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Jean Carlos Pejo, publicou no último dia 12 de julho a portaria que cria o Grupo de Trabalho composto por representantes da Secretaria de Mobilidade Urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional, do Governo do Estado de Mato Grosso e da Caixa Econômica Federal.
De acordo com o artigo 3º da Portaria nº 1.674, são atribuições do GT de Cuiabá: “apresentar relatório de serviços, equipamentos e obras entregues; relatórios com as alternativas técnicas ao empreendimento; de gestão financeira da execução contratual e custos adicionais; de perspectiva jurídica; de gestão de risco e se reunir periodicamente para deliberação sobre o material produzido”.
A criação desse grupo de trabalho atende a um clamor da população cuiabana e do Movimento Pró VLT, que se mostraram indignados com o descaso do poder público durante mais de 7 anos. O Movimento Pró VLT, do qual, sou o Coordenador, tem trabalhado diariamente de forma transparente e suprapartidária. Como deve ser a postura de alguém que se propõe a defender uma causa. Na minha visão, com a conclusão do VLT não há derrotados. A vitória será do povo cuiabano e varzeagrandense que estão dando uma demonstração de cidadania, civismo e de como fazer a boa política.
Essa é a democracia com alto grau de politização, a luta por causas, o debate respeitoso. E a vitória da argumentação e da ética.
A minha luta pela ferrovia não se resume a esse movimento. Ela está presente por mais de 40 anos. Desde a época em que eu acompanhava o meu saudoso pai (ex-senador Vuolo) pelos quatro cantos desse país, na luta pelo equilíbrio no sistema de transportes, hoje, ainda totalmente dependente das rodas do caminhão e do ônibus poluentes.
O Movimento Pró VLT continua no firme propósito de acompanhar, par e passo, o desenrolar dos trabalhos do Grupo criado pelo ministério e o governo do Estado. O nosso Movimento não tem recuos. Ele é sólido como uma pedra e robusto porque tem o apoio da sociedade e da imprensa.
Estamos programando a nossa próxima reunião juntamente com o Instituto de Engenharia para receber com todo carinho e respeito o presidente da Associação Brasileira da Industria Ferroviária (ABIFER), Vicente Abate, uma das mais expressivas lideranças ferroviárias do país. A data já está confirmada, será dia 9 de agosto as 10:30, na capital mato-grossense.
A Portaria do Ministério foi uma vitória importante, precisamos que esse Grupo de Trabalho se constitua o mais rápido possível e comece a entregar o diagnóstico
do que foi feito e do que precisa para concluir os trilhos do VLT. Se será bancado pelo Estado, por meio de uma Parceria Público Privada (PPP) ou a privatização. A partir daí, vamos avançar para concluir o mais rápido possível o primeiro VLT da região Centro Oeste e da Amazônia.
A sociedade civil está de parabéns por pressionar e tencionar em favor de uma causa justa e urgente. VLT JÁ!
*Vicente  Vuolo é economista e cientista político 
Por Vicente Vuolo via e-mail  16/07/2019

terça-feira, 2 de julho de 2019

Vistoria às obras do VLT culmina em simpósio na divisa entre Cuiabá e Várzea Grande

Transportes sobre trilhos  🚄

A intenção é de promover uma grande discussão envolvendo a população de ambas as cidades, e ainda as autoridades competentes.Nós não vamos deixar de lutar pelo VLT. Já foram investidos mais de R$ 1 bilhão nesta obra e não podemos jogar esse dinheiro no lixo,disse o presidente do Legislativo Cuiabano, vereador Misael Galvão (PSB)

O Documento
foto - ilustração/arquiv
A Câmara Municipal de Cuiabá, em parceria com a Câmara Municipal de Várzea Grande, realizará no próximo mês um simpósio para debater o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). A intenção é de promover uma grande discussão envolvendo a população de ambas as cidades, e ainda as autoridades competentes.
"Nós não vamos deixar de lutar pelo VLT. Já foram investidos mais de R$ 1 bilhão nesta obra e não podemos jogar esse dinheiro no lixo. Consolidamos uma aliança entre as Câmaras de Cuiabá e de Várzea Grande e vamos fazer um simpósio com a população, autoridades, todos os órgãos e entidades competentes", disse o presidente do Legislativo Cuiabano, vereador Misael Galvão (PSB).
O presidente do Parlamento de Várzea Grande, vereador Fábio José Tardin (DEM), afirma que os parlamentares passam a cobrar um posicionamento do Governo do Estado. "Nós vamos iniciar junto com a Câmara de Cuiabá essa mobilização, vamos fazer um grande ato público em cima da ponte do VLT para então podermos buscar mais informações do Governo do Estado", disse o democrata.
A definição da realização do simpósio é fruto da vistoria nos principais pontos das obras de implantação do novo modal de transporte, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (28), com a participação dos vereadores dos dois Parlamentos Municipais.
A inspeção, que ainda contou com a participação de representantes do Ministério Público Estadual (MPE), Consórcio VLT, Caixa Econômica Federal, Assembleia Legislativa e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (CREA-mt), teve o objetivo de verificar como se encontram as estruturas que já foram instaladas, bem como o estado dos vagões e trilhos.
"A estrutura está totalmente abandonada. Esse local está parecendo um verdadeiro cemitério de vagões. Isso é um desrespeito com a população cuiabana e varzeagrandense. Constatamos que há estrutura muito grande, mais de R$ 1 bilhão largado e abandonado, virando um cemitério", destacou Misael.
Para Tardin, Várzea Grande é a mais prejudicada com a situação de abandono, tendo em vista que boa parte das obras já está encaminhada na cidade, não podendo ser revertida pelo Poder Público Municipal.
"Com certeza Várzea Grande é a mais prejudicada, até porque a cidade não pode mexer nas obras, pois já estão fincados os trilhos, as fibras. Não podemos mais ficar aguardando, ficar a mercê. A Justiça já liberou e agora o Governo do Estado precisa tomar uma providência. É muito dinheiro parado", completou o presidente da Câmara de VG.
O vice-prefeito de Várzea Grande, José Aderson Hazama (PRTB), também declarou seu apoio para conclusão da obra: "A posição da Prefeitura é respeitar as decisões judiciais e logicamente junto com o Governo do Estado, Prefeitura de Cuiabá, Câmara Municipal de Várzea Grande e Câmara Municipal de Cuiabá cobrar uma solução para o término da obra do VLT", declarou Hazama.
O presidente do CREA-MT, José Pedro Valente afirma que desde o início da implantação do novo modal, em 2013, a instituição acompanha as obras emitindo relatórios.
"Desde o início das obras da Copa nós viemos acompanhando, emitindo relatórios que, inclusive foram encaminhados ao Dnit. Entendemos que é preciso verificar se realmente houve irregularidades, como também fazer com que esse dinheiro desviado seja retornado aos cofres do Estado para dar continuidade a esta obra. Não é possível apenas dizer que não tem dinheiro, e deixar um patrimônio deste parado", disse.
Fonte - Revista Ferroviária  02/07/2019

terça-feira, 25 de junho de 2019

Câmara de Cuiabá realiza inspeção em obras do VLT

Transportes sobre trilhos  🚄

A intenção é verificar in loco como se encontra as estruturas que já foram instaladas, bem como o estado dos vagões e trilhos que ainda não foram utilizados.Para tanto, os vereadores da Capital convidaram os parlamentares de Várzea Grande, além de autoridades dos municípios, Estado, judiciário e Ministério Público para participar da vistoria.

O Documento
Divulgação/RF
A Câmara Municipal de Cuiabá realiza no próximo dia 28 uma inspeção nos principais pontos da obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que esta paralisada desde 2014. A intenção é verificar in loco como se encontra as estruturas que já foram instaladas, bem como o estado dos vagões e trilhos que ainda não foram utilizados.
Para tanto, os vereadores da Capital convidaram os parlamentares de Várzea Grande, além de autoridades dos municípios, Estado, judiciário e Ministério Público para participar da vistoria.
O presidente do Parlamento Cuiabano, vereador Misael Galvão (PSB) classifica como "vergonha" uma obra ter consumido mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos e não ter sido concluída.
"Vergonha! Só posso usar essa palavra para definir a situação de indefinição do VLT. A obra, que prometia revolucionar o transporte público, já consumiu R$ 1,066 bilhão dos cofres públicos e está parada desde dezembro de 2014. Veja bem: parado há mais de quatro anos", disse.
Fonte - Revista Ferroviária  25/06/2019

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Fecomércio pede retomada e conclusão das obras do VLT em Cuiabá e Várzea Grande

Transportes sobre trilhos  🚄

Os trilhos que guiariam o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) nos dois municípios,Cuiabá e Várzea Grande, quase não existem, e os que já foram construídos estão se deteriorando, juntamente com as composições que estão estacionadas no Centro de Controle Operacional e Manutenção, localizado em Várzea Grande e que, por curiosidade, também está se definhando por falta de manutenção.

R7
foto - ilustração/arquivo
Iniciada em agosto de 2012 e com mais de R$ 1 bilhão já aplicados para o novo modal de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande, os trilhos que guiariam o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) nos dois municípios quase não existem, e os que já foram construídos estão se deteriorando, juntamente com as composições que estão estacionadas no Centro de Controle Operacional e Manutenção, localizado em Várzea Grande e que, por curiosidade, também está se definhando por falta de manutenção.
Na época das obras a mobilidade viária da população nos dois municípios foi prejudicada, e levou também à ruína dezenas e até centenas de empresas que ladeavam as principais avenidas por onde passariam o VLT - as avenidas da FEB, Tenente Coronel Duarte (Prainha), CPA e Fernando Correa da Costa.
Por isso, o presidente e vice do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-MT, José Wenceslau de Souza Júnior e Manoel Procópio, respectivamente, esperam que as obras sejam concluídas para que a situação seja revertida e o comércio em Cuiabá e Várzea Grande volte a prosperar com um avançado sistema viário de transporte público para a população de todo o estado e por turistas que aqui passarem.
"Nós apoiamos a retomada das obras e sua conclusão, até porque já foram investidos mais de R$ 1 bilhão e as obras já feitas estão apodrecendo, por falta de manutenção. É notório que o VLT vai melhorar a mobilidade urbana de Cuiabá e Várzea Grande. Além disso, o comércio que ainda existe em torno das obras foi muito prejudicado e por isso, pedem a sua conclusão logo", disse o presidente José Wenceslau.
Para Manoel Procópio, empresário que possui uma loja na região central de Cuiabá, a conclusão das obras vai trazer enormes benefícios para as duas cidades, com destaque para o centro histórico da capital. "Nós acreditamos que com as obras concluídas, várias empresas que ainda estão se reorganizando, por causa das obras mesmo, terão seus fluxos de clientes reestabelecidos em sua totalidade".

VLT
Parada desde dezembro de 2014, o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos será composto por duas linhas (Aeroporto-CPA e Coxipó-Porto), com total de 22 km de trilhos e terá 40 composições, com 280 carros. Cada composição tem capacidade para transportar até 400 passageiros, sendo 72 sentados.
Serão 33 estações de embarque e desembarque e três terminais de integração, localizados nas extremidades do trecho, além de uma estação diferenciada onde também poderá ser feita a integração com ônibus.
Para a manutenção de todas as estruturas que compõem o VLT, o governo gasta R$ 16 milhões ao mês.
Fonte - Revista Ferroviária  24/06/2019

Secretário "enterra" VLT e acredita em novo modal em Cuiabá,BRT ou um corredor de ônibus

Transportes sobre trilhos  🚄

Secretário "enterra" VLT e acredita em novo modal em Cuiabá - Uma disputa inicialmente política, BRT ou VLT,e depois acrecida de denuncias de corrupção e super faturamento com a paralisação das obras,condenaram o VLT de Cuiabá/Varzea Grande a ter a sua construção interrompida sem definição para a sua continuidade ou mesmo para a sua conclusão definitiva.Após tantos recursos já aplicados nesse projeto interminável,"quem ganha e quem perde com isso"?!

Folha Goias 
foto - ilustração/arquivo
O Secretário de Mobilidade Urbana de Cuiabá, Antenor Figueiredo, acredita que o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), não saíra do papel. O chefe da pasta da prefeitura da Capital, entretanto, revela que um "novo modal" deve ser lançado, dizendo que as opções possíveis seriam a implantação do Bus Rapid Transport (BRT), ou mesmo corredores de ônibus convencionais.
Antenor Figueiredo deu as declarações em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, na última sexta-feira (21). As obras do VLT estão paralisadas desde dezembro de 2014, ainda na gestão do ex-governador Silval Barbosa.
"Eu já tenho a informação que o VLT não vem, o VLT não sai. Eu tenho essa informação. Primeiramente nós precisamos acabar com essa ferida deixada por esse imbróglio do VLT. Eu acredito que o VLT não sai. Talvez venha um novo modelo, um BRT, um corredor de ônibus", analisou o secretário.
Recentemente, o Governo do Estado anunciou que até o final de julho informará a população o "destino" das obras do VLT. Pode ser anunciado o modelo de retomada das obras, ou até mesmo, a desistência dela.
O VLT é um projeto do Governo do Estado, e não da prefeitura de Cuiabá, porém, como é um sistema de transporte que deveria atender somente a Capital e Várzea Grande - considerando seu projeto -, sua operação atinge diretamente a qualidade da mobilidade urbana das duas cidades. Nesse sentido, Antenor Figueiredo também comentou sobre a licitação das linhas municipais de ônibus urbanos, que deve ocorrer no próximo dia 15 de julho.
"[A licitação] já foi lançada e está prevista para o dia 15 de julho. O Ministério Público está acompanhando, o Tribunal de Contas está acompanhando. O prefeito Emanuel Pinheiro criou uma comissão especial para acompanhar essa licitação. No dia 15 de julho começaremos a abrir as propostas do sistema de transporte. O prefeito Emanuel Pinheiro pediu para que nós fizéssemos uma licitação muito rigorosa. É uma licitação bastante moderna, no mínimo 30% dos ônibus terão ar-condicionado", explicou Antenor.
As obras do VLT, que já deveria estar em operação há quase cinco anos, não possui boas perspectivas de serem concluídas. No último dia 6 de junho, o Poder Judiciário Estadual (TJ-MT) manteve a rescisão do contrato entre o Governo do Estado e o consórcio VLT-Cuiabá/Várzea Grande, responsável pelo projeto. A decisão foi proferida no âmbito da 2ª instância.
O VLT - um projeto de um sistema de transporte integrado e elaborado para atender a população de Cuiabá e de Várzea Grande -, deveria estar finalizado em março de 2014 para atender a demanda por mobilidade urbana durante e após a Copa do Mundo do Brasil. As obras, porém, estão paralisadas desde dezembro daquele ano.
Em 2017 o ex-governador Pedro Taques (PSDB) tentou um acordo com o consórcio responsável pelo projeto - composto pelas empresas CR Almeida, CAF, Santa Barbara e Magna -, e pretendia pagar R$ 922 milhões para retomada das obras.
O caso vinha sendo discutido entre os Poderes Executivo, Judiciário e o Ministério Público (Estadual e Federal), porém, após a operação "Descarrilho" - deflagrada pela Polícia Federal em agosto de 2017 e que desnudou diversos esquemas de corrupção no processo licitatório e implementação da obra -, o Governo decidiu pela rescisão do contrato com a organização.
Um dos fatores apontados como "fonte" da corrupção pela operação "Descarrilho" - que entre outras fraudes revelaram um superfaturamento superior a R$ 120 milhões na compras dos vagões do sistema de transporte -, está na escolha do regime diferenciado de contratação (RDC), um modelo de negócio mais "flexível" se comparando com os editais elaborados pela Lei Geral de Licitações (nº 8.666/1993).
Fonte - Revista Ferroviária  24/06/2019

sexta-feira, 31 de maio de 2019

VLT: solução inteligente

Transportes sobre trilhos  🚄

Diante do quadro caótico de paralisação por 7 longos anos das obras do VLT de Cuiabá/Varzea Grande, a solução mais inteligente é a de priorizar apenas uma etapa e inaugurá-la imediatamente, dando início à operação das composições do VLT, que estão expostas no pátio se deteriorando.O trecho mais econômico e rápido para ser executado é do aeroporto até o bairro do Porto. Nele, já foram construídos 3,5 quilômetros de trilhos eletrificados (70% do total), edificado um terminal de passageiros e a ponte de 224 metros sobre o Rio Cuiabá. Portanto, faltando muito pouco para ser concluído. Falta pulso e vontade política!

MidiaNews
foto - ilustração/arquivo
A solução para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) está mais fácil do que muitos imaginam. Falta pulso e vontade política.
É preciso reconhecer, primeiro, que houve uma precipitação por parte dos responsáveis pela elaboração do cronograma Físico-Financeiro em 2012, que garantiram a conclusão integral das obras dos 22 quilômetros de trilhos para dezembro de 2014.
Houve um erro estratégico. Decidiram atacar em várias frentes. Aeroporto, ponte, Porto, Centro, CPA, Coxipó, compra de trens, etc. Com o prazo muito curto, perdeu-se o controle da situação e a desorganização tomou conta da obra. O resultado foi que não terminaram trecho algum.
Diante desse quadro caótico de paralisação por 7 longos anos, a solução mais inteligente é a de priorizar apenas uma etapa e inaugurá-la imediatamente, dando início à operação das composições do VLT, que estão expostas no pátio se deteriorando.
O trecho mais econômico e rápido para ser executado é do aeroporto até o bairro do Porto. Nele, já foram construídos 3,5 quilômetros de trilhos eletrificados (70% do total), edificado um terminal de passageiros e a ponte de 224 metros sobre o Rio Cuiabá. Portanto, faltando muito pouco para ser concluído. Falta pulso e vontade política!
A sociedade de Mato Grosso não pode mais se calar diante dessa grave situação. Muito menos, o dinheiro investido não pode ser jogado no lixo.
A Câmara Municipal de Várzea Grande está convocando a população para iniciar um Movimento. Será no próximo dia 30 de maio, as 09 hs. A iniciativa partiu do Vereador Rodrigo Coelho, que está preocupado com as consequências desastrosas da interrupção dessa obra.
A mobilização da sociedade, suas lideranças e entidades, certamente trará à questão uma dimensão de cidadania que todas as obras e decisões governamentais devem ter. Poderemos, com essa participação, não somente dar reinício às obras, como qualificá-la como parte necessária da política de mobilidade que se quer ver desenvolvida nos dois municípios e região. Modernidade, sustentabilidade e integração de modais. Estes devem ser os eixos que a cidadania poderá dar a essa política.
Mas antes de tudo, é importante esse primeiro passo e o início das obras. Ao que tudo indica, sem a pressão social continuaremos a ter o empurra-empurra das autoridades e o desfecho disso, é o dinheiro público jogado no lixo. Dar um basta nessa enrolação é definir um cronograma viável e seguir com as obras e, em paralelo, seguir com os processos judiciais de verificação se houve desvios e responsabilização dos culpados caso eles tenham ocorrido como tudo indica.
Atendendo ao chamado do Vereador Rodrigo Coelho de forma suprapartidária e cidadã estaremos formando uma frente de pessoas que têm pensamentos políticos diversos, mas que se unem em prol de uma causa em favor do bem comum, eis o significado da boa política.
A nossa causa é a conclusão das obras sem corrupção, sem desvios ou superfaturamento, do VLT, que trará bem-estar à população e nos mostrará que outras formas de gestão da mobilidade urbana podem ser implementadas em nossa região.
Fonte - Abifer   31/05/2019

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Dep.Wilson Santos(PSDB) diz que VLT de Cuiabá possui quase R$ 200 mi em caixa

Transportes sobre trilhos  🚄

Wilson diz que VLT possui quase R$ 200 mi em caixa e pede para Mendes "administrar angústia". - A menção ao recurso ocorre horas após declaração do atual governador, Mauro Mendes (DEM), que praticamente descartou a instalação do meio de transporte na região metropolitana de Cuiabá. O parlamentar sugeriu que o governador "administre sua angústia" e cumpra com prazo de um ano, estipulado durante a campanha, para voltar a tratar publicamente do assunto.

Olhar Direto
foto - ilustração/arquivo
Responsável pelas obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) durante a gestão Pedro Taques (PSDB), o deputado Wilson Santos (PSDB) afirmou que o Governo possui R$ 193 milhões em caixa para serem usados exclusivamente na construção do modal. A menção ao recurso ocorre horas após declaração do atual governador, Mauro Mendes (DEM), que praticamente descartou a instalação do meio de transporte na região metropolitana de Cuiabá. O parlamentar sugeriu que o governador "administre sua angústia" e cumpra com prazo de um ano, estipulado durante a campanha, para voltar a tratar publicamente do assunto.
"Na campanha, o governador pediu um ano de prazo. Eu acho que é cedo para ele fazer qualquer afirmação. Eu tenho acompanhado à distância, sei que a equipe dele ainda não teve tempo suficiente para tomar conhecimento de todos os aspectos dessa situação. Então eu acho que ele deve deixar essa posição definitiva mais para frente. É cedo porque a equipe dele não domina o assunto profundamente, não analisou todas as variantes. E acho que ele precisa administrar um pouco mais essa angústia e quando falar desse tema falar de maneira decisiva", avaliou Wilson Santos.
O deputado tucano assumiu a Secretaria de Cidades durante o Governo passado com a missão de destravar o VLT, ainda que não pudesse concluí-lo, mas não conseguiu avançar nenhum centímetro da obra por conta de uma série de entraves judiciais. Iniciada em junho de 2012, durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa, a construção do modal está paralisada desde dezembro de 2014.
Programado para substituir a proposta do mais barato Bus Rapid Transit (BRT), o VLT foi apresentado por Barbosa e por vários deputados da época como "um avanço" para o Estado.
Wilson fez questão de lembrar sua posição contrária à instalação do modal quando ele foi proposto, mas considera que diante dos investimentos feitos até agora para a construção do VLT, a descontinuidade da obra acarretará em prejuízos ainda maiores para o Estado.
"Eu conheço esse assunto com profundidade. Quando fui prefeito eu assinei o BRT, fui favorável ao BRT. Depois, por força politica de 22 dos 24 deputados liderados por José Riva, o governador Silval mudou para o VLT", lembrou.
"R$ 193 milhões em caixa, na conta convenio com o Estado. Esse dinheiro, inclusive, não corre juros nem correção porque a obra está parada. E, segundo, o Governo pode terminar essa obra sem nenhum custo, podia fazer via PPP. Têm empresas, têm consórcios interessados. Terceiro, como é que ele [Mauro Mendes] vai se desfazer desses vagões? Nós temos R$ 1 bilhão depositados em Várzea Grande, entre vagões e oito sistemas. Quem vai querer esses sistemas, que são próprios para o modal? Eu não digo que sim, nem que não, eu digo é muito cedo para o governador decidir", acrescentou o parlamentar.
Fonte - Revista Ferroviária  18/04/2019

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Rio fecha temporariamente museu e prédios históricos para obra do VLT

Transporte sobre trilhos  🚄

A recomendação foi feita pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Estão sendo embaladas todas as peças do museu, que somam cerca de 5,5 mil itens, entre móveis, quadros, esculturas, mapas, medalhas, livros e documentos, incluindo todo o arquivo diplomático do país até a transferência do Ministério das Relações Exteriores para Brasília, em 1970. 

Da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
O Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty está temporariamente fechado ao público por causa das obras da Linha 3 do VLT (veículo leve sobre trilhos), que ligará a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont, ambos na região central do Rio de Janeiro. O fechamento é necessário para preservação do acervo, que pode ser danificado pela trepidação provocada pelo maquinário da construção civil.
A recomendação foi feita pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Estão sendo embaladas todas as peças do museu, que somam cerca de 5,5 mil itens, entre móveis, quadros, esculturas, mapas, medalhas, livros e documentos, incluindo todo o arquivo diplomático do país até a transferência do Ministério das Relações Exteriores para Brasília, em 1970. O próprio palácio também está recebendo reforços na estrutura, proteção no piso e vedação das portas e janelas voltadas para a Avenida Marechal Floriano, onde estão sendo construídos os trilhos do bondinho moderno.
Segundo o subchefe da Administração do Escritório de Representação do Itamaraty no Rio de Janeiro, Glauber Vivas, após a construção das primeiras fases do VLT, constatou-se a necessidade de proteger melhor o patrimônio, e o Iphan determinou que fossem tomadas medidas adicionais para os bens tombados. Ele informou que o museu está fechado desde o começo de julho e, que se tudo correr bem, o trabalho pode terminar no dia 27. “Poderíiamos até reabrir no dia 28, mas apenas para acesso ao prédio, as peças estarão todas cobertas”.
Vivas destacou que, além disso, será implantada uma rede de proteção no teto e que, por isso, a circulação ficará limitada, embora não proibida. Ele acrescentou que será usado na região um equipamento que provoca menos vibração no entorno do que as britadeiras tradicionais.
Depois de concluídas as obras do VLT, previstas para o início de dezembro, todo o acervo será desempacotado, e o museu será montado novamente e reaberto ao público ainda naquele mês. Os serviços administrativos e consulares não foram interrompidos, bem como o arquivo histórico, que continua aberto aos pesquisadores.
Vivas informou que também está em andamento um projeto de restauração e revitalização do museu e de todo o complexo do Itamaraty no Rio, que envolve mais três prédios. De acordo com Vivas, os projetos executivos devem ficar prontos no primeiro semestre do próximo ano, para depois serem buscados os recursos para executar o trabalho.
Segundo Vivas, o projeto é anterior e independente da questão do VLT. “No ano passado, foram feitos vários estudos e discutiu-se com Brasília para apresentar a ideia de restauração e revitalização do complexo. A deterioração do bem deve-se à escassez de recursos, e a revitalização visa, entre outras coisas, a angariar recursos para o museu.
Em abril, foi assinado o convênio com o Instituto Pedras para isso, que está apresentando um projeto para a Lei Rouanet para o desenvolvimento de projetos executivos de restauração e gestão dos espaços do museu.”

Patrimônio histórico
Também são tombados na Marechal Floriano os prédios da Light, o CampusCentro do Colégio Pedro II, a Igreja Matriz de Santa Rita e o Banco Central, antiga Caixa de Amortização. De acordo com o Iphan, todos os bens tombados recebem “atenção e acompanhamento por ocasião de intervenções, neles ou em seu entorno”, embora não exista o risco da obra na rua prejudicar a estrutura dos prédios.
“Todos os bens tombado que estão no ‘caminho’ do VLT tiveram, quando necessário, os elementos de suas fachadas protegidos/escorados para que a trepidação proveniente das máquinas não trouxesse qualquer avaria”, informou o órgão, que também tem “acompanhado o projeto de implantação do VLT minuciosamente”.
A Igreja de Santa Rita está sendo escorada, e uma equipe de arqueologia acompanha as escavações, pois no local pode haver um dos primeiros cemitérios para africanos recém-chegados ao país. No prédio da Light, vizinho ao do Itamaraty, a fachada recebeu uma tela de proteção para evitar prejuízos, e a construção é monitorada durante as escavações e a perfuração do solo. A Light informa que não foram identificados riscos para o Museu da Ligh, que também fica no local.
O Colégio Pedro II e o Banco Central foram procurados pela reportagem para saber as providências feitas por causa da obra em cada instituição, mas ainda não responderam ao pedido da reportagem.
A Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), órgão da prefeitura responsável pela parceria público-privada de implantação do VLT, informa que a conclusão das obras está prevista para dezembro deste ano e que não deu orientação para que o museu feche as portas. O único impacto da obra sobre o prédio seria a restrição temporária no acesso ao imóvel, “alinhado com a instituição, conforme alinhamento padrão com todas as instituições da rua, ouvindo demandas e atendendo, na medida do possível, especificidades de cada um”.
Segundo o Consórcio do VLT, as obras da Linha 3 seguem as orientações de Instrução Normativa do Iphan para preservação do patrimônio. “O trecho da nova linha, que ligará a Central do Brasil ao Santos Dumont via Marechal Floriano, contará com três novas paradas e tem previsão de operação no fim do ano”, informou o VLT.

História e acervo diplomático
Conforme pesquisa feita pelo historiador e diplomata Guilherme Frazão Conduru, como parte do Plano Museológico do Museu Histórico e Diplomático, o Palacete Itamaraty foi construído entre 1851 e1854, com projeto atribuído ao arquiteto brasileiro José Maria Jacinto Rebelo, aluno de Grandjean de Montigny, professor da Academia Imperial de Belas Artes que veio para o Brasil na missão artística francesa.
O proprietário era Francisco José da Rocha Filho, o conde de Itamaraty, um rico comerciante português que provavelmente imigrou para o Brasil, ainda criança, com o pai militar no comboio que acompanhou a família real.
Rocha Filho morreu em 1883 e, em 1890, o governo provisório de Deodoro da Fonseca comprou o edifício da Marquesa de Itamaraty e faz do local o palácio presidencial para residência. Em 1897 a sede do Poder Executivo federal e residência presidencial são transferidas para o Palácio do Catete, e o Itamaraty recebe, em 1899, o Ministério das Relações Exteriores.
Após concursos para escolher pintores, escultores e arquitetos para ornar e reformar o local, em 1955 foi criado pelo Decreto nº 38.312, de 15 de dezembro, o Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty, com a finalidade de “guarda e exposição pública de móveis, objetos, alfaias e documentos de valor histórico, artístico ou diplomático existentes no Palácio Itamaraty, ou que venham a ser incorporados ao patrimônio”. O museu foi inaugurado no dia 28 de janeiro 1957 pelo então presidente Juscelino Kubitschek.
Com a transferência do Ministério das Relações Exteriores para Brasília em 1970, o Palácio Itamaraty no Rio de Janeiro e o Museu Histórico e Diplomático são fechados, mas o acervo é preservado. Restaurado, o museu foi reaberto ao público no dia 21 de outubro de 1983, integrando as próprias salas do palácio. Após estragos provocados por uma forte chuva em 1986, o local passou por novos reparos e foi reinaugurado em 1989, permanecendo fechado ao público até 1994. Foi novamente reaberto no dia 18 de maio com a presença do então presidente Itamar Franco.
Na pesquisa, Guilherme Conduru aponta como destaques do acervo o próprio palácio neoclassicista de inspiração italiana, que integra um pequeno conjunto de exemplares de arquitetura residencial urbana da classe senhorial da corte do Império, ao lado do Palácio do Catete e do Solar da Marquesa de Santos. Porém, o local nunca foi ocupado como residência, sendo usado em ocasiões festivas e protocolares, como o baile oferecido ao conde d’ Eu para celebrar o fim da Guerra do Paraguai em junho de 1870. A família morava no sobrado construído ao lado do palácio.
Nas primeiras décadas do século 20, foi construído novo prédio para ampliação dos serviços do Ministério das Relações Exteriores, em estilo neorrenascentista, ao lado do palácio. Em 1930, após nova reforma para adaptar o prédio para o uso por órgão público, foi inaugurado também o novo edifício construído para abrigar o arquivo, a biblioteca e a mapoteca da pasta. O Palácio Itamaraty foi tombado pelo patrimônio nacional em 1938, ano em que foram inaugurados os tombamentos no país.
A catalogação do acervo lista 5.562 itens unitários, classificados em 2.457 peças, já que alguns compõem conjuntos. As peças são classificadas em armaria; cerâmica e porcelana; desenhos; projetos; fotografias; documentação manuscrita e gráfica; documentação sonora; escultura; sigilografia e filatelia; gravura; indumentária; medalhística; mobiliário; numismática; ordens honoríficas; ourivesaria; pintura; prataria; têxteis; vidros e cristais; instrumentos de precisão; luminárias; memória do Ministério das Relações Exteriores; etnografia; e diversos.
O Palácio Itamaraty é composto por 78 salas ou espaços e tem 218 portas, além de pintura europeia do século 19, mobiliário luso-brasileiro dos séculos 17I, 18 e 19 e pintura brasileira dos séculos 19 e 20. Entre os destaques estão obras de Jean Baptiste Debret, Castagnetto, Navarro da Costa, Pedro Américo, Vitor Meirelles e Antônio Parreiras.
Fonte - Abifer  17/07/2018