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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Nova Rodoviária de Salvador Ba inicia operação oficial


Mobilidade urbana
  🚍 🚄🚃🚃  🚇

Governador recepcionou os primeiros passageiros que chegaram ao novo terminal, à Nova Rodoviária da Bahia, em Águas Claras, marcando oficialmente o início das operações do novo equipamento e uma nova etapa para a mobilidade urbana e intermunicipal de Salvador.
 
Da Redação
foto -reprodução/Thuane Maria / GOVBA
Os primeiros ônibus começaram a chegar, nesta terça-feira (20), à Nova Rodoviária da Bahia, em Águas Claras, marcando oficialmente o início das operações do novo equipamento e uma nova etapa para a mobilidade urbana e intermunicipal de Salvador. O receptivo aos passageiros contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues e foi organizado pela Secretaria de Turismo (Setur), que preparou uma ação de boas-vindas com elementos da cultura baiana para quem desembarcava na capital. Entre os passageiros, a surpresa com a estrutura chamou a atenção logo na chegada.O Gov. Jerônimo Rodrigues destacou a ampliação da capacidade operacional e a modernização dos serviços oferecidos pela nova rodoviária. "Estamos entregando um equipamento maior, mais acessível e totalmente integrado a outros modais. É um passo importante para melhorar a mobilidade urbana e regional, oferecendo mais conforto, organização e dignidade para quem depende do transporte rodoviário todos os dias", afirmou. Concebida como um hub multimodal desde a origem, a Nova Rodoviária da Bahia integra, em um único complexo, o transporte rodoviário intermunicipal, o metrô, o terminal de ônibus urbanos e metropolitanos e, futuramente, o VLT. Pensada para oferecer mais conforto e qualidade no atendimento, a rodoviária reúne, em um único espaço, serviços como praça de alimentação, lotérica, clínicas, farmácia, caixas eletrônicos e uma unidade do SAC, além de áreas comerciais com lojas e quiosques. "É um terminal que vai muito além do embarque e desembarque, funcionando como um centro de serviços para o cidadão", destacou Jerônimo Rodrigues. A chefe de gabinete da Setur-BA, Giuliana Brito, ressaltou a importância do receptivo como primeiro contato de quem chega à Bahia. "A nova rodoviária é uma porta de entrada do nosso estado, e esse acolhimento com a cultura baiana mostra, logo na chegada, a identidade, a alegria e a hospitalidade do nosso povo", afirmou.
Com informações do Gov.Ba
Pregopontocom 21/01 2026



Autoridade Metropolitana de Transportes - Porque precisamos dela

Nova Rodoviária da Bahia impulsiona desenvolvimento e muda a dinâmica urbana em Salvador


Mobilidade Urbana
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Nova Rodoviária da Bahia impulsiona desenvolvimento e muda a dinâmica urbana em Salvador.Muito além de um ponto de embarque e desembarque, o equipamento nasce com a proposta de ser um polo de serviços, mobilidade e desenvolvimento econômico, impactando diretamente bairros como Pirajá, Cajazeiras e o Subúrbio Ferroviário. 

Da Redação
foto reprodução/Manu Dias/GOVBA
A Nova Rodoviária da Bahia - Terminal Salvador, que entrou em operação na terça-feira (20), já começa a transformar a rotina de moradores e a paisagem urbana da região onde está instalada, em Águas Claras. Muito além de um ponto de embarque e desembarque, o equipamento nasce com a proposta de ser um polo de serviços, mobilidade e desenvolvimento econômico, impactando diretamente bairros como Pirajá, Cajazeiras e o Subúrbio Ferroviário. "Além da oferta de novos empregos, vai valorizar nossos imóveis". Com área total superior a 127 mil metros quadrados e cerca de 41 mil metros quadrados de área construída, o Terminal Salvador foi concebido como um hub de mobilidade moderno e integrado. O espaço reúne metrô, ônibus urbanos, metropolitanos e intermunicipais e, futuramente, será conectado ao VLT. A estimativa é de circulação diária de cerca de 20 mil passageiros, com aproximadamente mil ônibus realizando embarques e desembarques todos os dias. Mas a rodoviária vai além do transporte. O complexo abriga mais de 200 pontos comerciais e uma ampla rede de serviços, incluindo unidade do SAC, clínica médica, farmácias, delegacia, lojas, lanchonetes e restaurantes. O objetivo é oferecer praticidade e conforto, seguindo um padrão semelhante ao de aeroportos, com foco em tecnologia, acessibilidade e sustentabilidade. No mercado imobiliário, os reflexos já começam a aparecer. A Ademi-BA observa aumento do interesse por empreendimentos residenciais e comerciais de perfil popular, diferente do padrão corporativo consolidado no entorno da antiga rodoviária. Incorporadoras que já atuam na região buscam novos terrenos para atender à demanda crescente por moradia. Implantada em uma área já urbanizada e densamente povoada, a nova rodoviária tende a gerar impactos mais rápidos do que os observados há cinco décadas, quando a antiga estação foi transferida para o eixo ACM-Tancredo Neves. Na avaliação de especialistas, os efeitos agora recaem sobre territórios vivos, com comércio ativo e forte presença popular. Para o governador Jerônimo Rodrigues, mais do que uma obra de infraestrutura a Nova Rodoviária da Bahia se consolida como vetor de transformação social e econômica. "Reforça o papel do Estado como indutor do desenvolvimento e amplia o acesso da população a emprego, renda e oportunidades".
Com informações da Secom / GOVBA
Pregopontocom - 21/01/2026


sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Marcopolo Rail fornecerá trens urbanos Prosper para sistema transportes sobre trilhos de Teresina, no Piauí

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

A Marcopolo Rail, divisão da Marcopolo especializada no desenvolvimento e produção de produtos ferroviários, fechou contrato para o fornecimento de três trens urbanos do modelo Prosper City para a Companhia Ferroviária e de Logística do Piauí (CFLP).

Da Redação
Foto - ilustração/Marcopolo Rail
São composições de dois e três carros para a Companhia Ferroviária e de Logística do Piauí (CFLP) A Marcopolo Rail, divisão da Marcopolo especializada no desenvolvimento e produção de produtos ferroviários, fechou contrato para o fornecimento de três trens urbanos do modelo Prosper City para a Companhia Ferroviária e de Logística do Piauí (CFLP). Serão duas composições com dois carros e uma com três carros para o sistema de mobilidade de Teresina, destacando o papel da empresa na modernização da mobilidade urbana da capital piauiense. “Com essa iniciativa, ampliamos a nossa atuação no País e reforçamos nossa estratégia de avançar com soluções para os segmentos urbanos de transporte. Acreditamos fortemente no potencial do segmento metroferroviário brasileiro, que tem totais condições de atender aos deslocamentos de alta capacidade com velocidade, eficiência e conforto, além apresentar diversas vantagens na relação custo versus benefício no médio prazo”, afirma Petras Amaral, Business Head da Marcopolo Rail.

Prosper CITY
O Prosper CITY é um trem leve, com embarque em plataforma elevada de 1,10m, desenvolvido pela Marcopolo Rail e fabricado 100% no Brasil. Projetado para atender às necessidades de mobilidade urbana em cidades de médio e grande porte, o modelo combina eficiência operacional, flexibilidade de customização e integração ao ambiente urbano — uma solução moderna, escalável e alinhada às tendências de transporte sustentável. Possui alta capacidade de transporte (560 passageiros em uma composição de três carros), com portas amplas para garantir mais segurança, conforto e fluidez no embarque e desembarque, com foco na experiência do passageiro. Com ampla área envidraçada, layout do salão de passageiros que pode ser customizado de acordo com cada operação, o Prosper CITY atende a todas as normas internacionais exigidas para material rodante ferroviário em seu segmento. Este importante projeto demonstra o potencial das soluções brasileiras de mobilidade e reforça a atuação da Marcopolo Rail com novos negócios, no Brasil e na América do Sul, como o recente fornecimento de trens para a Empresa de Los Ferrocarriles del Estado - EFE Trenes de Chile, empresa pública responsável pela gestão da rede ferroviária daquele país.

Sobre a Marcopolo Rail
Alinhada com o propósito de melhorar a experiência de vida por meio da mobilidade, a Marcopolo Rail é uma divisão da Marcopolo especializada no desenvolvimento e produção de produtos ferroviários. A Marcopolo Rail atua na produção de Multiple Units (Linha Prosper) bem como fabricação de People Movers. Além da linha de produtos, também oferece contratos para serviços de manutenção e modernização.
Com informações do site da Marco polo Rail
Pregoponmtocom  03/10/2025

sábado, 17 de maio de 2025

Metrô Salvador bate recorde e registra aumento de 4% no número de passageiros no primeiro trimestre de 2025

Transportes sobre Trilhos 🚇

Em 3 de abril, a CCR Metrô Bahia, concessionária que opera o sistema, conquistou o marco histórico de mais de 435 mil clientes transitando pelo Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. O crescimento reflete a confiança da população no modal, reconhecido por sua segurança, agilidade e eficiência na mobilidade urbana

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
O Metrô de Salvador registrou um aumento de 4% no número de passageiros transportados durante o primeiro trimestre de 2025, em relação ao mesmo período do ano passado. Em 3 de abril, a CCR Metrô Bahia, concessionária que opera o sistema, conquistou o marco histórico de mais de 435 mil clientes transitando pelo Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. O crescimento reflete a confiança da população no modal, reconhecido por sua segurança, agilidade e eficiência na mobilidade urbana. "Esse novo recorde no número de passageiros reforça a importância do sistema metroviário para a mobilidade urbana da nossa capital e Região Metropolitana. A Sedur acompanha de perto esse avanço e reafirma o compromisso do Governo do Estado com a ampliação de um transporte público cada vez mais eficiente, seguro e acessível para a população," reforça a titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Jusmari Oliveira. Para Júlio Freitas, diretor da CCR Metrô Bahia, o crescimento no número de passageiros representa a importância deste meio de transporte para a mobilidade urbana sustentável. "O metrô tem se consolidado como a melhor alternativa de transporte, contribuindo significativamente para a redução do trânsito. Os números recordes reafirmam o nosso compromisso em promover soluções de mobilidade que não apenas conectem pessoas e lugares, mas também reduzam impactos ambientais e contribuam para cidades mais sustentáveis. Assim, o transporte sobre trilhos segue como uma opção indispensável para o futuro das metrópoles brasileiras," destacou. Desde sua inauguração, em 2014, o Metrô de Salvador já transportou mais de 730 milhões de passageiros, somando mais de 2,3 milhões de viagens realizadas. Em 2024, o sistema operou ininterruptamente em 18 dias, um número seis vezes superior ao registrado no ano anterior. Essas ações foram fundamentais para facilitar o deslocamento de milhares de pessoas durante shows, festivais e outros eventos culturais.
Com informações da Ascom/ CCR Metrô Bahia
Pregopontocom 17/05/2025

VLT de Salvador terá mercado e unidade de beneficiamento para produção e comercialização de pescados do Subúrbio de Salvador

Transportes sobre Trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

O governador Jerônimo Rodrigues, acompanhado do vice-governador, Geraldo Júnior, e de secretários de Estado, apresentou detalhes da obra, em cerimônia de anúncio dos avanços nas etapas dos lotes 1 e 2 das obras do modal, que chegou 18,67% e 13,30%, respectivamente, na execução dos dois trechos. 

Da Redação
foto - ilustração arquivo
Sistema vai potencializar turismo e economia da capital baiana Um marco para o desenvolvimento econômico do Subúrbio de Salvador, no trecho do VLT entre a Calçada e a Ilha de São João será construído o Mercado São Braz — um centro comercial e gastronômico —, com restaurante, bar, espaços multiusos, áreas de comercialização de pescados e de outros alimentos regionais. Nesta terça-feira (29), o governador Jerônimo Rodrigues, acompanhado do vice-governador, Geraldo Júnior, e de secretários de Estado, apresentou detalhes da obra, em cerimônia de anúncio dos avanços nas etapas dos lotes 1 e 2 das obras do modal, que chegou 18,67% e 13,30%, respectivamente, na execução dos dois trechos. “Nós queremos valorizar o entorno do VLT. Vamos ter uma obra muito bonita, um meio de transporte moderno, geração de emprego, um roteiro ainda mais forte para quem quer fazer turismo no subúrbio. Vai ser um ambiente de final de semana para dinamizar a economia”, explicou Jerônimo Rodrigues. À frente do projeto, a Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur), foi autorizada a dar início à construção do equipamento, no bairro de Plataforma, contemplando também a instalação de quiosques, calçadão com acesso à praia, mirante e um novo acesso viário. O mercado ficará no trecho 1. Para a mesma linha do VLT, também foi autorizada a construção de uma unidade de beneficiamento de pescados. No local, uma estrutura será adequada às normas exigidas pelos órgãos de controle e segurança sanitária para quem trabalha com pesca e coleta de mariscos. A unidade produtiva vai contar com salas de lavagem de pescados, embalagem, cozimento e defumação, câmaras de expedição e armazenamento, túnel de congelamento, fábrica de gelo, sala de embutidos, sala de salga e administrativo. Além da autorização para as obras, o governador visitou áreas onde já ocorrem intervenções de terraplenagem, como em uma das passagens do Hospital do Subúrbio, e no trecho que liga a unidade hospitalar à região de Águas Claras. No canteiro próximo à BR-324, ele também acompanhou o andamento da construção de um dos viadutos.

Patrimônio de Salvador
Durante os anúncios, também foi autorizada a reforma da histórica estação de trem da Calçada, fundada em 1860. A antiga ferrovia já conectou a capital baiana a cidades do Recôncavo. Agora, será uma das principais estações do trecho 1 do VLT. No local serão realizados restauros para manutenção da estrutura, abertura da cobertura das plataformas, construção de um museu e de áreas de lazer e serviços para o cidadão. De acordo com a Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), a reforma da Estação Calçada irá preservar elementos históricos do prédio e adaptá-lo para integrar o sistema do VLT. “Essa é uma estação histórica, muito bonita e nós já tivemos as aprovações dos órgãos competentes, inclusive do IPHAN, para fazermos a intervenção aqui na Calçada, preservando as características da época em que foi construída a ferrovia”, dividiu a presidente da CTB, Ana Cláudia Nascimento. As antigas plataformas de embarque também estão sendo demolidas para abrigar a nova estrutura para partidas e chegadas através do VLT. Para a secretária da Sedur, Jusmari Oliveira, um transporte que vai revolucionar. “Temos certeza que o VLT vai transformar a vida dos baianos e das baianas, porque representa o que há de melhor, de mais moderno e de mais seguro em mobilidade. Além de não se tratar só de transporte de passageiros. As intervenções urbanísticas vão transformar a geração de renda, o lazer, toda a orla de Ilha de São João à Calçada. É um projeto futurístico, mas que olha para a justiça social”, avaliou. O modal terá três trechos: da Ilha de São João à Calçada, de Paripe a Águas Claras e de Águas Claras à orla de Piatã, abrangendo 36,4 quilômetros de extensão, com 34 paradas. Ao todo, serão destinados pelo Estado cerca de R$ 5 bilhões para o VLT. O sistema terá capacidade de transportar até 100 mil passageiros por dia.
Com informações da CTB - Cia de Transportes da Bahia
Pregopontocom  17/05/2025


Autoridade Metropolitana de Transportes - Porque precisamos dela



domingo, 13 de abril de 2025

Autoridade Metropolitana de Transportes - Porque precisamos dela

 Mobilidade Urbana 🚇  🚉 🚄 🚍

A centralização do controle operacional e administrativo independente dos sistemas de transportes pelas AMTs, torna possível uma melhor gestão proporcionando melhor eficiência, racionalidade, integração resultando em uma melhora substancial na qualidade do serviço oferecido a população como um todo.


Luis Prego Brasileiro
foto - ilustração/Pregopontocom
A Autoridade Metropolitana de Transportes é um modelo de gestão de sistema de transportes público bem sucedido em diversos países da Europa. Os países são divididos em regiões, que englobam um certo numero de cidades, onde cada uma região tem sobre o seu controle a sua Autoridade de Transportes. A centralização do controle operacional e administrativo independente dos sistemas de transportes pelas AMTs, torna possível uma melhor gestão proporcionando melhor eficiência, racionalidade e integração resultando em uma melhora substancial na qualidade do serviço oferecido a população como um todo.
A falta de uma integração inteligente dos sistemas de transportes existentes nas grandes cidades e capitais brasileiras, principalmente a falta de conexão entre os modais, a *acessibilidade precária principalmente no setor de transporte por ônibus, onde ainda persiste  o uso de veículos com piso alto, portas estreitas com catracas posicionadas logo após a porta de entrada para os passageiros, causando um gargalo e retardando o movimento de embarque, além da motorização dianteira, tornam-se um grande entrave na eficiência operacional desse sistema que além do desconforto causado a população que faz uso do mesmo, eleva concomitantemente o custo operacional do sistema com consumo de combustível desnecessário, aumentando o  tempo de viagem, além da poluição ambiental em função do tempo maior de permanência perdido no embarque e desembarque dos passageiros em função das dificuldades de acessibilidade expostas aqui. .

Autoridade Metropolitana de Transportes
Como resolver o problema da fragmentação da gestão do transporte público? a partir da criação de uma gestão única  tornando-o mais eficiente diminuindo o seu custo operacional e ofertando um sistema de transportes totalmente integrado, com eficiência, conforto, segurança, horários regulados e uma tarifa que proporcione e incentive a população a usar o sistema de transporte público.
A criação da AMT, (mais não no formato de uma Ag. Reguladora, pois teríamos ai mais um elefante branco burocrático, inchado, e provavelmente mais um cabide de emprego) tem que ser uma entidade independente, onde os entes (municípios, cidades e estado) envolvidos indicariam no máximo 2  técnicos-conselheiros (não cabe uma indicação política ou por apadrinhamento) com conhecimento comprovado na área de mobilidade e transportes e com empatia com o tema. A partir dai numa eleição interna seriam então escolhidos um Diretor de operações, um Diretor de gestão de frota (seria o responsável pela escolha do modal e veículos adequados para cada tipo de serviço através de estudos e a realização de pesquisas), Diretor de planejamento para composição de rotas e linhas e estudos de tarifas, Um Diretor adjunto (2º na hierarquia) e o Diretor Geral. Todas as ações oriundas de projetos e planejamentos seriam  submetidos a apreciação e aprovação de todo o conselho para que fossem colocadas em práticas.

Entidade Independente
Caberia aos entes participantes apenas prover os recursos necessários proporcionalmente, de acordo com o tamanho da cidade ou município, a sua receita e a densidade demográfica do mesmo, providenciar financiamentos e cobrar da AMT eficiência administrativa e operacional, não cabendo nenhum tipo de interferência por motivação política ou qualquer outra que venha a prejudicar o bom funcionamento e desempenho AMT.

ITS
Em uma segunda etapa seria criado então  o ITS  (Intelligent Transportation System),esta uma ferramenta extremamente necessária e essencial para coordenar toda a operação de todos os modais em conjunto, proporcionando uma operação racional, eficaz proporcionando uma funcionalidade inteligente no sistema de integração intermodais. O ITS será um CCO Master, ou seja o pai de todos os CCOs, a centralização dos CCOs dos modais existentes, coordenando e supervisionando as ações de todos eles e como um elo de ligação, proporcionando assim um sistema de operação e integração racional, eficaz  e inteligente.

Sistemas de transportes em Salvador e RMS dentro AMT
Em Salvador, no caso especifico, os sistemas que comporiam a AMT seriam os seguintes: Metroferroviário : Metrô,Trens,VLTs, Monotrilhos e Teleféricos 
Sistemas de ônibus: Urbanos, Alimentadores, Complementares, Semi-Urbanos e Metropolitanos
Sistemas Hidroviários; Sistema Ferry-Boat, Lanchas na BTS-Salvador/Ilhas, Lanchas Salvador/Recôncavo (Morro de São Paulo) e outros localidades.

A  AMT bem como o ITS quando criados e se criados, trará muitos benefícios para a Mobilidade Urbana em Salvador e RMS, bem como em outras localidades em todo o pais, proporcionando um sistema de transporte mais eficiente, mais racional e inteligente, com redução de custos  e benefícios para a população.
Pregopontocom 14/04/2025


*Acessibilidade precária - A falta de acessibilidade nos ônibus causa um enorme prejuízo ao sistema operacional, motivada pela demora do embarque e desembarque de passageiros gera um maior consumo de combustível, o aumento da poluição ambiental e aumento do tempo de viagem. Esse será um tema  abordado num próximo artigo. 



infográfico - Pregopontocom



VEJA TAMBÉM - 

Um debate para além do Monotrilho

https://pregopontocom.blogspot.com/2019/09/um-debate-para-alem-do-monotrilho.html
Abordagem também do tema sobre a Autoridade Metropolitana de Transportes

sexta-feira, 7 de março de 2025

VLT de Salvador gera empregos e avanço na mobilidade no Subúrbio e Região Metropolitana

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

O projeto, que promete melhorar o deslocamento na Região Metropolitana e no Subúrbio de Salvador, é uma importante fonte de empregos, especialmente para as comunidades mais afetadas pelas obras. A expectativa é que cerca de dois mil empregos, diretos e indiretos, sejam gerados durante o auge das obras. Somente os consórcios responsáveis pela obra contrataram 942 pessoas diretamente, mas ao incluir as equipes das empresas responsáveis pela gestão do projeto, o número passa de mil.

Da Redação
As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Salvador estão gerando uma transformação significativa não apenas na mobilidade da cidade, mas também na economia local, com a criação de diversos postos de trabalho. O projeto, que promete melhorar o deslocamento na Região Metropolitana e no Subúrbio de Salvador, é uma importante fonte de empregos, especialmente para as comunidades mais afetadas pelas obras. A expectativa é que cerca de dois mil empregos, diretos e indiretos, sejam gerados durante o auge das obras. Somente os consórcios responsáveis pela obra contrataram 942 pessoas diretamente, mas ao incluir as equipes das empresas responsáveis pela gestão do projeto, o número passa de mil. A maior parte dos trabalhadores são baianos (mais de 90%), e aproximadamente 60% deles são moradores das chamadas de Áreas Diretamente Afetadas (ADA). Essa priorização da mão de obra local é uma diretriz do Governo do Estado, visando beneficiar as comunidades mais impactadas pela transformação urbana.A contratação de moradores locais tem integrado as comunidades ao progresso das obras. Daniel Souza,

Contratações nos Trechos
As contratações variam conforme os diferentes trechos da obra. No Trecho 1, que vai da Calçada até a Ilha de São João, o Consórcio Expresso Mobilidade Salvador tem 667 trabalhadores, dos quais 70% são da área diretamente afetada e 96% são baianos. No segundo trecho, entre Paripe e Águas Claras, o Consórcio VLT Salvador conta com 223 trabalhadores, dos quais 36% vêm da ADA e 97% são baianos. Já no Trecho 3, que vai de Águas Claras a Piatã, o Consórcio Bahia Atlântico emprega 52 colaboradores, sendo mais de 90% com origem na Bahia. O projeto também contempla outras obras adjacentes, como a duplicação de 7,5 quilômetros da rodovia BA-528, a implantação de uma via no Parque de São Bartolomeu e a requalificação da antiga Fábrica São Braz, que se transformará em um centro cultural e comercial, beneficiando ainda mais a comunidade local.

Futuro e Legado do VLT para Salvador
De acordo com Ana Cláudia Nascimento, presidente da CTB, “após sete meses de trabalho, já foram contratados 940 colaboradores nos três trechos do VLT, com a expectativa de que esse número chegue a 2 mil durante o pico das obras”. Ainda segundo a gestora, as contratações são feitas pelos consórcios, com o auxílio do SineBahia, que facilita o cadastro e a seleção dos profissionais. Com a conclusão das obras e a entrada em operação plena do VLT, novas oportunidades de trabalho serão geradas para a gestão e manutenção do sistema. Funções como operadores, técnicos de manutenção, agentes de atendimento e segurança estarão disponíveis, garantindo que os benefícios do VLT perdurem a longo prazo, impactando positivamente a qualidade de vida dos cidadãos de Salvador.
Com informações do GOVBA
Pregopontocom 07/03/2025  

domingo, 19 de maio de 2024

Metrô de Salvador bate recorde de transporte de passageiros no mês de abril desse ano

Transportes sobre trilhos 🚇

Sistema Metroviário de Salvador/Lauro de Freitas, bate recorde de transporte de passageiros no mês  de abril desse ano, com cerca de 10,2 milhões de pessoas transportadas nas duas linhas em operação.

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
Sistema Metroviário de Salvador/Lauro de Freitas bateu o recorde de transporte de passageiros no mês de abril de 2024, atingindo o seu maior numero desde quando entrou em operação a 10 anos atrás em 2013. Os dados são da CTB (Companhia de Transportes do Estado da Bahia) quando cerca de 10,2 milhões de pessoas foram transportadas pelo sistema metroviário no mês. O volume de 10 milhões de clientes transportados foi atingido pela 1ª vez pelo sistema de transportes sobre trilhos. Em outubro de 2019,foi registrado um recorde de 9,9 milhões de passageiros no sistema. Uma queda significativa no volume de passageiros transportados foi registrada durante o período da pandemia de Covid-19 no inicio de 2020, voltando ao nível anterior em 2023 com mais de 101 milhões de clientes transportados. Em 2019, um ano antes da chegada da pandemia ao país, houve um amento na demanda onde 106 milhões de clientes do sistema foram transportados. Neste ano,2024, mais de 37,5 milhões de clientes foram transportados pelo metrô de Salvador/Lauro de Freitas, numero que superou os 4 primeiros meses de 2019 onde foram transportados cerca de 33,6 milhões de cientes do sistema. Neste ano de 2024 o numero de usuários do metrô cresceu de maneira significativa indicando uma tendência de aumento para o próximo ano. O aumento do volume da demanda de pessoas transportadas já fazia parte da expectativa da CCR Metrô Bahia, que tem relação com a inauguração em dezembro de 2023, da Estação Águas Claras, com a conclusão das obras do tramo 3 da Linha 1 do sistema .Com as novas expansões previstas da linha 1(expansão Sul chegando ao Campo Grande) e da linha 2 (Tramo 2) chegando a Estação Lauro de Freitas o aumento da demanda de passageiros atendidos pelo sistema metroviário Salvador/Lauro de Freitas deverá ser ampliada mais ainda, melhorando de maneira significativa a qualidade da mobilidade e do sistema de transportes publico em Salvador e a ligação com a cidade de Lauro de Freitas.
Pregopontocom  18/05/2024




quinta-feira, 17 de agosto de 2023

CCR Metrô Bahia lança QR Code unitário para acesso ao Sistema Metroviário

Transportes sobre trilhos  🚇

A inovação vai atender aos passageiros que utilizam a tarifa avulsa do metrô e já está disponível nas máquinas de autoatendimento de todas as estações. Assim que efetuada a compra por meio de pagamento em PIX ou cartões de débito e crédito, o QR Code será impresso e poderá ser utilizado para acessar o metrô.

Da Redação
foto - ilustração/CCR Metrô Bahia
Os clientes da CCR Metrô Bahia contam a partir deste mês com o QR Code unitário, uma novidade na compra de passagem para acesso ao Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. A inovação vai atender aos passageiros que utilizam a tarifa avulsa do metrô e já está disponível nas máquinas de autoatendimento de todas as estações. Assim que efetuada a compra por meio de pagamento em PIX ou cartões de débito e crédito, o QR Code será impresso e poderá ser utilizado para acessar o metrô. Ao posicionar o QR Code no visor localizado na tampa da catraca uma luz verde indicará a validação do pagamento e o acesso pelo bloqueio estará liberado. “Oferecemos diversas opções de compra de passagem, tanto para quem usa a tarifa avulsa como para aqueles que têm o Cartão Integração do Metrô. Estamos sempre inovando com o objetivo de melhorar ainda mais a experiência do nosso cliente”, destaca Julio Freitas, gerente executivo de Operações da CCR Metrô Bahia. A novidade se junta a outra tecnologia inovadora lançada neste ano pela concessionária: o pagamento da tarifa por aproximação diretamente nas catracas do metrô. Para isso, basta aproximar cartões de crédito, débito, celular (com tecnologia NFC), smartwatches ou pulseiras de pagamento na parte inferior da catraca. De acordo com levantamento interno realizado neste ano pelo setor de Arrecadação e Clearing da concessionária, o metrô baiano se destaca no cenário nacional como o um dos mais tecnológicos do país em meios de pagamento digitais, oferecendo grande quantidade de opções para o cliente. Recarga do Cartão Integração do Metrô A CCR Metrô Bahia também oferece aos seus clientes a facilidade de recarregar o Cartão Integração do Metrô de forma online, rápida e segura por meio do WhatsApp ou de aplicativos parceiros. Para recarregar o Cartão Integração utilizando o Zap do Metrô, basta acessar o atendimento virtual da CCR Metrô Bahia, adicionando o número (71) 9688-0714 em seu aparelho celular. Ao navegar pelas opções de compra de crédito na ferramenta, o cliente poderá realizar um pedido de recarga e efetuar o pagamento por meio de uma chave PIX. Outra possibilidade online é fazer a recarga via aplicativo - Banco do Brasil (para correntista), PicPay, Recarga Pay, Cittamobi - ou pela rede credenciada, composta por 2 mil pontos de vendas. Após a compra do crédito, a carga deverá ser efetivada nos validadores presentes em todas as estações.
Com informações da CCR Metrô Bahia 11/07/2023
Pregopontocom 17/08/23

quarta-feira, 15 de março de 2023

CTB inicia estudo de traçado para implantação do novo sistema de mobilidade na região metropolitana de Salvador

Mobilidade Urbana 🚄 🚇

A CTB iniciou um estudo de traçado e viabilidade técnica para implantação de um sistema que beneficie os municípios de Simões Filho, Candeias, Madre de Deus e São Francisco do Conde, além de Dias D’Ávila e Camaçari.

Da Redação
foto - Ascom CTB
A implantação de um novo sistema de mobilidade na Região Metropolitana é uma necessidade da população e uma das prioridades do Governo da Bahia, no que diz respeito à mobilidade urbana. Por esse motivo, a Companhia de Transportes da Bahia (CTB) iniciou um estudo de traçado e viabilidade técnica para implantação de um sistema que beneficie os municípios de Simões Filho, Candeias, Madre de Deus e São Francisco do Conde, além de Dias D’Ávila e Camaçari. “Um estudo de traçado vai nos apresentar as diretrizes básicas e apontar o sistema mais adequado. Esse é um trabalho preliminar, onde também estudaremos a área de influência e a população beneficiada. Com esse trabalho finalizado, apresentaremos os resultados ao governador Jerônimo Rodrigues, que tem entre as suas prioridades, a questão da mobilidade urbana na Bahia”, explicou o presidente da CTB, Carlos Martins. O estudo está sendo conduzido pelos engenheiros Robério Bezerra e Cynthia Brito e deve ser finalizado ainda no primeiro semestre de 2023. Segundo o presidente, a intenção da CTB é pensar e apresentar estratégias que gerem “desenvolvimento, sejam seguras e econômicas, possibilitando um ganho importante para a economia dessas localidades e na qualidade de vida da população”, afirmou.
Com informações da Ascom CTB
Pregopontocom 15/03/2023

domingo, 12 de março de 2023

Estrutura do VLT de Cuiabá começa a ser desmontada após abandono

Transportes sobre trilhos  🚄

O VLT de Cuiabá não resistiu as pressões impostas por disputas políticas e o lobby em favor dos pneus, embora quase 80% do projeto inicial do VLT  tenha sido executado a um custo de cerca de R$1 bilhão,  o governo estadual afirma que gastará menos dinheiro público desmontando parte da infraestrutura já instalada e erguendo em seu lugar as obras do BRT. Perdem as duas cidades a população e a Mobilidade Urbana.

Por Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
Contratado pelo governo de Mato Grosso para construir a infraestrutura necessária ao funcionamento do futuro sistema de transporte rápido por ônibus (BRT) que ligará a capital Cuiabá à cidade vizinha, Várzea Grande, o Consórcio PN Príncipe começou, nesta semana, a retirar os trilhos que darão lugar a um novo corredor viário. Os trilhos são fruto de um malsucedido projeto que previa interligar Cuiabá e Várzea Grande por meio de um outro sistema, o de Veículos Leves Sobre Trilhos (VLT). A obra foi iniciada e deveria ter sido concluída antes da abertura da Copa do Mundo de 2014, mas embora tenha consumido cerca de R$ 1 bilhão dos cofres públicos, nunca foi concluída. Devido ao atraso e, principalmente, às denúncias de irregularidades no projeto, o governo mato-grossense decidiu rescindir o contrato para construção do VLT ainda em 2017. Três anos depois, com as obras abandonadas, o governador Mauro Mendes decidiu desmontar parte da estrutura recém-construída e substituir o projeto original por outro, que prevê a implementação do BRT. Ainda que quase 80% do projeto inicial, do VLT, tenha sido executado, o governo estadual afirma que gastará menos dinheiro público desmontando parte da infraestrutura já instalada e erguendo em seu lugar as obras que o BRT exigem do que se optasse por reparar os estragos causados pelo tempo e concluísse o que falta para o VLT poder operar. O governo mato-grossense também defende que a operação do BRT é menos custosa que a do VLT, o que permitirá ao operador cobrar dos usuários uma “tarifa mais acessível”. Ainda segundo o governo estadual, o sistema de ônibus pode ser mais facilmente expandido para atender outras regiões. Além disso, argumenta, o corredor viário que será aberto poderá ser usado pelos outros ônibus, garantindo a melhoria da mobilidade urbana. A decisão do governo estadual não foi bem recebida pela prefeitura de Cuiabá, que acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Tribunal de Contas estadual (TCE-MT) para tentar impedir a construção do BRT e garantir a conclusão do VLT. O TCE-MT rejeitou o pedido da prefeitura, mas o TCU o acolheu, determinando a suspensão das obras que estavam sendo executadas para trocar os sistemas de transporte público. No entanto, em 20 de dezembro do ano passado, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu não haver motivos para o TCU atuar no processo, já que o empreendimento não conta com verbas públicas federais desde 2017, quando o contrato com o Consórcio VLT foi rescindido e o governo estadual, na sequência, quitou as dívidas de financiamento contraídas com a Caixa Econômica. Apesar disso, a prefeitura de Cuiabá segue criticando a substituição do modal de transporte. Membros do Executivo municipal afirmam que o projeto “não possui nenhuma consistência técnica” e apresentaram ao Ministério Público estadual uma denúncia sobre supostas irregularidades na licitação – vale lembrar que, em 2017, ou seja, três anos após iniciar as obras, o ex-governador Silval Barbosa foi investigado e admitiu ao Ministério Público Federal (MPF) ter recebido cerca de R$ 18 milhões do consórcio anteriormente selecionado para instalar o VLT. “Não há o menor bom-senso em dizer que o BRT, que está começando do zero, é mais barato que o VLT, que já tinha [mais de] 70% das obras executadas e boa parte dos seus recursos pagos”, afirma o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, defendendo a conclusão do VLT. Em nota divulgada neste sábado (11), o Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários (Simefre) também questionou a opção do governo estadual. “O Estado do Mato Grosso já tinha desembolsado vultosos valores com o projeto de VLT (da ordem de R$ 1 bilhão), fruto de uma escolha pública e oficial, adquirindo grande parte da estrutura do modal que atualmente já se encontra projetada e instalada”, aponta a entidade. O Simefre lembra ainda que mal haviam iniciado as obras do VLT, o consórcio responsável comprou os trens que seriam usados no sistema. Posteriormente, com o rompimento do contrato, a Justiça decidiu que os vagões, pagos com o dinheiro público destinado à obra, pertenciam ao governo estadual. Desde então, os trens, assim como outros equipamentos adquiridos com recursos públicos, estão parados, demandando manutenção periódica. Para o sindicato, o projeto inicial, de instalação do VLT, “poderia e deveria ser finalizado, independentemente de ter havido algum ato de corrupção durante a execução do contrato – os quais certamente não diminuem a relevância e necessidade da obra”. Segundo a entidade, a opção pelo BRT, conforme proposta pelo governo estadual, “traz grande insegurança jurídica, tanto para esse projeto específico quanto para futuros projetos de mobilidade no país, que não podem ser modificados ou cancelados aos sabores de decisões políticas sem fundamentos técnicos.” A Agência Brasil procurou os representantes da secretaria estadual de Infraestrutura e Logística (Sinfra), mas não conseguiu contato até o fechamento da reportagem. 
Fonte - Agência Brasil   11/03/2023  


Comentário Pregopontocom: 
As cidades de Cuiabá e Várzea Grande perderam uma grande oportunidade de dar um salto de qualidade na Mobilidade Urbana e no sistema de transportes público que interligariam essas duas cidades. Não foram os "trilhos fruto de um malsucedido projeto que previa interligar Cuiabá e Várzea Grande por meio de um moderno sistema de VLT (Veículos Leves Sobre Trilhos)" mais sim vitima do lobby a favor dos "pneus"  e de uma acirrada disputa política de interesses contrários que derrotaram o VLT. Não foram levados em conta o interesse público ou aquilo que realmente seria a melhor opção, toda a infraestrutura já construída será destruida,(embora quase 80% do projeto inicial, do VLT, tenha sido executado) ira ao chão, todos os recursos gastos serão perdidos, dinheiro público pago pelo contribuinte que virara pó, e quem irá pagar essa conta?, tudo isso por causa da falta de uma visão clara para o futuro através de planejamentos com projetos para médio e longo prazo que trariam benefícios para as duas cidades com uma melhoria substancial na qualidade da Mobilidade Urbana da região.

quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Movimento pela tarifa zero no transporte público cresce no país

Transporte público / Tarifa zero

Transporte público: movimento pela tarifa zero cresce no país - Trata-se também de um instrumento de política social, conforme aponta um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mais de 40 municípios brasileiros já implantaram projetos de tarifa zero no transporte, segundo levantamento atualizado em setembro pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).

Fetronor
foto - ilustração/arquivo
A tarifa zero no transporte coletivo municipal vem avançando em todo o Brasil, como uma opção para garantir o acesso democratizado ao transporte público. Trata-se também de um instrumento de política social, conforme aponta um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mais de 40 municípios brasileiros já implantaram projetos de tarifa zero no transporte, segundo levantamento atualizado em setembro pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). Em pelo menos 43 cidades, a gratuidade é válida para todo o sistema municipal. Geralmente, quem responde pelos gastos são as prefeituras. Segundo o estudo da NTU, nas grandes cidades, arcar com o serviço de transporte público para torná-lo gratuito para a população custaria cerca de 10% do orçamento. Por isso, a tendência é que os municípios passem a bancar pelo menos parte dos custos, por meio de subsídios. Antes da pandemia, apenas três a quatro cidades do Brasil ofereciam algum tipo de subsídio, como São Paulo. Hoje, são aproximadamente 260. O transporte público gratuito nos municípios menores colabora para o desenvolvimento social, ambiental e econômico, além de favorecer a geração de empregos na cidade. Por não pagar passagem, o morador tem mais dinheiro no bolso e pode gastar com alimentação, no comércio ou com serviços. Outra vantagem é poder circular por todo o município, o que traz integração e sentimento de pertencimento. Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, o engenheiro Lúcio Gregori, criador de uma proposta para a capital paulista, relata que há várias formas de financiar a tarifa zero. Por exemplo, é possível aplicar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) progressivo. Afinal, 44 mil das pessoas detêm mais de 50% do valor imobiliário da cidade, que somam 3,6 milhões de residências. Com a medida, seria possível aplicar o dinheiro em mobilidade. Outra sugestão de Gregori seria investir menos em modais particulares e mais no transporte coletivo. Por fim, o engenheiro defende uma taxa de mobilidade social, cobrada na fatura da energia elétrica, para ser revertida para a tarifa zero. Para muitos especialistas, a proposta é economicamente inviável para uma cidade do tamanho de São Paulo e outras de grande porte. Outros, porém, acreditam que, com vontade política e apoio da população, seria possível levar adiante um projeto nesse sentido em cidades de qualquer porte. Apesar de as ideias ainda não estarem em vigor, os municípios atualmente usam modos alternativos de financiamento. Entre eles, estão subsídios pagos com recursos próprios e formas de economia para que o valor seja revertido para a mobilidade.
Fonte - Fetronor 08/11/2022

sábado, 28 de agosto de 2021

Seis(6) tecnologias que melhoram a mobilidade urbana

Mobilidade 🚍 🚄  🚇

De acordo com o Relatório de Tecnologia e Inovação 2021, o mercado de tecnologia e inovação movimenta, atualmente, 350 bilhões de dólares e até 2025 pode superar o patamar dos 3 trilhões de dólares.Engarrafamento, falta de integração entre diferentes modais de transporte e ineficiência no sistema público. Estes são apenas alguns dos problemas enfrentados diariamente pela população de grandes cidades em seus deslocamentos

Assessoria de Comunicação/Portogente
foto - ilustração/Pregopontoco
Metrô de Paris
Para especialista da BusUp, os veículos autônomos são algumas das apostas da indústria automobilística para os próximos anos De acordo com o Relatório de Tecnologia e Inovação 2021, o mercado de tecnologia e inovação movimenta, atualmente, 350 bilhões de dólares e até 2025 pode superar o patamar dos 3 trilhões de dólares. Para Danilo, Tamelini, Presidente Latam da BusUp, empresa fornecedora de serviços de mobilidade, número um na Europa em gestão otimizada e flexível de fretamento, o avanço da tecnologia será peça-chave para a melhora da mobilidade urbana. "Engarrafamento, falta de integração entre diferentes modais de transporte e ineficiência no sistema público. Estes são apenas alguns dos problemas enfrentados diariamente pela população de grandes cidades em seus deslocamentos. A mobilidade urbana é um grande desafio para governantes de todo o mundo, mas a revolução tecnológica pela qual passamos pode ser a chave para uma transformação", explica Tamelini. Para falar de alternativas que podem melhorar a mobilidade urbana, o especialista elencou seis tecnologias que melhoram a mobilidade urbana:

Veículos autônomos
Essa é uma das apostas da indústria automobilística para os próximos anos. Já é predominante entre os especialistas de tecnologia e inovação a percepção de que veículos sem motoristas podem ser mais seguros e até mais eficientes. Seres humanos, ao dirigir, precisam estar sempre atentos ao que acontece e podem se distrair com facilidade, provocando situações de risco potencial. Os investimentos das montadoras nesse setor indicam que, em poucos anos, será comum nos deslocarmos em carros sem motoristas e com total segurança.

Veículos compartilhados
Existem hoje plataformas que permitem que carros sejam alugados apenas por determinados períodos. Seja um dia inteiro, algumas horas ou uma semana: a personalização do tempo de uso é inteira do cliente. Essa oferta trata o carro como um serviço, ressignificando o seu uso e priorizando a locomoção do cliente. Graças à conectividade e digitalização e à nova economia compartilhada, agora já não é preciso ser proprietário de veículos se não fazemos um uso intensivo deles. E mesmo no caso dos donos de carros e frotas, o compartilhamento permite a sua otimização e custos mais baixos.

Inteligência Artificial
Desde carros autônomos até drones que ajudam a controlar o tráfego, a inteligência artificial é uma forte aliada para encontrar soluções de melhorias para a mobilidade urbana. Na Ásia, já é possível fazer o gerenciamento inteligente do tráfego, controle de semáforos, monitoramento de câmeras e tudo que se encaixa no conceito de cidades inteligentes. Em Dubai, os drones autônomos que levam passageiros já estão em teste e prometem desafogar parte do congestionamento, mas especialistas afirmam que essa realidade ainda está longe do Brasil. Já que em São Paulo, por exemplo, o trânsito aéreo já é preocupante. Para que drones dividam espaço com aeronaves e helicópteros as rotas precisam ser seriamente repensadas.

Integração
Com o compartilhamento de informações em tempo real e a inclusão de novas formas de pagamento, as plataformas digitais integram e facilitam o acesso aos diversos serviços de transporte, assumindo maior protagonismo na gestão da mobilidade. Por meio de inteligência e dados, essas plataformas chamadas MaaS (Mobility as a Service) têm a capacidade de direcionar os fluxos, dosando os níveis de aglomeração no transporte coletivo com o uso de modais individuais.

Dados em tempo real
Além das medidas emergenciais - higienização e redução do contato social nos veículos, com demarcações das distâncias de segurança e barreiras físicas - os operadores de transportes deverão investir em monitoramento e coleta de informações em tempo real. Esses dados deverão alimentar as plataformas digitais e aplicativos que os repassam aos cidadãos. Saber a hora exata que o ônibus vai passar ou a lotação dos veículos auxilia na tomada de decisão das pessoas.

Investimento no transporte coletivo
Em um cenário de suspensão das atividades do transporte coletivo além do enorme número de veículos que haveria nas ruas, o transporte deixaria de ser acessível a todos. Uma pesquisa realizada pela NTU mostrou que os trabalhadores e estudantes seriam os mais impactados, tendo em vista que das 8,3 milhões de pessoas que utilizam os ônibus diariamente, 54,3% estão à trabalho e outras 20,6% para estudo. Isso porque as alternativas para os ônibus e metrôs, como táxis e aplicativos, não seriam economicamente viáveis nem poderiam alcançar todos os destinos esperados.
Fonte - Portogente 23/08/2021

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Financiamento público da tarifa do transporte de passageiros - Custo ou Investimento?

Mobilidade Urbana/Tarifa  🚍 🚇

A cidade de Salvador tem atualmente um contingente estimado em 40% da sua população se deslocando, ou seja, andando a pé. Dois são os motivos pelos quais levam essa elevada parcela da população a andar a pé.Com o financiamento público da tarifa, e consequentemente a sua redução, uma boa parcela da população dentro desses 40% fora do sistema, retornariam a usar o transporte público, aumentando o numero de passageiros por Km/transportados

Luis Prego Brasileiro
Salvador Sobre Trilhos
foto - ilustração/arquivo
Um tema que propomos entrar na pauta de um grande debate que diz respeito a Mobilidade Urbana, é sobre o financiamento público da tarifa do transporte de passageiros. A cidade de Salvador tem atualmente um contingente estimado em 40% da sua população se deslocando, ou seja, andando a pé. Dois são os motivos pelos quais levam essa elevada parcela da população a andar a pé. O 1º e o mais importante está relacionado ao alto custo da tarifa do transporte público da cidade, que suga uma boa parte dos ganhos  da população que usa o sistema de transporte deficitário para se deslocar  durante  as suas atividades cotidianas. O 2º motivo são aqueles que preferem fazer a pé um percurso mais curto, para não ficarem um longo tempo mofando nos pontos a espera de um ônibus, e as vezes é mais rápido fazê-lo a pé. O financiamento público da tarifa do transporte é possível? claro que sim, ele já existe em em muitos países no mundo, principalmente na Europa. Aqui no Brasil já temos exemplos bem sucedido de  tarifa Zero, como por expl. Agudos, no interior de São Paulo, e Maricá, no litoral do Rio de Janeiro, são os dois exemplos. Na primeira a gratuidade funciona desde 2003,já na segunda, no estado do Rio, o benefício começou em 2013.No mundo já são 86 cidades, em 24 países, que não cobram tarifa para a população que utiliza o transporte público. Qual seria o ponto de partida para que aqui pelo menos pudéssemos começar a financiar  uma parte da tarifa do transporte público? - 1ª providência seria a criação de uma taxa sobre a tarifa dos estacionamentos públicos e privados.- A maioria desses estacionamentos tarifados estão umbilicalmente ligados aos grandes polos geradores de demandas, sejam eles, Shoppings, centro financeiros, centros médicos, estádios de futebol, grandes zonas comerciais, locais de eventos, praias, centros históricos etc. Todos esse locais também são servidos pelo sistema de transporte público, que entrega e recolhe os clientes sem nenhuma compensação por parte dos locais beneficiados. Além dos ganhos com prestação de serviços diversos e vendas, a maioria desse locais lucram também com a venda de espaços para estacionamento dos clientes que usam o transporte individual. Esta seria uma forma de arrecadação com duas fontes, uma direta dos que exploram os serviços de estacionamentos e uma indireta, dos usuários do transporte individual que pagam pelo uso temporário de vagas nesses estacionamentos.
O financiamento público da tarifa do transporte de passageiros não é custo, é um investimento em razão dos benefícios que ele irá  gerar para a Mobilidade, a cidade e a população.
O grande percentual da população que anda a pé, pelos motivos já citados no inicio dessa matéria, também provoca um desequilíbrio econômico financeiro no custo operacional do sistema, pois a quantidade de passageiros por km transportado é menor, isso é um fato. Com o financiamento público da tarifa, e consequentemente a sua redução, uma boa parcela da população dentro desses 40% fora do sistema, retornariam a usar o transporte público, aumentando o numero de passageiros por Km/transportados, reduzindo consequentemente o custo operacional do transporte, com reflexos positivos também no custo da tarifa, e além disso como consequência um outro fato positivo ocorreria em cadeia, com mais pessoas se deslocando através do sistema de transporte público, isso poderá gerar um aumento da atividade econômica e como consequência um aumento da arrecadação tributária (por volume de negócios) do estado e do município, é uma roda que gira se auto alimentando. Assim sendo o financiamento público da tarifa do sistema de transportes, aliado a sua modernização e eficiência em todos os seus modos, aumentando o numero de clientes(*) (usuários),consequentemente diminuindo o uso do transporte individual, só trará benefícios em vários aspectos tanto para a cidade como para a população, com a diminuição da poluição ambiental, da poluição sonora, do excesso de veículos circulando nas vias urbanas, a melhoria da qualidade do ar, da atividade econômica e a qualidade de vida da população como um todo. Para que tudo isso aconteça será necessário uma mobilização da sociedade civil para provocar  um grande debate sobre esse tema com a participação dos governos do estado e dos municípios para que torne possível iniciar a aplicação dessas medidas bem com um estudo prévio para outras formas e fontes de financiamento. O transporte público é que move a cidade e que faz ela funcionar, por tanto é preciso trata-lo com a importância que ele merece.
(*)Quem utiliza o transporte público não pode ser considerado como um mero "usuário", deve ser tratado e reconhecido como um "cliente" que paga por uma prestação de serviço e com tal deve receber por aquilo que paga. - O transporte público é um serviço de utilidade pública e social  e como tal deve ser tratado.
Pregopontocom  21/02/2021

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

CBTU e Prefeitura de Rio Largo(AL) discutem solução definitiva para a mobilidade urbana

Transportes sobre trilhos  🚄

Desde abril de 2020, com o agravamento do afundamento do solo no Pinheiro, Mutange e Bebedouro, em consequência da exploração de minérios pela Braskem, a região foi interditada e a CBTU obrigada a interromper o percurso. A única opção dada pela Braskem para que não fosse cancelado o transporte ferroviário foi a baldeação com a ajuda de um ônibus custeado e cedido pela mineradora. 

CBTU
foto - ilustração/arquivo
Trabalhadores da rede hoteleira de Maceió os quais residem na região de Rio Largo também estão amargando prejuízos com as mudanças causadas pela interrupção do trajeto dos trens urbanos que saiam daquele município até o Centro de Maceió. Desde abril de 2020, com o agravamento do afundamento do solo no Pinheiro, Mutange e Bebedouro, em consequência da exploração de minérios pela Braskem, a região foi interditada e a CBTU obrigada a interromper o percurso. A única opção dada pela Braskem para que não fosse cancelado o transporte ferroviário foi a baldeação com a ajuda de um ônibus custeado e cedido pela mineradora. Com essa baldeação, o percurso aumentou em 50 minutos. Este assunto foi tema de uma reunião, na sede da CBTU, nesta quarta-feira, 10, entre o superintendente de Trens Urbanos de Maceió, Carlos Jorge, o secretário municipal de planejamento, Thyago Melo, e o superintendente da SMTT, Washington Miranda, do município de Rio Largo. Durante o encontro, foram discutidas estratégias que busquem uma alternativa definitiva e conjunta entre os municípios e a CBTU que atenda à população da região de Rio Largo e Satuba, prejudicada com o desastre ambiental de responsabilidade da Braskem, a qual precisa arcar com uma solução que devolva a mobilidade urbana com conforto, segurança e estabilidade. Para se ter uma ideia do impacto, para trabalhadores da rede hoteleira que moram em Rio Largo e usavam os trens para chegar ao Centro de Maceió, antes dessa mudança no trajeto do VLT, os empresários do setor compravam o ticket do transporte à CBTU. Com a interrupção, a Companhia de Trens não registrou nenhuma aquisição desde abril de 2020. “Esses trabalhadores, muitos perderam o emprego, outros desistiram de usar o VLT pelo aumento do tempo de percurso, e uma parte deve estar amargando o custo de 11 reais pagos para o transporte em ônibus coletivo, enquanto no VLT custa apenas 4 reais ida e volta, com mais conforto, segurança e pontualidade”, comenta o secretário Thyago Melo. Segundo o superintendente de Trens Urbanos, a CBTU está arcando com um prejuízo gigantesco na sua operação. “Tivemos uma redução de 70% na quantidade de usuários ao dia. Esse problema, relatado pelos representantes do município de Rio Largo, é uma das consequências desse desastre ambiental que está trazendo prejuízos incalculáveis à mobilidade urbana de Maceió e à qualidade de vida da maioria dos moradores da região metropolitana, afetada de diversas formas pelo afundamento do solo numa área muito importante para os usuários dos trens, a maioria formada por trabalhadores de baixa renda”, explica Carlos Jorge. 
Com informações da CBTU  10/02/2021

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Câmara dos Deputados realiza audiência pública sobre mobilidade urbana

Transportes sobre trilhos  🚄  🚅  🚇

Precisamos expandir as nossas redes de alta capacidade, que são os trens e metrôs, e organizar a mobilidade nas cidades. Então, precisamos de uma Autoridade Metropolitana que olhe isso como um todo, que organize e planeje as linhas, que evite a concorrência e faça ter ganho de escala para que as pessoas tenham um transporte organizado. Sem uma coisa você não tem a outra”, destacou o Presidente da ANPTrilhos

ANPTrilhos
divulgação/ANPTrilhos
A Comissão Especial de Política de Mobilidade Urbana realizou, nesta 3ª feira (11/09), audiência pública para debater a implantação da Autoridade Metropolitana de Transporte, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). A Comissão Especial é destina a proferir o parecer do Projeto de Lei nº 4881/2012, que “institui as diretrizes da Política Metropolitana de Mobilidade Urbana (PMMU), cria o Pacto Metropolitano da Mobilidade Urbana e o Sistema de Informações dos Transportes Metropolitanos (SITRAM), com a Autoridade Metropolitana de Transportes e o Fundo Metropolitano de Transporte Público e dá outras providências”, de autoria de José de Filippi.
O Presidente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), Joubert Flores; o Presidente da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô de São Paulo), Silvani Alves Pereira; o Ex-Presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô de São Paulo, Sérgio Avelleda; e o Pesquisador e Professor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), Eduardo Haddad, participaram da audiência e defenderam a criação de uma Autoridade Metropolitana.
Joubert Flores enfatizou que a mobilidade urbana deve ser integrada e cada modo de transporte ser instalado de acordo com a demanda do corredor. “Precisamos expandir as nossas redes de alta capacidade, que são os trens e metrôs, e organizar a mobilidade nas cidades. Então, precisamos de uma Autoridade Metropolitana que olhe isso como um todo, que organize e planeje as linhas, que evite a concorrência e faça ter ganho de escala para que as pessoas tenham um transporte organizado. Sem uma coisa você não tem a outra”, destacou o Presidente da ANPTrilhos.
Sérgio Avelleda explicou que a divisão entre os municípios é somente política e administrativa e que deveria ter um consenso entre as cidades em relação a mobilidade. “O problema sempre estará no planejamento urbano”, reforçou.
O Presidente do Metrô de São Paulo, Silvani Alves Pereira, também defendeu a criação de uma Autoridade Metropolitana para o setor. “Esta Casa tem todas as condições de enfrentar esse problema com seriedade, trazer para dentro do projeto a criação da Autoridade Metropolitana e colocando, já de imediato, alguns incentivos para que os entes políticos participem desse processo de uma forma mais desprovida do interesse político e mais pensando no cidadão”, afirmou.
Ele também explicou a necessidade de organização da ocupação do solo, já que novos empreendimentos residenciais são implantados e nem sempre é pensada a infraestrutura dessas áreas, como o acesso ao transporte.
Os participantes da audiência enfatizaram a necessidade de pensar políticas de longo prazo, com ações de Estado e não de governo, e que essas políticas passam pelo planejamento urbano.
O Pesquisador e Professor da FIPE, Eduardo Haddad, apresentou dados sobre o adensamento urbano, usando como exemplo a cidade de São Paulo, onde uma parcela dos empregos da cidade não são ocupados por residentes nela. Ele explicou ainda que os trilhos são determinantes nos deslocamentos na Região Metropolitana de São Paulo: “Quanto mais trem, maior a mobilidade”.
Fonte - ANPTrilhos  11/09/2019

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Mobilidade urbana será pesquisada em Ilhéus e Itabuna (BA)

Mobilidade  🚌

A Pesquisa de Origem e Destino baseia-se em buscar informações atualizadas de mobilidade urbana sobre as viagens realizadas pela população e os indicadores socioeconômicos dos moradores em ambos os municípios. Ao final, o resultado permitirá a avaliação e reestruturação das redes de transportes nos municípios. 

Da Redação
foto - ilustração
Prefeitura de Ilhéus
No litoral sul baiano, os municípios de Ilhéus e Itabuna irão passar por uma pesquisa inédita e de importância para as ações de planejamento urbano e de transporte a partir deste mês de agosto. A Pesquisa de Origem e Destino baseia-se em buscar informações atualizadas de mobilidade urbana sobre as viagens realizadas pela população e os indicadores socioeconômicos dos moradores em ambos os municípios. Ao final, o resultado permitirá a avaliação e reestruturação das redes de transportes nos municípios. Além disso, irá contribuir no projeto da duplicação da BR-415, entre Ilhéus e Itabuna.

foto-Ulgo Oliveira/Seinfra BA
Uma reunião para apresentação do que será executado nos municípios foi realizada nesta quarta-feira (07) na Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), no Centro Administrativo, em Salvador. O encontro contou com a participação de representantes da Seinfra, das Prefeituras Municipais de Ilhéus e Itabuna e do Consórcio Mobilidade Inteligente, que irá realizar a pesquisa.
Com informações da Seinfra BA  07/08/2019

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Salvador recebe evento internacional que discute mobilidade urbana

Mobilidade  🚌 🚇 🚕 🚲

A 16ª edição da Assembleia UITP América Latina, promovida pela Associação Internacional de Transporte Público, UITP, abordará temas como o contexto mundial da mobilidade e seus desafios, integração física dos sistemas de mobilidade, implicações econômicas para a integração, modelos de financiamento de transporte públicos e Salvador do futuro. 

CCR
Divulgação
Metrô, ônibus, táxi, transporte por aplicativo e bicicleta. Passarelas, ciclovias, ruas, calçadas largas e transporte de qualidade. Uma infraestrutura completa que une meios de transportes e espaço público resultando numa rede integrada de transporte que viabiliza, sobretudo, a integração física, além da tarifária. Essas e outras soluções para o desafio da mobilidade urbana nas grandes cidades serão tema de evento internacional realizado em Salvador, no Hotel Deville Prime Salvador, entre os dias 28 e 30 de novembro, contando com a participação de representantes do setor.
A 16ª edição da Assembleia UITP América Latina, promovida pela Associação Internacional de Transporte Público, UITP, abordará temas como o contexto mundial da mobilidade e seus desafios, integração física dos sistemas de mobilidade, implicações econômicas para a integração, modelos de financiamento de transporte públicos e Salvador do futuro. O fórum conta com o patrocínio do Grupo CCR e da Elo, e apoio Institucional da Alamys (Associação Latino-Americana de Metrôs e Subterrâneos) e contará com as presenças internacionais do presidente da UITP Espanha, Pere Calvet, o presidente na América Latina UITP Brasil, Jurandir Fernandes, e outros representantes do Brasil, Espanha, Bélgica, Argentina, Chile e México.
Entre os destaques da programação, no dia 28, às 14h, o gestor de arrecadação da CCR Metrô Bahia, Júlio Freitas, vai participar da mesa que discutirá a integração de meios de pagamentos e os modelos de negócios. Já no dia 29, às 14h, o diretor-presidente da concessionária, Rodolfo Gonzalez, vai debater sobre os contratos de serviço e operação de mobilidade e transporte público. O evento vai contar ainda com a participação do Superintendente de Novos Negócios da CCR Mobilidade, Roberto Labarthe, que vai participar de um painel sobre os investimentos para os próximos anos para o setor, na América Latina.
Destinado a profissionais de diversos setores, como membros e não membros da UITP, autoridades e executivos ligados ao transporte público na América Latina que desejam ter uma visão mais ampla e internacional do setor, o evento promoverá ainda uma visita técnica no sistema metroviário da CCR Metrô Bahia. Sua implantação, com a concretização do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, é considerada referência por ser uma das maiores obras de mobilidade urbana no Brasil nos últimos anos e uma das obras de infraestrutura viabilizadas em menor tempo do mundo. O progresso foi perceptível a cada ampliação da linha metroviária e vem impactando positivamente no dia a dia dos baianos. Hoje, os cidadãos se deslocam com mais segurança e conforto em um menor tempo de viagem, driblando o tráfego intenso. Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) revelam que a frota de veículos de Salvador mais que dobrou em 10 anos. Em dezembro de 2017, o órgão contabilizou 959.448 automóveis registrados. O que corrobora a pesquisa feita por um aplicativo que Salvador é considerada a terceira capital do país em congestionamentos de trânsito.
Os participantes sairão do Aeroporto Internacional de Salvador até a Estação Aeroporto de Metrô, de shuttle, e seguem em uma viagem sobre trilhos até a sede da CCR Metrô Bahia. No local, o grupo conhecerá o Centro de Controle Operacional (CCO) e o Pátio de Manutenção da concessionária. De lá, partem para visita no Terminal de Ônibus Lapa.
Fonte - CCR Metrô Bahia  28/11/2018

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Mobilidade urbana melhora qualidade de vida

Mobilidade  🚌 🚄  🚅  🚇  🚲

Especialistas que participaram do evento afirmaram que os moradores de regiões metropolitanas gastam até quatro horas no trajeto entre a casa e o trabalho. Como uma das soluções: eles defendem maior integração entre municípios e participação popular na busca por soluções.

Portogente
foto - ilustração/Metrô de Salvador
O problema de mobilidade urbana nas grandes cidades é um dos principais desafios para melhorar a qualidade de vida da população. O apontamento foi feito em audiência pública, no dia 20 último, nem comissão do Senado (CSF). Especialistas que participaram do evento afirmaram que os moradores de regiões metropolitanas gastam até quatro horas no trajeto entre a casa e o trabalho. Como uma das soluções: eles defendem maior integração entre municípios e participação popular na busca por soluções.
Segundo o professor emérito da Universidade de Brasília (UnB) Aldo Paviani, parte significativa da população vive nas periferias de capitais como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro e precisa se deslocar para os centros urbanos em busca de trabalho: "A pessoa fica às vezes três ou quatro horas no ônibus. Isso leva a uma fadiga física e mental." Já a professora Gabriela Tenório, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB, ressaltou que o desafio é adequar as cidades ao crescimento populacional. E disse: "A cidade vai crescendo e se espalhando no território, o que dificulta seu funcionamento. Uma cidade mais densa, mais compacta, é o mais desejado."
Além do problema de deslocamento, equipamentos públicos como praças e serviços são mais escassos nas áreas periféricas, o que impacta a qualidade de vida dessas pessoas, destacou o professor do Instituto de Ciência Política da UnB Lúcio Rennó. Na avaliação dele, o caminho para melhorar a vida nas metrópoles é desconcentrar as oportunidades de emprego e ao mesmo tempo estimular parcerias entre municípios para solução de problemas comuns. "Há pouca colaboração e cooperação entre governos estaduais e municipais, entre municípios e a União para solução desses problemas. É preciso pensar como podemos estimular essa cooperação, mas tendo claras as dificuldades", indicou Rennó.
A professora Gabriela Tenório fala
 em audiência presidida por Hélio José
(4º à esq.). foto - Agência Senado
Da mesma instituição de ensino, o professor Frederico Flósculo, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, acredita que os governos precisam ouvir mais a população. Ele afirmou que o Estatuto da Cidade (Lei 10.257, de 2001), que estabeleceu parâmetros para o planejamento dos municípios, prevê a participação da sociedade civil nas decisões sobre a urbanização, mas que na prática isso pouco avançou: "Temos um Estatuto da Cidade que é falacioso. Ele fala de participação popular, mas só fala. Não tem como operacionalizar essa participação popular. Temos que ter lei dizendo como isso deve ser feito."
Em 2016, o Observatório das Metrópoles do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia divulgou estudo, baseado em dados do Censo Demográfico de 2010 do IBGE, que analisa as 15 principais regiões metropolitanas brasileiras. O Índice de Bem-Estar Urbano (Ibeu) revela quais regiões oferecem maior bem-estar à população em fatores como tempo de deslocamento casa–trabalho, arborização no entorno dos domicílios, iluminação pública, saneamento e coleta adequada de lixo.
O índice varia entre zero e 1: quanto mais próximo de 1 for o resultado, melhor. A média do conjunto das 15 regiões metropolitanas analisadas foi de 0,605. As melhores colocadas foram Campinas, Florianópolis, Curitiba, Goiânia e Porto Alegre. Entretanto, Campinas foi a única a atingir uma avaliação considerada “boa” ou “excelente” de bem-estar, acima de 0,8. Já o Rio de Janeiro foi o único estado da Região Sudeste a ficar abaixo da média geral, com pontuação de 0,507. (Com informações da Agência Senado)
Fonte - Portogente  22/08/2018