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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Nova Rodoviária de Salvador Ba inicia operação oficial


Mobilidade urbana
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Governador recepcionou os primeiros passageiros que chegaram ao novo terminal, à Nova Rodoviária da Bahia, em Águas Claras, marcando oficialmente o início das operações do novo equipamento e uma nova etapa para a mobilidade urbana e intermunicipal de Salvador.
 
Da Redação
foto -reprodução/Thuane Maria / GOVBA
Os primeiros ônibus começaram a chegar, nesta terça-feira (20), à Nova Rodoviária da Bahia, em Águas Claras, marcando oficialmente o início das operações do novo equipamento e uma nova etapa para a mobilidade urbana e intermunicipal de Salvador. O receptivo aos passageiros contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues e foi organizado pela Secretaria de Turismo (Setur), que preparou uma ação de boas-vindas com elementos da cultura baiana para quem desembarcava na capital. Entre os passageiros, a surpresa com a estrutura chamou a atenção logo na chegada.O Gov. Jerônimo Rodrigues destacou a ampliação da capacidade operacional e a modernização dos serviços oferecidos pela nova rodoviária. "Estamos entregando um equipamento maior, mais acessível e totalmente integrado a outros modais. É um passo importante para melhorar a mobilidade urbana e regional, oferecendo mais conforto, organização e dignidade para quem depende do transporte rodoviário todos os dias", afirmou. Concebida como um hub multimodal desde a origem, a Nova Rodoviária da Bahia integra, em um único complexo, o transporte rodoviário intermunicipal, o metrô, o terminal de ônibus urbanos e metropolitanos e, futuramente, o VLT. Pensada para oferecer mais conforto e qualidade no atendimento, a rodoviária reúne, em um único espaço, serviços como praça de alimentação, lotérica, clínicas, farmácia, caixas eletrônicos e uma unidade do SAC, além de áreas comerciais com lojas e quiosques. "É um terminal que vai muito além do embarque e desembarque, funcionando como um centro de serviços para o cidadão", destacou Jerônimo Rodrigues. A chefe de gabinete da Setur-BA, Giuliana Brito, ressaltou a importância do receptivo como primeiro contato de quem chega à Bahia. "A nova rodoviária é uma porta de entrada do nosso estado, e esse acolhimento com a cultura baiana mostra, logo na chegada, a identidade, a alegria e a hospitalidade do nosso povo", afirmou.
Com informações do Gov.Ba
Pregopontocom 21/01 2026



Autoridade Metropolitana de Transportes - Porque precisamos dela

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Transportes metropolitanos - Ferry-Boat e ônibus no carnaval de Salvador

Transportes/Metropolitanos  🚢 🚌

A ITS informa que a operação “sem parar”, iniciada na quarta-feira, 19, só termina sábado, dia 22, às 23:30. No domingo, o funcionamento volta à programação normal, das 6h às 23:30.A Agerba autorizou o funcionamento de linhas de ônibus metropolitanos, por 24 horas durante o Carnaval, para moradores da Região Metropolitana de Salvador.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O sistema Ferry-Boat, que opera Travessia Marítima entre Salvador e a ilha de Itaparica, realizou viagens durante toda a madrugada desta sexta(21).A ITS informa que a operação “sem parar”, iniciada na quarta-feira, 19, só termina sábado, dia 22, às 23:30. No domingo, o funcionamento volta à programação normal, das 6h às 23:30.
Até o momento o fluxo de veículos e passageiros registrado no terminal São Joaquim é intenso, já em Bom Despacho a demanda é suficiente para o atendimento dentro do horário regular de funcionamento.

Ônibus Metropolitanos
A Agerba autorizou o funcionamento de linhas de ônibus metropolitanos, por 24 horas durante o Carnaval, para moradores da Região Metropolitana de Salvador. Os trajetos Vilas do Atlântico/ Praça Cayru; Lauro de Freitas/ Praça Cayru; e Vida Nova/ Itinga/ Praça Cayru, atenderão o fluxo dos dois circuitos principais da festa: Barra/ Ondina e Campo Grande.
Também haverá linhas complementares ao metrô, que terá o funcionamento estendido, entre 4h30 e 1h30. Assim, o terminal do Aeroporto terá ônibus para Vila de Abrantes, Praia de Ipitanga (Arcanja), Vida Nova via Portão e Vida Nova via Itinga. O terminal do Retiro contará com linhas para Candeias, Simões Filho e Mapele/ Ilha de São João. Da Estação Mussurunga, sairá ônibus para Camaçari.
Pregopopntocom  21/02/2020

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Entidade Metropolitana pede audiência para discutir transporte público na RMS

Mobilidade

Após reunião entre o secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Manuel Ribeiro, os prefeitos de Camaçari, Lauro de Freitas, Simões Filho e Candeias, a Entidade decidiu solicitar uma audiência pública ao procurador-geral do Ministério Público para tratar das questões de transporte coletivo na região metropolitana, que engloba 13 municípios baianos.

Hieros Vasconcelos Rego -TB
foto - ilustração
Está por vir mais um capítulo do embate entre a prefeitura de Salvador e o Governo da Bahia na discussão que envolve o processo de licitação do transporte público da capital baiana e a Entidade Metropolitana, autarquia intergovernamental criada por lei em junho deste ano.
Após reunião entre o secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Manuel Ribeiro, os prefeitos de Camaçari, Lauro de Freitas, Simões Filho e Candeias, a Entidade decidiu solicitar uma audiência pública ao procurador-geral do Ministério Público para tratar das questões de transporte coletivo na região metropolitana, que engloba 13 municípios baianos.
A polêmica teve início após o Governo do Estado pedir a suspensão do Processo Licitatório do Sistema de Transporte Coletivo de Salvador (STCO).
O Estado se baseou em uma avaliação técnica que apontou 10 equívocos no processo, entre eles o fato de a prefeitura não ter consultado a Entidade Metropolitana, criada através de decreto estadual no início de junho. O processo licitatório não discutiu, por exemplo, a integração do sistema de transporte da capital com as cidades da RMS.
foto - ilustração
Criada com objetivo de integração, organização, planejamento e execução dos interesses comum aos municípios metropolitanos, a Entidade visa a integração do transporte público com a região metropolitana, conforme previsto na Constituição Federal como uma das obrigaçções do estado, mas não foi convocada a participar da construção do processo licitatório.
A audiência pública que será solicitada ainda não tem data marcada, nem pauta estabelecida, mas a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) adianta que todos os munícipes serão convidados a participar.
No dia 17 deste mês (última quinta-feira), ocorreu a primeira reunião do Colegiado da Entidade, Participaram do evento, com exceção do prefeito ACM Neto, o governador Jaques Wagner, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Manuel Ribeiro, e prefeitos da RMS.
Os municípios da RMS são Camaçari, Candeias, São Francisco do Conde, Simões Filhgo, Lauro de Freitas, Dias Davila, Pojuca, São Sebastião do Passe, Mata de São João, Madre de Deus, Vera Cruz, Itaparica.A reportagem da Tribuna da Bahia tentou falar com o secretário Manuel Ribeiro, mas ele esteve em reunião durante a tarde e noite de ontem.
Moradora do município de Candeias, a estudante de Direito Silvia Carla Moreira considera absurda a postura da prefeitura de não ouvir os municípios da RMS na discussão sobre transporte. “Eu moro aqui. Mas vivo muito mais em Salvador. Gasto em Salvador. Compro lá. E chegar até Candeias é sempre um sufoco, um sacrifício porque tenho que esperar apenas um ônibus que passa de uma em uma hora. E olha lá. Está claro a falta de respeito com os cidadãos que têm toda sua rotina em Salvador, mas moram na região metropolitana”, afirma.
Fonte - Tribuna da Bahia  24/07/2014

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Secretário critica Neto, clama por adiamento de licitação de ônibus e aponta 'equívocos técnicos'

Salvador

A metropolização de Salvador é inevitável e já aconteceu sem que as administrações municipais se dessem conta se preocupassem e procurassem entender essa transformação.A metropolização das cidades envolvidas é inevitável e isso já faz parte do novo plano de mobilidade urbana (LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012) 

Evilásio Júnior
Foto: Elói Corrêa/ GOV BA
O secretário estadual de desenvolvimento Urbano, Manuel Ribeiro, afirmou que o objetivo do ofício enviado pelo Estado ao Município para suspender a licitação do transporte coletivo de Salvador é uma solicitação para que se "examine a necessidade de adiar o processo por conta de equívocos técnicos". Em entrevista ao Bahia Notícias, ele reclamou do imbróglio diplomático gerado pela troca de farpas via imprensa. "A primeira coisa que eu gostaria de colocar é que isso foi um ofício do governador para o prefeito, que muito pouca gente do Estado sabia e, de repente, o governador recebeu a resposta de forma não muito delicada. A resposta deveria ser pessoal", condenou. De acordo com o titular da Sedur, três aspectos motivaram o pedido: a contestação do prefeito ACM Neto (DEM) à Lei que criou a Entidade Metropolitana, a "dificuldade de diálogo" com a prefeitura e "problemas" no edital que abriu a concorrência pública. Segundo Ribeiro, a primeira questão diz respeito à opção de se utilizar outorga onerosa, para arrecadar R$ 180 milhões aos cofres municipais. "Está na contramão da Lei Federal de Mobilidade e contra o princípio geral de modicidade tarifária. Por que não fazer por menor preço, que você estabelece um sistema equilibrado? Essa opção não só tira dinheiro do passageiro do ônibus, como também vai acabar prejudicando a própria prefeitura, porque ela está dizendo que o sistema de transporte dela é superavitário. Por exemplo, ela está pleiteando agora com o governo federal o BRT. Como pleitear recursos se o seu sistema é superavitário? Acho não só socialmente ruim, como também vai dificultar em nível de investimento na cidade", assinalou.

Outro questionamento do secretário diz respeito à ausência de um projeto básico adequado anterior à abertura da concorrência pública do setor. "O edital deveria ter um projeto básico. Serve para que o licitante possa determinar o preço que pode entrar nessa licitação. Não existe projeto básico. O que tem aí é um arremedo, já elogiando", criticou, ao opinar que o sistema tarifário previsto "só atende ao interesse privado e não ao interesse do usuário". "Tem tanta gente regulando ônibus metropolitano, trem, ônibus, Stec (Sistema de Transporte Complementar), que vai ser difícil ter a prática de reajustamento tarifário, por exemplo, anual. Podem ter datas e percentuais diferentes, o que também vai afetar o equilíbrio interno do sistema", cogitou. Ele chama a atenção de que, embora a exploração do sistema, conforme estimado na licitação, seja de 25 anos, não há previsão de integração com outros modais, a exemplo de ônibus intermunicipais, trens, lanchas e ferry boat, o que prejudicaria, sobretudo, o "usuário de baixa renda". No seu entendimento, a formatação do novo modelo de transporte poderá inviabilizar modais de massa como o metrô e o VLT, ainda na fase da promessa. "Outro problema que a gente vê é o risco da prática do modelo concorrencial, que está aí adotado. Todas as linhas, hoje, passam pelo Iguatemi, porque lá tem 22% dos passageiros. Isso pode acabar causando um prejuízo para o metrô, o trem e o VLT, que são vetores troncais que têm que ser alimentados pelos ônibus que entram nos bairros. Se privilegiar entre eles [empresários de ônibus], vai acabar prejudicando o sistema troncal", sentenciou, ao completar que "todas as pesquisas entre os usuários apontam que a principal insatisfação não é com o ônibus ou com o serviço e, sim, ficar muito tempo no transporte".
Foto: Betto Jr./ Ag. Haack/ Bahia Notícias
Ele contesta ainda que a resolução do problema de circulação na cidade não se dará só com coletivos sobre rodas. "Principalmente se der prioridade ao transporte individual, visto que ainda não é cobrado estacionamento em shoppings e muita gente usa carro", considerou, ao fazer um apelo: "A gente tem que ver que os contratos de concessão são muito longos: o metrô são 30 anos e o ônibus, 25. Talvez esta seja a última oportunidade que a gente tenha de fazer algo planejado. A última licitação de ônibus, segundo a própria prefeitura diz, foi há 40 anos. Não vão ser seis meses de adiamento para fazer de outro jeito, com uma visão metropolitana de futuro, que vão perturbar e criar mais problemas para o transporte coletivo", apelou. Para se chegar a uma equação ele requer que o prefeito atenda ao regimento da Entidade Metropolitana. "O prefeito diz que não obedece à lei porque é inconstitucional. Lei é para ser obedecida. Inclusive o IPTU dele muita gente contestou, mas foi lá, pagou, e foi à Justiça contestar. Ele, como prefeito, tem que respeitar e dar o exemplo. Agora, se ele acha que a lei é inconstitucional, ele vá aos tribunais. O Supremo está aí para ele fazer uma ação de inconstitucionalidade, mas até ele ter uma decisão favorável, tem de cumprir", sugeriu.
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
Ribeiro defende a legitimidade da norma, a partir da aprovação na Assembleia Legislativa, por 50 votos a três. "Na realidade, o Estado estava cumprindo um mandamento constitucional. É uma lei complementar para um grupamento de municípios limítrofes com funções públicas de interesse comum. Não foi para pirraçar o Município e, sim, cumprir suas atribuições constitucionais. Quem controla a entidade são municípios e não o Estado. Salvador tem mesmo número de votos que o Estado e o fiel da balança são os demais municípios. Essa lei foi bastante republicana, sem nenhuma intenção de subtrair a autonomia municipal. Quem tem que fazer a licitação do transporte é o Município, mas não dá para olhar só para o seu umbigo e, sim, para área metropolitana", justificou. Ele não sabe dizer se a Procuradoria Geral do Estado pretende acionar a prefeitura de Salvador, caso Neto cumpra a promessa de manter a licitação e os prazos estabelecidos no edital.
Fonte - Bahia Notícias  11/07/2014

COMENTÁRIO DE  Salvador Sobre Trilhos

Conhecem aquele velho ditado conversa mole pra boi dormr?????......Pois é...""porque a cidade não suporta mais o modelo atual"".....????......mais a quantos anos????!!!!.... magico,engraçado,surreal,só agora ele descobriu isso...deu um jeitinho para atrasar o Metrô o quanto pode,e essa licitação vem se arrastando desde a época do antigo prefeito..."3 vezes na madeira"....sempre adiada e sempre empurrada com a barriga,não é agora que ela provavelmente vai andar.Acontece pelo que se especula,que nem os donos de ônibus de Salvador a querem, na verdade estão muito temerosos que consórcios poderosos e nacionais formados por grandes empresas do setor venham abocanhar uma boa fatia da sua mina de ouro,e por isso até já se articularam na reformulação dos seus consórcios locais,e todos sabem disso inclusive o concedente. A estratégia é apostar em um possível embargo da licitação,cheia de vícios, e arrumar um bode expiatório para justificar perante a população da cidade a sua não realização,muito comodo por sinal.A quem cabe os possíveis embargos já entendeu a pegadinha,e ai la vem adiamento em cima de adiamento na esperança que alguém morda a isca,só que essa estratégia não vai mais funcionar já esta desgastada.Salvador é hoje uma cidade que fundiu as suas fronteiras com as dos seus vizinhos que somando-se a eles formam o grande elo da RMS,e por isso não cabe mais pensar um sistema de transportes urbano exclusivo que não converse com os sistema de transportes a sua volta,dos seus vizinhos.A metropolização de Salvador é inevitável e já aconteceu sem que as administrações municipais se dessem conta se preocupassem e procurassem entender essa transformação.A metropolização das cidades envolvidas é inevitável e isso já faz parte do novo plano de mobilidade urbana (LEI Nº 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012) .....CAPÍTULO IV DAS ATRIBUIÇÕES Art. 16. São atribuições da União: I - prestar assistência técnica e financeira aos Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos desta Lei; II - contribuir para a capacitação continuada de pessoas e para o desenvolvimento das instituições vinculadas à Política Nacional de Mobilidade Urbana nos Estados, Municípios e Distrito Federal, nos termos desta Lei; III - organizar e disponibilizar informações sobre o Sistema Nacional de Mobilidade Urbana e a qualidade e produtividade dos serviços de transporte público coletivo; IV - fomentar a implantação de projetos de transporte público coletivo de grande e média capacidade nas aglomerações urbanas e nas regiões metropolitanas... - Por tanto não adianta fazer marolas nem jogo de sena para criar um clima e iludir a população com discursos eufóricos de conteúdos políticos que não trara nenhuma solução efetiva para o problema, pelo contrário só ira agrava-lo mais ainda com um pesado ônus para a cidade e a sua população.Com a chegada do Metrô e a prevista modernização e reformulação dos trens do subúrbio e outros prováveis sistemas de transportes sobre trilhos (VLTs) e até sobre pneus, a de se entender que nem o sistema atual nem o sistema,de isolamento,proposto pela município servem para compor a nova realidade da mobilidade urbana de maneira ampla e metropolitana,a modernização e a racionalização de todo o sistema estrutural da mobilidade composta por vários modais,não pode ser transformada uma guerra política e mesquinha sem vencedores cujo o maior perdedor será sempre o povo e a cidade.O mais correto e o mais sensato será observar as diretrizes da nova lei de mobilidade urbana,sentarem -se a mesa,todos os envolvidos,prefeitos e governador e conjuntamente desarmados de interesse políticos econômicos e eleitorais em beneficio de uma nova ordem para a mobilidade urbana que contemple e integre todas as cidades da RMS e Salvador.Dessa forma só teremos a ganhar e todos sairemos vitoriosos.
A.Luis
Coordenador do Movimento Salvador Sobre Trilhos