Transportes sobre trilhos 🚄
quarta-feira, 22 de março de 2023
SIMEFRE critica governo e silêncio de autoridades públicas de MT - (VLT de Cuiabá)
domingo, 12 de março de 2023
Estrutura do VLT de Cuiabá começa a ser desmontada após abandono
Repórter da Agência Brasil
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| foto - ilustração/arquivo |
sábado, 27 de novembro de 2021
TCU proíbe financiamento da Caixa para o BRT de Cuiaba(MT) e a transferência de recursos do VLT para novo modal
Mobilidade - BRT/VLT 🚍 🚄
A decisão do TCU dessa quarta-feira (24) tem como base uma representação da Prefeitura de Cuiabá que denunciou irregularidades praticadas pela Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional e pelo estado de Mato Grosso na mudança do modal de transporte público intermunicipal
G1 – Revista Ferroviária![]() |
| foto - ilustração/arquivo |
sexta-feira, 28 de maio de 2021
A novela do VLT de Cuiabá
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| Divulgação/Cuiaba/RF |
segunda-feira, 24 de maio de 2021
Pinheiro defende plebiscito para escolha entre VLT e BRT,em Cuiabá,: “Vamos ouvir o povo, que é o maior interessado”
O Documento (MT)
quarta-feira, 19 de maio de 2021
Destino incerto para os 40 trens do VLT de Cuiabá
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| Divulgação RF |
Trens em perfeito estado
Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), diz que não é viável a solução de venda dos trens proposta pelo governo do Mato Grosso. “Se o fabricante tivesse alternativa, já teria tirado os trens de lá. O sistema é customizado para aquele projeto, não tem como transferir para ser usado em outro”, ressalta Abate, que vem acompanhando o caso de perto e foi um dos autores de contribuições enviadas ao governo do estado em favor da manutenção do VLT. Segundo Jean Carlos Pejo, engenheiro e secretário-geral da Associação Latino-Americana de Ferrovias (Alaf) – que foi ao local em março último, durante uma visita técnica – as composições estão protegidas e em perfeito estado. “A solução que eu entendo, hoje, como técnico e engenheiro, é: com os recursos ainda existentes, conclui o primeiro trecho, entrega para a sociedade e aí abre-se uma PPP (Parceria Público-Privada), para a conclusão do sistema”, avalia. Dos R$ 498 milhões utilizados para a compra dos trens, 98,2% (R$ 489 milhões) já foram medidos, ou seja, já constatado pelo estado como aplicado para efeito de pagamento ao consórcio. Esse valor representa 45% do total já aportado no empreendimento: R$ 1,066 bilhão. Além das 40 composições, com sete carros cada, já foram entregues 22 km de trilho, que também estão armazenados no CCO. As principais alegações do governo mato-grossense para a mudança do modal são em relação aos valores que ainda terão que ser desembolsados se o VLT for mantido. Segundo a secretaria de estado de Infraestrutura e Logística do Mato Grosso (Sinfra-MT), que está à frente do projeto, seriam necessários 763 milhões para a conclusão do VLT, dos quais aproximadamente R$ 352 milhões teriam que sair do cofre estadual. Já o BRT demandaria um acréscimo de R$ 460 milhões para a implantação, com aporte adicional do estado de apenas R$ 48 milhões, em função de um remanejamento de R$ 411 milhões que seria feito nos recursos ainda não desembolsados dos contratos de financiamento do projeto VLT, em vigor com a União. “Ou seja, estamos falando de uma economia de CAPEX de cerca de R$ 300 milhões do BRT em relação ao VLT”, argumenta o engenheiro Rafael Detoni, assessor técnico da Sinfra. No dia 7 deste mês, o governo de Mato Grosso realizou uma audiência pública virtual para debater a mudança de VLT para BRT. A inciativa foi tomada após a Justiça Federal ter atendido ao pedido da prefeitura de Cuiabá – que é a favor da manutenção do VLT – para que o município participasse da discussão. Após o evento, contudo, o governador Mauro Mendes afirmou, através dos canais oficiais, que a mudança está mantida. Os detalhes por trás do empreendimento ferroviário que era para ter sido um dos legados da Copa do Mundo de 2014 estarão na próxima edição da Revista Ferroviária.(https://revistaferroviaria.com.br/)*
terça-feira, 18 de maio de 2021
“Assusta dizer que BRT,em Cuiabá, custará R$ 470 milhões sem projeto executivo’, diz secretário de Mobilidade Urbana
Mobilidade 🚍 >< 🚄
O secretário de Mobilidade Urbana e presidente do Comitê de Análise Técnica para Definição do Modal de Transporte Público da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, Juares Samaniego, disse ter ficado assustado com a ideia do Governo do Estado em querer gastar R$ 470 milhões na implantação do BRT – sem um projeto executivo .
O Documento (MT)*![]() |
| foto - ilustração |
sexta-feira, 14 de maio de 2021
Associação Ferroviária Brasileira critica audiência sobre BRT X VLT em Cuiabá; ‘não tem como comparar’
ABIFER
Veja a nota da Associação:
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| Divulgação Movimento Pro VLT de Cuiabá |
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
Caixa afirma que resolução proíbe uso de dinheiro do VLT para outro modal em Cuiabá
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| foto - ilustração/arquivo |
sexta-feira, 29 de janeiro de 2021
A troca do VLT,de Cuiabá, pelo BRT
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| foto - ilustração/arquivo |
quinta-feira, 21 de janeiro de 2021
Entidades se posicionam e defendem o VLT para o transporte de passageiros entre Cuiabá e Várzea Grande/MT
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| foto - ilustração/arquivo |
O resumo ponto a ponto em anexo, evidencia que o VLT é a melhor alternativa para Cuiabá – Várzea Grande, dentre outras, pelas seguintes razões:
– Melhor interesse público;
– Menor custo para conclusão das obras;
– Menor tempo para implantação;
– Licenças Ambientais, autorizações, projetos básicos e executivos, demais documentos necessários, já existentes;
– Melhor forma de contratação, com investimentos majoritariamente privados (PPP);
– Menor tempo para publicação de edital de licitação. Primeiro trecho já está praticamente pronto, basta dar andamento;
– Menor risco. Projeto executivo existente e parcialmente implantado;
– Material rodante já adquirido, entregue e pronto para entrar em operação;
– Maior velocidade operacional pois dispõe de menor tempo de carregamento nas estações (portas mais largas), via dedicada (sem interferências), sistemas operacionais que automatizam e otimizam sua operação, como por exemplo o sistema de priorização semafórica;
– Menor custo operacional, pelo menor número de condutores, pois carrega mais passageiros por unidade (trem);
– Cabines nas extremidades do VLT facilitam a inversão de sentido nos pontos terminais, enquanto os BRTs necessitam de grandes áreas para manobras, o que implica em mais desapropriações;
– Sistema estruturante, integrado e abastecido por outros modais;
– Os sistemas VLT são conhecidos como indutores de transformações urbanísticas, melhoria da qualidade de vida e desenvolvimento socioeconômico, como ocorreu, por exemplo, no Brasil: Rio de Janeiro e Santos, ou em praticamente todas as 200 cidades em que foi mundialmente implementado, a exemplo de: Bilbao, Zaragoza, Sevilha e tantas outras.
Além do acima exposto, o projeto do VLT Cuiabá-Várzea Grande está muito avançado enquanto o do BRT está em fase ainda preliminar, sem estudos definitivos, projetos básicos, executivos, licenças ambientais… o que torna impossível avaliar a alternativa BRT corretamente e, menos ainda, compará-la com o VLT.
Vale lembrar que as entidades abaixo assinadas desde outubro passado solicitaram, por inúmeras vezes, uma audiência com o excelentíssimo governador para abordar todos estes aspectos técnicos e tentar dissuadi-lo em tomar medidas neste sentido.
Em respeito à engenharia, aos estudos nacionais e internacionais, aos projetos de sucesso já implantados, aos procedimentos administrativos e legais, às portarias interministeriais que norteiam o setor, aos recursos públicos já investidos, aos contratos de financiamento público em curso, propomos um amplo debate público para que a verdade venha à tona e com ela fique definitivamente claro que a decisão correta para o caso em tela é terminar a obra do projeto VLT Cuiabá-Várzea Grande.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Prefeito reafirma que não aceita troca do VLT pelo BRT em Cuiabá
Transportes sobre trilhos 🚄
Na semana passada, a Assembleia Legislativa autorizou, a pedido do Governo do Estado, a troca do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) para BRT (Bus Rapid Transit), medida que foi duramente criticada pelo prefeito. Quem tem que discutir o que é melhor, se é VLT ou BRT, é a população. A população tem que ser ouvida como a lei manda, com audiências públicas.
segunda-feira, 13 de julho de 2020
Prefeitos do Grande ABC querem conhecer proposta para Linha 18,do Monotrilho menos Morando
Diário do Grande ABC
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| foto - ilustração/arquivo |
Na segunda-feira, representantes do grupo chinês foram ao Palácio dos Bandeirantes juntamente com o presidente do Consórcio Intermunicipal e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), para anunciar interesse em emplacar a tecnologia de monotrilho na Linha 18. O tema é analisado pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado.
Uma das cidades beneficiadas pelo modal, com quatro estações em pontos limítrofes com São Bernardo, conforme o projeto inicial, é Santo André. O prefeito Paulo Serra (PSDB) declarou que tem realizado todos os esforços para que a Linha 18 seja concretizada. Apesar de ponderar que o modal é uma discussão técnica, o tucano alegou que está à disposição a debater a questão.
Estamos à disposição do grupo chinês para entender a viabilidade desse negócio. Santo André está completamente disposta a colaborar no sentido de tirar do papel essa importante conquista, afirmou.
Outro município contemplado com o traçado original era São Caetano. O prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) seguiu a linha do correligionário andreense ao manifestar interesse em conhecer de que forma o grupo BYD ressuscitaria a ideia inicial. Quero sim (participar). Quero saber qual é a disposição da Secretaria dos Transportes Metropolitanos. Uma oportunidade dessa não pode ficar solta,avisou.
A despeito de Mauá não ser contemplada diretamente com a Linha 18 - mas indiretamente sim, pois, pela Linha 10-Turquesa da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), possui interligação com Santo André e São Caetano -, o prefeito Atila Jacomussi (PSB) defendeu que, o ideal, como discutido no passado, seria o Metrô.
Os prefeitos de Diadema, Lauro Michels (PV), e de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSDB), não se manifestaram sobre o debate.
CONTRÁRIO Aliado direto de Doria, Morando declarou que defende projetos que priorizem a mobilidade urbana do Grande ABC, garantindo a ampliação dos ramais de conexão com a Capital e a Região Metropolitana, desde que haja celeridade e compromisso com a população. Na sequência, defendeu o BRT, sob argumento de que o projeto de construção da Linha 18-Bronze do Metrô se arrasta desde 2014 e a alternativa apresentada pelo governo do Estado para a região busca trazer solução executável para quem depende do transporte público.
terça-feira, 19 de maio de 2020
Prefeitura do Rio multa OAS em R$ 60 mi por irregularidades no BRT
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| foto - ilustração/arquivo |
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020
BRT de Salvador,a cidade pagará a conta no futuro
Salvador Sobre Trilhos
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| imagem - ilustração/arquivo |
| foto/Pregopontocom |
Luis Prego Brasileiro
Salvador Sobre Trilhos - Mobilidade com Sustentabilidade
terça-feira, 26 de novembro de 2019
SALVADOR,CHUVAS,INUNDAÇÕES E TRAGÉDIAS
Da Redação
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| foto - ilustração/arquivo alagamento na comunidade do Bate Facho - Av.Jorge Amado |
Mais porque depois de repetitivas vezes tais fatos ainda persistem em nossa cidade?
Pessoas de maneira leviana e imediatista,preferem jogar a culpa na população por não descartar de maneira adequada o lixo que produz.Mais seria essa a principal causa? Quais condições são colocados pelo poder público a disposição da população para um descarte adequado e consciente?
O problema de Salvador é de "infraestrutura",de falta planejamento urbano,de políticas públicas,de eficiência administrativa,de decisão e coragem para enfrentar os problemas da cidade de maneira correta e eficiente,da ausência de uma ampla rede de drenagem consistente e independente dos rios e córregos urbanos, que possam suportar a grande quantidade de águas pluviais nas épocas chuvosas.Essa não é função dos rios e córregos,eles poderão ajudar na dispersão das águas ,mais não como protagonistas.Para os rios urbanos,bem cuidados e bem tratados,cabe amenizar o clima, humanizar e embelezar o ambiente urbano da cidade. Tamponar,encapsular os rios e córregos urbanos dando a eles a função exclusiva da dispersão das águas pluviais ou de esgotos é uma "estupidez" (a única maneira de nominar isso),ao limitar a capacidade hídrica de transporte em tais galerias ou tubulações,automaticamente o excesso muito mais volumoso das águas vai a procura de outros espaços para sua dispersão,e o único caminho disponível nesse caso é a superfície da cidade,causando assim as corriqueiras e nefastas inundações.Além disso a excessiva impermeabilização do solo contribui para o baixo índice de capacidade de absorção das águas das chuvas contribuindo para o agravamento das frequentes inundações.Cuidar das encostas antes das tragédias,relocar adequadamente populações em áreas eminentes de risco,tudo isso deve ser levado em conta,é melhor prevenir do que lamentar.Falta planejamento urbano adequado para a cidade,faltam projetos para médio e longo prazo,falta coragem e disposição para realização de obras necessárias "enterradas", longe dos olhos dos "eleitores",obras que não aparecem como elevados e viadutos de concreto ou suntuosas e desnecessárias, tal como a do BRT, que só agravará mais ainda a ocorrência de inundações,além de influir negativamente(com suas inúmeras obras de arte em concreto),no micro clima nas áreas por ele afetadas.Não existe um conceito de urbanismo planejado para a cidade que considere o seu futuro e das próximas gerações,os projetos são sempre imediatistas,com soluções breves de curto prazo quase sempre voltadas para interesses políticos e oportunos. Salvador continua uma Veneza em épocas de chuvas....mas,as águas fazem de "Venézia" com suas gondolas, uma atração turística internacional(ainda que isso cause grandes transtornos a sua população e a vida da cidade)....Salvador é uma "tragédia"....repetitiva e irremediável....pelo menos até por enquanto.
Pregopontocom 26/11/2019
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| imagem do Facebook/Ednillson de O. Pereira |
VEJA TAMBÉM
ATÉ QUANDO SALVADOR????!!!!!
Rios de Salvador 🌊
A luta entre a comunidade do Bate Facho e o Rio Pituaçu é antiga e duradoura,o Rio luta pelo retomada do espaço que lhe foi tirado,os moradores pelo direito a moradia e uma vida com dignidade.Nessa contenda não há vencedores e todos saem derrotados,....o povo e o Rio....até quando?......
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
BRT de São Luis (MA) deverá entrar em operação no segundo semestre de 2021
Da Redação
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| divulgação/mob.ma.gov.br |
O BRT que deverá entrar em operação no segundo semestre de 2021,terá ônibus bi-articulados,com tecnologia embarcada que informará aos usuários os horários da passagem do veículo nas paradas de ônibus, e os corredores contarão com um sistema de semáforos inteligentes com programação dos sinais de trânsito,que estarão sempre verdes para passagem dos ônibus.
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| divulgação/mob.ma.gov.br |
A previsão é que o sistema deverá reduzir em 1 hora o tempo tempo das viagens,quando estiver em operação.
Além disso serão implantadas também, Ciclovias, calçadas e pistas de corrida ou caminhada em 20 km da Ilha de São Luís.
Com informações do Imparcial 09/09/2019
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| foto - ilustração/sistema semafórico inteligente Dispensa o uso de viadutos e elevados |
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Obra de prolongamento da AV.Litorânea em São Luis/MA entra em nova fase de execução
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| foto/divulgação |
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Secretário "enterra" VLT e acredita em novo modal em Cuiabá,BRT ou um corredor de ônibus
Folha Goias
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| foto - ilustração/arquivo |
Antenor Figueiredo deu as declarações em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da TV Vila Real, na última sexta-feira (21). As obras do VLT estão paralisadas desde dezembro de 2014, ainda na gestão do ex-governador Silval Barbosa.
"Eu já tenho a informação que o VLT não vem, o VLT não sai. Eu tenho essa informação. Primeiramente nós precisamos acabar com essa ferida deixada por esse imbróglio do VLT. Eu acredito que o VLT não sai. Talvez venha um novo modelo, um BRT, um corredor de ônibus", analisou o secretário.
Recentemente, o Governo do Estado anunciou que até o final de julho informará a população o "destino" das obras do VLT. Pode ser anunciado o modelo de retomada das obras, ou até mesmo, a desistência dela.
O VLT é um projeto do Governo do Estado, e não da prefeitura de Cuiabá, porém, como é um sistema de transporte que deveria atender somente a Capital e Várzea Grande - considerando seu projeto -, sua operação atinge diretamente a qualidade da mobilidade urbana das duas cidades. Nesse sentido, Antenor Figueiredo também comentou sobre a licitação das linhas municipais de ônibus urbanos, que deve ocorrer no próximo dia 15 de julho.
"[A licitação] já foi lançada e está prevista para o dia 15 de julho. O Ministério Público está acompanhando, o Tribunal de Contas está acompanhando. O prefeito Emanuel Pinheiro criou uma comissão especial para acompanhar essa licitação. No dia 15 de julho começaremos a abrir as propostas do sistema de transporte. O prefeito Emanuel Pinheiro pediu para que nós fizéssemos uma licitação muito rigorosa. É uma licitação bastante moderna, no mínimo 30% dos ônibus terão ar-condicionado", explicou Antenor.
As obras do VLT, que já deveria estar em operação há quase cinco anos, não possui boas perspectivas de serem concluídas. No último dia 6 de junho, o Poder Judiciário Estadual (TJ-MT) manteve a rescisão do contrato entre o Governo do Estado e o consórcio VLT-Cuiabá/Várzea Grande, responsável pelo projeto. A decisão foi proferida no âmbito da 2ª instância.
O VLT - um projeto de um sistema de transporte integrado e elaborado para atender a população de Cuiabá e de Várzea Grande -, deveria estar finalizado em março de 2014 para atender a demanda por mobilidade urbana durante e após a Copa do Mundo do Brasil. As obras, porém, estão paralisadas desde dezembro daquele ano.
Em 2017 o ex-governador Pedro Taques (PSDB) tentou um acordo com o consórcio responsável pelo projeto - composto pelas empresas CR Almeida, CAF, Santa Barbara e Magna -, e pretendia pagar R$ 922 milhões para retomada das obras.
O caso vinha sendo discutido entre os Poderes Executivo, Judiciário e o Ministério Público (Estadual e Federal), porém, após a operação "Descarrilho" - deflagrada pela Polícia Federal em agosto de 2017 e que desnudou diversos esquemas de corrupção no processo licitatório e implementação da obra -, o Governo decidiu pela rescisão do contrato com a organização.
Um dos fatores apontados como "fonte" da corrupção pela operação "Descarrilho" - que entre outras fraudes revelaram um superfaturamento superior a R$ 120 milhões na compras dos vagões do sistema de transporte -, está na escolha do regime diferenciado de contratação (RDC), um modelo de negócio mais "flexível" se comparando com os editais elaborados pela Lei Geral de Licitações (nº 8.666/1993).
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Presidente do Metrô de SP é convidado para falar na Assembleia Legislativa sobre mudanças na Linha 18
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| foto - ilustração/arquivo |
O Vice-presidente da comissão, o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT), de São Bernardo, disse que o objetivo da audiência é saber detalhe técnicos da possível decisão.
A linha deve ligar São Paulo, na estação Tamanduateí, até São Bernardo do Campo, passando por São Caetano do Sul e Santo André.
O deputado cita o Jornal Diário do Grande ABC, que tem feito diariamente reportagens defendendo o meio de transporte.
"Estamos juntos com a campanha do Diário pelo Metrô. A cada dia está mais forte a movimentação pela troca do modal. O Grande ABC tem enorme fluxo de moradores que se dirige à Capital diariamente, não apenas para trabalhar, mas também para passar em consultas médicas, por exemplo. BRT não sustenta. O monotrilho é maior, carrega mais pessoas, não tem paradas em semáforos, algo que o BRT tem de conviver", disse o petista.
No mês de julho, o governo estadual deve anunciar oficialmente sua decisão.






















