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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Brasil aprova marco legal que pode beneficiar projetos de transporte público

Mobilidade Urbana 🚇🚆🚎🚈

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que reformula a política de transporte público coletivo urbano, dependendo agora apenas da sanção presidencial para entrar em vigor. Pelo projeto de lei, recursos do tributo conhecido como Cide-Combustíveis poderão ser usados para subsidiar tarifas

ABIFER
foto ilustração/Pregopontocom
O Brasil caminha para a criação de um marco legal do transporte público de passageiros, que pode incentivar mais projetos no setor. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que reformula a política de transporte público coletivo urbano, dependendo agora apenas da sanção presidencial para entrar em vigor. Pelo projeto de lei, recursos do tributo conhecido como Cide-Combustíveis poderão ser usados para subsidiar tarifas. O texto prevê também que “projetos poderão ser financiados por meio de contrapartidas pagas por novos empreendimentos imobiliários e organizadores de eventos temporários ou extraordinários devido aos impactos gerados na mobilidade urbana, além de benefícios tributários, operações estruturadas com recursos públicos e privados, instrumentos do mercado de capitais, linhas de bancos de desenvolvimento e receitas provenientes da comercialização de créditos de carbono e compensações ambientais.” A aprovação do projeto de lei foi aplaudida por lideranças do setor. “A aprovação do novo marco legal do transporte público coletivo representa um avanço decisivo para colocar a mobilidade urbana no centro da agenda nacional,” disse Ana Patrizia Lira, diretora-presidente da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), à BNamericas. “O país cria as bases para transformar o transporte coletivo em uma política de Estado, com mais planejamento, integração, qualidade do serviço, segurança jurídica e financiamento estruturado, permitindo que estados e municípios tenham melhores condições de garantir a continuidade da operação, promover a modicidade tarifária e ampliar investimentos. É uma conquista para os usuários, para as cidades e para o desenvolvimento urbano do país”, acrescentou. O segmento de transporte de passageiros no Brasil ainda não recuperou o volume registrado antes da pandemia da COVID-19, à medida que houve mudanças de hábitos da população, com expansão do home office e das compras online. Lideranças do setor defendem o aumento de projetos e a expansão de redes de trens e metrôs como forma de atrair mais passageiros para o sistema. Um dos objetivos do projeto de lei é endereçar tais problemas, organizando projetos e políticas públicas coordenadas, integrando ônibus, metrôs e trens.
https://abifer.org.br/brasil-aprova-marco-legal-que-pode-beneficiar-projetos-de-transporte-publico/
Fonte - ABIFER  18/05/2026

CTB realiza doação de carro e trilhos para fortalecer turismo e preservar patrimônio ferroviário em Ruy Barbosa - BA

Turismo histórico ferroviário 🚂

A iniciativa tem como objetivo contribuir para o fortalecimento do turismo local e para a valorização da memória ferroviária do município. A ação reforça a importância histórica de Ruy Barbosa no desenvolvimento do interior baiano
 
ASCOM CTB
foto - ilustração/Pregopontocom
A Companhia de Transportes do Estado da Bahia realizou a doação de um carro de passageiro (carro reboque com cabina e comando RC 1, TOSHIBA da série 4800 ) e quatro barras de trilho (TR 45 com 12m) para a Prefeitura Municipal de Ruy Barbosa. A iniciativa tem como objetivo contribuir para o fortalecimento do turismo local e para a valorização da memória ferroviária do município. A ação reforça a importância histórica de Ruy Barbosa no desenvolvimento do interior baiano, especialmente por meio da expansão ferroviária, que marcou o crescimento econômico e social da região. O patrimônio ferroviário representa um símbolo dessa trajetória e da identidade cultural do município. O diretor da CTB, George Rebouças, afirmou que a doação contribuirá para impulsionar o turismo e preservar a história local. “O patrimônio ferroviário possui grande relevância para a memória do município e será um importante atrativo para moradores e visitantes”, destacou. Estiveram presentes a prefeita de Ruy Barbosa, Eridan Dourado, que ressaltou a importância da parceria com a Companhia de Transportes do Estado da Bahia para o fortalecimento cultural e turístico da cidade; o secretário municipal de Meio Ambiente e Turismo, Adenilton Gomes, que destacou a iniciativa como um importante passo para ampliar o potencial turístico do município e preservar a memória ferroviária da região; além de Adriano Souza, assessor do deputado federal, Afonso Florence.
Fonte - ASCOM CTB  18/05/2026

terça-feira, 17 de junho de 2025

NOTÍCIAS FERROVIÁRIAS - Metrô de Salvador -Trem Intercidades Salvador/Feira de Santana

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃  🚇

Novos trens do Metrô de Salvador. Expansão da linha 1 do Metrô de Salvador - Lapa/Campo Grande. Trem Intercidades(TIC) Salvador/Feira de Santana

Novos trens do Metrô de Salvador
foto - ilustração/Pregopontocom
O Gov. da Bahia autorizou no dia 09/06/25 o edital de licitação para a compra de 10 novos trens com capacidade para 1.250 passageiros cada. O investimento será de R$ 648,4 milhões, sendo R$ 616 milhões de recursos federais e R$ 32,4 milhões estaduais. A aquisição dos 10 novos trens, que serão incorporados a frota do SMSL (Sistema Metroviário Salvador/Lauro de Freitas), devera reforçar a operação do sistema.

Expansão da linha 1 do Metrô de Salvador - Lapa/Campo Grande
Neste mesmo dia foi também autorizado o edital de licitação para implantação do tramo 04 da linha 01 do Metrô (Lapa/Aguas Claras) que ligará a estação da Lapa a futura estação do Campo Grande. O novo trecho da linha deverá ter 1.105 metros de túnel e o valor da obra está orçado emR$1.52 bi via PAC Seleções. A nova estação localizada no Campo Grande, ficará próxima ao Teatro Castro Alves.

Trem Intercidades Salvador/Feira de Santana - TIC
A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou no Diário Oficial da União a Decisão SUFER nº 94, de 22 de maio de 2025,com a homologação oficial da proposta da empresa TIC Bahia Ltda. sendo autorizada para implantar o Trem Intercidades (Salvador Feira de Santana). A homologação marca a fase final do processo de autorização com base no novo marco legal ferroviário (Lei nº 14.273/2021), que estabelece o regime de administração e operação privada de infraestrutura ferroviária. A estimativa é que o investimento para construção e operação do sistema de Trem Intercidades (TIC) fique em torno de R$ 7 bilhões. O projeto aprovado pela ANTT deu-se após a entrega integral do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental, em conformidade com todos os critérios legais e regulatórios. O projeto foi protocolado junto à agência em 29/01/2025, e a homologação foi publicada em 29/05/2025.Foi autorizado o inicio do licenciamento ambiental bem como a captação de recursos e execução da engenharia detalhada, pela empresa responsável pelo projeto.
Pregopontocom 17/06/2025



Trem Intercidades - foto ilustração/ arquivo


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

A Vale inicia operação assistida da nova frota do Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

Os novos carros passam a circular no trajeto regular da ferrovia Vitoria/Minas em viagens intercaladas com a frota atual. Os novos trens foram fabricados na China pela CRRC e mantem os recursos de conforto e segurança

Da Redação
Foto/Divulgação - Vale.com
A Vale dará início, nesta semana, à operação assistida da nova frota do Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). Com 34 novos carros, a frota começa a circular em fase de testes no trajeto regular, de forma intercalada com a frota atual. Essa etapa permitirá avaliar a performance operacional desses carros durante o atendimento aos usuários para aprimorar ainda mais a experiência de viagem. Segundo João Falcão, diretor da Estrada de Ferro Vitória a Minas, a nova frota marca um importante avanço na operação ferroviária da Vale, com tecnologia voltada para o bem-estar de quem utiliza o serviço. "Os novos carros mantêm os recursos de conforto e segurança. Os testes sem passageiros começaram no último ano e, agora, faremos essas viagens para concluir a entrega do novo trem com escuta à sociedade", diz o diretor da ferrovia. A nova composição inclui classes executiva e econômica, serviço de alimentação, além de acessibilidade com elevador e espaços dedicados a pessoas com mobilidade reduzida. Os novos carros de passageiros, foram projetados para elevar os padrões de segurança e conforto. 

Ampliação das viagens
As viagens serão ampliadas nos meses de alta temporada a partir de 2026. Estudos estão em andamento para definir o formato dessa operação, incluindo horários e pontos de parada.

Sobre o Trem de Passageiros
A Estrada de Ferro Vitória a Minas é a única ferrovia no Brasil a operar um trem de passageiros de longa distância diariamente, conectando os estados de Minas Gerais e Espírito Santo em um trajeto de 664 km, com duração de cerca de 13 horas e meia. A frota oferece espaços acessíveis e todos os carros são climatizados, equipados com tomadas para dispositivos eletrônicos, monitores de vídeo para entretenimento e detectores de fumaça. A ferrovia também se destaca pela segurança e pela avaliação ambiental, segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres.
Com informações da Vale.com - 10/02/2025

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

A Incrível Tecnologia da China

Transportes sobre trilhos 🚄

A Incrível Tecnologia da China que Está Assustando o Mundo,O Trem aéreo autônomo que viaja a 60km/h e pode transportar até 200 pessoas

 

           
                                                                 Construções de Elite

domingo, 21 de abril de 2024

VLT ou TREM? Qual solução ideal para a região do Subúrbio Ferroviário de Salvador?

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

Depois do fracasso do monotrilho, o governo do estado da Bahia volta a optar pela implantação de um sistema de VLT segregado para substituir os antigos trens do subúrbio de Salvador. Mais seria essa a  solução mais correta dentro de uma visão para um sistema a ser implantado para médio e longo prazo com possibilidade de expansão para a RMS e um futuro aumento de demanda?

Luis Prego Brasileiro
Salvador Sobre Trilhos
foto - ilustração/arquivo
Sobre o VLT - Existem duas categorias de sistemas de VLT, uma Urbana e outra segregada. O VLT urbano é um veículo com capacidade de lotação entre 200 e 300 passageiros e a sua velocidade é de 20km/h, pelo fato de circular em uma via urbana juntamente com outros veículos. O VLT segregado que não opera nem compartilha o seu espaço com nenhum outro tipo de veículo, ficando isolado em uma via restrita, tem capacidade de lotação média de 600 passageiros e opera a uma velocidade máxima de 60km/h, e a baixa capacidade e velocidade do VLT irá certamente comprometer o atendimento de uma demanda futura. Feita essas explicações vamos as seguintes colocações: (EMBORA SEJA EU UM ENTUSIASTA E ADMIRADOR DO VLT) não acho que o mesmo seja o sistema adequado para suprir as necessidades de deslocamentos da comunidade do chamado Subúrbio Ferroviário e parte da RMS pois o mesmo deverá chegar na Ilha de São João no município de Simões Filho. O Monotrilho que seria implantado tem características próximas do metrô, pois tem capacidade para transportar 1000 pasgs. podendo essa capacidade ser estendida com o aumento do numero de carros na composição a uma velocidade de 80km/h. Uma das vantagens do Monotrilho seria a liberação da faixa abaixo da via suspensa para implementação de diversos tipos de equipamentos que beneficiariam as comunidades de borda e lindeira, além do fato de por fim ao isolamento provocado pela ferrovia entre essas comunidades e o a faixa do litoral, compreendendo a praia e o mar. Porem o Monotrilho já descartado, por conta de uma licitação feita de maneira equivocada sendo o seu custo inicialmente, "sub dimensionado". (O custo do monotrilho de Salvador estava orçado em media de $71 mi por km/construído próximo do custo de um VLT, a linha 15 Prata do Monotrilho de São Paulo o custo por Km/construído está em torno de $246 mi),e como diz o ditado popular, "aguas passadas não movem moinho", é preciso encarar a realidade dos fatos. Todo e qualquer projeto na área de Mobilidade Urbana tem que ter no seu bojo a premissa de um planejamento para "Médio e Longo Prazo", projetos que demandam autos custos tem que ser duradouros e não passam por soluções imediatistas e paliativas de curta duração. Qual seria então a solução ideal para ser implantada na região do Subúrbio e da RMS? A solução passa por um projeto de uma ferrovia moderna com bitola(larga) de 1,43 ou 1,63 com trens modernos com velocidade igual ou maior que a do Metrô e com capacidade inicial para 1000 passageiros. Uma ferrovia que permitisse a sua expansão para outras localidades da RMS e cidades próximas e uma conexão transversal em alguns pontos com o sistema metroviário, ai sim, feita com sistemas de VLT. Acho que o Gov. do estado deveria ter um pouco mais de cautela e fazer um estudo mais apurado, para não repetir novamente erros de avaliação cometidos anteriormente. Quanto a questão do uso dos VLTs de Cuiabá, que estão parados a quase 10 anos além de serem desaconselhados, pois a tecnologia desses equipamentos evolui muito nesse últimos anos, o VLT de Cuiabá está na pauta do Gov. Federal para retomada das obras e a sua conclusão. - Uma outra coisa importante seria a transformação em um terminal de cargas do antigo píer da Cosisa em São Tomé de Paripe fazendo a sua ligação com a ferrovia da FCA, atualmente inoperante, que está ali bem próxima, facilitando assim uma ligação entre a ferrovia e o mar. Quanto ao VLT, uma linha entre a Pça.da Sé e o Campo Grande ou Canela, com via dupla(Ida e vinda) na Rua Chile e Av. Sete de Setembro até a Casa de Itália, e essas vias teriam restrição de transito de veículos entre as 7hs e as 20hs,onde apenas circulariam nesse horários os VLTs, alguns ônibus, carros de serviços e moradores cadastrados, a rua Carlos Gomes e Senador Costa Pinto continuariam com o fluxo normal. Essa linha de VLT faria também uma integração com a futura estação do Metrô no Campo Grande. As linhas transversais de VLT seriam implantadas nas avenidas que hoje já fazem a ligação da orla atlântica de Salvador com a orla do Subúrbio Ferroviário.
Pregopontocom 21/04/2024



Sobre o Monotrilho de Salvador
Custo inicial  = $1.5 bi
Extensão da linha = 21km
Nº de estações = 22
Custo por KM/construído =  $71mi

Monotrilho de São Paulo linha 15 Prata
Custo inicial = $6.4 bi
Extensão da linha = 26,6 km
Numero de estações = 18
Custo por Km/construído = $246 mi

sábado, 20 de abril de 2024

Tarifa zero aumenta número de passageiros, mostra estudo

Mobilidade /Tarifa zero  🚇 🚍

O levantamento comparou a quantidade de passageiros antes e depois da adoção do passe livre em 12 cidades. Em todos os municípios pesquisados houve elevação significativa na demanda por viagens de ônibus, que variou de 33% a 371%.

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
Estudo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) mostra um aumento significativo no número de passageiros nas localidades onde foi implementada a tarifa zero no transporte coletivo público. No total, segundo a pesquisa, há 106 municípios no país que reúnem mais de 5 milhões de habitantes em que não há nenhuma cobrança no transporte urbano de ônibus, a tarifa zero universal. O levantamento comparou a quantidade de passageiros antes e depois da adoção do passe livre em 12 cidades. Em todos os municípios pesquisados houve elevação significativa na demanda por viagens de ônibus, que variou de 33% a 371%. Entre as cidades pesquisadas estão Caucaia (CE), que adotou a tarifa zero em 2021, e 2 anos depois viu o número de passageiros subir 371%, de 510 mil mensais para 2,4 milhões mensais. Luziânia (GO) teve elevação de 202% no número de passageiros em um período de 2 meses, de 4,3 mil por dia, em outubro de 2023, quando adotou o passe livre, para 13 mil por dia, em dezembro de 2023. Maricá (RJ) teve aumento de 144% após três anos da adoção da tarifa zero; Ibirité (MG), de 106%, após três meses; São Caetano do Sul (SP), de 218%, após quatro meses; Paranaguá (PR), de 146%, após um ano; Balneário Camboriú (SC), de 43%, após seis meses; Itapeva (SP), de 267%, após um ano e meio; Cianorte (PR), de 99%, após um ano; Lins (SP), de 150%, após um mês; Mariana (MG), de 145%, após dois anos; e Santa Isabel (SP), de 33%, após um ano e meio. “O aumento da demanda indica o potencial de uso do transporte público pela população. A tarifa zero promove uma maior mobilidade e acessibilidade, facilitando deslocamentos para as atividades essenciais no ambiente urbano, em diferentes horários do dia, não só em horário de pico”, avalia o diretor executivo da NTU, Francisco Christovam. “Esse aumento da demanda precisa ser considerado pela prefeitura que planeja adotar a tarifa zero. Não basta ter recursos para cobrir o custo atual, é preciso avaliar a necessidade de aumento da frota e definir fontes permanentes de recursos, para que a tarifa zero tenha sustentação”, acrescentou Christovam.
Fonte - Agência Brasil  20/04/2024

quarta-feira, 3 de abril de 2024

Trem movido a hidrogênio da STADLER percorre 2.800 quilômetros sem reabastecimento e quebra recorde mundial

Transportes sobre trilhos   🚄🚃🚃

O trem movido a hidrogênio da Stadler,FLIRT H2,conquista um novo recorde do Guinness World Records, após percorrer 2.800 quilômetros com apenas um tanque de hidrogênio sem abastecimento durante todo o período do percurso de teste.

Stadler
Foto - ilustração/STADLER
Stadler anunciou a inscrição do trem FLIRT H 2  no banco de dados do Guinness World Records após percorrer a distância de 1.741,7 milhas (2.803 quilômetros)a maior já alcançada por um trem piloto de passageiros elétrico de múltiplas unidades com célula de combustível de hidrogênio sem reabastecimento ou recarga. Esta conquista sublinha a força inovadora e a liderança tecnológica da Stadler no campo do transporte ferroviário sustentável. A inovação sempre foi um dos principais fatores que contribuíram para o sucesso da empresa e a entrada na base de dados do Guinness World Records marca outro destaque emocionante que comprova as capacidades do FLIRT H 2 e a sua tecnologia pioneira.
A jornada do recorde mundial começou na noite de 20 de março de 2024, quando o trem deu as primeiras voltas na pista de testes. A equipe de engenheiros da Stadler e da ENSCO continuou dirigindo o veículo em turnos durante toda a noite e no dia seguinte e concluiu a tentativa bem-sucedida às 17h23 (MST), do dia 22 de março de 2024 (às 12h23 CET, do dia 23 de março de 2024). Ao todo, o trem viajou 1.741,7 milhas (2.803 quilômetros) por mais de 46 horas com o enchimento de um tanque.
Fonte - Stadler 25/03/2024


quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Movimento pela tarifa zero no transporte público cresce no país

Transporte público / Tarifa zero

Transporte público: movimento pela tarifa zero cresce no país - Trata-se também de um instrumento de política social, conforme aponta um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mais de 40 municípios brasileiros já implantaram projetos de tarifa zero no transporte, segundo levantamento atualizado em setembro pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).

Fetronor
foto - ilustração/arquivo
A tarifa zero no transporte coletivo municipal vem avançando em todo o Brasil, como uma opção para garantir o acesso democratizado ao transporte público. Trata-se também de um instrumento de política social, conforme aponta um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mais de 40 municípios brasileiros já implantaram projetos de tarifa zero no transporte, segundo levantamento atualizado em setembro pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). Em pelo menos 43 cidades, a gratuidade é válida para todo o sistema municipal. Geralmente, quem responde pelos gastos são as prefeituras. Segundo o estudo da NTU, nas grandes cidades, arcar com o serviço de transporte público para torná-lo gratuito para a população custaria cerca de 10% do orçamento. Por isso, a tendência é que os municípios passem a bancar pelo menos parte dos custos, por meio de subsídios. Antes da pandemia, apenas três a quatro cidades do Brasil ofereciam algum tipo de subsídio, como São Paulo. Hoje, são aproximadamente 260. O transporte público gratuito nos municípios menores colabora para o desenvolvimento social, ambiental e econômico, além de favorecer a geração de empregos na cidade. Por não pagar passagem, o morador tem mais dinheiro no bolso e pode gastar com alimentação, no comércio ou com serviços. Outra vantagem é poder circular por todo o município, o que traz integração e sentimento de pertencimento. Em entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, o engenheiro Lúcio Gregori, criador de uma proposta para a capital paulista, relata que há várias formas de financiar a tarifa zero. Por exemplo, é possível aplicar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) progressivo. Afinal, 44 mil das pessoas detêm mais de 50% do valor imobiliário da cidade, que somam 3,6 milhões de residências. Com a medida, seria possível aplicar o dinheiro em mobilidade. Outra sugestão de Gregori seria investir menos em modais particulares e mais no transporte coletivo. Por fim, o engenheiro defende uma taxa de mobilidade social, cobrada na fatura da energia elétrica, para ser revertida para a tarifa zero. Para muitos especialistas, a proposta é economicamente inviável para uma cidade do tamanho de São Paulo e outras de grande porte. Outros, porém, acreditam que, com vontade política e apoio da população, seria possível levar adiante um projeto nesse sentido em cidades de qualquer porte. Apesar de as ideias ainda não estarem em vigor, os municípios atualmente usam modos alternativos de financiamento. Entre eles, estão subsídios pagos com recursos próprios e formas de economia para que o valor seja revertido para a mobilidade.
Fonte - Fetronor 08/11/2022

quarta-feira, 3 de março de 2021

Linhas de trens em Fortaleza e Sobral funcionam com horário reduzido a partir de quarta-feira (3)

 Transportes sobre trilhos  🚆 🚇

A mudança considera a necessidade de adequação do transporte público ao contexto trazido pelo decreto estadual n° 33.955, de 26 de fevereiro, que estabelece medidas e restrições fundamentais para o controle da Covid-19 no estado.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
As linhas Sul, VLT Parangaba-Mucuripe e VLT de Sobral terão seus horários de funcionamento alterados, de forma provisória, a partir desta quarta-feira (3/3). Com isso, essas três linhas passam a encerrar suas atividades às 22h – cerca de uma hora mais cedo que o horário habitual. A mudança considera a necessidade de adequação do transporte público ao contexto trazido pelo decreto estadual n° 33.955, de 26 de fevereiro, que estabelece medidas e restrições fundamentais para o controle da Covid-19 no estado. As linhas Oeste, em Fortaleza, e VLT do Cariri mantém o funcionamento dentro dos mesmos horários, sem alteração. Dentre as principais determinações do decreto, destacam-se: – Toque de recolher entre 20h e 5h, de segunda a sexta-feira, e entre 19h e 5h aos sábados e domingos, com saídas permitidas somente em situação de comprovada necessidade; – Comércio de rua funciona de segunda a sexta-feira até as 17h. As outras atividades econômicas (shopping centers e restaurantes) e as religiosas, até 19h (segunda a sexta-feira). Serviços essenciais podem funcionar após esse horário. No sábado e domingo, restaurantes funcionam até as 15h, e outras atividades econômicas e religiosas até as 17h; – Espaços públicos continuam com circulação restrita todos os dias a partir das 17h.

Com informações da Metrofor  02/03/2021

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Extermínio sem um tiro sequer -

Transportes sobre trilhos      🚂🚃🚃🚃🚃

Aqui no Brasil o que se viu foi a destruição econômica e social de centenas de pequenos lugares, onde o trem de passageiros era ainda a forma mais resistente de acesso e conectividade, e a eliminação de um organizado serviço de transporte, com comodidades que hoje parecem inacreditáveis, e de toda a cadeia tecnológica empregada na sua prestação, passando pelo conhecimento materializado nas atividades de projeto, operação, regulação e manutenção

Ayrton Camargo e Silva* - Abifer
foto - ilustração/arquivo
 Anos atrás, não houve quem não se emocionasse ao ver o resultado das atrocidades cometidas durante a guerra da Bósnia-Herzegovina, o maior conflito europeu do século XX, depois da II Guerra Mundial. Diariamente, milhares de inocentes eram mortos, unicamente por pertencerem a uma religião ou etnia diferente daquelas dos poderosos que manejavam os botões desse jogo de extermínio. Além dos relatos dos sobreviventes, os principais testemunhos dessa tragédia foram as construções, arruinadas em maior ou menor grau, com desabamentos, marcas de incêndio, roubo de partes antes intactas, algumas de importância única para a cultura de seu povo, destruídas para sempre. Bem longe de lá, aqui no Brasil, outra ação destrutiva de impacto semelhante se abateu sobre a infraestrutura do transporte ferroviário de passageiros de longa distância que resistira em operação até meados da década de 90 passada. Ao contrário de bombardeios e morte física de inocentes, o que se viu foi a destruição econômica e social de centenas de pequenos lugares, onde o trem de passageiros era ainda a forma mais resistente de acesso e conectividade, e a eliminação de um organizado serviço de transporte, com comodidades que hoje parecem inacreditáveis, e de toda a cadeia tecnológica empregada na sua prestação, passando pelo conhecimento materializado nas atividades de projeto, operação, regulação e manutenção. Só para citarmos esse serviço no estado de São Paulo, no início dos anos 90, a operadora estatal Fepasa operava trens de passageiros em quase toda sua malha de 5.100 km de extensão, atendendo aproximadamente 300 estações em diferentes localidades dos 570 municípios então existentes. Dessa malha, mais de 1.000 km eram eletrificados, com infraestrutura concebida ainda na década de 50 para a operação de trens com velocidade média superior a 120 km/h. Vale destaque para o trecho eletrificado com duas vias entre Jundiaí e Campinas, por onde chegaram a trafegar diariamente mais de 60 trens de passageiros. Ao seguirmos pelos eixos das grandes linhas da Fepasa, em especial nos seus antigos troncos eletrificados, o que se vê é um rastro de abandono e destruição, com pátios, oficinas, armazéns, e sobretudo estações, abandonadas e destruídas, muitas delas tombadas como patrimônio histórico. E também com a remoção de toda a catenária dos trechos eletrificados e a paralisação da larga rede de subestações que a alimentava. Como que fosse necessário apagar da memória, não só toda a tecnologia sofisticada e pioneira que caracterizou as ferrovias em São Paulo e seus serviços de trens de passageiros, mas sobretudo as provas materiais de que esse serviço um dia existiu mesmo.

Esse terrível acervo mutilado e destruído nos faz refletir sobre o propósito e as consequências dessa guerra vitoriosa, que conseguiu exterminar os serviços de trens de passageiros de longa distância do Brasil, sem ser disparado um tiro sequer.
E que levou junto a perspectiva de uma vida melhor para milhões de viajantes que seguem órfãos desse tipo de serviço, tão essencial para a eficiência da economia regional e para a qualidade de vida de seus moradores.
* Diretor de Planejamento de Transportes da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (AEAMESP) e diretor-presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (EMDEC).
Fonte - Abifer  15/02/2021

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Nova era do Sistema Ferroviário de Salvador começa neste sábado (14)

Transportes sobre trilhos  🚂🚃🚃🚃🚃

Uma história com aproximadamente 168 anos terá seu capítulo especial. Isso porque, o atual sistema de trens de Salvador que interliga o Subúrbio Ferroviário pela orla da Baía de Todos os Santos, em 10 estações, da Calçada a Paripe, será desativado para dar lugar a implementação do  Monotrilho

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
Neste sábado (14), por volta das 19h30, uma história com aproximadamente 168 anos terá seu capítulo especial. Isso porque, o atual sistema de trens de Salvador que interliga o Subúrbio Ferroviário pela orla da Baía de Todos os Santos, em 10 estações, da Calçada a Paripe, será desativado para dar lugar a implementação do Monotrilho. O Monotrilho, movido à propulsão elétrica, será um equipamento de locomoção moderno, seguro e rápido que vai desenvolver uma melhor infraestrutura na qualidade de vida dos moradores do Subúrbio. Cerca de 600 mil pessoas serão beneficiadas com o desenvolvimento do projeto. Além disso, mais de 170 mil usuários vão poder se deslocar por dia dentre os 26km de percurso, que terá início no bairro do Comércio até a Ilha de São João, no município de Simões Filho. O equipamento representa um grande investimento do Governo do Estado da Bahia em relação à mobilidade urbana. Com o Monotrilho, o Subúrbio de Salvador, região de forte identidade cultural, seja pelos espaços religiosos, atividades econômicas e beleza natural, ganhará referências na geração de empregos e oportunidade de novos negócios.

Inovação
O Monotrilho já é utilizado com sucesso em cidades do Japão, da China, Emirados Árabes e Estados Unidos. Em Salvador, o transporte contará com carros com ar-condicionado, sistema de wi-fi gratuito e integração com o metrô. As obras do governo serão realizadas em parceria com a empresa Metrogreen Skyrail e a previsão de término gira em torno de 24 meses. O Subúrbio será fortalecido diante da criação do Monotrilho. A região que carrega diversas riquezas patrimoniais vai entrar em uma era sustentável, tecnológica e alinhada ao desenvolvimento social. A integração física do  Monotrilho com o sistema de metrô de Salvador se adequará à lógica de mobilidade do Governo do Estado da Bahia, que viabiliza o funcionamento dos modais em um sistema de rede, através de serviços complementares.

História
A ferrovia que hoje liga o bairro da Calçada a Paripe, começou a ser criada em 1853, quando Joaquim Francisco Alves Muniz Barreto recebeu do Governo Imperial a concessão para a construção de uma estrada de ferro ligando Salvador à cidade de Juazeiro. Foi a primeira da Bahia e a quinta do Brasil. Em 2005, a gestão do trecho ferroviário entre as estações da Calçada e Paripe era de responsabilidade da Prefeitura de Salvador, porém em maio de 2013 o sistema foi transferido para o Estado, juntamente com as obras do metrô, passando a ser administrado pela Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB).Detalhes A região do Subúrbio marcada pelo patrimônio dos marisqueiros e pescadores após a conclusão das obras do Monotrilho ganhará também um museu ferroviário e um centro comercial de serviços na região. O desenvolvimento do projeto vai beneficiar diretamente cerca de 600 mil pessoas moradoras do Subúrbio Ferroviário. De acordo com o Diretor Presidente da CTB, Eduardo Copello, “hoje estas famílias são precariamente atendidas por um sistema antigo e defasado ao longo dos últimos anos”. O traçado do Monotrilho priorizou a utilização da linha férrea já existente, portanto, a necessidade de realocação da população local será de aproximadamente 360 famílias, que deverão ser reassentadas. Todas as famílias nesta situação terão seus imóveis avaliados individualmente e receberão as indenizações justas. A escolha do novo lar será feita com assistência e as famílias receberão desde apoio jurídico para a aquisição da nova casa, até suporte para a mudança. O Programa de Mobilidade Urbana do Estado da Bahia prevê a requalificação e expansão do sistema ferroviário do Subúrbio e sua integração aos demais sistemas estruturantes em execução. O projeto busca ampliar a oferta de transporte coletivo de massa com qualidade, conforto e segurança, por meio da implantação do Monotrilho. O sistema será requalificado e ampliado para 23,3 km, com 25 paradas. O Monotrilho é um sistema moderno, bastante usado em médias e grandes cidades do mundo, podendo atingir velocidade de até 80 km/h.
Com informações da CTB  11/02/2021


Credito - ASCOM/CTB

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Demanda pelos sistemas de transporte de passageiros sobre trilhos cai 73,2% no segundo trimestre

Transportes sobre trilhos  🚇

O impacto fez com que o setor deixasse de movimentar cerca de 500 milhões de passageiros em todo o Brasil. Com isso, o prejuízo soma R$ 3,6 bilhões.No acumulado do primeiro semestre, a queda no número de passageiros transportados foi de 880 milhões. Com isso, de janeiro a junho, a demanda alcançou apenas 43% do total registrado no mesmo período de 2019, que foi de 1,5 bilhão de passageiros.

Agência CNT
foto - ilustração/arquivo
A pandemia da covid-19 não tem poupado o setor de transporte de passageiros sobre trilhos no Brasil. Números do balanço do segundo trimestre de 2020, realizado pela ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), mostram que os sistemas tiveram uma redução de 73,2% na quantidade de pessoas transportadas em relação ao mesmo período em 2019. O impacto fez com que o setor deixasse de movimentar cerca de 500 milhões de passageiros em todo o Brasil. Com isso, o prejuízo soma R$ 3,6 bilhões.
No acumulado do primeiro semestre, a queda no número de passageiros transportados foi de 880 milhões. Com isso, de janeiro a junho, a demanda alcançou apenas 43% do total registrado no mesmo período de 2019, que foi de 1,5 bilhão de passageiros.
Para o terceiro trimestre, a ANPTrilhos espera discreta melhora. O presidente da entidade, Joubert Flores, explica que muitas empresas já estão com dificuldade de operação e que é preciso ter novas fontes de financiamento. “A solução para sair da crise passa pelo socorro emergencial de capital de giro para as empresas. Sem isso, a operação de algumas será interrompida”, alerta. Ele destaca que a crise evidenciou a necessidade da criação de autoridades metropolitanas para o planejamento, a otimização e a integração entre os modais de transporte, além de novas fontes de financiamento para o transporte público.
Fonte - ANPTrilhos   21/07/2020

quinta-feira, 4 de junho de 2020

Metrofor(CE) doará trens da frota antiga à CBTU

Transportes sobre trilhos  🚎

O Metrofor optou pela doação da frota antiga à empresa estatal, devido à modernização das linhas de transporte sobre trilhos no Ceará, nos últimos anos, e à aquisição de trens mais modernos – que estão em uso atualmente. 

Metrofor
divulgação/Metrofor
A Companhia Cearense de Transportes Metropolitanos – Metrofor doará 3 locomotivas a diesel e 30 vagões de passageiros, modelo Pidner, que não são mais compatíveis para uso no sistema metroviário do Ceará. Os trens serão doados para a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Regional, que ainda possui sistemas de transporte compatíveis com os modelos disponibilizados pelo Metrofor. A mensagem nº 8515, de 15 de maio de 2020, de autoria do Governador do Ceará, Camilo Santana, que autoriza a doação, foi aprovada nesta quarta-feira (3/6) pela Assembleia Legislativa.
O Metrofor optou pela doação da frota antiga à empresa estatal, devido à modernização das linhas de transporte sobre trilhos no Ceará, nos últimos anos, e à aquisição de trens mais modernos – que estão em uso atualmente. Dessa forma, a Companhia dá utilidade ao patrimônio público e continua beneficiando a população, ao tempo em que reforça a parceria com a CBTU e o próprio MDR.
A frota que será doada possui piso de PVC e bancos com assentos individuais. Os trens também possuem ar-condicionado, iluminação e revestimentos interno e externo compostos por fibra de vidro e materiais em plástico de alta resistência, que protegem as estruturas mais sensíveis dos veículos.

divulgação/Metrofor
Sobre a frota do Metrofor
As cinco linhas operadas atualmente pelo Metrofor circulam com Unidades de Trens Elétrico (TUEs) – no caso da Linha Sul – e Veículos Leve sobre Trilhos (VLTs) – no caso das linhas Oeste, Parangaba-Mucuripe, Cariri e Sobral. Os atuais modelos demandam menores custos de utilização – menor consumo de combustível, por exemplo. A frota total no estado é de 25 TUEs e 21 VLTs.
Com informações do Metrofor  04/06/2020


terça-feira, 2 de junho de 2020

Mobilidade Urbana,direito do cidadão.Qual será o futuro?

Mobilidade  🚇

Mobilidade Urbana,direito do cidadão.Qual será o futuro?Artigo 5º inciso XV da Constituição Federal de 1988 (consagra o direito de ir e vir) - Sendo o transporte público considerado como o 2º maior transmissor do vírus, perdendo apenas para a área da saúde, as restrições às movimentações das pessoas são drásticas e infelizmente necessárias, segundo as orientações da ciência.

Abifer*
foto - ilustração/arquivo
Vivemos momentos muito difíceis no Brasil com a pandemia da COVID 19, com muita gente perdendo suas vidas e setores da sociedade impactados duramente com a repentina queda da atividade econômica.
Um dos setores mais duramente atingido pela pandemia foram os serviços da mobilidade das pessoas, não poupando nenhum modal de transporte e nem classe social, sejam ricos, pobres, sejam clientes dos serviços de ônibus, trens ou aviões, incluindo até a mobilidade ativa, seja por bicicletas ou mesmo pedestres. Sendo o transporte público considerado como o 2º maior transmissor do vírus, perdendo apenas para a área da saúde, as restrições às movimentações das pessoas são drásticas e infelizmente necessárias, segundo as orientações da ciência. Vale observar que as restrições atingiram reduções de faturamento médio de 70% para sistemas de trens e coletivos (ônibus) e 90% para aviões.
Com relação aos serviços de ônibus e trens, para manter as condições de distanciamento adequadas, a redução da frota não pode ser proporcional à redução da demanda, o que implicará em maiores custos.
Nesse cenário, os sistemas sobre trilhos, sob gestão dos governos, sejam Federais (sistemas CBTU e Trensurb) ou Estaduais (CPTM, Metrô SP – Linhas 1, 2 e 3 e Metrofor), têm condições mais favoráveis de assimilar esse período, visto que as transferências de recursos públicos já fazem parte da gestão dessas empresas, alterando logicamente o volume dos recursos que deverão impactar sobremaneira os cofres públicos. Várias MPs do governo Federal, com aprovação do Congresso, já foram aprovadas ou estão em curso, para compensar os governos Estaduais e Prefeituras das perdas das receitas e reforço de caixa.
De outro lado, as empresas privadas do setor trilhos (Linhas 4 e 5 – Serviços metropolitanos de SP, Linhas 1 e 2 do Metrô de Salvador, Linhas 1, 2 e 4 do Metrô RJ, Supervia, VLT Carioca e VLT da Baixada Santista) passam por situação econômica muito difícil, especialmente aquelas em que a fonte de receita é a arrecadação tarifária sem nenhuma compensação do setor público.
O sistema coletivo, por ter uma grande parte do sistema operado por empresas privadas sob regime de permissão, autorização ou concessão municipal, salvo exceções, como exemplo o município de São Paulo e Brasília, não dispõe de subsídios e depende unicamente da tarifa.
É importante citar que dos 5.570 municípios brasileiros, 2.604 dispõem de serviços de ônibus e 62 são servidos por sistemas sobre trilhos, esses praticamente nas regiões metropolitanas.
As empresas privadas do sistema trilhos, até pela grandeza e extensão das malhas, são geridas por grupos econômicos fortes, que têm suportado a manutenção dos empregos e que, além da preservação e integridade das pessoas, são compostas de serviços especializados, em que suas demissões implicariam em dificuldades da retomada no pós-pandemia. Entretanto, mesmo essas empresas têm seus limites e também irão depender da injeção de recursos do governo Federal, caso a pandemia persista nos próximos meses.
Já as empresas de ônibus, infelizmente, estão reduzindo salários, reajustando contratos de trabalho, demitindo pessoas e sendo fechadas. O cenário atual é desolador e, sem auxílio do governo em socorrer as empresas (a exemplo do que vem sendo feito para o setor aéreo), o setor seguirá em muitos municípios para o caos. De fato, o socorro aos municípios dificilmente irá chegar para os serviços de mobilidade urbana, mesmo sendo previstos na Constituição, porque pela carência de recursos, esses deverão se destinar à saúde, segurança e educação.
Apresentada essa situação real, como ficará o setor de mobilidade no pós-pandemia?
O momento é de ação e não de reflexão! Passamos dois meses discutindo o tema, em incontáveis lives e webinars, com muitos especialistas, autoridades de governos e acadêmicos, que apresentaram várias propostas do que fazer, as quais apresento algumas:

-Cumprir a PNMU – Política Nacional de Mobilidade Urbana com prioridade, pela ordem, para   pedestres, bicicletas, transporte público, carga nas cidades e por último o automóvel
-Financiar o transporte público, através de recursos do individual (zona azul, pedágio urbano,         estacionamento, etc)
-Estruturar a autoridade metropolitana de transporte nas regiões metropolitanas
-Investir pesado na infraestrutura de mobilidade urbana (calçadas regulares, ciclofaixas, corredores     de  ônibus, BRT’s, VLT’s, Trens e Metrôs)
-Adotar conceitos de TOD (Desenvolvimento Orientado pelo Transporte) e receitas acessórias na   etapa de concepção do projeto
-Mais tecnologia embarcada nos ônibus, na infraestrutura e terminais dos sistemas

-Incentivar a Intermodalidade

-Enfim, as soluções existem, é hora de agir! Sejamos proativos!

Bons projetos têm recursos financeiros!
Nem todos os negócios foram impactados pela pandemia (nosso agronegócio cresceu e vai crescer mais esse ano!)
Existem, no mundo e no Brasil, fundos de investimentos capitalizados
Existem empreendedores querendo investir no Brasil.
*Jean Carlos Pejo - Secretário Geral da ALAF Brasil
Fonte - Abifer  01/06/2020

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Japão terá trem-bala mais rápido do mundo - que flutua!

Transportes sobre trilhos  🚅

Além de ser o trem-bala mais rápido do mundo, ele será capaz de flutuar através de um sistema de condução magnética.A expectativa é que o percurso a bordo do trem, que terá 16 carros e capacidade para mil passageiros, dure apenas quarenta minutos, vinte a menos do que o passageiro levaria viajando de avião.

Viagem e Turismo
Modelo do MC Maglev, trem-bala mais rápido do mundo
 (Japan Rail Pass/Reprodução)
A Central Japan Railway, principal companhia ferroviária do Japão, confirmou que pretende introduzir o trem SC Maglev na rota Tóquio - Nagoia em 2027. Além de ser o trem-bala mais rápido do mundo, ele será capaz de flutuar através de um sistema de condução magnética.
A expectativa é que o percurso a bordo do trem, que terá 16 carros e capacidade para mil passageiros, dure apenas quarenta minutos, vinte a menos do que o passageiro levaria viajando de avião.
A rota, que será feita 80% debaixo da terra, terá paradas nas cidades de Shinagawa, Sagamihara, Kofu, Iida e Nakatsugawa. Porém, o plano é que a linha seja expandida até Osaka em 2037. Dessa forma, quando as obras forem finalizadas, será possível viajar de Tóquio a Osaka em uma hora.
A tecnologia de condução magnética foi inventada em 1970, mas o trem só recebeu aprovação para construção comercial em 2009.
Desde então, foram realizados diversos testes e só em 2015 o SC Maglev bateu o recorde de velocidade entre os trens, atingindo 603km/h. Até então, quem detinha o título era um trem chinês, que atualmente liga a cidade de Shanghai ao seu aeroporto a uma velocidade de 431km/h.
Isso não significa, porém, que o SC Maglev funcionará a 603km/h. Na verdade, ele chegará a no máximo 500km/h para garantir a segurança da viagem.

Como o SC Maglev flutua?O termo Maglev é a uma combinação das palavras "magnetic" (magnético) e "levitation" (levitação). O que faz com que o trem não toque no chão é o fato de existir uma repulsão magnética entre seus vagões e trilhos.
O trem sairá da estação utilizando rodas normais. Mas, ao alcançar os 150km/h, a força magnética começa a ser intensa o suficiente para levantar o trem: ele fica 100 milímetros suspenso do chão.
Dessa forma, qualquer atrito é eliminado e o veículo ganha cada vez mais velocidade. Segundo a Central Japan Railway, isso também faz com que a viagem seja mais estável do que em outros trem-bala.
Fonte - Revista Ferroviária  27/02/2020

Link da matéria original - http://www.revistaferroviaria.com.br/detalhe-noticias.asp?InCdEditoria=2&InCdMateria=31502

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

ANPTrilhos lança campanha contra o abuso sexual

Transportes sobre trilhos/Cidadania  🚄  🚇

A campanha será veiculada pelos Associados da ANPTrilhos nos seus canais de comunicação, nas estações e trens, no site e redes sociais. Os personagens da campanha são funcionários dos sistemas metroferroviários que trabalham diariamente no atendimento aos passageiros. Eles participaram da ação voluntariamente.

Da ANPTrilhos
Divulgação/ANPTrilhos
A Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) lança a campanha nacional de comunicação para o combate ao abuso sexual nos sistemas de metrô, trem, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), monotrilho e aeromóvel. A iniciativa tem como objetivo alertar que o abuso sexual é crime; mostrar que o segmento está atento e monitorando todo o sistema; estimular a participação social no combate ao abuso sexual; e incentivar as denúncias para que se possa buscar a aplicabilidade da lei.
A campanha será veiculada pelos Associados da ANPTrilhos nos seus canais de comunicação, nas estações e trens, no site e redes sociais. Transportando cerca de 11 milhões de pessoas por dia, os operadores metroferroviários realizam, com frequência, ações e campanhas de orientação aos passageiros. Com a proximidade de grandes eventos, como o carnaval, as ações são intensificadas e a divulgação dos canais de denúncia é reforçada.
“Os operadores metroferroviários trabalham diariamente buscando a segurança e o melhor atendimento aos passageiros. Repudiamos qualquer tipo de violência e essa campanha visa unir todos os usuários na luta contra o abuso sexual. É importante que as pessoas não se calem e ajudem a combater a ação dos agressores. Promover o combate ao abuso sexual é um dever de todos”, destaca Roberta Marchesi, Diretora Executiva da ANPTrilhos.
Os personagens da campanha são funcionários dos sistemas metroferroviários que trabalham diariamente no atendimento aos passageiros. Eles participaram da ação voluntariamente.
O abuso sexual é crime. Desde 2018, com a promulgação da Lei nº 13.718, a importunação sexual passou a ser passível de reclusão de 1 a 5 anos. O artigo 2 da lei explica que importunação sexual é “praticar contra alguém e sem a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro”.
Com informações da ANPTrilhos  29/01/2020

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Alemanha anuncia programa de investimento de 86 bi de euros na sua rede ferroviária

Transportes sobre trilhos  🚅

Alemanha vai investir 86 bi de euros na sua rede ferroviária. - O plano prevê um aumento de 54% nos gastos, em relação ao orçamento anterior. Boa parte do dinheiro será destinado à modernização das ferrovias, estações, postos de sinalização e sistemas de fornecimento de energia.Essa é a maior ofensiva de crescimento, investimento e modernização em mais de 180 anos de história das ferrovias [na Alemanha], disse Richard Lutz, executivo-chefe da estatal Deutsche Bahn, maior operadora ferroviária da Europa.

Valor Econômico
twiter.com
O governo alemão decidiu mudar sua reputação de não gastar o bastante na infraestrutura do país, ao anunciar um programa de investimentos na sua rede ferroviária de 86 bilhões de euros ao longo de 10 anos - o maior de sua história.
O plano prevê um aumento de 54% nos gastos, em relação ao orçamento anterior. Boa parte do dinheiro será destinado à modernização das ferrovias, estações, postos de sinalização e sistemas de fornecimento de energia.
Essa é a maior ofensiva de crescimento, investimento e modernização em mais de 180 anos de história das ferrovias [na Alemanha], disse Richard Lutz, executivo-chefe da estatal Deutsche Bahn, maior operadora ferroviária da Europa.
O programa foi anunciado num momento em que o governo da premiê Angela Merkel está sob pressão crescente para abandonar seu compromisso com um orçamento equilibrado (déficit zero) e aumentar os gastos públicos.
Até economistas mais linha-dura da Alemanha têm dito que, num período de alta arrecadação fiscal e baixas taxas de juro, o governo deveria investir muito mais nas escolas, estradas e pontes do país.
O programa de investimentos define a Deutsche Bahn como central para o ambicioso plano de Berlim de combater as mudanças climáticas e levar os consumidores a usar alternativas de transporte menos dependentes de carbono.
A Alemanha se comprometeu a reduzir em até 42% as emissões de carbono de seu setor de transportes até 2030, e quer elevar o número de usuários dos trens de longa distância da Deutsche Bahn, de 148 milhões em 2018 para 260 milhões em 2030. No ano passado, o governo barateou as viagens ferroviárias com a redução do imposto sobre valor agregado nas passagens de trem de longa distância.Mas a Deutsche Bahn sofre de um problema de imagem no pais, com queixas frequentes sobre a qualidade de seus serviços. Só 76% de seus trens de longa distância cumpriram o horário em 2018, abaixo da meta oficial de 82%.
Graças à injeção de fundos, isso agora deve melhorar. Temos a tarefa de criar uma rede ferroviária moderna, que seja mais pontual, mais confiável e mais eficiente, e tenha mais passageiros e cargas viajando por trem, disse Andreas Scheuer, ministro dos Transportes.
O ministro das Finanças da Alemanha, Olaf Scholz, também presente na cerimônia de assinatura, disse: O grande problema neste momento é como parar as mudanças climáticas, e nunca conseguiremos fazer isso sem uma infraestrutura ferroviária eficiente.
Pelo acordo, o governo alemão cobrirá 62 bilhões de euros do programa de investimentos, e a Deutsche Bahn gastará 24 bilhões de euros. Dividendos da empresa serão totalmente reinvestidos no projeto.
O dinheiro será destinado à modernização de 2.000 km de vias férreas e 2.000 dispositivos de mudança de via por ano. Cerca de 2.000 pontes serão renovadas até 2030, e 7 bilhões de euros serão investidos em infraestrutura de sinalização.
Mas o principal sindicato dos ferroviários alemães, o EVG, criticou o valor de 86 bilhões, que considera inadequado. O presidente do sindicato, Alexander Kirchner, disse no ano passado que a rede ferroviária foi negligenciada por décadas e isso resultou em um enorme atraso em termos de investimentos, que hoje está na casa dos 60 bilhões por ano.
A cobrança por mais investimento em todos os setores cresceu depois que o Ministério das Finanças revelou, na segunda-feira, que o país teve superávit orçamentário de 13,5 bilhões no ano passado, o maior de sua história - em parte como resultado de gastos menores com juros da dívida pública. O recorde anterior, de 2015, foi de 12,1 bilhões de euros.
Fonte - Revista Ferroviária  15/01/2020

link - http://www.revistaferroviaria.com.br/detalhe-noticias.asp?InCdEditoria=2&InCdMateria=31298

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Museu virtual do transporte

Transportes  🚌  🚄  🚇  🚢

A intenção é que ele seja uma referência histórica e cultural para o setor de transportes e para a sociedade em geral. "Será criada uma linha do tempo que abrangerá as várias épocas da história dos transportes e a inter-relação com os diversos modais.

Portogente
divulgação/Portogente
A Fundação Memória do Transporte (FuMTran) - instituída em 1996 pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), com a missão de preservar a memória e a cultura do transporte brasileiro em todos os seus modais - dá início a uma nova etapa e cria o portal "Memória do Transporte Brasileiro", um museu virtual.
Com recursos da Lei Rouanet, o projeto, já em fase de execução, para começar a ser veiculado ainda em 2020, conta com a experiência do museólogo Fábio Magalhães, em apoio à equipe da FuMTran, que tem a missão de reunir e digitalizar cerca de 20 mil itens que deverão compor o acervo inicial para consulta pública, via internet.
Para o presidente da FuMTran, Geraldo Vianna, que atua na área desde 1970 como advogado, empresário e dirigente de diversas entidades do setor, "esta iniciativa permitirá compreender melhor a evolução dos meios de transporte em nosso país e, por consequência, como e quanto eles contribuíram para induzir, direcionar ou limitar o próprio desenvolvimento econômico e social do Brasil".
De acordo com Magalhães, o Museu Virtual, "será um portal dinâmico, aprazível, ético e participativo". A intenção é que ele seja uma referência histórica e cultural para o setor de transportes e para a sociedade em geral. "Será criada uma linha do tempo que abrangerá as várias épocas da história dos transportes e a inter-relação com os diversos modais. Porém, é necessário haver uma abordagem contemporânea. O passado nos interessa para ajudar a compreender o presente e projetar o futuro", acentua ele.
Fotos, vídeos, áudios, entrevistas e documentos serão disponibilizados em contextos que ajudem os visitantes a compreenderem melhor o quanto a mobilidade de bens e pessoas é essencial para a evolução de um povo e para a competitividade da sua economia.
Fonte - Portogente  14/01/2020

domingo, 15 de dezembro de 2019

Trem que liga estados de Rio e Minas vai partir de Três Rios

Transportes sobre trilhos/Turismo  🚄🚃🚃

Prevista para ser inaugurada no ano que vem, a rota deverá atrair para a cidade cerca de 800 turistas a cada fim de semana. Para receber os visitantes a histórica estação de Três Rios, antes demolida, está sendo reconstruída no mesmo padrão colonial de antigamente. As obras estão avançadas e devem ficar prontas já em 2020.

O Dia
foto - ilustração/Amigos do Trem
O transporte ferroviário foi um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento do Brasil. Esquecido há décadas, esse tipo de locomoção tem tudo para ser um dos principais atrativos turísticos de Três Rios. Tudo por conta do trem que ligará o município fluminense à cidade de Cataguases, no estado de Minas Gerais.
Prevista para ser inaugurada no ano que vem, a rota deverá atrair para a cidade cerca de 800 turistas a cada fim de semana. Para receber os visitantes a histórica estação de Três Rios, antes demolida, está sendo reconstruída no mesmo padrão colonial de antigamente. As obras estão avançadas e devem ficar prontas já em 2020.
O trajeto tem 168 quilômetros de distância e vai interligar oito municípios, sendo dois no Rio de Janeiro e outros seis em Minas Gerais. O trajeto completo começa em Três Rios, passa por Chiador, Sapucaia, Além Paraíba, Volta Grande, Recreio, Leopoldina e termina em Cataguases.

Obras acontecendo
A inauguração da linha turística, mas que no futuro também poderá servir para o transporte de mercadorias e matéria prima, como antecipou o próprio prefeito Josimar Salles, ainda não aconteceu por conta de obras na linha férrea. Neste primeiro momento, segundo a prefeitura, o objetivo é a recuperação de todo o sistema ferroviário para proporcionar segurança e conforto aos passageiros.
Ainda sem previsão de estréia, o trem deverá entrar em funcionamento também em 2020. Ainda não há informações sobre o custo da passagem.
Fonte - O Dia  13/12/2019