Mostrando postagens com marcador subúrbio de Salvador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador subúrbio de Salvador. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

VLT do Subúrbio de Salvador faz a 1ª viagem-teste com moradores da comunidade,no trecho Calçada-Lobato

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃🚃

VLT do Subúrbio Ferroviário de Salvador realizou no sábado (31/01/2026) a 1ª viagem teste com moradores da comunidade, que se mostraram entusiasmados com o novo modal, que em breve entrara em operação substituindo os antigos trens do subúrbio que durante décadas transportaram os moradores das localidades do subúrbio pelos centenários e lendários trilhos da antiga Viação Férrea Federal Leste Brasileiro (VFFLB) - (RFFSA)

Da Redação
foto ilustração - Gov.Ba
O momento simbólico para o Subúrbio Ferroviário ocorreu no trecho entre a Calçada e o Lobato, em Salvador, e foi acompanhado pelo governador Jerônimo Rodrigues, autoridades, imprensa e moradores da região, que puderam vivenciar de perto o novo modal de transporte. “Acolher a população tem um significado muito grande. Eu estou falando do pertencimento de quem mora aqui. Nessa semana a gente já se antecipou, já foi lá no segundo e terceiro trecho. Estamos olhando diariamente o que está acontecendo em todos os trechos, porque nós combinamos de entregar no começo do segundo semestre de 2026”, afirmou Jerônimo Rodrigues. A programação teve início na Estação Calçada. Ao longo do trajeto de ida, cerca de 120 pessoas embarcaram nas cinco paradas existentes até o Lobato. O percurso de ida e volta permitiu avaliar o desempenho real do sistema em operação. Para o presidente da Companhia de Transportes da Bahia (CTB), Eracy Lafuente, o teste com passageiros é um marco importante do projeto. “As obras têm avançado significativamente. As demais paradas terão os trabalhos intensificados após o Carnaval. Atendendo à solicitação do governador, estamos iniciando hoje uma nova fase de testes, permitindo que as pessoas comecem a conhecer e se habituar ao trem”, destacou. A titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Jusmari Oliveira, ressaltou o impacto urbano das intervenções. “O VLT é uma realidade que transforma toda a Bahia na questão de mobilidade. Ele vai se integrar à nova rodoviária, que é outro equipamento fantástico, ao sistema metroviário, e é a marca do governo que também inova, a nível nacional, as tecnologias aplicadas aqui, a forma de construir, toda a inovação para a engenharia nacional”, afirmou. Após os testes, o VLT realizou nova viagem para levar os moradores de volta às localidades de origem. Projeto em andamento Atualmente, o projeto do VLT apresenta avanços significativos. O Trecho 1 já ultrapassa 50% de execução, com mais de 21 quilômetros de via permanente implantados e 4 quilômetros energizados entre Calçada e Lobato. O Pátio de Manutenção da Calçada está em fase avançada, enquanto o Pátio de Periperi segue em obras. Também estão em andamento a reforma da Estação Calçada, a construção das paradas, a Unidade de Beneficiamento de Pescados, em São João do Cabrito, o Mercado São Brás do Subúrbio, em Plataforma, além de obras de macrodrenagem e da recuperação da Ponte de São João. No Trecho 2, seguem a duplicação da BA-528, a construção do viaduto sobre a BR-324 e a implantação da Passagem Inferior do Hospital do Subúrbio. 
Com informações da CTB - Gov-Ba
Pregopontocom 03/02/2026


foto - trens Toshiba que operam no Subúrbio de Salvador




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Nova era do Sistema Ferroviário de Salvador começa neste sábado (14)

Transportes sobre trilhos  🚂🚃🚃🚃🚃

Uma história com aproximadamente 168 anos terá seu capítulo especial. Isso porque, o atual sistema de trens de Salvador que interliga o Subúrbio Ferroviário pela orla da Baía de Todos os Santos, em 10 estações, da Calçada a Paripe, será desativado para dar lugar a implementação do  Monotrilho

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
Neste sábado (14), por volta das 19h30, uma história com aproximadamente 168 anos terá seu capítulo especial. Isso porque, o atual sistema de trens de Salvador que interliga o Subúrbio Ferroviário pela orla da Baía de Todos os Santos, em 10 estações, da Calçada a Paripe, será desativado para dar lugar a implementação do Monotrilho. O Monotrilho, movido à propulsão elétrica, será um equipamento de locomoção moderno, seguro e rápido que vai desenvolver uma melhor infraestrutura na qualidade de vida dos moradores do Subúrbio. Cerca de 600 mil pessoas serão beneficiadas com o desenvolvimento do projeto. Além disso, mais de 170 mil usuários vão poder se deslocar por dia dentre os 26km de percurso, que terá início no bairro do Comércio até a Ilha de São João, no município de Simões Filho. O equipamento representa um grande investimento do Governo do Estado da Bahia em relação à mobilidade urbana. Com o Monotrilho, o Subúrbio de Salvador, região de forte identidade cultural, seja pelos espaços religiosos, atividades econômicas e beleza natural, ganhará referências na geração de empregos e oportunidade de novos negócios.

Inovação
O Monotrilho já é utilizado com sucesso em cidades do Japão, da China, Emirados Árabes e Estados Unidos. Em Salvador, o transporte contará com carros com ar-condicionado, sistema de wi-fi gratuito e integração com o metrô. As obras do governo serão realizadas em parceria com a empresa Metrogreen Skyrail e a previsão de término gira em torno de 24 meses. O Subúrbio será fortalecido diante da criação do Monotrilho. A região que carrega diversas riquezas patrimoniais vai entrar em uma era sustentável, tecnológica e alinhada ao desenvolvimento social. A integração física do  Monotrilho com o sistema de metrô de Salvador se adequará à lógica de mobilidade do Governo do Estado da Bahia, que viabiliza o funcionamento dos modais em um sistema de rede, através de serviços complementares.

História
A ferrovia que hoje liga o bairro da Calçada a Paripe, começou a ser criada em 1853, quando Joaquim Francisco Alves Muniz Barreto recebeu do Governo Imperial a concessão para a construção de uma estrada de ferro ligando Salvador à cidade de Juazeiro. Foi a primeira da Bahia e a quinta do Brasil. Em 2005, a gestão do trecho ferroviário entre as estações da Calçada e Paripe era de responsabilidade da Prefeitura de Salvador, porém em maio de 2013 o sistema foi transferido para o Estado, juntamente com as obras do metrô, passando a ser administrado pela Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB).Detalhes A região do Subúrbio marcada pelo patrimônio dos marisqueiros e pescadores após a conclusão das obras do Monotrilho ganhará também um museu ferroviário e um centro comercial de serviços na região. O desenvolvimento do projeto vai beneficiar diretamente cerca de 600 mil pessoas moradoras do Subúrbio Ferroviário. De acordo com o Diretor Presidente da CTB, Eduardo Copello, “hoje estas famílias são precariamente atendidas por um sistema antigo e defasado ao longo dos últimos anos”. O traçado do Monotrilho priorizou a utilização da linha férrea já existente, portanto, a necessidade de realocação da população local será de aproximadamente 360 famílias, que deverão ser reassentadas. Todas as famílias nesta situação terão seus imóveis avaliados individualmente e receberão as indenizações justas. A escolha do novo lar será feita com assistência e as famílias receberão desde apoio jurídico para a aquisição da nova casa, até suporte para a mudança. O Programa de Mobilidade Urbana do Estado da Bahia prevê a requalificação e expansão do sistema ferroviário do Subúrbio e sua integração aos demais sistemas estruturantes em execução. O projeto busca ampliar a oferta de transporte coletivo de massa com qualidade, conforto e segurança, por meio da implantação do Monotrilho. O sistema será requalificado e ampliado para 23,3 km, com 25 paradas. O Monotrilho é um sistema moderno, bastante usado em médias e grandes cidades do mundo, podendo atingir velocidade de até 80 km/h.
Com informações da CTB  11/02/2021


Credito - ASCOM/CTB

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Trem do Subúrbio de Salvador deixa de operar em fevereiro,para início de nova etapa das obras do Monotrilho

Transportes sobre trilhos  🚄

A partir do dia 15 de fevereiro, o atual Sistema de Trens do Subúrbio, que conta com 10 estações e liga a Calçada a Paripe, deixe de operar. No atual traçado da ferrovia serão construídos os pilares do elevado do Monotrilho.A implantação do novo sistema é realizada pelo Governo do Estado em parceria com a empresa Metrogreen Skyrail e a obra está prevista para ser concluída no prazo de 24 meses.

Da Redação
Divulgação/Skarail
O projeto para implantação do Monotrilho entre o Subúrbio Ferroviário de Salvador e a Ilha de São João, em Simões Filho, entrará em nova fase e será necessário que, a partir do dia 15 de fevereiro, o atual Sistema de Trens do Subúrbio, que conta com 10 estações e liga a Calçada a Paripe, deixe de operar. No atual traçado da ferrovia serão construídos os pilares do elevado do Monotrilho. Para que a população continue se deslocando com tranquilidade e segurança na região, o transporte será feito por ônibus que estão integrados ao sistema metroviário. A implantação do Monotrilho é realizada pelo Governo do Estado em parceria com a empresa Metrogreen Skyrail e a obra está prevista para ser concluída no prazo de 24 meses. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano do Estado, Nelson Pelegrino, foi feito um estudo para diminuir o impacto da mudança na rotina dos moradores da região. “Foi feita uma avaliação e pesquisa de origem e destino dos usuários de transporte público naquela região e sabemos como eles se deslocam. Os passageiros serão orientados sobre as linhas de ônibus que estão servindo aquela região do subúrbio e que podem ser utilizadas em substituição ao trem”. Ainda de acordo com o secretário, os veículos estão integrados ao sistema de ônibus urbanos e metropolitanos, além do metrô. Ele explica que ao pagar uma única tarifa os usuários poderão pegar dois ônibus e o metrô. “Hoje o trem tem uma tarifa simbólica de R$ 0,50 que não corresponde ao deslocamento da cidade. Esses usuários poderão pagar R$ 4,20 numa tarifa integrada. Deixando claro que essa tarifa atual do trem só permite o deslocamento entre Paripe e a Calçada e caso o passageiro necessite ir até o Comércio ou outras regiões centrais da cidade, o usuário paga mais R$ 4,20, ou seja, R$ 4,70. Já estudamos todos os roteiros e sabemos as distâncias do trem para as estações de ônibus e haverá toda uma sinalização e trabalho de informar a população para que entenda como poderá se deslocar neste período”. A paralisação do trem neste momento irá viabilizar que a via seja isolada, seccionada, colocados tapumes e se inicie a retirada da parte aérea de eletrificação da ferrovia. Logo após será iniciada a prova de carga da via, considerada etapa fundamental para que no futuro sejam fincadas as estacas, depois os pilares e por fim a via por onde irá circular o Monotrilho. De forma quase simultânea, também estarão sendo construídas as estações do Monotrilho. Já os carros estão sendo construídos na China e a previsão é de que o primeiro deles seja embarcado no país asiático com destino a Bahia já no mês de abril deste ano.

Divulgação/Skyrail
Monotrilho
As obras do Monotrilho têm custo de R$ 2 bilhões e vão promover avanços para a região do Subúrbio Ferroviário de Salvador, com geração de empregos e oportunidades de novos negócios. O desenvolvimento do projeto vai beneficiar diretamente cerca de 600 mil moradores da região. O atual percurso feito pelo trem do Subúrbio, entre Calçada e Paripe, dura em média 40 minutos. Com a chegada do Monotrilho esse percurso será feito em 25 minutos. Já o tempo de espera pelo trem entre uma viagem e outra é de 40 a 50 minutos e deve cair para quatro minutos, no horário de pico, com o novo modal viário. O Monotrilho terá capacidade para transportar cerca de 170 mil usuários por dia, será movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes que prejudicam o meio ambiente. É considerado um meio de transporte rápido, seguro e confortável e deve ser equipado com sistema de ar condicionado e wi fi. A Fase 1 compreende 19,2 km, com 21 estações e vai ligar o bairro do Comércio, na cidade baixa da capital, até a Ilha de São João, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. Na fase 2, que liga a região de São Joaquim até o Acesso Norte (integração com o metrô) estão previstas mais 5 estações.
Com informações da Secom BA  26/01/2021

sábado, 28 de dezembro de 2019

Monotrilho de Salvador - Verdades e Mentiras

Ponto de Vista  🚄

O debate em torno do Monotrilho do Subúrbio ferroviário de Salvador e RMS,não pode ser contaminado por interesses pessoais,políticos ou de qualquer outra natureza.O tema envolve o interesse público relativo a uma população de mais de 600 mil pessoas que já pagam uma tarifa de R$4,00 por um "péssimo" e lastimável serviço de transportes por ônibus, chegando a perder até 4h por dia dentro do sistema,nas suas idas e vindas para o trabalho e outras atividades cotidianas.

Luis Prego Brasileiro
foto - ilustração
Desde quando foi anunciado pelo Gov. do Estado o resultado da licitação para implantação de um novo sistema de transportes sobre trilhos,Monotrilho,para substituir os velhos,antigos e desgastados trens(com mais de 6 décadas em serviço),que operam atualmente  em condições bastante precárias,o novo modal vem sendo questionado e sofrendo ataques,por alguns pequenos grupos,com argumentos frágeis,inconsistentes e sem base técnica,uns por falta de conhecimento no assunto, outros talvez até por má fé.
Antes porem gostaríamos de fazer aqui algumas considerações iniciais com relação a insistência do Gov. do Estado em chamar o Monotrilho de VLT. Essa atitude em nada favorece o novo modal e apenas serve para criar uma grande confusão na cabeça do povo leigo no assunto. VLT(veículo de superfície) sigla em português que significa Veículo Leve sobre Trilhos,e não Veículo Leve de Transportes(deve ser bicicleta) como erroneamente vem sendo rotulado pelo Gov.do Estado.Na Europa e em vários outros países pelo mundo usa-se a sigla internacional LRV (Light Rail Vehicle) que traduzindo para o português significa,Veículo Leve Ferroviário.Os VLTs são também habitualmente chamados em países da Europa a expl. da França de Tramway(Bonde), ou abreviado para Tram em outros locais.

Desmistificando

1º) Rodas de Borracha 
O argumento de linha de frente dos que questionam o monotrilho é o fato do mesmo usar rodas de borracha(pneus),tentando com esse argumento descaracteriza-lo como veículo ferroviário. Desconhecem eles ou fingem não saber que várias importantes linhas de Metrô no mundo e de VLTs(os chamados VLPs) usam composições com rodas de borrachas,podemos citar aqui alguns metrôs a expl. de Montreal, Lille,Toulouse,Cidade do México,Metro de Paris e Lyon na França e o Metro de Santiago do Chile,e nem por isso perderam a sua característica de veículo ferroviário ou são considerados menos importantes do que os seus similares que usam trilhos e rodeiros de ferro. Portanto trata-se de um argumento frágil,inconsequente e sem nenhuma importância.
Quanto aos VLTs (VLPs) podemos aqui citar os de Clermont Ferrand e Caen (França), Pádua (Itália) e Tianjin, Teda e Shangai (China),entre tantos outros.
Que diferença fará para o morador do subúrbio,(que será transportado em um veículo climatizado,com segurança,conforto,rapidez e eficiência,longe dos costumeiros e diários engarrafamentos,acidentes de trânsito e até assaltos durante a sua viagem),se a roda do trem for de ferro ou de borracha?!

Metrô com pneus - Lyon/França
Metrô com pneus - Paris/França











VLT(VLP) - Clermont Ferrand/França
VLT(VLP) Caen França










2º) Custo 
O segundo argumento que usam para questionar o monotrilho de Salvador é o valor da obra (completa),material rodante incluso,orçada em R$1.5 bi. ou(R$75 mi por Km/construído), para a linha com 20 km/21 estações, saindo do bairro do Comercio(T.da França) na zona portuária da cidade,passando pela região do subúrbio,chegando a RMS na Ilha de São João em Simões Filho.
Fazendo uma analogia com o custo,ainda em 2016, da linha 15 Prata do monotrilho de São Paulo que já naquele ano o Km/construído chegava aos R$354 mi.,enquanto o Monotrilho de Salvador o KM/construído  será  de R$75.mi,ou seja aproximadamente 1/5 do valor do Km/construído da linha 15 Prata de São Paulo em 2016,concluímos que não há motivos para alardes. Falar que o custo do Monotrilho de Salvador será "exorbitante" pode-se dizer até que é uma heresia.
A obra do monotrilho de São Paulo está sendo tocada pelo Gov. de SP e a construção dividida em lotes entre várias empresas,parte de estruturas,estações e fornecimento de trens,e a operação poderá ficar  a cargo do Metrô de São Paulo ou ser licitada para uma empresa privada após a conclusão da linha.
O Monotrilho de Salvador,uma PPP já licitada,a empresa BYD vencedora do certame, ficara responsável pela construção,fornecimento dos trens e a operação do sistema por 20 anos.

3º)Impacto Urbano
Diferente do monotrilho de São Paulo cujas estruturas muito mais pesadas chegam a 15 metros de altura,o sistema proposto pela BYD apresenta estruturas bem mais leves e com a altura reduzida de 3 metros, devendo elevar-se um pouco mais em casos específicos para transposição de obstáculos ou passagens de nível onde seja necessário uma altura maior.Leve-se em consideração que a maior parte do trajeto será sobre a atual via permanente do trem.
Um outro fato significativo é que o monotrilho,por ser suspenso, acabará com isolamento não só das comunidades de borda da orla do Subúrbio,provocado pela  via permanente do sistema de trens, restringindo atualmente a travessia da linha, com redução de riscos de acidentes,em poucos locais onde existem as chamadas passagem de nível.
O espaço livre embaixo da estrutura do monotrilho poderá e deverá ser utilizado ao longo de toda linha litorânea,como área de interatividade para as comunidades,com a implantação de áreas de lazer, esportes, gastronomia,espaços culturais e a implantação de ciclovias.

monotrilhos de São Paulo
modelo do monotrilho de Salvador


4º) Tarifa
Uma outra questão que vem sendo questionada pelos grupos que se opõe ao monotrilho é quanto o preço da tarifa,alegam eles que a atual tarifa do trem de R$0,50 subirá para R$4,00. Sem contar a população da RMS(Simões Filho),que também será beneficiada pelo novo modal, cerca de 600 mil pessoas que habitam no subúrbio irão se beneficiar com a implantação do monotrilho.
Atualmente o atual sistema de trens do subúrbio transporta apenas 12 mil passageiros por dia,sendo 6 mil de ida e 6 mil de volta,o que significa que apenas 2% da população total do subúrbio paga hoje uma tarifa de R$0,50,os 98% restantes já pagam R$4,00 por um péssimo serviço de transportes por ônibus,sendo transportados em veículos velhos,sem conforto,superlotados,sujos,sujeitos a atrasos de viagens,engarrafamentos e assaltos,com viagens longas e demoradas,ainda sujeito a ocorrência de acidentes.
Se o monotrilho já estivesse em operação os "clientes" do sistema pagariam uma tarifa de R$3,70 por uma viagem única no monotrilho,ou R$4,00 por uma viagem integrada, ônibus, Monotrilho, ônibus, assim como já ocorre atualmente no sistema Metroviário de Salvador.
Com relação a população mais carente que usa atualmente o trem e paga R$0,50, o Gov. do Estado deverá elaborar um estudo para criar algum mecanismo ou ação compensatória,que possa atender a essa parcela da população.

5º)Recuperação do atual sistema de trens
Não é tão fácil e menos custoso como alardeiam os opositores do monotrilho a recuperação do atual sistema,como se fosse simplesmente colocar algumas composições novas em operação na linha e estaria resolvido o problema.
Não é assim tão fácil nem tão pouco muito barato.O atual sistema já muito desgastado e sem ter sofrido nenhuma modernização ao longo de décadas,terá que ser totalmente reconstruído.Para que se possa ter um sistema com mais agilidade e mais velocidade será preciso substituir a atual bitola métrica,que limita a velocidade dos trens em 60 km/h, por uma bitola larga de 1,43,para que os trens operem com mais segurança e com uma velocidade maior. Modernizar as atuais sub-estações existente e a construção de mais outras para que juntas possam suportar uma carga de 20 composições ou mais(equivalente ao monotrilho), em operação tipo carrocel.Implantação de um sistema moderno de sinalização  e controle(O anjo da guarda dos trens),vital para uma operação segura e eficiente,construir a via férrea dupla, entre Paripe  e Simões Filho(Ilha de São João),reformar e construir algumas novas estações,construção de um novo patio de manobras e mais o depósito e oficina de manutenção para os trens. E como chegar com um "trem pesado" no Comercio a não ser por meio de um elevado saindo da Calçada ao Terminal da França?...Quanto custaria tudo isso?,talvez pelo baixo uns R$3 bi(?), e de onde viria o financiamento para tudo isso?....nas atuais circunstâncias,apontem a fonte.
Alegar que a via férrea passou por reformas e que recursos foram gastos para isso é mais uma grande  balela,não fossem feitas  manutenções básicas, preventivas e obrigatórias no sistema, hoje não teríamos sequer um "trole" circulando na linha,fora os riscos de acidentes graves em função da falta de manutenção.
Quanto uma futura implantação de um sistema de trens Intercidades,o mesmo deverá partir de uma estação integrada ao monotrilho próxima a Paripe ou em Simões Filho,diminuindo os custos de operação e manutenção do sistema.

trem ACF/GE da CTB/Salvador
Considerações finais
A nossa abordagem não tem cunho político ou partidário, nem sequer o monotrilho faz parte da nossa preferência pessoal, mais entendemos que não temos o direito de colocar as nossas vaidades, preferências ou interesses pessoais, sejam eles de quaisquer natureza, acima de um interesse maior, ou seja,"acima do interesse público", seria uma atitude desonesta e desleal, penalizar uma população que sofre diariamente as consequências de um sistema de transportes ruim,de péssima qualidade em todos os sentidos,e não pode e não deve ser privada de poder contar com um sistema no mesmo nível do Metrô,que já opera na outra parte da cidade.A população do Subúrbio também tem os mesmos direitos e merece respeito.
Salvador Sobre Trilhos  28/12/2019

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Gov. Rui Costa(BA) assina nesta terça-feira (10) ordem de serviço para início das obras do Monotrilho

Transportes sobre trilhos  🚄

O Monotrilho vai ligar o bairro do Comércio, em Salvador, à localidade Ilha de São João, em Simões Filho, município da região metropolitana.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A ordem de serviço para a implantação do Monotrilho será assinada nesta terça-feira (10), às 9h, na Estação ferroviária da Calçada. O Monotrilho vai ligar o bairro do Comércio, em Salvador, à localidade Ilha de São João, em Simões Filho, município da região metropolitana.
As obras do VLT terão um custo de aproximadamente R$ 2 bilhões. O novo sistema vai facilitar a vida de quem mora na região e gerar mais oportunidades de negócios e emprego na região do Subúrbio Ferroviário.
Com informações da Secom BA 09/12/2019

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Monotrilho é apresentado a líderes comunitários do Subúrbio Ferroviário

Transportes sobre trilhos  🚄

O Monotrilho vai ligar Salvador à Ilha de São João, em Simões Filho, município da região metropolitana.“Convidamos todas as lideranças do subúrbio para apresentarmos o projeto. A ideia é formar um fórum com os líderes dessas comunidades para acompanhar não apenas as obras, mas também o funcionamento de toda a operação.

Da Redação
foto-ilustração/arquivo
Os detalhes do projeto do Monotrilho foram apresentados a líderes comunitários do Subúrbio Ferroviário de Salvador nesta terça-feira (27), no auditório da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur). O objetivo do evento, conduzido por representantes do Governo do Estado, foi informar à população como vão funcionar as obras, que têm início previsto para outubro. O Monotrilho vai ligar Salvador à Ilha de São João, em Simões Filho, município da região metropolitana.
“Convidamos todas as lideranças do subúrbio para apresentarmos o projeto. A ideia é formar um fórum com os líderes dessas comunidades para acompanhar não apenas as obras, mas também o funcionamento de toda a operação. Vamos construir conjuntamente um calendário de visitas a todos os bairros, mostrando como será o projeto, como os moradores podem chegar às estações, quais ônibus pegar, quais são as vias de pedestres. Será uma oportunidade de conhecê-los e de fazer com que participem da implantação desse projeto”, explicou a superintendente de mobilidade da Sedur, Grace Gomes.
De acordo com José Dalmo, líder comunitário de Itacaranha, o diálogo aberto ajuda a aproximar a comunidade da obra. “O fato de termos sido chamados aqui mostra que o Governo do Estado está empenhado em fazer desse projeto uma grande transformação para os moradores do subúrbio. Essa obra irá trazer um desenvolvimento muito grande para nossa comunidade, principalmente para quem mora na região de Itacaranha e tem dificuldade de se locomover pela cidade”, afirmou.
O consórcio Skyrail Bahia, composto pelas empresas Build Your Dreams (BYD Brasil) e Metrogreen, será responsável pela implantação e operação do sistema. No encontro, o diretor técnico do consórcio, Alexandre Barbosa, destacou que "quanto mais a população se envolver neste projeto, melhor. Toda a comunidade vai entender os benefícios que este meio de transporte rápido e eficiente trará para a sociedade".

Monotrilho
Com capacidade para transportar cerca de 150 mil usuários por dia, o Monotrilho é movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes que prejudicam o meio ambiente. As atuais dez estações dos trens do subúrbio serão desativadas e reaproveitadas para prestação de outros serviços à comunidade, como postos da Polícia Militar e centros de atendimento. As obras envolvem um investimento de R$ 2 bilhões.
A integração física do Monotrilho com o sistema de Metrô de Salvador se adequará à lógica de mobilidade do Governo do Estado, que viabiliza o funcionamento dos modais em um sistema de rede, através de serviços complementares. O projeto prevê uma ligação com quatro estações entre a região de São Joaquim, passando pela Via Expressa e fazendo a integração com o sistema metroviário no Acesso Norte, perfazendo um total de 22 quilômetros de extensão.
Com informações da Secom BA  28/08/2019

VEJA TAMBÉM - PORQUE O MONOTRILHO EM SALVADOR

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

PORQUE O MONOTRILHO EM SALVADOR

Transportes sobre trilhos 🚄

Qual seriam as opções para melhorar a qualidade do transporte sobre trilhos que atende atualmente de maneira precária a uma pequena parcela(2%) da população da região do subúrbio ferroviário hoje estimada em 600 mil habitantes? A população do Subúrbio Ferroviário,mais os moradores de Ilha de São João,tem o mesmo direito de ter um sistema de transporte com a mesma qualidade do Metrô que opera em outra parte da cidade de Salvador.

Luis Prego
Salvador Sobre Trilhos

foto - ilustração/arquivo
Bem....é preciso ficar bem claro que não é VLT, que se entenda de uma vez por todas,que o novo sistema de transportes sobre trilhos proposto para substituir os velhos trens do subúrbio é um MONOTRILHO.
Qual seriam as opções para melhorar a qualidade do transporte sobre trilhos que atende atualmente de maneira precária a uma pequena parcela(2%) da população da região do subúrbio ferroviário hoje estimada em 600 mil habitantes?

Opção pelos Trens
1º) Comprar trens novos seria uma boa opção?.... Comprar apenas trens novos seria o mesmo que usar roupas novas, sem estar tomando banho a um bom tempo.Todo o sistema está desgastado,defasado e teria que passar por uma ampla e grande reforma e uma modernização total,para receber os trens novos com as modernas tecnologias hoje existentes.Um outro problema seria como levar o trem pelas vias urbanas,no trajeto entre Calçada e o Terminal da França no Comércio,segundo propõe o novo projeto.
2º) O sistema de VLT seria uma boa opção,apesar de manter a segregação da via permanente impedindo na maior parte da sua extensão o acesso as praias e ao mar,de maneira mais fácil,das comunidades que moram no seu entorno ou próximas da orla marítima.Além disso nenhuma empresa se propôs a apresentar um projeto de sistema de VLT,na licitação realizada pelo Gov. do Estado aberta aos vários modais sobre trilhos existentes,inclusive um metrô.
O sistema de trens de Salvador opera atualmente com composições já com 70 anos de uso (os Toshibas, Amarelinhos oriundos da Ferrovia Sorocabana) e 60 anos os ACF/GE. O custo de uma reforma,incluindo via permanente,estações de embarque,sub-estações e rede aérea,implantação de sistema moderno de sinalização e controle(essencial para operação segura dos trens e inexistente no atual sistema),CCO,novo pátio de manobras,novo depósito de trens e a compra de novas composições poderiam custar até mais do que o preço de implantação do novo sistema.Manter os atuais trens em serviço,devido a idade e o tempo de uso dos mesmos,que já não dispõe mais de peças de reposição,torna a cada dia mais oneroso a sua operação e manutenção já extremamente deficitária financeiramente e também na prestação de serviço.A falta de peças de reposição para manutenção dos velhos trens,obriga a CTB(Cia de Transportes da Bahia,que administra os trens do subúrbio e a concessão de Metrô) a recorrer a prática do canibalismo,ou seja,retirar peças de uma composição já inoperante por algum tipo de problema técnico,para suprir a reposição de peças danificadas das composições que ainda estão em operação,tudo isso somado a um esforço técnico redobrado da equipe de manutenção.O sistema que já passou pelas extintas ferrovias,Leste Brasileira,RFFSA(Rede Ferroviária Federal S/A) ,CBTU(Cia Brasileira de Trens Urbanos) e CTS(Cia de Transportes de Salvador) já vinha sendo sucateado ao longo de décadas,sem que tenha sido realizada uma renovação da frota,a modernização do sistema e dos meios operacionais.O sistema já opera no limite máximo da sua capacidade de vida útil.

Vantagens do Monotrilho
Ai vem as vantagens do novo projeto de implantação do Monotrilho ligando o bairro do Comercio ao Subúrbio Ferroviário e chegando na Ilha de São João no município de Simões Filho na RMS.
Um dos pontos favoráveis do novo sistema é o custo da obra,calculada em R$2.0 bi para os 22km  ,ou R$90.900  mi o custo do KM/construído.Só para efeito de comparação,a linha 15 Prata do monotrilho de SP(cuja obra ainda se arrasta),em 2016 já tinha o seu custo calculado em R$365 milhões por Km/construído,ou seja,1 Km construído do Monotrilho de Salvador custará 1/4 desse valor.Está também previsto dentro do projeto a ligação da linha principal do Monotrilho,através de uma 2ª linha saindo de São Joaquim passando pela Via Expressa, com a estação Acesso Norte do sistema metroviário de Salvador.
Uma outra vantagem do Monotrilho,é a quebra do isolamento das praias e do mar da população que mora na borda da orla e no seu entorno,causado pela linha férrea existente,ou pelo sistema de VLT caso o mesmo fosse implantado.O espaço livre,embaixo do vão do Monotrilho,proporcionará um acesso fácil a toda faixa de praia e poderá ser destinado a prática de diversas atividades sociais culturais,esportivas e de laser com a implantação de equipamentos,para as comunidades locais e visitantes.
A população do Subúrbio Ferroviário,calculada em 600 mil habitantes,tem o mesmo direito de ter um sistema de transporte com a mesma qualidade do Metrô que opera em outra parte da cidade saindo do centro e chegando a BR 324 em Pirajá e a Lauro de Freitas na RMS,na direção ao litoral norte.O atual sistema de trens do subúrbio,já transportou nos seus áureos tempos cerca de 80 mil pasgs. por dia,isso a muitas décadas atrás,hoje mal consegue transportar cerca de 12 mil/pasgs. nos dois sentidos,calculando-se uma defasagem na capacidade de atendimento de demanda atual de 138 mil pasgs. dia/transportados, podendo chegar a um numero um pouco maior,considerando os horários de pico.

A Tarifa
Um dos pontos debatidos pelos poucos "resistentes" ao novo sistema,é o custo da tarifa do trem que hj é de R$0,50 e passará para R$4,00,ressaltando que esse é o valor da tarifa cobrada atualmente nos ônibus de Salvador.Acontece que o sistema de transportes por ônibus que atende a toda a região do Subúrbio é tão ruim quanto os atuais trens em operação,com uma péssima prestação de serviço,com ônibus geralmente de péssima qualidade,sempre muito cheios,enfrentando engarrafamentos diários com viagens longas e demoradas.Considerando que o atual sistema de trens atende uma pequena fração da população do subúrbio(cerca de 12 mil pasgs/dia),o que equivale a 2% dos 600 mil habitantes que costumeiramente se deslocam por ônibus e já pagam a tarifa de R$4,00, sendo que passarão a contar com um sistema moderno,seguro com conforto,segurança,rapidez e horários regulados,com intervalos de tempo de viagens reduzidos,além do que poderão contar com uma integração intermodal,certamente terão um ganho incomensurável na qualidade do serviço,o que também impactará de maneira positiva na qualidade de vida de todos os seus usuários.
Quanto aos 2% da população que usa os atuais trens diariamente,tem dentro desse percentual,uma parcela mais carente que não pode ser desprezada e deve se encontrar uma solução equilibrada que não a exclua do uso do novo sistema.
Por tudo isso qualquer tentativa movida seja por, "interesses de qualquer natureza" colocados acima do "interesse público", de negar aos 600 mil moradores da região do Subúrbio,somando ai os moradores de ilha de São João,o direito de acesso a um sistema de transporte,moderno e eficiente,não parece ser algo justo e recomendável para com essa grande parcela da população da cidade,que também merece ser beneficiada com um novo sistema e uma nova opção de transporte público.
Pregopontocom 26/08/2019

trens Toshiba/CTB Salvador

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Projeto do Monotrilho é apresentado na Câmara Municipal de Salvador

Transportes sobre trilhos  🚄

O Monotrilho vai ligar Salvador à Ilha de São João, em Simões Filho, município da região metropolitana. A proposta é que o equipamento também chegue à estação Acesso Norte do metrô, perfazendo um total de 22 quilômetros de extensão."A obra completa demora aproximadamente dois anos, mas nós vamos entregar em etapas", explicou Rui. 

Da Redação
foto - Fernando Vivas/Gov.BA
As obras do Monotrilho de Salvador serão iniciadas em outubro. Nesta quarta-feira (14), o projeto foi apresentado pelo governador Rui Costa na Câmara Municipal de Salvador, em evento histórico. Pela primeira vez, a Casa Legislativa recebe um governador para estabelecer o diálogo com os vereadores.
O Monotrilho vai ligar Salvador à Ilha de São João, em Simões Filho, município da região metropolitana. A proposta é que o equipamento também chegue à estação Acesso Norte do metrô, perfazendo um total de 22 quilômetros de extensão.
"A obra completa demora aproximadamente dois anos, mas nós vamos entregar em etapas", explicou Rui. "É um projeto de transporte moderno, de última geração, o mesmo equipamento que existe nas cidades mais modernas do mundo. Ele vai ligar Simões Filho a Salvador, atendendo ao Comércio e integrando com a estação do metrô no Acesso Norte. Portanto, é uma transformação completa na mobilidade urbana da região metropolitana".
O governador destacou ainda que o preço da passagem será o mesmo do serviço de metrô. "Hoje é cobrado o valor do trem da década de 50, um serviço de péssima qualidade, sem conforto, de 20 em 20 minutos, que não atende com a qualidade de um serviço moderno, que respeite a população. O Monotrilho terá exatamente o mesmo padrão do metrô. É um equipamento tão moderno quanto o metrô", acrescentou.
O investimento é de R$ 2 bilhões e, junto com a obra do novo trecho do metrô, serão gerados mais de cinco mil empregos. "Nós vamos revalorizar e ressignificar o subúrbio de Salvador, a área mais bonita da cidade, que ficou esquecida por muitas décadas. Não há, em todo Nordeste, uma região como a Baía de Todos-os-Santos. Aquele paisagismo do Comércio, do Subúrbio, da Calçada, de Itapagipe, ninguém mais tem. Isso precisa ser valorizado", finalizou.
Com informações da Secom BA 14/08/2019

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Na China, consórcio anuncia conclusão do projeto conceitual do Monotrilho de Salvador

Transportes sobre trilhos  🚄

A entrega do documento, que faz parte do cronograma de implantação do Monotrilho, será feita até esta sexta-feira (17). Os últimos detalhes do projeto serão concluídos após ajustes técnicos debatidos hoje, durante a reunião.A informação foi anunciada ao governador Rui Costa durante reunião realizada na sede da Build Your Dreams (BYD), empresa que forma, junto com a Metrogreen, o consórcio Skyrail Bahia, cujo contrato com o Governo do Estado foi assinado em fevereiro deste ano. 

Da Redação
foto - Diego Mascarenhas/Gov BA
O projeto conceitual do Monotrilho, que terá obras iniciadas em 2019, e ligará o Comércio , em Salvador, até a Ilha de São João, no município de Simões Filho, já foi concluído. A informação foi anunciada ao governador Rui Costa durante reunião realizada na sede da Build Your Dreams (BYD), empresa que forma, junto com a Metrogreen, o consórcio Skyrail Bahia, cujo contrato com o Governo do Estado foi assinado em fevereiro deste ano. O encontro ocorreu na cidade de Shenzen, na tarde desta quarta-feira (15), último dia de agenda do governador em missão internacional na China. A entrega do documento, que faz parte do cronograma de implantação do Monotrilho, será feita até esta sexta-feira (17). Os últimos detalhes do projeto serão concluídos após ajustes técnicos debatidos hoje, durante a reunião.
Com cerca de 20 quilômetros de extensão, 22 estações e capacidade para transportar cerca de 150 mil usuários por dia, o modal será do tipo monotrilho, movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes que prejudicam o meio ambiente. Cada composição é formada por quatro carros, que tem capacidade para levar 150 pessoas, totalizando 600 passageiros por veículo. Em horário de pico, o sistema contará com um vlt a cada quatro minutos. A obra será realizada por meio da modalidade de Parceria Público-Privada (PPP).
Ainda na sede da BYD, o governador andou no modelo do equipamento que será implantado em Salvador e publicou um vídeo nas redes sociais mostrando a experiência. "Estou aqui conhecendo toda a tecnologia utilizada na produção dos trens do Monotrilho que nós vamos implantar no subúrbio da capital baiana e em Simões Filho. É um belíssimo equipamento", afirmou Rui.
O secretário estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Sérgio Brito, acompanhou o governador na reunião. "Foi uma experiência fantástica. Visitamos a empresa e estivemos dentro do modelo de trem que estará em Salvador. É um equipamento de primeira qualidade e de primeira linha, que tem alta performance e é referência mundial. Será um grande empreendimento para a nossa capital", ressaltou Sérgio. Também fizeram parte da comitiva os secretários da Casa Civil, Bruno Dauster e o senador Jaques Wagner.
Com informações da Secom BA  16/05/2019

quarta-feira, 20 de março de 2019

Monotrilho do Subúrbio de Salvador é tema de reunião entre Sedur BA e o consórcio Skyrail Bahia

Transportes sobre trilhos  🚇

Após a assinatura do contrato, em fevereiro de 2019, a previsão é que a obra tenha início em até seis meses.Esse projeto é a ‘menina dos olhos’ da BYD, já que o  Monotrilho do Subúrbio será o primeiro modal do tipo monorail a ser implantado pela empresa fora da China.Além do secretário da Sedur, o chefe de gabinete da pasta, Antonio Carlos Dultra, a superintendente de Mobilidade da Sedur, Grace Gomes, o presidente da Companhia de Transportes da Bahia (CTB), Eduardo Copello, e o presidente da BYD Brasil, Tyler Li, participaram do encontro.

Da Redação
foto ilustração/arquivo
Representantes do consórcio Skyrail Bahia, empresa que será responsável pelo Monotrilho do Subúrbio Ferroviário de Salvador, estiveram na Sedur, nesta terça (19), para discutir o andamento dos processos para futura instalação do modal. Recebidos pelo secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Sérgio Brito, e sua equipe técnica, os representantes do consórcio, composto pelas empresas BYD Brasil e Metrogreen, destacaram a capacidade de transporte e integração do modal.
Após a assinatura do contrato, em fevereiro de 2019, a previsão é que a obra tenha início em até seis meses. 

foto - Iamara Andrade/Sedur
“Queremos chegar o mais rápido possível ao nosso objetivo de implantar esse novo sistema e assim beneficiar a população dessa importante região de Salvador, o Subúrbio Ferroviário, com um transporte moderno, tecnológico, rápido e seguro”, disse o secretário da Sedur.
“Esse projeto é a ‘menina dos olhos’ da BYD, já que o  Monotrilho do Subúrbio será o primeiro modal do tipo monorail a ser implantado pela empresa fora da China.Temos certeza de que será algo primoroso e pretendemos replicar esse projeto em outros países”, afirma Alexandre Barbosa, diretor técnico da BYD Brasil.
Além do secretário da Sedur, o chefe de gabinete da pasta, Antonio Carlos Dultra, a superintendente de Mobilidade da Sedur, Grace Gomes, o presidente da Companhia de Transportes da Bahia (CTB), Eduardo Copello, e o presidente da BYD Brasil, Tyler Li, participaram do encontro. A empresa chinesa BYD é considerada pioneira na fabricação de veículos elétricos e placas fotovoltaicas, além de ser referência na produção de energia limpa e renovável no mundo.

Monotrilho do Subúrbio
O Sistema de Monotrilho, ligará o Comércio, em Salvador, até a Ilha de São João, no município de Simões Filho e será integrado ao metrô da capital baiana. Com cerca de 20 quilômetros de extensão, 22 estações e capacidade para transportar cerca de 150 mil usuários por dia, o monotrilho é movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes que prejudicam o meio ambiente. O sistema irá substituir os trens que fazem a linha da Estação da Calçada ao bairro de Paripe, no Subúrbio Ferroviário, beneficiando os mais de 600 mil moradores da região.
Com informações da Sedur  19/03/2019

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Trens do Subúrbio de Salvador tem horário de funcionamento alterado neste sábado

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃🚃

A operação dos trens do Subúrbio de Salvador será suspensa neste sábado,15, a partir das 12h30 para realização de manutenção programada na rede elétrica aérea, que alimenta as composições de trens do sistema.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo

A Companhia de Transporte do Estado da Bahia (CTB) informa que a partir das 12h30 deste sábado (15), a operação dos trens do subúrbio será suspensa para que seja feita a manutenção programada na rede área de energia do sistema.
Os últimos trens partem das extremidades do sistema - as estações Calçada e Paripe - ao meio-dia. Até às 12h30, as demais estações permanecem abertas para o embarque e o desembarque de passageiros. A partir desse horário, equipes técnicas da CTB e da empresa contratada especializada iniciam o serviço de manutenção no sistema elétrico dos trens.
O serviço será feito também no domingo (16), durante todo o dia. O sistema de trens do subúrbio volta a operar normalmente na próxima segunda-feira (17), a partir das 06h.

Trens do Subúrbio
O sistema normalmente funciona de segunda à sábado, das 06h às 20h, realizando o trajeto entre a estação da Calçada e o bairro de Paripe. Os valores da passagem são R$ 0,50 (inteira) e R$ 0,25 (meia), com gratuidade para pessoas a partir dos 60 anos.
Com informações da Secom BA  14/12/2018

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Consórcio do monotrilho de Salvador tem até 10 de outubro para assinar PPP

Transportes sobre trilhos  🚄

A Comissão de Licitação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) da Bahia publicou o resultado dia 8 de agosto no Diário Oficial. A previsão dada pelo diretor da BYD é que o sistema entre em operação em um prazo de 28 meses contados a partir da assinatura do contrato.O sistema trará uma substancial melhoria na qualidade do transporte público e no cotidiano das pessoas por meio da redução dos tempos de viagens, conforto e segurança proporcionados pelo novo sistema”, diz Eduardo Copello, presidente da CTB (Companhia de Trens da Bahia).

Revista Ferroviária
foto - ilustração/arquivo
O diretor da chinesa BYD (Build Your Dreams) no Brasil, Alexandre Liu, disse que o Consórcio Skyrail Bahia (formado pela sua empresa e pela Metrogreen) tem até o dia 10 de outubro para assinar o contrato de Parceria Público-Privada do leilão do monotrilho de Salvador, um negócio de R$ 1,5 bilhão. A Comissão de Licitação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) da Bahia publicou o resultado dia 8 de agosto no Diário Oficial. A previsão dada pelo diretor da BYD é que o sistema entre em operação em um prazo de 28 meses contados a partir da assinatura do contrato
Liu disse que já foi dado início ao processo de constituição da SPE (Sociedade de Propósito Específico) e que se trata de um projeto muito importante para a BYD. “Vamos fazer esse negócio dar certo”. Segundo ele, a maior dificuldade diz respeito à documentação. “São duas culturas diferentes e tudo tem que ser traduzido da China. É um processo bem trabalhoso”.
“O sistema trará uma substancial melhoria na qualidade do transporte público e no cotidiano das pessoas por meio da redução dos tempos de viagens, conforto e segurança proporcionados pelo novo sistema”, diz Eduardo Copello, presidente da CTB (Companhia de Trens da Bahia).

foto - ilustração/arquivo
Funcionários dos trens de subúrbio
Os ferroviários dos trens suburbanos ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Ferroviário e Metroviário dos Estados da Bahia e Sergipe (Sindiferro) realizaram greve entre os dias 04 e 05 de setembro. Entre os motivos para a paralisação está a possível demissão em massa de 400 trabalhadores com o advento do VLT/Monotrilho, afirmou, em nota, Paulino Moura, coordenador-geral do Sindiferro.
Copello disse que a própria nota do sindicato afirma que o governador Rui Costa sinalizou, em suas redes sociais, que os trabalhadores dos trens de subúrbio deverão permanecer na empresa mediante treinamento e capacitação. “A empresa continua e os funcionários passarão por readequação para desempenho de novas funções ajustadas ao perfil da empresa”, afirmou.
Fonte - Revista Ferroviária  10/09/2018

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Governo do Estado anuncia vencedor de licitação do VLT do Subúrbio de Salvador

Transportes sobre trilhos  🚄

A aprovação da proposta econômica foi realizada no modelo de Parceria Público Privada (PPP), com desconto de 0,01% na contraprestação anual, que será de R$152.977.352,12.O modal metropolitano, que ligará a região do Comércio de Salvador até a Ilha de São João, no município de Simões Filho, será do tipo monotrilho, movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes que prejudicam o meio ambiente. O investimento total previsto do VLT é de R$ 1.5 bilhão.

Da Redação
ilustração
O Consórcio Skyrail Bahia, composto pelas empresas Build Your Dreams - BYD Brasil e Metrogreen, foi o vencedor da licitação para implantação e operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do Subúrbio Ferroviário de Salvador. A aprovação da proposta econômica foi realizada no modelo de Parceria Público Privada (PPP), com desconto de 0,01% na contraprestação anual, que será de R$152.977.352,12.
O modal metropolitano, que ligará a região do Comércio de Salvador até a Ilha de São João, no município de Simões Filho, será do tipo monotrilho, movido à propulsão elétrica, sem emissão de agentes poluentes que prejudicam o meio ambiente. O investimento total previsto do VLT é de R$ 1.5 bilhão.
O projeto vencedor foi analisado e aprovado pela Comissão de Licitação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), referente às Condições de Participação, Garantia da Proposta e Qualificação Técnica Operacional. Com isso, o consórcio liderado pela BYD Brasil, organização global especializada em energia limpa e atuante em 250 países, foi declarado totalmente apto para a concessão do modal.
O leilão, realizado nesta quarta-feira (23), na sede da Brasil Bolsa Balcão - B3 (fusão da BM&BOVESPA e Cetip), em São Paulo, teve a participação dos secretários estaduais da Casa Civil, Bruno Dauster, e de Desenvolvimento Urbano, Demir Barbosa. O procurador-geral do Estado, Paulo Moreno, e o presidente da Companhia de Transporte da Bahia, Eduardo Copello, também estiveram presentes.
“O compromisso do nosso Governo é fazer o VLT virar realidade. Salvador, uma das maiores cidades do país, precisa de um transporte público adequado para sua população. Avançamos muito com o metrô e com as novas vias estruturantes. Agora, vamos poder oferecer um transporte público de qualidade, seguro e confortável para quem mora, trabalha ou estuda em toda região do Subúrbio”, afirmou Dauster.
Já o secretário de Desenvolvimento Urbano destacou os próximos passos a partir da decisão desta quarta-feira (23). “É mais uma grande obra garantida que virá para mudar a vida do povo da Bahia. Agora, seguiremos os trâmites legais para homologação da concorrência e assinatura do contrato da PPP, o que já deve ocorrer em julho”, disse Demir.
Em seguida, o cronograma dos trabalhos preliminares será iniciado, incluindo as interferências na poligonal onde será implantado o VLT, com instalação do canteiro de obras e outros procedimentos. Assim, as obras devem ser iniciadas em outubro, cerca de 90 dias após a assinatura do contrato.
O edital garante a integração física do VLT com o sistema de metrô. Nesse sentido, o consórcio vencedor pretende, com investimento adicional, implantar trecho de ligação até o Retiro, ao mesmo tempo que o trecho Ilha de São João/Comércio estará em construção, passando pela Estação da Calçada. Dessa forma, o VLT estará adequado à lógica de mobilidade do Governo do Estado, que viabiliza o funcionamento dos modais em um sistema de rede, através de serviços complementares.

Veículo Leve sobre Trilhos
O VLT, que irá substituir o atual Trem do Subúrbio, terá 19,9 quilômetros de extensão, com 22 estações. Estão previstas intervenções por trechos: o primeiro, entre o Comércio e a estação da Calçada, com 3,5 quilômetros; o segundo, entre Calçada e Baixa do Fiscal, com 1,1 quilômetro; e o terceiro, entre a Baixa do Fiscal e Ilha de São João, no município de Simões Filho, com 15,3 quilômetros.
As atuais 10 estações dos trens do Subúrbio serão desativadas e reaproveitadas para prestação de outros serviços à comunidade, como postos da Polícia Militar e centros de atendimento. O modal terá capacidade de transportar cerca de 200 mil usuários por dia.
Com informações da Secom BA  23/05/2018

quarta-feira, 14 de março de 2018

CTB conclui reforma de trem e sistema ferroviário do Subúrbio de Salvador ganha reforço na frota

Transportes sobre trilhos  🚄🚃🚃

Essa entrega é fruto de um trabalho louvável desses guerreiros que são os funcionários da CTB. Sabemos das dificuldades que são enfrentadas por conta da defasem do sistema, mas o que vemos aqui é uma equipe que, comandada pelo presidente Eduardo Copello, trabalha exaustivamente para servir a população que utiliza esse sistema”, destacou a secretária de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira, durante a entrega simbólica

Da Redação
foto -  Eric Luis Carvalho/Sedur
O sistema de Trens do Subúrbio ganhou um reforço nesta quarta-feira (14). Os funcionários da Companhia de Transportes do Estado (CTB), órgão da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), entregaram um trem reformado de volta ao sistema, que possuía dois equipamentos.
O equipamento reformado tem três vagões e capacidade para transportar até 500 pessoas por viagem. Ele passou por um processo de recuperação interna, com reformas e pinturas de cadeiras, corrimãos, paredes e demais estruturas. A partir desta quinta-feira (14), três trens já passam a atender a população.
“Essa entrega é fruto de um trabalho louvável desses guerreiros que são os funcionários da CTB. Sabemos das dificuldades que são enfrentadas por conta da defasem do sistema, mas o que vemos aqui é uma equipe que, comandada pelo presidente Eduardo Copello, trabalha exaustivamente para servir a população que utiliza esse sistema”, destacou a secretária de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira, durante a entrega simbólica.
Jusmari acrescentou que “em breve a população do Subúrbio de Salvador terá o que temos de mais moderno em termos de mobilidade com o VLT, que vai substituir esse sistema de trens. Enquanto isso, nós do Governo do Estado, Sedur e CTB seguimos trabalhando para dar conforto ao usuário que utiliza os trens”.

foto -  Eric Luis Carvalho/Sedur
Presidente da CTB, Eduardo Copello também ressaltou o papel dos funcionários da companhia na reforma. “Esse é um equipamento da década de 60, que nos impõe enormes dificuldades de manutenção, até por falta de peças de reposição. Então, devolver esse trem ao sistema é um trabalho hercúleo da equipe da CTB”, disse.
Além da entrega do trem, Jusmari, Copello e demais diretores da companhia participaram de um almoço com funcionários da CTB. A secretária ainda vistoriou o andamento das obras de reforma da estrutura do prédio da companhia, na Estação da Calçada, parada principal do sistema, que tem 13,6 quilômetros e dez estações partindo de Paripe, no Subúrbio Ferroviário.

VLT do Subúrbio
Com edital já publicado e previsão de abertura de propostas para 4 de abril, na Bovespa, em São Paulo, o VLT terá 20 quilômetros de extensão e 21 estações. Ele vai ligar o bairro do Comércio, em Salvador, à Ilha de São João, no município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
A capacidade diária do VLT será de 100 mil passageiros. A previsão de início das obras é em até 90 dias após a assinatura do contrato. O prazo da obra é de 24 meses.
Com informações da Secom BA  14/03/2018

foto -  Eric Luis Carvalho/Sedur
foto -  Eric Luis Carvalho/Sedur

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Edital do VLT do Subúrbio de Salvador será lançado até o final deste mês

Transportes sobre trilhos  🚄

O trecho a ser licitado terá aproximadamente 19 km de extensão, seguindo do Comércio até Avenida São Luiz, em Paripe, com capacidade de transportar cerca de 90 mil pessoas por dia. Todo o trajeto será percorrido em 40 minutos. As obras, que serão iniciadas no segundo semestre de 2018, devem ser concluídas em 24 meses.

Correio 24 Horas - Abifer
foto - ilustração/arquivo
O edital de licitação das obras do VLT, que ligará o Comércio até Paripe, será lançando ainda neste mês de janeiro, trazendo a obrigação, por parte dos licitantes, da apresentação de projetos para extensão do modal, que garanta a integração física com o metrô. A conexão deve ser feita através de uma ligação do Comércio até a Estação da Lapa. O modal substituirá o Sistema de Trens no Subúrbio de Salvador.
O trecho a ser licitado terá aproximadamente 19 km de extensão, seguindo do Comércio até Avenida São Luiz, em Paripe, com capacidade de transportar cerca de 90 mil pessoas por dia. Todo o trajeto será percorrido em 40 minutos. As obras, que serão iniciadas no segundo semestre de 2018, devem ser concluídas em 24 meses. O investimento necessário é estimado em R$ 1,5 bilhão. Atualmente, os trens do Subúrbio percorrem uma distância 13,6 km, contam com 10 estações e ligam os bairros de Paripe a Calçada.

Atraso
Não é a primeira vez que o edital de licitação do VLT é lançado pelo Governo do Estado. Ele foi suspenso pela Justiça duas vezes em 2017, em junho e em agosto.
O modal está atrasado em pelo menos dois anos. O primeiro projeto foi enviado para captação de recurso no Ministério das Cidades em 2011 e o edital de licitação chegou a ser anunciado para 14 de agosto de 2015. O certame foi adiado diversas vezes. A primeira foi por ajustes técnicos nos projetos solicitados pela Prefeitura e a segunda, prevista para 2016, foi devido à mudança no regime de financiamento da obra.
A intervenção de R$1,5 bilhão seria custeada com recursos do governo federal, por meio do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). O envio da verba acabou sendo suspenso pela esfera federal e a modalidade de contratação foi alterada para Parceria Público Privada.
Fonte - Abifer  11/01/2018

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Aberta a Consulta Pública para o VLT do Subúrbio de Salvador

Transportes sobre trilhos 🚄

O objetivo da Consulta Pública é recolher contribuições e informações, que subsidiarão a elaboração final do edital, da minuta do contrato e demais documentos apresentados”, explicou a diretora de Programas e Projetos de Mobilidade, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Ana Cláudia Nascimento.

Da Redação
foto - Divulgação
Foi publicado no Diário Oficial, desta quarta-feira (21), o aviso da Consulta Pública sobre o projeto de Parceria Público Privada (PPP) destinada à implantação, operação e manutenção do Veículo Leve sobre Trilhos - VLT. A Consulta é aberta a pessoas físicas e jurídicas.
“O objetivo da Consulta Pública é recolher contribuições e informações, que subsidiarão a elaboração final do edital, da minuta do contrato e demais documentos apresentados”, explicou a diretora de Programas e Projetos de Mobilidade, da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Ana Cláudia Nascimento. Para participar, basta acessar os documentos (disponíveis aqui) e enviar sugestões via e-mail (vltsalvador@sedur.ba.gov.br) ou protocolar na própria sede da Sedur, no CAB.

VLT 🚄
Com 18,5 quilômetros de extensão e 21 estações, o Veículo Leve sobre Trilhos irá substituir o atual Trem do Subúrbio. A previsão é de início das obras em até 90 dias após a assinatura do contrato, com prazo para conclusão de 36 meses.
Estão previstas intervenções em duas fases: a primeira, entre o Comércio e Plataforma, tem 9,4 km; a segunda, entre Plataforma e São Luiz, tem 9 km. O valor estimado é em torno de R$ 1,5 bilhão.
Conforme o projeto, os usuários do VLT estarão integrado às linhas 1 e 2 do metrô e aos roteiros do BRT (Transporte Rápido por Ônibus) metropolitano. A perspectiva é de beneficiar mais de 1,5 milhão de moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador.
Atualmente, a malha ferroviária que liga Paripe à Calçada é de 13,6 quilômetros. As atuais 10 estações serão desativadas e reaproveitadas para prestação de outros serviços à comunidade, como postos da Polícia Militar e centros de atendimento. Os equipamentos não serão utilizados para o VLT por causa das diferenças entre os modais.
Com informações da Sedur Ba.  21/12/2016

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Representantes do governo francês discutem projetos de mobilidade na Bahia

Transportes sobre trilhos

Os franceses questionaram detalhes do estudo do sistema de transporte que vai substituir os trens do subúrbio, e cujo edital em forma de Parceria Público Privada (PPP) será lançado neste ano. A comitiva, que já teve outros encontros com o secretário da Sedur em 2015, ouviu atualizações sobre a segunda etapa do projeto do VLT

Da Redação
foto - Daniele Rodrigues
Representantes da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), braço do governo francês voltado para a cooperação financeira com o setor público de outros países, reuniram-se com o secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Carlos Martins, nesta quarta-feira (17). Os temas do encontro foram os projetos de mobilidade desenvolvidos pela Sedur em Salvador, especialmente o VLT. Além do secretário, a superintendente de mobilidade da Sedur,Grace Gomes, o presidente da CTB, Eduardo Copello, e o diretor da Sumob, Márcio Tourinho, também participaram do encontro.
Os franceses questionaram detalhes do estudo do sistema de transporte que vai substituir os trens do subúrbio, e cujo edital em forma de Parceria Público Privada (PPP) será lançado neste ano. A comitiva, que já teve outros encontros com o secretário da Sedur em 2015, ouviu atualizações sobre a segunda etapa do projeto do VLT, como a nova possibilidade de articulação direta com o metrô, partindo da estação Retiro, com uma ligação na parada Santa Luzia, do VLT. Além da primeira ligação em estudo, do Comércio à Lapa.
Na primeira etapa de implantação, o VLT substituirá o trem do subúrbio, e o trajeto ainda será ampliado, compreendendo 21 paradas, entre a Avenida São Luís, em Paripe, e o Comércio.
AFD - A AFD iniciou suas atividades no Brasil em 2007. A Agência já firmou acordos com governos e prefeituras para contratação de estudos e elaboração de planos estratégicos destinados à mobilidade urbana e tem amplo know-how em projetos de teleféricos (financiou o de Medelín, na Colômbia, o de Quito, no Equador, e também no Rio de Janeiro), tecnologias inovadoras e sistemas de transportes inteligentes.
Com informações da Sedur Ba.  17/02/2016 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

VLT do Subúrbio de Salvador,obras devem começar em 2016

Transportes sobre trilhos

A prorrogação do prazo se deve a ajustes técnicos que estão sendo feitos no edital para que a execução da obra seja viabilizada, mas a Casa Civil não informou quais seriam essas adaptações. 

Por Yuri Abreu 
C/informações da Tribuna da Bahia
foto - ilustração
Estimadas para iniciar no mês de novembro deste ano, as obras do VLT que vai do Subúrbio Ferroviário ao Comércio, podem começar no ano que vem. O motivo é o edital que deveria ter sido lançado no último dia 14 de agosto – data anunciada pelo secretário estadual da Casa Civil, Bruno Dauster –, foi adiado. Segundo a assessoria de comunicação da pasta, o lançamento deve acontecer ainda neste semestre.
A prorrogação do prazo se deve a ajustes técnicos que estão sendo feitos no edital para que a execução da obra seja viabilizada, mas a Casa Civil não informou quais seriam essas adaptações. Já o valor da obra, que inicialmente estava orçado em R$ 1,1 bilhão, também deve passar por ajustes, de acordo com a assessoria de comunicação, mas o novo valor também não foi divulgado.
A expectativa é de que as obras sejam iniciadas cerca de 90 dias após o lançamento do edital de licitação, mediante a assinatura da ordem de serviço, e fiquem prontas em três anos. Estão divididas em duas fases. A primeira será entre o Comércio e Plataforma, com 9,4 km de extensão. Já a segunda, entre Plataforma e a Avenida São Luiz, terá nove km, totalizando 18,4 km. A etapa inicial tem o valor de R$ 552 milhões e já tem recursos assegurados pelo Governo Federal. Outros R$ 548 milhões viriam do próprio estado. Há ainda a perspectiva de que haja um acréscimo de 1,5 km na extensão do VLT, ligando-o da Calçada até a Estação da Lapa.
Atualmente gerido pela Companhia de Trens do Estado da Bahia (CTB), o sistema de trens do Subúrbio tem a extensão de 13,5 km e possui 10 estações de parada, que vão dos bairros da Calçada até Paripe. No novo projeto, já com o VLT, a expectativa é de que o número de estações aumente: 21. Dentre as mudanças destacadas pelo governo do estado para o sistema de transporte estão à demolição das atuais estações para dar lugar a novas estruturas mais simples, modernas e dentro das normas internacionais de acessibilidade. A expectativa é de que mais de 1,5 milhão de pessoas sejam beneficiadas com as mudanças.
Fonte - Tribuna da Bahia  25/08/2015