UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Museu virtual do transporte

Transportes  🚌  🚄  🚇  🚢

A intenção é que ele seja uma referência histórica e cultural para o setor de transportes e para a sociedade em geral. "Será criada uma linha do tempo que abrangerá as várias épocas da história dos transportes e a inter-relação com os diversos modais.

Portogente
divulgação/Portogente
A Fundação Memória do Transporte (FuMTran) - instituída em 1996 pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), com a missão de preservar a memória e a cultura do transporte brasileiro em todos os seus modais - dá início a uma nova etapa e cria o portal "Memória do Transporte Brasileiro", um museu virtual.
Com recursos da Lei Rouanet, o projeto, já em fase de execução, para começar a ser veiculado ainda em 2020, conta com a experiência do museólogo Fábio Magalhães, em apoio à equipe da FuMTran, que tem a missão de reunir e digitalizar cerca de 20 mil itens que deverão compor o acervo inicial para consulta pública, via internet.
Para o presidente da FuMTran, Geraldo Vianna, que atua na área desde 1970 como advogado, empresário e dirigente de diversas entidades do setor, "esta iniciativa permitirá compreender melhor a evolução dos meios de transporte em nosso país e, por consequência, como e quanto eles contribuíram para induzir, direcionar ou limitar o próprio desenvolvimento econômico e social do Brasil".
De acordo com Magalhães, o Museu Virtual, "será um portal dinâmico, aprazível, ético e participativo". A intenção é que ele seja uma referência histórica e cultural para o setor de transportes e para a sociedade em geral. "Será criada uma linha do tempo que abrangerá as várias épocas da história dos transportes e a inter-relação com os diversos modais. Porém, é necessário haver uma abordagem contemporânea. O passado nos interessa para ajudar a compreender o presente e projetar o futuro", acentua ele.
Fotos, vídeos, áudios, entrevistas e documentos serão disponibilizados em contextos que ajudem os visitantes a compreenderem melhor o quanto a mobilidade de bens e pessoas é essencial para a evolução de um povo e para a competitividade da sua economia.
Fonte - Portogente  14/01/2020

terça-feira, 1 de outubro de 2019

O futuro da Mobilidade Urbana é tema do Connected Smart Citiies e Mobillity

Mobilidade  🚌  🚄  🚇 🚗 🚢 🚲  🏃

O painel moderado por Vicente Abate contou com a participação de Paulo Fernandes de Oliveira, fundador da Scambo Consultoria; Gerald Lee, presidente da Modern Logistics; Eduardo de Paula Silva, gerente-executivo de Logística da Scania e Mauricio Losada, do Departamento de Políticas de Mobilidade da CET. 

Abifer
Foto - Sator
Nos dias 17 e 18 de setembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, na capital paulista, aconteceram o Connected Smart Cities (CSC) e o Connected Smart Mobility (CSM) 2019, promovidos pela Sator e Urban Systems.
Os eventos reuniram especialistas nacionais e internacionais e exposição de empresas, que apresentaram as tendências mundiais para o transporte urbano, destacando como a integração e a conectividade podem revolucionar a forma de os brasileiros se locomoverem nos próximos anos.
No dia 18, dentro da programação do CSM, o presidente da ABIFER, Vicente Abate, moderou o painel “A cadeia de suprimento urbana tradicional sofre uma revolução. As novas tecnologias, caminhões autônomos, delivery bots e drones nos levam a repensar a logística urbana e regional. O que o futuro reserva para o setor logístico?”.
O encontro proporcionou uma verdadeira imersão sobre as questões da logística, a revolução da mobilidade urbana por meio de investimentos, tecnologia e inovação com foco nas necessidades das pessoas.
Fonte Abifer  01/10/2019

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Lei que trata da Política Nacional de Mobilidade Urbana completa cinco anos

Mobilidade  🚶  🚇 🚌  🚢 🚲  🚗

Um dos pontos fundamentais da lei é a obrigatoriedade de municípios com mais de 20 mil habitantes elaborarem os próprios planos de mobilidade urbana – instrumento de efetivação da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Esses planos devem ser debatidos com a sociedade, que dirá o que espera, em termos de mobilidade, para o local em que vive, e estar alinhados com os planos diretores.

Natália Pianegonda
Agência CNT de Notícias
foto ilustração/arquivo
Em janeiro, completaram-se cinco anos desde que a lei que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana (12.587/2012) foi sancionada. Produto de cerca de duas décadas de debates, ela é considerada um avanço por prever, entre outras coisas, responsabilidades dos diferentes entes da Federação e como os municípios podem criar sistemas de transporte acessíveis e que proporcionem mais qualidade de vida nos espaços urbanos. Em linhas gerais, a legislação incentiva a participação social nas decisões sobre o tema, com foco, ainda, na integração entre diferentes modais, sustentabilidade e universalidade no acesso à cidade.
Conforme a diretora-executiva do ITDP Brasil (Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento, na sigla em inglês), Clarisse Cunha Linke, a lei 12.587/12 “é referência no que diz respeito à integração do planejamento de transportes com o planejamento urbano”, mas, acima de tudo, “à priorização do pedestre, do ciclista e do usuário de transporte público acima do usuário do veículo motorizado”.
Contudo, nesses cinco anos, o Brasil deu poucos e vagarosos passos rumo à efetivação dos instrumentos previstos nessa política, que deveria, nos primeiros anos de sua vigência, pautar o planejamento da mobilidade nas cidades para os próximos anos.

Planos de mobilidade
Um dos pontos fundamentais da lei é a obrigatoriedade de municípios com mais de 20 mil habitantes elaborarem os próprios planos de mobilidade urbana – instrumento de efetivação da Política Nacional de Mobilidade Urbana. Esses planos devem ser debatidos com a sociedade, que dirá o que espera, em termos de mobilidade, para o local em que vive, e estar alinhados com os planos diretores.
“Isso é importante porque obriga os municípios a trabalharem com planejamento e discutirem com a sociedade civil organizada o que querem de mobilidade para si e quanto isso vai custar. Isso é uma alternativa importante que também dá mais transparência nessa discussão”, ressalta o presidente da NTU (Associação Nacional de Transportes Urbanos), Otávio Cunha.
Além disso, o planejamento tem de estar alinhado com uma característica importante das cidades: a acelerada expansão de seus territórios e de suas populações. “A atividade das pessoas nas cidades é muito dinâmica, a cidade cresce rapidamente: aparece um núcleo habitacional, uma área comercial que se desenvolve mais, e acaba virando um centro de atração de viagens. A rede de transporte precisa ser revista permanentemente por isso”, reforça Otávio.
Inicialmente, o prazo para os municípios elaborarem os planos terminava em abril de 2015, sob pena de as prefeituras perderem acesso a recursos federais para investimentos em mobilidade urbana.
Mas não deu certo.
A diretora executiva do ITDP conta, a partir de dados obtidos junto ao Ministério das Cidades, que somente 171 prefeituras informaram ao órgão ter concluído seus planos até o fim de 2016. Isso corresponde a 5% das mais de três mil que precisam cumprir a exigência.
Segundo Clarisse Linke, havia recursos disponíveis para execução de obras, como as disponibilizadas pelo PAC e pelo Pacto pela Mobilidade – anunciado no calor das manifestações de junho de 2013 -, mas não havia verba destinada especificamente para o planejamento. E elaborar os planos de mobilidade sai caro: exige, por exemplo, pesquisas de origem e destino, realização de audiências públicas, profissionais multidisciplinares e capacitados.
Então, no fim do ano passado, um novo prazo foi estabelecido: abril de 2018.
Na nova contagem regressiva, a CNM (Confederação Nacional de Municípios) defende que o governo federal precisará apoiar os municípios, principalmente com recursos e capacitação técnica, para que haja condições de adequar sua estrutura e gestão de planejamento a política nacional de mobilidade urbana.
Ocorre que, em razão da crise econômica, a existência dos recursos federais – tanto para planejar quanto para executar obras – se tornou fator incerto. Por isso, na avaliação de Clarisse Linke, será importante a pressão da sociedade civil organizada sobre os gestores municipais.

Tem de mudar... e parece estar mudando
Ainda que a passos lentos, o Brasil está avançando.
Essa é a avaliação da diretora-executiva do Instituto de Políticas de Transporte e Desenvolvimento. “A lei, essa reflexão do planejamento e o envolvimento da sociedade civil contribuíram para que a gente consiga avançar numa mudança de paradigma. A gente viu uma mudança de entendimento desses vários atores, então sente que tem um avanço. Devagar, mas tem”, diz ela.
A opinião é compartilhada pelo presidente da NTU. Ele cita, como exemplo, os investimentos realizados na cidade do Rio de Janeiro, que passou a contar com novas alternativas de transporte coletivo, melhorando e agilizando o acesso a diferentes partes da cidade. Na capital fluminense, lembra ele, a decisão foi política e impulsionada pela realização dos Jogos Olímpicos de 2016.
A mesma análise é feita pelo diretor de Planejamento da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Conrado Grava de Souza. Por atender grandes corredores, realizar viagens rápidas e com segurança, o modal metroferroviário é considerado essencial para uma mobilidade mais eficiente e redução dos congestionamentos nas grandes cidades. “No caso do transporte sobre trilhos, os reflexos da lei ainda não podem ser bem sentidos porque os projetos são normalmente de média e de longa duração. Entretanto percebe-se uma tendência para os tomadores de decisão das cidades este pensamento da integração de todos os modos, de modo que cada um deles atenda a demandas dessas cidades”, analisa. Ainda, para Conrado, a efetiva implementação da lei representará uma melhoria significativa da qualidade de vida nos centros urbanos.
E, embora a crise econômica represente um empecilho para acelerar os resultados concretos do que está, por hora, no papel, o diretor da ANPTrilhos é otimista: “Achamos que vamos encontrar soluções para retomar o crescimento e para que o transporte sobre trilhos esteja mais presente nas grandes cidades nos próximos 20 anos. Isso fará parte do dia a dia dos cidadãos”.
Na esteira do que também pode ser chamado de uma transformação cultural – necessária para se alcançar cidades menos preocupadas com o transporte individual, Clarisse Linke é cada vez mais importante pensar nos investimentos que são realizados (ainda que aquém do que é necessário) de forma integrada e multidisciplinar. Assim, pensar as obras nas cidades de modo que beneficiem quem anda a pé, de bicicleta, no transporte coletivo e, por fim, no carro, como estabelece a 12.587/12.
Fonte - Agência de Notícias CNT  27/01/2017

sexta-feira, 6 de março de 2015

Deputado quer integrar barcos dos rios com ônibus e metrô de Teresina

Mobilidade

Sobre as obras na cidade, Fábio Xavier destacou. “A gente deve procurar resolver e finalizar as obras que já foram iniciadas - Sobre o projeto de navegabilidade, ele relatou. “Nós fizemos uma reunião prévia com o governador e ele nos pediu que nos colocássemos para o ministro das cidades algumas ideias, na verdade quem teve essa ideia foi o Dr. Emanuel, superintendente da caixa e nos abraçamos ela....

Meio Norte
foto - ilustraão
Na manhã desta sexta-feira (06/03), o programa Bom Dia Meio Norte recebeu em seus estúdios o deputado Fábio Xavier (PR), que falou sobre a gratidão que tem com o povo de Teresina, o andamento da secretaria das cidades, e o projeto de navegabilidade dos rios com ônibus e metrô da capital.
“Eu me sinto um devedor de Teresina, vou fazer tudo o possível, tudo que tiver ao meu alcance para transformar a cidade. Foi uma batalha difícil, o deputado Xavier Neto faleceu e hoje faz três anos da morte dele, eu me sinto muito mais responsável agora por ter que representar o nome que ele construiu ao longo da vida, eu considero e credito grande parte da minha vitória a credibilidade que o nome dele tem”, disse.
Sobre as obras na cidade, Fábio Xavier destacou. “A gente deve procurar resolver e finalizar as obras que já foram iniciadas, a secretária das cidades possui um elenco vasto de obras para colocar as que estão paradas em andamento e concluir as que já existem, acredito que não devemos iniciar novas obras antes de colocar para terminar as que já existem. Nós temos programa de esgotamento sanitário no município de São José do Divino que se encontra parado por questões de pagamento de indenizações, vamos colocar para funcionar até porque é uma determinação do governador ele quer que a gente coloque para andar”, declarou ele.
“Eu já venho trabalhando desde o dia 1º de janeiro, sentei com os técnicos da secretaria e tomamos uma ideia de como estava a situação, a secretaria passou cerca de 3 a 4 meses parada por questão de falta de recurso, o estado estava com dificuldade, o final do governo Zé Filho foi um final triste, a secretaria estava sem receber nenhuma espécie de recurso desde novembro então não tinha como tocar pra frente, nós temos muitos projetos na condição de captação de recursos e a gente sabe que o primeiro passo para se conseguir recursos são os projetos, e isso nos já temos”, afirmou.
Sobre o projeto de navegabilidade, ele relatou. “Nós fizemos uma reunião prévia com o governador e ele nos pediu que nos colocássemos para o ministro das cidades algumas ideias, na verdade quem teve essa ideia foi o Dr. Emanuel, superintendente da caixa e nos abraçamos ela, pedimos a ele um pequeno seminário e nós achamos muito interessante, levamos ao governador, ele ficou fascinado e levamos ao ministro e ele ficou bem interessado. Você vem um pouco acima do Angelim para chegar até a Santa Maria da Codipi, são barcos novos que carregam em torno de 100 a 120 pessoas, ele se desloca a 50km/h por hora mas não tem trânsito e vai ser feito uma integração com o metro e os ônibus no troca troca, vamos construir esse projeto, mostrar e debater com a sociedade e em seguida tentar colocar em prática, além do ganho com o transporte vamos ter o ganho com o leito dos rios porque população que frequentar vai estar fiscalizando”, finalizou.
Fonte - Revista Ferroviária  06/03/2015

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Capitania dos Portos da Bahia aumenta efetivo da Operação Verão

Transportes marítimos

A Baía de Todos-os-Santos, com suas 56 ilhas, é um dos principais alvos da operação.Estão no foco principal da operação a Baía de Todos-os-Santos e locais como Morro de São Paulo, Camamu, e litoral norte. "Queremos que todos que usam o mar como fonte de lazer ou esporte o façam de forma segura", destacou Lima.

Anderson Sotero - A Tarde
Lucio Tavora | Ag. A TARDE
A Operação Verão 2014-2015, da Capitania dos Portos da Bahia, iniciada nesta terça-feira, 16, aumentou em 20% o número de militares, para intensificar ações de inspeção naval no litoral baiano.
A operação, destinada a garantir a segurança mediante ações preventivas, se estenderá até março de 2015 e conta com o total de 120 militares.
De acordo com o capitão dos portos da Bahia, Edson Lima, o objetivo é reforçar ações de fiscalização já realizadas ao longo do ano. Neste período, é dada atenção especial ao incremento no tráfego de embarcações de esporte e lazer.

Áreas principais
Estão no foco principal da operação a Baía de Todos-os-Santos e locais como Morro de São Paulo, Camamu, e litoral norte. "Queremos que todos que usam o mar como fonte de lazer ou esporte o façam de forma segura", destacou Lima.
O objetivo é minimizar o risco de acidentes como o que ocorreu no início deste ano, quando um homem conduzia uma moto aquática em alta velocidade, com uma criança na frente. "Houve colisão frontal com uma lancha na saída da marina e o condutor morreu", observou o comandante.
Na manhã deste terça, a equipe de A TARDE acompanhou a ação da Capitania dos Portos, que realizou abordagens no trecho entre o Comércio e o Farol da Barra. Nas embarcações abordadas, nenhuma irregularidade foi encontrada.

Inspeção
O pessoal da Marinha verifica documentação e o estado das embarcações, material de segurança, lotação e habilitação dos condutores. "Temos no total 25 lanchas e motos aquáticas. A gente aborda barcos de pesca, saveiros, lanchas de passeio, motos aquáticas e canoas de pescadores", lembra o tenente da Marinha do Brasil Fernando Amorim.
"A gente checa o cumprimento das normas de segurança de navegação. As infrações mais comuns são a não apresentação do seguro obrigatório da embarcação, não estar inscrito na Capitania e conduzir sem estar habilitado", acrescentou o militar.
Há casos também em que não há a bordo o extintor de incêndio e o número de coletes salva-vidas na embarcação é insuficiente.
Na operação anterior, a Capitania realizou 5.952 abordagens que resultaram em 188 notificações e 23 apreensões de embarcações. As notificações podem gerar aos infratores multas que variam de R$ 40 a R$ 3.200.
Fonte - A Tarde  16/12/2014

sábado, 5 de julho de 2014

Transporte hidroviário é uma alternativa viável em São Paulo,afirmam especialistas

Mobilidade

Transporte hidroviário em São Paulo é uma alternativa viável, afirmam especialistas - Projeto sancionado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) prevê sistema que poderia ligar regiões periféricas a estações de trem e terminais de ônibus por meio das represas e rios da capital

Rodrigo Gomes,da RBA
Esquema apresentado por Ricardo Nunes prevê ligações
com sistema de trens e metrô próximos ao rio Pinheiros
DIVULGAÇÃO
São Paulo – Especialistas em mobilidade urbana consideram uma boa alternativa para o transporte de passageiros em São Paulo, a proposta de instituir um sistema de transporte hidroviário utilizando as represas Billings e Guarapiranga e os rios Tietê e Pinheiros. O projeto, de autoria do vereador Ricardo Nunes (PMDB), foi sancionado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) no último dia 10, e estabelece diretrizes para o modal na cidade. A expectativa de Nunes é que o transporte reduza a lotação dos ônibus e contribua para redução dos congestionamentos em vias saturadas da periferia da capital.
Para o especialista em mobilidade urbana Marco Nordi, a proposta é viável, sobretudo se for utilizada para ampliar as alternativas de locomoção dos moradores do extremo sul da cidade. “Esse modal é utilizado, por exemplo em Nova Iorque, e é muito viável como alternativa de transporte”, afirmou. Ele ressalta, porém, que as hidrovias não podem ser encaradas como solução. “Elas podem carregar uma parte da demanda, mas a priorização do transporte coletivo sobre trilhos e pneus não pode ser descartada.”
A ideia é que as primeiras linhas sejam estabelecidas nas represas Guarapiranga – ligando a região do Jardim Ângela, mais próxima da represa, com a estação de trem da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o terminal de ônibus de Santo Amaro – e Billings, vindo da região dos bairros de Cantinho do Céu, Cocaia e Ilha do Bororé, passando por Santo Amaro e seguindo o rio Pinheiros até a estação Pinheiros da linha 4-Amarela do Metrô paulista.
Nesses roteiros, o sistema hidroviário pode contribuir para redução do tráfego nas avenidas Dona Belmira Marin e Senador Teotônio Vilela, na região do Grajaú, e Guarapiranga e M'Boi Mirim, na região do Jardim Ângela, todas na zona sul da capital. Estas vias são praticamente os únicos caminhos para o deslocamento diário de cerca de 2 milhões de pessoas.
Para o autor da proposta, o benefício para a população em tempo de viagem será o principal diferencial. “Uma viagem do Jardim Vera Cruz a Santo Amaro, que hoje leva até uma hora e meia, seria cumprido em apenas dez, 11 minutos pela represa”, afirmou Nunes. O projeto foi elaborado em parceria com o grupo de estudos Metrópole Fluvial, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP)
O vereador defende que o projeto seja realizado por meio de uma parceria público-privada, como já ocorre no Rio de Janeiro. A CCR Barcas – do grupo Camargo Corrêa – transporta em rios cariocas 110 mil pessoas por dia, com tarifas que variam de R$ 3,10, com Bilhete Único, a R$ 4,80, sem o cartão. “O privado faria o investimento em plataformas e veículos. O custo é inferior ao do ônibus, pois não tem consumo de pneus e o gasto de diesel é cerca de um terço menor.”
foto - ilustração
O sistema deverá ser composto por veículos do tipo hovercraft – que se apoiam em um colchão de ar e são capazes de se deslocar sobre a água e de atravessar diversos tipos de solo – com capacidade para até 200 passageiros. A proposta é que sejam veículos fechados e com ar-condicionado. O projeto prevê que o sistema seja integrado com Bilhete Único, permitindo uma nova integração com os demais modais de transporte da capital.
Para o engenheiro de transportes Horácio Figueira, trazer os moradores do extremo sul da capital para terminais de ônibus e estações de trem ajudaria a reduzir a sobrecarga dos ônibus, além de possibilitar viagens mais rápidas. “Porém, é preciso elaborar um bom estudo de demanda para garantir eficiência no sistema”, pondera.
O engenheiro ressalta que a integração do sistema é fundamental, do contrário serviria somente para levar as pessoas de uma margem a outra, sem contribuir para a melhoria no deslocamento pela cidade. Figueira não vislumbra a possibilidade de o serviço não ser tarifado, por exemplo. “Ainda que não exija investimentos em vias, serão necessárias plataformas de embarque e desembarque, veículos, atracadouros, passarelas. A iniciativa é boa, mas tem custos”, avalia.
O projeto sancionado estabelece apenas as diretrizes do sistema. A regulamentação e os estudos de demanda e trajetos não têm previsão para ser iniciados.
O modal hidroviário como parte do sistema de transportes está proposto no projeto de revisão do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo (Projeto de Lei 688/2013), em tramitação na Câmara Municipal. A medida é uma inovação e pode ser fundamental para que o projeto de transporte pelos rios e represas não seja abandonado após sua sanção.
Fonte - Rede Brasil Atual  05/07/2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

BOIPEBA a ilha

Ecologia e Meio Ambiente/Turismo

A ilha de Boipeba no município de Cairu ainda é um santuário ecológico preservado repleto de belezas naturais e muito verde,onde a natureza ainda resiste e reina soberana.

A.Luis
Atracadouro
Cairu - Situada no litoral sul da Bahia no município de Cairu,a ilha de Boipeba cercada de rios e banhada pelo mar,é uma das mais ricas belezas naturais do litoral baiano.Farta em manguezais e mata atlântica nativa preservada,longe de rodovias e livre da presença de veículos motorizados, terrestres,conserva a tradição do transporte marítimo para o acesso a ilha,a sua sede a vila de Boipeba,e os deslocamentos locais entre as comunidades e para as praias existentes, Praia da Boca da Barra, Praia de Tacimirim, Praia da Cueira, Praia de Moreré, Praia de Bainema ,Praia da Ponta dos Castelhanos ou Catu e Cova da Onça, além da vizinha  ilha de Tinharé também pertencente a Cairu, onde estão localizadas as comunidades de  Morro de São Paulo, Garapuá,Gamboa e Galeão.Com belas piscinas naturais,é possível chegar até elas de barco ou lancha rápida para  banhar-se e desfrutar das límpidas e cristalinas águas distante da praia.O acesso a ilha só pode ser feito de barco ou lancha rápida, embarcando nos portos de Valença,de Graciosa ou em Torrinha.Um lugar acolhedor,hospitaleiro,rico em gastronomia,hospedaria e uma boa estrutura para atividades do turismo local, principalmente o náutico, com passeios diários de barcos e lanchas para os diversos pontos da ilha,inclusive com a volta em torno da mesma.A ilha de Boipeba é um santuário para contemplação a natureza.
Pregopontocom 10/03/2014

praia
passeio piscinas naturais



Ponta da Barra
rio do inferno











vila 
ilha de Tinharé















cova da onça
rio do inferno














manguezal
vila














igreja da vila
vila














piscinas naturais
piscinas naturais










atracadouro de cova da onça
porto Boipeba














barco - Torrinha/Boipeba

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Rio Negro como alternativa para 'desafogar' trânsito de Manaus

Amazônia

Portal Amazõnia

O arquiteto e diretor-presidente do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), Roberto Moita, afirmou que o sistema beneficiaria vários bairros de Manaus. "Existe um potencial de mobilidade através do rio que seria ligar os bairros da orla, que vai desde o Puraquequara até a Ponta Negra, com linhas inter-bairros", explicou.
Já o engenheiro civil especialista em saneamento e recursos hídricos, João Tito Borges, afirmou que para o sistema ser eficiente é necessário construir píeres ao longo da orla da cidade ou portos móveis que acompanhem a vazante do rio Negro, como no Porto de Manaus, no Centro da cidade. Borges estimou que o trajeto pela orla de Manaus dura cerca de uma hora e 30 minutos de carro. Pelo rio Negro, o percurso seria de aproximadamente 20 minutos.
Moita apontou o transporte fluvial como uma alternativa para Manaus que poderia interliga-se aos modais rodoviários de transporte. "O número de viagens de ônibus entre esses bairros não é muito grande. Geralmente as linhas são mais radiais em direção ao Centro. Os grandes fluxos da cidade são outros", constatou o diretor-presidente do Implurb. Ele disse que no Brasil não há experiências consistentes de transporte fluvial em áreas urbanas, entretanto, citou Veneza, na Itália, onde o único transporte possível é o fluvial.
Borges apontou o sistema de transporte fluvial de Amsterdã, na Holanda, que tem canais drenados; e a navegação pelo rio Sena, em Paris, na França. Em Manaus, ambos concordam que transporte pelo rio Negro seria um atrativo turístico, além de 'desafogar' o tráfego de veículos nas ruas.
Transporte por igarapés da cidade
Ao contrário do rio Negro, os especialistas consultados pela reportagem discordam que os igarapés de Manaus tenham estrutura para complementar um possível sistema de transporte fluvial da cidade. O gestor do Implurb disse que os igarapés são navegáveis em partes do ano.
O engenheiro especialista em recursos hídricos informou que os igarapés da cidade têm pouca vazão e estão poluídos. "Para usar um igarapé para transporte seria necessário manter o nível de navegabilidade adequado para tráfego de embarcações", explicou Borges. Além do baixo nível de água nos igarapés, ele disse que a poluição dos igarapés colocaria em risco a saúde dos passageiros.
A Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) informou que, diariamente, cerca de 25 toneladas de lixo são retirados dos igarapés dos bairros Educandos e São Raimundo, além dos igarapés Franco (bairro Compensa) e Mindú (um dos maiores da cidade) e de comunidades ribeirinhas. O trabalho é realizado por 60 pessoas com auxílio de balsas, barcos pequenos, retroescavadeiras, redes de contenção e cestos coletores para remoção manual de resíduos sólidos.
Fonte - Revista Amazônia  26/09/2013