UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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segunda-feira, 10 de março de 2014

BOIPEBA a ilha

Ecologia e Meio Ambiente/Turismo

A ilha de Boipeba no município de Cairu ainda é um santuário ecológico preservado repleto de belezas naturais e muito verde,onde a natureza ainda resiste e reina soberana.

A.Luis
Atracadouro
Cairu - Situada no litoral sul da Bahia no município de Cairu,a ilha de Boipeba cercada de rios e banhada pelo mar,é uma das mais ricas belezas naturais do litoral baiano.Farta em manguezais e mata atlântica nativa preservada,longe de rodovias e livre da presença de veículos motorizados, terrestres,conserva a tradição do transporte marítimo para o acesso a ilha,a sua sede a vila de Boipeba,e os deslocamentos locais entre as comunidades e para as praias existentes, Praia da Boca da Barra, Praia de Tacimirim, Praia da Cueira, Praia de Moreré, Praia de Bainema ,Praia da Ponta dos Castelhanos ou Catu e Cova da Onça, além da vizinha  ilha de Tinharé também pertencente a Cairu, onde estão localizadas as comunidades de  Morro de São Paulo, Garapuá,Gamboa e Galeão.Com belas piscinas naturais,é possível chegar até elas de barco ou lancha rápida para  banhar-se e desfrutar das límpidas e cristalinas águas distante da praia.O acesso a ilha só pode ser feito de barco ou lancha rápida, embarcando nos portos de Valença,de Graciosa ou em Torrinha.Um lugar acolhedor,hospitaleiro,rico em gastronomia,hospedaria e uma boa estrutura para atividades do turismo local, principalmente o náutico, com passeios diários de barcos e lanchas para os diversos pontos da ilha,inclusive com a volta em torno da mesma.A ilha de Boipeba é um santuário para contemplação a natureza.
Pregopontocom 10/03/2014

praia
passeio piscinas naturais



Ponta da Barra
rio do inferno











vila 
ilha de Tinharé















cova da onça
rio do inferno














manguezal
vila














igreja da vila
vila














piscinas naturais
piscinas naturais










atracadouro de cova da onça
porto Boipeba














barco - Torrinha/Boipeba

domingo, 22 de setembro de 2013

Acesso restrito às piscinas naturais de Porto de Galinhas - Ipojuca Pe

Meio Ambiente

Boias demarcam acesso até os arrecifes de corais
Foto: Prefeitura de Ipojuca/Divulgação
A degradação dos arrecifes de corais que dão acesso às piscinas naturais de Porto de Galinhas, em Ipojuca, obrigou o município a adotar medidas paliativas para frear a situação. A partir de agora, boias e cordas, que já eram espalhadas ao longo dos arrecifes para formar uma espécie de caminho onde as pessoas podem circular, vão ser trocadas de lugar, em média, a cada três meses. Com essa ação, espera-se isolar outros trechos de arrecifes e proporcionar a recuperação ambiental da área. Outra novidade é que a partir de agora os turistas que chegarem ao local a pé terão tempo exato para deixá-lo, assim como acontece com aqueles que chegam de jangada. Por conta da instalação de boias, o velho trajeto para os passeios de jangadas também sofreu pequenas alterações.
O esgotamento dos arrecifes é uma situação reconhecida pela própria secretária de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente de Ipojuca, Berenice de Andrade Lima. “Sentimos que os recifes estão cansados, precisam de fôlego, pois perdem a cor e até os cardumes se afastam, junto com ouriços e polvos. A ideia é descansar algumas áreas para elas se recuperarem e depois alternar o isolamento”, explicou.
A ação de isolamento foi promovida pela Prefeitura de Ipojuca em conjunto com a Capitania dos Portos e Associação de Jangadeiros. Ao todo, 600 metros de cordas foram distribuídos ao longo dos arrecifes. “Muita gente vai andando até as piscinas naturais e, com as boias, teremos mais controle desse acesso. A partir deste fim de semana as visitas serão orientadas, com um tempo delimitado, para não termos uma quantidade grande de pessoas pisando nos recifes. Assim, as belezas naturais de Porto de Galinhas serão preservadas”, acrescentou a secretária, adiantando que as visitas obedecerão o tempo de 40 minutos, assim como já acontece com quem chega ao local de jangada.
Estudo
Outra boa notícia é que o município está programando contratar um especialista em zonas recifais para saber em que estado se encontra a área ocupada pelas piscinas naturais e o que ainda pode ser recuperado. O projeto, no entanto, ainda não tem data para ser iniciado. “Nosso trabalho depende de um plano que garanta o turismo sustentável da região”, disse o jangadeiro Armando Júnior.
Fonte - Diário de Pernambuco  21/09/2013