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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Aquecimento dos oceanos pode mudar recifes de corais, mostra estudo

Meio ambiente  🌊  🐟

Trabalho é da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.A queda na quantidade de peixes que se alimentam de algas na região tropical pode fazer com que os ecossistemas dos recifes percam a sua diversidade de espécies e tenham predominância de algas já em 2050.

Camila Boehm - Agência Brasil 
Edson Acioli/ICMBio
Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) prevê mudanças na configuração dos recifes de corais e migração de peixes do Caribe e do litoral brasileiro nas próximas décadas devido ao aquecimento dos oceanos. A queda na quantidade de peixes que se alimentam de algas na região tropical pode fazer com que os ecossistemas dos recifes percam a sua diversidade de espécies e tenham predominância de algas já em 2050. O trabalho projetou as interações tróficas - relativas à alimentação - dos peixes em relação ao aumento da temperatura dos oceanos. Os resultados demonstraram que as interações vão diminuir e que em algumas regiões haverá deslocamento geográfico dessas interações: aquelas que ocorriam, por exemplo, na região tropical vão migrar para a região extratropical, conforme explicou Kelly Inagaki, pesquisadora do Laboratório de Ecologia Marinha da UFRN. “A gente fez essas projeções desde a Carolina do Norte até Santa Catarina [ao longo do Atlântico Ocidental], então pode-se dizer que os recifes de toda essa região estão ameaçados ou são propensos a mudar, de acordo com os nossos resultados”, disse a pesquisadora. Ela ressaltou que registros de órgãos como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e a Nasa, a agência espacial norte-americana, mostram que a temperatura média dos oceanos tem aumentado ao longo dos anos. “Ações que reduzam a progressão e o impacto das mudanças climáticas são urgentes. Caso contrário, nós estaremos assumindo o risco de perder os ambientes recifais e todos os seus benefícios”, acrescentou. Os peixes recifais que potencialmente vão migrar dos trópicos são herbívoros e alimentam-se de algas majoritariamente, controlando a abundância desses organismos nos recifes. Conforme afirmou a pesquisadora, com o aquecimento do oceano, esse controle ficaria prejudicado devido à migração dos peixes para regiões fora dos trópicos, em busca de temperaturas mais agradáveis. Uma das possibilidades é que os recifes de corais do Caribe, por exemplo, sejam transformados em recifes dominados por algas. “Os peixes que estão controlando essas algas, que estão comendo essas algas, eles vão diminuir. A gente vai ter um aumento dessas algas e a competição com corais ou com outros organismos vai ficar mais forte e vai fazer com que as algas dominem esses ambientes”. Ela explicou que as algas vivem junto com corais, mas, se eles competem por espaço ou por algum outro recurso, normalmente as algas ganham a competição. “E um ambiente que passa a ser dominado por alga vai ter mudanças em relação a sedimentos, então pode ter água mais turva, pode ter alteração de nutrientes, de PH ou mesmo dos organismos que estão vivendo ali. Nem todo mundo gosta de viver com algas ou gosta de comer algas e, se esse ambiente está se tornando dominado por algas, esses peixes e outros organismos vão buscar outros lugares para viver”, disse. Com o impacto no ecossistema recifal, os benefícios que os recifes oferecem também são afetados, como a pesca, proteção da costa e o turismo. “Por exemplo, no Nordeste, onde a gente tem uma atividade econômica bastante forte do turismo: se esses ambientes vão mudar, talvez essa atividade de turismo não vá ser tão forte quanto é hoje em dia, e é preciso pensar em alternativas para isso ou se preparar para o caso de essas mudanças acontecerem”, observou Kelly. Segundo a pesquisadora, essas situações – como a observada na pesquisa – são resultados da vivência, da convivência e de existência humana. “Se quisermos mudar alguma coisa, temos que repensar o modo como vivemos. Temos usado recursos naturais de maneira incessante, sem dar tempo de a natureza se reorganizar em relação a isso”. Ela citou a relação da sociedade com a produção de gás carbônico, produção e consumo de alimentos, poluição e produção de energia como elementos a serem repensados.
Fonte - Agência Brasil  06/10/2020

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Estações do Metrô de Salvador tem decoração natalina e apresentações de Corais

Transportes sobre trilhos  🚇  🎅

As músicas natalinas vão dar o tom da festa no Metrô. Na quinta-feira (20), a Estação Pirajá do Metrô vai receber uma programação musical que conta com a apresentação do coral da comunidade de Bom Juá, Tudo por Jesus e nada sem Maria, a partir das 11h; Coral da Sinart, às 17h, e do Coral da Polícia Militar, às 18h, ambos na Estação Rodoviária de Metrô.

Da Redação
foto - ilustração
Além da decoração natalina, as estações Pirajá e Acesso Norte vão ganhar árvores de Natal 🎄 e cenário para fotos. As músicas natalinas vão dar o tom da festa no Metrô. Na quinta-feira (20), a Estação Pirajá do Metrô vai receber uma programação musical que conta com a apresentação do coral da comunidade de Bom Juá, Tudo por Jesus e nada sem Maria, a partir das 11h; Coral da Sinart, às 17h, e do Coral da Polícia Militar, às 18h, ambos na Estação Rodoviária de Metrô.
O Natal no Metrô 🎅 também vai contar com orientação nutricional e os clientes também poderão fazer, gratuitamente, avaliação nutricional com cálculo de IMC e dicas para uma alimentação saudável. Outro serviço é a massoterapia, que vai dar uma pausa na correria do dia a dia e promover um momento de relaxamento para os clientes. Brincadeiras e distribuição de panetones também estão na programação. As ações serão realizadas na Estação Pirajá, no dia 20, das 10h às 13h. E na Estação Rodoviária, serão realizadas das 15h às 18h. Já no dia 21, as atividades acontecem das 10h às 13h, na Estação Rodoviária. A iniciativa faz parte do projeto Vem pra Cá, que promove eventos durante todo o ano nas estações do Metrô da cidade.
Com informações da CCR Metrô da Bahia  19/12/2018

sábado, 6 de maio de 2017

Pescadores e órgãos ambientais se unem contra extinção na Costa dos Corais

Meio Ambiente   🐟

A APA Costa dos Corais é a maior unidade de conservação federal marinha do Brasil, com cerca de 120 km de praia e mangues entre Alagoas e Pernambuco. A área é gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação Ambiental (ICMBio) que recebe auxílio de um conselho gestor formado por outros órgãos e também pela sociedade civil.

Sumaia Villela
Correspondente da Agência Brasil
Jorge Menezes/ICMBio
A necessidade de impedir a extinção de mais de 70 espécies presentes na Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais e de garantir a renda de pescadores artesanais dos 12 municípios que abrangem o bioma está unindo órgãos ambientais, pesquisadores e organizações dos profissionais da pesca de Pernambuco e Alagoas. O objetivo é desenvolver planos de recuperação que permitam, pelo menos em parte, criar maneiras para que o futuro dos animais seja assegurado sem que o consumo seja completamente proibido.
A APA Costa dos Corais é a maior unidade de conservação federal marinha do Brasil, com cerca de 120 km de praia e mangues entre Alagoas e Pernambuco. A área é gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação Ambiental (ICMBio) que recebe auxílio de um conselho gestor formado por outros órgãos e também pela sociedade civil.
No ano passado, o colegiado criou uma Câmara Temática da Pesca para discutir o tema e, nesta semana, uma reunião foi realizada em Tamandaré, município do litoral sul pernambucano, para tratar da criação dos planos de recuperação com lideranças de pescadores.
Uma portaria do governo federal elencou as espécies ameaçadas de extinção em diferentes graus. Há algumas que podem ser capturadas depois que o documento com o plano de recuperação estiver pronto. Há outras, entretanto, em que a pesca é proibida.
De acordo com o coordenador da Câmara Temática e educador social do Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP), Bill Santos, das 72 espécies já identificadas nas portarias e existentes na Costa dos Corais, 15 são especialmente importantes para a atividade econômica da região.
Ainda segundo Santos, o total de pessoas que vive da pesca nos 12 municípios da Costa dos Corais é grande, embora o número seja difícil de calcular. Além dos pescadores registrados nas colônias, ou seja, que têm registro formal para a prática da pesca, há aqueles que fazem a chamada pesca desembarcada, ou seja, sem barco.
“Só em São José da Coroa Grande são mais de 1100 pescadores. Mas a pesquisadora Beatrice Padovanne, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), identificou em campo, por dia, em um só local, 70 a 80 pessoas mergulhando para pescar budião. São jovens que coletam de 3 a 5 quilos do peixe por dia e tiram uma renda de cerca de R$ 40”, explicou o coordenador da PPC.
O budião foi um dos peixes que tiveram a autorização de pesca prolongada pela portaria 161/2017 do Ministério do Meio Ambiente, até o fim de abril de 2018. Até lá, será preciso criar o plano de recuperação ou a proibição será completa. Outro peixe bastante consumido na região, o sirigado, também é alvo de preocupação dos pescadores, já que ele é considerado a “caixinha de semana santa” dos profissionais, por ser mais capturado e consumido nos meses anteriores ao feriado.
A proibição dos órgãos ambientais à pesca irregular já causou prejuízo econômico na região. Em março, por exemplo, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou uma peixaria em São José da Coroa Grande (PE) por comercializar sirigado. Foram R$ 160 mil em multa. Outras espécies ameaçadas que afetam a economia local são a caranha, os cações, as raias e até mesmo o guaiamum, caranguejo de cor azulada que é um dos símbolos da culinária pernambucana e alagoana.
A APA Costa dos Corais não tem plano de recuperação de espécies até agora. O ICMBio ficará responsável pelo trabalho.
O analista ambiental do instituto Eduardo Machado de Almeida diz que o trabalho será um desafio, mas que a intenção é fazer no menor tempo possível.
“É um desafio, porque o plano de recuperação depende de uma série de fatores, alguns, talvez, não estejam na governança da APA Costa dos Corais, mas é possível sim [manter a pesca e fazer a proteção]. Não existe uma receita de bolo, mas é preciso identificar quais são as principais ameaças e quais são as medidas cabíveis que podem dar efeito. Cada pescaria pode ter uma medida diferente. Para algumas espécies talvez seja adequado que a gente estabeleça um tamanho mínimo de captura. Para outras, períodos de defeso”, explica.
Assim como as medidas a serem adotadas, as causas que levaram à ameaça de extinção também são múltiplas, segundo o analista ambiental. “Nos últimos anos teve um aumento grande dos esforços de pesca, e alguns estoques não conseguem acompanhar essa pressão por parte da pescaria. Por outro lado temos questões relativas à degradação ambiental, como a do guaiamum, pela especulação imobiliária e ocupação irregular de áreas de mangue, que tem prejudicado o habitat do guaiamum”.

Portarias
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) regula a lista de espécies ameaçadas de extinção em três níveis e estabelece a proibição da captura. A Portaria 445/2014 reconhece 475 tipos de peixes e invertebrados aquáticos em risco, e estabelece que a captura, o transporte, o armazenamento, a guarda e o manejo só pode ser realizada para fim de pesquisa e conservação. Aquelas classificadas como vulnerável, o grau mais leve, podem ter uso sustentável, desde que regulamentado, ou seja, com a construção dos planos de recuperação. A Portaria 395/2016 prorrogou o prazo determinado no primeiro documento para março de 2017, e a 161/2017 prolongou o período até abril de 2018.
Fonte - Agência Brasil  06/05/2017

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Expedição aos Corais da Amazônia surpreende pesquisadores

Meio Ambiente  🌏

Tinha recifes muito maiores do que imaginávamos, mais extensos, muito mais complexos do que imaginávamos, cheios de pargos e chernes – que são grandes predadores recifais –, que é um indicativo de que é um ecossistema saudável”, disse Ronaldo Francini Filho, pesquisador da Universidade Federal da Paraíba.

Camila Boehm
Repórter da Agência Brasil

Divulgação/Greenpeace
A expedição a bordo do navio Esperanza da organização não-governamental (ONG) Greenpeace, com pesquisadores brasileiros e ativistas ambientais, pela região dos chamados Corais da Amazônia, encontrou peixes que estão sob risco de extinção e possíveis novas espécies nos recifes de corais localizados na Foz do Rio Amazonas, costa norte do Brasil.
“Tinha recifes muito maiores do que imaginávamos, mais extensos, muito mais complexos do que imaginávamos, cheios de pargos e chernes – que são grandes predadores recifais –, que é um indicativo de que é um ecossistema saudável”, disse Ronaldo Francini Filho, pesquisador da Universidade Federal da Paraíba. Na avaliação de Francini, os pargos e chernes, encontrados em abundância na região, correm risco de desparecer: “Eles estão correndo risco de extinção”.
A jornada da campanha Defenda os Corais da Amazônia começou no dia 24 de janeiro, quando o navio saiu do Porto de Santana, no Amapá, em direção à área onde estão localizados os recifes, e terminou no último dia 10. O grupo navegou por 1.649 milhas náuticas – cerca de 3 mil quilômetros –, e ficou a uma distância de aproximadamente 100 quilômetros da costa brasileira, indo e vindo pelas áreas dos recifes.
“A maior surpresa para mim foi a enorme diversidade de organismos recifais – aumentamos muito o número de espécies que conhecíamos de lá – e ver que é um recife de coral mesmo, com coral negro, com esponjas e com vários organismos construtores”, informou o pesquisador.
Oito mergulhos foram realizados com um submarino, o mais profundo deles a 220 metros. “Vimos também bichos que são provavelmente novos para a ciência. Vimos peixes-borboleta muito diferentes. Nesses recifais, conseguimos distinguir bem pela cor, é um diagnóstico bom para novas espécies”, disse.
No entanto, ele explicou que os pesquisadores só conseguem descrever formalmente uma espécie com realização de sequenciamento genético, caracterização morfológica e de coloração. “Temos uma grande indicação de que existem espécies novas nesse recife do [Rio] Amazonas, mas só vamos conseguir comprovar isso com amostras futuras”. A próxima expedição para coleta de amostras biológicas deve ocorrer no segundo semestre deste ano.

Recifes

O tamanho dos recifes de corais da Amazônia também surpreendeu os tripulantes. A estimativa inicial era de um total de 9,5 mil quilômetros quadrados (km²) – uma área 20% maior que a região metropolitana de São Paulo. Francini Filho faz uma projeção de que os recifes sejam de três a quatro vezes maior que isso.
“Eu vou ter que fazer um cálculo para prever onde o recife ocorre nessa nova profundidade, que é 185 metros e [onde] já começa o recife. O que imaginávamos antes era [uma profundidade de] 100 metros. Temos uma área muito maior na base do recife, que é uma base mais funda, e é quase que um corredor contínuo entre o Brasil e o Caribe”, disse o pesquisador.
Segundo ele, o grupo não tinha até então uma amostragem mais abrangente para mapear o local. “Tem mapeamentos que a Marinha fez na década de 1940. Depois tem algumas campanhas que foram feitas lá, em alguns anos posteriores. Existem algumas batimetrias [medição de profundidade], mas elas são bem imprecisas. Tem pontos na carta náutica [equivalente marítimo dos mapas] que batiam 30 metros e que, na verdade, eram 200 metros de profundidade, para se ter ideia do erro”, informou.
Com a expedição do Esperanza, os pesquisadores conseguiram identificar mais detalhes, contribuindo para deixar seus mapas mais precisos. Mesmo assim, o pesquisador ressalta que é necessário “um mapa mais acurado, sensoriamento mesmo, feito por uma sonda e de forma mais sistemática”.

Paredão de rochas
Um paredão de rocha, com mais de 20 km de extensão, também está na região dos Corais da Amazônia. “É realmente uma área que tinha uma característica de fundo bastante única e também não estava na carta [náutica], como já era esperado”, disse o Francini Filho sobre mais uma dos achados da expedição.
Diversas formas de vida podem estar associadas a um paredão como esse e “quanto mais complexo o substrato, mais diversidade associada se tem. Esse era um paredão com rochas expostas, áreas com muitos corais negros, então era uma área bem rica, interessante do ponto de vista biológico. Procuramos complexidade porque é onde temos as agregações, os refúgios de biodiversidade”, explicou.
Fonte - Agência Brasil  18/02/2017

domingo, 22 de setembro de 2013

Acesso restrito às piscinas naturais de Porto de Galinhas - Ipojuca Pe

Meio Ambiente

Boias demarcam acesso até os arrecifes de corais
Foto: Prefeitura de Ipojuca/Divulgação
A degradação dos arrecifes de corais que dão acesso às piscinas naturais de Porto de Galinhas, em Ipojuca, obrigou o município a adotar medidas paliativas para frear a situação. A partir de agora, boias e cordas, que já eram espalhadas ao longo dos arrecifes para formar uma espécie de caminho onde as pessoas podem circular, vão ser trocadas de lugar, em média, a cada três meses. Com essa ação, espera-se isolar outros trechos de arrecifes e proporcionar a recuperação ambiental da área. Outra novidade é que a partir de agora os turistas que chegarem ao local a pé terão tempo exato para deixá-lo, assim como acontece com aqueles que chegam de jangada. Por conta da instalação de boias, o velho trajeto para os passeios de jangadas também sofreu pequenas alterações.
O esgotamento dos arrecifes é uma situação reconhecida pela própria secretária de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente de Ipojuca, Berenice de Andrade Lima. “Sentimos que os recifes estão cansados, precisam de fôlego, pois perdem a cor e até os cardumes se afastam, junto com ouriços e polvos. A ideia é descansar algumas áreas para elas se recuperarem e depois alternar o isolamento”, explicou.
A ação de isolamento foi promovida pela Prefeitura de Ipojuca em conjunto com a Capitania dos Portos e Associação de Jangadeiros. Ao todo, 600 metros de cordas foram distribuídos ao longo dos arrecifes. “Muita gente vai andando até as piscinas naturais e, com as boias, teremos mais controle desse acesso. A partir deste fim de semana as visitas serão orientadas, com um tempo delimitado, para não termos uma quantidade grande de pessoas pisando nos recifes. Assim, as belezas naturais de Porto de Galinhas serão preservadas”, acrescentou a secretária, adiantando que as visitas obedecerão o tempo de 40 minutos, assim como já acontece com quem chega ao local de jangada.
Estudo
Outra boa notícia é que o município está programando contratar um especialista em zonas recifais para saber em que estado se encontra a área ocupada pelas piscinas naturais e o que ainda pode ser recuperado. O projeto, no entanto, ainda não tem data para ser iniciado. “Nosso trabalho depende de um plano que garanta o turismo sustentável da região”, disse o jangadeiro Armando Júnior.
Fonte - Diário de Pernambuco  21/09/2013