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quinta-feira, 8 de julho de 2021

Estação do VLT da Praça XV no Rio terá acesso por catracas

Transportes sobre trilhos  🚄

A mudança acontece foi implementada na segunda-feira, dia 05/07. Quando os passageiros encostarem o cartão no local indicado para validação, aparecerá uma mensagem “Já validado”, ou seja, não haverá alteração no procedimento de fiscalização.

Diário do Rio de Janeiro*
foto?Reprodução
A estação Praça XV do VLT Carioca, agora terá validação antes do embarque por meio de catracas, que ficarão localizadas na área externa da plataforma. A mudança acontece foi implementada na segunda-feira, dia 05/07. Quando os passageiros encostarem o cartão no local indicado para validação, aparecerá uma mensagem “Já validado”, ou seja, não haverá alteração no procedimento de fiscalização. Caso haja necessidade, o usuário ainda deverá apresentar o cartão ao agente interno que circula nos trens. O novo modelo é valido apenas para a estação Praça XV. Nas demais paradas do VLT o pagamento ainda deve ser feito no ato do embarque, dentro dos trens.
*https://diariodorio.com/estacao-do-vlt-da-praca-xv-tera-acesso-por-catracas/
Fonte - Revista Ferroviária  08/07/2021

domingo, 27 de outubro de 2019

Linha 3 do VLT Carioca entrou em funcionamento no sábado(26)

Transportes sobre trilhos  🚄

Com a Linha 3, o sistema consolida uma rede de 28km de trilhos, 29 paradas e estações e 32 trens que circulam desde junho de 2016 no Centro e Região Portuária do Rio. O novo trecho liga a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont, passando pela avenida Marechal Floriano, em apenas 18 minutos.

VLT Carioca

A Linha 3 do VLT Carioca iniciou no sábado,(26), a operação com passageiros. Na parte da manhã, o Prefeito Marcelo Crivella fez a viagem inaugural no trecho ao lado do presidente da Concessionária do VLT Carioca, Marcio Hannas.
Com a Linha 3, o sistema consolida uma rede de 28km de trilhos, 29 paradas e estações e 32 trens que circulam desde junho de 2016 no Centro e Região Portuária do Rio. O novo trecho liga a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont, passando pela avenida Marechal Floriano, em apenas 18 minutos.
O percurso conta com 10 paradas, sendo três novas: Cristiano Ottoni-Pequena África (na praça de mesmo nome, também na região da Central), Camerino-Rosas Negras (na Marechal Floriano, próxima à rua de mesmo nome) e Santa Rita-Pretos Novos (também na Marechal Floriano, à altura da igreja homônima). Os nomes contam com homenagens a ícones da cultura africana, batizados em consenso com o Iphan e entidades do movimento negro e sociedade civil.
As paradas Central e Cristiano Ottoni-Pequena África terão serviço compartilhado com a linha 2, enquanto as paradas Candelária, Sete de Setembro, Carioca, Cinelândia, Antônio Carlos e Santos Dumont atenderão às linhas 1 e 3. Nos trechos compartilhados, os intervalos entre os trens são de, aproximadamente, três minutos como já acontece atualmente na região da Rodoviária.
A Linha 3 permite também novas conexões para os usuários do VLT. Próximo à Parada Praça Cristiano Ottoni – Pequena África estão estações de trem e metrô da Central, além do terminal de ônibus Américo Fontenelle. Já a Parada Camerino fica próxima a um dos acessos do metrô da Presidente Vargas. O benefício de transferência entre linhas segue mantido no período de até 1 hora. É possível realizar troca entre as três linhas ou no mesmo sentido nesse período. Só há nova cobrança em caso de mudança de sentido na mesma linha.
Como em outras áreas, o novo corredor do VLT reúne parte da história do Rio. Prédios como o colégio Pedro II, o Palácio Itamaraty e o Centro Cultural Light, além da Igreja de Santa Rita, são algumas das atrações a serem visitadas ou apreciadas na viagem.

Sobre o VLT
Em três anos de operação, o VLT Carioca ultrapassou a marca de 50 milhões de passageiros transportados e a expectativa com a nova linha é que, já nos primeiros meses, o total de passageiros ultrapasse a marca de 100 mil usuários por dia útil.
A passagem do VLT custa R$ 3,80, o cartão é de uso individual e pode ser adquirido ou recarregado nas paradas e estações. Além disso, os pontos de embarque contam com terminais de consulta nos quais é possível verificar o saldo, desbloquear cartões e liberar recargas realizadas pelo site Recarga Fácil. Para quem precisar se programar, é possível consultar as próximas viagens no aplicativo VLT Carioca (Mapa e Horários) ou no site www.vltcarioca.com.br (Chegadas e Partidas).
Em caso de aquisição de cartão, além do valor da passagem, são cobrados R$ 3 reais como depósito-garantia, reembolsáveis em qualquer loja Riocard Mais. Os cartões são aceitos também em ônibus, trens, metrô e barcas. As máquinas aceitam dinheiro (cédulas e moedas) e cartões de débito Visa, Mastercard ou Elo.
As composições mantêm agentes da concessionária que atuam em parceria com a Guarda Municipal em ações de fiscalização. A não-validação está sujeita à multa de R$ 170, de acordo com a Lei Municipal 6.065/2016. O valor aumenta para R$ 255 em caso de reincidência (multa mais 50%).
A gratuidade no VLT Carioca está assegurada de acordo com a legislação. Pessoas com mais de 65 anos devem validar com o cartão Sênior ou apresentar documento de identidade, caso solicitado. Crianças de até cinco anos (inclusive) não precisam de cartão, como nos demais sistemas de transporte público do Município do Rio.
Passageiros nas seguintes condições devem obrigatoriamente validar o cartão: Alunos da rede pública de ensinos Fundamental e Médio do Rio de Janeiro (uniformizados) e portadores do cartão de gratuidade para estudante; estudantes de universidades portadores do Passe Livre Universitário; pessoas com deficiência e acompanhantes legalmente autorizados e doentes crônicos e acompanhantes legalmente autorizados.

Fonte - ANPTrilhos  26/10/2019

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Prefeitura do Rio e VLT Carioca fecham acordo para a inauguração da Linha 3

Transportes sobre trilhos  🚄

Como parte do acordo, a partir do próximo mês, um grupo de trabalho formado por técnicos da prefeitura e da concessionária se reunirá uma vez por semana, durante dez meses, para ajustar todas as questões contratuais.A Linha 3 do VLT Carioca liga a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont e conta com 10 paradas, sendo três novas

VLT Carioca
ANPTrilhos
A Concessionária do VLT Carioca e a Prefeitura do Rio firmaram um acordo que permite a inauguração da Linha 3. O novo trecho entra em operação até o início de novembro para completar o sistema e beneficiar usuários e comerciantes da região.
Como parte do acordo, a partir do próximo mês, um grupo de trabalho formado por técnicos da prefeitura e da concessionária se reunirá uma vez por semana, durante dez meses, para ajustar todas as questões contratuais.
A Linha 3 do VLT Carioca liga a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont e conta com 10 paradas, sendo três novas: Cristiano Ottoni-Pequena África (na praça de mesmo nome, também na região da Central), Camerino-Rosas Negras (na Marechal Floriano, próxima à rua de mesmo nome) e Santa Rita-Pretos Novos (também na Marechal Floriano, à altura da igreja homônima). Os nomes contam com homenagens a ícones da cultura africana, batizados em consenso com o Iphan e entidades do movimento negro e sociedade civil.
Em três anos de operação, o VLT Carioca ultrapassou a marca de 50 milhões de passageiros transportados e a expectativa com a nova linha é que, já nos primeiros meses, o total de passageiros ultrapasse a marca de 100 mil usuários por dia útil.
Fonte - ANPTrilhos   15/10/2019

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Em busca de parceria

Transportes sobre trilhos  🚄

No Rio de Janeiro, a construção do VLT e a transformação trazida pelo projeto para a cidade não podem ser ação de um grupo político por um tempo específico. Trata-se de um planejamento de reorganização da mobilidade urbana de longo prazo que contou com o investimento de um parceiro privado, com o sacrifício dos comerciantes locais e com a paciência de toda a comunidade carioca, que ansiou pelo projeto. No entanto, a gestão atual vem descumprindo uma série de cláusulas contratuais e criou, recentemente, um impasse com a concessionária que gera insegurança jurídica para os investidores, e mina a expectativa deles enxergarem o Brasil e o Rio novamente como polos atrativos de negócios.

Roberta Marchesi*/ANPTrilhos
foto - ilustração/arquivo
O modelo de concessão de serviços e equipamentos públicos à iniciativa privada pode ser um exemplo para viabilizar negociações em diversos setores da economia. Tem sido, inclusive, usado de forma mais ampla para destravar investimentos em diferentes esferas de governo.
Enquanto essa agenda prospera em alguns locais, outros agem no sentido contrário e insistem em penalizar o capital privado, desprezar parcerias relevantes em projetos de utilidade pública e forçar mudanças unilaterais nas regras pactuadas em contrato, mesmo que tenham sido celebradas de forma transparente.
No Rio de Janeiro, a construção do VLT e a transformação trazida pelo projeto para a cidade não podem ser ação de um grupo político por um tempo específico. Trata-se de um planejamento de reorganização da mobilidade urbana de longo prazo que contou com o investimento de um parceiro privado, com o sacrifício dos comerciantes locais e com a paciência de toda a comunidade carioca, que ansiou pelo projeto. No entanto, a gestão atual vem descumprindo uma série de cláusulas contratuais e criou, recentemente, um impasse com a concessionária que gera insegurança jurídica para os investidores, e mina a expectativa deles enxergarem o Brasil e o Rio novamente como polos atrativos de negócios.
Essa perspectiva de atração de investimentos fica cada vez mais distante quando contratos não são cumpridos. O que, no caso do VLT, ocorre há mais de um ano e fez a concessionária buscar a Justiça para a rescisão do contrato de concessão, algo inimaginável para um setor que tem forte atração ao investimento privado. Para se justificar, o prefeito utiliza dados incorretos e informações incompletas e hoje impede que o sistema cresça ao não autorizar a circulação da linha 3, pronta desde dezembro de 2018, e a racionalização das linhas de ônibus, por exemplo.
O VLT tem um modelo de concessão considerado ideal por especialistas e se tornou uma “vitrine” para outras cidades brasileiras e da América Latina, que têm buscado nesse sistema inspiração para o avanço de suas próprias redes de mobilidade. O sistema do VLT Carioca tem ainda alta taxa de satisfação dos usuários e baixíssimos índices de evasão e acidentes, ao contrário do que se especulou durante o período de implantação.
A consequência desse estrangulamento financeiro causado pela ineficiência da gestão municipal traz impacto negativo não só aos mais de 80 mil cidadãos que utilizam o diariamente o VLT, mas também à economia local, comprometendo o desenvolvimento de uma região importante da cidade.
O VLT é uma alternativa de transporte não poluente, rápida e segura. Capaz, inclusive, de influenciar a revitalização de áreas degradadas por meio da valorização imobiliária, atração de empresas e reocupação urbana, assim como acontece em cidades como Barcelona, Madrid e Paris. Mas nessas cidades, comprometimento público com os investimentos e os cidadãos é coisa séria!
* Roberta Marchesi é Diretora Executiva da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), Mestre em Economia e Pós-Graduada nas áreas de Planejamento, Orçamento, Gestão e Logística.
Artigo publicado no Jornal O Dia, no dia 18 de setembro de 2019.

Fonte - ANPTrilhos  18/09/2019

quinta-feira, 4 de julho de 2019

VLT Carioca pede autorização para rescindir contrato com prefeitura

Transportes sobre trilhos  🚄

Consórcio diz que prefeitura descumpriu contrato e está inadimplente.Os bondes do VLT operam desde 2016 e ligam outros modais de transporte, como estações de metrô, a Estação das Barcas da Praça XV, a Central do Brasil, a Rodoviária Novo Rio e o Aeroporto Santos Dumont.A concessionária diz que que já está em R$ 150 milhões o total devido pelo município pelos investimentos para a implantação das linhas de VLT.

Por Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
O consórcio VLT [veículo leve sobre trilhos] Carioca informou hoje (4) que pediu à Justiça autorização para rescindir são do contrato de concessão para operar os bondes que circulam no centro do Rio de Janeiro. Os bondes do VLT operam desde 2016 e ligam outros modais de transporte, como estações de metrô, a Estação das Barcas da Praça XV, a Central do Brasil, a Rodoviária Novo Rio e o Aeroporto Santos Dumont.
A concessionária acusa a prefeitura de descumprimento de contrato e inadimplência e diz que que já está em R$ 150 milhões o total devido pelo município pelos investimentos para a implantação das linhas de VLT. Procurada pela Agência Brasil, a prefeitura do Rio de Janeiro disse que ainda não foi notificada oficialmente e não vai se posicionar.
Segundo o Consórcio VLT, a prefeitura também não respondeu ao pedido de autorização para iniciar a operação da Linha 3, que ligaria a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont.
As linhas 1 e 2 transportam 80 mil pessoas por dia, serviço que, de acordo com o consórcio, só tem sobrevivido devido a aportes extras dos acionistas. Com a Linha 3 e a reorganização de linhas de ônibus no centro, a estimativa do consórcio é de que o número de passageiros poderia chegar a 150 mil.
"A concessionária lamenta que um investimento desse porte realizado na mobilidade urbana da cidade, vital para o desenvolvimento da região portuária e que conecta todos os modais da região central de forma sustentável, não seja valorizado", diz a empresa, em nota divulgada à imprensa.
Fonte - Agência Brasil 04/07/2019

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

VLT do Rio transporta mais de 17 milhões de passageiros ao longo de 2018

Transportes sobre trilhos  🚄

De janeiro a dezembro, a frota de VLTs percorreu 1,4 milhão de quilômetros nas ruas do Centro e Região Portuária do Rio. Desde o início da operação, em junho de 2016, mais de 33 milhões de pessoas já andaram de VLT. Em 2018 foram mais de 17 milhões de passageiros transportados e mais de 150 mil viagens realizadas. 

VLT Carioca

O VLT Carioca encerra o ano de 2018 com mais de 17 milhões de passageiros transportados e mais de 150 mil viagens realizadas. No mês de dezembro, o sistema tem circulado em média com 80 mil pessoas/dia útil, crescimento de 42% em relação ao mesmo período de 2017.
De janeiro a dezembro, a frota de VLTs percorreu 1,4 milhão de quilômetros nas ruas do Centro e Região Portuária do Rio. Desde o início da operação, em junho de 2016, mais de 33 milhões de pessoas já andaram de VLT.
O tempo de percurso foi reduzido em mais de 50% e hoje já é possível percorrer o trajeto completo das duas linhas (da região da Rodoviária ao Santos Dumont ou à Praça XV) em cerca de 25 minutos.
As paradas de maior fluxo do sistema confirmam o VLT como um modal integrador. Central (trens, metrô, ônibus), Colombo (VLT+VLT), Cinelândia (metrô) e Praça XV (barcas) são os pontos de maior movimento e também locais de conexão.
Dentre as 26 em operação, a estação Central é a de maior público e concentra pouco mais de 10% dos embarques diários. Também é o local em que mais é usado o benefício do vale-transporte, alcançando em média mais de 50% dos usuários.
Vale destacar ainda que em média 70% do público utiliza o VLT para deslocamentos de trabalho, de acordo com pesquisas realizadas desde o início da operação. Nos fins de semana, com novos polos de entretenimento criados e recuperados no Centro, as viagens com finalidade de lazer e turismo chegam a 45%.
Fonte - ANPTrilhos  14/01/2019

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Viagem-teste oficializa nomes das novas paradas do VLT do Rio

Transportes sobre trilhos  🚄

Uma viagem no novo trecho foi realizada com membros da Comissão Pequena África, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp) e do VLT Carioca.

VLT Carioca
foto - ilustração/arquivo
Os testes na linha 3 do VLT ganharam um novo significado na noite desta segunda-feira (10), quando foram oficializados os nomes das novas paradas do percurso, que além das referências geográficas terão homenagens à cultura africana em seus nomes.
Uma viagem no novo trecho foi realizada com membros da Comissão Pequena África, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto (Cdurp) e do VLT Carioca.
A parada Cristiano Ottoni/Pequena África, que ficará na região da Central e próxima à praça de mesmo nome, faz alusão à região que engloba os principais espaços culturais de herança africana. A parada Camerino/Rosas Negras recorda o movimento de mulheres que lutou contra a escravidão e pelos direitos dos negros no fim do século XIX e início do século XX. E a parada Santa Rita/Pretos Novos homenageia o cemitério localizado na área.
Ainda na área do Largo de Santa Rita haverá a demarcação da área aproximada do antigo Cemitério dos Pretos Novos, além de rosas negras desenhadas em pedras portuguesas com informações históricas do local. Vale lembrar ainda que, na linha 1, a parada próxima ao terminal de cruzeiros passa a se chamar Parada dos Navios/Valongo.
“Para o VLT, é muito importante participar deste momento histórico, com uma discussão aberta envolvendo Iphan e sociedade para proporcionar essas homenagens à cultura africana e à nossa cidade”, avalia o presidente do VLT, Marcio Hannas.
Fonte - ANPTrilhos  13/12/2018

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Prefeitura inicia testes para a operação da Linha 3 do VLT Carioca

Transportes sobre trilhos  🚄

No momento, os testes sem passageiros serão concentrados na Av. Marechal Floriano, entre a área do Palácio Itamaraty e a Igreja de Santa Rita. Como em todas as fases pré-operacionais, a Concessionária do VLT Carioca conduzirá a progressão das movimentações de forma gradual.

VLT Carioca
foto/divulgação
A Prefeitura do Rio deu início aos testes dinâmicos para preparar a operação da linha 3, último trecho previsto no sistema do VLT Carioca. A nova linha ligará a Central do Brasil ao Santos Dumont via Av. Marechal Floriano e Av. Rio Branco, com intervalos de 7 minutos entre trens. Serão três novas paradas e trechos compartilhados com as linhas 1 e 2, permitindo a redução de intervalos para 3,5 minutos na região da Central e na Av. Rio Branco.
No momento, os testes sem passageiros serão concentrados na Av. Marechal Floriano, entre a área do Palácio Itamaraty e a Igreja de Santa Rita. Como em todas as fases pré-operacionais, a Concessionária do VLT Carioca conduzirá a progressão das movimentações de forma gradual.
O cronograma prevê a evolução dos testes durante a primeira quinzena de dezembro. Durante este período, já é necessário que a população esteja atenta à circulação do VLT na região. Faixas alertam para a passagem dos veículos, e é fundamental não bloquear os cruzamentos, não caminhar nos trilhos e sempre realizar a travessia nos locais indicados. Vale lembrar que as composições possuem avisos sonoros de sino e buzina para avisar a chegada, mas a atenção ao utilizar celulares e fones de ouvido também é importante.
A operação da linha 3 representa a consolidação do VLT Carioca. Além dos terminais Central (que hoje atende à linha 2) e Santos Dumont (linha 1), e das três novas paradas, o trecho da linha 3 compartilhará também com a linha 1 as paradas Candelária, Sete de Setembro, Carioca, Cinelândia e Antônio Carlos. Serão, assim, 10 paradas/estações no percurso.
Fonte - ANPTrilhos  21/11/2018

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Alerj aprova Bilhete Único no VLT

Transportes sobre trilhos  🚄

A medida faz parte do Projeto de Lei 3.696/17, de coautoria do deputado estadual Comte Bittencourt, e seguirá, agora, para a sanção do governador, do RJ.O novo texto altera a Lei 5.628/09, responsável pela criação do sistema único de transporte.

O Dia
foto - ilustração/arquivo
A Alerj aprovou nesta segunda-feira a integração do VLT ao sistema do Bilhete Único. A medida faz parte do Projeto de Lei 3.696/17, de coautoria do deputado estadual Comte Bittencourt, e seguirá, agora, para a sanção do governador, Luiz Fernando Pezão.
Se sancionada, o passageiro poderá utilizar o modal com seu custo incluído dentro do valor da tarifa do Bilhete Único, o que significa mais economia para a população, já que o valor da passagem do VLT é de R$ 3,80. O novo texto altera a Lei 5.628/09, responsável pela criação do sistema único de transporte.
Segundo Comte, o papel do VLT é estratégico para a mobilidade urbana do Rio. “O VLT, no centro da cidade, tem um papel fundamental na mobilidade urbana, ligando todos os modais intermunicipais – barcas, trem, metrô, ônibus – e transformou-se em um transporte estratégico. Essa é uma demanda antiga dos usuários e a aprovação dessa lei é de grande importância. Quando o Bilhete Único foi criado o VLT ainda não existia, por isso era mais que urgente a alteração da lei para a inclusão do modal”, explica.
Fonte - O Dia  03/09/2018

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Sítio arqueológico é encontrado no Rio durante escavações do VLT

Transportes sobre trilhos  🚄

O local fica há cerca de um quilômetro do Cais Valongo, o maior porto escravagista da história, já declarado patrimônio cultural da humanidade pela Unesco. Os arqueólogos que conduzem as pesquisas no local cruzaram mapas da época com informações de jornais, e a localização bate com anúncios de venda de escravos presentes no Jornal do Comércio.

Raquel Júnia - EBC
foto - ilustração/arquivo
Objetos e o alicerce de uma loja do final do século XIX que se dedicava ao comércio de escravos podem ter sido descobertos no centro do Rio. O sítio arqueológico foi encontrado durante as escavações para a linha 3 do Veículo Leve sob Trilhos, o VLT, na rua Miguel Couto, no centro do Rio.
O local fica há cerca de um quilômetro do Cais Valongo, o maior porto escravagista da história, já declarado patrimônio cultural da humanidade pela Unesco. Os arqueólogos que conduzem as pesquisas no local cruzaram mapas da época com informações de jornais, e a localização bate com anúncios de venda de escravos presentes no Jornal do Comércio.
Ao final das pesquisas, devem ser definidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, medidas a serem adotadas pela concessionária e pelo poder público para dar visibilidade aos achados, mas por enquanto não há a possibilidade de que a estrutura subterrânea fique exposta e nem que se altere o trajeto do VLT.
A arqueóloga do Iphan do Rio, Maria Cristina Leal Rodrigues, responsável por fiscalizar as pesquisas, afirma que a exposição total do sítio não é viável pelo fato de ele se encontrar no meio da via.
A descoberta só foi possível porque como parte do licenciamento da obra foi demandada pelo Iphan uma pesquisa arqueológica. O procedimento é comum em alguns tipos de obras que envolvem regiões com patrimônio cultural.
Roberto Stanchi, responsável pela Coordenação Nacional de Licenciamento do Instituto, explica que em várias cidades pelo Brasil e inclusive em outras partes do mundo com história muito mais antiga, como Roma, por exemplo, existem várias camadas de história e que nem tudo fica exposto, entretanto, ele reforça a necessidade de o país aprimorar essa relação entre o desenvolvimento e a preservação do patrimônio.
As pesquisas para que as obras prossigam devem durar pelo menos até outubro. O VLT já fez uma adequação no projeto, com a instrução do Iphan, para realizar um asfaltamento mais alto do que o originalmente previsto para a preservação do sítio. Entre os objetos encontrados, está uma bola de ferro, que pode ter sido usada como um grilhão.
Fonte - EBC Radioagencia Nacional 13/08/2018  

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Rio fecha temporariamente museu e prédios históricos para obra do VLT

Transporte sobre trilhos  🚄

A recomendação foi feita pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Estão sendo embaladas todas as peças do museu, que somam cerca de 5,5 mil itens, entre móveis, quadros, esculturas, mapas, medalhas, livros e documentos, incluindo todo o arquivo diplomático do país até a transferência do Ministério das Relações Exteriores para Brasília, em 1970. 

Da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
O Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty está temporariamente fechado ao público por causa das obras da Linha 3 do VLT (veículo leve sobre trilhos), que ligará a Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont, ambos na região central do Rio de Janeiro. O fechamento é necessário para preservação do acervo, que pode ser danificado pela trepidação provocada pelo maquinário da construção civil.
A recomendação foi feita pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Estão sendo embaladas todas as peças do museu, que somam cerca de 5,5 mil itens, entre móveis, quadros, esculturas, mapas, medalhas, livros e documentos, incluindo todo o arquivo diplomático do país até a transferência do Ministério das Relações Exteriores para Brasília, em 1970. O próprio palácio também está recebendo reforços na estrutura, proteção no piso e vedação das portas e janelas voltadas para a Avenida Marechal Floriano, onde estão sendo construídos os trilhos do bondinho moderno.
Segundo o subchefe da Administração do Escritório de Representação do Itamaraty no Rio de Janeiro, Glauber Vivas, após a construção das primeiras fases do VLT, constatou-se a necessidade de proteger melhor o patrimônio, e o Iphan determinou que fossem tomadas medidas adicionais para os bens tombados. Ele informou que o museu está fechado desde o começo de julho e, que se tudo correr bem, o trabalho pode terminar no dia 27. “Poderíiamos até reabrir no dia 28, mas apenas para acesso ao prédio, as peças estarão todas cobertas”.
Vivas destacou que, além disso, será implantada uma rede de proteção no teto e que, por isso, a circulação ficará limitada, embora não proibida. Ele acrescentou que será usado na região um equipamento que provoca menos vibração no entorno do que as britadeiras tradicionais.
Depois de concluídas as obras do VLT, previstas para o início de dezembro, todo o acervo será desempacotado, e o museu será montado novamente e reaberto ao público ainda naquele mês. Os serviços administrativos e consulares não foram interrompidos, bem como o arquivo histórico, que continua aberto aos pesquisadores.
Vivas informou que também está em andamento um projeto de restauração e revitalização do museu e de todo o complexo do Itamaraty no Rio, que envolve mais três prédios. De acordo com Vivas, os projetos executivos devem ficar prontos no primeiro semestre do próximo ano, para depois serem buscados os recursos para executar o trabalho.
Segundo Vivas, o projeto é anterior e independente da questão do VLT. “No ano passado, foram feitos vários estudos e discutiu-se com Brasília para apresentar a ideia de restauração e revitalização do complexo. A deterioração do bem deve-se à escassez de recursos, e a revitalização visa, entre outras coisas, a angariar recursos para o museu.
Em abril, foi assinado o convênio com o Instituto Pedras para isso, que está apresentando um projeto para a Lei Rouanet para o desenvolvimento de projetos executivos de restauração e gestão dos espaços do museu.”

Patrimônio histórico
Também são tombados na Marechal Floriano os prédios da Light, o CampusCentro do Colégio Pedro II, a Igreja Matriz de Santa Rita e o Banco Central, antiga Caixa de Amortização. De acordo com o Iphan, todos os bens tombados recebem “atenção e acompanhamento por ocasião de intervenções, neles ou em seu entorno”, embora não exista o risco da obra na rua prejudicar a estrutura dos prédios.
“Todos os bens tombado que estão no ‘caminho’ do VLT tiveram, quando necessário, os elementos de suas fachadas protegidos/escorados para que a trepidação proveniente das máquinas não trouxesse qualquer avaria”, informou o órgão, que também tem “acompanhado o projeto de implantação do VLT minuciosamente”.
A Igreja de Santa Rita está sendo escorada, e uma equipe de arqueologia acompanha as escavações, pois no local pode haver um dos primeiros cemitérios para africanos recém-chegados ao país. No prédio da Light, vizinho ao do Itamaraty, a fachada recebeu uma tela de proteção para evitar prejuízos, e a construção é monitorada durante as escavações e a perfuração do solo. A Light informa que não foram identificados riscos para o Museu da Ligh, que também fica no local.
O Colégio Pedro II e o Banco Central foram procurados pela reportagem para saber as providências feitas por causa da obra em cada instituição, mas ainda não responderam ao pedido da reportagem.
A Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), órgão da prefeitura responsável pela parceria público-privada de implantação do VLT, informa que a conclusão das obras está prevista para dezembro deste ano e que não deu orientação para que o museu feche as portas. O único impacto da obra sobre o prédio seria a restrição temporária no acesso ao imóvel, “alinhado com a instituição, conforme alinhamento padrão com todas as instituições da rua, ouvindo demandas e atendendo, na medida do possível, especificidades de cada um”.
Segundo o Consórcio do VLT, as obras da Linha 3 seguem as orientações de Instrução Normativa do Iphan para preservação do patrimônio. “O trecho da nova linha, que ligará a Central do Brasil ao Santos Dumont via Marechal Floriano, contará com três novas paradas e tem previsão de operação no fim do ano”, informou o VLT.

História e acervo diplomático
Conforme pesquisa feita pelo historiador e diplomata Guilherme Frazão Conduru, como parte do Plano Museológico do Museu Histórico e Diplomático, o Palacete Itamaraty foi construído entre 1851 e1854, com projeto atribuído ao arquiteto brasileiro José Maria Jacinto Rebelo, aluno de Grandjean de Montigny, professor da Academia Imperial de Belas Artes que veio para o Brasil na missão artística francesa.
O proprietário era Francisco José da Rocha Filho, o conde de Itamaraty, um rico comerciante português que provavelmente imigrou para o Brasil, ainda criança, com o pai militar no comboio que acompanhou a família real.
Rocha Filho morreu em 1883 e, em 1890, o governo provisório de Deodoro da Fonseca comprou o edifício da Marquesa de Itamaraty e faz do local o palácio presidencial para residência. Em 1897 a sede do Poder Executivo federal e residência presidencial são transferidas para o Palácio do Catete, e o Itamaraty recebe, em 1899, o Ministério das Relações Exteriores.
Após concursos para escolher pintores, escultores e arquitetos para ornar e reformar o local, em 1955 foi criado pelo Decreto nº 38.312, de 15 de dezembro, o Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty, com a finalidade de “guarda e exposição pública de móveis, objetos, alfaias e documentos de valor histórico, artístico ou diplomático existentes no Palácio Itamaraty, ou que venham a ser incorporados ao patrimônio”. O museu foi inaugurado no dia 28 de janeiro 1957 pelo então presidente Juscelino Kubitschek.
Com a transferência do Ministério das Relações Exteriores para Brasília em 1970, o Palácio Itamaraty no Rio de Janeiro e o Museu Histórico e Diplomático são fechados, mas o acervo é preservado. Restaurado, o museu foi reaberto ao público no dia 21 de outubro de 1983, integrando as próprias salas do palácio. Após estragos provocados por uma forte chuva em 1986, o local passou por novos reparos e foi reinaugurado em 1989, permanecendo fechado ao público até 1994. Foi novamente reaberto no dia 18 de maio com a presença do então presidente Itamar Franco.
Na pesquisa, Guilherme Conduru aponta como destaques do acervo o próprio palácio neoclassicista de inspiração italiana, que integra um pequeno conjunto de exemplares de arquitetura residencial urbana da classe senhorial da corte do Império, ao lado do Palácio do Catete e do Solar da Marquesa de Santos. Porém, o local nunca foi ocupado como residência, sendo usado em ocasiões festivas e protocolares, como o baile oferecido ao conde d’ Eu para celebrar o fim da Guerra do Paraguai em junho de 1870. A família morava no sobrado construído ao lado do palácio.
Nas primeiras décadas do século 20, foi construído novo prédio para ampliação dos serviços do Ministério das Relações Exteriores, em estilo neorrenascentista, ao lado do palácio. Em 1930, após nova reforma para adaptar o prédio para o uso por órgão público, foi inaugurado também o novo edifício construído para abrigar o arquivo, a biblioteca e a mapoteca da pasta. O Palácio Itamaraty foi tombado pelo patrimônio nacional em 1938, ano em que foram inaugurados os tombamentos no país.
A catalogação do acervo lista 5.562 itens unitários, classificados em 2.457 peças, já que alguns compõem conjuntos. As peças são classificadas em armaria; cerâmica e porcelana; desenhos; projetos; fotografias; documentação manuscrita e gráfica; documentação sonora; escultura; sigilografia e filatelia; gravura; indumentária; medalhística; mobiliário; numismática; ordens honoríficas; ourivesaria; pintura; prataria; têxteis; vidros e cristais; instrumentos de precisão; luminárias; memória do Ministério das Relações Exteriores; etnografia; e diversos.
O Palácio Itamaraty é composto por 78 salas ou espaços e tem 218 portas, além de pintura europeia do século 19, mobiliário luso-brasileiro dos séculos 17I, 18 e 19 e pintura brasileira dos séculos 19 e 20. Entre os destaques estão obras de Jean Baptiste Debret, Castagnetto, Navarro da Costa, Pedro Américo, Vitor Meirelles e Antônio Parreiras.
Fonte - Abifer  17/07/2018

terça-feira, 5 de junho de 2018

VLT do Rio tem crescimento de 85% no numero de passageiros

Transportes sobre trilhos  🚄

Cresce 85% o número de passageiros no VLT do Rio.Há um ano, 35 mil pessoas andavam de VLT diariamente. Hoje, o número é de aproximadamente 65 mil.  Nesse período, 23 milhões de pessoas foram transportadas pelos trilhos do centro.

G 1 - Abifer
foto - ilustração/arquivo
O Veículo Leve sobre Trilhos do Rio completa dois anos com 1 milhão de quilômetros rodados. Há um ano, 35 mil pessoas andavam de VLT diariamente. Hoje, o número é de aproximadamente 65 mil. Nesse período, 23 milhões de pessoas foram transportadas pelos trilhos do centro.
A Obra da Linha 3 (Central do Brasil/Aeroporto Santos Dumont, passando pela Av. Marechal Floriano) ficou parada por 5 meses, por causa de exigências legais com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Segundo a CDURP, durante as escavações foram encontrados trilhos antigos, que o Iphan estava analisando. A licença foi emitida há duas semanas e a construção retomada. O consórcio espera concluir o traçado até o fim de 2018.

Bom pagador
O VLT é um atestado de que o carioca é um bom pagador. Mesmo sem cobrador, a taxa de evasão é considerada baixa, menos de 15 por cento. A multa para quem for flagrado andando no VLT, sem pagar, é de R$170 reais.
Fonte - Abifer  05/06/2018

terça-feira, 17 de abril de 2018

Metrô de Salvador foi responsável por quase 50% do crescimento da rede nacional

Transportes sobre trilhos  🚇

Cerca de 50% desse crescimento se deu com a inauguração da Linha 2 do Metrô de Salvador, com incremento de 14,4 km em apenas 1 ano. O VLT Carioca adicionou mais 5,8km à rede; o VLT da Baixada Santista outros 4,7 km; o Metrô de São Paulo mais 3 km com a ampliação da Linha 5-Lilás e a linha de VLT da CBTU Maceió acrescentou mais 2,3 km de trilhos à malha urbana.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A rede de transporte de passageiros sobre trilhos do Brasil cresceu 30,2 km em 2017, superando a expectativa projetada pelos operadores metroferroviários de 29 km. Esse crescimento foi possível com a inauguração de duas novas linhas e a extensão de outras três, ampliando 24 estações de atendimento à população. Os números fazem parte do Balanço do Setor Metroferroviário 2017/2018, divulgado nesta 2ª feira (16/04) pela Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos), em Brasília (DF).
Cerca de 50% desse crescimento se deu com a inauguração da Linha 2 do Metrô de Salvador, com incremento de 14,4 km em apenas 1 ano. O VLT Carioca adicionou mais 5,8km à rede; o VLT da Baixada Santista outros 4,7 km; o Metrô de São Paulo mais 3 km com a ampliação da Linha 5-Lilás e a linha de VLT da CBTU Maceió acrescentou mais 2,3 km de trilhos à malha urbana.
O aumento da capilaridade dos sistemas, com a expansão da rede e as novas estações, possibilitou a estabilidade no volume de passageiros transportados em 2017, totalizando 2,93 bilhões de passageiros. Se a rede não contasse com essa ampliação, o País teria registrado uma queda de 1,2% na demanda de passageiros. O arrefecimento da economia e a queda dos empregos formais são fatores que impactam diretamente na quantidade de passageiros dos sistemas metroferroviários.
O transporte também foi qualificado. A frota trens do Brasil teve renovação recorde em 2017, com a entrada em operação de 719 novos carros de passageiros, que representam um aumento de 15,5% relação ao ano anterior. Com layout moderno, ar condicionado, sistema multimídia e acessibilidade, a nova frota proporcionará mais conforto às viagens dos cidadãos.
“O transporte sobre trilhos é um serviço público e de cunho social, com importante papel nos deslocamentos das pessoas nas cidades onde estão instalados, seja para ir ao trabalho, estudar ou para o lazer. A continuidade da expansão da rede e qualificação da malha existente são essenciais para o atendimento adequado à população. É importante e necessário que os novos governantes que se anunciam incluam o transporte entre as suas prioridades de gestão, proporcionando mais qualidade de vida para os cidadãos, que se deslocarão de forma mais eficiente nas cidades, assim como contribuindo para a qualidade ambiental das cidades”, enfatiza Joubert Flores, Presidente da ANPTrilhos.
O documento completo do Balanço do Setor Metroferroviário 2017/2018 pode ser acessado através do link: www. anptrilhos. org.br/ o-setor/balancos.
Com informações da Sedur BA  17/04/2018

quarta-feira, 14 de março de 2018

Paradas e estações do VLT do Rio ganham terminais de consulta de saldo

Transportes sobre trilhos  🚇

Os pontos de embarque em operação agora possuem terminais de consulta de saldo, nos quais é possível verificar o quanto há de crédito no cartão de passagem de forma instantânea, sem a necessidade de passar pelas máquinas específicas para compra e recarga.É preciso apenas encostar o cartão Riocard na área indicada e o saldo é exibido na tela

VLT
foto - ilustração
Usuários do VLT Carioca passam a contar com uma novidade que vai ajudar a agilizar o embarque nas paradas e estações. Os pontos de embarque em operação agora possuem terminais de consulta de saldo, nos quais é possível verificar o quanto há de crédito no cartão de passagem de forma instantânea, sem a necessidade de passar pelas máquinas específicas para compra e recarga.
É preciso apenas encostar o cartão Riocard na área indicada e o saldo é exibido na tela. Dessa forma, o passageiro sabe antes se precisar seguir para a fila de recarga ou já pode embarcar na próxima composição.
Além dessa função principal, os novos terminais servem também para desbloqueio de cartões Riocard (no caso de estarem há mais de 120 dias sem uso, por exemplo) ou para liberar ou ativar recargas pendentes, inclusive aquelas que são feitas on-line.
A intenção é que todas essas funções mais imediatas sejam concentradas nos novos terminais, liberando o fluxo nas máquinas de autoatendimento originais e evitando filas.

Integração com aplicativo
A instalação dos terminais cria também uma integração com o aplicativo do VLT, lançado em dezembro. Agora, além de consultar as próximas viagens, planejar o percurso e visualizar atrações turísticas no entorno, usuários que acessarem a recarga via aplicativo precisarão apenas validar os créditos no terminal após a confirmação de pagamento.
Fonte - Revista Ferroviária  14/03/2018

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

VLT Carioca supera marca de 15 milhões de passageiros transportados em 18 meses de operação no Rio

Transportes sobre trilhos  🚄

No início do ano, o VLT transportava em média 28 mil pessoas diariamente, com intervalos sempre acima de 10 minutos na maior parte do percurso. O sistema chega em dezembro com o dobro da média de passageiros (56 mil/dia útil) e intervalos reduzidos em mais de 30% nas duas linhas em operação (7 minutos nos horários de pico).

VLT Carioca - ANPTrilhos
foto - ilustração/arquivo
O fim de 2017 se aproxima com números positivos para o VLT Carioca. O sistema atingiu a marca de 15 milhões de passageiros transportados (sendo mais de 10 milhões neste ano) em quase 150 mil viagens. Entraram em operação nove paradas/estações e a operação passou a contar com 2 linhas, em um total de 26 pontos de embarque e desembarque. Em 1 ano e meio de circulação nas ruas do Centro, não foi registrado nenhum atropelamento de pedestres.
No início do ano, o VLT transportava em média 28 mil pessoas diariamente, com intervalos sempre acima de 10 minutos na maior parte do percurso. O sistema chega em dezembro com o dobro da média de passageiros (56 mil/dia útil) e intervalos reduzidos em mais de 30% nas duas linhas em operação (7 minutos nos horários de pico).
O número de viagens diárias mais que dobrou desde janeiro, passando de pouco mais de 200 para cerca de 500 por dia. Com isso, os VLTs também aumentaram a quilometragem, e agora rodam cerca de 60 mil km por mês.
Ao longo do ano a linha 2 iniciou a operação com as paradas Saara, Tiradentes, Colombo e Praça XV e a linha 1 também ganhou os novos locais de embarque Providência e Harmonia. Mais recentemente, o VLT chegou à Central, junto com a parada Vila Olímpica e, por último, entrou em circulação a Praia Formosa, que atende às duas linhas. Hoje, já são mais de 20 km de trilhos espalhados pelo Centro e Região Portuária.
O crescimento da malha ajudou também a identificar comportamentos diferentes do usuário. Enquanto a linha 1 (Praia Formosa-Santos Dumont) mantém seu horário de pico no almoço, entre 11h e 15h, a linha 2 já apresenta maior fluxo no início da manhã (entre 7h e 9h) e no fim da tarde (entre 17h e 19h). As paradas de maior movimento são aquelas em que é possível realizar alguma conexão. Cinelândia (metrô), Central (metrô, trem e ônibus) e Colombo (integração VLT+VLT) mantém um fluxo de oito a dez mil pessoas por dia.
Fonte - ANPTrilhos   14/12/2017

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Com um mês de operação na Central do Brasil, VLT Carioca tem novos fluxos e crescimento de demanda

Transportes sobre trilhos   🚄

A média de pessoas transportadas por dia útil cresceu 25% no período, atingindo picos de 58 mil/dia. A estação já entra em operação como a segunda mais movimentada do sistema, recebendo atualmente cerca de 10 mil pessoas por dia entre embarques e desembarques, atrás apenas da Cinelândia.

VLT Carioca - ANPTrilhos
foto - ilustração/arquivo
Um mês após o início da operação com passageiros na Central do Brasil, já é possível perceber mudanças significativas no VLT Carioca. A principal delas é o fluxo de passageiros. A média de pessoas transportadas por dia útil cresceu 25% no período, atingindo picos de 58 mil/dia. A estação já entra em operação como a segunda mais movimentada do sistema, recebendo atualmente cerca de 10 mil pessoas por dia entre embarques e desembarques, atrás apenas da Cinelândia.
Outro movimento importante aconteceu na parada Colombo, também da linha 2. Ponto de transferência para a linha 1, ela teve aumento de fluxo acima de 80% após o início da circulação na Central e também se colocou entre as três mais movimentadas do sistema entre o fim de outubro e a segunda quinzena de novembro. A estação Praça XV foi outra que apresentou crescimento relevante, na ordem de 40%, evidenciando a facilidade de mais uma ligação entre as barcas e a região central.
O tempo médio de viagem entre Praça XV e Rodoviária é de 23 minutos. O percurso é ainda mais curto saindo das barcas para outros pontos da linha 2 (Praça Tiradentes em 5 minutos e Central em 12) ou fazendo a conexão com a linha 1 (Cinelândia em 13 minutos, Praça Mauá em 15 e Santos Dumont em 17).

Obras da linha 3 a partir de janeiro
Novembro marca também o início dos trabalhos de engenharia para a implantação da linha 3 do VLT. O trecho sai da Central do Brasil e, via Av. Marechal Floriano, se conecta com a linha 1 entre São Bento e Candelária, chegando também ao Santos Dumont. O planejamento é que as obras comecem em janeiro de 2018, com previsão de operação até o fim do ano.
Fonte - ANPTrilhos  28/11/2017

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Tractebel negocia fornecimento de energia renovável para o VLT do Rio de Janeiro

Mobilidade/Sustentabilidade  🚄

A venda da energia se daria através da comercializadora da Tractebel, visto que o VLT é um consumidor livre. O contrato seria de 4 a 5 anos, de acordo com Bärh. "A gente tá fazendo uma parceria com eles para fornecer energia renovável a preços interessantes para manter as tarifas do VLT módicas", comentou o executivo da Tractebel.

Canal Energia - RF
foto - ilustração/arquivo
A Tractebel Energia está negociando o fornecimento de energia renovável para o VLT – Veículo Leve sobre Trilhos – do Rio de Janeiro. A ideia, segundo Mauricio Bähr, presidente da Engie no Brasil, controladora da Tractebel Energia, é finalizar as negociações nas próximas semanas e iniciar o fornecimento de energia em novembro deste ano.
"A gente está negociando com a empresa do VLT o fornecimento de energia renovável para que seja realmente uma transformação, não só de mobilidade urbana, mas de sustentabilidade", afirmou o executivo, durante o Engie Brasil Innovation Day 2016, que aconteceu nesta segunda-feira, 6 de junho, no Rio de Janeiro.
A venda da energia se daria através da comercializadora da Tractebel, visto que o VLT é um consumidor livre. O contrato seria de 4 a 5 anos, de acordo com Bärh. "A gente tá fazendo uma parceria com eles para fornecer energia renovável a preços interessantes para manter as tarifas do VLT módicas", comentou o executivo.
Ele contou ainda que em breve a Tractebel Energia passará a se chamar Engie Tractebel Energia. "Estamos num movimento global de transformar as empresas na marca global Engie", explicou.
Fonte - Revista Ferroviária  06/10/2017

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

VLT Carioca realiza testes na região da Central do Brasil

Transportes sobre trilhos  🚄

Em mais um passo para a consolidação do sistema, as movimentações começaram entre a futura parada Vila Olímpica, antes do antigo túnel ferroviário, na Gamboa, e as proximidades da futura estação Central, que ficará próxima ao portão 6 da Supervia, na rua Senador Pompeu.

VLT Carioca
divulgação
O VLT Carioca iniciou os testes no trecho que complementa o traçado da linha 2, passando pela Central do Brasil e chegando também à Rodoviária. Em mais um passo para a consolidação do sistema, as movimentações começaram entre a futura parada Vila Olímpica, antes do antigo túnel ferroviário, na Gamboa, e as proximidades da futura estação Central, que ficará próxima ao portão 6 da Supervia, na rua Senador Pompeu.
Como em todas as fases pré-operacionais, a progressão tem sido gradual. Após os primeiros dias, os testes já cruzam a Avenida Presidente Vargas e avançam até a parada Saara, atualmente um dos pontos de partida da linha 2. O cronograma prevê a evolução durante o mês de setembro de forma que tudo esteja pronto para a operação com passageiros em outubro. Assim, o trecho passará a operar no percurso Rodoviária-Praça XV.
Já nesse período, é fundamental a atenção da população para a circulação do VLT na região. Placas alertam para a passagem dos veículos e é importante não caminhar nos trilhos e atravessar sempre nos locais em que há sinalização adequada.
A chegada à Central representará um marco para o projeto, confirmando a vocação de conectar os principais modais, já que o VLT terá ligação com os trens e com os terminais de ônibus Américo Fontenelle e Procópio Ferreira, além de mais uma conexão com o metrô. A expectativa é de que nos primeiros meses de operação haja um aumento de até 40% no número de passageiros com a circulação no novo trecho.
Fonte - ANPTrilhos  06/09/2017

terça-feira, 1 de agosto de 2017

VLT do Rio Linha 1 - Trecho da Rodoviária ao Santos Dumont

Transportes sobre trilhos  🚄

Trajeto da linha 1 do VLT do Rio de Janeiro entre a Rodoviária e o Santos Dumont,passando pelas novas paradas,Providência e Harmonia

Arlindo Pereira




foto - ilustração

segunda-feira, 5 de junho de 2017

VLT do Rio ganha mais dois pontos de paradas

Transportes sobre trilhos  🚄

Com o novo trecho, deixa de existir a circulação em via única entre Parada dos Navios e Cidade do Samba. Trens que saem da Rodoviária, ao deixarem a parada Gamboa, farão serviço de passageiros nas paradas Providência, atrás da Cidade do Samba, e Harmonia, próxima à praça de mesmo nome e ao 5º Batalhão da Polícia Militar.

Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
Primeiro meio de transporte público do país com validação voluntária - sem roletas e cobradores - o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) iniciou hoje (4) operação em novo trajeto com duas paradas: Providência e Harmonia, ambas da Linha 1.
Os sistemas têm duas linhas quer permitem a interligação da região portuária ao centro financeiro da cidade e ao Aeroporto Doméstico Santos Dumont. A Linha 1 tem aproximadamente 14 km de trilhos e liga a rodoviária Novo Rio ao Aeroporto Santos Dumont. A Linha 2 faz a conexão entre a Central do Brasil e a Praça XV. O projeto prevê 28 km e 31 estações. Atualmente as linhas circulam com 25 paradas.
Com o novo trecho, deixa de existir a circulação em via única entre Parada dos Navios e Cidade do Samba. Trens que saem da Rodoviária, ao deixarem a parada Gamboa, farão serviço de passageiros nas paradas Providência, atrás da Cidade do Samba, e Harmonia, próxima à praça de mesmo nome e ao 5º Batalhão da Polícia Militar.
De acordo com a prefeitura, o principal benefício do novo trajeto é a diminuição gradual do intervalo em toda a linha. O novo trecho tem a velocidade reduzida inicialmente, mas a expectativa é diminuição progressiva do tempo de espera entre Rodoviária-Parada dos Navios, que inicialmente cairá de 15 para 13 minutos.
O bonde circula no centro desde 4 de junho de 2016 em fase de testes.
Atualmente, o VLT carioca funciona de 6h à meia-noite e o valor da viagem custa R$ 3,80 e a única forma de validação é o Bilhete Único, no interior do trem. Quem for pego pela fiscalização sem ter pago a passagem deverá desembolsar R$ 170. O valor aumenta para R$ 255 em caso de reincidência (multa mais 50%).
A integração tarifária com ônibus municipais permite ao usuário pegar dois ônibus e na sequência o VLT ou vice-versa pagando apenas R$ 3,80, desde que no tempo de uso do bilhete único, duas horas. O usuário de cartões RioCard com saldo e válidos no município pode embarcar e validar o cartão em um dos 28 validadores disponíveis em cada trem. Para quem precisa comprar ou recarregar, todas as paradas têm máquinas de recarga.
A implantação do sistema teve custo de R$ 1,157 bilhão, sendo R$ 532 milhões em recursos federais do Programa de Aceleração do Crescimento da Mobilidade, e R$ 625 milhões por meio de uma parceria público-privada da prefeitura do Rio.
Fonte - Agência Brasil  04/06/2017