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quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Nordeste da Bahia terá complexo eólico com R$ 1,3 bilhão em investimentos

Energia/Sustentabilidade  💡

A estimativa é que a AES Tietê invista R$ 1,3 bilhão na primeira fase de construção dos parques, que terão capacidade instalada de 322 Megawatts (MW). Estima-se que todas as etapas da obra gerem até 500 empregos, aproveitando em parte a mão de obra local. 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O nordeste da Bahia vai ganhar o primeiro complexo eólico da região, que ficará localizado nos municípios de Tucano, Araci e Biritinga. A estimativa é que a AES Tietê invista R$ 1,3 bilhão na primeira fase de construção dos parques, que terão capacidade instalada de 322 Megawatts (MW). Estima-se que todas as etapas da obra gerem até 500 empregos, aproveitando em parte a mão de obra local.
Além do pioneirismo na região, de acordo com a empresa, o parque terá as maiores turbinas já instaladas no país em potência e tamanho. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), tem apoiado institucionalmente a implantação do empreendimento.
“A Bahia já se consolidou como a terra dos bons ventos. Saber que passaremos a produzir energia a partir da fonte eólica onde até então nem poderíamos imaginar que seria possível, é uma grata surpresa. Teremos novos municípios beneficiados pela força das energias renováveis. A SDE desempenha um papel de articulador com objetivo de melhorar os processos autorizativos que impactam no prazo e até na viabilidade dos empreendimentos eólicos”, afirma o vice-governador João Leão, secretário da pasta.
Segundo a AES Tietê, a primeira etapa das obras do Complexo Eólico Tucano será composta por 52 turbinas, que serão fornecidas pela Siemens Gamesa, cuja unidade produtiva fica no município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). As turbinas serão instaladas em torres de aço de 115 metros de altura e terão pás de mais de 80 metros de comprimento, formando uma circunferência de 170 metros de diâmetro.
A estimativa é que as obras da primeira fase sejam iniciadas a partir de outubro, após parecer do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e emissão das licenças ambientais emitidas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).

Diagnóstico social A segunda fase do projeto, embora ainda sem prazo para o início nem estimativa de custos, terá capacidade instalada de 258 MW, totalizando 580 MW em todo o parque. A AES Tietê iniciou um trabalho de diagnóstico social da região para identificar as potencialidades da comunidade e os desafios locais. Com esses dados, a companhia planejará iniciativas de desenvolvimento social a serem implementadas nos municípios do entorno do complexo eólico, alinhadas com as diretrizes de Sustentabilidade e de Investimento Social Privado.
“Estamos ansiosos para iniciar a construção do Parque Eólico de Tucano, que abrirá uma nova fronteira para a geração eólica na Bahia e contribuirá para o desenvolvimento socioeconômico da região”, destaca o diretor de Engenharia e Construção da AES Tietê, Rodrigo D’Elia.

Alto Sertão II A AES Tietê é responsável pela operação do Complexo Eólico Alto Sertão II, localizado nas cidades de Caetité, Guanambi, Igaporã e Pindaí, também na Bahia. No local, a empresa emprega nove colaboradores e outros 70 prestadores de serviço.
Os parques, com 230 torres eólicas, têm capacidade instalada para gerar 386,1 MW de energia, contratada por 20 anos, por meio do leilão de energia de reserva e leilão de energia nova realizados em 2010 e 2011, cujos contratos expiram em 2033 e 2035, respectivamente.

Energia eólica na Bahia De acordo com o Informe de Energia Eólica da SDE, a Bahia liderou nacionalmente, com 32,4%, a geração de energia eólica no primeiro semestre de 2020. No mesmo período, a fonte produzida pelos ventos foi responsável por 48,2% da matriz de geração do estado. Os 172 parques em operação, espalhados por 20 municípios, têm 4,2 Gigawatts (GW) de capacidade instalada.
Desde 2012, o montante investido nos parques em atividade ultrapassa os R$ 16,5 bilhões e foram gerados mais de 45,9 mil empregos diretos na fase de construção desses parques. Os 123 novos parques contratados, que entram em operação até 2025, terão capacidade instalada de 3,5 GW e vão gerar 53 mil empregos. A previsão é que, juntos, possam injetar R$ 13,2 bilhões em investimentos no estado.

Sobre a AES Tietê

A AES Tietê atua como uma plataforma integrada de energia renovável com soluções customizadas de acordo com a necessidade de seus clientes. Está entre as maiores companhias privadas de geração do Brasil, atuando no país há 20 anos. O Centro de Operações de Geração de Energia (COGE), localizado em Bauru (SP), é o mais tecnológico do país e opera remotamente todos os ativos da companhia.
No portfólio, composto por geração hídrica, solar e eólica, estão nove usinas hidrelétricas e três pequenas centrais hidrelétricas, dois Complexos Solares, Guaimbê e Ouroeste, em São Paulo, além do Complexo Eólico Alto Sertão II, na Bahia. Recentemente, a companhia anunciou investimento na construção do Complexo Eólico Tucano, também na Bahia.
Com informações da Secom BA  19/08/2020

terça-feira, 21 de julho de 2020

Seis parques eólicos entram em atividade na Bahia no primeiro semestre de 2020

Energia/Sustentabilidade   💡

Os seis novos empreendimentos estão localizados nos municípios de Pindaí e Campo Formoso, aumentando para 171 parques em funcionamento distribuídos por 20 cidades. O estado se mantém na liderança da geração de energia elétrica a partir da fonte dos ventos no Brasil.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Caititu 2 e 3, Corrupião 3, Carcará e Ventos de São Januário 20 e 21 são os parques eólicos que entraram em operação comercial no primeiro semestre deste ano na Bahia. Os seis novos empreendimentos estão localizados nos municípios de Pindaí e Campo Formoso, aumentando para 171 parques em funcionamento distribuídos por 20 cidades. O estado se mantém na liderança da geração de energia elétrica a partir da fonte dos ventos no Brasil.
O potencial eólico do território baiano contribui para a atração de negócios por meio das empresas do setor energético. Desde 2012, o montante investido nos parques em atividade foi de R$ 16,5 bilhões. Os empreendimentos foram responsáveis pela produção de 4.750.311,04 MWh de energia elétrica entre janeiro e maio deste ano, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A Bahia gerou 31,8% do total do país na força dos ventos, o que seria capaz de atender 8,3 milhões de residências.
O secretário de Infraestrutura da Bahia, Marcus Cavalcanti, comemora o avanço do setor no estado. “As fontes renováveis são responsáveis por cerca de 90% da capacidade instalada de geração de energia elétrica no território baiano. Até o fim de 2020, mais dois empreendimentos eólicos entrarão em atividade no município de Campo Formoso. Os novos parques são Ventos de São Januário 04 e 22 e vão contribuir para a consolidação da produção energética do estado”.
"A Bahia tem se tornado uma locomotiva de desenvolvimento no país e o setor de energias renováveis é um dos responsáveis por este cenário. Além da liderança nacional no setor, parques eólicos e solares que estão em operação no estado já criaram mais de 55,5 mil empregos diretos na fase de construção. Além de gerar emprego e renda nos municípios e ter transformado a paisagem no semiárido baiano, a energia renovável não polui e ajuda a diversificar a matriz elétrica do país", diz o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), João Leão.
De acordo com dados do Informes de Energias Renováveis da SDE, há atualmente na Bahia 54 parques eólicos em construção e outros 70 parques em construção prestes a se iniciar. A previsão é que, juntos, possam injetar R$ 13,2 bilhões em investimentos no estado e gerem 53,2 mil empregos diretos e indiretos. Já no setor solar fotovoltaico, 44 parques estão prestes a começar a construção, com investimentos previstos na ordem de R$ 6 bilhões e possível abertura de 21,2 mil postos de trabalho na fase de construção dessas usinas. Com os novos parques, a Bahia pode alcançar 1,6 GW de potência instalada em solar, até 2024, e 7 GW de potência instalada, em eólica, até 2025.

Energia SolarAlém da fonte dos ventos, a Bahia também permanece em primeiro lugar no ranking da geração solar no país. O território baiano possui 31 empreendimentos em funcionamento e nos quais foram aplicados R$ 4 bilhões por empresas do setor nos últimos oito anos. De acordo com o ONS, os parques instalados em oito municípios produziram 718.247,04 MWh de energia elétrica de janeiro até maio de 2020. O dado representa 30,9% do valor gerado pela fonte solar fotovoltaica no Brasil e teria capacidade de atendimento para cerca de 880 mil residências.
Com informações da Secom BA  21/07/2020

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Sistema purifica 2 mil litros de água por dia com energia solar e ainda gera eletricidade

Ciência & Tecnologia   🌊 

A nova solução vem da startup Tenkiv’s, que arrecadou US$ 50 mil, via financiamento coletivo, para aprimorar e produzir em larga escala um sistema que é capaz de purificar dois mil litros de água por dia com energia solar, e de quebra produzir, armazenar e converter energia para outros usos.

Revista Amazônia
Revista Amazônia
Moradores da África e Ásia têm encontrado dificuldades em obter água potável para consumo. Várias iniciativas procuram melhor o modo de promover qualidade de vida para esses países com menor custo benefício, claro.
A nova solução vem da startup Tenkiv’s, que arrecadou US$ 50 mil, via financiamento coletivo, para aprimorar e produzir em larga escala um sistema que é capaz de purificar dois mil litros de água por dia com energia solar, e de quebra produzir, armazenar e converter energia para outros usos.
A startup fica em Sacramento, na Califórnia, o principal objetivo da companhia é democratizar o acesso à água potável e energia renovável.
O grande diferencial do sistema é que, em vez de focar na tecnologia fotovoltaica, ela usa o calor do sol para fazer tudo isso funcionar – é a tecnologia térmica solar. De acordo com a startup, o método custa aproximadamente 1/13 de um painel solar e 1/5 do que qualquer fonte de combustível fóssil, o que torna a tecnologia viável e escalável.
“Tenkiv Solar Collectors vai poder distribuir de forma simples e eficiente a energia térmica provida pelo sol. Seja para esquentar o banho ou fazer chá, não importa. A maior parte das invenções energéticas provém de sistemas complexos e ineficientes que requerem energia para transformar a energia”, esclarece o site.
Fonte - Revista Amazônia  01/02/2020

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Energia Solar: Proposta da Aneel pode afetar geração de 12 mil empregos na Bahia

Energia sustentável  💡

Nos últimos 12 meses no Estado, a potência instalada em GD alcançou um crescimento de aproximadamente 148% e as novas regras seriam uma regressão para o segmento, que está em plena ascensão. No Panorama de Energias Renováveis deste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) alerta que o estado pode deixar de criar 12 mil postos de trabalho caso a agência federal concretize a nova taxação.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Desde que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), abriu consulta sobre novas regras para geração distribuída (GD), de solar fotovoltaica, com a proposta de reduzir os subsídios para os consumidores que geram sua própria energia, uma grande discussão se instalou no país e, na Bahia, não foi diferente. Nos últimos 12 meses no Estado, a potência instalada em GD alcançou um crescimento de aproximadamente 148% e as novas regras seriam uma regressão para o segmento, que está em plena ascensão. No Panorama de Energias Renováveis deste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) alerta que o estado pode deixar de criar 12 mil postos de trabalho caso a agência federal concretize a nova taxação.
Em um período de seis anos, desde a criação da Resolução Normativa 482 da Aneel, em 2012, a Bahia instalou 12,26 megawatt (MW) de potência, mas nos últimos 12 meses, o Estado acrescentou 18,15 MW a sua potência instalada, somando 30,41 MW de potência. A Bahia tem ainda a possibilidade de crescimento de 92%, com 177 MW de potência instalável neste setor energético. Até o final de outubro de 2019, foram instalados 2,9 mil sistemas, atendendo a 3,9 mil unidades consumidoras.
De acordo com o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), o Governo da Bahia vem trabalhando de forma intensa para a criação de uma política de desenvolvimento do setor de micro e minigeração, e que vem dando resultados positivos. "Temos fomentado esse novo mercado para atração de mais negócios e a alteração das regras pode impedir o segmento que é bastante promissor. Estamos apoiando o mercado e vamos buscar um diálogo com a Aneel para resolver essa questão", afirma.
"Sabemos que a Bahia aumentará exponencialmente a participação neste mercado nos próximos anos, então a estimativa de empregos será ainda maior, eles estarão espalhados em 243 municípios e serão extremamente qualificados - como engenheiros, instaladores, operadores e toda a cadeia produtiva indireta associada ao setor. É necessário um ambiente com oportunidades e segurança jurídica para que as empresas continuem crescendo e se consolidem no país e na Bahia. Para isto, a proposta da Aneel precisa ser revista com urgência", pontua Laís Maciel Lafuente, diretora de Interiorização do Desenvolvimento da SDE.

Entenda o caso
Ao longo de 2018 e início de 2019, um amplo processo de discussão com a sociedade foi colocado em pauta a fim de compreender os benefícios e impactos que a GD causa sobre o setor elétrico. Em maio de 2018 a Aneel abriu uma consulta pública, que foi embasada pela Nota Técnica 62/2018 (NT 62), e nela apresentou alguns pontos que deverão ser abordados na revisão. O principal diz respeito à manutenção ou não da forma como hoje se dá a compensação de créditos.
No modelo vigente, atualmente, 100% da energia produzida é abatida da energia consumida pelos imóveis, seja da unidade geradora ou receptora. O que ocorre é que a energia produzida por micro e minigeração é lançada na rede de distribuição e a justificativa da taxação é compensar a concessionária. A maior reclamação do setor, no entanto, é a porcentagem abusiva que pode chegar a 66%.
Stéphane Pérée, diretor da Associação Baiana de Energia Solar, conta que após tantos meses de debate e contribuições, o mercado foi surpreendido em outubro pela agência nacional, que segundo ele, desconsiderou totalmente as contribuições do mercado. "Uma proposta pouco transparente e que retira completamente o fotovoltaico da matriz energética brasileira. Estamos correndo para destrinchar o que o órgão quer e informar à população e seus representantes do jogo pouco transparente e pouco democrático que a Aneel está propondo agora", diz.
O diretor explica que o setor está se mobilizando através das associações para mostrar que o fotovoltaico "está longe de promover prejuízos no Brasil" e traz como benefícios o barateamento progressivo do custo energético e estimulam as indústrias a produzirem de forma mais eficiente. "Quanto mais a gente colocar a micro e mini geração no Brasil, menos pressão será feita sobre o mercado para lançar termelétricas. E ainda baratearemos a energia no Brasil", acrescenta.
Com informações da  Seinfra BA  04/11/2019

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Novos parques eólicos em Caetité e Tanque Novo devem gerar 1 mil empregos na Bahia

Energia & Sustentabilidade  💡

Esses empreendimentos estão na lista dos projetos comercializados no leilão de Energia Nova da ANEEL A6, da semana passada, e são fruto de protocolo de intenções assinado no início do mês, entre a Atlantic Energias Renováveis e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A previsão é que sejam gerados até 1 mil empregos diretos na região.

Da Redação
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A Bahia deverá receber R$ 800 milhões em investimentos, com a implantação de dois novos parques eólicos, de 180 Megawatts (MW) de potência, nos municípios de Tanque Novo e Caetité. Esses empreendimentos estão na lista dos projetos comercializados no leilão de Energia Nova da ANEEL A6, da semana passada, e são fruto de protocolo de intenções assinado no início do mês, entre a Atlantic Energias Renováveis e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A previsão é que sejam gerados até 1 mil empregos diretos na região.
De acordo com diretor-presidente da Atlantic, José Roberto de Moraes, o apoio do governo baiano aos investidores tem sido estratégico para a viabilidade do negócio. “O resultado deste leilão representa uma retomada bastante forte da empresa aos projetos de energia. E nós vamos continuar nessa ascendência de participação de leilões ou aquisições de empresas operacionais. Acredito que o mais importante na instalação de um empreendimento são os legados que ficam. Além de profissionais capacitados, os municípios ganham com os projetos sociais e autossustentáveis”, destaca o empresário.
“É de extrema importância atrair novos investidores para a Bahia. Estamos felizes, enquanto governo, com mais esse novo investimento que chega ao interior do estado e vai gerar mais postos de trabalho para os baianos e baianas, além de promover o desenvolvimento socioeconômico da região”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico. A previsão é que as obras civis comecem no segundo semestre de 2020 e que o parque fique pronto em no máximo dois anos.
A Atlantic já opera na Bahia o Complexo Eólico de Morrinhos, localizado em Campo Formoso, a 450 km da capital baiana, na região Centro Norte. O Complexo possui seis parques eólicos, 90 aerogeradores e tem capacidade instalada de 180 MW, suficientes para abastecer 500 mil residências.

Leilão
A Bahia ficou com 65% de toda a energia eólica comercializada no Leilão de Energia Nova A-6, da ANEEL, realizado na última sexta-feira (18). Dos 44 projetos comercializados no certame, 24 são no estado, têm um total de 604,20 MW de capacidade instalada, contarão com investimentos de aproximadamente R$ 2,4 bilhões, e serão implantados até 2025 nos municípios de Uibaí, Tanque Novo, Ibipeba, Campo Formoso, Caetité e Brotas de Macaúbas. Líder no setor, o estado possui, atualmente, 160 parques eólicos em operação e 73 em processo de construção.

Sustentabilidade
Os novos parques da Atlantic Energias Renováveis poderão contar com o projeto socioambiental Ecofossa, já praticado em outros empreendimentos de energias renováveis do grupo no país. Pioneira no Brasil, a ação consiste no tratamento do esgoto de forma ecologicamente sustentável, dispensando o uso de produtos químicos e refletindo na proteção do solo, dos recursos hídricos e da saúde da população.
“Radiografar quais são as necessidades e interesses das comunidades impactadas faz parte da nossa estratégia para a implantação dos parques eólicos. Uma vez colocado em ação, eles deixam importantes legados para essas comunidades”, aponta o diretor-presidente da empresa.
Com informações da Secom BA  23/10/2019

sábado, 5 de outubro de 2019

Bahia é o estado com maior geração de energia eólica no país

Sustentabilidade/Energia 💡

A produção, entre janeiro e junho deste ano, foi de 7.262 Gigawatt/hora (GW/h), enquanto no mesmo período de 2018 foi de 4.844,2 GW/h. Além de registrar a maior taxa de crescimento, graças aos novos parques em funcionamento, os números fizeram o estado liderar nacionalmente na produção energética.Segundo o Panorama de Energias Renováveis de setembro, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), a geração de energia produzida no primeiro semestre deste ano, no estado, pode abastecer 9,6 milhões de residências/mês e até 28,8 milhões de habitantes.

Da Redação
foto ilustração/arquivo
Líder nacional no número de parques, são 160 em operação, e na comercialização de projetos, a geração de energia eólica na Bahia cresceu 49,9% no primeiro semestre de 2019, quando comparado com o mesmo período do ano passado. A produção, entre janeiro e junho deste ano, foi de 7.262 Gigawatt/hora (GW/h), enquanto no mesmo período de 2018 foi de 4.844,2 GW/h. Além de registrar a maior taxa de crescimento, graças aos novos parques em funcionamento, os números fizeram o estado liderar nacionalmente na produção energética.
 O estado apresentou os melhores aproveitamentos do vento para a geração de energia do país, no período. Os ventos baianos têm velocidade superior a necessária para a geração de energia, é unidirecional e constante. A região onde os parques estão instalados possui fatores de capacidade superior a 50% e atinge picos de 85% em meses mais produtivos.
"Nossos parques estão em ebulição. Somos o maior gerador de energia eólica, em uma região de semiárido, onde o povo está sendo beneficiado com a energia a partir dos ventos. Nós ainda temos muitos locais para instalar energia limpa e a Bahia será o futuro do Brasil na questão energética. Até 2024, o estado irá acrescentar mais de 1,5 GW na sua capacidade instalada", afirma vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE).
De acordo com a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), até o final de 2019, outros cinco parques eólicos devem entrar em funcionamento. Os empreendimentos são Acauã, Arapapá, Papagaio, Teiú 2 e Tamanduá Mirim 2 e estão localizados no município de Pindaí, na região do Sertão Produtivo.
"Estimular a eficiência energética baiana tem sido foco do Governo do Estado nos últimos anos e os números correspondem. Além do crescimento em energias renováveis, com a atração de novos parques e ampliação da cadeia produtiva do setor, estamos diversificando as matrizes energéticas e em breve poderemos nos tornar ainda mais competitivos no país", afirma Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura.
Em dezembro, o Brasil completa 10 anos do primeiro leilão competitivo exclusivo para energia proveniente de fontes eólicas, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em uma década, a Bahia assumiu o protagonismo, tanto em número de usinas quanto na capacidade de geração de energia. Já foram investidos cerca de R$ 16 bilhões nos 160 empreendimentos em operação, que conta com um potencial instalado de 3,99 GW e a geração de mais de 29 mil empregos
diretos, na construção dos parques.

Solar
A geração solar fotovoltaica centralizada na Bahia, gerada nos parques, cresceu 88% no primeiro semestre de 2019, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Foi produzido 745,3 GW/h em comparação aos 396,3 GW/h gerados entre janeiro e junho de 2018. Quanto à potência instalada, o estado registrou um crescimento de 1,46 vezes a capacidade instalada nesse período.
O estado apresenta os melhores níveis de irradiação solar para a geração de energia do país. O estado possui excelentes aproveitamentos com fatores de capacidade superior a 25%. A geração de energia produzida no primeiro semestre pode abastecer cerca de 1 milhão de residências/mês, beneficiando 3 milhões de habitantes.
São 24 parques solares fotovoltaicos em operação na Bahia, nos quais já foram investidos R$ 3,2 bilhões e gerados mais de 19,5 mil empregos diretos e indiretos na fase de construção das usinas, o que representa um potencial instalado de 652 MW.
Com informações da Seinfra 04/10/2019


Seinfra BA


terça-feira, 17 de setembro de 2019

Piauí tem maior parque eólico em construção na América do Sul

Sustentabilidade/Energia eólica 💡

A estrutura terá capacidade de gerar 3,3 TWh por ano e evitará a emissão de mais de 1,6 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera.Para que toda essa produção de energia seja possível, milhares de trabalhadores que atuam tanto nos parques eólicos quanto nas fábricas que fornecem equipamentos são responsáveis por movimentar o setor produtivo, gerando um crescimento da economia nos municípios onde as empresas estão instaladas

Da Redação
Gov. Piaui / TVCCom
O Piauí está entre os maiores produtors de energia limpa do Brasil, ocupando o quinto lugar entre os maiores produtores de energia eólica do país. Da mesma forma que o estado produz energia, gera também empregos em diversas áreas e oportunidades de melhoria de vida para os piauienses. Os bons ventos da região nordeste, considerados constantes e estáveis, têm contribuído para o excelente desempenho: o Piauí produz 1638,10 megawatts (MW) de energia eólica.
Para que toda essa produção de energia seja possível, milhares de trabalhadores que atuam tanto nos parques eólicos quanto nas fábricas que fornecem equipamentos são responsáveis por movimentar o setor produtivo, gerando um crescimento da economia nos municípios onde as empresas estão instaladas, com a Nordex/Acciona.
Inaugurada em 2018, a fábrica de torres eólicas Nordex/Acciona está instalada no município de Lagoa do Barro, a 540 km de Teresina, fabrica torres de concreto e fornece equipamentos para serem usados nos parques eólicos no Piauí. Mais de 400 empregos foram gerados com a instalação da empresa na região. Para a empresa Atlantic, proprietária da estrutura do Complexo Eólico Lagoa do Barro, já fabricaram 65 torres, que possui oito parques e potência instalada de 195 MW (megawatts), distribuídos em uma área de 2.854 hectares.
A Nordex/Acciona está instalada há mais de um ano na cidade de Lagoa do Barro e, além de produzir equipamentos para a empresa Atlantic, fabrica insumos também para os demais parques do estado, que não precisarão importar as torres de 120m que sustentam as hélices e o aerogerador.
O coordenador de torres José Maria Melo explica os projetos realizados pela fábrica e empregos gerados. “Iniciamos o projeto produzindo torres de concreto para a Atlantic e logo após o encerramento desse projeto iniciamos a nova etapa, que é a Lagoa dos Ventos, outro projeto bem audacioso, chegando a quatro vezes mais do que já foi produzido no primeiro projeto, com mais de 409 pessoas efetivadas e a perspectiva da empresa é fazer mais contratações e chegarmos a um patamar de 450 pessoas ligadas ao processo fabril de torres de concreto. A previsão é de que esse projeto seja instalado daqui a um ano meio”, diz Melo.
Atualmente, a fábrica está produzindo mais 230 torres para o Complexo Eólico Lagoa dos Ventos, que está sendo construída pela Enel Green Power Brasil (EGP) nos municípios de Lagoa do Barro, Queimada Nova e Dom Inocêncio.
Lagoa dos Ventos, que deve entrar em operação em 2021, é o maior parque eólico atualmente em construção na América do Sul e o maior parque eólico da EGP no mundo. Quando estiver em plena operação, será capaz de gerar mais de 3,3 TWh por ano, evitando a emissão de mais de 1,6 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera.
José Maria ressalta que a região no Piauí é propícia para a produção de energia eólica. “A região tem uma planície muito característica, onde recebe muitos ventos, com velocidade de 9 a 12 km. Então, após estudos realizados, foi visto viabilidade na região, e assim foi possível a instalação dos parques, o que gera uma demanda de mercado produtor de equipamentos para suprir as necessidades dos mesmos”, diz o coordenador.

Empregos e desenvolvimento social
“Os projetos de energia eólica no Piauí não só geram inovação no setor e proporcionam oportunidades de trabalho, embora isso seja de grande importância, pois os moradores da região são priorizados onde as fábricas estão instaladas, mas vai para, além disso: vem trazendo dignidade para o povo piauiense, que enxerga a perspectiva de mudança de vida”, destaca o governador Wellington Dias.
Com informações do Gov. do Piaui  17/09/2019

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Energia Eólica: 20 parques entraram em atividade no primeiro semestre deste ano

Energia/Sustentabilidade 💡

São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado.Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Na Bahia, mais de 90% da capacidade instalada para geração de energia elétrica vem de fontes renováveis como a hidráulica, a eólica, a solar e a biomassa. Juntas, totalizam 12.707 MW de potência instalada no território baiano. O primeiro semestre deste ano se destacou pela entrada de 20 parques eólicos em operação comercial no estado. 
São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado. 
Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios. A atual capacidade instalada em território baiano, de 3.935 MW, representa 26% da potência de energia eólica do Brasil, atrás apenas do Rio Grande do Norte. Em maio deste ano, a geração de energia dos empreendimentos abasteceria cerca de 11,5 milhões de residências.
No estado, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) é responsável pelo acompanhamento da evolução da matriz energética. A expectativa é que mais usinas entrem em operação comercial na Bahia até o final de 2019. "Ainda neste ano, sete parques eólicos e um empreendimento solar devem iniciar as atividades nas cidades de Pindaí, Campo Formoso e Casa Nova. Um investimento de R$ 516 milhões feito pelas empresas do setor", ressalta Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura.

foto - ilustração/arquivo
Energia Solar
A Bahia ainda permanece em primeiro lugar na capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da fonte solar no Brasil. Atualmente, 26 empreendimentos solares estão em operação comercial distribuídos nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Guanambi, Itaguaçu da Bahia, Juazeiro, Salvador e Tabocas do Brejo Velho. A potência do estado é de 654,73 MW e com capacidade para atender mensalmente cerca de 1 milhão de residências com acesso a energia elétrica.
Com informações da Seinfra BA  12/08/2019

terça-feira, 9 de julho de 2019

CBTU João Pessoa implanta sistema de energia solar e vai economizar 90 mil por ano

Sustentabilidade  💡

O Sistema de geração de energia solar economizará, em 10 anos, aproximadamente R$ 1.000.000,00 e será feita no prédio do Recursos Humanos da CBTU João Pessoa, o que gerará uma economia de 90 mil reais/ano para a Companhia.

CBTU
Divulgação CBTU
Sistema de Energia Solar é implantado na CBTU João Pessoa. A instalação das 182 placas fotovoltaicas 370W, com potência de geração 67,34kWp e com 2 inversores de 72 kW de potência total; será feita no prédio do Recursos Humanos da CBTU João Pessoa, o que gerará uma economia de 90 mil reais/ano para a Companhia.
Essa implantação é mais uma etapa do projeto CAES (Consumo de Água e Energia Sustentável), realizado pela engenheira ambiental, Mariko Carneiro e o analista de gestão, Lucian Pereira; que tem como objetivo: conscientizar, reduzir o desperdício, utilizar equipamentos eficientes e utilizar fontes alternativas de água e energia.
“O Sistema de geração de energia solar economizará, em 10 anos, aproximadamente R$ 1.000.000,00. Além disso, o Sistema Fotovoltáico impactará positivamente a CBTU João Pessoa na redução de emissões de CO2 e na imagem da empresa perante a sociedade”, relatou Mariko Carneiro.
Com informações da CBTU   09/07/2019

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Voo de avião elétrico vai ser uma realidade

Tecnologia 

Toda a tecnologia de eletricidade recarregável, com baterias 30 vezes mais eficientes e “densas em energia” do que as atuais, não possibilita uma viagem de mais de 1.500 km.Todavia, a luta contra a poluição é para valer. A solução para contornar esse limite será o uso da eletricidade para voar e o hidrocarboneto para as decolagens e aterrissagem. 

Portogente

O mundo sustentável vai ter que contar ainda por muitos anos com o combustível do petróleo (ou fóssil) para fazer viagens de avião. Toda a tecnologia de eletricidade recarregável, com baterias 30 vezes mais eficientes e “densas em energia” do que as atuais, não possibilita uma viagem de mais de 1.500 km.
Todavia, a luta contra a poluição é para valer. A solução para contornar esse limite será o uso da eletricidade para voar e o hidrocarboneto para as decolagens e aterrissagem. Assim, será possível uma redução significativa na emissão de CO2 (dióxido de carbono).
Quanto a realizar voos de menores distâncias alimentados totalmente por eletricidade, estão sendo desenvolvidos motores elétricos com resultados satisfatórios. Porém, a dificuldade é no armazenamento da eletricidade em bateria.
Os voos com aviões elétricos irão gerar uma redução de 30% na emissão de CO2. E serão silenciosos. A previsão de viagens regionais com aviões totalmente elétricos está prevista para 2030.
Fonte - Portogente  29/06/2018

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Patinetes desafiam cidades brasileiras

Mobilidade/Sustentabilidade  🚲

Tal questão chamou a atenção do Senado Federal que realizou duas audiências públicas, onde as opiniões convergiram para a necessidade de uma regulação discutida e planejada com antecedência pelo poder público. No limite, o que deve ser preservado é o direito à integridade física dos que circulam pelas cidades, mas parlamentares e especialistas recomendam equilíbrio para que não se joguem fora alternativas promissoras ao meio ambiente e à fluidez do tráfego.

Portogente
foto 0 ilustração/arquivo
Os problemas criados nos últimos meses em várias cidades brasileiras pelo uso inadequado de patinetes elétricas desfez a ilusão de que empresas e consumidores pudessem resolver sozinhos, e num passe de mágica, certos embaraços à mobilidade urbana. Tal questão chamou a atenção do Senado Federal que realizou duas audiências públicas, onde as opiniões convergiram para a necessidade de uma regulação discutida e planejada com antecedência pelo poder público como melhor caminho para que as comunidades reinventem seu modelo de trânsito, sem que tenham de passar pelo caos ou cair no proibicionismo.
No limite, o que deve ser preservado é o direito à integridade física dos que circulam pelas cidades, mas parlamentares e especialistas recomendam equilíbrio para que não se joguem fora alternativas promissoras ao meio ambiente e à fluidez do tráfego.
De janeiro a maio, num crescendo, a combinação de novidades tecnológicas com modelos de negócio arrojados surpreendeu a população, provocando alvoroço. A empolgação inicial, entretanto, vem sendo arrefecida por sustos, quedas e atropelamentos nas ruas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e uma dezena de outras cidades nas quais as patinetes estão presentes, mostrando que também as autoridades responsáveis pelo planejamento urbano se surpreenderam.
Pelo menos parte dos danos provocados por esse afluxo repentino poderia ter sido evitada, caso tivesse sido cumprido à risca o que recomenda desde 2013 a Resolução 465 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para esses veículos: circulação em áreas de pedestres a 6 quilômetros por hora (km/h) e a 20 km/h em ciclovias e ciclofaixas.
Fonte - Portogente  26/06/2019

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Grupo francês vai investir R$ 1,3 bilhão em novos parques eólicos na Bahia

Sustentabilidade  💡

Com investimento de R$ 1,371 bilhão, os parques eólicos serão instalados em Iraquara e Souto Soares, na Chapada Diamantina, e em Campo Formoso, no centro norte do estado. A EDF Renewables já possui outros empreendimentos em energia eólica em funcionamento na Bahia. Com os novos parques, a empresa totaliza R$ 3 bilhões em investimentos no setor de energias renováveis no estado.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Em reunião com a EDF Renewables, na tarde desta segunda-feira (20), o governador Rui Costa assinou nove protocolos de intenções para implantação de projetos de energia eólica na Bahia. Com investimento de R$ 1,371 bilhão, os parques eólicos serão instalados em Iraquara e Souto Soares, na Chapada Diamantina, e em Campo Formoso, no centro norte do estado.
"São novos investimentos em energia eólica e esperamos que, em breve, tenhamos também em energia solar, favorecendo a região da Chapada Diamantina. Investimentos que chegam para gerar riqueza e emprego e fortalecer o que a Bahia tem como uma vantagem competitiva grande, que é a energia sustentável. Os empregos são gerados não apenas na implantação, mas na manutenção desses equipamentos", afirmou Rui.
A EDF Renewables já possui outros empreendimentos em energia eólica em funcionamento na Bahia. Com os novos parques, a empresa totaliza R$ 3 bilhões em investimentos no setor de energias renováveis no estado. "Um terço já foi investido nos municípios vizinhos a Morro do Chapéu e dois terços estão sendo implantados. Esses parques já estão em construção, e a previsão é de entrada em operação em 2020/2021", declarou o diretor-presidente da EDF Renewables no Brasil, Paulo Abranches. Segundo ele, 80% das 700 contratações na fase de construção são de mão de obra local.
Também participaram da reunião o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão, e os secretários da Casa Civil e de Infraestrutura, Bruno Dauster e Marcus Cavalcanti, respectivamente
Com informações da Seinfra BA  21/05/2019

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Governo do Ceará discute a utilização do biogás no transporte público em seminário

Sustentabilidade  🚌

O seminário reuniu especialistas suecos e brasileiros da cadeia de valor do biogás para compartilharem conhecimento e discutir as melhores formas de se implementar a cadeia sustentável na Capital. O encontro teve em sua programação workshops, painéis e palestras, além da apresentação de um ônibus movido a biometano

Seinfra CE
Divulgação/Seinfra CE
A discussão sobre como implementar uma logística sustentável para os transportes urbanos em Fortaleza marcou a abertura da 7ª edição das Semanas Inovação Suécia-Brasil, nesta segunda-feira (19), no auditório da Companhia de Gás do Ceará (Cegás). Foi realizado na ocasião o seminário “Biogás: uma cadeia sustentável para o transporte público”.
Estiveram presentes à mesa a vice-governadora do Ceará, Izolda Cela, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, o Secretário Adjunto de Energia, Mineração e Telecomunicações da Secretaria da Infraestrutura – Seinfra, Adão Linhares, o diretor-presidente da Cegás, Hugo Figueiredo, o vice-ministro da Indústria e Tecnologia da Suécia, Niklas Johansson, o embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn, o diretor de Assuntos Governamentais da Scania, Gustavo Bonini. Participaram do momento autoridades políticas locais e profissionais do segmento de Gás e Energia.
Para Izolda Cela, o plano de usar o biogás no transporte público representa uma inovação na preservação do meio ambiente e deve colocar o Ceará como um exemplo para todo o Brasil.
“Isso é uma das coisas mais promissoras que os compromissos de um governo podem assumir. Trata-se exatamente de transformar aquilo que hoje representa problema seríssimo, poluição, conflitos entre desenvolvimento e sustentabilidade. É redefinir essa cadeia que hoje é viciosa para um circuito virtuoso em que o lixo, por exemplo, o esgoto, os resíduos da agricultura, simplesmente se transforme em energia, que vai ser utilizada no transporte público, que por sua vez vai deixar de ser uma das áreas poluentes e que comprometem o bem-estar das pessoas”, disse.
O seminário reuniu especialistas suecos e brasileiros da cadeia de valor do biogás para compartilharem conhecimento e discutir as melhores formas de se implementar a cadeia sustentável na Capital. O encontro teve em sua programação workshops, painéis e palestras, além da apresentação de um ônibus da Scania movido a biometano.
O IVL (Instituto de Pesquisa Ambiental da Suécia) participou do evento com apresentação acerca da experiência do país nórdico na implementação de uma cadeia de biogás no transporte público. Representando o Estado, o diretor-presidente da Cegás, Hugo Figueiredo, e representantes da Sania falaram dos avanços no uso dessa inovação no Brasil.

Fortaleza
O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, destacou o exemplo positivo da Suécia que, em pouco mais de 20 anos, utilizou o lixo como fonte fundamental de combustível e energia no país, sendo referência para o mundo em políticas de sustentabilidade. Segundo ele, através de planejamento pactuado entre Governo do Ceará, Prefeitura e parcerias privadas, será possível implementar e ter resultados positivos para benefício da sociedade cearense.

“Além da questão da inovação em si, tem um ganho concreto para a sustentabilidade. Hoje nas cidades do Brasil as duas principais fontes de emissão de carbono na atmosfera são, nesta ordem, transporte público e lixo. Em fazer do lixo combustível para o transporte público, está se ligando as duas principais fontes de emissão de carbono. É algo possível de se fazer aqui. A ideia é que tenhamos pelo menos uma linha de transporte em teste na cidade. Se for mostrada a eficiência, poderemos replicar a experiência”, explicou.

Brasil-Suécia
O embaixador da Suécia no Brasil, Per-Arne Hjelmborn, enfatizou a importância do seminário para incentivar a pesquisa científica e o investimento público na energia sustentável.
“No mundo em que estamos vivendo, tanto no Brasil como na Suécia, temos passado por transformações cada vez mais rápidas e questionado velhos padrões. Com a introdução de novas tecnologias, novos modos de produção, novos produtos e indústrias completamente redefinidas. Neste contexto, o biogás possui um grande potencial. A Suécia possui hoje um dos transportes públicos mais limpos do mundo. O vasto conhecimento científico da Suécia e os incentivos do governo para isso fez com que 90% da rede de gás veicular seja composta por biogás. A substituição foi feita de forma gradativa e com benefícios a todos os setores. É possível fazer essa mudança”, afirmou.
O seminário é parte de uma extensa programação que tem por objetivo promover a Suécia como aliada de longo prazo do Brasil nas áreas de ciência, tecnologia e inovação. Entre os dias 19 e 30 de novembro, a Embaixada da Suécia, em parceria com entidades, instituições e empresas brasileiras, vai articular encontros de profissionais e universitários para discutirem esses temas.

Cegás
Antes da abertura do Seminário, os representantes do Governo do Ceará, da Prefeitura de Fortaleza, Cegás e a comitiva sueca participaram da inauguração do novo prédio da Cegás, como também do Espaço Cegás de Cultura.

Reunião
Após o evento, a vice-governadora Izolda Cela participou de reunião para aprofundar os possíveis acordos de cooperação entre Suécia e o Estado do Ceará nas áreas de Tecnologia, Comércio, Turismo e Educação, além de reforçar ações junto a Prefeitura na área de Mobilidade Urbana.
Fonte - Seinfra CE  19/11/2018

segunda-feira, 16 de julho de 2018

1º barco autônomo movido a hidrogênio e energia solar fará uma viagem ao redor do mundo

Tecnologia/Sustentabilidade  🚤

Os combustíveis fósseis têm sido uma das principais causas de preocupação para os ambientalistas, devido aos níveis alarmantes de poluição em todo o mundo.Não apenas as estradas, mas os combustíveis fósseis são cada vez mais utilizados em cursos de água, devido a que, a condição está se movendo de mal a pior. Agora imagine um barco que funcione com hidrogênio e energia solar!

engenhariae. com

O primeiro barco autônomo movido a hidrogênio e energia solar vai fazer uma viagem ao redor do mundo
Nós sempre tentamos conservar energia e nos mover em direção a um mundo menos poluído e mais ecologicamente correto. Os combustíveis fósseis têm sido uma das principais causas de preocupação para os ambientalistas, devido aos níveis alarmantes de poluição em todo o mundo.
Não apenas as estradas, mas os combustíveis fósseis são cada vez mais utilizados em cursos de água, devido a que, a condição está se movendo de mal a pior. Agora imagine um barco que funcione com hidrogênio e energia solar!
Notícias recentes trouxeram esperança para muitas pessoas ao redor do mundo onde um navio de cruzeiro desenvolvido por Victorien Erussard chamado Energy Observer chamou a atenção do mundo. Então, o que há de diferente nesse barco?
Ele é executado em não uma, mas duas fontes renováveis ​​e agora está percorrendo os oceanos em todo o mundo, operando com esses recursos energéticos não-tóxicos.
O veículo trabalha eliminando os íons e o sal da água do oceano e quebrando-os em hidrogênio e oxigênio, que são seus elementos básicos. Este hidrogênio é então armazenado até que seja necessário para funcionar como um combustível. Como suplemento, há também turbinas eólicas e painéis solares para operar o navio.
O barco está sendo patrocinado pela Toyota e estará em viagem pelo mundo por um período de seis anos. Será alimentado exclusivamente por energia solar, hidrogênio, energia eólica e hídrica.
Fonte - Revista Amazônia  16/07/2018

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Trem Coradia iLint da Alstom de célula de combustível a hidrogênio,foi aprovado para entrar em serviço com passageiros

Transportes sobre trilhos  🚄

As unidades deverão entrar no serviço piloto na rede Elbe-Weser a partir do final do verão na Alemanha.O desenvolvimento da Alstom para o Coradia iLint, de 140 km / h, foi financiado com € 8 milhões do Programa Nacional de Inovação para Tecnologia de Hidrogênio e de Célula de Combustível do governo alemão.

Com informações da Railway Gazette
foto - ilustração/arquivo
O trem Coradia iLint da Alstom de célula de combustível a hidrogênio,foi aprovado para entrar em serviço transportando passageiros em 11/07.As unidades deverão entrar no serviço piloto na rede Elbe-Weser a partir do final do verão na Alemanha.
"O hidrogênio é uma alternativa eficiente ao diesel, com baixas emissões e eficiência", disse Enak Ferlemann, Secretário de Estado Parlamentar do MFTID, ao ser entregue pelo presidente do Escritório Ferroviário Federal Gerald Hörster,o certificado de aprovação em 11 de julho. Em linhas secundárias, onde as redes elétricas aéreas não são econômicas ou ainda não estão disponíveis, esses trens são uma opção sustentável e ecologicamente correta.
O desenvolvimento da Alstom para o Coradia iLint, de 140 km / h, foi financiado com € 8 milhões do Programa Nacional de Inovação para Tecnologia de Hidrogênio e de Célula de Combustível do governo alemão.
Um contrato foi assinado em novembro de 2017 entre  a autoridade de transporte da Niedersachsen, LNVG, e a Alstom,para fornecer,manter e abastecer,14 unidades múltiplas de célula de combustível,por 30 anos. A expectativa é que essas unidades entrem em serviço entre Cuxhaven, Bremerhaven, Bremervörde e Buxtehude a partir de dezembro de 2021.
Fonte - Railway Gazette  11/07/2018

sábado, 30 de junho de 2018

Árabes vão construir usina solar 100 vezes maior do que a atual maior do mundo

Energia solar 💡

A central de produção de energia solar será a maior em termos de dimensões e também em capacidade de geração, que terá capacidade de 200 GW.Ainda são poucos os detalhes que se conhecem relacionado ao projeto da maior central de produção de energia solar. Os 200 GW que promete gerar representam o triplo da capacidade total de geração da Arábia Saudita, país banhado pelo sol desértico e que tem enorme potencial de geração de energia deste tipo.

Engenharia é
foto - ilustração
A arábia acaba de vencer a luta não declarada pelo título de maior central solar do mundo. Os árabes voltam a mostrar o seu poder com um investimento de 200.000 milhões de dólares para uma central de produção de energia elétrica com recurso aos fotões emitidos pelo sol. O dinheiro tem origem no SoftBank Group Corp. e do governo da Arábia Saudita.
A Arábia Saudita poderá assim reclamar dois feitos em energias renováveis. A central de produção de energia solar será a maior em termos de dimensões e também em capacidade de geração, que terá capacidade de 200 GW.
O acordo foi celebrado entre Masayoshi Son, fundador do SoftBank, e Mohammed Bin Salman, poderoso príncipe herdeiro saudita. O investimento é o maior nesta área em toda a história da humanidade.
Ainda são poucos os detalhes que se conhecem relacionado ao projeto da maior central de produção de energia solar. Os 200 GW que promete gerar representam o triplo da capacidade total de geração da Arábia Saudita, país banhado pelo sol desértico e que tem enorme potencial de geração de energia deste tipo. Quanto ao impacto em termos de emprego representará a contratação de mais de 100.000 pessoas para a sua construção. Os trabalhos deverão estar concluídos em 2030.
Até aqui a maior usina solar do mundo era a Solar Choice Bulli Creek PV que vai ser instalada na Austrália e terá capacidade de geração de apenas 2 GW. A sua construção deverá estar concluída em 2023. O projeto apresentado agora pela Arábia Saudita possui dimensão 100 vezes superior.
Os 200 GW de energia gerada pela Arábia Saudita na sua nova central de energia solar representam também o quádruplo de toda a energia gerada com recurso ao sol em todo o ano de 2017.
O SoftBank prossegue assim o seu plano de domínio mundial do setor da tecnologia. Outros passos importantes foram dados neste sentido com a aquisição de empresas como a ARM e a Boston Dynamics. A Arábia Saudita quer a todo o custo diversificar a sua economia para além dos rendimentos gerados pelo petróleo.
Fonte - Revista Amazônia 30/06/2018

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Atlas Solar Bahia é lançado na Alemanha

Energia limpa  💡

A Bahia é destaque no setor solar fotovoltaico no país. O estado possui um alto potencial de geração com excelentes níveis de radiação solar, além de ter uma ampla área para a instalação de usinas na região do semiárido.

Da Redação
foto - ilutração/arquivo
O Atlas Solar Bahia foi lançado internacionalmente durante a Intersolar Europe, principal exposição do mundo para a indústria solar, que acontece até sexta-feira (22), em Munique, na Alemanha. As oportunidades de investimentos do setor solar fotovoltaico também foram apresentadas pela secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). O evento é considerado a mais importante plataforma industrial para fabricantes, fornecedores, distribuidores, provedores de serviços e parceiros da indústria solar.
O Projeto do atlas inclui o mapeamento, identificação e detalhamento das áreas promissoras para o aproveitamento solar, assim como a apresentação de áreas de interseção entre as fontes de geração eólica e solar do Estado onde favorece a instalação de parques híbridos que façam uso de novas tecnologias atualmente em desenvolvimento. A proximidade das usinas permite ainda otimizar o uso de subestações e a rede de transmissão.
A Bahia é destaque no setor solar fotovoltaico no país. O estado possui um alto potencial de geração com excelentes níveis de radiação solar, além de ter uma ampla área para a instalação de usinas na região do semiárido. “A secretaria veio prospectar novos negócios e expor as potencialidades energéticas do estado, com objetivo de atrair novos investimentos, gerar empregos, qualificar a mão de obra, aquecer a economia local e gerar o crescimento sustentável da Bahia”, afirma o superintendente da SDE, Paulo Guimarães.
Líder na comercialização de projetos de energia solar fotovoltaica, com uma participação de 25% no total geral dos leilões, a Bahia possui 27 projetos, de acordo com dados da Aneel. Em operação, já são 18 (446 MW), quatro estão em construção (95 MW) e cinco (149 MW) terão a construção finalizada até 2018, respeitando a data de entrega da energia a ser gerada, com investimento total de R$ 3,2 bilhões.
O Estado ainda não apresenta uma cadeia de fabricantes, mas possui um grande potencial para atrair as indústrias de equipamentos, sobretudo pela existência da matéria prima na mina de sílica de Santa Maria Eterna, no Sul do estado (município de Belmonte), necessária para fabricação de vidro grau solar, e do quartzo de Brotas de Macaúbas, matéria prima do wafer componente responsável pela conversão da radiação em energia elétrica.
Com informações da Secom BA  21/06/2018

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Londres será alimentada com 100% de energia renovável até outubro 2018

Energia renovável/Sustentabilidade  💡

A partir de outubro de 2018, a cidade de Londres vai ter 100% de suas necessidades energéticas a partir de fontes renováveis de energia através da instalação de painéis solares em edifícios locais, investindo em grandes projetos de energia solar e eólica e compra de energia limpa.

Engenhariae
Revista Amazônia
A cidade de Londres, o histórico “Square Mile”, distrito central de Londres, em breve vai mudar para energia limpa. A partir de outubro de 2018, a cidade de Londres vai ter 100% de suas necessidades energéticas a partir de fontes renováveis de energia através da instalação de painéis solares em edifícios locais, investindo em grandes projetos de energia solar e eólica e compra de energia limpa. A cidade de Londres é um importante centro financeiro. Sua transformação para energia verde envia uma mensagem clara de que Londres tem a intenção de tomar medidas vigorosas contra as alterações climáticas.
Em seus planos para transformar o sistema energético, Londres fará parceria com escolas, habitação social, mercados e espaço verde, em que a capacidade de energia renovável será instalada. “Terceirização 100% de energia renovável nos fará mais limpo e mais verde, reduzindo a nossa dependência da rede convenciona”. Disse o presidente da Câmara Municipal de Política de Londres e Comitê de Recursos Catherine McGuinness disse em um comunicado . “Estamos sempre olhando para o impacto ambiental do nosso trabalho e espero que possamos ser um farol para outras organizações seguirem o exemplo.”
A cidade de Londres está entre os muitos municípios em todo o mundo que estão intensificando a cumprir os compromissos assumidos no Acordo de Paris, mesmo quando os governos nacionais não estão fazendo o suficiente. “Ao gerar nossa própria energia elétrica e investir em energias renováveis, estamos fazendo a nossa parte para ajudar a cumprir as metas internacionais e nacionais de energia”, disse McGuinness.
“Este é um grande passo para a City Corporation e demonstra nosso compromisso em tornar-nos uma empresa mais socialmente e ambientalmente responsável.” Completou.
Fonte - Revista Amazônia  19/06/2018

sábado, 31 de março de 2018

Primeiro parque eólico offshore do mundo livre de subsídio está sendo construído na Holanda

Energia/Sustentabilidade  💡

Graças a drasticamente os custos mais baixos, parques eólicos offshore estão sendo construídos sem subsídio,” disse Eric Wiebes, ministro para assuntos econômicos holandeses. “Isso nos permite manter a transição de energia a preços acessíveis.

Por engenhariae.com.br

A economia subjacente de energia eólica offshore tornaram-se tão favorável no país que os projetos não necessitam de fundos públicos para ser concluída. “Graças a drasticamente os custos mais baixos, parques eólicos offshore estão sendo construídos sem subsídio,” disse Eric Wiebes, ministro para assuntos econômicos holandeses. “Isso nos permite manter a transição de energia a preços acessíveis. A inovação e a concorrência está fazendo a energia sustentável mais barata a cada dia que passa e muito mais rápido do que se pode imagina.” Completa.
Programado para entrar em operação em 2022, os dois parques eólicos estão sendo construídos por uma empresa sueca, a Vattenfall. A eletricidade gerada pelos parques eólicos serão vendidos no mercado aberto, competindo com os combustíveis fósseis. Os parques eólicos estarão localizado a 20 km da costa dos Países Baixos e vai preencher uma área de 350 km quadrado. Uma vez em funcionamento, as fazendas irão produzir energia suficiente para alimentar 1,5 milhões de lares.
Enquanto os parques eólicos estão sendo anunciado como sem subsídio, o governo holandês vai cobrir o custo da ligação à rede.
Os Países Baixos tomaram medidas rápidas para desenvolver as suas capacidades de energia limpa. Em 2017, 600 megawatts, 150-turbina no parque Gemini na costa holandesa abriu como um dos maiores parques eólicos do mundo.
O ministro para o meio ambiente na Holanda, Sharon Dijksma, disse ao MIT Technology Review. “Portanto, este governo decidiu que era necessário acelerar o ritmo. O país europeu de baixa altitude tem muito em jogo na forma como o mundo lida com as mudanças climáticas. Se os Países Baixos forem enfrentar uma inundação poderosa, teríamos um colapso massivo, seria rasgar o país em pedaços e a economia entraria em também em colapso”, disse Dijksma. “Portanto, este cenário Armageddon tem de ser combatido.” Completou.
Fonte - Revista Amazônia  31/03/2018

quinta-feira, 22 de março de 2018

"Investir em energia limpa é a saída para evitar crises energéticas", diz secretário de Infraestrutura da Bahia

Infraestrutura  💡

A Bahia possui a maior capacidade de energia solar do Brasil, e está em segundo lugar na geração de energia eólica. O estado conta com 93 parques eólicos e 15 parques de energia com fonte solar em operação comercial. A estimativa é de que a potência gerada pelos ventos seja capaz de abastecer cerca de 6,4 milhões de residências, levando em consideração um consumo médio mensal de 110kWh. 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O apagão ocorrido nesta quarta-feira (21), que afetou o Norte e o Nordeste do País, reacende a necessidade de ampliar os investimentos no setor de energia renovável. Aqui na Bahia, mais de 15 milhões de habitantes ficaram às escuras. E é também aqui no Estado que há o maior potencial elétrico de fonte sustentável, com mais de 84%, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
A Bahia possui a maior capacidade de energia solar do Brasil, e está em segundo lugar na geração de energia eólica. O estado conta com 93 parques eólicos e 15 parques de energia com fonte solar em operação comercial. A estimativa é de que a potência gerada pelos ventos seja capaz de abastecer cerca de 6,4 milhões de residências, levando em consideração um consumo médio mensal de 110kWh.
A expectativa é de crescimento para o setor, pois há uma previsão de ampliação na capacidade de geração para o Estado a partir da implantação de 89 parques eólicos, já em andamento, e mais 69 que vão entrar em construção.
A importância de realizar investimentos nesta área é destacada como essencial pelo secretário de Infraestrutura (Seinfra), Marcus Cavalcanti. "Investir em energia limpa é a saída para evitar crises energéticas. A Bahia tem sido protagonista no fomento de energia limpa e em pesquisas neste setor, inclusive, ampliando projetos híbridos, que contemplam a geração de energia a partir de fonte solar e eólica".

Atlas Solar
A expansão do uso de energias renováveis no estado e a viabilidade comercial estão mapeadas no novo atlas solar da Bahia, previsto pra ser lançado neste primeiro semestre. Nesta edição, estão apresentadas pesquisas de projetos híbridos em cidades como Bom Jesus da Lapa e Tabocas do Brejo Velho, que possuem capacidade de gerar energia solar (de dia) e eólica (à noite). "Os números da Bahia são positivos e precisam ser vistos com entusiasmo", explica o gestor da Seinfra. Somente na geração de energia solar são investidos mais de três bilhões de reais, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Com informações da Seinfra BA  22/03/2018