UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Maranhão tem o quarto maior saldo de contratações do Brasil em 2020

Economia/Empregos 👷

Maranhão apresenta o quarto maior saldo de contratações do Brasil em 2020, de acordo com publicação do IMESC.De janeiro a setembro de 2020, foram 13.033 admissões líquidas. De acordo com a publicação, este é o maior saldo para os meses de setembro desde 2014. 

Da Redação
O Novo Cadastro de Empregados e Desempregados (CAGED), da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT), apontou o Maranhão como o quarto estado do Brasil com maior saldo de contratações de janeiro a setembro de 2020, com 13.033 admissões líquidas. Só em setembro, foram 5.020 contratações. Os dados são destaque na Sinopse da Nota de Mercado de Trabalho, referente ao mês de setembro, publicada nesta sexta-feira (6), pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Programas Estratégicos (SEPE). De acordo com a publicação, este é o maior saldo para os meses de setembro desde 2014. “Setembro foi o quarto mês seguido de geração de vagas no estado. Esse resultado se deve ao bom desempenho dos grupamentos de atividades, como o setor de “Serviços”, “Comércio” e “Construção”, por exemplo, que, mesmo ainda estando em processo de retomada de suas atividades normais, já voltaram a contratar, contribuindo diretamente para a boa colocação do estado no âmbito nacional em relação ao emprego”, ressalta o presidente do IMESC, Dionatan Carvalho. Dentre os grupamentos de atividades, no mês de setembro, observou-se desempenho positivo nos cinco grupamentos de atividade: “Construção” (+1,7 mil vínculos); “Comércio” (+1,1 mil vínculos); “Serviços” (+1,0 mil vínculos), com predominância nas “Atividades Administrativas” (+719 vínculos); “Indústria Geral” (+974 vínculos) e “Agropecuária” (+147 vínculos). Em relação ao Nordeste, o Maranhão foi o único estado a apresentar geração de vagas no ano. Nesse período, o estoque passou de 480.392 vínculos, em 1º de janeiro de 2020, para 493.425 vínculos em setembro de 2020, uma taxa de variação de 2,71%, diferente da taxa nacional. De janeiro a setembro de 2020, o Brasil perdeu 558 mil empregos com carteira assinada.
Com informações do Gov. do Maranhão  06/11/2020

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Energia Solar: Proposta da Aneel pode afetar geração de 12 mil empregos na Bahia

Energia sustentável  💡

Nos últimos 12 meses no Estado, a potência instalada em GD alcançou um crescimento de aproximadamente 148% e as novas regras seriam uma regressão para o segmento, que está em plena ascensão. No Panorama de Energias Renováveis deste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) alerta que o estado pode deixar de criar 12 mil postos de trabalho caso a agência federal concretize a nova taxação.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Desde que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), abriu consulta sobre novas regras para geração distribuída (GD), de solar fotovoltaica, com a proposta de reduzir os subsídios para os consumidores que geram sua própria energia, uma grande discussão se instalou no país e, na Bahia, não foi diferente. Nos últimos 12 meses no Estado, a potência instalada em GD alcançou um crescimento de aproximadamente 148% e as novas regras seriam uma regressão para o segmento, que está em plena ascensão. No Panorama de Energias Renováveis deste mês, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) alerta que o estado pode deixar de criar 12 mil postos de trabalho caso a agência federal concretize a nova taxação.
Em um período de seis anos, desde a criação da Resolução Normativa 482 da Aneel, em 2012, a Bahia instalou 12,26 megawatt (MW) de potência, mas nos últimos 12 meses, o Estado acrescentou 18,15 MW a sua potência instalada, somando 30,41 MW de potência. A Bahia tem ainda a possibilidade de crescimento de 92%, com 177 MW de potência instalável neste setor energético. Até o final de outubro de 2019, foram instalados 2,9 mil sistemas, atendendo a 3,9 mil unidades consumidoras.
De acordo com o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE), o Governo da Bahia vem trabalhando de forma intensa para a criação de uma política de desenvolvimento do setor de micro e minigeração, e que vem dando resultados positivos. "Temos fomentado esse novo mercado para atração de mais negócios e a alteração das regras pode impedir o segmento que é bastante promissor. Estamos apoiando o mercado e vamos buscar um diálogo com a Aneel para resolver essa questão", afirma.
"Sabemos que a Bahia aumentará exponencialmente a participação neste mercado nos próximos anos, então a estimativa de empregos será ainda maior, eles estarão espalhados em 243 municípios e serão extremamente qualificados - como engenheiros, instaladores, operadores e toda a cadeia produtiva indireta associada ao setor. É necessário um ambiente com oportunidades e segurança jurídica para que as empresas continuem crescendo e se consolidem no país e na Bahia. Para isto, a proposta da Aneel precisa ser revista com urgência", pontua Laís Maciel Lafuente, diretora de Interiorização do Desenvolvimento da SDE.

Entenda o caso
Ao longo de 2018 e início de 2019, um amplo processo de discussão com a sociedade foi colocado em pauta a fim de compreender os benefícios e impactos que a GD causa sobre o setor elétrico. Em maio de 2018 a Aneel abriu uma consulta pública, que foi embasada pela Nota Técnica 62/2018 (NT 62), e nela apresentou alguns pontos que deverão ser abordados na revisão. O principal diz respeito à manutenção ou não da forma como hoje se dá a compensação de créditos.
No modelo vigente, atualmente, 100% da energia produzida é abatida da energia consumida pelos imóveis, seja da unidade geradora ou receptora. O que ocorre é que a energia produzida por micro e minigeração é lançada na rede de distribuição e a justificativa da taxação é compensar a concessionária. A maior reclamação do setor, no entanto, é a porcentagem abusiva que pode chegar a 66%.
Stéphane Pérée, diretor da Associação Baiana de Energia Solar, conta que após tantos meses de debate e contribuições, o mercado foi surpreendido em outubro pela agência nacional, que segundo ele, desconsiderou totalmente as contribuições do mercado. "Uma proposta pouco transparente e que retira completamente o fotovoltaico da matriz energética brasileira. Estamos correndo para destrinchar o que o órgão quer e informar à população e seus representantes do jogo pouco transparente e pouco democrático que a Aneel está propondo agora", diz.
O diretor explica que o setor está se mobilizando através das associações para mostrar que o fotovoltaico "está longe de promover prejuízos no Brasil" e traz como benefícios o barateamento progressivo do custo energético e estimulam as indústrias a produzirem de forma mais eficiente. "Quanto mais a gente colocar a micro e mini geração no Brasil, menos pressão será feita sobre o mercado para lançar termelétricas. E ainda baratearemos a energia no Brasil", acrescenta.
Com informações da  Seinfra BA  04/11/2019

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Bahia comemora saldo positivo na geração de empregos em julho

Economia  👷

Para a secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Olívia Santana, o desempenho é animador e teve a contribuição decisiva do Governo do Estado, que vem realizando grandes investimentos públicos e fortalecendo serviços essenciais, como o da rede SineBahia. “O governador Rui Costa tem sido muito determinado no sentido de erguer a Bahia, de abrir novas oportunidades para as trabalhadoras e os trabalhadores do estado.

Da Redação
foto - ilustração
A Bahia apresentou resultado positivo na geração de empregos formais no mês de julho. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (Sei), o estado criou 847 postos de trabalho com carteira assinada durante o período, com 45.302 admissões.
Para a secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Olívia Santana, o desempenho é animador e teve a contribuição decisiva do Governo do Estado, que vem realizando grandes investimentos públicos e fortalecendo serviços essenciais, como o da rede SineBahia. “O governador Rui Costa tem sido muito determinado no sentido de erguer a Bahia, de abrir novas oportunidades para as trabalhadoras e os trabalhadores do estado. Portanto, nós estamos celebrando essa conquista e aceitando o desafio de continuar trabalhando para manter e ampliar os postos de trabalho para a população baiana”, destacou a gestora.
Os cinco segmentos que contabilizaram saldos positivos foram: Serviços, com mais 1.726 postos, Indústria de Transformação, com novos 918 postos de trabalho, Construção Civil, com mais 590 postos, Administração Pública, com mais 202 postos e Extrativa Mineral, com novos 62 postos.
Com informações da Secom Ba.  14/08/2017

terça-feira, 18 de julho de 2017

Maranhão tem 2ª maior taxa de geração de empregos formais do Nordeste em junho

Economia  👷

Foram criadas 1.531 vagas com carteira assinada em junho no Maranhão, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. Foi o segundo mês seguido de resultado positivo no estado.

Da Redação
foto - ilustração
O Maranhão teve em junho deste ano a segunda maior geração de empregos formais entre os estados do Nordeste. Levando-se em consideração todo o país, foi o quinto melhor resultado.
Foram criadas 1.531 vagas com carteira assinada em junho no Maranhão, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho. Foi o segundo mês seguido de resultado positivo no estado.
O setor de Serviços já começou a reagir no Maranhão. Foram 768 novas contratações no semestre, com destaque para São Luís, Paço do Lumiar, Campestre do Maranhão e Balsas. A Agropecuária também tem tido desempenho positivo.
O Brasil tem vivido uma das mais graves crises econômicas da história. Para reduzir os efeitos negativos da crise nacional, o Maranhão vem adotando programas para garantir a criação de trabalho e renda, como o Mais Empregos, o Juros Zero e diversas ações de atração de investimento.
As 890 obras que o Governo do Maranhão executa também contribuem fortemente para a geração de vagas.
Com informações da Secap/Gov.Maranhão  18/07/2017

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Com desemprego,o(a) futuro(a) prefeito(a) de Salvador terá como desafio a criação de vagas

Política

De acordo com o professor de direito constitucional e ciência política da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Gabriel Marques, quem comandar o Palácio Tomé de Souza terá o desafio de gerar postos de trabalho em uma cidade historicamente carente de vagas.Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 17,6% dos moradores da capital baiana com mais de 14 anos estavam desempregados no segundo trimestre – abril, maio e junho - de 2016. 

Sayonara Moreno
Correspondente da Agência Brasil

foto - ilustração/jornaldafacom
O próximo,ou próxima,prefeito(a) de Salvador terá pela frente o desafio de estimular a criação de empregos no momento em que o país vive uma crise econômica. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 17,6% dos moradores da capital baiana com mais de 14 anos estavam desempregados no segundo trimestre – abril, maio e junho - de 2016. No primeiro trimestre, a taxa foi de 17,4%. O percentual fica acima da média nacional, que é de 11,3%, o que faz com que Salvador figure entre as capitais com o maior número de desempregados do país.
De acordo com o professor de direito constitucional e ciência política da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Gabriel Marques, quem comandar o Palácio Tomé de Souza terá o desafio de gerar postos de trabalho em uma cidade historicamente carente de vagas.
“Isso [desemprego] se reflete por vários fatores, como formação econômica, a falta de um acesso qualificado ao mercado de trabalho, muita ocupação informal na cidade. Então, eu diria que é o grande ponto a ser enfrentado. A gente sabe que não é um ponto exclusivamente municipal, até porque estamos numa crise econômica nacional. Mas eu diria que, nesse cenário de quem vier a assumir a partir das eleições, eu acho que o emprego seria a questão número um”, diz o especialista.

Segurança pública
Nas redes sociais, internautas também abordam a questão da segurança pública. Para o cientista político, os candidatos pouco abordaram o tema nos debates. Um dos motivos é porque a Constituição atribui a maior responsabilidade ao governo do estado, e não ao município, a quem cabe administrar e otimizar a atuação da Guarda Municipal e agir em menor proporção.
“A nossa Constituição entrega [a segurança pública], particularmente, na esfera da repressão, aos estados. A gente percebe que a Polícia Militar é vinculada ao governador, também tem a polícia de investigação, que é a Polícia Civil. Então, os municípios têm contato com esse tema, geralmente com a Guarda Municipal. O curioso é que a Constiruição não fala da Guarda Municipal voltada, expressamente, à segurança pública, mas para a proteção de bens e patrimônios da cidade”, diz Marques.
Para a conselheira de Direitos Humanos, Sandra Muñoz, o novo gestor municipal deve pensar na criação de políticas públicas voltadas para a garantia dos direitos humanos, “sobretudo das mulheres negras, que são em grande quantidade em Salvador” e, muitas vezes, preteridas de empregos e escolarização.
“É importante entender que política para as mulheres é política da diversidade. Por exemplo, não dá para fazer política para mulheres, em pleno século 21, e excluir as mulheres transexuais, as negras, as indígenas, as ciganas, as mulheres com deficiência”, diz a ativista.
Sandra Muñoz destaca que a garantia dos direitos para as mulheres passa pela criação de creches municipais. “Não dá para falarmos de violência contra a mulher, o tempo todo, sem discutir e pensar na questão fundamental das creches. Não adianta o pagamento de uma bolsa de R$ 50. Quem cuida de uma criança por esse valor? É importante ter boa vontade e acreditar nas políticas públicas, principalmente para nós mulheres”.
O professor Gabriel Marques também ressalta a necessidade da implantação de uma agenda que contemple a diversidade. “O negro aqui – embora saibamos da sua importância cultural e histórica – ainda sofre discriminação e o racismo é uma realidade. Boa parte dessa população desempregada sobre a qual falamos, infelizmente é formada por negros, muitas vezes sem acesso à qualificação profissional. A própria criminalidade, vitima muito mais negros, pobres das periferias de Salvador”, completa.
Fonte - Agência Brasil  29/09/2016

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Novos empreendimentos vão investir R$ 7,2 bilhões na Bahia e gerar 4.700 empregos

Economia

O interior baiano será contemplado com 70% dos protocolos, um investimento de R$ 6,1 bilhões e uma geração de 4.700 empregos.O segmento de eletricidade e gás é um dos destaques. Somente a italiana Enel Green Power assinou dois protocolos este ano. Um em Brumado, para geração de energia eólica, e outro em Tabocas do Brejo Velho, para geração de energia solar.

A Tarde
Joá Souza - Ag. A TARDE
De janeiro a setembro, o governo do estado assinou 76 protocolos de intenção, investimentos da ordem de R$ 7,2 bilhões, com a criação de 7.800 empregos. Deste total, 51 empresas serão implantadas e 25 ampliadas. O interior baiano será contemplado com 70% dos protocolos, um investimento de R$ 6,1 bilhões e uma geração de 4.700 empregos.
O segmento de eletricidade e gás é um dos destaques. Somente a italiana Enel Green Power assinou dois protocolos este ano. Um em Brumado, para geração de energia eólica, e outro em Tabocas do Brejo Velho, para geração de energia solar. Juntos somam um investimento de R$ 840 milhões e 860 novos empregos.
Já a Globo Brasil vai investir R$ 245 milhões, com a geração de mais de 300 postos de trabalho. A fábrica vai produzir células voltaicas e, posteriormente, painéis solares em Camaçari.

Calçados
O segmento de calçados e componentes foi responsável pela criação de 1.150 empregos, com um investimento de R$ 7,5 milhões fruto de protocolos assinados com a marca Susana Santos, que vai se instalar em Itapetinga, e com a Nádia Talita, que vai ampliar seu negócios em Serrinha.
Vale destacar ainda o segmento de papel e celulose, a Suzano anunciou ampliação de sua fábrica em Mucuri, no extremo sul da Bahia, com investimentos de R$ 700 milhões e geração de 1.150 empregos diretos nas obras civis e 50 novos postos de trabalho que se somarão aos 2,4 mil já existentes naquela unidade fabril.
A Veracel - uma das gigantes do setor, controlada pela brasileira Fibria Celulose e pela sueco-finlandesa Stora Enso -, também vai ampliar e investir R$ 700 milhões em sua fábrica de Eunápolis.
Fonte - A Tarde  21/09/2016

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Governador Rui Costa visita obras da estação Tamburugy da linha 2 do Metrô de Salvador

Transportes sobre trilhos

Em visita à Estação Tamburugy, Rui destaca geração de mais 2 mil empregos.“O ritmo está bastante acelerado e até antecipado à, [previsão de conclusão] obra. Nós vamos iniciar o trecho de Pirajá até Águas Claras gerando cerca de 2 mil novas vagas,e isso é o mais importante”,disse o governador. Segundo ele,os novos postos são demanda dos próprios trabalhadores.

Da Redação
Gov.Ba
A Estação Tamburugy do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, que recebeu a visita do governador Rui Costa nesta terça-feira (6), já tem 44% das obras concluídas. Ela é uma das 12 estações que compõem a Linha 2 e deve ficar pronta em janeiro de 2017. O governador acompanhou o trabalho no canteiro de obras e elogiou o trabalho que está sendo desenvolvido pelos operários da estação, com quem tomou café por volta das 7h de hoje. Rui destacou a criação de novos postos de trabalho, com o início das obras para a construção do tramo 3 do metrô de salvador, que vai ligar Pirajá a Águas Claras.
“O ritmo está bastante acelerado e até antecipado à [previsão de conclusão] obra. Nós vamos iniciar o trecho de Pirajá até Águas Claras gerando cerca de 2 mil novas vagas, e isso é o mais importante”, disse o governador. Segundo ele, os novos postos são demanda dos próprios trabalhadores. “A demanda dos operários do metrô é abrir novas frentes de trabalho para que mais pessoas estejam empregadas, e estamos fazendo isso. A obra do metrô já é importante na construção e vai ser tão mais importante quando estiver concluída, servindo a toda população”, afirmou o governador.
Antes da visita às obras, Rui tomou café da manhã com cerca de 200 trabalhadores, quando ele lembrou do tempo em que trabalhava no Polo de Camaçari e também comia no ‘bandejão’. “Eu já fiz muito isso quando eu trabalhava no Polo, na construção de plataformas em Candeias, para mim não é novidade, na década de 80 todo dia eu estava no bandejão na fábrica. A gente comemora quando vê uma obra pronta, mas é muito importante valorizar quem está edificando ela”, disse.
Os trabalhadores são gente como o técnico em segurança, Juarez Barbosa. “Essa visita do governador é muito importante para conhecer o ambiente, o nosso dia a dia. Eu gostei muito da iniciativa dele de vir aqui”. A auxiliar de serviços gerais, Márcia Barbosa, acredita que a visita do governador é importante. “Pode gerar mais trabalho e evoluir, trazer melhoras para a gente que já está trabalhando também”.

foto -  Carol Garcia/GOVBA
Estação Tamburugy
Em uma área de 4.300 metros quadrados e dois andares para passageiros, a Estação Tamburugy está sendo construída de modo que o embarque se dê na área central, cujo acesso ocorrerá por meio de passarela e ciclovia. As obras na estação continuam em ritmo avançado. Atualmente, estão sendo realizados serviços na estrutura pré-moldada e montagem da cobertura metálica da estação, alvenaria, reboco, pastilha e pintura das salas técnicas e execução do reservatório subterrâneo. Os serviços de fundação da estação e salas técnicas, por outro lado, já foram concluídos, bem como a instalação dos pré-moldados do corpo da estação, exceto as peças das saídas de emergência.
A construção da Estação Tamburugy, no entanto, não tem sido uma tarefa fácil para a CCR Metrô Bahia. Ao contrário, envolveu desafios para a área técnica da companhia como, por exemplo, a perfuração das fundações da estação, em razão da cota mais baixa das estacas em relação à estrutura pré-moldada da plataforma e da via permanente.

Obras aceleradas
Os canteiros da Linha 2 estão a pleno vapor em onze das doze estações situadas entre Acesso Norte e Aeroporto, com 60% das obras das estações concluídas. A previsão da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da CCR Metrô Bahia é que até o início de dezembro desse ano, o primeiro trecho da Linha 2 – do Acesso Norte à Rodoviária – entre em operação. Cerca de 8,5 mil colaboradores diretos e indiretos trabalham na construção e operação do sistema. Com previsão de conclusão em 2017, a Linha 2 do metrô será composta por 12 estações entre Acesso Norte e Aeroporto, trecho que será percorrido em 27 minutos quando entrar em operação.
O presidente da CCR Metrô Bahia, Luís Valença, disse que o ritmo das obras surpreende. “Nós estamos satisfeitos, é um ritmo acelerado, talvez a obra de mobilidade mais rápida deste lado do mundo. São doze estações, devemos inaugurar até a Rodoviária até o final deste ano e, até o final de 2017, devemos inaugurar o trecho do aeroporto até a Rodoviária”.
Com informações da Secom Ba. 06/09/2016

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Novo complexo eólico vai gerar 1,2 mil empregos no norte baiano

Economia

O governador Rui Costa e o presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini, assinaram o protocolo para o início das obras nesta quarta-feira (24), na Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Com um investimento de R$ 1,7 bilhão, as obras do Complexo Campo Largo começam em setembro.

Da Redação
foto -  Carla Ornelas/GOVBA
A construção de um complexo eólico em Umburanas e Sento Sé, no norte da Bahia, vai gerar 1,2 mil empregos diretos na fase de implementação. O governador Rui Costa e o presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini, assinaram o protocolo para o início das obras nesta quarta-feira (24), na Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Com um investimento de R$ 1,7 bilhão, as obras do Complexo Campo Largo começam em setembro.
De acordo com Rui, os investimentos em energia eólica transformam o semiárido baiano. “Um exemplo é a cidade de Caetité, que se transformou com a energia eólica. Os hotéis duplicaram de tamanho, surgiram novas pousadas, restaurantes e lojas; a cidade mudou o perfil. A região norte também vai passar por essa transformação positiva. Nós já temos em Jacobina uma fábrica de torres. E a nossa combinação é que todo o serviço contratado, inclusive de construção civil, seja da Bahia, desde que dentro de uma relação de preço compatível com o mercado”.
O governador lembra ainda que a Bahia tem potencial para produção de energia alternativa a partir de diversas fontes. “A Bahia, além de ser de todos os santos, é também de todos os ventos. Temos também investimentos na energia solar, que dá os primeiros passos, e é outro vetor importante de desenvolvimento do semiárido. Estamos trabalhando ainda no litoral, com outra possibilidade, que são as termelétricas. A Bahia, portanto, tem o petróleo, o vento, o sol e o gás. Nós queremos explorar isso para gerar emprego e renda”.
Segundo Sattamini, o complexo começa a funcionar em junho de 2018. “Houve a venda desse complexo no mercado regular, para as distribuidoras, e o nosso compromisso é que, a partir de primeiro de janeiro de 2019, a gente tenha os contratos remunerando essa energia. A maior parte da mão de obra começa a ser treinada já desde agora”, explica o presidente da Engie Brasil Energia.
Na primeira das três fases do projeto, serão 326 megawats de capacidade instalada, com 121 aerogeradores. Atualmente, a Bahia é o segundo maior estado brasileiro em produção de energia eólica, com 68 usinas em operação. O Governo do Estado trabalha para assumir a liderança nacional desse setor até 2020. “O apoio do Estado é fundamental para que a gente tenha tranquilidade para empreender, consiga as licenças necessárias e o diálogo com as comunidades”, acrescenta Sattamini.
O presidente da Engie Brasil Energia destaca ainda as características geográficas favoráveis da Bahia. “O potencial eólico e solar da Bahia é muito grande e há alguns anos nós pesquisamos áreas para empreender. Hoje nós temos uma área grande no Complexo Campo Largo, onde estamos começando a fase número um”.
Com informações da Secom Ba. 24/08/2016

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Nova fabrica de celulose devera criar cerca de 40 mil empregos

Economia

Atualmente, a fábrica possui 2.300 empregados, e a ampliação vai trazer mais desenvolvimento ainda para a região. Ao longo dos dois anos de execução do projeto serão criados cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos. Durante o pico da obra, serão cerca de 10 mil trabalhadores. Quando entrar em operação, no último trimestre de 2017, a nova linha de celulose da Fibria terá 3 mil postos de trabalho, entre diretos e indiretos.

Portogente
foto - ilustração
Foi lançada, no dia 30 de outubro último, a ampliação da fábrica de Três Lagoas (MS) da Fibria, empresa brasileira líder mundial na produção de celulose de eucalipto, cujo investimento será de R$ 7,7 bilhões, sendo que parte desse valor é financiado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). A celulose produzida pela empresa, além de ser vendida ao mercado interno, é levada por transporte ferroviário até o Porto de Santos (SP), de onde é exportada para os mercados europeu, norte-americano e asiático.
Atualmente, a fábrica possui 2.300 empregados, e a ampliação vai trazer mais desenvolvimento ainda para a região. Ao longo dos dois anos de execução do projeto serão criados cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos. Durante o pico da obra, serão cerca de 10 mil trabalhadores. Quando entrar em operação, no último trimestre de 2017, a nova linha de celulose da Fibria terá 3 mil postos de trabalho, entre diretos e indiretos.
A execução do Projeto Horizonte 2 contará com cerca de 60 fornecedores locais e terá um impacto positivo nas finanças públicas, com a estimativa de arrecadação de impostos no valor de R$ 450 milhões durante a construção. Quando a ampliação acabar, a unidade da empresa em Três Lagoas terá sua capacidade de produção ampliada de 1,75 milhão de toneladas de celulose/ano para 3,05 milhões de toneladas de celulose/ano.
Fonte - Portogente  02/11/2015

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Perto de quatro milhões de baianos ascenderam de classe social

Economia

Quase quatro milhões de baianos ascenderam de classe social. - A SEI define as classes sociais a partir do critério da Secretaria para Assuntos Estratégicos (SAE) do Governo Federal.A Bahia, nos últimos anos, vivenciou um período de redução da pobreza e da desigualdade e de ampliação do emprego e da renda. 

Nelson Rocha Publicada - TB
foto - ilustração
A progressão social da sociedade brasileira baseadas em medidas do Governo Federal – como o Bolsa Família e as linhas de crédito- impactou em mudanças concretas na vida do brasileiro de baixa renda. A Bahia, nos últimos anos, vivenciou um período de redução da pobreza e da desigualdade e de ampliação do emprego e da renda. Entre 2004 e 2013 foram 3,2 milhões de pessoas que saíram da pobreza ou extrema pobreza, e aproximadamente quatro milhões que ascenderam de classe social, sendo gerados quase 800 mil empregos de carteira assinada. Esses fenômenos foram fortemente motivados pelo efeito multiplicador das transferências diretas de renda, conforme Armando Castro, diretor de pesquisa da Superintendência de Estudo Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).
“O Programa Bolsa Família (PBF) somado ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), totalizam R$ 5 bilhões anuais injetados diretamente em famílias pobres da Bahia. Esse recurso faz movimentar pequenas economias via consumo das famílias, gerando emprego no comércio e serviços pessoais, e, portanto, mais renda. No período, a Bahia saiu de 839 mil famílias beneficiárias do PBF para 1,8 milhões de famílias beneficiárias, saindo de um valor anual de repasse de R$ 530 milhões para R$ 3,3 bilhões”, diz Armando Castro.
A SEI define as classes sociais a partir do critério da Secretaria para Assuntos Estratégicos (SAE) do Governo Federal. Esta metodologia define três grupos de classes sociais (Baixa, média e alta), agrupados em 8 classes. Segundo esta metodologia, as classes sociais são: Extremamente Pobre, Pobre, Vulnerável, Baixa Classe Média, Média Classe Média, Alta Classe Média, Baixa Classe Alta, Alta Classe Alta.
Elas foram definidas a partir do grau de vulnerabilidade, desenvolvido originalmente pelo Banco Mundial, e adaptado às bases de dados disponíveis no Brasil. O grau de vulnerabilidade, por sua vez, é definido como sendo “a probabilidade de retorno (ou permanência, se a pessoa já era pobre) à condição de pobreza em algum momento dos próximos cinco anos. Esta probabilidade foi obtida a partir da observação empírica dos movimentos de ascensão e queda de renda da população brasileira nos últimos anos (usando dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD, IBGE).” (SAE, 2012).
Para definição de pobreza e extrema pobreza a linha considerada foi aquela definida pelo Ministério do Desenvolvimento Social para identificar os beneficiários do programa Bolsa Família, corrigida pela inflação.
As demais classes foram definidas a partir de um processo estatístico chamado polarização, que conjuga as condições socioeconômicas e as transforma em probabilidades de movimento entre as classes com o rendimento. Assim, foram verificados quais os pontos de corte que dividem a população brasileira em três grupos (classe baixa, média e alta) de forma que o grau de vulnerabilidade seja o mais homogêneo possível do ponto de vista interno de cada grupo. O exercício estatístico resultou nos seguintes pontos de corte: 34º e 82º percentil. Assim, temos que a classe baixa termina no 34º, a classe média se situa entre o 34º e o 82º e a classe alta, do 82º em diante. Em seguida, olhamos para a renda familiar per capita correspondente a esses percentis, chegando aos valores de R$ 310 e R$1.083. A partir das 3 classes geradas pelo método da polarização (baixa, média e alta), a classe baixa foi dividida em 3 grupos, a classe média também em 3 grupos e a classe alta em 2 grupos.
Baixo crescimento econômico pode comprometer ganhos
“Como o processo de ampliação da classe média e redução da pobreza foram estimulados essencialmente pelas políticas de transferência de renda e por bons resultados econômicos, no curto prazo a expectativa é de esfriamento desse processo. Isso porque com o sucesso da incorporação de famílias na rede de proteção, as margens para crescimento de beneficiários é muito limitada.
Em seguida, não há reais possibilidades de aumentos substanciais nos valores das transferências, dada a restrição orçamentária imposta pela conjuntura recessiva e pela necessidade de superávit do Governo. Com o baixo crescimento econômico, também a geração de emprego e ganhos nos salários ficará comprometida.
Contudo, no médio e longo prazo, a tendência é de recuperação econômica, com reais possibilidades de ganhos de produtividade, uma vez que há expectativa de retomada dos investimentos em infraestrutura e também amadurecimento dos investimentos já realizados em educação superior e profissional. Se a política de investimento social for mantida no processo de recuperação econômica, a tendência será de continuidade da mobilidade social verificada nos últimos anos”, conclui o diretor de pesquisas da SEI.
Foto - Tribuna da Bahia  20/07/2015

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Nova fábrica amplia cadeia produtiva de energia eólica na Bahia

Economia

Durante a solenidade de inauguração da planta, Rui Costa anunciou que fará parcerias com a TEN destinada a projetos para investimentos no pacto pela educação com o propósito de melhorar o ensino em escolas e cursos profissionalizantes da rede estadual, formando mão de obra para a indústria.

Secom
foto - ilustração
Bahia - Com a inauguração da fábrica da Torres Eólicas do Nordeste (TEN), nesta sexta-feira (30) em Jacobina, no centro-norte do estado, a Bahia consolida a posição de mercado gerador e produtor de equipamentos para parques de energia eólica. Inaugurada com a presença do governador Rui Costa, a unidade tem capacidade para produzir, por ano, 200 torres de aço destinadas a aerogeradores, gerando 850 empregos diretos e indiretos. No total, sete fábricas de componentes para o setor já operam no estado.
“É um investimento muito importante para Jacobina e para a Bahia. Deus nos presenteou com ventos de melhores perfis e volume do país e isso propicia que o estado receba muitos projetos no setor de energia eólica, a exemplo de fábricas como essa”, disse Rui Costa. A planta da TEN fica na Serra do Tombador, próximo aos parques eólicos instalados na região. Foram investidos 30 milhões de euros por meio de uma joint venture entre o grupo francês Alstom e a construtora Andrade Gutierrez.

Pacto pela educação
Durante a solenidade de inauguração da planta, Rui Costa anunciou que fará parcerias com a TEN destinada a projetos para investimentos no pacto pela educação com o propósito de melhorar o ensino em escolas e cursos profissionalizantes da rede estadual, formando mão de obra para a indústria.
“Vamos estimular as empresas que investem na cadeia da energia eólica para entrar no pacto pela educação, adotando escolas, no que fomos atendidos prontamente pela TEN para melhorar a qualidade do ensino na região, direcionando cursos técnicos profissionalizantes da rede estadual par fornecer mão de obra qualificada para essa indústria, inclusive garantindo o primeiro estágio dos estudantes”, afirmou Rui.
Ele disse também que trabalha para tornar mais rápidos os licenciamentos de projetos eólicos. “Vamos conversar com o governo federal para priorizar os novos leilões de linhas de alta tensão aqui no estado para garantir as linhas necessárias para a transmissão da energia gerada nas torres”, explicou

Investimentos
Além da Alstom, que possui uma fábrica de aerogeradores em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), estão em operação na Bahia as espanholas Gamesa (caixa de rotor) e Acciona (cubos eólicos), indústrias brasileiras Tecsis (pás e aerogeradores) e Torrebras, que recentemente anunciou a ampliação de 200 para 300 torres eólicas/ano na unidade baiana, representando R$ 47,5 milhões e 125 novos empregos.
A Bahia é o único estado brasileiro a ter mais de quatro GW contratados distribuídos em 165 empreendimentos. A expectativa para 2015 é que o estado supere a marca de um GW em operação. O vento será a maior fonte de eletricidade da matriz energética baiana até o ano de 2020, caso os projetos de energia eólica contratados este ano se equipararem aos de hidrelétricas em funcionamento.
Com investimentos de R$ 3,4 bilhões, a Bahia concentra a maior parte dos parques de energia eólica e solar a serem instalados no país, a partir deste ano, com previsão de entrar em operação em 2017. O estado foi o principal destaque do penúltimo leilão de energia, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no final de outubro de 2014. Dos 62 projetos vencedores, 30 serão instalados em solo baiano (14 solares e 16 eólicos). Juntos, eles serão responsáveis pela geração de 773,1 MW.
Fonte - Secom Ba. 30/01/2015

domingo, 9 de novembro de 2014

Energia eólica vai gerar 5 mil vagas na Bahia

Economia

Interior baiano sinaliza bons ventos para o mercado de empregos."Não quero falar um número preciso, mas podemos mencionar milhares de vagas que serão criadas", disse, cauteloso, Rafael Valverde, superintendente de Indústria e Mineração da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SICM).

Gilson Jorge - A Tarde

Especialistas em geração de energia eólica e solar têm expectativa de criar milhares de vagas relacionadas ao setor na Bahia após o leilão feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no dia 31 de outubro. Os novos parques eólicos têm potencial para geral mais de 5 mil vagas no Estado e devem absorver ainda boa parte dos 10 mil empregos diretos e 15 mil indiretos que podem ser gerados até 2017.
"Não quero falar um número preciso, mas podemos mencionar milhares de vagas que serão criadas", disse, cauteloso, Rafael Valverde, superintendente de Indústria e Mineração da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SICM).
A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), por sua vez, usou os parâmetros internacionalmente utilizados para calcular a abertura de postos de trabalho por megawatt gerado no setor e estimou: serão mais de 5 mil vagas criadas no Estado, desde engenheiros até o pessoal de limpeza.
"Ainda não é possível estimar quantos empregos técnicos serão criados, mas no total devem surgir em torno de 5,6 mil vagas", declarou a presidente-executiva da Abeeólica, Elbia Melo.
Em todos os novos parques a serem criados, em diferentes cidades baianas, serão contratadas pessoas para cuidar da manutenção dos equipamentos, mas a maior parte dessas vagas vai se concentrar mesmo na Região Metropolitana de Salvador, onde estão instaladas as fábricas de aerogeradores e pás que abastecem o mercado brasileiro. Estima-se que para cada pá construída são acionados 100 trabalhadores.
Para dar conta da crescente demanda, a Alstom está investindo em capacitação profissional e colocou os funcionários de sua fábrica em Camaçari para trabalhar em três turnos. A Tecsis, por sua vez, anunciou que deve contratar 1.500 funcionários até o fim de 2015.
Elbia Melo, da Abeeólica, destaca que o número de empregos criados na Bahia pode aumentar ainda mais, pois o estado, segundo maior parque eólico do país, atrás do Rio Grande do Norte, é o que tem avançado mais na contratação no setor.

Potencial solar
Em todo o País, a região Nordeste é a que oferece melhores condições para o aproveitamento do sol como fonte e energia. E tendo praticamente um terço do território nordestino, a Bahia deve absorver boa parte dos 10 mil empregos diretos e 15 mil indiretos que o setor deve criar no país ao longo dos próximos três anos, número estimado pelo engenheiro Roberto Zilles, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo e presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Abens).
Para chegar a esses números, ele recorreu à Nota Técnica DEA 19/14, publicada recentemente pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que estima a criação de 9,5 postos de trabalho diretos e 15 postos de trabalho indiretos por MW instalado.
Zilles destaca que o leilão de reserva realizado no último dia 31 de outubro é a primeira experiência no país de instalação representativa de sistemas fotovoltaicos centralizados, e que, portanto, ainda não é um referencial quanto aos postos de trabalho que poderão ser criados. A referência internacional, apresentada pela European Photovoltic Industry Association (EPIA) aponta 15 postos de trabalho diretos para cada MW instalado e 30 indiretos.
"Não se pode transpor diretamente estes números para a realidade brasileira", afirma o professor, lembrando que ainda não há uma indústria de equipamentos estabelecida. A vantagem é que, diferentemente da energia eólica, a geração de empregos pela energia solar não se concentra em uma região. "No final de 2017 poderemos avaliar se a estimativa para o mercado brasileiro estava correta", diz.
Fonte - A Tarde  08/11/2014

sábado, 10 de maio de 2014

Mercado de trabalho é o fator que mais contribui para a queda das desigualdades

Economia

Os dados fazem parte da apresentação feita pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Marcelo Neri, à presidenta Dilma Rousseff e a 20 ministros na última segunda-feira (5), e informam que o trabalho contribuiu com 54,9% para a redução da desigualdade entre 2002 e 2012.

Paulo Victor Chagas 
Repórter da Agência Brasil 
De acordo com o ministro Marcelo Neri,
 o trabalho contribuiu com 54,9% para a redução
 da desigualdade entre 2002 e 2012.
Tânia Rêgo / Agência Brasil
A formalização do mercado de trabalho e o aumento do salário dos trabalhadores são os fatores que mais contribuíram para a queda da desigualdade social nos últimos anos. Esses dois fatores superam até mesmo outras fontes de renda do brasileiro provindas do Orçamento da União, como a Previdência e programas sociais concedidos pelo governo. Para a conta, foi utilizado como benefício social o índice de Gini, que mede a desigualdade de renda.
Os dados fazem parte da apresentação feita pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, Marcelo Neri, à presidenta Dilma Rousseff e a 20 ministros na última segunda-feira (5), e informam que o trabalho contribuiu com 54,9% para a redução da desigualdade entre 2002 e 2012.
O conjunto de informações é parte de uma compilação sobre o desenvolvimento inclusivo sustentável, na qual Marcelo Neri buscou repassar aos seus colegas e à presidenta a ideia de que o dinheiro no bolso é mais importante para o cidadão comum do que o baixo crescimento da economia apresentado recentemente.
A estratégia de investir na valorização do salário e não apenas em programas de transferência de renda gera resultados positivos para alguns analistas porque seu resultado prático é o aumento da renda dos brasileiros assalariados. No entanto, segundo o professor de economia da Universidade de Brasília, Roberto Ellery, é necessário discutir a sustentabilidade dessa política.
“Se queremos continuar esse caminho [de aumento dos salários], é preciso aumentar a produtividade”, avaliou o professor, acrescentando que, caso contrário, o país terá problemas com a inflação e com o setor externo. De acordo com Ellery, os investimentos na melhoria dos serviços e na eficiência da produtividade podem impedir essa situação. Para isso, segundo ele, é necessário focar na infraestrutura para que a produção nacional não registre prejuízos com estradas em más condições, portos operando sem a capacidade necessária nem com problemas no setor energético.
Com base nos dados da SAE, as políticas que mais contribuem para o bem estar social, depois do trabalho, são o Bolsa Família, o pagamento da Previdência acima do piso e a aposentadoria com base no salário mínimo, com 12,2%, 11,4% e 9,4%, respectivamente. “O brasileiro em suas casas está tendo um desempenho bem acima do desempenho que as contas nacionais e a maior parte dos economistas analisa”, disse o ministro, ao citar a valorização dos benefícios do Bolsa Família e da Previdência acima da inflação.
O programa de transferência de renda, que repassa recursos a famílias com renda per capitainferior a R$ 70 mensais, também atua de uma forma importante no combate à desigualdade. Segundo os números, o custo-benefício de cada real gasto com o Bolsa Família impacta a desigualdade quase quatro vezes mais do que o benefício da Previdência Social. “Uma das belezas do Bolsa Família é que ele tem um impacto social muito grande, gasta pouco e consegue efeito muito grande”, explica o professor Ellery.
Fonte - Agência Brasil  10/05/2014

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Indústria naval gera riquezas e empregos para o país afirma Dilma Rousseff

Economia

Dilma lembrou que a indústria naval do país vive uma retomada a partir de decisão do governo de priorizar o produto nacional e passar a produzir no país os navios, plataformas e estaleiros de que a Petrobras necessita.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (21) que a indústria naval brasileira tem grande capacidade de gerar riquezas e fortalecer o produto nacional. O potencial para gerar empregos também foi citado pela presidenta no programa semanal de rádio Café com a Presidenta.
Dilma lembrou que a indústria naval do país vive uma retomada a partir de decisão do governo de priorizar o produto nacional e passar a produzir no país os navios, plataformas e estaleiros de que a Petrobras necessita.
A presidenta relatou que na última semana visitou um estaleiro em Ipojuca (PE) inaugurado há dez anos e agora produz grandes navios e plataformas para a produção de petróleo. “Pude comprovar mais uma vez a capacidade do Brasil de construir estaleiros, fabrica navios, produzir plataformas e ter uma indústria naval forte e competitiva, que agora gera empregos e garante renda a milhares de trabalhadores e suas famílias aqui no Brasil”, disse durante o programa.

Dilma apresentou dados sobre o aumento na geração de empregos provocado pela retomada da indústria naval. Segundo a presidenta, atualmente, esse setor emprega quase 80 mil trabalhadores distribuídos pelos estaleiros no Nordeste, no Sudeste e no Sul. E, em 2017, a previsão é que sejam 100 mil os trabalhadores contratados na indústria naval. Em 2003, o setor empregava 7.465 pessoas, disse.
Ao final do programa, a presidenta lembrou que neste feriado nacional de 21 de abril é celebrado o Dia de Tiradentes, considerado por ela um símbolo da luta por um Brasil melhor, altivo e independente. Ela citou a seguinte frase dita por Tiradentes "Se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação. Vamos fazê-la" e disse que o renascimento da indústria naval brasileira mostra que ele tinha razão.
Fonte - Agência Brasil 21/04/2014

quarta-feira, 19 de março de 2014

Sergipe tem o 2º melhor desempenho do Nordeste na geração de empregos

Sergipe/Economia

Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram 1.365 novas admissões no estado, o que significou um crescimento de 0,46%, no mês de fevereiro

ASN
Indústria / Foto: Vieira Neto
O Brasil registrou um crescimento geral do nível de emprego bastante satisfatório em fevereiro último, com a criação de 260.823 novos postos de trabalho e uma variação do estoque de 0,64%. Seguindo esse mesmo ritmo, Sergipe alcançou o segundo melhor desempenho do Nordeste no mês analisado. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram 1.365 novas admissões no estado, o que significou um crescimento de 0,46%.
Conforme análise do economista Magaiver Correia, do Departamento Técnico da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec), dentre os setores destaca-se o de Serviços, com 679 admissões, puxado pelo subsetor de ensino que contratou 342 novos profissionais e registrou uma variação de estoque de 2,39%. “Outros subsetores que contrataram expressivamente foram os de serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção, redação e de comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviços técnicos”, destacou.
De acordo com ele, a indústria de transformação também obteve resultados importantes no emprego, com 315 contratações, o que representou uma variação de 0,66%. “Os segmentos que impulsionaram o bom desempenho foram a indústria de calçados (133 admissões; variação de 2,39%) e a indústria de produtos de minerais não-metálicos (94 admissões; variação de 1,51%)”, disse Magaiver ao observar que ambos os segmentos vinham apresentando baixos níveis de criação de emprego.
Outro ramo industrial em destaque foi a fabricação de material elétrico e de comunicações, que registrou a maior variação de estoque do emprego no estado: 8,63%. “Esse segmento foi ampliado recentemente com a chegada da Yazaki, fabricante de chicotes elétricos para a indústria automotiva”, atestou ao ressaltar que no campo das demissões, o maior saldo negativo ficou por conta da indústria química, de produtos farmacêuticos, veterinários e perfumaria, com menos 60 empregos nesse período.
Para Magaiver, a retomada das contratações na indústria cerâmica vincula-se ao crescimento na Construção Civil, que representa o terceiro setor em geração de empregos, com 303 novos empregados e uma variação de 0,93%. “O Comércio também registrou saldo positivo, com 164 novos empregos (variação 0,26%), concentrados essencialmente no segmento varejista (125 admissões)”, explicou ao divulgar que os demais setores de serviços industriais, de utilidade pública, agropecuária, administração pública e extrativismo mineral registraram os seguintes saldos negativos respectivamente: 46, 34, 13 e três demissões. “Já em termos municipais, o emprego gerado em fevereiro esteve concentrado na capital e sua região metropolitana, o que equivale a 88% do total registrado”, concluiu.
De acordo com o secretário da Sedetec, Saumíneo Nascimento, esta evolução dos empregos em Sergipe possui correlação direta com o desenvolvimento econômico do setor empresarial sergipano (indústrias, setor de comércio, setor de serviços e turismo, etc.). “Grande parte destes setores são incentivados pelo Governo do Estado, na perspectiva de geração de emprego e renda para a sociedade. Esta, inclusive, uma das maiores preocupações do governador Jackson Barreto, inserir mais empreendimentos que possibilitem oportunidades de emprego para a população”, informa Saumíneo, acrescentando que a sinalização do governador Jackson Barreto, no momento de negociação para atração de novos investimentos para o estado, sempre é sobre a possibilidade de criação de novos empregos.
Fonte - ASN (Agência Sergipe de Notícias) 19/03/2014 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Bahia gera mais de 59 mil empregos

Economia

Com o resultado de novembro, quando foram criados 7.962 empregos celetistas, a Bahia acumulou 59.624 postos de trabalho em 2013, líder na geração de empregos no Nordeste – série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Em relação ao mesmo período de 2012, o acréscimo foi de 3,42%. Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses (de novembro do ano passado até novembro deste ano), verificou-se crescimento de 2,54% no nível de emprego, geração de 44.533 postos.
As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sistematizadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan), referentes ao mês de novembro de 2013.
“Enquanto estados como São Paulo, Goiás e Minas Gerais apresentaram destruição de postos de trabalho, a Bahia continua com forte expansão do emprego com carteira assinada, sendo o 5º maior na geração de vagas em novembro”, afirmou o diretor de Pesquisas da SEI, Armando Castro.
Em segundo lugar, no acumulado do ano da Região Nordeste, está o Ceará (+51.179 postos), seguido por Pernambuco (+32.810 postos), Maranhão (+19.183 postos), Paraíba (+15.478 postos), Sergipe (+15.146 postos), Piauí (+12.753 postos), Rio Grande do Norte (+11.253 postos).
Saldo positivo - Nos onze primeiros meses do ano de 2013, todos os setores registram saldos positivos: Serviços (+20.601 postos), Construção Civil (+18.488 postos), Comércio (+11.148 postos), Indústria da Transformação (+4.564 postos), Agropecuária, Extrativa Vegetal, Caça e Pesca (+3.116 postos), Serviços Industriais de Utilidade Pública (+1.269 postos), Administração Publica (+280 postos) e Extrativa Mineral (+158 postos).
O resultado de novembro (7.962) expressa a diferença entre o total de 64.934 admissões e 56.972 desligamentos e equivale à elevação de 0,45% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior, o melhor saldo dos últimos três anos.
Fonte - Tribuna da Bahia  21/12/2013

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Taxa de desemprego no país recua para 9,8%, mostram Dieese e Fundação Seade

Economia


A taxa de desemprego caiu de 10,2% em setembro para 9,8% em outubro, o terceiro mês consecutivo de queda. Levantamento feito em seis regiões metropolitanas pelo Dieese e a Fundação Seade mostra que o total de desempregados foi estimado em 2,044 milhões, o que representa 94 mil a menos que no mês anterior...

Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – A taxa de desemprego no país caiu de 10,2% em setembro para 9,8% em outubro, o terceiro mês consecutivo de queda. Levantamento feito em seis regiões metropolitanas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) mostra que o total de desempregados foi estimado em 2,044 milhões, o que representa 94 mil a menos que no mês anterior.
O nível de ocupação teve aumento de 0,5% em outubro, na comparação com setembro. O total de ocupados foi 18.84 milhões e a População Economicamente Ativa somou 20,89 milhões de pessoas. A redução no contingente de desempregados foi impulsionada pela geração de 90 mil postos e pela estabilidade na força de trabalho.
Entre as regiões analisadas, tiveram redução nas taxas de desemprego as capitais Belo Horizonte (passou de 7,2% para 6,9%), Fortaleza (de 7,7% para 7,3%), Recife (de 14,5% para 13,5%), Salvador (de 17,8% para 17,1%) e São Paulo (de 10% para 9,6%). Em Porto Alegre, a taxa ficou relativamente estável (passou de 6,2% para 6,1%).
Fonte - Agência Brasil  27/11/2013