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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Bahia encerra 2022 com 48 novos parques eólicos em operação

Sustentabilidade - Energia 💡

Desde que o primeiro parque eólico entrou em operação em 2012, o ano passado foi o que superou o número de usinas em funcionamento, anteriormente o maior recorde tinha sido do ano de 2018, com 45 operações. Os dados constam na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Ascom - Gov. Ba
A Bahia encerrou o ano de 2022 com 48 novos parques eólicos em operação, que inseriram 1,3 Gigawatts (GW) a potência instalada do estado, que atualmente conta com um total de 6,9 GW. Desde que o primeiro parque eólico entrou em operação em 2012, o ano passado foi o que superou o número de usinas em funcionamento, anteriormente o maior recorde tinha sido do ano de 2018, com 45 operações. Os dados constam na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Os 48 novos parques investiram cerca de R$ 5,2 bilhões, com a capacidade de gerar, em média, 13,7 mil empregos em toda a cadeia produtiva, de acordo com cálculos da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). Os 261 parques já investiram no estado mais de R$ 27 bilhões e geraram aproximadamente 70 mil empregos. Outros 190 parques estão com construção iniciada ou com construção prestes a iniciar. Quando eles estiverem em operação farão a Bahia ultrapassar 14 GW em potência instalada. As informações constam no Informe Executivo de Energia Eólica de janeiro de 2023. Os informes tanto de eólica quanto de solar são divulgados todos os meses pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e ficam disponíveis no site do órgão. Estado é líder nacional A Bahia mantém a liderança na geração total anual de energia eólica (31,94) e solar (27,82%) da geração nacional, conforme dados de outubro de 2022 da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O Estado é líder também na comercialização dos leilões de energia eólica e solar abrangendo respectivamente 32,58% e 18,97% de todos os empreendimentos comercializados. Já a energia solar fotovoltaica, segunda maior fonte brasileira em potência instalada, tem 45 parques em operação na Bahia, com 1,3 GW de potência instalada. São 233 parques solares fotovoltaicos em construção ou com construção prestes a iniciar, que terão 9 GW de capacidade instalada. Quando os 278 parques estiverem operando vão fazer a Bahia ultrapassar 10 GW em potência instalada em fotovoltaica. A previsão é que sejam investidos cerca de R$ 42 bilhões, com a capacidade de gerar mais de 270 mil empregos em toda a cadeia produtiva.
Fonte - Ascom Gov.BA 18/01/2023

terça-feira, 21 de julho de 2020

Seis parques eólicos entram em atividade na Bahia no primeiro semestre de 2020

Energia/Sustentabilidade   💡

Os seis novos empreendimentos estão localizados nos municípios de Pindaí e Campo Formoso, aumentando para 171 parques em funcionamento distribuídos por 20 cidades. O estado se mantém na liderança da geração de energia elétrica a partir da fonte dos ventos no Brasil.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Caititu 2 e 3, Corrupião 3, Carcará e Ventos de São Januário 20 e 21 são os parques eólicos que entraram em operação comercial no primeiro semestre deste ano na Bahia. Os seis novos empreendimentos estão localizados nos municípios de Pindaí e Campo Formoso, aumentando para 171 parques em funcionamento distribuídos por 20 cidades. O estado se mantém na liderança da geração de energia elétrica a partir da fonte dos ventos no Brasil.
O potencial eólico do território baiano contribui para a atração de negócios por meio das empresas do setor energético. Desde 2012, o montante investido nos parques em atividade foi de R$ 16,5 bilhões. Os empreendimentos foram responsáveis pela produção de 4.750.311,04 MWh de energia elétrica entre janeiro e maio deste ano, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A Bahia gerou 31,8% do total do país na força dos ventos, o que seria capaz de atender 8,3 milhões de residências.
O secretário de Infraestrutura da Bahia, Marcus Cavalcanti, comemora o avanço do setor no estado. “As fontes renováveis são responsáveis por cerca de 90% da capacidade instalada de geração de energia elétrica no território baiano. Até o fim de 2020, mais dois empreendimentos eólicos entrarão em atividade no município de Campo Formoso. Os novos parques são Ventos de São Januário 04 e 22 e vão contribuir para a consolidação da produção energética do estado”.
"A Bahia tem se tornado uma locomotiva de desenvolvimento no país e o setor de energias renováveis é um dos responsáveis por este cenário. Além da liderança nacional no setor, parques eólicos e solares que estão em operação no estado já criaram mais de 55,5 mil empregos diretos na fase de construção. Além de gerar emprego e renda nos municípios e ter transformado a paisagem no semiárido baiano, a energia renovável não polui e ajuda a diversificar a matriz elétrica do país", diz o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), João Leão.
De acordo com dados do Informes de Energias Renováveis da SDE, há atualmente na Bahia 54 parques eólicos em construção e outros 70 parques em construção prestes a se iniciar. A previsão é que, juntos, possam injetar R$ 13,2 bilhões em investimentos no estado e gerem 53,2 mil empregos diretos e indiretos. Já no setor solar fotovoltaico, 44 parques estão prestes a começar a construção, com investimentos previstos na ordem de R$ 6 bilhões e possível abertura de 21,2 mil postos de trabalho na fase de construção dessas usinas. Com os novos parques, a Bahia pode alcançar 1,6 GW de potência instalada em solar, até 2024, e 7 GW de potência instalada, em eólica, até 2025.

Energia SolarAlém da fonte dos ventos, a Bahia também permanece em primeiro lugar no ranking da geração solar no país. O território baiano possui 31 empreendimentos em funcionamento e nos quais foram aplicados R$ 4 bilhões por empresas do setor nos últimos oito anos. De acordo com o ONS, os parques instalados em oito municípios produziram 718.247,04 MWh de energia elétrica de janeiro até maio de 2020. O dado representa 30,9% do valor gerado pela fonte solar fotovoltaica no Brasil e teria capacidade de atendimento para cerca de 880 mil residências.
Com informações da Secom BA  21/07/2020

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Bahia pode ser contemplada com novos empreendimentos em leilão de transmissão

Infraestrutura/Energia  💡

Os parques eólicos do estado geraram 12.768,32 GWh entre janeiro e setembro deste ano. As linhas de transmissão tem papel fundamental no escoamento de toda produção energética e será o tema da 12ª reunião do Grupo de Trabalho Bahia e Sergipe. "No leilão de transmissão, que será realizado em 19 de dezembro, existem quatro lotes que visam atender às demandas de energia elétrica da Bahia.

Da Redação
foto - Ulgo Oliveira
Em 2019, a Bahia passou a ser líder na geração de energia elétrica a partir da fonte eólica no país. Os parques eólicos do estado geraram 12.768,32 GWh entre janeiro e setembro deste ano. As linhas de transmissão tem papel fundamental no escoamento de toda produção energética e será o tema da 12ª reunião do Grupo de Trabalho Bahia e Sergipe. O evento acontece nesta sexta-feira (22), a partir das 9h, no auditório da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), no Centro Administrativo, em Salvador.
No encontro serão abordados assuntos relacionados ao sistema de transmissão de energia elétrica. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vai apresentar o acompanhamento do plano de ações relacionado à última reunião, além dos serviços que foram concluídos no 1º semestre de 2019, os empreendimentos de destaque, e os que serão outorgados nos territórios baiano e sergipano. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) também participará apresentando os estudos de planejamento energético para ambos estados da região Nordeste.
"No leilão de transmissão, que será realizado em 19 de dezembro, existem quatro lotes que visam atender às demandas de energia elétrica da Bahia. Dentre eles, podemos destacar as obras de empreendimento para a região Oeste baiana e, também, de infraestrutura para atendimento e garantia de suprimento da região Metropolitana de Salvador", destaca Celso Rodrigues, superintendente de Energia e Comunicações da Seinfra.

Energia Renovável
Na Bahia, aproximadamente 90% de capacidade instalada para geração de energia elétrica tem origem no sol, no vento, na água ou na biomassa. Atualmente, o estado possui 165 parques eólicos em operação comercial com 4,034.39 MW de capacidade instalada. Na fonte solar, são 27 empreendimentos com 681.73 MW de potência instalada. Na energia hidroelétrica, são 36 empreendimentos que somam 5.717,79 MW de capacidade instalada. Na biomassa, são 7 usinas termelétricas com 520,25 MW de potência instalada.

Serviço:
O que: 12ª reunião do Grupo de Trabalho Bahia e Sergipe
Quando: Sexta-feira (22)
Horário: 9h
Onde: Auditório da Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), no Centro Administrativo
Com informações da Seinfra BA  19/11/2019

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Novos parques eólicos em Caetité e Tanque Novo devem gerar 1 mil empregos na Bahia

Energia & Sustentabilidade  💡

Esses empreendimentos estão na lista dos projetos comercializados no leilão de Energia Nova da ANEEL A6, da semana passada, e são fruto de protocolo de intenções assinado no início do mês, entre a Atlantic Energias Renováveis e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A previsão é que sejam gerados até 1 mil empregos diretos na região.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A Bahia deverá receber R$ 800 milhões em investimentos, com a implantação de dois novos parques eólicos, de 180 Megawatts (MW) de potência, nos municípios de Tanque Novo e Caetité. Esses empreendimentos estão na lista dos projetos comercializados no leilão de Energia Nova da ANEEL A6, da semana passada, e são fruto de protocolo de intenções assinado no início do mês, entre a Atlantic Energias Renováveis e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A previsão é que sejam gerados até 1 mil empregos diretos na região.
De acordo com diretor-presidente da Atlantic, José Roberto de Moraes, o apoio do governo baiano aos investidores tem sido estratégico para a viabilidade do negócio. “O resultado deste leilão representa uma retomada bastante forte da empresa aos projetos de energia. E nós vamos continuar nessa ascendência de participação de leilões ou aquisições de empresas operacionais. Acredito que o mais importante na instalação de um empreendimento são os legados que ficam. Além de profissionais capacitados, os municípios ganham com os projetos sociais e autossustentáveis”, destaca o empresário.
“É de extrema importância atrair novos investidores para a Bahia. Estamos felizes, enquanto governo, com mais esse novo investimento que chega ao interior do estado e vai gerar mais postos de trabalho para os baianos e baianas, além de promover o desenvolvimento socioeconômico da região”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico. A previsão é que as obras civis comecem no segundo semestre de 2020 e que o parque fique pronto em no máximo dois anos.
A Atlantic já opera na Bahia o Complexo Eólico de Morrinhos, localizado em Campo Formoso, a 450 km da capital baiana, na região Centro Norte. O Complexo possui seis parques eólicos, 90 aerogeradores e tem capacidade instalada de 180 MW, suficientes para abastecer 500 mil residências.

Leilão
A Bahia ficou com 65% de toda a energia eólica comercializada no Leilão de Energia Nova A-6, da ANEEL, realizado na última sexta-feira (18). Dos 44 projetos comercializados no certame, 24 são no estado, têm um total de 604,20 MW de capacidade instalada, contarão com investimentos de aproximadamente R$ 2,4 bilhões, e serão implantados até 2025 nos municípios de Uibaí, Tanque Novo, Ibipeba, Campo Formoso, Caetité e Brotas de Macaúbas. Líder no setor, o estado possui, atualmente, 160 parques eólicos em operação e 73 em processo de construção.

Sustentabilidade
Os novos parques da Atlantic Energias Renováveis poderão contar com o projeto socioambiental Ecofossa, já praticado em outros empreendimentos de energias renováveis do grupo no país. Pioneira no Brasil, a ação consiste no tratamento do esgoto de forma ecologicamente sustentável, dispensando o uso de produtos químicos e refletindo na proteção do solo, dos recursos hídricos e da saúde da população.
“Radiografar quais são as necessidades e interesses das comunidades impactadas faz parte da nossa estratégia para a implantação dos parques eólicos. Uma vez colocado em ação, eles deixam importantes legados para essas comunidades”, aponta o diretor-presidente da empresa.
Com informações da Secom BA  23/10/2019

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Energia Eólica: 20 parques entraram em atividade no primeiro semestre deste ano

Energia/Sustentabilidade 💡

São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado.Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Na Bahia, mais de 90% da capacidade instalada para geração de energia elétrica vem de fontes renováveis como a hidráulica, a eólica, a solar e a biomassa. Juntas, totalizam 12.707 MW de potência instalada no território baiano. O primeiro semestre deste ano se destacou pela entrada de 20 parques eólicos em operação comercial no estado. 
São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado. 
Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios. A atual capacidade instalada em território baiano, de 3.935 MW, representa 26% da potência de energia eólica do Brasil, atrás apenas do Rio Grande do Norte. Em maio deste ano, a geração de energia dos empreendimentos abasteceria cerca de 11,5 milhões de residências.
No estado, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) é responsável pelo acompanhamento da evolução da matriz energética. A expectativa é que mais usinas entrem em operação comercial na Bahia até o final de 2019. "Ainda neste ano, sete parques eólicos e um empreendimento solar devem iniciar as atividades nas cidades de Pindaí, Campo Formoso e Casa Nova. Um investimento de R$ 516 milhões feito pelas empresas do setor", ressalta Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura.

foto - ilustração/arquivo
Energia Solar
A Bahia ainda permanece em primeiro lugar na capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da fonte solar no Brasil. Atualmente, 26 empreendimentos solares estão em operação comercial distribuídos nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Guanambi, Itaguaçu da Bahia, Juazeiro, Salvador e Tabocas do Brejo Velho. A potência do estado é de 654,73 MW e com capacidade para atender mensalmente cerca de 1 milhão de residências com acesso a energia elétrica.
Com informações da Seinfra BA  12/08/2019

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Piauí está entre os maiores produtores de energias renováveis do Brasil

Sustentabilidade  💡

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Energia Eólica.Segundo o relatório, o país já tem 601 parques eólicos e 7.500 aerogeradores (turbinas eólicas), em 12 estados. O Piauí produz 1638,10 megawatts (MW) energia eólica, isso se deve aos bons ventos do nordeste, considerados constantes e estáveis.

Da Redação 
Aerogeradores de energia eólica no Piauí (Arquivo CCom)
O Piauí está entre os maiores produtores de energia limpa do Brasil, ocupando o quinto lugar entre os maiores nessa atividade. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). De acordo com a instituição, o nordeste, sozinho, é responsável por cerca de 80% da energia eólica gerada em todo o país.
Segundo o relatório, o país já tem 601 parques eólicos e 7.500 aerogeradores (turbinas eólicas), em 12 estados. O Piauí produz 1638,10 megawatts (MW) energia eólica, isso se deve aos bons ventos do nordeste, considerados constantes e estáveis.
Quanto à energia solar, o Piauí ocupa a terceira posição no Brasil, com potência instalada de 278,2 MW e nove usinas. O estado está localizado em uma área chamada de “cinturão solar”, conforme a 2ª edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar, divulgado no ano passado. A região vai do nordeste ao pantanal, passa pelo norte de Minas Gerais e pega o sul da Bahia e o nordeste de São Paulo.
Recentemente foi aprovada a proposta de instalação de oito miniusinas fotovoltaicas (solar) em solo piauiense. O projeto apresentado prevê o uso de cinco terrenos privados e três áreas públicas, situadas em Caraúbas, Cabeceiras e Canto do Buriti. O investimento previsto (público e privado) é estimado em R$ 174 milhões.
A assessora para Atração de Investimentos Externos, Lucile Moura, destaca que esse desenvolvimento da produção de energias renováveis no Piauí está sendo possível por conta do investimento tanto em estrutura física quanto de planejamento. “Há uma estrutura de Estado que favorece a vinda desses investimentos ao Piauí. Não é só porque temos muitos ventos e muito sol. Essa estrutura envolve a participação de diversos órgãos do Governo do Estado, que trabalham condições e flexibilidade para que haja a viabilização e atração desses investimentos”, ressalta Moura.
Ela acrescenta ainda que a produção das energias renováveis vem gerando uma cadeia produtiva de desenvolvimento nas regiões onde estão instaladas, gerando emprego e renda. “Esses investimentos estão gerando também o desenvolvimento de uma cadeia produtiva no Piauí, que termina por gerar diversos empregos, diversas possibilidades de negócios. Pequenos investidores se instalam como hotelaria, oficina, bares, restaurantes, salão de beleza, academias, como no município de Lagoa do Barro, por exemplo, que se desenvolveu muito depois da instalação de uma fábrica de torres eólicas. São elementos impactantes que conduzem a esse avanço, com muito respeito ambiental e social”, comenta Lucile.
A ABEEólica reúne cerca de 100 empresas da indústria eólica, incluindo fábricas de aerogeradores, de pás eólicas, operadoras de parques eólicos, investidores e diversos fornecedores da cadeia produtiva.
Com informações do Gov. do Piaui  24/05/2019

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Grupo francês vai investir R$ 1,3 bilhão em novos parques eólicos na Bahia

Sustentabilidade  💡

Com investimento de R$ 1,371 bilhão, os parques eólicos serão instalados em Iraquara e Souto Soares, na Chapada Diamantina, e em Campo Formoso, no centro norte do estado. A EDF Renewables já possui outros empreendimentos em energia eólica em funcionamento na Bahia. Com os novos parques, a empresa totaliza R$ 3 bilhões em investimentos no setor de energias renováveis no estado.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Em reunião com a EDF Renewables, na tarde desta segunda-feira (20), o governador Rui Costa assinou nove protocolos de intenções para implantação de projetos de energia eólica na Bahia. Com investimento de R$ 1,371 bilhão, os parques eólicos serão instalados em Iraquara e Souto Soares, na Chapada Diamantina, e em Campo Formoso, no centro norte do estado.
"São novos investimentos em energia eólica e esperamos que, em breve, tenhamos também em energia solar, favorecendo a região da Chapada Diamantina. Investimentos que chegam para gerar riqueza e emprego e fortalecer o que a Bahia tem como uma vantagem competitiva grande, que é a energia sustentável. Os empregos são gerados não apenas na implantação, mas na manutenção desses equipamentos", afirmou Rui.
A EDF Renewables já possui outros empreendimentos em energia eólica em funcionamento na Bahia. Com os novos parques, a empresa totaliza R$ 3 bilhões em investimentos no setor de energias renováveis no estado. "Um terço já foi investido nos municípios vizinhos a Morro do Chapéu e dois terços estão sendo implantados. Esses parques já estão em construção, e a previsão é de entrada em operação em 2020/2021", declarou o diretor-presidente da EDF Renewables no Brasil, Paulo Abranches. Segundo ele, 80% das 700 contratações na fase de construção são de mão de obra local.
Também participaram da reunião o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão, e os secretários da Casa Civil e de Infraestrutura, Bruno Dauster e Marcus Cavalcanti, respectivamente
Com informações da Seinfra BA  21/05/2019

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Bahia supera Rio Grande do Norte em número de parques eólicos

Sustentabilidade  💡

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), nesta segunda-feira (29), em seu Informe Executivo de Energias Renováveis.Protagonista no segmento de renováveis, a Bahia é líder nacional no cadastramento de projetos eólicos (31,8%) e solares fotovoltaicos (25,5%) para o leilão de junho de 2019.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A Bahia ultrapassou o Rio Grande do Norte em número de parques eólicos em operação neste mês de abril. São 156 (3.927MW) contra 152 (4.053 MW) do vizinho nordestino. Foram investidos R$ 15,4 bilhões no Estado e mais de 19 municípios foram beneficiados. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), nesta segunda-feira (29), em seu Informe Executivo de Energias Renováveis.
De acordo com João Leão, vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, ultrapassar o Rio Grande do Norte em potência instalada é uma questão de tempo, já que o estado tem apenas dois parques em construção, enquanto a Bahia tem 38 e muitos deles entrarão em operação ainda este ano.
"A cada novo parque eólico, que entra em operação, a Bahia desponta. Os bons ventos do estado e a política de atração de investimentos do Governo baiano têm nos tornado uma locomotiva de desenvolvimento, emprego e renda, sobretudo para nosso povo do semiárido", destaca Leão.
Protagonista no segmento de renováveis, a Bahia é líder nacional no cadastramento de projetos eólicos (31,8%) e solares fotovoltaicos (25,5%) para o leilão de junho de 2019. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) cadastrou 1.581 empreendimentos, somando 51.204 MW, em 20 estados, sendo 456 projetos que somam 14 GW da Bahia. O Rio Grande do Norte veio em seguida, com 10.518 MW em 305 empreendimentos e o Piauí ficou com a terceira colocação, com 8.782 MW em 258 projetos.
Com informações da Secom BA  03/05/2019

sábado, 30 de abril de 2016

Primeiro parque eólico do Maranhão será instalado na região dos lençóis

Sustentabilidade

A instalação do primeiro parque eólico do estado,com capacidade inicial de 220 megawatts,no município de Paulino Neves traz benefícios em cadeia à comunidade que habita no entorno.Do fornecimento de energia aos royalties distribuídos aos moradores,a energia dos novos moinhos trará bons ventos a centenas de maranhenses,mudando a realidade da região.

O Imparcial
O Imparcial
A extensão da MA-315, conexão entre os municípios de Paulino Neves e Barreirinhas, garante, na primeira fase, o início de um empreendimento inédito no Maranhão: a instalação do primeiro parque eólico do estado. Com capacidade inicial de 220 megawatts, a instalação do parque eólico no município de Paulino Neves traz benefícios em cadeia à comunidade que habita no entorno. Do fornecimento de energia aos royalties distribuídos aos moradores, a energia dos novos moinhos trará bons ventos a centenas de maranhenses, mudando a realidade da região. As obras de terraplanagem da rodovia já foram concluídas.
Investimentos nas potencialidades do estado são uma das estratégias do governador Flávio Dino para trazer bons resultados ao Maranhão. “Vivemos um modelo de governança amplo, aberto e com parcerias eficazes. Este é mais um importante passo para criar um ambiente favorável ao empreendedorismo no Maranhão. Hoje há uma relação de maior qualidade entre o poder público e os investidores privados no Maranhão”, disse Flávio Dino.
Projeto resgatado pela Ômega Engenharia, inicialmente concebido pela empresa Bioenergy, o parque eólico de Paulino Neves tem orçamento previsto de R$ 1 milhão. A proposta inovadora do Governo do Maranhão abrange uma contrapartida social, que alcança os moradores da região, os proprietários das terras onde a usina se instalará. A legislação nacional específica de regulamentação da energia eólica ainda está em discussão.
“Com esse projeto, acrescentamos uma de nossas soluções para o cumprimento do projeto do governador Flávio Dino, para elevar a qualidade de vida dessas populações”, disse a secretária Crisálida Fonseca ao explicar que para o Governo do Maranhão não importa apenas o desenvolvimento econômico, mas é fundamental que haja também desenvolvimento social.
“O que fizemos de aproveitamento para a região é que, diferentemente de outros estados, como o Rio Grande do Norte, onde não há nenhuma compensação para o estado com a energia produzida, é que aqui haverá royalties, que vão ser pulverizados para as famílias titulares das terras. A empresa deve instalar a usina e pagar o terreno onde vai colocar a torre a cada um dos proprietários”, explicou o secretário adjunto de Estado de Minas e Energia, Raimundo Fraga.
“Esta é uma forma de ter uma fonte de renda naquela área, uma das áreas do Maranhão sem oportunidades, sem grandes empregos. Tem como vocação o turismo, mas também tem uma grande vocação para geração de energia. Vai dar um ganho extra para que ele eduque melhor a família, alimente melhor a família, tenha essa fonte de renda extra”, completou. Por meio do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), o Governo do Maranhão já havia cedido o direito de propriedade, o título de terras aos moradores da área.
A via abrirá um leque de novas oportunidades aos moradores da região. Além do desenvolvimento global da área, haverá geração de emprego e renda a partir da aplicação da mão de obra local nas obras de construção e pavimentação da rodovia e de outros equipamentos de fomento ao turismo local. O dinheiro que passará a circular na região, com a instalação do parque eólico, promete aquecer o mercado local. De acordo com Fraga, o ciclo de desenvolvimento deve fomentar a criação, inclusive, de estabelecimentos comerciais, como mercearias, farmácias e pequenos empreendimentos.

Potencial energético
O desenvolvimento de mais uma vocação regional fortalece o Maranhão e abre novos horizontes de evolução econômica para a região dos Lençóis Maranhenses, colocando-a no contexto geográfico de matrizes energéticas renováveis. “No Brasil, temos algumas regiões de alto potencial, na região Nordeste, há um dos maiores potenciais do mundo. Aqui no Maranhão, nós dispomos de ventos favoráveis vindos da costa africana para a brasileira e que na maior parte do tempo são unidirecionais. As caravelas de Cabral utilizaram esses ventos para se transportar da costa da África para cá e nós vamos usá-lo para produzir energia”, exclamou Fraga.
Ao todo, o potencial produtivo da região é de quatro gigawatts, englobando os municípios de Araioses, Água Doce do Maranhão, Paulino Neves, Barreirinhas, Primeira Cruz e Santo Amaro. A energia seria capaz de abastecer quatro estados com a dimensão do Maranhão.
A produção inicial da Ômega será de 220 megawatts, com possibilidade de expansão. O contrato firmado com o governo federal garante o início do fornecimento de energia regularmente a partir do segundo semestre de 2017. A energia vinda do complexo instalado no Maranhão abastecerá especialmente a região Sul do país, tendo em vista que o Maranhão já produz mais energia do que consome atualmente.

Sustentabilidade
Para o secretário adjunto de Obras Rodoviárias da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Samuel Gonçalves, a usina representa um avanço significativo para o estado. “A possibilidade de implantação do parque eólico é interessante para o estado, porque é uma energia limpa, da qual hoje todos estão indo atrás, uma tecnologia totalmente limpa e não agressiva ao meio ambiente e ao ecossistema. Um grande ganho ao nosso estado”, comentou.
O estudo de viabilidade do empreendimento contou com o atendimento de uma série de pré-requisitos de ordem ambiental, dentre os quais, a apresentação de Licença Ambiental, de Plano de Controle Ambiental e de pesquisas a Empresa Brasileira de Pesquisa Energética. Segundo a Secretaria Estadual de Minas e Energia, os requisitos de sustentabilidade garantem margem de segurança contra impactos ambientais.

Mais oportunidades
A instalação do parque eólico garante uma linha de transmissão de energia, que representa 40% do orçamento do projeto. A linha de transmissão conta com torres – onde serão fixados cabos de transmissão – implantadas em uma rota que sai de Paulino Neves e vai até Miranda do Norte. A viabilização da linha de transmissão abrirá, ao todo, outras mil vagas de emprego temporário aos municípios da região do Parque dos Lençóis, Paulino Neves e Araioses.
Já as torres que sustentam as turbinas de geração de energia eólica possuem 100 metros de extensão, além de 30 metros de fundação; cada pá que compõe as turbinas, 60 metros de raio. As turbinas serão instaladas próximas à orla da praia, em área semelhante ao semiárido.
Fonte - O Imparcial  30/04/2016

domingo, 9 de novembro de 2014

Energia eólica vai gerar 5 mil vagas na Bahia

Economia

Interior baiano sinaliza bons ventos para o mercado de empregos."Não quero falar um número preciso, mas podemos mencionar milhares de vagas que serão criadas", disse, cauteloso, Rafael Valverde, superintendente de Indústria e Mineração da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SICM).

Gilson Jorge - A Tarde

Especialistas em geração de energia eólica e solar têm expectativa de criar milhares de vagas relacionadas ao setor na Bahia após o leilão feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no dia 31 de outubro. Os novos parques eólicos têm potencial para geral mais de 5 mil vagas no Estado e devem absorver ainda boa parte dos 10 mil empregos diretos e 15 mil indiretos que podem ser gerados até 2017.
"Não quero falar um número preciso, mas podemos mencionar milhares de vagas que serão criadas", disse, cauteloso, Rafael Valverde, superintendente de Indústria e Mineração da Secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SICM).
A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), por sua vez, usou os parâmetros internacionalmente utilizados para calcular a abertura de postos de trabalho por megawatt gerado no setor e estimou: serão mais de 5 mil vagas criadas no Estado, desde engenheiros até o pessoal de limpeza.
"Ainda não é possível estimar quantos empregos técnicos serão criados, mas no total devem surgir em torno de 5,6 mil vagas", declarou a presidente-executiva da Abeeólica, Elbia Melo.
Em todos os novos parques a serem criados, em diferentes cidades baianas, serão contratadas pessoas para cuidar da manutenção dos equipamentos, mas a maior parte dessas vagas vai se concentrar mesmo na Região Metropolitana de Salvador, onde estão instaladas as fábricas de aerogeradores e pás que abastecem o mercado brasileiro. Estima-se que para cada pá construída são acionados 100 trabalhadores.
Para dar conta da crescente demanda, a Alstom está investindo em capacitação profissional e colocou os funcionários de sua fábrica em Camaçari para trabalhar em três turnos. A Tecsis, por sua vez, anunciou que deve contratar 1.500 funcionários até o fim de 2015.
Elbia Melo, da Abeeólica, destaca que o número de empregos criados na Bahia pode aumentar ainda mais, pois o estado, segundo maior parque eólico do país, atrás do Rio Grande do Norte, é o que tem avançado mais na contratação no setor.

Potencial solar
Em todo o País, a região Nordeste é a que oferece melhores condições para o aproveitamento do sol como fonte e energia. E tendo praticamente um terço do território nordestino, a Bahia deve absorver boa parte dos 10 mil empregos diretos e 15 mil indiretos que o setor deve criar no país ao longo dos próximos três anos, número estimado pelo engenheiro Roberto Zilles, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo e presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Abens).
Para chegar a esses números, ele recorreu à Nota Técnica DEA 19/14, publicada recentemente pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), que estima a criação de 9,5 postos de trabalho diretos e 15 postos de trabalho indiretos por MW instalado.
Zilles destaca que o leilão de reserva realizado no último dia 31 de outubro é a primeira experiência no país de instalação representativa de sistemas fotovoltaicos centralizados, e que, portanto, ainda não é um referencial quanto aos postos de trabalho que poderão ser criados. A referência internacional, apresentada pela European Photovoltic Industry Association (EPIA) aponta 15 postos de trabalho diretos para cada MW instalado e 30 indiretos.
"Não se pode transpor diretamente estes números para a realidade brasileira", afirma o professor, lembrando que ainda não há uma indústria de equipamentos estabelecida. A vantagem é que, diferentemente da energia eólica, a geração de empregos pela energia solar não se concentra em uma região. "No final de 2017 poderemos avaliar se a estimativa para o mercado brasileiro estava correta", diz.
Fonte - A Tarde  08/11/2014

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Leilão da Aneel seleciona 66 usinas de energia eólica

Ecologia

Camila Maciel 
Agência Brasil
Leilão da Aneel seleciona 66 usinas de energia eólica
EBC
São Paulo – Durou menos de uma hora o leilão de reserva da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que selecionou 66 usinas que viabilizarão projetos de parques de geração de energia eólica em oito estados. O preço médio de venda ficou em R$ 110,51/MWh (megawatt-hora), com deságio de 5,55% em relação ao preço-teto da primeira rodada (R$ 117/MWh). Foram contratados 1.505 MW em potência.
O valor dos contratos ficou em cerca de R$ 13,08 bilhões e o volume de transações em megawatt-hora, em torno de R$ 118,428 milhões. O menor preço de venda (R$ 98,50/MWh) foi contratado pela empresa Consórcio EPG-Serra Azul para o empreendimento Damascena, na Bahia. O valor representa deságio de 15,81% em relação ao preço-teto.
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, considerou expressivo o total de energia contratada. "O leilão foi muito bom. Atingiu o objetivo que nós tínhamos: adquirir uma quantidade importante de energia a um preço bastante competitivo", disse ele. Os contratos terão duração de 20 anos e início de suprimento está previsto para 1° de setembro de 2015.
Entre os estados que participaram do leilão, a Bahia contratou a maior quantidade de energia, com 567.800 MW e R$ 2,10 milhões a serem investidos em 28 empreendimentos. Em seguida, está o Piauí, com 420 mil MW e R$ 1,4 milhões, em 14 empreendimentos. A menor contratação foi no Rio Grande do Sul, com 80.500 MW. O Ceará receberá seis empreendimentos, enquanto Pernambuco e o Rio Grande do Norte, ficarão com sete, cada.
A metodologia do leilão previa duas fases de negociação. Na primeira, os empreendimentos disputaram a conexão para transmissão da energia. Isso foi necessário porque as subestações têm limite de capacidade para escoar a produção das usinas. Na segunda fase, as eólicas que ofereceram as melhores tarifas na primeira rodada, dentro da capacidade de cada subestação, disputaram a venda de energia.
Os empreendimentos habilitados haviam sido divididos da seguinte forma: 123 na Bahia; 63 no Ceará; dois no Maranhão; nove na Paraíba; 14 em Pernambuco; 31 no Piauí; 41 no Rio Grande do Norte e 94 no Rio Grande do Sul. De acordo com a Aneel, os leilões de reserva têm como objetivo reduzir os riscos de desequilíbrio entre a oferta e a demanda de energia elétrica.
Fonte - EBC  23/08/2013