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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Bahia encerra 2022 com 48 novos parques eólicos em operação

Sustentabilidade - Energia 💡

Desde que o primeiro parque eólico entrou em operação em 2012, o ano passado foi o que superou o número de usinas em funcionamento, anteriormente o maior recorde tinha sido do ano de 2018, com 45 operações. Os dados constam na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Ascom - Gov. Ba
A Bahia encerrou o ano de 2022 com 48 novos parques eólicos em operação, que inseriram 1,3 Gigawatts (GW) a potência instalada do estado, que atualmente conta com um total de 6,9 GW. Desde que o primeiro parque eólico entrou em operação em 2012, o ano passado foi o que superou o número de usinas em funcionamento, anteriormente o maior recorde tinha sido do ano de 2018, com 45 operações. Os dados constam na Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Os 48 novos parques investiram cerca de R$ 5,2 bilhões, com a capacidade de gerar, em média, 13,7 mil empregos em toda a cadeia produtiva, de acordo com cálculos da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). Os 261 parques já investiram no estado mais de R$ 27 bilhões e geraram aproximadamente 70 mil empregos. Outros 190 parques estão com construção iniciada ou com construção prestes a iniciar. Quando eles estiverem em operação farão a Bahia ultrapassar 14 GW em potência instalada. As informações constam no Informe Executivo de Energia Eólica de janeiro de 2023. Os informes tanto de eólica quanto de solar são divulgados todos os meses pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e ficam disponíveis no site do órgão. Estado é líder nacional A Bahia mantém a liderança na geração total anual de energia eólica (31,94) e solar (27,82%) da geração nacional, conforme dados de outubro de 2022 da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O Estado é líder também na comercialização dos leilões de energia eólica e solar abrangendo respectivamente 32,58% e 18,97% de todos os empreendimentos comercializados. Já a energia solar fotovoltaica, segunda maior fonte brasileira em potência instalada, tem 45 parques em operação na Bahia, com 1,3 GW de potência instalada. São 233 parques solares fotovoltaicos em construção ou com construção prestes a iniciar, que terão 9 GW de capacidade instalada. Quando os 278 parques estiverem operando vão fazer a Bahia ultrapassar 10 GW em potência instalada em fotovoltaica. A previsão é que sejam investidos cerca de R$ 42 bilhões, com a capacidade de gerar mais de 270 mil empregos em toda a cadeia produtiva.
Fonte - Ascom Gov.BA 18/01/2023

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Empresa planeja investir mais de R$ 8 bilhões em parques eólicos em quatro municípios da Bahia

Sustentabilidade/Energia 💡

Além do benefício da geração de empregos que gera renda ao trabalhador, também é revertido em impostos municipais, melhorando as finanças dessas prefeituras para promoverem melhorias nas cidades baianas, e gerando energia de uma forma limpa e renovável".A Bahia está na liderança nacional na geração de energia eólica e ocupa o segundo lugar no ranking dos cinco principais Estados em geração de energia solar no país, em abril de 2021. 

Da Redação
foto - divulgação/SDE
Um total de R$ 8,646 bilhões em investimentos em novos parques eólicos está previsto para os municípios de Casa Nova, Morro do Chapéu, Macururé e Várzea Nova, nos próximos três anos. Esse é o total de recursos que a empresa Casa dos Ventos pretende investir, de acordo com os protocolos de investimentos assinados nesta quarta-feira (14), com o governo da Bahia por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal, o governo da Bahia busca descentralizar a arrecadação de receita do estado que está concentrada na maior parte na região metropolitana, "o investimento das empresas de energia eólica na Bahia gera empregos tanto na fase de instalação quanto na sua operação dos aerogeradores. Além do benefício da geração de empregos que gera renda ao trabalhador, também é revertido em impostos municipais, melhorando as finanças dessas prefeituras para promoverem melhorias nas cidades baianas, e gerando energia de uma forma limpa e renovável", afirmou Leal. Nos quatro municípios, a previsão da empresa é gerar durante a instalação dos aerogeradores mais de dez mil empregos. Já na fase de operação serão gerados 51 empregos diretos nos parques eólicos. "Hoje assinamos protocolos de intenções que eu diria que, muito mais que intenção, é uma decisão de investimento, inclusive com a primeira obra começando agora em setembro desse ano, em Morro do Chapéu. Estamos falando de mais de oito bilhões nos próximos três anos", afirmou o presidente da Casa dos Ventos, Clécio Eloy. Liderança A Bahia está na liderança nacional na geração de energia eólica e ocupa o segundo lugar no ranking dos cinco principais Estados em geração de energia solar no país, em abril de 2021. Os dados constam do Informe Executivo de Energias Renováveis da SDE. Do mês de junho. Juntas, as fontes de energias renováveis deverão investir cerca de R$ 30,9 bilhões no território baiano. O Estado conta atualmente com 196 parques eólicos em operação, que tem 4.974 Megawatt (MW) de capacidade instalada, geração de 1.402 Gigawatt-hora (GWh) por mês e capacidade para abastecer cerca de 11 milhões de residências, favorecendo 35 milhões de pessoas.
Com informações da Seinfra BA  15/07/2021

quinta-feira, 17 de junho de 2021

Bahia e seu alto potencial na geração de energias renováveis

Energia/Sustentabilidade  💡

Os dados constam do Informe Executivo de Energias Renováveis de junho, divulgado nesta quarta-feira (16), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Juntas, as fontes de energias renováveis deverão investir cerca de R$ 30,9 bilhões no território baiano. "Aqui na Bahia, as energias renováveis são responsáveis pela inserção de investimentos nas economias dos municípios, nos quais parques eólicos ou solares se instalam. 

Da Redação
foto ilustração/arquivo
Com ventos fortes e sol brilhando na Bahia, o Estado é líder na geração de energia eólica e ocupa o segundo lugar no ranking dos cinco principais Estados em geração de energia solar no país, em abril de 2021. Os dados constam do Informe Executivo de Energias Renováveis de junho, divulgado nesta quarta-feira (16), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Juntas, as fontes de energias renováveis deverão investir cerca de R$ 30,9 bilhões no território baiano. "Aqui na Bahia, as energias renováveis são responsáveis pela inserção de investimentos nas economias dos municípios, nos quais parques eólicos ou solares se instalam. O que diretamente resulta na geração de empregos, no aumento da economia local, além de ajudar a desenvolver as regiões nas quais estão implantados", destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico Nelson Leal.
 
Energia eólica
A Bahia conta com 196 parques eólicos em operação, que tem 4.974 Megawatt (MW) de capacidade instalada, geração de 1.402 Gigawatt-hora (GWh) por mês e capacidade para abastecer cerca de 11 milhões de residências, favorecendo 35 milhões de pessoas.

Energia Solar
O Estado possui 29 parques fotovoltaicas em operação, com 777 MW de capacidade instalada e mais de três milhões de módulos fotovoltaicos. Geração de 128 GWh por mês e capacidade para abastecer cerca de 1 milhão de casas, beneficiando cerca de 3,2 milhões de habitantes.
Com informações da Seinfra BA 17/06/20221

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Bahia se consolida na liderança da geração de energia eólica e solar no país

Energia/Sustentabilidade 💡

Pelo segundo ano consecutivo, o território baiano ocupa a primeira posição do ranking nacional na produção em ambas as fontes renováveis.Na fonte eólica, o estado gerou 12.590,21 GWh de janeiro a setembro de 2020, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 

Da Redação
divulgação/Secom BA
A Bahia se manteve líder na geração de energia elétrica a partir das fontes eólica e solar no país em 2020. Pelo segundo ano consecutivo, o território baiano ocupa a primeira posição do ranking nacional na produção em ambas as fontes renováveis. O trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Governo do Estado, através das Secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e de Desenvolvimento Econômico (SDE), para a atração de investimentos contribui na consolidação do resultado. Na fonte eólica, o estado gerou 12.590,21 GWh de janeiro a setembro de 2020, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O inicio das atividades de 17 novos parques neste ano ajudaram na permanência do primeiro lugar na produção energética a partir da fonte dos ventos no Brasil. Os empreendimentos que entraram em funcionamento foram Caititu 2 e 3, Carcará, Casa Nova A, Corrupião 3, Serra do Fogo, Serra do Vento e Ventos de São Januário 01, 03, 04, 05, 06, 13, 14, 20, 21 e 22 localizados em Pindaí, Casa Nova, Sento Sé e Campo Formoso, respectivamente. Chegando a um total de 182 parques em operação comercial distribuídos por 20 municípios. A liderança na geração solar nacional também continua com a Bahia. A produção estadual de energia elétrica a partir da fonte fotovoltaica foi de 1.376,72 GWh entre os meses de janeiro e setembro deste ano, de acordo com o ONS. Atualmente, 32 empreendimentos fotovoltaicos se encontram em funcionamento divididos entre oito cidades e colaborando para a manutenção do estado como líder na classificação. Em 2020, a usina solar do Aeroporto de Salvador entrou em atividade no mês de agosto e com a capacidade instalada de 3,3 MW. Juntas, a energia elétrica produzida a partir das fontes eólica e solar no estado tem a capacidade de atendimento para 13,5 milhões de residências. A força e a velocidade dos ventos e a incidência do sol em regiões a exemplo do Sertão do São Francisco, do Sertão Produtivo, da Bacia do Rio Corrente e do Velho Chico aliada a estrutura das linhas de transmissão tem papel determinante para o desenvolvimento energético baiano, já apontada nos Atlas Eólico (2013) e Solar (2018) da Bahia. Nos últimos nove anos, o investimento total foi de R$ 21, 8 bilhões realizado pelas empresas do setor nos empreendimentos em atividade. Novos parques estão sendo instalados e deverão funcionar em breve no território baiano. “Até 2025, a previsão é que 130 parques eólicos e 57 empreendimentos solares entrem em operação comercial. Isso reforça ainda mais a preocupação que o Governo da Bahia tem com relação à utilização da energia limpa e sustentável pensando no futuro da população. Hoje, aproximadamente 90% da capacidade instalada de energia elétrica no estado vem de fontes renováveis”, ressalta Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura. “A Bahia receberá novas linhas de transmissão de energia elétrica, uma delas, do Grupo Neoenergia, terá 1 mil km de extensão, com prazo máximo de 60 meses para estarem prontas e expectativa de gerar mais de 4 mil empregos diretos na construção. As linhas de transmissão vão passar por 27 municípios, a exemplo de Morro do Chapéu, Poções e Medeiros Neto. Teremos também investimentos de R$ 13 bilhões na construção dos novos parques eólicos, que devem gerar 56 mil empregos diretos e indiretos. Já as novas usinas de energia solar estimam investir mais de R$ 8 bilhões e criar 27,5 mil postos de trabalho diretos. Ambos até 2025”, destaca o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico. Geração Distribuída A possibilidade de poder produzir a própria energia e ainda pagar mais barato na conta de luz fez com que a Geração Distribuída a partir da fonte solar pudesse crescer 118% na Bahia na comparação de 2019 com janeiro a novembro de 2020. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a potência instalada aumentou de 63,32 MW para 138,3 MW no período em análise. O estado tem a segunda maior capacidade instalada da Geração Distribuída do Nordeste, atrás apenas do Ceará com 145,6 MW.
Com informações da Secom BA  04/01/2021


divulgação//Secom BA



quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Nordeste da Bahia terá complexo eólico com R$ 1,3 bilhão em investimentos

Energia/Sustentabilidade  💡

A estimativa é que a AES Tietê invista R$ 1,3 bilhão na primeira fase de construção dos parques, que terão capacidade instalada de 322 Megawatts (MW). Estima-se que todas as etapas da obra gerem até 500 empregos, aproveitando em parte a mão de obra local. 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O nordeste da Bahia vai ganhar o primeiro complexo eólico da região, que ficará localizado nos municípios de Tucano, Araci e Biritinga. A estimativa é que a AES Tietê invista R$ 1,3 bilhão na primeira fase de construção dos parques, que terão capacidade instalada de 322 Megawatts (MW). Estima-se que todas as etapas da obra gerem até 500 empregos, aproveitando em parte a mão de obra local.
Além do pioneirismo na região, de acordo com a empresa, o parque terá as maiores turbinas já instaladas no país em potência e tamanho. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), tem apoiado institucionalmente a implantação do empreendimento.
“A Bahia já se consolidou como a terra dos bons ventos. Saber que passaremos a produzir energia a partir da fonte eólica onde até então nem poderíamos imaginar que seria possível, é uma grata surpresa. Teremos novos municípios beneficiados pela força das energias renováveis. A SDE desempenha um papel de articulador com objetivo de melhorar os processos autorizativos que impactam no prazo e até na viabilidade dos empreendimentos eólicos”, afirma o vice-governador João Leão, secretário da pasta.
Segundo a AES Tietê, a primeira etapa das obras do Complexo Eólico Tucano será composta por 52 turbinas, que serão fornecidas pela Siemens Gamesa, cuja unidade produtiva fica no município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). As turbinas serão instaladas em torres de aço de 115 metros de altura e terão pás de mais de 80 metros de comprimento, formando uma circunferência de 170 metros de diâmetro.
A estimativa é que as obras da primeira fase sejam iniciadas a partir de outubro, após parecer do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e emissão das licenças ambientais emitidas pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).

Diagnóstico social A segunda fase do projeto, embora ainda sem prazo para o início nem estimativa de custos, terá capacidade instalada de 258 MW, totalizando 580 MW em todo o parque. A AES Tietê iniciou um trabalho de diagnóstico social da região para identificar as potencialidades da comunidade e os desafios locais. Com esses dados, a companhia planejará iniciativas de desenvolvimento social a serem implementadas nos municípios do entorno do complexo eólico, alinhadas com as diretrizes de Sustentabilidade e de Investimento Social Privado.
“Estamos ansiosos para iniciar a construção do Parque Eólico de Tucano, que abrirá uma nova fronteira para a geração eólica na Bahia e contribuirá para o desenvolvimento socioeconômico da região”, destaca o diretor de Engenharia e Construção da AES Tietê, Rodrigo D’Elia.

Alto Sertão II A AES Tietê é responsável pela operação do Complexo Eólico Alto Sertão II, localizado nas cidades de Caetité, Guanambi, Igaporã e Pindaí, também na Bahia. No local, a empresa emprega nove colaboradores e outros 70 prestadores de serviço.
Os parques, com 230 torres eólicas, têm capacidade instalada para gerar 386,1 MW de energia, contratada por 20 anos, por meio do leilão de energia de reserva e leilão de energia nova realizados em 2010 e 2011, cujos contratos expiram em 2033 e 2035, respectivamente.

Energia eólica na Bahia De acordo com o Informe de Energia Eólica da SDE, a Bahia liderou nacionalmente, com 32,4%, a geração de energia eólica no primeiro semestre de 2020. No mesmo período, a fonte produzida pelos ventos foi responsável por 48,2% da matriz de geração do estado. Os 172 parques em operação, espalhados por 20 municípios, têm 4,2 Gigawatts (GW) de capacidade instalada.
Desde 2012, o montante investido nos parques em atividade ultrapassa os R$ 16,5 bilhões e foram gerados mais de 45,9 mil empregos diretos na fase de construção desses parques. Os 123 novos parques contratados, que entram em operação até 2025, terão capacidade instalada de 3,5 GW e vão gerar 53 mil empregos. A previsão é que, juntos, possam injetar R$ 13,2 bilhões em investimentos no estado.

Sobre a AES Tietê

A AES Tietê atua como uma plataforma integrada de energia renovável com soluções customizadas de acordo com a necessidade de seus clientes. Está entre as maiores companhias privadas de geração do Brasil, atuando no país há 20 anos. O Centro de Operações de Geração de Energia (COGE), localizado em Bauru (SP), é o mais tecnológico do país e opera remotamente todos os ativos da companhia.
No portfólio, composto por geração hídrica, solar e eólica, estão nove usinas hidrelétricas e três pequenas centrais hidrelétricas, dois Complexos Solares, Guaimbê e Ouroeste, em São Paulo, além do Complexo Eólico Alto Sertão II, na Bahia. Recentemente, a companhia anunciou investimento na construção do Complexo Eólico Tucano, também na Bahia.
Com informações da Secom BA  19/08/2020

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Maiores turbinas eólicas flutuantes do mundo entram em atividade gerando energia em Portugal

Energia/Sustentabilidade 💡

O Windfloat Atlantic conta com três turbinas com potência de 8,4 megawatts (MW) cada, as maiores do mundo já instaladas em plataformas flutuantes."Juntas,as turbinas,têm uma capacidade total de 25 MW, o suficiente para fornecer energia a 60 mil pessoas durante um ano. O local em que o parque foi instalado foi escolhido tendo em conta os bons recursos eólicos do mar alto naquela região

Sputnik
© Foto / Divulgação / EDP Renováveis
O maior parque eólico flutuante semissubmerso do mundo está em operação em Portugal, em pleno oceano Atlântico, a uma distância de 20km da costa da cidade de Viana do Castelo, no norte do país. O Windfloat Atlantic conta com três turbinas com potência de 8,4 megawatts (MW) cada, as maiores do mundo já instaladas em plataformas flutuantes.
"Juntas,as turbinas,têm uma capacidade total de 25 MW,o suficiente para fornecer energia a 60 mil pessoas durante um ano.O local em que o parque foi instalado foi escolhido tendo em conta os bons recursos eólicos do mar alto naquela região",diz à Sputnik Brasil uma fonte oficial da EDP Renováveis,empresa que lidera o projeto.
A instalação do parque começou em outubro do ano passado. As turbinas ficam em cima de torres semissubmersas, que têm distância de 50 metros uma da outra, e estão em águas com aproximadamente 100 metros de profundidade.
A energia gerada é conduzida das turbinas até uma base em terra, na costa de Viana do Castelo, através de um cabo submerso.
"A tecnologia Windfloat permite a instalação de plataformas flutuantes em águas profundas, anteriormente inacessíveis para produção de energia eólica, e também porque tira partido dos abundantes recursos eólicos aí existentes, tornando-se assim mais competitiva. Esta tecnologia permite ainda poupar quase 1,1 milhões de toneladas de CO2 (dióxido de carbono), tornando-se por isso mais amiga do ambiente", diz a EDP Renováveis.

Avanço no setor
Os parques eólicos offshore, como são chamadas as instalações flutuantes, são uma tendência em crescimento. De acordo com o último relatório da associação WindEurope, a Europa bateu um recorde em 2019 na implantação desse tipo de tecnologia. Foram instaladas 502 novas turbinas, em 10 centrais em alto mar, somando 3,6 gigawatts (GW) de potência.
Projetos no Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Bélgica e Portugal foram os responsáveis pelo incremento da rede.
A associação também alerta para a necessidade de mais investimentos no setor. "A Comissão Europeia diz que a Europa precisa de 230 a 450 GW de energia eólica offshore até 2050 para descarbonizar o sistema de energia e cumprir o Green Deal. Isso exige que a Europa construa 7 GW de novos parques offshore por ano até 2030 e aumente para 18 GW por ano até 2050. Mas o nível atual de novas instalações e investimentos está muito longe disso", lê-se no comunicado de divulgação do relatório.
O Green Deal, ou Pacto Ecológico Europeu, apresentado em dezembro de 2019, prevê diversas ações para minimizar alterações climáticas. No início de 2020, a Associação de Energias Renováveis de Portugal avaliou a existência de um grande "desafio" no cumprimento das políticas nacionais. "Este panorama coloca o país com uma maior responsabilidade em alcançar os objetivos estipulados no Plano Nacional de Energia e Clima 2030", lê-se no comunicado da entidade.
De acordo com a EDP Renováveis, a tecnologia do parque eólico flutuante português poderá ser replicada em outros países.
"Para áreas marítimas perto da costa, mas com águas profundas, a tecnologia utilizada no Windfloat Atlantic é absolutamente inovadora e disruptiva. Por ter um custo competitivo, o nosso objetivo é replicar o projeto em outros locais com as mesmas características geográficas de Viana do Castelo, como Espanha, França, Japão, entre outros", diz a empresa.
Fonte - Sputnik  29/07/2020

terça-feira, 21 de julho de 2020

Seis parques eólicos entram em atividade na Bahia no primeiro semestre de 2020

Energia/Sustentabilidade   💡

Os seis novos empreendimentos estão localizados nos municípios de Pindaí e Campo Formoso, aumentando para 171 parques em funcionamento distribuídos por 20 cidades. O estado se mantém na liderança da geração de energia elétrica a partir da fonte dos ventos no Brasil.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Caititu 2 e 3, Corrupião 3, Carcará e Ventos de São Januário 20 e 21 são os parques eólicos que entraram em operação comercial no primeiro semestre deste ano na Bahia. Os seis novos empreendimentos estão localizados nos municípios de Pindaí e Campo Formoso, aumentando para 171 parques em funcionamento distribuídos por 20 cidades. O estado se mantém na liderança da geração de energia elétrica a partir da fonte dos ventos no Brasil.
O potencial eólico do território baiano contribui para a atração de negócios por meio das empresas do setor energético. Desde 2012, o montante investido nos parques em atividade foi de R$ 16,5 bilhões. Os empreendimentos foram responsáveis pela produção de 4.750.311,04 MWh de energia elétrica entre janeiro e maio deste ano, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). A Bahia gerou 31,8% do total do país na força dos ventos, o que seria capaz de atender 8,3 milhões de residências.
O secretário de Infraestrutura da Bahia, Marcus Cavalcanti, comemora o avanço do setor no estado. “As fontes renováveis são responsáveis por cerca de 90% da capacidade instalada de geração de energia elétrica no território baiano. Até o fim de 2020, mais dois empreendimentos eólicos entrarão em atividade no município de Campo Formoso. Os novos parques são Ventos de São Januário 04 e 22 e vão contribuir para a consolidação da produção energética do estado”.
"A Bahia tem se tornado uma locomotiva de desenvolvimento no país e o setor de energias renováveis é um dos responsáveis por este cenário. Além da liderança nacional no setor, parques eólicos e solares que estão em operação no estado já criaram mais de 55,5 mil empregos diretos na fase de construção. Além de gerar emprego e renda nos municípios e ter transformado a paisagem no semiárido baiano, a energia renovável não polui e ajuda a diversificar a matriz elétrica do país", diz o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), João Leão.
De acordo com dados do Informes de Energias Renováveis da SDE, há atualmente na Bahia 54 parques eólicos em construção e outros 70 parques em construção prestes a se iniciar. A previsão é que, juntos, possam injetar R$ 13,2 bilhões em investimentos no estado e gerem 53,2 mil empregos diretos e indiretos. Já no setor solar fotovoltaico, 44 parques estão prestes a começar a construção, com investimentos previstos na ordem de R$ 6 bilhões e possível abertura de 21,2 mil postos de trabalho na fase de construção dessas usinas. Com os novos parques, a Bahia pode alcançar 1,6 GW de potência instalada em solar, até 2024, e 7 GW de potência instalada, em eólica, até 2025.

Energia SolarAlém da fonte dos ventos, a Bahia também permanece em primeiro lugar no ranking da geração solar no país. O território baiano possui 31 empreendimentos em funcionamento e nos quais foram aplicados R$ 4 bilhões por empresas do setor nos últimos oito anos. De acordo com o ONS, os parques instalados em oito municípios produziram 718.247,04 MWh de energia elétrica de janeiro até maio de 2020. O dado representa 30,9% do valor gerado pela fonte solar fotovoltaica no Brasil e teria capacidade de atendimento para cerca de 880 mil residências.
Com informações da Secom BA  21/07/2020

domingo, 12 de janeiro de 2020

A Bahia é líder na geração de energia solar e eólica no país

Energia/Sustentabilidade  💡

Nos últimos anos, o estado vem se destacando pelo potencial energético nas fontes renováveis como o sol, o vento, a água e a biomassa.Na energia eólica, o território baiano gerou 12.768,32 GWh no acumulado de janeiro a setembro, de acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS). Esse número fez com que o estado alcançasse o primeiro lugar na classificação nacional. A entrada de 23 parques eólicos em operação comercial nesse período contribuiu para o resultado. Além disso, mais cinco empreendimentos também iniciaram atividades nos três últimos meses.

Da Redação
foto ilustração/arquivo
A Bahia se consolidou como líder na geração de energia a partir das fontes solar e eólica no Brasil. Em 2019, assumiu também a primeira posição na produção a partir da força dos ventos no país, assim como já ocupava na fotovoltaica. Nos últimos anos, o estado vem se destacando pelo potencial energético nas fontes renováveis como o sol, o vento, a água e a biomassa.
Na energia eólica, o território baiano gerou 12.768,32 GWh no acumulado de janeiro a setembro, de acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS). Esse número fez com que o estado alcançasse o primeiro lugar na classificação nacional. A entrada de 23 parques eólicos em operação comercial nesse período contribuiu para o resultado. Além disso, mais cinco empreendimentos também iniciaram atividades nos três últimos meses.
Os 28 parques eólicos que entraram em funcionamento neste ano estão distribuídos nas cidades de Campo Formoso, Gentio do Ouro, Pindaí e Sento Sé. São eles: Zeus II, em Campo Formoso, Laranjeiras III e IX, em Gentio do Ouro, Angical 2, Coqueirinho 2, Papagaio, Acauã, Tamanduá Mirim 2, Teiú 2 e Arapapá, em Pindaí, e Umburanas 1, 2, 3, 5, 6, 8, 9, 10, 11, 13, 15, 16, 17, 18, 19, 21, 23 e 25, em Sento Sé. Em 10 anos de eólica no estado, 165 empreendimentos encontram-se em atividade com 4.034,39 kW de capacidade instalada para produção energética a partir da fonte dos ventos. Nesse período, mais de R$ 16 bilhões já foram investidos pelas empresas do setor nos parques em operação.
Ainda segundo o ONS, a Bahia permanece na liderança na geração de energia solar. Em 2019, a produção foi de 1.182,49 GWh entre os meses de janeiro e setembro. Essa capacidade ainda deve aumentar com os parques Sertão Solar Barreiras I, II, III e IV e Sobrado 1 que começaram as atividades no último mês de novembro nos municípios de Barreiras e Casa Nova, respectivamente. Atualmente, são 31 empreendimentos em funcionamento com 779,37 kW de potência instalada na fonte fotovoltaica. Um investimento de R$ 3,2 bilhões também realizado pelas empresas do setor.
"Mais de 89% da capacidade instalada para geração de energia elétrica do território baiano vem de fontes renováveis. Em 2020, a previsão é que mais 15 parques eólicos entrem em operação.
O vice-governador e também Sec. de Desenvolvimento Econômico,ressalta que foram gerados 60,5 mil empregos no campo da energia eólica e mais de 8,8 mil na construção dos empreendimentos fotovoltaicos em atividade nos últimos anos. "Na energia solar, a Bahia também cresceu 158% na potência instalada para Geração Distribuída em 2019. No ano passado, foram investidos mais de R$ 60 milhões neste setor no estado. Na fonte dos ventos, a perspectiva é de R$ 7 bilhões em investimentos e geração de mais 27 mil empregos nos parques em construção e em construção não iniciada até o final de 2025".
Com informações da Seinfra BA  10/01/2020

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Novos parques eólicos em Caetité e Tanque Novo devem gerar 1 mil empregos na Bahia

Energia & Sustentabilidade  💡

Esses empreendimentos estão na lista dos projetos comercializados no leilão de Energia Nova da ANEEL A6, da semana passada, e são fruto de protocolo de intenções assinado no início do mês, entre a Atlantic Energias Renováveis e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A previsão é que sejam gerados até 1 mil empregos diretos na região.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A Bahia deverá receber R$ 800 milhões em investimentos, com a implantação de dois novos parques eólicos, de 180 Megawatts (MW) de potência, nos municípios de Tanque Novo e Caetité. Esses empreendimentos estão na lista dos projetos comercializados no leilão de Energia Nova da ANEEL A6, da semana passada, e são fruto de protocolo de intenções assinado no início do mês, entre a Atlantic Energias Renováveis e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A previsão é que sejam gerados até 1 mil empregos diretos na região.
De acordo com diretor-presidente da Atlantic, José Roberto de Moraes, o apoio do governo baiano aos investidores tem sido estratégico para a viabilidade do negócio. “O resultado deste leilão representa uma retomada bastante forte da empresa aos projetos de energia. E nós vamos continuar nessa ascendência de participação de leilões ou aquisições de empresas operacionais. Acredito que o mais importante na instalação de um empreendimento são os legados que ficam. Além de profissionais capacitados, os municípios ganham com os projetos sociais e autossustentáveis”, destaca o empresário.
“É de extrema importância atrair novos investidores para a Bahia. Estamos felizes, enquanto governo, com mais esse novo investimento que chega ao interior do estado e vai gerar mais postos de trabalho para os baianos e baianas, além de promover o desenvolvimento socioeconômico da região”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico. A previsão é que as obras civis comecem no segundo semestre de 2020 e que o parque fique pronto em no máximo dois anos.
A Atlantic já opera na Bahia o Complexo Eólico de Morrinhos, localizado em Campo Formoso, a 450 km da capital baiana, na região Centro Norte. O Complexo possui seis parques eólicos, 90 aerogeradores e tem capacidade instalada de 180 MW, suficientes para abastecer 500 mil residências.

Leilão
A Bahia ficou com 65% de toda a energia eólica comercializada no Leilão de Energia Nova A-6, da ANEEL, realizado na última sexta-feira (18). Dos 44 projetos comercializados no certame, 24 são no estado, têm um total de 604,20 MW de capacidade instalada, contarão com investimentos de aproximadamente R$ 2,4 bilhões, e serão implantados até 2025 nos municípios de Uibaí, Tanque Novo, Ibipeba, Campo Formoso, Caetité e Brotas de Macaúbas. Líder no setor, o estado possui, atualmente, 160 parques eólicos em operação e 73 em processo de construção.

Sustentabilidade
Os novos parques da Atlantic Energias Renováveis poderão contar com o projeto socioambiental Ecofossa, já praticado em outros empreendimentos de energias renováveis do grupo no país. Pioneira no Brasil, a ação consiste no tratamento do esgoto de forma ecologicamente sustentável, dispensando o uso de produtos químicos e refletindo na proteção do solo, dos recursos hídricos e da saúde da população.
“Radiografar quais são as necessidades e interesses das comunidades impactadas faz parte da nossa estratégia para a implantação dos parques eólicos. Uma vez colocado em ação, eles deixam importantes legados para essas comunidades”, aponta o diretor-presidente da empresa.
Com informações da Secom BA  23/10/2019

sábado, 5 de outubro de 2019

Bahia é o estado com maior geração de energia eólica no país

Sustentabilidade/Energia 💡

A produção, entre janeiro e junho deste ano, foi de 7.262 Gigawatt/hora (GW/h), enquanto no mesmo período de 2018 foi de 4.844,2 GW/h. Além de registrar a maior taxa de crescimento, graças aos novos parques em funcionamento, os números fizeram o estado liderar nacionalmente na produção energética.Segundo o Panorama de Energias Renováveis de setembro, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), a geração de energia produzida no primeiro semestre deste ano, no estado, pode abastecer 9,6 milhões de residências/mês e até 28,8 milhões de habitantes.

Da Redação
foto ilustração/arquivo
Líder nacional no número de parques, são 160 em operação, e na comercialização de projetos, a geração de energia eólica na Bahia cresceu 49,9% no primeiro semestre de 2019, quando comparado com o mesmo período do ano passado. A produção, entre janeiro e junho deste ano, foi de 7.262 Gigawatt/hora (GW/h), enquanto no mesmo período de 2018 foi de 4.844,2 GW/h. Além de registrar a maior taxa de crescimento, graças aos novos parques em funcionamento, os números fizeram o estado liderar nacionalmente na produção energética.
 O estado apresentou os melhores aproveitamentos do vento para a geração de energia do país, no período. Os ventos baianos têm velocidade superior a necessária para a geração de energia, é unidirecional e constante. A região onde os parques estão instalados possui fatores de capacidade superior a 50% e atinge picos de 85% em meses mais produtivos.
"Nossos parques estão em ebulição. Somos o maior gerador de energia eólica, em uma região de semiárido, onde o povo está sendo beneficiado com a energia a partir dos ventos. Nós ainda temos muitos locais para instalar energia limpa e a Bahia será o futuro do Brasil na questão energética. Até 2024, o estado irá acrescentar mais de 1,5 GW na sua capacidade instalada", afirma vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE).
De acordo com a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), até o final de 2019, outros cinco parques eólicos devem entrar em funcionamento. Os empreendimentos são Acauã, Arapapá, Papagaio, Teiú 2 e Tamanduá Mirim 2 e estão localizados no município de Pindaí, na região do Sertão Produtivo.
"Estimular a eficiência energética baiana tem sido foco do Governo do Estado nos últimos anos e os números correspondem. Além do crescimento em energias renováveis, com a atração de novos parques e ampliação da cadeia produtiva do setor, estamos diversificando as matrizes energéticas e em breve poderemos nos tornar ainda mais competitivos no país", afirma Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura.
Em dezembro, o Brasil completa 10 anos do primeiro leilão competitivo exclusivo para energia proveniente de fontes eólicas, realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em uma década, a Bahia assumiu o protagonismo, tanto em número de usinas quanto na capacidade de geração de energia. Já foram investidos cerca de R$ 16 bilhões nos 160 empreendimentos em operação, que conta com um potencial instalado de 3,99 GW e a geração de mais de 29 mil empregos
diretos, na construção dos parques.

Solar
A geração solar fotovoltaica centralizada na Bahia, gerada nos parques, cresceu 88% no primeiro semestre de 2019, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Foi produzido 745,3 GW/h em comparação aos 396,3 GW/h gerados entre janeiro e junho de 2018. Quanto à potência instalada, o estado registrou um crescimento de 1,46 vezes a capacidade instalada nesse período.
O estado apresenta os melhores níveis de irradiação solar para a geração de energia do país. O estado possui excelentes aproveitamentos com fatores de capacidade superior a 25%. A geração de energia produzida no primeiro semestre pode abastecer cerca de 1 milhão de residências/mês, beneficiando 3 milhões de habitantes.
São 24 parques solares fotovoltaicos em operação na Bahia, nos quais já foram investidos R$ 3,2 bilhões e gerados mais de 19,5 mil empregos diretos e indiretos na fase de construção das usinas, o que representa um potencial instalado de 652 MW.
Com informações da Seinfra 04/10/2019


Seinfra BA


terça-feira, 17 de setembro de 2019

Piauí tem maior parque eólico em construção na América do Sul

Sustentabilidade/Energia eólica 💡

A estrutura terá capacidade de gerar 3,3 TWh por ano e evitará a emissão de mais de 1,6 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera.Para que toda essa produção de energia seja possível, milhares de trabalhadores que atuam tanto nos parques eólicos quanto nas fábricas que fornecem equipamentos são responsáveis por movimentar o setor produtivo, gerando um crescimento da economia nos municípios onde as empresas estão instaladas

Da Redação
Gov. Piaui / TVCCom
O Piauí está entre os maiores produtors de energia limpa do Brasil, ocupando o quinto lugar entre os maiores produtores de energia eólica do país. Da mesma forma que o estado produz energia, gera também empregos em diversas áreas e oportunidades de melhoria de vida para os piauienses. Os bons ventos da região nordeste, considerados constantes e estáveis, têm contribuído para o excelente desempenho: o Piauí produz 1638,10 megawatts (MW) de energia eólica.
Para que toda essa produção de energia seja possível, milhares de trabalhadores que atuam tanto nos parques eólicos quanto nas fábricas que fornecem equipamentos são responsáveis por movimentar o setor produtivo, gerando um crescimento da economia nos municípios onde as empresas estão instaladas, com a Nordex/Acciona.
Inaugurada em 2018, a fábrica de torres eólicas Nordex/Acciona está instalada no município de Lagoa do Barro, a 540 km de Teresina, fabrica torres de concreto e fornece equipamentos para serem usados nos parques eólicos no Piauí. Mais de 400 empregos foram gerados com a instalação da empresa na região. Para a empresa Atlantic, proprietária da estrutura do Complexo Eólico Lagoa do Barro, já fabricaram 65 torres, que possui oito parques e potência instalada de 195 MW (megawatts), distribuídos em uma área de 2.854 hectares.
A Nordex/Acciona está instalada há mais de um ano na cidade de Lagoa do Barro e, além de produzir equipamentos para a empresa Atlantic, fabrica insumos também para os demais parques do estado, que não precisarão importar as torres de 120m que sustentam as hélices e o aerogerador.
O coordenador de torres José Maria Melo explica os projetos realizados pela fábrica e empregos gerados. “Iniciamos o projeto produzindo torres de concreto para a Atlantic e logo após o encerramento desse projeto iniciamos a nova etapa, que é a Lagoa dos Ventos, outro projeto bem audacioso, chegando a quatro vezes mais do que já foi produzido no primeiro projeto, com mais de 409 pessoas efetivadas e a perspectiva da empresa é fazer mais contratações e chegarmos a um patamar de 450 pessoas ligadas ao processo fabril de torres de concreto. A previsão é de que esse projeto seja instalado daqui a um ano meio”, diz Melo.
Atualmente, a fábrica está produzindo mais 230 torres para o Complexo Eólico Lagoa dos Ventos, que está sendo construída pela Enel Green Power Brasil (EGP) nos municípios de Lagoa do Barro, Queimada Nova e Dom Inocêncio.
Lagoa dos Ventos, que deve entrar em operação em 2021, é o maior parque eólico atualmente em construção na América do Sul e o maior parque eólico da EGP no mundo. Quando estiver em plena operação, será capaz de gerar mais de 3,3 TWh por ano, evitando a emissão de mais de 1,6 milhão de toneladas de CO2 na atmosfera.
José Maria ressalta que a região no Piauí é propícia para a produção de energia eólica. “A região tem uma planície muito característica, onde recebe muitos ventos, com velocidade de 9 a 12 km. Então, após estudos realizados, foi visto viabilidade na região, e assim foi possível a instalação dos parques, o que gera uma demanda de mercado produtor de equipamentos para suprir as necessidades dos mesmos”, diz o coordenador.

Empregos e desenvolvimento social
“Os projetos de energia eólica no Piauí não só geram inovação no setor e proporcionam oportunidades de trabalho, embora isso seja de grande importância, pois os moradores da região são priorizados onde as fábricas estão instaladas, mas vai para, além disso: vem trazendo dignidade para o povo piauiense, que enxerga a perspectiva de mudança de vida”, destaca o governador Wellington Dias.
Com informações do Gov. do Piaui  17/09/2019

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Energia Eólica: 20 parques entraram em atividade no primeiro semestre deste ano

Energia/Sustentabilidade 💡

São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado.Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Na Bahia, mais de 90% da capacidade instalada para geração de energia elétrica vem de fontes renováveis como a hidráulica, a eólica, a solar e a biomassa. Juntas, totalizam 12.707 MW de potência instalada no território baiano. O primeiro semestre deste ano se destacou pela entrada de 20 parques eólicos em operação comercial no estado. 
São 18 empreendimentos no complexo de Umburanas junto com Laranjeiras III e IX e estão localizados nos municípios de Sento Sé e Gentio do Ouro, respectivamente. Uma adição de 410 MW a capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da força dos ventos no estado. 
Esse número faz com que o estado passe a ter 157 parques em atividade espalhados por 20 municípios. A atual capacidade instalada em território baiano, de 3.935 MW, representa 26% da potência de energia eólica do Brasil, atrás apenas do Rio Grande do Norte. Em maio deste ano, a geração de energia dos empreendimentos abasteceria cerca de 11,5 milhões de residências.
No estado, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) é responsável pelo acompanhamento da evolução da matriz energética. A expectativa é que mais usinas entrem em operação comercial na Bahia até o final de 2019. "Ainda neste ano, sete parques eólicos e um empreendimento solar devem iniciar as atividades nas cidades de Pindaí, Campo Formoso e Casa Nova. Um investimento de R$ 516 milhões feito pelas empresas do setor", ressalta Marcus Cavalcanti, secretário de Infraestrutura.

foto - ilustração/arquivo
Energia Solar
A Bahia ainda permanece em primeiro lugar na capacidade instalada para geração de energia elétrica a partir da fonte solar no Brasil. Atualmente, 26 empreendimentos solares estão em operação comercial distribuídos nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Guanambi, Itaguaçu da Bahia, Juazeiro, Salvador e Tabocas do Brejo Velho. A potência do estado é de 654,73 MW e com capacidade para atender mensalmente cerca de 1 milhão de residências com acesso a energia elétrica.
Com informações da Seinfra BA  12/08/2019

quarta-feira, 29 de maio de 2019

A Bahia responde por 26% da capacidade instalada de energia eólica do país

Sustentabilidade  💡

A Bahia é responsável por 26% da capacidade instalada de energia eólica do país. O número indica porque o estado assumiu o protagonismo nacional nos últimos 10 anos, no segmento de renováveis.O número indica porque o estado assumiu o protagonismo nacional nos últimos 10 anos, no segmento de renováveis.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Números divulgados no Informe Executivo de Energias Renováveis de maio, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), na abertura da Bahia Farm Show, nesta terça-feira (28), revelam que a Bahia é responsável por 26% da capacidade instalada de energia eólica do país. O número indica porque o estado assumiu o protagonismo nacional nos últimos 10 anos, no segmento de renováveis.
"Na última década, a Bahia organizou um parque industrial voltado para produção de equipamentos, consolidando esta terra como principal polo nacional na fabricação de componentes e criando empregos qualificados para as indústrias. Além disso, implantou parques pelo sertão, onde se localiza grande parte do potencial do estado, levando desenvolvimento econômico ao interior, com arredamento de terras, movimentação econômica e compatibilização com a geração de energia limpa", afirma o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, João Leão.
Apenas no setor eólico, o estado tem 156 parques em operação (3.927 MW), com R$ 15,1 bilhões já investidos e mais de 58 mil empregos gerados. A Bahia tem ainda 38 parques em construção (562 MW) e 47 em construção não iniciada (962 MW), onde estão previstos investimentos de R$ 6,9 bilhões e geração de 22,8 mil empregos diretos e indiretos.
São 24 municípios beneficiados pelos parques eólicos: Brotas de Macaúbas, Sobradinho, Guanambi, Igaporã, Caetité, Sento Sé, Morro do Chapéu, Cafarnaum, Pindaí, Campo Formoso, Gentio do Ouro, Bonito, Casa Nova, Mulungu do Morro, Brumado, Dom Basílio, Xique-Xique, Umburanas, Várzea Nova, Ourolândia, Riacho de Santana, Licínio de Almeida, Urandi e Souto Soares.
Os ventos são o segundo recurso mais utilizado no Brasil para a geração de energia elétrica e já são mais de 15 mil MW de capacidade instalada, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). São 612 parques eólicos, em 12 estados, com mais de 15 mil MW de capacidade instalada. Destes, 86% estão no Nordeste, e a Bahia é responsável por 26%, ocupando o segundo lugar no ranking de geração. Mas a perspectiva é passar o Rio Grande do Norte ainda este ano. Em número de parques e em comercialização nos leilões de energia, a Bahia, contudo, já lidera o segmento.
No acumulado entre 2012, quando o primeiro parque entrou em operação no estado, e 2018, o estado acrescentou 3.526 MW de potência instalada na rede elétrica, energia capaz de beneficiar cerca de 270 milhões de habitantes - equivalente a 18 vezes a população baiana, que atualmente corresponde a 14,8 milhões de habitantes, segundo o IBGE. Somente em 2018, o estado acrescentou 1.258 MW de potência instalada.
De acordo com a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, a energia eólica tem uma trajetória virtuosa de crescimento sustentável no Brasil, compatível com o desenvolvimento de uma indústria que foi criada praticamente do zero no país, sendo um grande desafio deste período. Ela destaca que, neste cenário, a Bahia tem certamente um lugar de destaque, já que hoje está bem perto de completar 4 GW de capacidade instalada e já tem mais de 150 parques. Até 2023, o Brasil deve completar pelo menos 20 mil MW de capacidade instalada, considerando os leilões já realizados.
"Estou certa de que seguiremos crescendo. Com mais leilões, esse número será ainda maior. Sempre que falamos de contratações e do futuro da fonte eólica no Brasil, gosto de reiterar um conceito muito importante: nossa matriz elétrica tem a admirável qualidade de ser diversificada e assim deve continuar. Cada fonte tem seus méritos e precisamos de todas, especialmente se considerarmos que a expansão da matriz deve se dar majoritariamente por fontes renováveis", diz Elbia.

foto - ilustração/arquivo
Energia solar
A Bahia também é destaque no setor solar fotovoltaico no país. O estado possui um alto potencial de geração com excelentes níveis de radiação solar, além de ter uma ampla área para a instalação de usinas na região do semiárido. Líder nacional com 25,17% da comercialização de parques nos leilões da Aneel, o estado possui 24 parques em operação, com 636 MW de capacidade instalada e mais de 1,9 milhão de módulos fotovoltaicos. R$ 3,1 bilhões já foram investidos e cinco municípios beneficiados: Tabocas do Brejo Velho, Bom Jesus da Lapa, Juazeiro, Salvador, Guanambi e Itaguaçu da Bahia.
Foram gerados mais de 18 mil empregos diretos e indiretos na fase de construção dos parques que já estão em operação. Até 2021, mais 5 parques (142 MW) devem entrar em operação, com previsão de R$ 737 milhões em investimentos e 4,2 mil empregos diretos e indiretos.
Em março deste ano, a média do fator de capacidade da Bahia foi de 25,8%. O índice significa o quanto foi aproveitado do sol para geração de energia. A geração foi de 121 mil MWh/mês, capacidade para abastecer cerca de 1 milhão de residências e beneficiar cerca de 3 milhões de habitantes. O estado tem 1.305 GW de potência instalável por 57,8% do território baiano. Até 2027 haverá acréscimo no sistema de 12 mil MW referente a usinas eólicas e solares e 50% desse potencial entrará na Bahia.
O segmento solar traz ainda duas novidades. A Bahia abriga o primeiro laboratório de placas fotovoltaicas do Norte e Nordeste, com mais de R$ 4,5 milhões em investimentos. O labsolar oferece simulador solar flash e contínuo e sala de testes físicos.
O estado possui um grande potencial para atrair indústrias de equipamentos, sobretudo pela existência de uma jazida de sílica de Santa Maria Eterna, no sul do estado (no município de Belmonte). A jazida é a única no Brasil que atende ao mercado de alta tecnologia, necessária para fabricação de vidros extra clear.
Com informações da Seinfra BA  28/05/2019

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Piauí está entre os maiores produtores de energias renováveis do Brasil

Sustentabilidade  💡

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Energia Eólica.Segundo o relatório, o país já tem 601 parques eólicos e 7.500 aerogeradores (turbinas eólicas), em 12 estados. O Piauí produz 1638,10 megawatts (MW) energia eólica, isso se deve aos bons ventos do nordeste, considerados constantes e estáveis.

Da Redação 
Aerogeradores de energia eólica no Piauí (Arquivo CCom)
O Piauí está entre os maiores produtores de energia limpa do Brasil, ocupando o quinto lugar entre os maiores nessa atividade. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica). De acordo com a instituição, o nordeste, sozinho, é responsável por cerca de 80% da energia eólica gerada em todo o país.
Segundo o relatório, o país já tem 601 parques eólicos e 7.500 aerogeradores (turbinas eólicas), em 12 estados. O Piauí produz 1638,10 megawatts (MW) energia eólica, isso se deve aos bons ventos do nordeste, considerados constantes e estáveis.
Quanto à energia solar, o Piauí ocupa a terceira posição no Brasil, com potência instalada de 278,2 MW e nove usinas. O estado está localizado em uma área chamada de “cinturão solar”, conforme a 2ª edição do Atlas Brasileiro de Energia Solar, divulgado no ano passado. A região vai do nordeste ao pantanal, passa pelo norte de Minas Gerais e pega o sul da Bahia e o nordeste de São Paulo.
Recentemente foi aprovada a proposta de instalação de oito miniusinas fotovoltaicas (solar) em solo piauiense. O projeto apresentado prevê o uso de cinco terrenos privados e três áreas públicas, situadas em Caraúbas, Cabeceiras e Canto do Buriti. O investimento previsto (público e privado) é estimado em R$ 174 milhões.
A assessora para Atração de Investimentos Externos, Lucile Moura, destaca que esse desenvolvimento da produção de energias renováveis no Piauí está sendo possível por conta do investimento tanto em estrutura física quanto de planejamento. “Há uma estrutura de Estado que favorece a vinda desses investimentos ao Piauí. Não é só porque temos muitos ventos e muito sol. Essa estrutura envolve a participação de diversos órgãos do Governo do Estado, que trabalham condições e flexibilidade para que haja a viabilização e atração desses investimentos”, ressalta Moura.
Ela acrescenta ainda que a produção das energias renováveis vem gerando uma cadeia produtiva de desenvolvimento nas regiões onde estão instaladas, gerando emprego e renda. “Esses investimentos estão gerando também o desenvolvimento de uma cadeia produtiva no Piauí, que termina por gerar diversos empregos, diversas possibilidades de negócios. Pequenos investidores se instalam como hotelaria, oficina, bares, restaurantes, salão de beleza, academias, como no município de Lagoa do Barro, por exemplo, que se desenvolveu muito depois da instalação de uma fábrica de torres eólicas. São elementos impactantes que conduzem a esse avanço, com muito respeito ambiental e social”, comenta Lucile.
A ABEEólica reúne cerca de 100 empresas da indústria eólica, incluindo fábricas de aerogeradores, de pás eólicas, operadoras de parques eólicos, investidores e diversos fornecedores da cadeia produtiva.
Com informações do Gov. do Piaui  24/05/2019

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Grupo francês vai investir R$ 1,3 bilhão em novos parques eólicos na Bahia

Sustentabilidade  💡

Com investimento de R$ 1,371 bilhão, os parques eólicos serão instalados em Iraquara e Souto Soares, na Chapada Diamantina, e em Campo Formoso, no centro norte do estado. A EDF Renewables já possui outros empreendimentos em energia eólica em funcionamento na Bahia. Com os novos parques, a empresa totaliza R$ 3 bilhões em investimentos no setor de energias renováveis no estado.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Em reunião com a EDF Renewables, na tarde desta segunda-feira (20), o governador Rui Costa assinou nove protocolos de intenções para implantação de projetos de energia eólica na Bahia. Com investimento de R$ 1,371 bilhão, os parques eólicos serão instalados em Iraquara e Souto Soares, na Chapada Diamantina, e em Campo Formoso, no centro norte do estado.
"São novos investimentos em energia eólica e esperamos que, em breve, tenhamos também em energia solar, favorecendo a região da Chapada Diamantina. Investimentos que chegam para gerar riqueza e emprego e fortalecer o que a Bahia tem como uma vantagem competitiva grande, que é a energia sustentável. Os empregos são gerados não apenas na implantação, mas na manutenção desses equipamentos", afirmou Rui.
A EDF Renewables já possui outros empreendimentos em energia eólica em funcionamento na Bahia. Com os novos parques, a empresa totaliza R$ 3 bilhões em investimentos no setor de energias renováveis no estado. "Um terço já foi investido nos municípios vizinhos a Morro do Chapéu e dois terços estão sendo implantados. Esses parques já estão em construção, e a previsão é de entrada em operação em 2020/2021", declarou o diretor-presidente da EDF Renewables no Brasil, Paulo Abranches. Segundo ele, 80% das 700 contratações na fase de construção são de mão de obra local.
Também participaram da reunião o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, João Leão, e os secretários da Casa Civil e de Infraestrutura, Bruno Dauster e Marcus Cavalcanti, respectivamente
Com informações da Seinfra BA  21/05/2019

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Bahia supera Rio Grande do Norte em número de parques eólicos

Sustentabilidade  💡

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), nesta segunda-feira (29), em seu Informe Executivo de Energias Renováveis.Protagonista no segmento de renováveis, a Bahia é líder nacional no cadastramento de projetos eólicos (31,8%) e solares fotovoltaicos (25,5%) para o leilão de junho de 2019.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A Bahia ultrapassou o Rio Grande do Norte em número de parques eólicos em operação neste mês de abril. São 156 (3.927MW) contra 152 (4.053 MW) do vizinho nordestino. Foram investidos R$ 15,4 bilhões no Estado e mais de 19 municípios foram beneficiados. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), nesta segunda-feira (29), em seu Informe Executivo de Energias Renováveis.
De acordo com João Leão, vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, ultrapassar o Rio Grande do Norte em potência instalada é uma questão de tempo, já que o estado tem apenas dois parques em construção, enquanto a Bahia tem 38 e muitos deles entrarão em operação ainda este ano.
"A cada novo parque eólico, que entra em operação, a Bahia desponta. Os bons ventos do estado e a política de atração de investimentos do Governo baiano têm nos tornado uma locomotiva de desenvolvimento, emprego e renda, sobretudo para nosso povo do semiárido", destaca Leão.
Protagonista no segmento de renováveis, a Bahia é líder nacional no cadastramento de projetos eólicos (31,8%) e solares fotovoltaicos (25,5%) para o leilão de junho de 2019. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) cadastrou 1.581 empreendimentos, somando 51.204 MW, em 20 estados, sendo 456 projetos que somam 14 GW da Bahia. O Rio Grande do Norte veio em seguida, com 10.518 MW em 305 empreendimentos e o Piauí ficou com a terceira colocação, com 8.782 MW em 258 projetos.
Com informações da Secom BA  03/05/2019

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Londres será alimentada com 100% de energia renovável até outubro 2018

Energia renovável/Sustentabilidade  💡

A partir de outubro de 2018, a cidade de Londres vai ter 100% de suas necessidades energéticas a partir de fontes renováveis de energia através da instalação de painéis solares em edifícios locais, investindo em grandes projetos de energia solar e eólica e compra de energia limpa.

Engenhariae
Revista Amazônia
A cidade de Londres, o histórico “Square Mile”, distrito central de Londres, em breve vai mudar para energia limpa. A partir de outubro de 2018, a cidade de Londres vai ter 100% de suas necessidades energéticas a partir de fontes renováveis de energia através da instalação de painéis solares em edifícios locais, investindo em grandes projetos de energia solar e eólica e compra de energia limpa. A cidade de Londres é um importante centro financeiro. Sua transformação para energia verde envia uma mensagem clara de que Londres tem a intenção de tomar medidas vigorosas contra as alterações climáticas.
Em seus planos para transformar o sistema energético, Londres fará parceria com escolas, habitação social, mercados e espaço verde, em que a capacidade de energia renovável será instalada. “Terceirização 100% de energia renovável nos fará mais limpo e mais verde, reduzindo a nossa dependência da rede convenciona”. Disse o presidente da Câmara Municipal de Política de Londres e Comitê de Recursos Catherine McGuinness disse em um comunicado . “Estamos sempre olhando para o impacto ambiental do nosso trabalho e espero que possamos ser um farol para outras organizações seguirem o exemplo.”
A cidade de Londres está entre os muitos municípios em todo o mundo que estão intensificando a cumprir os compromissos assumidos no Acordo de Paris, mesmo quando os governos nacionais não estão fazendo o suficiente. “Ao gerar nossa própria energia elétrica e investir em energias renováveis, estamos fazendo a nossa parte para ajudar a cumprir as metas internacionais e nacionais de energia”, disse McGuinness.
“Este é um grande passo para a City Corporation e demonstra nosso compromisso em tornar-nos uma empresa mais socialmente e ambientalmente responsável.” Completou.
Fonte - Revista Amazônia  19/06/2018

terça-feira, 29 de maio de 2018

Projetos híbridos fortalecem a geração de energia a partir de fontes renováveis na Bahia

Energia renovável 💡

Mais de 84% da capacidade de geração de energia instalada no território baiano vêm de fontes renováveis como o sol, o vento e a água. Além disso, uma pesquisa realizada para a primeira edição do Atlas Solar Bahia, lançado neste mês de maio, aponta que municípios baianos possuem maior índice de radiação solar durante o dia e maior força do vento durante a noite.

Da Redação
foto - ilustração
A Bahia tem vários motivos para celebrar o Dia Mundial da Energia, nesta terça-feira (29). Dentre eles, é que mais de 84% da capacidade instalada no território baiano vêm de fontes renováveis como o sol, o vento e a água. Além disso, uma pesquisa realizada para a primeira edição do Atlas Solar Bahia, lançado neste mês de maio, aponta que municípios baianos possuem maior índice de radiação solar durante o dia e maior força do vento durante a noite. Com isso, o estado tem capacidade para ter projetos híbridos de geração de energia elétrica a partir das fontes solar e eólica. A informação é fruto de um trabalho em conjunto das secretarias estaduais de Infraestrutura (Seinfra) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI). O secretario de Infraestrutura, Marcus Cavalcanti, destaca a importância do projeto para a Bahia. "Os novos projetos híbridos irão otimizar o escoamento da energia elétrica utilizando a infraestrutura já existente, montada durante a construção dos parques eólicos para a conexão com o Sistema Interligado Nacional (SIN)", cita o secretario.
Com informações da Seinfra BA  29/05/2018

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Bahia é o único vencedor da fonte eólica no Leilão de Energia Nova A-4

Energia eólica  💡

 A maior vendedora foi a fonte solar, que viabilizou 29 usinas com 806,66 MW em nova capacidade. O leilão, que resultou na contratação de 39 novos empreendimentos de geração, viabilizou a adição de pouco mais de 1 GW em capacidade instalada. Além das fontes eólica e solar, a fonte hídrica teve 4 novas usinas com 41,7 MW em capacidade instalada e biomassa adicionou duas novas usinas com 61,8 MW de capacidade.

Da Redação  
foto - ilustração
O Estado da Bahia foi o único vencedor da fonte eólica no Leilão de Energia Nova A-4, realizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), em São Paulo, nesta quarta-feira (4), que contratou quatro projetos com 114,4 MW de capacidade nova. Localizados no município de Campo Formoso, os empreendimentos são da francesa EDF e da Cada dos Ventos.
A maior vendedora foi a fonte solar, que viabilizou 29 usinas com 806,66 MW em nova capacidade. O leilão, que resultou na contratação de 39 novos empreendimentos de geração, viabilizou a adição de pouco mais de 1 GW em capacidade instalada. Além das fontes eólica e solar, a fonte hídrica teve 4 novas usinas com 41,7 MW em capacidade instalada e biomassa adicionou duas novas usinas com 61,8 MW de capacidade.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, afirma que o sucesso da Bahia no cenário nacional neste leilão confirma o trabalho que vem sendo feito em parceria com o setor eólico, visando consolidar o estado como o mais competitivo para esta fonte.
"Políticas de atração de investimento, regularização fundiária e o relacionamento com órgãos que concedem autorizações para esses empreendimentos são a chave do sucesso da Bahia. Neste momento, estamos nos empenhado para construir estratégias semelhantes para o setor fotovoltaico, que acreditamos ser também uma excelente alternativa para o nosso estado", afirma Wagner.
O preço médio de venda ficou em R$ 124,75 por MWh. O valor corresponde a um deságio médio de 59,07% do preço teto estimado. Os preços para as fontes eólica e solar foram os mais baixos registrados no país desde a entrada das fontes nos leilões, com R$ 67,60 e R$ 118,07. O preço referência foi R$ 255/MWh para eólica e R$ 312/MWh para solar.
No total, 17 distribuidoras compraram energia. Dessas, as maiores compradoras foram a Coelba (BA) com 8,8 milhões de MWh, a Enel Distribuição Goiás com 5,8 milhões de MWh e a Elektro (SP/MS) com 5,7 milhões de MWh.
Com informações da Secom BA  05/04/2018

sábado, 25 de novembro de 2017

A Alemanha conclui a turbina eólica mais alta do mundo

Energia sustentável  💡

A turbina mais alta faz parte de um grupo de quatro unidades com alturas que variam de 155-178 m (508-584 pés).No tamanho, o “hub” da turbina é de 178 m (584 pés) de altura e a altura total da torre – nas pontas das lâminas elevadas para cima – é de 246,5 m (809 pés).

Da Agência Ambiente Energia - RA

A maior turbina eólica do mundo foi concluída pela empresa alemã Max Bögl Wind AG, especializada em construir algumas das turbinas mais altas do mundo, na cidade de Gaildorf. A Alemanha é a terceira do mundo (atrás da China e dos Estados Unidos) para a energia eólica adicionada a cada ano.
No tamanho, o “hub” da turbina é de 178 m (584 pés) de altura e a altura total da torre – nas pontas das lâminas elevadas para cima – é de 246,5 m (809 pés). Para cada metro adicionado em altura, a produção anual de energia é aumentada em 0,5 a 1% devido à menor turbulência e a ventos mais fortes e mais consistentes. Isso leva a menos interrupções na geração.
A turbina mais alta faz parte de um grupo de quatro unidades com alturas que variam de 155-178 m (508-584 pés). No topo de cada torre, um gerador GE 3.4-137 3.4MW, que os desenvolvedores acreditam, terá uma média de cerca de 10.500MWh / ano – um fator de capacidade aproximada de 34,4 por cento. Uma média doméstica dos EUA usa cerca de 10MWh / ano. As turbinas fazem parte de um projeto de “bateria de água” que custou 70 milhões de euros (US $ 81 milhões) com uma receita esperada de € 6,5 milhões (US $ 7,6) no primeiro ano de serviço.
As bases dos quatro geradores de turbinas eólicas mais poderosos serão usados como reservatórios superiores. Eles são conectados através de uma condução subterrânea a uma central hidrelétrica de bombeamento no vale que pode fornecer até 16 megawatts de força. A capacidade de armazenamento elétrico da usina é projetada para um total de 70 megawatts-hora
O tamanho da bateria(reservatório) de água,incluso no projeto,é o que proporciona a essas turbinas uma altura extra. As torres de água de 40 m (131 pés) de altura estão incluídas na construção(na base) das turbinas e são reservatórios com alturas maiores que fazem parte de uma central hidrelétrica de armazenamento de água com bombas localizada a 200 metros abaixo das turbinas. A energia eólica será usada para armazenar a água nos reservatórios.
Esta água será então usada para gerar eletricidade.A unidade de armazenamento de bombeamento pode alternar entre a produção e o armazenamento em 30 segundos".
É uma combinação bem sucedida de geração de energia com armazenamento de energia. Espera-se que o quarteto de turbinas abasteça até 1.000 casas por vez.
Fonte - Revista Amazônia  24/11/2017
*Nota - Foram feitas pequenas modificações no texto (original traduzido) para melhor entendimento do mesmo