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quinta-feira, 17 de junho de 2021

Bahia e seu alto potencial na geração de energias renováveis

Energia/Sustentabilidade  💡

Os dados constam do Informe Executivo de Energias Renováveis de junho, divulgado nesta quarta-feira (16), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Juntas, as fontes de energias renováveis deverão investir cerca de R$ 30,9 bilhões no território baiano. "Aqui na Bahia, as energias renováveis são responsáveis pela inserção de investimentos nas economias dos municípios, nos quais parques eólicos ou solares se instalam. 

Da Redação
foto ilustração/arquivo
Com ventos fortes e sol brilhando na Bahia, o Estado é líder na geração de energia eólica e ocupa o segundo lugar no ranking dos cinco principais Estados em geração de energia solar no país, em abril de 2021. Os dados constam do Informe Executivo de Energias Renováveis de junho, divulgado nesta quarta-feira (16), pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Juntas, as fontes de energias renováveis deverão investir cerca de R$ 30,9 bilhões no território baiano. "Aqui na Bahia, as energias renováveis são responsáveis pela inserção de investimentos nas economias dos municípios, nos quais parques eólicos ou solares se instalam. O que diretamente resulta na geração de empregos, no aumento da economia local, além de ajudar a desenvolver as regiões nas quais estão implantados", destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico Nelson Leal.
 
Energia eólica
A Bahia conta com 196 parques eólicos em operação, que tem 4.974 Megawatt (MW) de capacidade instalada, geração de 1.402 Gigawatt-hora (GWh) por mês e capacidade para abastecer cerca de 11 milhões de residências, favorecendo 35 milhões de pessoas.

Energia Solar
O Estado possui 29 parques fotovoltaicas em operação, com 777 MW de capacidade instalada e mais de três milhões de módulos fotovoltaicos. Geração de 128 GWh por mês e capacidade para abastecer cerca de 1 milhão de casas, beneficiando cerca de 3,2 milhões de habitantes.
Com informações da Seinfra BA 17/06/20221

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Transportes estão comprometidos em reduzir emissão de gases, diz Viegas,sec-geral do Fórum Internacional do Transporte

Sustentabilidade

José Viegas ressaltou que se os transportes têm sido os vilões é porque são o único setor que tem que carregar a fonte de energia com ele. Mas, segundo o secretário, há, neste momento, a consciência de que, para além da inovação na tecnologia de tração dos veículos, há muitas outras coisas que podem ser feitas para reduzir as emissões de carbono, como os aumentos de eficiência na ocupação dos veículos e na organização do transporte.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
Os transportes são considerados um dos vilões, mas avanços significativos em todas as frentes visam reduzir as emissões de gases de efeito estufa do setor, disse o secretário-geral do Fórum Internacional do Transporte, José Viegas, em Paris, durante a 21ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP21).
José Viegas ressaltou que se os transportes têm sido os vilões é porque são o único setor que tem que carregar a fonte de energia com ele. Mas, segundo o secretário, há, neste momento, a consciência de que, para além da inovação na tecnologia de tração dos veículos, há muitas outras coisas que podem ser feitas para reduzir as emissões de carbono, como os aumentos de eficiência na ocupação dos veículos e na organização do transporte.
"Há razões objetivas para que nos transportes o arranque da luta contra as emissões tenha sido mais tardio, mais difícil. Mas há neste momento um consenso muito forte de que é preciso fazer qualquer coisa, e várias iniciativas estão em andamento, em paralelo, em diferentes lugares do mundo. Há vários progressos significativos em todas as frentes", afirmou o representante do Fórum, que integra a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
Viegas esteve ontem na COP21, em um painel sobre transporte sustentável, no qual foram anunciadas algumas medidas para reduzir as emissões no setor, como a Iniciativa Global para a Economia de Combustível.
"O conjunto da indústria – pressionado pelos cidadãos, pelas organizações não-governamentais, e também por nós, que fazemos parte dessa iniciativa – aceita que é possível ter, no ano 2050, toda a frota rodoviária consumindo 50% do que consumia em 2010. Há uma curva provável de redução de consumo de energia e de emissões nos motores de combustível", afirmou.
Outro projeto apresentado foi o MobiliseYourCity que pretende desenvolver planos de mobilidade urbana sustentável em 100 cidades e 20 países em desenvolvimento até 2020.
Por sua vez, o Fórum Internacional do Transporte também trouxe à COP21 algumas contribuições para ajudar a definir políticas de transportes que reduzam as emissões de carbono, nomeadamente no domínio da mobilidade urbana, com soluções partilhadas, ainda que haja impedimentos legais para o avanço das medidas.
“Temos trabalhado muito no Fórum uma coisa que, para simplificar, se pode chamar de táxis partilhados: acaba o congestionamento, reduz trinta por cento das emissões e pagando, cada passageiro, cerca de um terço do que paga hoje pela mesma distância num táxi. Há soluções. Só tem um pequeno inconveniente: hoje em dia, em todos os países europeus, o táxi partilhado é ilegal", destacou.
Do lado do transporte de cargas, José Viegas defende "a responsabilidade solidária das emissões ao longo de toda a cadeia de valor" e "não só para a parte marítima ou ferroviária", criticando as ferrovias na Europa que "tem deixado de lado o transporte de mercadorias".
"O que é que as ferrovias estão fazendo nos últimos anos na Europa? Orientando-se cada vez mais para o que eles chamam de transporte de comboio completo. Se a ferrovia diz: eu só aceito encomendas de pelo menos 40 contêineres, porque é isso que me faz um comboio completo, eu mando o meu conteiner de caminhão", continuou, explicando que isso "empurra muitos motoristas a fazerem mais quilômetros em caminhões", concluiu.
Fonte - Agência Brasil  04/12/2015

domingo, 31 de agosto de 2014

Setor de energia eólica vai investir R$ 15 bilhões em 2014

Energia Eólica

Investimentos na matriz eólica contribui para a geração de energia limpa - Em dez anos, a energia eólica deve corresponder a 11% da matriz energética brasileira, segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Cristina Indio do Brasil
Repórter da Agência 
Arquivo/Agência Brasil
O setor de energia eólica vai investir neste ano cerca de R$ 15 bilhões e a perspectiva é manter este patamar de investimentos nos próximos anos, incluindo a participação nos leilões de energia promovidos pelo governo, de acordo com a presidenta da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica), Elbia Melo. Em dez anos, a energia eólica deve corresponder a 11% da matriz energética brasileira, segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Para Elbia, um dos maiores desafios do setor no Brasil é o desenvolvimento da cadeia produtiva para garantir o andamento dos projetos e manter o índice de nacionalização, critérios básicos para conseguir financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ela concorda com a exigência, mas lembrou que a cadeia produtiva tem que evoluir rapidamente para que os projetos possam entregar a energia contratada nos leilões.
"É um desafio que chamamos de emergencial. Temos que vencer rapidamente. Ano passado nós vendemos 4,7 gigawatts (GW). Isso significa que temos que fabricar equipamentos. O adensamento da cadeia produtiva talvez hoje seja o ponto de maior atenção. Não entendemos como um ponto intransponível, mas como uma questão que temos que vencer, que discutir e trazer soluções de curto prazo para seguir na trajetória de consolidação que a indústria está indo de sustentabilidade de longo prazo ", disse à Agência Brasil.
O chefe do departamento da área de operações industriais do BNDES, Guilherme Tavares Gandra, explicou que o critério foi adotado em 2012 dentro da modelagem dos financiamentos para incentivar o desenvolvimento da cadeia produtiva nacional. "Desde o início da metodologia temos cerca de 22 novas unidades industriais e 15 expansões. Estamos falando aqui de 37 projetos de investimentos", disse, destacando que os projetos não se concentram em apenas um tipo de segmento."Tem investimento em fornecedores de pás, de torres. Houve uma abrangência em grupos de componentes que é muito interessante".
Na avaliação de Elbia Melo, com a diversificação da matriz energética brasileira que já está acontecendo, no futuro, a tendência é a redução da participação das hidrelétricas e de aumento das fontes renováveis. "Nesse processo a energia eólica é a atriz principal. Ela vai ser rapidamente a segunda fonte a participar da matriz. Do ponto de vista da oferta, nós não temos problema em termos de potencial. É essa a posição que o setor eólico está buscando garantir e nós temos todas as condições de fazer isso. O setor eólico está em um momento virtuoso e vai continuar nesta trajetória tendo em vista a base que a indústria construiu no Brasil", explicou.
Segundo a presidenta, um fator importante que será trabalhado neste momento é encaminhar ao governo o pedido de escalonar as entregas de energia do que foi vendido nos leilões. "Essa é uma demanda importante que a indústria vai levar para o governo. Não fica em um período único e as fábricas têm tempo de programar a sua produção", esclareceu.
O escalonamento, de acordo com ela, poderia favorecer também a solução de um outro gargalo do setor, que é a logística do transporte de equipamentos. A característica dos produtos é a grande dimensão e o peso, como as torres das turbinas de geração da energia eólica e rotores, entre outras peças.
Fonte - Agência Brasil  31/08/2014

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Petrobras tem recordes de produção em março

Economia

O aumento foi registrado nas áreas de produção de petróleo na camada pré-sal e de refino de óleo - Segundo nota divulgada pela estatal, no mês passado foi produzida uma média de 387 mil barris de óleo por dia na camada pré-sal, devido à entrada em produção de mais um poço no Campo de Sapinhoá, na Bacia de Santos.

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil

A Petrobras quebrou dois recordes em março deste ano: a produção de petróleo na camada pré-sal e o refino de óleo em suas unidades. Segundo nota divulgada pela estatal, no mês passado foi produzida uma média de 387 mil barris de óleo por dia na camada pré-sal, devido à entrada em produção de mais um poço no Campo de Sapinhoá, na Bacia de Santos.
O Poço 7-SPH-04-SPS tem capacidade diária de extrair 26 mil barris e está conectado à Plataforma FPSO Cidade de São Paulo, que, por sua vez, tem capacidade diária de produzir 120 mil barris de petróleo. Também contribuiu para isso o Poço SPS-77A, ligado à mesma plataforma, que entrou em produção em meados de fevereiro e hoje tem a maior produção do país (36 mil barris/dia).
Nas refinarias, a Petrobras conseguiu uma média diária de processamento de 2,15 milhões de barris em março. O recorde anterior havia sido 2,14 milhões de barris por dia, obtido em julho do ano passado.
Fonte - Agência Brasil  07/04/2014

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Petrobras amplia reservas de petróleo no Brasil em 1,5%

Economia

Ao descontar as vendas nas participações de blocos (45 milhões de barris) e a produção nacional de petróleo em 2013 (800 milhões), a empresa conseguiu agregar às suas reservas 244 milhões de barris. O volume é equivalente a 110 dias de produção

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Petrobras ampliou em 1,5% suas reservas de petróleo e gás natural no Brasil em 2013. Em nota divulgada na noite de ontem (14), a estatal informou que se apropriou de reservas equivalentes a 1,09 bilhão de barris.
Ao descontar as vendas nas participações de blocos (45 milhões de barris) e a produção nacional de petróleo no ano (800 milhões), a empresa conseguiu agregar às suas reservas 244 milhões de barris. O volume é equivalente a 110 dias de produção, considerando a média de 2,2 milhões de barris diários de 2013.
Com o aumento, a empresa agora tem uma reserva provada de 15,97 bilhões de barris no Brasil. A apropriação de novas reservas foi conseguida devido, principalmente, à declaração de comercialidade de duas áreas da cessão onerosa do pré-sal da Bacia de Santos: os campos de Búzios (antes conhecido como área de Franco) e Sul de Lula (antiga área Sul de Tupi).
No exterior, a Petrobras se apropriou de reservas equivalentes a 52 milhões de barris, volume insuficiente para repor suas vendas de ativos e produção, de 172 milhões de barris. Com isso, as reservas internacionais de petróleo da estatal caíram de 711 milhões de barris em 2012 para 592 milhões em 2013.
Fonte - Agência Brasil  15/01/2014