UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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domingo, 11 de setembro de 2016

Moscou bate dois recordes do Guinness com desfile de material de manutenção urbana

Internacional

No total, mais de 650 unidades de veículos de manutenção urbana estiveram envolvidos no desfile da comemoração do aniversário da cidade.Além dos veículos modernos, houve também alguns peças vintage.

Sputnik
Sputnik
Neste fim de semana, a capital da Rússia celebra seu 869° aniversário. Entre os muitos eventos,se realizou também uma parada de veículos e equipamentos de manutenção urbana, que bateu dois recordes do Guinness, um russo e um europeu, do número de veículos participantes.
Fonte - Sputnik  11/09/2016


Parada de veículos de manutenção urbana em Moscou, o dia 11 de setembro de 2016





quinta-feira, 7 de abril de 2016

Energias renováveis batem recorde em 2015

Sustentabilidade

A capacidade de geração de energias renováveis cresceu 8,3% em 2015, a mais alta taxa já registrada.A implantação de energias renováveis ​​continua a crescer ao redor do mundo, mesmo diante dos baixos preços do petróleo e do gás. Os custos decrescentes das tecnologias e uma série de fatores econômicos, sociais e ambientais estão favorecendo as energias renováveis ​​em relação às fontes convencionais

Revista Amazônia

Abu Dhabi, U.A.E., 7 de abril de 2016 – A capacidade de produção de energias renováveis aumentou 152 gigawatts (GW) ou 8,3% em 2015, a mais alta taxa de crescimento anual já registrada, de acordo com os mais recentes dados divulgados pela Agência Internacional de Energias Renováveis ​​(IRENA). Segundo a edição de 2016 do relatório “Estatísticas sobre a Capacidade das Renováveis”, no final de 2015 havia 1.985 GW de capacidade de geração renovável em todo o mundo.
“A implantação de energias renováveis ​​continua a crescer ao redor do mundo, mesmo diante dos baixos preços do petróleo e do gás. Os custos decrescentes das tecnologias e uma série de fatores econômicos, sociais e ambientais estão favorecendo as energias renováveis ​​em relação às fontes convencionais”, explicou o Diretor-Geral da IRENA, Adnan Z. Amin. “Este crescimento impressionante, juntamente com o recorde de US$ 286 bilhões investidos em energias renováveis ​​em 2015, envia para investidores e formuladores de políticas um forte sinal de que as renováveis são agora a melhor opção para a geração de energia em todo o mundo.”
O ano de 2015 foi recorde tanto para a energia eólica como para a solar, em grande parte devido a uma queda contínua nos custos da tecnologia. No caso da energia eólica, o crescimento de 63 GW (17%) foi impulsionado por uma redução de até 45% no preço das turbinas terrestres desde 2010. A capacidade solar, por sua vez, aumentou em 47 GW (37%) graças à queda de até 80% nos preços dos módulos solares fotovoltaicos nesse período. Já a capacidade hidrelétrica aumentou 35 GW (3%), enquanto a capacidade de bioenergia e a de energia geotérmica aumentaram 5% cada (5 GW e 1 GW, respectivamente).
De maneira geral, a capacidade aumentou em cerca de um terço ao longo dos últimos cinco anos, com a maior parte desse crescimento vindo de novas instalações de energia eólica e solar.
Em termos de distribuição regional, o crescimento mais rápido na capacidade de geração de energias renováveis se deu em países em desenvolvimento. A América Central e o Caribe tiveram uma expansão de 14,5%. Na Ásia, onde o crescimento foi responsável ​​por 58% da nova capacidade global de geração de energia renovável em 2015, a expansão foi de 12,4%. Na Europa, as renováveis aumentaram 24 GW (5,2%) e 20 GW (6,3%) na América do Norte.
“As significativas taxas de crescimento de capacidade em economias em desenvolvimento são uma prova das fortes perspectivas de negócios para a energia renovável”, disse Amin. “As energias renováveis ​​não são apenas uma solução para os países industrializados – elas também estão favorecendo o crescimento econômico nas economias de mais rápido crescimento no mundo em desenvolvimento.”
No final do ano, a energia hidráulica foi responsável pela maior parcela do total da capacidade global de geração de energia renovável, com uma capacidade instalada de 1.209 GW, a maioria dos quais vindo de usinas de grande escala. As energias eólica e solar foram responsáveis pela maior parte do restante, com uma capacidade instalada de 432 GW e 227 GW, respectivamente. Outras energias renováveis ​​includm 104 GW de bioenergia, 13 GW de energia geotérmica e cerca de 500 MW de energia marinha (marés, das ondas e do oceano).

Destaques por tecnologia:
Hidroenergia: Em 2015, três quartos da nova capacidade hídrica foram instalados no Brasil, China, Índia e Turquia (26,3 GW no total). Mais do que um GW de nova capacidade também foi instalado na Europa, América do Norte e do Médio Oriente (Irã), mais 550 MW na África.
Eólica: Cerca de 95% da capacidade eólica agora está localizadas na Ásia (China e Índia), Europa e América do Norte; e 90% da nova capacidade foi instalada nessas regiões em 2015 (57,1 GW). A energia eólica também está começando a expandir-se rapidamente em outras regiões, como a América do Sul, onde a capacidade aumentou 3,1 GW (40%) em 2015.
Bioenergia: Quase 40% da capacidade de bioenergia está na Europa, com mais de 30% na Ásia e no restante dividido igualmente entre o Norte e América do Sul. Crescimento em 2015 foi igualmente distribuído, com um aumento de 1,8 GW na Europa, 1,7 GW na Ásia e o restante em outros lugares.
Solar: O grande avanço da energia solar em 2015 foi o aumento de 48% na Ásia, com 15 GW de nova capacidade instalada na China e outros 10 GW no Japão. Um aumento de 8 GW na América do Norte também ultrapassou o nível de novas instalações na Europa (7,6 GW) pela primeira vez. A energia solar também se expandiu significativamente na Oceania e na África, com adições de 1 GW e 0,9 GW, respectivamente. No final de 2015, a Europa representou 43% da capacidade solar global, com outros 40% na Ásia (principalmente China e Japão) e 13% na América do Norte.
Geotérmica: sua capacidade aumentou em cerca de 600 MW em 2015. Quatro países (Itália, México, Turquia e Estados Unidos) foram responsáveis ​​por quase todo este aumento.
A edição de 2016 do relatório Estatísticas sobre a Capacidade das Renováveis oferece os números mais abrangentes, atualizados e acessíveis sobre a capacidade das energias renováveis. Ele inclui números de 2000 a 2015 e contém 13.546 dados pontuais de mais de 200 países e territórios.
Para acessar o relatório: www. irena.org

Sobre a Agência Internacional de Energias Renováveis ​​(IRENA)
IRENA é uma instituição de referência global para a cooperação e troca de informações sobre energias renováveis. Ela congrega 145 deputados (144 Estados e da União Europeia). Outros 31 países estão em processo de adesão e ativamente engajados. A IRENA promove a adoção generalizada e a utilização sustentável de todas as formas de energia renovável, incluindo a bioenergia, geotérmica, hidrelétrica, as energias eólica, solar e do oceano, na busca do desenvolvimento sustentável, do acesso à energia, da segurança energética e do crescimento econômico e da prosperidade de baixo carbono. -www. irena.org-
Fonte - Revista Amazônia  07/04/2016

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Sergipe deve bater recorde nacional de produtividade de arroz

Agricultura

A expectativa é que a produtividade recorde seja confirmada até o final da safra,em janeiro.A produtividade média por hectare, neste ano no Betume, principal produtor do cereal, atingiu 10,5 toneladas com valor bruto de R$ 20 milhões. 

ASN
foto - ASN
As primeiras colheitas nos lotes irrigados do Projeto Betume, em Neópolis, demonstram que a produtividade de arroz em Sergipe, predominante no Baixo São Francisco, atingirá novo recorde neste ano. Segundo dados da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf), a produtividade média por hectare, neste ano no Betume, principal produtor do cereal, mais uma vez bateu o recorde nacional e atingiu 10,5 toneladas, com valor bruto de R$ 20 milhões. A expectativa é que a produtividade recorde seja confirmada até o final da safra, em janeiro.
Já a Pesquisa Agropecuária do IBGE, aponta que a produção de 2014 alcançou 41.714 toneladas, um crescimento de 35% em relação a safra de 2013. A estimativa para 2015 é de que a safra atinja 44.780 toneladas, novo crescimento de 7,4%.
O crescimento da safra e produtividade vem ocorrendo, gradativamente. Na safra 2011/2012 foi de 8,5 toneladas por hectare. Em 2012/2013, o resultado foi uma produtividade de 9,7 toneladas por hectare. O cultivo é feito por pequenos produtores incluídos na agricultura familiar em uma região tida como de extrema pobreza.
Além do estado, a produção sergipana ajuda a abastecer os mercados consumidores de Alagoas, Pernambuco e Bahia. O cultivo é responsável pela geração de aproximadamente 4 mil empregos na região, além das 750 famílias que atuam no próprio perímetro do Betume, conforme informações da Codevasf.
Para o economista e assessor especial do governo, Ricardo Lacerda, o mais significativo é que Sergipe manteve em 2014 a liderança na produtividade agrícola do arroz na região Nordeste, com 7,2 toneladas por hectare, quando a média do Brasil é de 5,2 toneladas por hectare. Mesmo com condições climáticas semelhantes às de Sergipe, a produtividade do arroz em Alagoas, 6,11 toneladas por hectare.
“A rizicultura de Sergipe se concentra na região do Baixo São Francisco, uma das mais pobres do estado. A expansão da produção traz benefícios para a renda da região, elevando o poder de compra dos agricultores e estimulando o comércio local”, afirmou.
“Esse bom resultado é fruto da política de distribuição de sementes do governo. Em setembro deste ano, realizamos a entrega de 400 toneladas de sementes de arroz para os rizicultores do Baixo São Francisco. As sementes foram adquiridas pela Emdagro, via Fundo de Combate à Pobreza, em um investimento total de R$ 658.183,50. Desde o início do ano, o Estado tem feito todo o acompanhamento destes produtores, não só os dos perímetros irrigados, mas os das áreas de várzeas. Há todo um processo de diálogo com as famílias envolvidas na produção, uma relação muito próxima do Governo do Estado com os produtores, que vai além do trabalho institucional. É uma parceria, com acompanhamento formal e informal, além da assistência técnica”, afirma o secretário de Estado da Agricultura, Esmeraldo Leal.
De acordo com o secretário, o recorde na produtividade se deve principalmente por esse cuidado e acompanhamento do governo junto aos pequenos produtores, seja por meio da Seagri, Codevasf ou Emdagro, assim como pela qualidade da semente distribuída.
“Essas sementes são selecionadas e foram escolhidas pelos próprios produtores, em reuniões no início do ano, a partir das experiências das safras anteriores. Outro detalhe importante é que as sementes chegaram no período ideal para o plantio. As sementes foram distribuídas nos perímetros da Codevasf e em comunidades de agricultores familiares dos municípios produtores. O governo também apoiou a produção a partir da compra de uma colheitadeira de arroz para o Território, no valor de R$ 380.000,00, através do Programa de Apoio à Infraestrutura nos Territórios Rurais (Proinf) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)”.
Esmeraldo informa ainda que nas áreas que ainda serão colhidas as características das plantas demonstram esse bom desempenho. “É bom observarmos que há diferença entre a produção e produtividade, a produtividade corresponde à quantidade de grãos que é produzida por área, a qual a cada ano Sergipe tem um melhor desempenho. Essa é uma grande conquista para o estado, porque demonstra a qualidade do nosso arroz, principalmente quando comparamos a estados como o Rio Grande do sul, maior produtor do Brasil, que tem uma tecnologia muito avançada na produção”.
Fonte - Agência Sergipe de Notícias  30/12/2015

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Brasil conquista recorde de medalhas na Olimpíada de Astronomia e Astronáutica

Ciência

“Para o Brasil, [o resultado] não podia ter sido melhor. Foi o nosso recorde. Já obtivemos quatro de ouro, no passado, mas com uma [medalha] de bronze. Esta é a maior premiação que já tivemos”, disse o astrônomo João Batista Garcia Canalle, presidente da olimpíada.

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O Brasil conquistou o primeiro lugar na 7ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (Olaa), encerrada no último domingo, nos municípios do Rio de Janeiro e Barra de Piraí e estabeleceu um novo recorde de medalhas para o país. A delegação de estudantes do Brasil conseguiu quatro medalhas de ouro e uma de prata.
“Para o Brasil, [o resultado] não podia ter sido melhor. Foi o nosso recorde. Já obtivemos quatro de ouro, no passado, mas com uma [medalha] de bronze. Esta é a maior premiação que já tivemos”, disse o astrônomo João Batista Garcia Canalle, presidente da olimpíada. Dois medalhistas - Gustavo Guedes Faria, de São José dos Campos (SP) e Vítor Gomes Pires, de São Paulo (SP), tiveram a melhor prova em grupo, ficando a melhor prova individual com outra brasileira, Ana Paula Lopes Schuch, de Porto Alegre (RS). O Brasil foi eleito ainda o melhor companheiro da disputa.
A abertura da Olaa e a prova de planetário ocorreram no Planetário da Gávea, na capital fluminense, de onde as delegações seguiram para o Hotel Fazenda Ribeirão, em Barra do Piraí, para as demais atividades. Os estudantes visitaram o Observatório do Pico dos Dias, em Brazópolis (MG) e o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. Antes, eles estudaram com especialistas no Observatório Abrahão de Moraes, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), e aprenderam mais sobre a disciplina, posteriormente, no Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), em Brazópolis (MG), onde fizeram treinamentos. “O treinamento surtiu efeito”, avaliou Canalle.
O presidente da olimpíada disse que, além de estimular o estudo das ciências, o evento reforça a integração entre os países. “Não temos provas em grupos de países, porque isso só aumentaria o nível de competição entre nações. Temos duas provas em grupo de três ou quatro alunos, mas cada aluno é de um país diferente. Com isso, você mostra para eles que é assim que se faz ciência, de forma coletiva e com cooperação realmente internacional, diminui as barreiras e aproxima os alunos e os cientistas”.
Incluindo o resultado da 7ª Olaa, o Brasil soma um total de 20 medalhas de ouro, 13 de prata e duas de bronze. Essa foi a terceira vez que o Brasil sediou o evento. Em 2016, a olimpíada deverá ter como sede a cidade argentina de Córdoba. Nos anos seguintes, o evento ocorrerá no Chile (2017), Paraguai (2018) e México (2019).
A 7ª Olaa reuniu 38 estudantes do ensino médio de oito países latino-americanos (Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Paraguai e Uruguai). Todos os alunos se classificaram por meio das olimpíadas nacionais de astronomia e astronáutica de seus respectivos países. As provas foram divididas em teoria, prática e reconhecimento do céu. Canalle acredita que nas próximas edições poderá aumentar o número de países participantes. “Este ano, tivemos o Peru como observador”.
A Olaa foi fundada na cidade de Montevidéu (Uruguai), a partir de uma proposta do Brasil, e é feita desde 2009 sob a coordenação de astrônomos de vários países.
Fonte - Agência Brasil  06/10/2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Enem - escolas familiares agrícolas estão entre melhores instituições privadas

Educação

São instituições comunitárias geridas por associação de moradores e sindicatos rurais vinculados à comunidade.O ministro da Educação, Renato Janine, disse que foi uma surpresa para o Ministério da Educação (MEC) e o Inep o destaque dessas escolas no Enem. “Não sabíamos da grandeza do trabalho delas [das escolas familiares agrícolas] e é interessante quando uma pesquisa mostra algo inesperado, porque normalmente elas mostram confirmações do que já existe”, disse.

Andreia Verdélio
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/seduc.pi.
No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014, as escolas familiares agrícolas estão entre as melhores instituições privadas do país que atendem alunos de nível socioeconômico baixo ou muito baixo. Os dados do Enem por escola foram apresentados hoje (5) pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Elas fazem parte do recorte do Inep de escolas privadas de grande porte (com mais de 90 alunos que fizeram o Enem), com indicador de permanência alto (com mais de 80% dos alunos que fizeram o exame cursaram todo o ensino médio) e que atendem alunos de nível baixo ou muito baixo, ou seja, os mais vulneráveis socialmente.
O ministro da Educação, Renato Janine, disse que foi uma surpresa para o Ministério da Educação (MEC) e o Inep o destaque dessas escolas no Enem. “Não sabíamos da grandeza do trabalho delas [das escolas familiares agrícolas] e é interessante quando uma pesquisa mostra algo inesperado, porque normalmente elas mostram confirmações do que já existe”, disse.
Segundo Janine, o MEC vai agora dar mais visibilidade e ir atrás da experiência dessas escolas para “aprender com elas”. São instituições comunitárias geridas por associação de moradores e sindicatos rurais vinculados à comunidade. “Nesse sentido [de atender aos três critérios] é a melhor escola privada do Brasil e merece nosso destaque”, ressaltou Janine.
O presidente do Inep, Chico Soares, destaca que as escolas avaliadas são muito heterogêneas entre si e que é possível a construção de muitos rankings. “Um único ranking produz um quadro distorcido da realidade”, disse ele, explicando que é preciso considerar o porte e estratégia da escola de seleção de alunos e as características socioeconômicas dos estudantes.
O indicador de permanência na escola foi utilizado pela primeira vez nas avaliações do Enem por escola, além dos indicadores de nível socioeconômico e a formação docente. Os dados mostram que quanto mais alto o nível socioeconômico, melhores são as notas em todas as áreas de conhecimento avaliadas. Escolas com alunos de nível muito alto tiveram uma nota média de 611 pontos, enquanto as que atendem um nível muito baixo foi de 429 pontos.
As maiores médias foram apresentadas pelos estudantes cujos professores têm formação acadêmica específica nas disciplinas que lecionam. Aquelas que tem até 50% dos professores lecionando na sua área tiveram média de 478 pontos, enquanto aquelas escolas que têm mais de 50% dos professores formados nas disciplinas tiveram média de 512 pontos.
O Enem de 2014 foi feito por aproximadamente 6,2 milhões de estudantes em todo o país. Os alunos fazem provas de redação, matemática, português, ciências humanas e ciências da natureza. Para a correção das provas, é usada a Teoria de Resposta ao Item (TRI). Segundo o Inep, além de estimar as dificuldades dos itens e a proficiência dos participantes, essa metodologia permite que os itens de diferentes edições do exame sejam posicionados em uma mesma escala. Cada uma das quatro áreas do conhecimento avaliadas no Enem tem uma escala própria e a redação é a única parte do exame em que os alunos têm de escrever.
O sistema de divulgação do Enem por escola está disponível no site do Inep. [http://portal.inep.gov.br/web/enem/enem-por-escola]

Veja abaixo o ranking das dez melhores escolas privadas dentro dos critérios do Inep (grande porte, indicador de permanência de mais de 80% e que atendem alunos de nível baixo ou muito baixo):

Escola Família Agrícola de Cacula, da Bahia
Escola Família Agrícola da Região de Alagoinhas, da Bahia
Escola Família Agrícola por Alternância Manoel Monteiro de Lago do Junco, do Maranhão
Colégio Super, do Maranhão
Escola Família Agroecológica de Aracuai, de Minas Gerais
Escola Família Agrícola Puris de Araponga, de Minas Gerais
Escola Família Agrícola José Nunes da Mata, da Bahia
Casa Familiar Agroflorestal do Baixo Sul da Bahia, da Bahia
Casa Familiar Rural de Igrapiuna, da Bahia
Escola Familiar Dom Edilberto IV, do Piauí
Fonte - Agência Brasil  05/08/2015

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Avião Solar Impulse 2 chega ao Havaí e bate recorde de voo solo

Tecnologia

Os pilotos do Solar Impulse II Bertrand Piccard (E) e Andre Borschberg comemoram a chegada no aeroporto de Kapolei, Havaí.Pilotado pelo experiente piloto suíço Andre Borschberg, o Solar Impulse 2 demorou cinco dias para percorrer o trajeto histórico de 8.200 km entre o Japão e o Havaí.

AFP - Agence France-Presse - DP
foto - Eugene Tanner/AFP 
O avião ecológico Solar Impulse 2 bateu o recorde de voo solo em sua tentativa de dar a volta ao mundo sem consumir nada além de uma carga, quando aterrissou nesta sexta-feira no Havaí e cumpriu a etapa mais difícil da sua travessia.
Horas antes, o hidróptero de mesmo nome, uma espécie de catamarã voador com três cascos, atracava no mesmo arquipélago americano no Pacífico, dez dias depois de zarpar de Los Angeles.
Pilotado pelo experiente piloto suíço Andre Borschberg, o Solar Impulse 2 demorou cinco dias para percorrer o trajeto histórico de 8.200 km entre o Japão e o Havaí. A aeronave, movida a energia solar, pousou suavemente às 16H00 GMT (13H00 de Brasília) no aeroporto Kalaeloa de Oahu, a principal ilha havaiana.
"Acabamos de aterrissar no Havaí com o @solarimpulse! Para @BertrandPiccard e para mim, é um sonho que virou realidade", tuitou Borschberg, triunfante, após completar a etapa mais perigosa de sua volta ao mundo.
Borschberg e Bertrand Piccard se revezaram na cabine para fazer o voo solo do Solar Impulse durante todo o desafio. A última etapa, entre o Japão e o Havaí, coube a Borschberg e é a oitava das 13 previstas.
Piccard, seu companheiro de aventuras, mostrou entusiasmo com a chegada do avião e do piloto. "É difícil acreditar no que vejo: o Solar Impulse 2 no Havaí! Mas nunca duvidei que @AndreBorschberg conseguisse fazê-lo", escreveu no Twitter.
O avião experimental pousou em solo havaiano pouco depois do amanhecer, em meio a ovações e aplausos da equipe em terra.
Não foi apenas a viagem mais longa - tanto no quesito tempo quanto em distância - de um avião movido por energia solar, mas o aviador também bateu o recorde de voo solo mais longo do mundo.
A viagem deixou o piloto exausto e sua equipe tinha informado na quinta-feira, quando faltavam pouco mais de mil quilômetros para a chegada, que as últimas 24 horas tinham sido "particularmente difíceis".

Recorde fácil
A viagem do Japão ao Havaí levou exatamente quatro dias e 22 horas, durante os quais o piloto tirou cochilos de apenas 20 minutos para manter o controle da aeronave.
Borschberg bateu com vantagem o recorde de voo solo, estabelecido por Steve Fossett ao pilotar por 76 horas e 45 minutos em 2006.
Seu concorrente e colega, Richard Branson, também aviador, tuitou os parabéns a Borschberg antes de seu competidor aterrissar.
"Parabéns, @SolarImpulse, por bater o recorde da @VirginGlobalFlyer de viagem solo, sem escalas e sem abastecer. É um grande passo adiante", destacou.
Borschberg viajou sozinho e dependia totalmente de si próprio em uma cabine não pressurizada de 3,8 metros cúbicos. Nas ocasiões em que viajou em altitudes de mais de 9.000 metros, precisou usar tanques de oxigênio para respirar.
O Solar Impulse 2, que partiu de Abu Dhabi no começo do ano, tem 17.000 células fotovoltaicas nas asas e uma bateria de lítio recarregável que lhe permite voar durante a noite. Sua envergadura é maior que a de um jumbo, mas pesa apenas 2,3 toneladas, quase o mesmo que um carro.
O avião atravessará agora os Estados Unidos e, se tudo sair conforme o previsto, voltará a Abu Dhabi em março do ano que vem. A etapa seguinte será pilotada por Piccard, que percorrerá 4.700 Km do Havaí até Phoenix (Arizona, sudoeste).
Nascido em Zurique e entusiasta do ioga, Borschberg é um aventureiro veterano. Há 15 anos, ele escapou por pouco de uma avalanche e em 2013, esteve envolvido em uma colisão de helicóptero da qual saiu com ferimentos leves.

'Trimarã' também chega ao seu destino, mas sem recorde
Horas antes, o hidróptero Solar Impulse, pilotado pelo francês Alain Thébault, uma espécie de trimarã com asas, chegava à ilha após navegar durante dez dias (mais de 2.215 milhas náuticas, 4.102 km), zarpando de Los Angeles (Califórnia, oeste dos EUA).
Mas não conseguiu bater o recorde de 2005 de Olivier de Kersauson, como o navegador esperava inicialmente.
No entanto, "o hidróptero se tornou o primeiro veleiro voador hidro-asa a cruzar um oceano. O recorde da travessia Transpacífica não foi batido", informou a equipe do hidróptero em um comunicado.
Mas, "apesar das condições claramente desfavoráveis, Alain Thébault e sua tripulação tomaram a decisão de arriscar para não faltar a um encontro histórico" com o avião solar Solar Impulse 2, acrescentou.
"Um encontro de dois monstros da tecnologia, de dois pioneiros neste meio, com uma única mensagem: +Use clean energy+ (usem energia limpa)", destacou o texto.
Com 18,28 metros, o hidróptero navega lentamente, mas quando o vento ganha força, se ergue com suas velas, desfraldadas a 45 graus sobre planos oblíquos. Em 2009, a embarcação bateu um recorde de velocidade à vela, alcançando mais de 80 e 100 nós (entre 150 e 180 km/hora).
Fonte - Diário de Pernambuco  06/07/2015

sábado, 6 de junho de 2015

Petrobras apresenta,programa que reduziu queima de gás em 60% nos últimos 6 anos,em conferência mundial

Energia

O Programa implementado pela empresa de Otimização do Aproveitamento de Gás da Petrobras (POAG), com recorde de aproveitamento de gás de 96,5% alcançado em fevereiro deste ano,em andamento desde 2010 nas unidades de operações da área de Exploração e Produção da região Sul-Sudeste, contribuiu decisivamente para o recorde.

RA

O Brasil é atualmente um dos países que melhor aproveita sua produção de gás natural. Com a expressiva redução da queima de gás em plataformas, a Petrobras atingiu em fevereiro de 2015 a marca histórica de utilização de 96,5% de gás nas atividades de exploração e produção, considerando a produção total nos campos operados pela companhia. O Programa de Otimização do Aproveitamento de Gás da Petrobras (POAG), em andamento desde 2010 nas unidades de operações da área de Exploração e Produção da região Sul-Sudeste, contribuiu decisivamente para o recorde. A iniciativa foi tema da palestra “A redução da queima de gás na Petrobras” (Reduction of Petrobras’ gas flaring), apresentada pelo coordenador do Programa, Vitor Souza Lima, nesta sexta-feira (5/6), na Conferência Mundial de Gás (World Gas Conference – WGC 2015) em Paris, na França.
A estimativa com essa redução na queima é de que até o final de 2015 a Petrobras tenha conseguido evitar a emissão de quase 23 milhões de toneladas de CO2 para a atmosfera. “O objetivo do programa é aumentar o aproveitamento de gás natural nas atividades de Exploração e Produção da Petrobras. Como consequência, temos uma expressiva redução das emissões, além de uma maior oferta de gás ao mercado. Antes do início do POAG, metade das emissões de gases do efeito estufa era oriunda da queima de gás em tocha em nossas atividades de produção. Atualmente este número caiu para um sexto”, explica Vitor Souza Lima, com base em dados da área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde.

Entenda a queima de gás
A queima de gás natural é inerente ao processo de produção na indústria do petróleo e ocorre por uma série de razões: segurança, emergência, anormalidades operacionais, manutenções programadas e no início de operação de novas plataformas (comissionamento).

Sobre a WGC
A Conferência Mundial de Gás (World Gas Conference – WGC) é o maior evento sobre gás natural do planeta. A conferência, que acontece a cada três anos, reúne os principais especialistas no setor de gás. A edição deste ano, de 1o a 5 de junho, em Paris, conta com representantes de 100 países. A Petrobras participa do evento com a apresentação de três trabalhos técnicos e participação em cinco painéis.
Fonte - Revista Amazônia  06/06/2015

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Petróleo, energia e logística puxam crescimento da GE no Brasil

Economia /Transportes sobre trilhos

"Vamos ter um ano recorde de negócios. Tudo indica que teremos um crescimento de dois dígitos neste ano e o dobro em relação a quatro anos atrás [US$ 2,3 bilhões]", afirmou ontem o presidente da companhia na América Latina, Reinaldo Garcia, ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

Valor Econômico
foto - ilustração
A GE prevê um crescimento de dois dígitos no volume de encomendas contratadas no Brasil em 2014, em relação ao ano passado, quando foram registrados US$ 4,2 bilhões em pedidos. O resultado será impulsionado pelo volume de negócios nas áreas de petróleo e gás natural, energia e de logística ferroviária.
"Vamos ter um ano recorde de negócios. Tudo indica que teremos um crescimento de dois dígitos neste ano e o dobro em relação a quatro anos atrás [US$ 2,3 bilhões]", afirmou ontem o presidente da companhia na América Latina, Reinaldo Garcia, ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.
Segundo o executivo, a desaceleração da economia brasileira não vai alterar os planos da empresa para o país. "Nós sempre olhamos no longo prazo. E os fundamentos [econômicos] existem. As áreas de óleo e gás, de geração e distribuição de energia, de ferrovias e de portos ainda terão uma demanda muito grande", disse.
Questionado sobre uma possível redução no volume de negócios da Petrobras, principal contratante do setor de óleo e gás do Brasil, devido à investigação de um suposto esquema de corrupção na estatal, Garcia disse acreditar que esse processo é "temporário". Segundo ele, considerando a necessidade de projetos da Petrobras, a demanda da companhia por bens e serviços é muito elevada.
Devido à demanda aquecida na área de petróleo e gás, a GE decidiu dobrar, para US$ 500 milhões (cerca de R$ 1,2 bilhão), o volume de investimentos previstos no centro de pesquisas global inaugurado ontem, no Rio de Janeiro. Essa é a primeira unidade do tipo da companhia na América Latina.
O centro abrigará no total 400 pessoas. Hoje já trabalham no local 160 funcionários, dos quais 140 são pesquisadores. Entre eles, 90% são brasileiros.
O setor de óleo e gás será o carro-chefe do centro de pesquisas, respondendo por cerca de 50% das atividades. A área de logística e transporte responderá por cerca de 25%. E os 25% restantes serão distribuídos por diversas áreas, como sistemas inteligentes.
Um dos maiores desafios, segundo Garcia, será desenvolver tecnologias que compõem os sistemas de produção de óleo e gás para serem instaladas no fundo do mar. Esses equipamentos hoje são utilizados nas plataformas de produção na superfície.
Fonte - Revista Ferroviária   14/11/2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Produção de veículos supera 300 mil unidades em setembro, diz Anfavea

Economia

Nos nove meses do ano, a produção atingiu 2,38 milhões de unidades, o que representou queda de 16,8% em comparação ao mesmo período de 2013, quando foram produzidos 2,87 milhões de unidades. Quanto ao licenciamento, houve alta de 8,7% em relação a agosto e queda de 4,4% em comparação ao mesmo mês do ano passado, com 296,3 mil unidades.

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustrção
Pela primeira vez no ano, a produção nacional de carros, caminhões e ônibus superou 300 mil unidades no mês. Segundo balanço divulgado hoje (6) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, em setembro, a produção de veículos atingiu 300,8 mil unidades, o que significa alta de 13,7% em comparação a agosto e recuo de 6,7% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Nos nove meses do ano, a produção atingiu 2,38 milhões de unidades, o que representou queda de 16,8% em comparação ao mesmo período de 2013, quando foram produzidos 2,87 milhões de unidades. Quanto ao licenciamento, houve alta de 8,7% em relação a agosto e queda de 4,4% em comparação ao mesmo mês do ano passado, com 296,3 mil unidades.
Para o presidente da associação, Luiz Moan, os resultados demonstram tendência de melhoria no segundo semestre deste ano em relação ao primeiro. “Ainda precisamos esperar o próximo mês, mas o vetor agora aponta para crescimento, tanto é que setembro foi melhor que agosto em produção e licenciamento. As medidas de estímulo ao crédito começaram a surtir efeito ao longo do mês e esperamos que se intensifiquem ainda mais no último trimestre do ano”, disse.
Em setembro, as exportações caíram 15,6% em relação a agosto e 41,2% ante setembro de 2013, com 26,7 mil unidades exportadas.
Fonte - Agência Brasil  06/10/2014 

domingo, 28 de setembro de 2014

Pequenos investidores garantem recorde na venda de títulos públicos por internet

Economia

A venda de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somou R$ 3,39 bilhões em 2014. Segundo dados divulgados na última semana pelo Tesouro Nacional, as vendas de papéis por meio do Programa Tesouro Direto aumentaram 37,4% em relação aos oito primeiros meses do ano passado.

Wellton Máximo 
Repórter da Agência Brasil 

Atraídos pela segurança e pela rentabilidade, cada vez mais investidores têm comprado papéis do governo. A venda de títulos públicos a pessoas físicas pela internet somou R$ 3,39 bilhões em 2014. Segundo dados divulgados na última semana pelo Tesouro Nacional, as vendas de papéis por meio do Programa Tesouro Direto aumentaram 37,4% em relação aos oito primeiros meses do ano passado.
O montante é o maior registrado desde o início do programa, em 2002. A composição das vendas mostra que a maioria dos aplicadores quer se proteger da inflação. No ano, os títulos mais demandados foram os corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), responsáveis por 49,94% das vendas de janeiro a agosto.
Os investimentos de menor valor continuaram a liderar a preferência dos aplicadores. As vendas abaixo de R$ 5 mil concentraram 63,4% das operações no ano. “O Tesouro Direto foi criado justamente para atrair o pequeno investidor, que pode descobrir outros tipos de aplicações no sistema financeiro”, declara Fernando Garrido, coordenador-geral de Operações da Dívida Pública.
O sistema tem atraído principalmente investidores de até R$ 5 mil, que concentraram 63,4% das operaçõesMarcello Casal / Agência Brasil
Em segundo lugar, vieram os papéis prefixados (com juros definidos antecipadamente), que responderam por 29,41% das vendas. Em terceiro, ficaram os títulos vinculados à taxa Selic (juros básicos da economia), com participação de 20,64% no ano.
O número total de investidores cadastrados no programa alcançou 419.037, o que representa aumento de 15,7% nos últimos 12 meses. Somente em agosto, 6.221 participantes aderiram ao Tesouro Direto, o segundo maior volume mensal de ingressos, perdendo somente para julho, quando 6.333 pessoas passaram a fazer parte do programa.
Para Fernando Garrido, as taxas dos títulos públicos e o maior conhecimento da população contribuíram para a disseminação do Tesouro Direto. “Os títulos públicos estão rendendo em torno de 12,3% ao ano. É uma aplicação de retorno garantido. Isso atrai os investidores que buscam segurança”, diz.
A adesão crescente tem ampliado o volume de papéis aplicados por intermédio do programa. Atualmente, o estoque de títulos públicos aplicados no Tesouro Direto está em R$ 13,968 bilhões, alta de 22,63% em relação ao fim do ano passado. Desse total, 64% correspondem a títulos corrigidos pela inflação, 24% a papéis prefixados e 11,5% a títulos vinculados à Selic. Existe um resíduo de 0,6% de títulos atrelados ao dólar, tipo de papel não mais vendido no programa.
O Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 para popularizar esse tipo de aplicação e permitir que pessoas físicas possam adquirir títulos públicos diretamente do Tesouro, via internet, sem intermediação de agentes financeiros. O aplicador só tem que pagar uma taxa à corretora responsável pela custódia dos títulos. Mais informações podem ser obtidas no site doTesouro Direto.
A venda de títulos é uma das formas que o governo tem de captar recursos para pagar dívidas e honrar compromissos. Em troca, o Tesouro Nacional se compromete a devolver o valor com um adicional, que pode variar de acordo com a Selic, índices de inflação, câmbio ou uma taxa definida antecipadamente.
Fonte - Agência Brasil  28/09/2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Gastos de brasileiros no exterior batem recorde para o mês de agosto

Economia

"O Brasil que vai mal" -  Gastos de brasileiros no exterior, em agosto é o maior para o mês desde 1995... em agosto, o maior resultado para o mês registrado pelo Banco Central (BC), na série histórica mensal, iniciada em 1995.

Kelly Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
As despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 2,354 bilhões, em agosto, o maior resultado para o mês registrado pelo Banco Central (BC), na série histórica mensal, iniciada em 1995. Nos oito meses do ano, os gastos no exterior alcançaram US$ 17,254 bilhões, contra US$ 16,610 bilhões em igual período de 2013. Em agosto do ano passado, as despesas totalizaram US$ 2,207 bilhões.
Para o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a renda dos brasileiros é um fator determinante para o aumento dos gastos no exterior. “A massa de salários continua crescendo em termos reais. Isso é um elemento importante nessa avaliação de despesas de viagens internacionais”, disse. Sobre o efeito da alta do dólar, Maciel avalia que demora para aparecer porque os pacotes de viagens internacionais são comprados antecipadamente.
As receitas de estrangeiros no Brasil chegaram a US$ 499 milhões em agosto, contra US$ 517 milhões em igual mês do ano passado. De janeiro a agosto, as receitas chegaram a US$ 4,935 bilhões, contra US$ 4,537 bilhões nos oito primeiros meses de 2013.
Com esses resultados de despesas e receitas, a conta das viagens internacionais foi negativa em US$ 1,855 bilhão, no mês passado, contra US$ 1,690 bilhão em agosto de 2013. De janeiro a agosto, o déficit chegou a US$ 12,319 bilhões, ante US$ 12,073 bilhões em igual período do ano passado.
Hoje (24), o BC revisou a projeção para o déficit na conta de viagens internacionais de US$ 18 bilhões para US$ 18,5 bilhões, este ano.
Fonte - Agência Brasil  24/09/2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Safra de grãos deve atingir recorde de 195,4 milhões de toneladas, estima Conab

Economia

Os dados fazem parte do 12º e último levantamento de grãos da safra atual, divulgado hoje (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Segundo o presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, três aspectos favoreceram o recorde. “O primeiro está relacionado ao crédito tanto para custeio quanto para comercialização.


Pedro Peduzzi 
Repórter da Agência Brasil 
Valter Campanato/Agência Brasil
A produção brasileira de grãos da safra 2013/2014 deve chegar ao recorde de 195,46 milhões de toneladas – aumento de 6,8 milhões de toneladas ou o equivalente a 3,6% sobre a safra anterior, de 188,65 milhões de toneladas. Os dados fazem parte do 12º e último levantamento de grãos da safra atual, divulgado hoje (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Segundo o presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, três aspectos favoreceram o recorde. “O primeiro está relacionado ao crédito tanto para custeio quanto para comercialização. O segundo foi o clima favorável na segunda safra de Mato Grosso. Em terceiro, o incremento cada vez maior da tecnologia no processo produtivo do campo.”
A cultura de soja apresentou incremento de 4,62 milhões de toneladas (5,7%) na produção de 86,12 milhões de toneladas. O trigo teve acréscimo de 2,14 milhões de toneladas (38,7%) na produção, chegando a 7,66 milhões de toneladas. A elevação se deve ao aumento de 21,4% na área plantada.
O feijão, com melhor produtividade, registrou elevação de 637,8 mil toneladas ou o equivalente a 22,7%, totalizando 3,44 milhões de toneladas. Já o milho total (primeira e segunda safras) teve queda de 1,6 milhão de toneladas, o que equivale à perda de 2%, passando de 81,5 milhões para 79,9 milhões de toneladas, como reflexo da diminuição da primeira safra. “A série histórica mostra que a primeira safra do milho tem sido cada vez menor. Mas, na segunda safra, ela tem sido compensada. Acredito que a tendência para a próxima safra seja exatamente essa”, destacou o presidente da Conab.
O fechamento do ciclo ocorrerá em dezembro, com a participação dos produtos de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) e as safras de feijão e milho do Nordeste.
O total de área plantada chega a 56,93 milhões de hectares, o que significa alta de 6,3% em relação aos 53,6 milhões de hectares da safra 2012/2013. A soja teve crescimento de 8,8%, passando de 27,7 milhões para 30,2 milhões de hectares. O trigo apresentou crescimento de 21,4%, subindo de 2,21 milhões de hectares para 2,68 mil hectares. O feijão registrou aumentou de 8,4% e teve a área aumentada de 3,07 milhões para 3,33 milhões de hectares.
O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Seneri Paludo, ressaltou que a perspectiva de recorde se deve à quantidade de recursos disponíveis ao setor. “Foram anunciados R$ 136 bilhões e foram utilizados mais de R$ 156 bilhões tanto para custeio quanto para investimento”, disse. “Se você olhar para todos indicadores econômicos, é a agropecuária que vem sendo o carro-chefe do país”, completou.
A Conab fez a pesquisa do dia 24 a 30 de agosto, levantando informações para a pesquisa em parceria com agrônomos, cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados) e agentes financeiros e revendedores de insumos.
Nesta terça-feira, no Rio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou levantamento para a safra de grãos 2013/2014. Segundo o instituto, a produção nacional deve chegar a 193,6 milhões de toneladas. A diferença entre os dados divulgados pelo IBGE e pela Conab se deve aos períodos avaliados. O instituto analisa a colheita de janeiro a dezembro, enquanto a Conab se baseia no ano-safra, que vai de agosto a julho do ano seguinte.
*Colaborou Kelly Oliveira
Fonte - Agência Brasil  09/09/2014

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Produção de petróleo e gás natural no Brasil é recorde em julho

Economia

Os dados constam do Boletim da Produção da ANP. A produção de petróleo aumentou 1% em julho, em comparação com o mês anterior, e 14,8% ante julho do ano passado. Já a produção de gás natural subiu 1,5% em relação a junho deste ano e 12% contra julho de 2013.

Alana Gandra 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção brasileira total de petróleo e gás natural atingiu o recorde de 2,82 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia em julho, informou hoje (2) a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desse total, foram 2,267 milhões de barris diários de petróleo e 87,9 milhões de metros cúbicos de gás natural.
Os dados constam do Boletim da Produção da ANP. A produção de petróleo aumentou 1% em julho, em comparação com o mês anterior, e 14,8% ante julho do ano passado. Já a produção de gás natural subiu 1,5% em relação a junho deste ano e 12% contra julho de 2013.
O boletim mostra diminuição de 0,1% na produção em 34 poços do pré-sal em julho, na comparação com junho, somando 582,8 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 480,8 mil barris diários de petróleo e 16,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Os poços estão localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Búzios, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá e Trilha e nas áreas de Iara e entorno de Iara, informou a ANP. Na comparação com julho do ano passado, houve aumento. Naquele mês em 2013, a produção média no pré-sal atingiu 358,8 mil barris de óleo equivalente/dia – 296,4 mil barris diários de petróleo e 9,9 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
Segundo a ANP, 90,7% da produção de petróleo e gás natural foram oriundos de campos operados pela Petrobras. Do total, 92,5% do petróleo e 73,5% do gás natural produzidos foram extraídos de campos marítimos. O campo que mais produziu petróleo em julho foi Roncador, na Bacia de Campos, com média de 273,1 mil barris por dia.Na produção de gás, o líder foi o campo de Mexilhão, situado na Bacia de Santos, com média de 6,8 milhões de metros cúbicos/dia.
O boletim informa ainda que o aproveitamento do gás natural em julho alcançou 94,9%. A queima de gás natural foi em torno de 4,5 milhões de metros cúbicos por dia no mês, registrando expansão de 5,6% na comparação com junho. Em relação a julho de 2013, o aumento ficou em 54,4%. De acordo com a ANP, o incremento da queima de gás natural resultou, principalmente, do comissionamento da plataforma P-58, que iniciou operação nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca e Jubarte.
Fonte - Agência Brasil  02/09/2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Pré-sal impulsiona recordes na entrega de gás

Economia

Recentemente, a companhia também atingiu a marca na produção mensal em dois meses consecutivos: 65,4 milhões de m³/dia em maio e 66,4 milhões 

AP
Foto -  Agência Petrobras
A Petrobras bateu recorde na entrega diária de gás natural nacional ao mercado, atingindo a marca de 48,1 milhões de metros cúbicos (m³), no último dia 14 de julho. O volume equivale a 8,6 milhões de metros cúbicos a mais que a média fornecida no primeiro trimestre deste ano (39,5 milhões de m³/dia). Recentemente, a companhia também atingiu a marca na produção mensal em dois meses consecutivos: 65,4 milhões de m³/dia em maio e 66,4 milhões m³/dia em junho. O destaque do mês foi o início do escoamento do gás produzido nas plataformas P-58, na área Norte do Parque das Baleias, no pré-sal da Bacia de Campos; e FPSO Cidade de Paraty, na área de Lula Nordeste, no pré-sal da Bacia de Santos.
O escoamento do gás para as Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs) de Cacimbas (P-58) e Caraguatatuba (Cidade de Paraty) permitiu a elevação não apenas da produção de gás, mas também dos líquidos, como Gás Liquefeito de Petróleo e C5+ (produto que dá origem à nafta, gasolina , entre outros) produzidos nessas UPGNs. O início do escoamento de gás dessas plataformas teve influência direta no novo recorde diário de entrega de gás natural nacional ao mercado.
O nível de aproveitamento do insumo foi dos mais altos já registrados pela empresa. No mês de junho, o índice chegou a 94,5% para fornecimento ao mercado, geração de energia nas plataformas ou ainda para reinjeção nos reservatórios com o objetivo de elevar a produção de petróleo. Se for considerado apenas o aproveitamento de gás do Polo Pré-Sal da Bacia de Santos, o índice chega a 97,7%.
Fonte - Agência Petrobras  28/07/2014

domingo, 27 de julho de 2014

VLI bate recorde de descarregamento no Terminal Integrador Araguari

Economia

A unidade tem uma das maiores estruturas da América Latina para a realização de transbordo, recebimento e armazenagem de grãos e fertilizantes.

Burson-Marsteller 
Corporate Communications

A VLI, empresa especializada em operações logísticas, registrou no último mês o recorde de descarregamento de fertilizantes no Terminal Integrador Araguari, localizado no Triângulo Mineiro. Durante junho, os vagões que saíram do Porto de Tubarão, em Vitória (ES), e seguiram até a unidade transportaram um total de 61.456 toneladas do produto. O marco anterior aconteceu em julho de 2013, quando foram movimentadas 47.622 toneladas da carga.
Para alcançar o novo registro, o número de vagões descarregados chegou a 991 durante o último mês, sendo feito o transbordo dos fertilizantes para 1.642 caminhões. No dia 6 de junho, 103 veículos saíram do terminal carregados com os produtos, outro recorde da unidade.
“Os recordes foram alcançados com o amadurecimento no cumprimento dos processos operacionais. Assim, se tem um acréscimo na oferta de vagões e de carretas, aumento de produtividade, confiabilidade e segurança operacional do terminal e da ferrovia, tornando as atividades estáveis”, explica Leopoldo Gimenes, gerente de operações do Terminal Integrador Araguari.
A unidade tem uma das maiores estruturas da América Latina para a realização de transbordo, recebimento e armazenagem de grãos e fertilizantes. O Terminal Integrador Araguari foi inaugurado em 2012 e tem uma área de 464 mil metros quadrados, equivalente a 65 campos do Maracanã.
Atualmente, por dia, cerca de 600 caminhões descarregam soja e milho na unidade. A carga é levada para o Porto de Tubarão pela ferrovia. Parte dos vagões volta para o Triângulo Mineiro transportando fertilizantes. A infraestrutura do terminal para receber o produto importado é composta por duas moegas cobertas, galpão com capacidade para 44 mil toneladas, duas tulhas rodoviárias com balanças estáticas, além de área destinada à lavagem de vagões, com sistema de recirculação e tratamento de água.
Fonte - STEFZS  27/07/2014

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Copa do Mundo leva a recorde nas receitas de turistas estrangeiros no Brasil

Copa no Brasil

Esses resultados são os maiores da série histórica do BC, iniciada em 1947. O resultado do mês passado foi superior em 76% ao do mesmo período de 2013 (US$ 453 milhões). De acordo com os dados parciais deste mês, até o dia 23, as receitas chegaram a US$ 609 milhões, com crescimento de cerca de 50% em relação a julho de 2013.

Kelly Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
Turistas estrangeiros desembarcam no Terminal 2
do Aeroporto Internacional Galeão/Tom Jobim
 para a Copa do Mundo Tânia Rêgo/Agência Brasil
As receitas de turistas estrangeiros em viagem no Brasil chegaram a US$ 797 milhões, em junho, e a R$ 3,647 bilhões, no primeiro semestre, de acordo com o Banco Central (BC). Esses resultados são os maiores da série histórica do BC, iniciada em 1947. O resultado do mês passado foi superior em 76% ao do mesmo período de 2013 (US$ 453 milhões). De acordo com os dados parciais deste mês, até o dia 23, as receitas chegaram a US$ 609 milhões, com crescimento de cerca de 50% em relação a julho de 2013.
O motivo para o crescimento das receitas foi a Copa do Mundo, realizada no Brasil, entre os dias 12 de junho e 13 de julho.
Já as despesas de brasileiros no exterior chegaram a US$ 2,001 bilhões, em junho, e a US$ 12,486 bilhões, no primeiro semestre, contra US$ 1,908 bilhão e US$ 12,209 bilhões, em iguais períodos de 2013.
Essa conta das viagens internacionais, formada pelas receitas e despesas, ficou negativa US$ 1,204 bilhão, no mês passado, resultado 17% menor do que em junho de 2013. O déficit menor na conta de viagens ajudou a melhorar o resultado das transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços do Brasil com o resto do mundo. Em junho, o déficit em transações correntes ficou em US$ 3,345 bilhões, o menor saldo negativo para o mês, desde 2009 (US$ 575 milhões).
Também contribuiu para o resultado, o superávit comercial (exportações maiores que as importações) de US$ 2,364 bilhões, no mês passado. Outro fator foi o menor envio de lucros e dividendos de empresas no Brasil para o exterior. Em junho, essas remessas chegaram a US$ 1,694 bilhão, contra US$ 2,223 bilhões registrados no mesmo mês de 2013.
Segundo o chefe adjunto do Departamento Econômico do BC, Fernando Rocha, a explicação para a redução nas remessas é o menor lucros das empresas no Brasil por conta da atividade econômica moderada. Há também a influência da taxa de câmbio, que determina em dólares quanto é remetido para o exterior.
Fonte - Agência Brasil   25/07/2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Número de inscritos no Enem chega a 8,7 milhões e supera expectativa do governo

Educação

O balanço final das inscrições no Enem foi divulgado hoje (16) pelo ministro da Educação, Henrique Paim, e pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), José Francisco Soares.Segundo Paim, o número de inscritos é superior às expectativas do governo, que era entre 8 e 8,2 milhões de inscrições.

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

O número de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 cresceu 21,6% em relação ao ano passado e atingiu a marca de 8.721.946 inscritos. O balanço final das inscrições no Enem foi divulgado hoje (16) pelo ministro da Educação, Henrique Paim, e pelo presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), José Francisco Soares.

Segundo Paim, o número de inscritos é superior às expectativas do governo, que era entre 8 e 8,2 milhões de inscrições. “Esse crescimento demonstra exatamente o que viemos falando, que há um despertar da sociedade para a questão educacional em função dos programas federais, que têm crescido”, disse o ministro.
“Triplicamos o número de vagas nas universidades federais, ampliamos a Lei de Cotas, o Prouni [Programa Universidade para Todos] vem mantendo um expressivo número de vagas, o Fies [Programa de Financiamento Estudantil] teve um crescimento muito grande a partir das modificações recentes, são mais de um milhões e seiscentos contratos assinados”, acrescentou Paim.
O presidente do Inpe frisou que houve crescimento “expressivo” no número de inscritos nos últimos dois anos. “[O número de inscritos] mostra um crescimento, especialmente acentuado, em termos proporcionais, nos últimos dois anos. A curva vinha crescendo e, em 2013, passou a subir de uma forma acentuada”, disse Soares.
De acordo com os dados do Inep, do total de inscrições, 58,11% são mulheres e 41,88% homens. Os pagantes somam 26,48% e os isentos são 16,33%, que estudam na rede pública, e 57,17%, isentos com carência comprovada.
A região Sudeste foi a que mais teve candidatos inscritos (35,27%), seguida da Região Nordeste (32,99%), Sul (11,97%), Norte (10,89%) e Centro-Oeste (8,85%). São Paulo, com 1.324.486 inscritos e Minas Gerais, com 979.259, foram os estados com maior número de inscrições no exame.
Do total de inscritos, 57,91% se declararam negros, 37,7% brancos, 2,15% amarelos, 0,62% índios e 1,59% optaram por não declarar.
Fonte - Agência  Brasil  16/06/2014

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Gastos em viagens internacionais são recorde em abril

Economia

Os gastos de brasileiros em viagens internacionais chegaram a US$ 2,344 bilhões em abril, o maior resultado já registrado pelo Banco Central (BC). Em igual mês do ano passado, essas despesas chegaram a US$ 2,096 bilhões.

Kelly Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
Wilson Dias/Agência Brasil
Gastos de brasileiros em viagens internacionais chegaram a US$ 2,344 bilhões em abril
Os gastos de brasileiros em viagens internacionais chegaram a US$ 2,344 bilhões em abril, o maior resultado já registrado pelo Banco Central (BC). Em igual mês do ano passado, essas despesas chegaram a US$ 2,096 bilhões. De janeiro a abril, os gastos também foram recorde ao somar US$ 8,218 bilhões, contra US$ 8,080 bilhões em igual período de 2013.
As receitas deixadas por estrangeiros em viagem no Brasil chegaram a US$ 547 milhões, no mês passado, contra US$ 585 milhões em igual mês do ano passado. Nos quatro meses do ano, as receitas somaram US$ 2,318 bilhões, ante US$ 2,505 bilhões de janeiro a abril de 2013.
Com esses dados dos gastos e as receitas, a conta de viagens internacionais fechou negativa em US$ 1,797 bilhão, em abril, e em US$ 5,9 bilhões, no primeiro quadrimestre.
Esses dados das viagens internacionais fazem parte da conta de serviços – registro de receitas e despesas do Brasil com o resto do mundo em viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros. Em abril, o saldo dessa conta ficou negativo em US$ 4,364 bilhões e, no quatro meses do ano, o déficit chegou a US$ 14,801 bilhões.
Os serviços fazem parte de uma conta ainda maior: a de transações correntes – saldo das compras e vendas de mercadorias e serviços entre o Brasil e o mundo. As transações correntes, além dos serviços, incluem a conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), a balança comercial (saldo de exportações menos importações) e as transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens).
Em abril, o saldo das transações correntes ficou negativo em US$ 8,291 bilhões, contra US$ 8,235 bilhões de igual mês de 2013. De janeiro ao mês passado, o déficit chegou a US$ 33,476 bilhões, ante US$ 32,939 bilhões nos quatro primeiros meses de 2013. Além do déficit na conta de serviços, esse resultado foi influenciado pelo déficit comercial de US$ 5,566 bilhões e o resultado negativo da conta de rendas em US$ 13,617 bilhões, nos quatro meses do ano. As entradas líquidas (descontadas as saídas) das transferências unilaterais correntes chegaram a US$ 509 milhões, no primeiro quadrimestre.
Quando o país tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da renda do país, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior.
O investimento estrangeiro direto (IED), que vai para o setor produtivo da economia, é considerado a melhor forma de financiar por ser de longo prazo. Em abril, o IED chegou a US$ 5,233 bilhões e em quatro meses a US$ 19,404 bilhões.
Há ainda outras formas de financiamento, como os empréstimos e os investimentos estrangeiros em ações e em títulos de renda fixa.
Em abril, os investimentos em carteira (ações e títulos de renda fixa) chegaram a US$ 3,474 bilhões e acumularam US$ 14,952 bilhões, de janeiro ao mês passado.
Fonte - Agência Brasil  23/05/2013

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Produção diária no pré-sal bate recorde com 428 mil barris

Economia

Segundo a estatal, o número foi alcançado devido ao aumento da produção da plataforma P-58, que entrou em operação no 17 de março no Parque das Baleias, na Bacia de Campos.

Akemi Nitahara 
Repórter da Agência Brasil 
foto-ilustração
A produção de petróleo na Província Pré-Sal, nas bacias de Santos e Campos, chegou a 428 mil barris por dia (bpd). A marca foi atingida nessa terça-feira (15) e configura um novo recorde de produção diária. A informação foi divulgada hoje (17) pela Petrobras.
Segundo a estatal, o número foi alcançado devido ao aumento da produção da plataforma P-58, que entrou em operação no 17 de março no Parque das Baleias, na Bacia de Campos. A produção da P-58 está em cerca de 50 mil bpd em três poços. A Petrobras detém 100% dos direitos na área.
A produção no pré-sal inclui 24 poços, sendo 15 na Bacia de Campos e nove na Bacia de Santos. Até o fim do ano, mais 15 poços entrarão em operação no pré-sal, 11 na Bacia de Santos e quatro na Bacia de Campos.
Fonte - Agência Brasil  17/04/2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Aumento da produção de petróleo eleva em 12% arrecadação de royalties

Economia

Operação de novas plataformas da Petrobras e recordes de produção no pré-sal manterão crescimento - A Petrobras concluiu em 2013, pela primeira vez em sua história, nove plataformas em um ano. Algumas dessas unidades já começaram a operar e colaboraram para o aumento da produção petróleo e gás natural totalizando, em fevereiro, 2 milhões e 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,7% acima do volume produzido em janeiro de 2014

JB
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Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a arrecadação em royalties pela União, estados e municípios foi de R$ 4,657 bilhões no primeiro trimestre de 2014, crescimento de 11,9% comparado com o último trimestre, devido ao aumento da produção de petróleo no Brasil.
A Petrobras concluiu em 2013, pela primeira vez em sua história, nove plataformas em um ano. Algumas dessas unidades já começaram a operar e colaboraram para o aumento da produção petróleo e gás natural totalizando, em fevereiro, 2 milhões e 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,7% acima do volume produzido em janeiro de 2014. A meta da Petrobras para 2014 é o aumento de 7,5% da produção. Ao longo do ano, mais duas plataformas serão concluídas e entrarão em operação - Cidade de Ilhabela e Cidade de Mangaratiba, ambas destinadas aos campos do pré-sal.
"Importante ressaltar que o pré-sal têm alcançado sucessivos recordes de produção. Em março, a média mensal atingiu recorde de 387 mil barris de petróleo por dia. Também no pré-sal, está localizado o maior poço produtor do Brasil, com produção diária de aproximadamente 36 mil barris de petróleo. O poço SPS-77 está ligado ao FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá, e foi o primeiro poço a ser interligado a uma boia de sustentação de riser (BSR)", ressalta a Petrobras em nota.
De acordo com o Plano de Negócios e Gestão da Petrobras, em 2020 cerca de 50% da produção da companhia virá do pré-sal, o que acarretará maior arrecadação em royalties que serão destinados à saúde e educação, de acordo com a lei de distribuição de royalties dos campos do pré-sal, aprovada no ano passado.
Fonte - Jornal do Brasil  09/04/2014