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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Produção agrícola cresce 8,1% em 2014

Economia

As principais culturas responsáveis pelo aumento foram a soja, com acréscimo de 22,4% no valor de produção comparado a 2013, o café arábica (22,6%) e o algodão herbáceo (17,4%).Também apresentaram aumento de produção a mandioca (1,8 milhão de toneladas), o algodão herbáceo (820 mil) e o trigo (523,4 mil), entre outros produtos.

Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil
arquivo/Agência Brasil
O valor da produção agrícola brasileira chegou a R$ 251,2 bilhões em 2014, 8,1% a mais do que em 2013, informa o boletim Produção Agrícola Municipal (PAM) de Culturas Temporárias e Permanentes 2014, divulgado hoje (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais culturas responsáveis pelo aumento foram a soja, com acréscimo de 22,4% no valor de produção comparado a 2013, o café arábica (22,6%) e o algodão herbáceo (17,4%).
A soja teve recorde de 86,8 milhões de toneladas em 2014, 5 milhões a mais do que no ano anterior, com crescimento da produção nacional de 6,2% e rendimento médio de 2.866 quilos por hectare (kg/ha), 2,1% menor que o da safra anterior. Também apresentaram aumento de produção a mandioca (1,8 milhão de toneladas), o algodão herbáceo (820 mil) e o trigo (523,4 mil), entre outros produtos.
Foram cultivados 76,2 milhões de hectares no país, 3,8 milhões a mais que em 2013, reflexo da expansão da soja, que teve aumento de área cultivada de 2,4 milhões de hectares. De acordo com a pesquisa, os bons resultados da soja devem-se aos bons preços praticados no mercado.
Segundo o IBGE, das 64 culturas analisadas, 25 tiveram redução da produção, comparadas a 2013, com destaque para a cana-de-açúcar, mais presente em São Paulo (54,4%), devido à estiagem em 2014. Essa queda causou redução de 4% na produção nacional, menos 31 milhões de toneladas.
Três culturas concentraram 62,7% do valor total da produção, sendo a soja a de maior participação (33,6%), seguida da cana-de-açúcar (16,8%) e do milho em grão (10,3%). As lavouras temporárias tiveram participação de 83,2% na produção agrícola de 2014 e as permanentes, de 16,8%. A Região Sudeste tem maior participação nas culturas permanentes (9,7%), e a Região Sul detém 26,3% das culturas temporárias.
O valor total da produção das 22 espécies de frutas investigadas cresceu 9,3% em relação a 2013, totalizando R$ 25,4 bilhões. A banana, com participação de 21,8% no total das frutas, e a laranja, com 21,7%, foram as espécies com maior valor da produção nacional. Petrolina (PE) continua em primeiro lugar no valor da produção de frutas, com R$ 470,3 milhões, apesar da redução de 48,8% em relação a 2013, devido à queda do preço médio da uva, sua principal cultura. O município conta também com produções de manga, goiaba, banana e coco-da-Bahia.
O Sul respondeu por 28,5% do valor total da produção agrícola do ano passado, com valor de R$ 71,5 bilhões), seguido do Sudeste (27,5% e R$ 69,2 bilhões), Centro-Oeste (25,5% e R$ 64,2 bilhões), Nordeste (13,3% e R$ 33,3 bilhões) e do Norte (5,2% e R$ 13 bilhões). Em comparação com 2013, houve aumento de 19,5% na Região Nordeste, 11,7% na Região Norte, 12,4% no Centro-Oeste, 4,2% no Sul e 3,1% no Sudeste.
O estudo mostra também que São Paulo continua sendo o estado que mantém o maior valor da produção, mas perdeu participação entre 2013 e 2014 (de 16% do total, para 14,8%), devido principalmente às altas temperaturas e baixas precipitações, com destaque para a cana-de-açúcar. A produção de São Paulo alcançou valor de R$37,2 bilhões.
Na segunda posição, Mato Grosso representou 13,5% do total do valor da produção agrícola brasileira, seguido do Paraná (12,9%), Rio Grande do Sul (12,2%) e de Minas Gerais (10,3%).
Entre os 50 municípios com maiores valores de produção agrícola, a soja era o principal produto em 41 no ano passado. Em Sorriso (MT), a participação da soja atingiu 74,9% de toda a produção agrícola da cidade. O município de São Desidério, na Bahia, lidera o ranking nacional do valor da produção de 2014, cujo principal produto é o algodão herbáceo (53,4%).
No ano passado, foi registrada safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas (grãos), totalizando 194,6 milhões de toneladas e superando em 3,5% a obtida em 2013 (188,1 milhões de toneladas). O valor da produção atingiu o mais alto patamar: R$ 136,7 bilhões. A área plantada foi 57,4 milhões de hectares (6,9% maior) e a área colhida foi 56,7 milhões de hectares (7,5% maior).
Fonte - Agência  Brasil  05/11/2015

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Edifício símbolo de Londres The Gherkin (Pepino), foi comprado por grupo brasileiro

Economia

O arranha-céu tem 47 mil m² e 40 andares. Ele oferece uma visão panorâmica de Londres e é considerado o sexto mais alto da área metropolitana da cidade Com 180 m de altura, o edifício de escritórios se parece a um “pepino de vidro”, com visão de todo o centro financeiro da capital inglesa

R7
R7/Foto -AP
Um dos prédios mais emblemáticos de Londres, o The Gherkin, foi comprado pelo grupo brasileiro Safra por cerca R$ 3 bilhões (700 milhões de libras), informou o jornal Financial Times nesta segunda-feira (10).
Segundo comunicado divulgado pela empresa, "a aquisição é consistente com nossa estratégia imobiliária de investir em propriedades que são verdadeiramente especiais — nas melhores localidades das grandes cidades". O presidente do grupo, Joseph Safra, afirmou que a empresa fará "um prédio ainda melhor e mais desejado" pelos empresários do mundo inteiro. O Safra estava entre as 200 empresas que fizeram propostas pelo "Pepino" — que foi colocado à venda em julho deste ano por cerca de R$ 2,6 bilhões.A venda ocorreu por problemas administrativos dos donos. A alemã IVG Immobilien, que administrava o local, entrou em processo de solvência.Já a sócia da empresa alemã, Evans Randall, tentou ampliar sua participação no imóvel, mas mão chegou a um acordo. Em 2007, as duas empresas compraram o prédio da Swiss Re por 6
R7/Foto-AP

Atualmente, 20 empresas mantêm escritórios no local, como as seguradoras Swiss Re e Schweizer Rck. O Gherkin foi desenhado pelo famoso arquiteto inglês Norman Foster, em 2004. O edifício também foi palco de uma série de filmes, como Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009), além de Match Point (2005)
Fonte - R7.com Notícias  11/11/2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Safra de grãos deve atingir recorde de 195,4 milhões de toneladas, estima Conab

Economia

Os dados fazem parte do 12º e último levantamento de grãos da safra atual, divulgado hoje (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Segundo o presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, três aspectos favoreceram o recorde. “O primeiro está relacionado ao crédito tanto para custeio quanto para comercialização.


Pedro Peduzzi 
Repórter da Agência Brasil 
Valter Campanato/Agência Brasil
A produção brasileira de grãos da safra 2013/2014 deve chegar ao recorde de 195,46 milhões de toneladas – aumento de 6,8 milhões de toneladas ou o equivalente a 3,6% sobre a safra anterior, de 188,65 milhões de toneladas. Os dados fazem parte do 12º e último levantamento de grãos da safra atual, divulgado hoje (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Segundo o presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, três aspectos favoreceram o recorde. “O primeiro está relacionado ao crédito tanto para custeio quanto para comercialização. O segundo foi o clima favorável na segunda safra de Mato Grosso. Em terceiro, o incremento cada vez maior da tecnologia no processo produtivo do campo.”
A cultura de soja apresentou incremento de 4,62 milhões de toneladas (5,7%) na produção de 86,12 milhões de toneladas. O trigo teve acréscimo de 2,14 milhões de toneladas (38,7%) na produção, chegando a 7,66 milhões de toneladas. A elevação se deve ao aumento de 21,4% na área plantada.
O feijão, com melhor produtividade, registrou elevação de 637,8 mil toneladas ou o equivalente a 22,7%, totalizando 3,44 milhões de toneladas. Já o milho total (primeira e segunda safras) teve queda de 1,6 milhão de toneladas, o que equivale à perda de 2%, passando de 81,5 milhões para 79,9 milhões de toneladas, como reflexo da diminuição da primeira safra. “A série histórica mostra que a primeira safra do milho tem sido cada vez menor. Mas, na segunda safra, ela tem sido compensada. Acredito que a tendência para a próxima safra seja exatamente essa”, destacou o presidente da Conab.
O fechamento do ciclo ocorrerá em dezembro, com a participação dos produtos de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) e as safras de feijão e milho do Nordeste.
O total de área plantada chega a 56,93 milhões de hectares, o que significa alta de 6,3% em relação aos 53,6 milhões de hectares da safra 2012/2013. A soja teve crescimento de 8,8%, passando de 27,7 milhões para 30,2 milhões de hectares. O trigo apresentou crescimento de 21,4%, subindo de 2,21 milhões de hectares para 2,68 mil hectares. O feijão registrou aumentou de 8,4% e teve a área aumentada de 3,07 milhões para 3,33 milhões de hectares.
O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Seneri Paludo, ressaltou que a perspectiva de recorde se deve à quantidade de recursos disponíveis ao setor. “Foram anunciados R$ 136 bilhões e foram utilizados mais de R$ 156 bilhões tanto para custeio quanto para investimento”, disse. “Se você olhar para todos indicadores econômicos, é a agropecuária que vem sendo o carro-chefe do país”, completou.
A Conab fez a pesquisa do dia 24 a 30 de agosto, levantando informações para a pesquisa em parceria com agrônomos, cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados) e agentes financeiros e revendedores de insumos.
Nesta terça-feira, no Rio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou levantamento para a safra de grãos 2013/2014. Segundo o instituto, a produção nacional deve chegar a 193,6 milhões de toneladas. A diferença entre os dados divulgados pelo IBGE e pela Conab se deve aos períodos avaliados. O instituto analisa a colheita de janeiro a dezembro, enquanto a Conab se baseia no ano-safra, que vai de agosto a julho do ano seguinte.
*Colaborou Kelly Oliveira
Fonte - Agência Brasil  09/09/2014

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Escassez de vagões para transporte da safra dos EUA torna armazenagem crítica

Internacional

Os produtores, que já enfrentaram dificuldades com a restrita oferta de vagões para entrega de fertilizantes na primavera, precisão colocar parte de suas grandes safras de milho e soja em armazéns devido à contínua competição com o petróleo por espaço nas ferrovias das planícies ao norte dos EUA, disse o presidente-executivo da CHS, Carl Casale, em entrevista.

Reuters
foto - ilustração
A rede de transporte dos Estados Unidos é inadequada para lidar com grandes safras como a esperada para esta temporada, criando um papel crítico para as operações de estocagem, disse o presidente da importante cooperativa agrícola CHS.
Os produtores, que já enfrentaram dificuldades com a restrita oferta de vagões para entrega de fertilizantes na primavera, precisão colocar parte de suas grandes safras de milho e soja em armazéns devido à contínua competição com o petróleo por espaço nas ferrovias das planícies ao norte dos EUA, disse o presidente-executivo da CHS, Carl Casale, em entrevista.
A habilidade para transportar grãos será fundamental para as companhias do setor, como a CHS, de Minnesota, Archer Daniels Midland e Bunge, porque elas assinaram acordos para entregar as safras em pontos específicos e em determinadas épocas. Isso deve ser ainda mais desafiador neste ano por causa das safras gigantes que aumentarão a demanda por vagões e barcaças.
"Não há atualmente capacidade para transportar esta safra para o mercado à medida que ela chega", disse Casale.
O comentário vai alimentar preocupações de que os produtores poderão enfrentar dificuldades para entregar as safras a seus clientes, depois que o Departamento de Agricultura norte-americano (USDA), em relatório mensal na terça-feira, projetou a colheita de milho em recorde de 14,032 bilhões de bushels e uma safra de soja também em recorde de 3,82 bilhões de bushels.
Muitos analistas esperam que o governo aumente as estimativas de produção nos próximos meses devido ao clima favorável.
"No curto prazo, a estocagem será o apoio que, basicamente, permitirá a entrada desta safra", disse Casale. "O gerenciamento da cadeia física de oferta é onde o valor será criado em grãos, porque isso é o que a indústria realmente, mas realmente precisa agora."
O tráfego comercial no rio Mississippi, a principal rota fluvial para transportar grãos das fazendas do Meio-Oeste para os pontos de exportação no Golfo do México, já enfrentou problemas neste verão com o fechamento de um trecho em Minnesota para dragagem emergencial após inundações.
Em resposta aos desafios nas ferrovias e no rio, tradings de grãos estão aumentando a dependência por caminhões para escoar grãos, disse Casale.
O raio em que os caminhões são rentáveis para transportar grãos aumentou porque "tudo está ou indisponível ou ficou muito mais caro", disse.
Além dos problemas de transporte, a queda nos preços de grãos está levando os produtores a fazerem planos para estocar a safra. Os preços do milho caíram 13 por cento este ano e 24 por cento ante um ano atrás, para cerca de 3,65 dólares por bushel na bolsa de Chicago (CBOT).
Fonte - ABIFER 18/08/2014

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Conab prevê safra recorde de grãos este ano, de 186 milhões de toneladas


Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, a estimativa de produção é recorde e apresenta crescimento de 12,1% em relação ao período anterior. É o 11º levantamento da companhia, feito entre os dias 22 e 26 de julho. O aumento é devido, principalmente, às culturas de soja e milho da segunda safra


Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A safra nacional de grãos no período 2012/2013 deve chegar a 186,15 milhões de toneladas. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa de produção é recorde e apresenta crescimento de 12,1% em relação ao período anterior. Esse é o 11º levantamento da companhia, feito entre os dias 22 e 26 de julho.
De acordo com a Conab, o aumento é devido, principalmente, às culturas de soja e milho da segunda safra, com crescimento das áreas cultivadas de 10,7% e 17,6%, respectivamente. A produção de soja aumentou 22,7% (81,46 milhões de toneladas) e a de milho (45,14 milhões de toneladas), 15,4%.
O total de área cultivada é 53,27 milhões de hectares. A cultura de soja ocupa a maior área, com 27,72 milhões de hectares.
A Conab também informou que o estado de São Paulo, responsável por 70% da safra nacional de laranja, terá produção comercial para o ano, na safra 2013/2014, estimada em 296,8 milhões de caixas de 40,8 quilos, sendo que 14,7 milhões de caixas poderão ser de perdas ou de pouca expressão econômica.
As indústrias processadoras de suco vão absorver 252,7 milhões de caixas (85% do total produzido) e as caixas restantes serão destinadas ao mercado in natura. A área plantada é 498,5 mil hectares.
No Triângulo Mineiro a produção estimada é 10,9 milhões de caixas, com perdas previstas em 232,8 mil caixas. São 22,7 mil hectares de área total plantada.
Ainda segundo a Conab, a produção de cana-de-açúcar da safra 2013/2014 deve chegar a 652 milhões de toneladas, com aumento de 10,7% sobre as 588,92 milhões de toneladas do período anterior.
Fonte - Agência Brasil  08/08/2013

terça-feira, 9 de julho de 2013

Safra deve chegar a 185,7 milhões de toneladas, prevê IBGE


A produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2013 será 14,7% maior do que a registrada em 2012 (161,9 milhões). O dado é 0,1% menor do que o previsto em maio. Haverá aumento nas três principais lavouras brasileiras – soja, milho e arroz


Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A estimativa de junho da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas prevê uma produção de 185,7 milhões de toneladas para este ano. Caso se confirme a previsão, a produção de 2013 será 14,7% maior do que a registrada em 2012 (161,9 milhões de toneladas). O dado é 0,1% menor do que o previsto em maio.
Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Segundo a estimativa de junho, haverá aumento nas três principais lavouras brasileiras: soja (23,8%), milho (9,7%) e arroz (3,1%).
Dezesseis dos 26 produtos analisados pelo IBGE deverão ter aumento na produção este ano. Além das três grandes lavouras, deverão aumentar a safra produtos como a cana-de-açúcar (10,3%), feijão em grão segunda safra (13,7%), feijão em grão terceira safra (3,3%) e trigo em grão (26,9%).

Entre os dez produtos que deverão ter queda na safra aparecem algodão herbáceo em caroço (-31,8%), café em grão arábica (-4,9%), café em grão canephora (-13,2%), cebola (-9,2%), feijão em grão primeira safra (-2,7%), laranja (-4,6%) e mandioca (-8,4%).
Entre as regiões do país, os principais aumentos em relação a 2012 serão observados no Sul (33%) e Centro-Oeste (7,2%). Também são esperados crescimentos nas regiões Nordeste (2,4%) e Sudeste (1,9%). Apenas a Região Norte deverá apresentar queda, de 2,6%.
A área colhida deverá ser 7,8% maior do que em 2012. A estimativa de junho é 0,6% menor do que a feita em maio. Devem fechar o ano com aumento nas áreas colhidas a soja (11,1%) e o milho (7,2%). O arroz registra redução de 0,4%, em relação a 2012.
Fonte - Agência Brasil  09/07/2013