UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Entradas de dólares são maiores que saídas em US$ 2 bi em setembro

Economia

Em setembro, Banco Central registra entrada de dólar maior que saída do Brasil - Nos três primeiros dias de outubro, o saldo foi positivo em US$ 505 milhões. Assim, de janeiro a 3 de outubro, as entradas de dólares no país superam as saídas em US$ 1,848 bilhão.

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Arquivo/Agência Brasil
O saldo da entrada e saída de dólares do país fechou setembro positivo em US$ 2,044 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (8). Nos três primeiros dias de outubro, o saldo foi positivo em US$ 505 milhões. Assim, de janeiro a 3 de outubro, as entradas de dólares no país superam as saídas em US$ 1,848 bilhão.
No mês passado, o fluxo comercial - operações de câmbio relacionadas a exportações e importações - registrou saldo positivo em US$ 1,021 bilhão. Já o financeiro - investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações - registrou saldo positivo de US$ 1,022 bilhão.
De janeiro até 3 outubro, o fluxo comercial foi positivo em US$ 3,711 bilhões e o financeiro, negativo em US$ 1,863 bilhão.
Fonte - Agência Brasil  08/10/2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Contratação em empresas foi 3,7% maior em 2012

Economia

O número é 3,7% superior ao observado em 2011, quando os estabelecimentos empregaram 32,7 milhões de pessoas. O dado é da pesquisa Demografia das Empresas – 2012, divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
As empresas brasileiras empregaram 33,9 milhões de pessoas assalariadas em 2012. O número é 3,7% superior ao observado em 2011, quando os estabelecimentos empregaram 32,7 milhões de pessoas. O dado é da pesquisa Demografia das Empresas – 2012, divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Essa é, no entanto, a menor taxa de crescimento registrada pela pesquisa desde 2009, ano do segundo levantamento feito pelo IBGE. A Demografia das Empresas começou em 2008 e, portanto, só foi possível fazer comparações no ano seguinte. Os crescimentos anteriores tinham sido 6,1% em 2011, 9,1% em 2010 e 4,7% em 2009.
O crescimento dos postos de trabalho assalariados em 2012 foi conseguido pelos 3,7 milhões de empresas chamadas de sobreviventes, ou seja, que já existiam em 2011. Nesses empreendimentos, os postos de trabalho passaram de 31,7 milhões em 2011 para 33 milhões em 2012.
As 799,4 mil empresas que deixaram de existir levaram consigo 453,1 mil postos de trabalho, mais do que em 2011 (quando 864 mil empresas acabaram, junto com 410,4 mil postos assalariados).
As empresas novas empregaram menos pessoal assalariado do que em 2011. As 860 mil novas empresas de 2012 criaram 950,5 mil postos de trabalho, enquanto em 2011, os 871,8 mil novos empreendimentos trouxeram consigo 980,1 mil pessoas ocupadas assalariadas.
Analisando-se os setores da economia, as empresas dos segmentos da indústria da transformação e do comércio empregavam 17,1 milhões de trabalhadores assalariados em 2012, o que representa cerca da metade da força de trabalho de 33,9 milhões do país.
De acordo com o levantamento, o setor de comércio e reparação de veículos automotores empregava 8,8 milhões de pessoas, enquanto a indústria da transformação respondia por 8,3 milhões de postos de trabalho.
Outros setores importantes são atividades administrativas e serviços complementares (3,7 milhões), construção (3 milhões), transporte, armazenagem e correio (2,4 milhões) e alojamento e alimentação (1,7 milhão).
Fonte - Agência Brasil  24/09/2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Brasil tem produção recorde de pneus em 2013

Economia

André Magnabosco 
Agência Estado
foto - pregopontocom

O maior volume de veículos produzidos no Brasil ao longo do ano passado, principalmente caminhões e máquinas, contribuiu para que a produção de pneus alcançasse um novo recorde em 2013. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), a indústria brasileira produziu 68,8 milhões de pneus, um aumento de 9,8% ante 2012. O antigo recorde, de 2010, era de 67,3 milhões de unidades produzidas no Brasil.
O resultado foi impulsionado principalmente pelo segmento de pneus para veículos de uso industrial, como guindastes e empilhadeiras, com expansão de 53,9% sobre 2012 e um total de 2,07 milhões de unidades produzidas. No segmento de pneus para camionetas, a alta foi de 20,7%, para 9,9 milhões de unidades, enquanto no de veículos de carga o incremento foi de 15,2%, para 8,23 milhões de unidades. O segmento de pneus para veículos de passeio, o principal destino da produção nacional, registrou expansão de 6% para um total de 32,46 milhões de pneus produzidos em 2013.
Os números positivos de produção contrastam com a situação da balança comercial do setor. Segundo a ANIP, as importações cresceram 7,33% em relação a 2012 e totalizaram 44,9 milhões de unidades, incluindo peças para veículos de duas rodas. As exportações, por outro lado, encolheram 7,36% para um total de 13,6 milhões de pneus. Em valores, as exportações caíram 12%, para US$ 1,286 bilhão, contra uma alta de 7,20% das importações, a um total de US$ 1,641 bilhão.
"Com a queda das exportações e o aumento das importações, a balança comercial do setor ficou negativa em US$ 355,5 milhões, um novo recorde no déficit, dando continuidade à inversão que ocorreu em 2010, quando o setor deixou de ser superavitário após anos de saldo positivo", destacou em nota o presidente-executivo da ANIP, Alberto Mayer. O déficit de 2013 apresentou uma expansão de 405% em relação ao ano anterior.
A participação de pneus importados no consumo aparente se manteve na faixa de 39% em 2013, com a China representando mais de 50% das importações. "Esses números mostram que se conseguirmos aumentar a competitividade dos pneus nacionais, hoje muito onerada pelo custo Brasil, podemos ampliar a produção local e ter mais duas ou três fábricas no País", disse Mayer.
O setor, que deve investir mais de R$ 10 bilhões entre 2007 e 2015, reúne 11 fabricantes, incluindo a Sumitomo, que inaugurou sua unidade industrial no Paraná em outubro do ano passado.
Fonte - A Tarde  28/01/2014

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Campo de Franco pode superar o de Libra, diz diretora da ANP

Economia

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, estimou hoje (13), que a reserva de petróleo de Franco, situada na área do pré-sal da Bacia de Santos, pode ser igual ou mesmo superar a do Campo de Libra, cujo leilão, o primeiro do pré-sal pelo regime de partilha, foi realizado no último dia 21 de outubro.
“O [Campo de] Lula, o Franco, o Libra são coisas muito grandes”, disse Magda. Segundo a diretora, as reservas do Campo de Franco podem chegar a volumes de petróleo estimados entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. Ela acredita que, nos próximos anos, há possibilidade de o país ter disponibilizados mais de 120 milhões de metros cúbicos de gás diários para o sistema interligado, incluindo os campos de Lula, Franco e Libra. Atualmente, estão disponíveis 65 milhões de metros cúbicos/dia.
O Campo de Franco integra o contrato de cessão onerosa de áreas do pré-sal, assinado em setembro de 2010 pelo governo federal com a Petrobras. Pelo direito de explorar e produzir petróleo e gás natural nessas sete áreas, sendo seis definitivas (Florim, Franco, Sul de Guará, Entorno de Iara, Sul de Tupi, Nordeste de Tupi) e uma contingente (Peroba), a Petrobras pagou à União R$ 74,8 bilhões.
Magda participou de seminário sobre a indústria petroquímica, promovido pelo governo fluminense, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedeis), na sede da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ).
Fonte - Agencia Brasil  13/11/2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Economia brasileira cresce mais que norte-americana

Economia

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Economia brasileira cresce 1,5% no segundo trimestre, aponta IBGE
EBC
Rio de Janeiro – O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. A taxa é superior à observada em países como os Estados Unidos (0,6%), Reino Unido (0,6%), Alemanha (0,7%) e França (0,5%).
O crescimento brasileiro também foi superior ao de Portugal (1,1%), da Coreia do Sul (1,1%), do Japão (0,6%) e da União Europeia (0,3%). Países como a Espanha (-0,1%), Itália (-0,2%), Holanda (-0,2%) e México (-0,7%) tiveram queda no PIB no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior.
Já na comparação com os países que formam o Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, o crescimento brasileiro de 3,3% do segundo trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado foi maior do que o observado na África do Sul (1,2%) e na Rússia (2%). A China teve crescimento de 7,5% e a Índia, de 4,4%.
Fonte - Agência Brasil 30/08/2013

terça-feira, 9 de julho de 2013

Safra deve chegar a 185,7 milhões de toneladas, prevê IBGE


A produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2013 será 14,7% maior do que a registrada em 2012 (161,9 milhões). O dado é 0,1% menor do que o previsto em maio. Haverá aumento nas três principais lavouras brasileiras – soja, milho e arroz


Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A estimativa de junho da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas prevê uma produção de 185,7 milhões de toneladas para este ano. Caso se confirme a previsão, a produção de 2013 será 14,7% maior do que a registrada em 2012 (161,9 milhões de toneladas). O dado é 0,1% menor do que o previsto em maio.
Os dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Segundo a estimativa de junho, haverá aumento nas três principais lavouras brasileiras: soja (23,8%), milho (9,7%) e arroz (3,1%).
Dezesseis dos 26 produtos analisados pelo IBGE deverão ter aumento na produção este ano. Além das três grandes lavouras, deverão aumentar a safra produtos como a cana-de-açúcar (10,3%), feijão em grão segunda safra (13,7%), feijão em grão terceira safra (3,3%) e trigo em grão (26,9%).

Entre os dez produtos que deverão ter queda na safra aparecem algodão herbáceo em caroço (-31,8%), café em grão arábica (-4,9%), café em grão canephora (-13,2%), cebola (-9,2%), feijão em grão primeira safra (-2,7%), laranja (-4,6%) e mandioca (-8,4%).
Entre as regiões do país, os principais aumentos em relação a 2012 serão observados no Sul (33%) e Centro-Oeste (7,2%). Também são esperados crescimentos nas regiões Nordeste (2,4%) e Sudeste (1,9%). Apenas a Região Norte deverá apresentar queda, de 2,6%.
A área colhida deverá ser 7,8% maior do que em 2012. A estimativa de junho é 0,6% menor do que a feita em maio. Devem fechar o ano com aumento nas áreas colhidas a soja (11,1%) e o milho (7,2%). O arroz registra redução de 0,4%, em relação a 2012.
Fonte - Agência Brasil  09/07/2013