UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador dólar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dólar. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Rússia, Índia e China abandonam o dólar

Política/Internacional  $

Impérios contra-atacam - A Índia anunciou que pagará o fornecimento de sistemas antimísseis russos S-400 em rublos, enquanto a China pretende até o final desse ano fazer acordos bilaterais em moedas nacionais, afirmaram políticos russos.O maior benefício das transações em moedas nacionais é a ausência de flutuações cambiais.

Sputnik
foto - ilustração/arquivo
O contrato de entrega dos sistemas russos S-400 a Nova Deli foi fechado no dia 5 de outubro e estimado em US$ 5 bilhões (R$ 18,6 bilhões).
O maior benefício das transações em moedas nacionais é a ausência de flutuações cambiais. Um problema igualmente importante no comércio envolvendo dólares americanos é a alta probabilidade de sanções, que Washington "distribui" este ano em todas as direções.
Em abril, a mídia indiana informou que as instituições financeiras de Deli congelaram cerca de dois bilhões de dólares alocados para pagar por projetos importantes, incluindo a reconstrução do submarino nuclear russo INS Chakra. A razão disso foi que Washington incluiu a estatal russa responsável pela exportação de armamentos Rosoboronexport na lista de sanções, o que, para as instituições bancárias, praticamente significa a proibição de quaisquer transações na moeda norte-americana.
Mesmo com as restrições americanas, a Índia optou por manter relações com o parceiro mais confiável no campo da cooperação técnico-militar e fornecimento de armas, ou seja, a Rússia.
De acordo com o Instituto Mundial de Pesquisa da Paz de Estocolmo (SIPRI, na sigla em inglês), de 2007 a 2017, Moscou forneceu armas a Nova Deli no valor de US$ 24,5 bilhões (R$ 91 bilhões), enquanto Washington — apenas US$ 3,1 bilhões (R$ 11,5 bilhões).
As negociações russo-indianas não envolvem apenas o fornecimento de armamento, mas também de produtos de natureza civil.
"A parcela dos pagamentos em rublos na exportação é de 20%, enquanto nas importações é cerca de 21%", disse o vice-primeiro-ministro russo Yuri Borisov, adicionando que Moscou vai aumentar "os pagamentos em moedas nacionais como meio de resolver o problema de inadimplência".
Já o diretor do banco russo Vnesheconombank (VEB), Igor Shuvalov, declarou que a Rússia e a China têm seus próprios canais de interação e que Pequim mostra muito interesse em utilizá-los.
O banqueiro salientou que nas próximas semanas ocorrerão consultas bilaterais, durante as quais se decidirá como será a interação entre as instituições financeiras de ambos os países.
A Rússia e a China estão cada vez mais cancelando os contratos em dólares, frente ao grande crescimento de suas trocas comerciais. Somente no ano passado, o comércio entre Moscou e Washington foi de US$ 23,6 bilhões (R$ 88 bilhões), ao passo que entre a Rússia e a China foi de US$ 84,9 bilhões (R$ 316 bilhões), uma diferença de quase 360%.
As três maiores nações em desenvolvimento, ou seja, Rússia, China e Índia, mostraram ao mundo como se livrar da dependência do dólar. O comércio bilateral em moedas nacionais destes países abre perspectivas para outras economias em crescimento, para que sejam capazes de se livrar da hegemonia do dólar.
Fonte - Sputnik  08/11/2018

domingo, 10 de dezembro de 2017

Padrão de ouro 2.0' da Rússia e China promete acabar com dólar

Economia/Internacional  US$

Um novo sistema de comércio de ouro baseado em existências físicas, desenvolvido por Moscou e Pequim, seria fatal para a hegemonia do dólar, afirma especialista.Pequim e Moscou entendem que os EUA têm usado o dólar para controlar o mundo e querem distanciar-se deste controle com a implementação de um novo tipo de 'padrão de ouro 2.0

Sputnik
foto - ilustração
A Rússia e a China estão dando o primeiro passo para a criação de uma plataforma de compra e venda de ouro entre os países do BRICS, separada das formas tradicionais de comércio do metal. Quando isso se concretizar, a economia mundial se transformará e o dólar perderá sua hegemonia, prevê o consultor em metais preciosos Claudio Grass.
"Pequim e Moscou entendem que os EUA têm usado o dólar para controlar o mundo e querem distanciar-se deste controle com a implementação de um novo tipo de 'padrão de ouro 2.0'", afirmou Grass ao canal de televisão russo RT, sublinhando que esse distanciamento ocorre ao mesmo tempo que os países ocidentais continuam optando pela moeda fiduciária em vez da moeda-mercadoria.
"Na Ásia veem o ouro como moeda superior, 'real', algo de que o Ocidente se esqueceu devido à riqueza em papel – crédito – que acumulou", sublinhou o consultor, explicando que o comércio de ouro no mercado de balcão (fora da bolsa) em 2016 foi de cerca de dez vezes superior à quantidade de ouro extraído hoje, o que é uma "fraude gigante e obviamente insustentável".
A iniciativa do bloco BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) prevê realizar as primeiras transações entre Moscou e Pequim em 2018, 100% apoiadas por ouro físico. Para Grass, as existências físicas de ouro e a futura eliminação dos mercados tradicionais do metal fariam com que o dólar "aterrissasse do voo" que tem mantido desde o colapso do sistema de Bretton Woods em 1971.
"As fraudes em papel em Londres e Nova York explodirão quando o preço em papel do ouro caírem para zero ou quando apenas uma fração dos investidores reclamar o ouro físico que lhe pertence", declarou Grass. "Estamos entrando em uma batalha entre moedas: uma apoiada por um ativo sólido e outra por promessas, que as gerações futuras pagarão mediante dívidas, inflação e impostos cada vez mais altos", concluiu ele.
Os países do BRICS produzem e consomem volumes impressionantes de metal precioso e querem continuar a fazê-lo sem ser através dos centros europeus tradicionais. De acordo com o vice-presidente do Banco Central russo, este já firmou um memorando com a China para desenvolver o comércio bilateral de ouro. O banco espera que em 2018 seja lançado o sistema de comércio bilateral com Pequim.
Fonte - Sputnik  10/12/2017

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Dólar sobe e chega a R$ 3,58; Bolsa cai atingiu 2,06%

Política

O jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem nesta segunda-feira informando que, em conversas gravadas em março, o atual ministro Romero Jucá sugeriu ao ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, um pacto para impedir o avanço da Operação Lava Jato sobre o PMDB, partido do ministro.

Da Agência Brasil*
foto - ilustração
A cotação do dólar registrou hoje (23) alta em relação ao real e vem operando em tendência de alta. No início do dia, a moeda norte-americana estava cotada em R$ 3,523, mas foi subindo e alcançou R$ 3,585 às 13h40, o maior valor do dia.Às 15h39, o dólar registrou R$ 3,572, uma alta de 1,54%.
Já a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa), principal índice da bolsa brasileira, abriu em forte queda às 10h hoje (23). O pior momento foi às 10h24, com queda de 2,06%. Desde então, o registro é de recuperação. Às 15h42, a bolsa registrou uma queda de 0,54%, com 49.451 pontos.
A queda da bolsa e alta do dólar foram registrados após a revelação de uma conversa do ministro do Planejamento, Romero Jucá, na qual ele supostamente sugeria a obstrução da Operação Lava Jato.

Conversa
O jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem nesta segunda-feira informando que, em conversas gravadas em março, o atual ministro Romero Jucá sugeriu ao ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, um pacto para impedir o avanço da Operação Lava Jato sobre o PMDB, partido do ministro.
Jucá confirmou a conversa, mas negou que o assunto tratava de uma obstrução do trabalho da Polícia Federal. “Estava falando em delimitar as responsabilidades, que é dividir quem tem culpa e quem não tem culpa. Delimitar responsabilidade não é parar a investigação. Não tem esse diálogo nessa conversa”, afirmou, argumentando que o jornal usou “frases soltas dentro de um diálogo”.

Europa
Na Europa, o euro também se desvalorizou em comparação ao dólar, após a divulgação de dados negativos relativos à zona do euro. Às 14h (horário de Brasília), o euro negociava a 1,1214 dólares. A Bolsa de Lisboa encerrou hoje em queda e o índice PSI20 recuou 0,84% para 4.830,20 pontos, em linha com as principais bolsas europeias.
Londres perdeu 0,32%, Madrid desceu 0,65%, Paris recuou 0,66% e Frankfurt cedeu 0,74%, enquanto a bolsa de Milão caiu 2,74% num dia em que o barril de petróleo Brent voltou a negociar em baixa.
* Com informações da Agência Lusa
Fonte - Agencia Brasil 23/05/2016

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Bolsa sobe e dólar fecha abaixo de R$ 3,90 pela primeira vez em mais de um mês

Economia

O dólar operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 13h30, na mínima do dia, a moeda chegou a ser vendida a R$ 3,85, mas o ritmo de queda diminuiu nas horas seguintes. Depois das 16h, a cotação passou a oscilar em torno de R$ 3,89. A divisa acumula queda de 1,37% em 2016.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

imagem - Ag.Brasil
Pela primeira vez em mais de um mês, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,90. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (4) vendido a R$ 3,894, com queda de R$ 0,024 (-0,61%). A cotação está no menor nível desde 28 de dezembro (R$ 3,86).
O dólar operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 13h30, na mínima do dia, a moeda chegou a ser vendida a R$ 3,85, mas o ritmo de queda diminuiu nas horas seguintes. Depois das 16h, a cotação passou a oscilar em torno de R$ 3,89. A divisa acumula queda de 1,37% em 2016.
Na bolsa de valores, o dia foi de recuperação. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou esta quinta com alta de 3,08%, aos 40.809 pontos. Apesar das altas nos últimos dias, o índice continua próximo dos níveis observados em 2009, no auge da crise internacional provocada pelo colapso do crédito imobiliário nos Estados Unidos.
A alta foi impulsionada pelas ações da Petrobras e da mineradora Vale, que negociam commodities – bens primários com cotação internacional. As ações da Petrobras subiram 8,74% (ações ordinárias, que dão direito a voto em assembleia de acionistas) e 5,12% (ações preferenciais, que dão preferência na distribuição de dividendos). Os papéis da Vale dispararam 15,43% (ações ordinárias) e 11,78% (ações preferenciais).
Desde o fim do mês passado, quando o Banco Central do Japão anunciou que a terceira maior economia do planeta terá juros negativos, as moedas dos países emergentes estão se recuperando. Isso porque o estímulo à economia japonesa pode compensar a desaceleração da China e impulsionar a demanda global por commodities.
A redução do crescimento da economia chinesa, que em 2015 registrou a menor expansão em 25 anos, afeta fortemente países exportadores de produtos agrícolas e de minérios como o Brasil. Isso porque a menor demanda por esses produtos barateou as exportações brasileiras. Com menos dólares entrando no país, a cotação do dólar subiu nas últimas semanas.
Fonte - Agência Brasil  04/02/2016

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Com alta do dólar e queda da economia, contas externas têm menor déficit

Economia

Com isso, o déficit das contas externas do Brasil, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, fechou o ano passado em US$ 58,942 bilhões, o que correspondeu a 3,32% de tudo o que o país produz – o Produto Interno Bruto (PIB).

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel
Elza Fiúza /Agencia Brasil
Com a alta do dólar e a queda da atividade econômica, a demanda por produtos e serviços do exterior caiu em 2015. Com isso, o déficit das contas externas do Brasil, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, fechou o ano passado em US$ 58,942 bilhões, o que correspondeu a 3,32% de tudo o que o país produz – o Produto Interno Bruto (PIB).
O resultado ficou abaixo da projeção do Banco Central para o ano, que era US$ 62 bilhões ou 3,48% do PIB, e é o menor valor da série histórica iniciada em 2010. Em 2014, o déficit em transações correntes (contas externas) chegou a US$ 104,181 bilhões ou 4,31% do PIB.
“O menor dinamismo da atividade econômica em 2015 afeta a demanda por bens e serviços do exterior. É um resultado positivo [redução do déficit das contas externas], favorável, em quadro de instabilidades e incertezas no cenário global e mesmo interno”, disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.
Segundo ele, o dólar, cerca de 42% mais caro em 2015 em relação ao ano anterior, também causou impacto sobre as contas externas. “Isso torna o custo de bens e serviços no exterior mais elevado”, disse. Por outro lado, o dólar mais caro estimula as exportações e leva a um resultado melhor da balança comercial (exportações e importações).
Além desses aspectos – a atividade econômica e o câmbio –, classificados por Maciel como conjunturais, ele citou características “estruturais” do país que contribuíram para a redução do déficit. Destacou o regime de câmbio flutuante, com cotação da moeda oscilando conforme a oferta e demanda no mercado. “O regime de câmbio flutuante se portou como primeira linha de defesa das contas externas”, afirmou.
Maciel destacou ainda que diferentemente do que ocorreu nos anos 80 e 90, o passivo do país está concentrado em investimentos. Nessas décadas, diz o diretor, a situação era diferente: o passivo estava relacionado a empréstimos. “No passado, você tinha na conta de juros o seu principal gargalo. Hoje, pelo fato de a maior parte do passivo ser de investimentos, a contraparte desse passivo é formada pelos lucros e dividendos, o que é uma despesa pró-cíclica. Em momentos de bonança, o fluxo cresce, em momento adversos, ele se retrai”, enfatizou.
Maciel também citou como aspecto estrutural o fato de o país ter um mercado consumidor robusto. “São quase 200 milhões de consumidores, com oportunidades de investimentos em diversos setores. E um volume de reservas [internacionais] elevadas, isso também é fundamental destacar”, disse.
Fonte - Agência Brasil  26/01/2016

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Entrada de dólares no país supera saída em US$ 3,895 bilhões em novembro

Economia

Em novembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimento direto no país, entre outras operações) registrou resultado positivo de US$ 2,705 bilhões. 

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Mais dólares entraram no país do que saíram no mês de novembro, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (9). No mês passado, o saldo positivo ficou em US$ 3,895 bilhões. Nos quatro primeiros dias de dezembro, o saldo ficou positivo em US$ 339 milhões.
Em novembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimento direto no país, entre outras operações) registrou resultado positivo de US$ 2,705 bilhões. O fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 1,190 bilhão.
De janeiro a 4 de dezembro, o fluxo cambial tem saldo positivo de US$ 11,899 bilhões. O fluxo comercial apresentou saldo positivo de US$ 19,922 bilhões, enquanto o fluxo financeiro registrou déficit de US$ 8,023 bilhões.
Fonte - Agência Brasil  09/12/2015

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Entradas de dólares são maiores que saídas em US$ 2 bi em setembro

Economia

Em setembro, Banco Central registra entrada de dólar maior que saída do Brasil - Nos três primeiros dias de outubro, o saldo foi positivo em US$ 505 milhões. Assim, de janeiro a 3 de outubro, as entradas de dólares no país superam as saídas em US$ 1,848 bilhão.

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Arquivo/Agência Brasil
O saldo da entrada e saída de dólares do país fechou setembro positivo em US$ 2,044 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (8). Nos três primeiros dias de outubro, o saldo foi positivo em US$ 505 milhões. Assim, de janeiro a 3 de outubro, as entradas de dólares no país superam as saídas em US$ 1,848 bilhão.
No mês passado, o fluxo comercial - operações de câmbio relacionadas a exportações e importações - registrou saldo positivo em US$ 1,021 bilhão. Já o financeiro - investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações - registrou saldo positivo de US$ 1,022 bilhão.
De janeiro até 3 outubro, o fluxo comercial foi positivo em US$ 3,711 bilhões e o financeiro, negativo em US$ 1,863 bilhão.
Fonte - Agência Brasil  08/10/2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Entradas de dólares superam saídas em US$ 2,7 bilhões, no mês de abril

Economia

No mês passado, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,015 bilhão....

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

O saldo da entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, fechou o mês de abril positivo em US$ 2,783 bilhões e no primeiro dia útil deste mês (2), o resultado também ficou positivo, em US$ 773 milhões, de acordo com dados do Banco Central, divulgados hoje (7).

No mês passado, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,015 bilhão, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) registrou saldo positivo de US$ 3,798 bilhões.
No dia 2 de maio, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 553 milhões e o comercial, em US$ 219 milhões.
De janeiro a 2 de maio, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 5,614 bilhões. Nesse período, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 2,654 bilhões enquanto o comercial registrou US$ 2,959 bilhões
Fonte - Agência Brasil