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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Bolsa sobe e dólar fecha abaixo de R$ 3,90 pela primeira vez em mais de um mês

Economia

O dólar operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 13h30, na mínima do dia, a moeda chegou a ser vendida a R$ 3,85, mas o ritmo de queda diminuiu nas horas seguintes. Depois das 16h, a cotação passou a oscilar em torno de R$ 3,89. A divisa acumula queda de 1,37% em 2016.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

imagem - Ag.Brasil
Pela primeira vez em mais de um mês, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,90. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (4) vendido a R$ 3,894, com queda de R$ 0,024 (-0,61%). A cotação está no menor nível desde 28 de dezembro (R$ 3,86).
O dólar operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 13h30, na mínima do dia, a moeda chegou a ser vendida a R$ 3,85, mas o ritmo de queda diminuiu nas horas seguintes. Depois das 16h, a cotação passou a oscilar em torno de R$ 3,89. A divisa acumula queda de 1,37% em 2016.
Na bolsa de valores, o dia foi de recuperação. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou esta quinta com alta de 3,08%, aos 40.809 pontos. Apesar das altas nos últimos dias, o índice continua próximo dos níveis observados em 2009, no auge da crise internacional provocada pelo colapso do crédito imobiliário nos Estados Unidos.
A alta foi impulsionada pelas ações da Petrobras e da mineradora Vale, que negociam commodities – bens primários com cotação internacional. As ações da Petrobras subiram 8,74% (ações ordinárias, que dão direito a voto em assembleia de acionistas) e 5,12% (ações preferenciais, que dão preferência na distribuição de dividendos). Os papéis da Vale dispararam 15,43% (ações ordinárias) e 11,78% (ações preferenciais).
Desde o fim do mês passado, quando o Banco Central do Japão anunciou que a terceira maior economia do planeta terá juros negativos, as moedas dos países emergentes estão se recuperando. Isso porque o estímulo à economia japonesa pode compensar a desaceleração da China e impulsionar a demanda global por commodities.
A redução do crescimento da economia chinesa, que em 2015 registrou a menor expansão em 25 anos, afeta fortemente países exportadores de produtos agrícolas e de minérios como o Brasil. Isso porque a menor demanda por esses produtos barateou as exportações brasileiras. Com menos dólares entrando no país, a cotação do dólar subiu nas últimas semanas.
Fonte - Agência Brasil  04/02/2016

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Ações da Petrobras disparam e bolsa tem a maior alta em mais de um mês

Economia

Essa foi a maior alta diária desde 9 de dezembro, quando o índice tinha subido 3,75%. Ontem (26), o índice tinha fechado no menor nível em sete anos.O destaque do dia foram as ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Depois de sofrer um forte tombo na terça-feira (26) e chegarem ao valor mais baixo desde 2003, os papéis da empresa dispararam hoje.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/Fatos e Dados
Em um dia de recuperação, a bolsa de valores fechou com a maior alta em mais de um mês. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou esta quarta-feira (27) em 38.376 pontos, com alta de 2,34%. Essa foi a maior alta diária desde 9 de dezembro, quando o índice tinha subido 3,75%. Ontem (26), o índice tinha fechado no menor nível em sete anos.
O destaque do dia foram as ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa. Depois de sofrer um forte tombo na terça-feira (26) e chegarem ao valor mais baixo desde 2003, os papéis da empresa dispararam hoje. As ações ordinárias da companhia, que dão direito a voto em assembleia, saltaram 9,73% e foram vendidas a R$ 6,54. Os papéis preferenciais, que dão prioridade na distribuição de dividendos, subiram 8,81%, para R$ 4,57.
As ações da estatal subiram beneficiadas pela alta do petróleo no mercado internacional. Depois de cair nos últimos dias, a cotação do barril do tipo Brent, que chegou a ficar em US$ 27 na semana passada, voltou a subir e fechou esta quarta-feira em US$ 32,86, no maior nível em 20 dias.
No mercado de câmbio, o dólar teve fortes oscilações. A moeda norte-americana chegou a operar em baixa durante quase toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 12, a cotação chegou a R$ 4,03, mas subiu nas horas finais de negociação após a divulgação da decisão do Federal Reserve, Banco Central norte-americano, de manter os juros básicos dos Estados Unidos entre 0,25% e 0,5% ao ano. O dólar comercial fechou o dia com alta de R$ 0,016 (0,39%), vendido a R$ 4,086.
Desde o fim do ano passado, o mercado financeiro chinês tem sofrido turbulências por causa de dados que mostram a desaceleração da maior economia do planeta. Em 2015, o país cresceu 6,9%, a menor expansão em 25 anos. A redução do ritmo de crescimento da China reduz a demanda global por matérias-primas e afeta países exportadores de produtos agrícolas e minerais, como o Brasil. Com as exportações mais baratas, menos dólares entram no país, empurrando a cotação para cima.
Fonte - Agência Brasil  28/01/2016

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Bovespa fecha em alta puxada por Vale e Petrobras

Economia

As ações da Vale fecharam com alta de cerca de 4%, após a China prometer avançar com uma série de reformas nos mercados de capital, o que levantou a bolsa do país asiático.Já as ações da Petrobras subiram cerca de 2% depois de a estatal anunciar lucro líquido de R$ 5,393 bilhões para o primeiro trimestre de 2014.

Jornal do Brasil
foto - R7
A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 1,79% nesta segunda-feira, para 54.052 pontos, puxada pelas ações da Vale, que subiram diante da expectativa de reformas no mercado acionário da China, e da Petrobras.
As ações da Vale fecharam com alta de cerca de 4%, após a China prometer avançar com uma série de reformas nos mercados de capital, o que levantou a bolsa do país asiático.
Já as ações da Petrobras subiram cerca de 2% depois de a estatal anunciar lucro líquido de R$ 5,393 bilhões para o primeiro trimestre de 2014.
A maior alta do Ibovespa ficou com a ação da fabricante de papel e celulose Suzano, de cerca de 7%, recuperando parte de perdas recentes.
Na ponta negativa, Gafisa caiu mais de 3%. A incorporadora teve prejuízo de R$ 39,8 milhões no primeiro trimestre.
E as principais praças financeiras da Europa fecharam em alta nesta segunda-feira impulsionadas por balanços fortes de companhias italianas, incluindo o UniCredit, maior banco do país, e por notícias sobre fusões e aquisições. Londres fechou com alta de 0,55%, a 6.851,75 pontos. Frankfurt teve alta de 1,26%, e Paris, de 0,37%. Em Milão, o índice Ftse/Mib ganhou 0,48%, para 21.493 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 expandiu 0,76%, a 10.567 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 valorizou-se 0,95%, para 7.375 pontos.
Já a Bolsa de Tóquio encerrou a sessão desta segunda-feira em baixa, com os investidores pressionados pelas fracas perspectivas de empresas para este ano fiscal. O índice Nikkei 225 perdeu 0,35%, aos 14.149,52 pontos.
Fonte - Jornal do Brasil  12/05/2014

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