UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Balança comercial registra superávit de US$ 19,6 bilhões em 2015

Economia

O saldo anual foi divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O superávit resulta de 191,1 bilhões em exportações e 171,4 bilhões em importações.Foi informado ainda o saldo de dezembro,que ficou positivo em US$ 6,24 bilhões.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A balança comercial encerrou 2015 com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 19,681 bilhões. O resultado superou previsão do governo, de superávit de US$ 15 bilhões, e é o melhor desde 2011, quando a balança fechou o ano superavitária em US$ 29,7 bilhões.
O saldo representa uma recuperação frente a 2014, quando a balança comercial brasileira terminou negativa em R$ 4 bilhões, primeiro déficit registrado desde 2000.
O saldo anual foi divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O superávit resulta de 191,1 bilhões em exportações e 171,4 bilhões em importações. Foi informado ainda o saldo de dezembro, que ficou positivo em US$ 6,24 bilhões.
Apesar do resultado positivo da balança, 2015 foi um ano de queda das vendas do Brasil para o exterior. As exportações registraram retração de 14,1% na comparação com 2014.
Nas importações, a queda foi de 24,3%. O superávit da balança comercial deveu-se à queda das importações em ritmo mais acentuado que as exportações. O país desacelerou a compra de bens no exterior devido a fatores como a queda na atividade econômica e o dólar em alta.
Fonte - Agência Brasil  04/01/2016

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Entrada de dólares no país supera saída em US$ 3,895 bilhões em novembro

Economia

Em novembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimento direto no país, entre outras operações) registrou resultado positivo de US$ 2,705 bilhões. 

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Mais dólares entraram no país do que saíram no mês de novembro, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (9). No mês passado, o saldo positivo ficou em US$ 3,895 bilhões. Nos quatro primeiros dias de dezembro, o saldo ficou positivo em US$ 339 milhões.
Em novembro, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimento direto no país, entre outras operações) registrou resultado positivo de US$ 2,705 bilhões. O fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) ficou positivo em US$ 1,190 bilhão.
De janeiro a 4 de dezembro, o fluxo cambial tem saldo positivo de US$ 11,899 bilhões. O fluxo comercial apresentou saldo positivo de US$ 19,922 bilhões, enquanto o fluxo financeiro registrou déficit de US$ 8,023 bilhões.
Fonte - Agência Brasil  09/12/2015

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Governo federal zera Imposto de Importação para veículos elétricos

Sustentabilidade

Antes, tributação era de 35% sobre cada unidade.A resolução está publicada no Diário Oficial da União dessa terça-feira (27).A decisão foi tomada após amplo debate sobre o tema” e a medida “busca inserir o Brasil em novas rotas tecnológicas.

Natália Pianegonda - Agência CNT
foto - divulgação/National Plug In Day/Stan Hanel
​O governo federal zerou o Imposto de Importação para automóveis movidos unicamente a eletricidade ou hidrogênio. Até então, sobre cada unidade adquirida do exterior, incidia uma alíquota de 35%. A resolução está publicada no Diário Oficial da União dessa terça-feira (27).
Conforme a Camex (Câmara de Comércio Exterior), “a decisão foi tomada após amplo debate sobre o tema” e a medida “busca inserir o Brasil em novas rotas tecnológicas, disponibilizando ao consumidor veículos com alta eficiência energética, baixo consumo de combustíveis e reduzida emissão de poluentes”. O órgão diz ainda que “tais medidas estão alinhadas à política de fomento para novas tecnologias de propulsão e atração de novos investimentos para produção nacional desses veículos”.
Mas a medida valerá somente para veículos que, com uma carga, tenham autonomia de 80 quilômetros. Modelos híbridos, com propulsão elétrica e a combustão, terão alíquota entre zero e 7%, dependendo da cilindrada e da eficiência energética.
A redução da carga tributária é apontada por especialistas como uma das ações importantes para ampliar a frota desse tipo de modelo no Brasil. Hoje, no país, existem aproximadamente três mil veículos elétricos e híbridos. Isso representa apenas 0,002% da frota total do país.
Fonte - Agência CNT de Notícias  28/10/2015

sábado, 24 de outubro de 2015

Parcerias com África podem ajudar Brasil a amenizar efeitos da crise, diz Apex

Economia

“Essa relação sempre foi deficitária para o Brasil, por causa do alto volume de petróleo que compramos, produto que responde por 88% do total importado”, diz a gerente de Estratégia de Mercado da Apex, Ana Paula Repezza. Segundo ela, a expectativa é que esse déficit seja amenizado e torne-se superávit para o Brasil, com base em dois movimentos percebidos pela Apex: a queda do preço de petróleo e a tendência de aumento da demanda africana por alimentos processados e por máquinas e equipamentos.

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil
Com crescimento médio anual de
foto montagem - ilustração
5% e expectativa de melhorar ainda mais esse desempenho nos próximos anos, o continente africano tem sido visto como um grande parceiro em potencial do Brasil, pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Para o órgão, as perspectivas são favoráveis, mesmo com uma balança comercial ainda deficitária para o Brasil em relação aos principais países daquele continente. Em 2014, o superávit para o lado africano foi US$ 7,4 bilhões, com o Brasil exportando US$ 9,7 bilhões e importando US$17,1 bilhões.
“Essa relação sempre foi deficitária para o Brasil, por causa do alto volume de petróleo que compramos, produto que responde por 88% do total importado”, diz a gerente de Estratégia de Mercado da Apex, Ana Paula Repezza. Segundo ela, a expectativa é que esse déficit seja amenizado e torne-se superávit para o Brasil, com base em dois movimentos percebidos pela Apex: a queda do preço de petróleo e a tendência de aumento da demanda africana por alimentos processados e por máquinas e equipamentos.
“A África tem buscado reforçar sua política industrial para deixar de ser importadora de alimentos primários. Para isso, pretende adquirir máquinas e equipamentos agrícolas para processar produtos tanto para o mercado interno como para exportação. Como o tipo de cultura agrícola brasileira é muito similar à africana, nossas tecnologias de plantio e colheita são bastante aplicáveis por lá. A presença da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] naquele continente tem tido relevância em abrir caminhos para parcerias tecnológicas e para aquisição de maquinário”, explica Ana Paula.
Segundo a Apex, entre 2002 e 2012, o intercâmbio comercial entre Brasil e África aumentou 410%. Entre 2004 e 2014, as exportações brasileiras para os países africanos cresceram 131%, com destaque para açúcar, carne bovina, carne de aves, cereais e veículos e peças automotores. Com a previsão de o Produto Interno Bruto (PIB) africano aumentar 6% por ano na próxima década, a Apex passou a considerar a África como “mercado prioritário”, dedicando àquele continente mais de 30% de seus projetos setoriais.
Dos 32 mercados destacados no Plano Nacional de Exportação (PNE), lançado em junho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, seis ficam na África: Angola, Moçambique, África do Sul, Egito, Argélia e Nigéria. “Os três primeiros são os principais parceiros do Brasil naquele continente”, informa Ana Paula. “Por isso, vemos no PNE uma resposta à crise pela qual passa o Brasil. Como vão crescer a taxas superiores, eles terão influencia muito forte no desempenho das exportações brasileiras daqui para a frente”, argumentou.
Para a gerente da Apex, as ligações históricas reforçam a aproximação com o continente africano. “A percepção deles em relação ao nosso país é muito ampla e positiva. Isso se reflete em menor resistência ao produto brasileiro. O Brasil não é visto como um parceiro que busca exclusivamente ganhos para si, mas pelos laços históricos com o continente africano e pela presença política em fóruns, no sentido de ajudá-los em suas demandas. Tudo isso faz com que haja neles muito boa vontade em relação ao Brasil, a ponto de vermos o setor portuário brasileiro recebendo considerável investimento argelino”, diz.
A Apex tem feito pelo menos duas missões a cada ano no continente, na busca por novas oportunidades para as empresas brasileiras. Estudos feitos pela agência estimam que o consumo nos países africanos incluídos no PNE cresça a uma taxa superior a 5% nos próximos anos. “A gente monitora as tendências de mercado e identifica oportunidades. É o que chamamos de inteligência antecipativa. Foi assim que identificamos potencial para exportação de máquinas e de alimentos processados. O PNE também é visto como uma resposta ao esfriamento da economia brasileira e, para algumas empresas daqui, uma saída para a crise”.
Para aproximar empresas brasileiras e africanas, a Apex fará, de 29 a 31 de outubro, a Feira Internacional Afro-Étnica de Negócios e Cultura (Feafro). O evento, na Expo Center Norte em São Paulo, terá a participação de 70 empresas de 24 países africanos – consideradas possíveis compradores pela Apex – e de 130 empresas brasileiras dos setores de alimentos e bebidas, máquinas e equipamentos e casa e construção.
“Esses compradores em potencial são verificados e selecionados por meio de metodologias de ranqueamento. A expectativa é que, apenas com as rodadas de negócios durante a feira, sejam movimentados US$ 70 milhões”, diz o coordenador de Promoção de Negócios da Apex, Diogo Akitaya.
Fonte - Agência Brasil  24/10/2015

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Balança alcança US$ 2,944 bilhões, melhor resultado desde setembro de 2011

Economia

Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de setembro refere-se a US$ 16,148 bilhões em exportações e US$ 13,204 bilhões em importações.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A balança comercial brasileira encerrou setembro com superávit – exportações maiores do que importações – de US$ 2,944 bilhões. O resultado é o melhor para o mês desde setembro de 2011. No acumulado do ano, a balança comercial está positiva em US$ 10,246 bilhões, melhor resultado para o período desde 2012.
Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de setembro refere-se a US$ 16,148 bilhões em exportações e US$ 13,204 bilhões em importações.
A média diária (volume financeiro por dia útil) das exportações ficou em US$ 769 milhões, com queda de 13,8% ante setembro de 2014, e crescimento de 4,3% ante agosto desse ano. Nas importações, a média negociada foi US$ 628,8 milhões, com queda de 32,7% em relação à registrada para setembro de 2014 e alta de 3,2% em relação a agosto de 2015. O dólar em alta e a queda nas importações têm contribuído para o desempenho positivo da balança comercial em 2015.
Fonte - Agência Brasil  01/10/2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Balança comercial registra maior superávit para o mês de maio desde 2012

Economia

A balança comercial brasileira encerrou maio com superávit de US$ 2,761 bilhões.O resultado é o maior para o mês desde maio de 2012, quando houve superávit de US$ 2,96 bilhões. Também é o maior resultado para a balança desde o início deste ano.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Agência Brasil
A balança comercial brasileira encerrou maio com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,761 bilhões. O resultado é o maior para o mês desde maio de 2012, quando houve superávit de US$ 2,96 bilhões. Também é o maior resultado para a balança desde o início deste ano.
Em janeiro e fevereiro, houve déficit na equação das exportações e importações brasileiras, enquanto março e abril registraram superávits de US$ 458 milhões e US$ 491 milhões, respectivamente.
Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de maio refere-se a US$ 16,769 bilhões em exportações e US$ 14 bilhões em importações. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a balança comercial ainda não conseguiu reverter o saldo negativo, que soma US$ 2,305 bilhões. O número resulta de US$ 74,7 bilhões em exportações e US$ 77 bilhões em importações.
A média diária (volume financeiro por dia útil) das exportações ficou em US$ 838,5 milhões, com queda de 15,2% em comparação a maio de 2014, mas houve crescimento de 10,6% em relação a abril deste ano. Nas importações, a média negociada por dia em maio foi US$ 700,4 milhões, com queda de 26,6% em relação à registrada em maio de 2014 e recuo de 4,5% em relação a abril de 2015.
Fonte - Agência Brasil   01/06/2015

terça-feira, 1 de julho de 2014

Balança comercial tem melhor resultado no mês de junho desde 2011

Economia

A média diária exportada em junho, que corresponde ao valor negociado por dia útil, ficou em US$ 1,023 bilhão. O valor arrecadado com itens básicos cresceu 9,5%, mas caíram os ganhos com a comercialização de manufaturados e semimanufaturados, respectivamente 19,3% e 1,9%. No grupo dos não industrializados, o Brasil arrecadou mais vendendo petróleo bruto, carne suína, farelo de soja, café em grão, carne bovina e soja em grão.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,365 bilhões em junho. É o melhor resultado desde 2011, quando a balança ficou superavitária em US$ 4,428 bilhões. O saldo responde por US$ 20,468 bilhões em exportações e US$ 18,103 bilhões em importações.
No primeiro semestre, há déficit acumulado de US$ 2,49 bilhões, inferior ao saldo negativo de US$ 3 bilhões no mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados hoje (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária exportada em junho, que corresponde ao valor negociado por dia útil, ficou em US$ 1,023 bilhão. O valor arrecadado com itens básicos cresceu 9,5%, mas caíram os ganhos com a comercialização de manufaturados e semimanufaturados, respectivamente 19,3% e 1,9%. No grupo dos não industrializados, o Brasil arrecadou mais vendendo petróleo bruto, carne suína, farelo de soja, café em grão, carne bovina e soja em grão.
Do lado dos industrializados, diminuíram os ganhos com plataforma para extração de petróleo, automóveis de passageiros, etanol e autopeças; motores para veículos e partes, motores e geradores elétricos, açúcar refinado, veículos de carga e polímeros plásticos. No setor de semimanufaturados, foram vendidos menos ouro e açúcar bruto.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 905,2 milhões. O Brasil importou menos bens de capital (queda de 17,7%), matérias-primas e intermediários (6,6%). As compras de combustíveis e lubrificantes aumentaram 43,3%.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, e o secretário de Comércio Exterior da pasta, Daniel Godinho, darão entrevista coletiva esta tarde para comentar os resultados da balança comercial no primeiro semestre.
Fonte - Agência Brasil  01/07/2014

terça-feira, 24 de junho de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 585 milhões na terceira semana de junho

Economia

O saldo positivo da terceira semana resulta de US$ 4,3 bilhões em exportações e US$ 3,7 bilhões em importações. A alta nos ganhos com vendas externas contribuiu para que elas superassem as aquisições do Brasil no exterior. A média diária exportada, que corresponde ao valor financeiro negociado por dia útil, ficou em US$ 1,084 bilhão, crescendo 8,1% na comparação com o acumulado até a segunda semana. 

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira registrou novo superávit (exportações maiores que importações) em junho, ficando positiva em US$ 585 milhões na terceira semana do mês. No acumulado do mês, o saldo está positivo em US$ 2,148 bilhão. Já o déficit acumulado no ano caiu de US$ 3,2 bilhões para US$ 2,7 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O saldo positivo da terceira semana resulta de US$ 4,3 bilhões em exportações e US$ 3,7 bilhões em importações. A alta nos ganhos com vendas externas contribuiu para que elas superassem as aquisições do Brasil no exterior. A média diária exportada, que corresponde ao valor financeiro negociado por dia útil, ficou em US$ 1,084 bilhão, crescendo 8,1% na comparação com o acumulado até a segunda semana. Isso resulta da alta no volume arrecadado com produtos não industrializados e semimanufaturados, respectivamente de 18,7% e 17,3%. A venda de manufaturados teve queda de 7,8%.
Nos itens básicos, subiram os ganhos com soja e café em grão, minério de ferro, petróleo bruto, carne de frango e fumo em folhas. No caso dos semimanufaturados, lideraram a alta nas exportações a celulose, couros e pele, ouro, alumínio bruto e semimanufaturados de ferro e aço. No grupo dos industrializados, caíram as vendas de automóveis, óleos combustíveis, motores para veículos e partes, máquinas e aparelhos para terraplanagem e polímetros plásticos.
Do lado das importações, a média diária foi US$ 937,3 milhões, 10,8% superior à registrada até a segunda semana. A elevação é explicada principalmente pela alta nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, automóveis e partes e plásticos.
Fonte - Agência Brasil  24/06/2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Balança comercial inicia maio com superávit de US$ 226 milhões

Economia

A média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 1,037 bilhão, valor 0,2% inferior ao anotado em maio de 2013, mas subiu 5,2% ante abril deste ano.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil

A balança comercial brasileira iniciou maio com superávit (exportações maiores que importações) e ficou positiva em US$ 226 milhões nas duas primeiras semanas do mês. O valor é resultado de US$ 6,2 bilhões em exportações ante US$ 5,9 bilhões em importações. Com o resultado, o déficit acumulado no ano, que em abril chegou a US$ 5,56 bilhões, caiu para US$ 5,34 bilhões. Os números foram divulgados hoje (12) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 1,037 bilhão, valor 0,2% inferior ao anotado em maio de 2013, mas subiu 5,2% ante abril deste ano.
Na comparação anual, caíram as vendas externas dos itens de maior valor agregado. As exportações de semimanufaturados recuaram 10,1%, e as de manufaturados 7,1%. No primeiro grupo, ouro, óleo de soja, açúcar bruto e borracha sintética puxaram a queda. No caso dos produtos industrializados, diminuíram as negociações envolvendo aviões, óleos combustíveis, automóveis de passageiros, autopeças, motores e açúcar refinado.
A receita com vendas externas de itens básicos cresceu segundo o critério da média diária na comparação com 2013. O comércio dos não industrializados aumentou 5,7% em maio ante igual mês do ano passado. Os principais produtos responsáveis foram farelo de soja, soja em grão, café e carne bovina e suína.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 999,7 milhões, 0,3% abaixo da de maio de 2013 e 4% superior à de abril deste ano. Na comparação anual, caíram as aquisições no exterior de combustíveis e lubrificantes (20,3%), farmacêuticos (10,8%) e automóveis e partes (4,8%).
Fonte - Agência Brasil  12/05/2014

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Entradas de dólares superam saídas em US$ 2,7 bilhões, no mês de abril

Economia

No mês passado, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,015 bilhão....

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

O saldo da entrada e saída de dólares do país, fluxo cambial, fechou o mês de abril positivo em US$ 2,783 bilhões e no primeiro dia útil deste mês (2), o resultado também ficou positivo, em US$ 773 milhões, de acordo com dados do Banco Central, divulgados hoje (7).

No mês passado, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) ficou negativo em US$ 1,015 bilhão, enquanto o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) registrou saldo positivo de US$ 3,798 bilhões.
No dia 2 de maio, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 553 milhões e o comercial, em US$ 219 milhões.
De janeiro a 2 de maio, o fluxo cambial ficou positivo em US$ 5,614 bilhões. Nesse período, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 2,654 bilhões enquanto o comercial registrou US$ 2,959 bilhões
Fonte - Agência Brasil

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 506 milhões em abril

Economia

Com o resultado de abril, o déficit acumulado neste ano, que em março chegou a R$ 6 bilhões, caiu para US$ 5,56 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações), ficando positiva em US$ 506 milhões em abril. O valor é resultado de US$ 19,724 bilhões em exportações e US$ 19,218 bilhões em importações. Em março deste ano, houve superávit de US$ 112 milhões e, em abril do ano passado, déficit de US$ 989 milhões.
Com o resultado de abril, o déficit acumulado neste ano, que em março chegou a R$ 6 bilhões, caiu para US$ 5,56 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
No mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 986,2 milhões, valor 5,2% superior ao registrado em abril de 2013 e 6,3% maior do que em março de 2014. A alta das exportações na comparação anual foi puxada pelo aumento de 11,4% na venda de produtos básicos. As exportações de não industrializados alcançaram valor recorde para meses de abril, US$ 10,6 bilhões.
Os itens básicos cujas vendas mais cresceram ante 2013 foram petróleo bruto (alta de 75,6% no ingresso financeiro), carne suína (elevação de 36,8%), farelo de soja (29,2%), café em grão (27,3%), soja em grão (19,8%) e carne bovina (6,5%).
Por outro lado, houve queda nas exportações de itens de maior valor agregado. As vendas das categorias manufaturados e semimanufaturados recuaram respectivamente 1,8% e 4%, de acordo com o critério da média diária.
No grupo dos industrializados, a queda foi causada por laminados planos, automóveis, óleos combustíveis, autopeças, veículos de carga, polímeros plásticos, motores, bombas e compressores, açúcar refinado, pneumáticos e papel e cartão. Do lado dos semimanufaturados, diminuiu o comércio de açúcar bruto, alumínio bruto, ferro e aço, óleo de soja bruto, ouro e ferro fundido.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 960,9 milhões, 2,2% abaixo dos US$ 982,7 milhões registrados em abril de 2013, mas 4,2% maior que a de março deste ano. Na comparação anual, caíram as aquisições no exterior de combustíveis e lubrificantes (-11,7%), automóveis (-9,5%), bens de consumo não duráveis (-8,4%) e matérias-primas e intermediários (-1%).
Fonte - Agência  Brasil  02/05/2014

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 522 milhões na segunda semana de abril

Economia

Na comparação anual, as vendas de produtos não industrializados subiram 7,8%. Cresceram as exportações de petróleo bruto, minério de cobre, carne suína, café, soja e milho. Já o comércio de manufaturados e semimanufaturados caiu, respectivamente 7,7% e 3,9%, com perda de receita nas vendas de automóveis, veículos de carga, autopeças, óleo de soja e açúcar bruto.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 522 milhões na segunda semana de abril. O valor é resultado de US$ 4,672 bilhões em exportações contra US$ 4,150 bilhões em importações. No ano, o déficit acumulado está em 6 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (14) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Na segunda semana do mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 934,4 milhões, valor 3,3% inferior ao patamar da primeira semana do mês, mas 1,1% superior ao registrado no mesmo período de 2013.
A queda semanal das exportações decorre da retração nas vendas externas das três categorias de produtos da balança: semimanufaturados (-11,4%), básicos (-3,2%) e manufaturados (-2,6%). Açúcar bruto e refinado, couros e peles, ouro, soja em grão, petróleo, carne suína, milho, combustíveis e motores para veículos estão entre os produtos que registraram recuo.
Na comparação anual, as vendas de produtos não industrializados subiram 7,8%. Cresceram as exportações de petróleo bruto, minério de cobre, carne suína, café, soja e milho. Já o comércio de manufaturados e semimanufaturados caiu, respectivamente 7,7% e 3,9%, com perda de receita nas vendas de automóveis, veículos de carga, autopeças, óleo de soja e açúcar bruto.
Do lado das importações, a média diária ficou em US$ 942,6 milhões, 2,2% maior que a registrada em março deste ano e 4,1% inferior à de igual período de 2013. Na comparação mensal, houve alta nas importações de combustíveis e lubrificantes, siderúrgicos, adubos e fertilizantes, instrumentos de ótica e precisão e químicos orgânicos e inorgânicos. No ano, caíram os gastos com adubos e fertilizantes, veículos automóveis e partes, combustíveis e lubrificantes e farmacêuticos.
Fonte - Agência Brasil  14/04/2014

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Petrobras deve atingir autossuficiência na produção de petróleo em 2015

Economia

“Quanto mais o mercado cresce, menos petróleo se exporta. Mas o Brasil, com esses dados, posiciona-se como produtor relevante e também exportador importante dentro do suprimento global de petróleo. É um fato à luz dos números, que não são só da Petrobras”, disse Graça Foster. Ela ressaltou que a empresa detém o monopólio do refino, mas que estuda parcerias com empresas chinesas.

Isabela Vieira 
Repórter da Agência Brasil 
foto -ilustração
A presidenta da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse hoje (26) que o país deve se tornar autossuficiente na produção de petróleo no ano que vem. Segundo ela, a autossuficiência em derivados de petróleo deve ser alcançada em 2020, quando estarão operando todas as refinarias atualmente em construção.
“É. Sempre estaremos importando petróleo, porque produzimos, importamos e exportamos de acordo com [a capacidade das] nossas refinarias. Então, é isso: existe uma autossuficiência líquida entre o que se importa e se exporta”, acrescentou Graça. A partir de 2020, pode até sobrar excedente do refino, mas isso dependerá o crescimento do consumo do brasileiro, acrescento a presidenta da Petrobras.
A exportação de combustível tem gerado impacto sobre o caixa da estatal. Nos últimos anos, a empresa não repassou a diferença de preços do diesel e da gasolina importados e acabou subsidiando os combustíveis no mercado interno. A situação começa a se inverter no ano passado, com aumento da produção nacional e a correção dos preços nas bombas, autorizados pelo governo.
De acordo com balanço apresentado hoje, a Petrobras espera produzir 3,7 milhões de barris de petróleo por dia entre 2020 e 2030, em média, em comparação com os 2,9 milhões barris atuais. A partir de 2020, a companhia estima que a demanda média por derivados, como diesel e gasolina, fique em torno de 3,4 milhões de barris por dia, com crescimento de 2,3% ao ano.
“Quanto mais o mercado cresce, menos petróleo se exporta. Mas o Brasil, com esses dados, posiciona-se como produtor relevante e também exportador importante dentro do suprimento global de petróleo. É um fato à luz dos números, que não são só da Petrobras”, disse Graça Foster. Ela ressaltou que a empresa detém o monopólio do refino, mas que estuda parcerias com empresas chinesas.
Na apresentação, Graça comunicou que teve sucesso em 75% das ações de exploração e disse acreditar que está acima da média mundial. Nos poços do pré-sal, por exemplo, Graça foi categórica ao afirmar que o sucesso foi de “100%” no ano passado. Das 24 descobertas da companhia nos últimos 14 meses em áreas marítimas, 14 estão no pré-sal, entre São Paulo e Sergipe.
Quanto às operações fora do país, a presidenta da Petrobras disse que manterá o foco em exploração e produção, principalmente na Argentina, onde espera aumentar o contingente de trabalho. Para os próximos anos, não está mais prevista a venda de ativos da companhia.
Fonte - Agência Brasil  26/02/2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A NOVA CÚPULA DA ALIANÇA DO PACÍFICO

Opinião

"O Brasil é um país integrado à América do Sul e ao BRICS, que privilegia o crescimento de seu mercado interno, tem como principal parceiro comercial a China, e vende para todos os continentes do mundo.
Somos o mais avançado país em pesquisa agropecuária, extração de petróleo a milhares de metros de profundidade, em alto mar, a centenas de quilômetros da costa; em desenhar e fabricar aviões civis de passageiros de até 120 lugares. Produzimos mísseis navais e aéreos, foguetes de saturação, radares e mísseis de cruzeiro".


Mauro Santayana

(JB) - Se há uma coisa que muitas vezes, impressiona, em certos segmentos da elite e do empresariado nacional, é a facilidade com que se deixam pautar e manipular pela imprensa estrangeira – e seus replicantes locais – sem entender que por trás de tudo que não seja absolutamente factual, existem determinados interesses.
Esse é o caso, por exemplo, dos artigos e “análises” feitas pela mídia, a respeito da Aliança do Pacífico, que engloba o México, a Colômbia, o Peru e o Chile, e que reuniu-se há alguns dias, em Bogotá, proclamando retumbantemente o corte de 92% das tarifas no comércio entre seus sócios.
A AP está sendo apresentada, dentro e fora do Brasil, como o último prego no caixão do Mercosul, do ponto de vista econômico, e como a aliança que servirá de alternativa – principalmente, ideológica – para os diferentes mecanismos de integração – como a UNASUL e o Conselho de Defesa – que estão sendo promovidos pelo Brasil em nosso continente neste momento.
Em primeiro lugar, é preciso lembrar, Colômbia, Peru e Chile, longe de serem contra o Mercosul, são membros associados da organização – o México tem status de observador – e também da UNASUL e do CDS, o Conselho de Defesa Sul-americano. E o Chile, a partir da posse da presidente eleita Michelle Bachelet, tende se reaproximar do Brasil e do próprio Mercosul.
Acreditar que o Brasil vai perder para o México esses parceiros – com quem dividimos até projetos militares - é ignorar o fator geográfico, e esquecer que já dispomos de acesso facilitado a esses mercados, privilégio que não poderá ser alterado, sob a pena de essas nações também terem seus produtos barrados no mercado brasileiro, o maior das Américas, depois dos Estados Unidos.
Em segundo lugar é preciso relativizar a importância da AP, lembrando, por exemplo, que só o Brasil tem uma economia maior do que a de todos os seus membros reunidos.
E que o Mercosul, como um todo, com a recente inclusão da Venezuela, e um PIB total de 3.3 trilhões de dólares, representaria, se fosse uma nação, a quinta maior força econômica do mundo.
Por trás do mito da Aliança do Pacífico, existe a ilusão de um maior dinamismo da economia mexicana, o principal país do grupo – que cresceu no ano passado 1.2% - com relação à brasileira, a maior do Mercosul – que avançou 2.5% no mesmo período.
Existem mais coisas que definem o lugar que o Brasil e o México pretendem ocupar no mundo – e seus respectivos projetos de desenvolvimento – do que a mera geografia e o volume de exportações.
O México é um país totalmente integrado à América do Norte, e, nessa integração, ficou bom em terceirizar mão-de-obra barata, fabricar refrigerantes, cimento e pão de forma, e prestar serviços de telefonia.
O Brasil é um país integrado à América do Sul e ao BRICS, que privilegia o crescimento de seu mercado interno, tem como principal parceiro comercial a China, e vende para todos os continentes do mundo.
Somos o mais avançado país em pesquisa agropecuária, extração de petróleo a milhares de metros de profundidade, em alto mar, a centenas de quilômetros da costa; em desenhar e fabricar aviões civis de passageiros de até 120 lugares. Produzimos mísseis navais e aéreos, foguetes de saturação, radares e mísseis de cruzeiro.
Dominamos o ciclo do enriquecimento do urânio, fabricamos e possuímos aceleradores de partículas (o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron está em funcionamento e vem aí o Sirius, com 165 metros de diâmetro e 650 milhões de reais de investimentos), e estamos aprendendo a fazer submarinos nucleares, aviões de caça supersônicos e sistemas de transporte a levitação magnética (o Cobra-Maglev da Coppe), por exemplo.
Na internet, alguns mexicanos gostam de apresentar – ao contrário de nós mesmos, que não nos arriscamos a fazer o mesmo - como “mexicana” uma suposta superioridade em manufatura com relação ao resto da América Latina, que se desmente pelos seguintes fatos:
- A quase totalidade das fábricas instaladas no México são de outros países – não existe uma única marca mexicana de automóveis ou de bens de consumo avançados.
- O comércio exterior do México, embora volumoso, é tradicionalmente deficitário.
- A pesquisa e a engenharia de caráter industrial são majoritariamente desenvolvidas em outras regiões do mundo.
- Se não fossem os baixos salários e o mercado dos Estados Unidos do outro lado da fronteira, os mexicanos sequer teriam a sombra do parque “industrial” que possuem.
E não seriam um país exportador, considerando-se que 90% do que fabricam, tem como destino o TLCA - NAFTA (Canadá e Estados Unidos).
Trata-se, portanto, de condições, que não seria possível repetirmos aqui mesmo se quiséssemos - o que não é o caso - ou se viajássemos para a fronteira de Tijuana e regredíssemos de volta no tempo.
Mesmo quando se considera a indústria automobilística, paradigma de uma suposta superioridade industrial mexicana com relação ao Brasil, até mesmo pesquisadores daquele país se recusam a endossar isso.
Esse é, por exemplo, o caso do estudo“Industria Automotriz en México y Brasil: Una comparación de resultados después de la crisis de 2008”, da Dra. Lourdes Alvarez Medina, da UNAM – a maior universidade do México, que conclui seu texto da seguinte forma:
“Respecto a las características de cada industria se observa que México no ha desarrollado marcas propias, importa una gran cantidad de autopartes y componentes y no ha diversificado sus exportaciones ni tiene procesos de innovación importantes. Depende completamente del mercado de los Estados Unidos y ha descuidado su mercado interno.
Brasil por su parte tiene algunos productores locales de autobuses y chasis, tiene una cadena productiva mejor conformada y en algunos modelos tiene contenido local hasta de 90% y sus exportaciones automotrices están muy diversificadas y su mercado interno creció en tiempo de crisis. Además, los autos manufacturados en Brasil consumen gasolina y etanol en diferentes proporciones lo que le da a la flota vehicular brasileña cierta independencia del petróleo.”

Com todo o respeito pelo sofrido passado do México, que perdeu metade de seu território para os EUA, e pelo povo mexicano, sua arte, cultura milenar e literatura, se me perguntassem, principalmente, hoje, se preferiria estar no lugar do México ou do Brasil, ficaria – ao contrário do que muita gente pensa por aqui - na condição em que estamos.
Considerando-se nosso território, população, economia, capacidade de cooperação e articulação, dimensão e projeção geopolítica, ainda é preferível ser o principal país da América do Sul, do que um mero apêndice norte-americano.
Fonte - Do blog de Maro Santayana  13/02/2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Ministério definirá dispositivos de segurança de carros por consulta pública

Economia

Daniel Lima 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) informou hoje (27), por meio de nota, que prepara consulta pública para definir a lista de componentes para dispositivos de segurança automotivos não fabricados no Brasil que poderão ter redução temporária do Imposto de Importação para 2%.
A listagem está sendo elaborada pelo MDIC e pelo Ministério da Fazenda. Após a consulta, será encaminhada para a análise do Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex).
O ministério informou que o mecanismo de redução tributária para autopeças está amparado pelo Acordo Automotivo Brasil-Argentina, firmado em 2000, e já foi utilizado em duas ocasiões. Em 2010 e em 2012, para a implantação do sistema Euro 5, que estabelece motores mais eficientes, com novos limites de emissão de poluentes - Resolução Camex nº 88.
Entre os dispositivos de segurança beneficiados pela medida estão ítens como airbag e freios ABS. Como serão incluídos na lista apenas componentes sem produção nacional, o benefício de redução tributária perderá efeito se o produto começar a ser fabricado no país. A consulta pública terá duração de 30 dias e estará disponível no site do MDIC em breve.
Fonte - Agência Brasil 27/01/2014

Japão registra déficit recorde na balança comercial

Internacional

Da Agência Brasil
Com informações da Agência Lusa
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O Japão registrou em 2013 um déficit comercial recorde de 11,47 bilhões de ienes (83,83 bilhões de euros), o terceiro ano consecutivo de balança comercial negativa, informou o Ministério das Finanças.
No ano passado, a balança comercial teve crescimento das exportações de 9,5% em relação a 2012, resultado da venda de produtos no valor de 499,42 milhões de euros. As importações subiram 15%, chegando a 582,54 milhões de euros.
O saldo comercial negativo de 2013 é o mais elevado desde que o Japão começou, em 1979, a registrar os dados das exportações e importações. O resultado supera o anterior, de 6,9 bilhões de ienes (49,44 bilhões de euros), em 2012.
Fonte - Agência Brasil   27/01/2014

sábado, 11 de janeiro de 2014

China ultrapassa EUA na liderança do comércio global em 2013

Economia

Da Agência Lusa
foto - ilustração
Pequim – O comércio anual de bens da China passou a marca dos US$ 4 trilhões pela primeira vez no ano passado, revelam as estatísticas oficiais, confirmando a posição do país como o maior comerciante em escala mundial.
Divulgados hoje (10) pela Administração Geral das Alfândegas chinesa, os dados colocam um ponto final na dúvida sobre quem seria o país com maior volume de negócios (China ou Estados Unidos). Por causa dos diferentes métodos de cálculo entre os dois países, apenas em 2013 os chineses superaram os norte-americanos na troca de bens. A conta exclui o comércio de serviços.
“É muito provável que a China tenha suplantado os Estados Unidos como o país com mais trocas comerciais de bens em 2013 pela primeira vez”, disse o porta-voz da Administração Geral das Alfândegas chinesa, Zheng Yuesheng.
As exportações da segunda maior economia mundial subiram 7,9%, para US$ 2,21 trilhões, enquanto as importações aumentaram 7,3%, para US$ 1,95 trilhão, de acordo com a mesma fonte, o que coloca o superávit comercial da China em US$ 259,7 bilhões, 12,8% a mais do que em 2012.
O volume total de bens comercializados entre a China e outros países ficou em US$ 4,16 trilhões, o que representa uma subida de 7,6%, ligeiramente abaixo da meta das autoridades chinesas, que apontava para um aumento de 8%. O comércio entre a União Europeia (UE) e a China aumentou 2,1% em 2013, para mais de US$ 559 bilhões, mantendo os europeus como o maior parceiro comercial de Pequim.
Os Estados Unidos figuram em segundo lugar entre os parceiros comerciais da China, com trocas de US$ 521 bilhões, 7,5% a mais do que em 2012. Os norte-americanos, porém, importaram mais da China do que a União Europeia. O superávit comercial da China com os Estados Unidos é também muito mais elevado: US$ 215,8 bilhões, segundo as estatísticas chinesas.
As exportações chinesas para os EUA somaram US$ 368,4 bilhões, US$ 29,4 bilhões a mais do que a China vendeu à União Europeia. No mesmo período, a China importou US$ 220,1 bilhões da UE, US$ 67,5 bilhões a mais do que a China comprou dos norte-americanos. Em média, o comércio entre a China e os seus dois maiores parceiros soma quase US$ 3 bilhões por dia.
Com o Japão, que era o terceiro parceiro comercial da China, mas cujas relações têm sido afetadas pela polêmica em torno de duas ilhas no Oceano Pacífico, o comércio bilateral em 2013 caiu 5,1%, para US$ 312,5 bilhões. O lugar do Japão é agora ocupado pelos dez estados da Asean (Associação das Nações do Sueste Asiático), com US$ 443,6 bilhões, 10,9% a mais do que em 2012.
Fonte - Agência Brasil  10/01/2014

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Cuba libera comercialização de veículos, após quase 50 anos de controle

Internacional

Da Agência Brasil*
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Brasília – Em uma das reformas mais aguardadas de sua gestão, o presidente Raúl Castro autorizou a importação e a comercialização de automóveis, depois de cerca de cinquenta anos de controle. O governo de Cuba liberou o setor automotivo a comercializar veículos a preços de mercado e aboliu o sistema que só permitia aos cubanos comprar automóveis novos por meio do Estado.
Até ontem (19), cidadãos cubanos podiam vender e comprar veículos somente a preços fixados pelo Estado, de acordo com um decreto de 2010. A população não tinha acesso, no entanto, aos automóveis novos, que eram vendidos pelo Estado a pessoas selecionadas.
O Conselho de Ministros de Cuba decidiu na quinta-feira (19) liberar a venda no varejo de motocicletas, carros e caminhonetes novos e seminovos. A norma determina que a compra pode ser feita por pessoas físicas cubanas e estrangeiras, pessoas jurídicas estrangeiras e corpo diplomático. A nova política elimina as cartas de autorização emitidas pelo Ministério do Transporte, assim como outros mecanismos de aprovação pelo Estado.
Desde o começo do mandato de Raúl Castro, Cuba passa por um processo de reformas com elementos de economia de mercado, após décadas de monopólio estatal. Em 2013, as reformas liberalizaram viagens ao exterior, propuseram o fim da dualidade monetária, geraram cooperativas agrícolas e propuseram a desregulação de empresas estatais para disporem de parte de seus lucros.
Fonte - Agência Brasil  20/12/2013