UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Lucro da Caixa cresce 7,9% no primeiro semestre

Economia

A Caixa informou ainda que permaneceu na liderança do crédito habitacional, com 67,6% de participação no mercado. - A carteira de crédito ampliada atingiu 19,3% de participação no mercado, com o saldo de R$ 552,1 bilhões, crescimento de 28% em 12 meses.

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil 
foto - 20caixa.com 
A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3,4 bilhões no primeiro semestre de 2014, crescimento de 7,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado decorreu, principalmente, do aumento das receitas financeiras de crédito em 46,1% - reflexo do crescimento de 28% da carteira em 12 meses, da ampliação do resultado de títulos e valores mobiliários em 45,5% e do incremento nas receitas de prestação de serviços e tarifas em 12%, influenciadas pelo aumento do volume de negócios com clientes, informou o banco.
A carteira de crédito ampliada atingiu 19,3% de participação no mercado, com o saldo de R$ 552,1 bilhões, crescimento de 28% em 12 meses.
A Caixa informou ainda que permaneceu na liderança do crédito habitacional, com 67,6% de participação no mercado. O saldo da carteira superou R$ 303,5 bilhões, com evolução de 27,3% quando comparado ao primeiro semestre de 2013. O segmento habitacional representa 55% do total da carteira de crédito do banco.
No âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida, foram contratados R$ 16,4 bilhões no período, com total de 210,4 mil unidades habitacionais. Desse valor, 32% foram destinados a famílias com renda até três salários mínimos.
No primeiro semestre de 2014, foram contratados R$ 14,1 bilhões em operações de saneamento e infraestrutura, sendo R$ 2,3 bilhões em saneamento básico; R$ 2,9 bilhões em financiamentos de energia e logística; R$ 3,8 bilhões em operações de mobilidade urbana, e R$ 5,1 bilhões em infraestrutura urbana. Com desembolsos atingindo R$ 9,6 bilhões, o saldo dessas operações somou R$ 46,2 bilhões, alta de 52,4% em comparação ao mesmo período do ano anterior.
A Caixa contratou R$ 2,1 bilhões em crédito rural no primeiro semestre de 2014, aproximadamente R$ 1,9 bilhão a mais que o registrado no mesmo período do ano anterior. O custeio e investimento agrícola somaram R$ 1,2 bilhão contratados e o custeio e investimento pecuário, R$ 786 milhões.
O índice de inadimplência do crédito do banco chegou a 2,77%, alta de 0,1 ponto percentual no trimestre. “A oscilação decorre da diminuição da velocidade de expansão da carteira de crédito e do avanço na participação em segmentos com maior rentabilidade e, consequentemente, maior risco, conforme previsto no planejamento do banco”, diz a Caixa.
Fonte - Agência Brasil   14/08/2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Locomotivas da GE perdem velocidade na lidrerança no Brasil

Economia

Companhia convive com queda das encomendas e risco de perder a liderança do setor para a Caterpillar - O aumento dos custos e a redução de encomendas tem custado caro à companhia. A GE Transportation está revendo seus investimentos. 

Insight Engenharia de Comunicação 

Pelo andar da locomotiva, não demora muito e a GE conseguirá uma proeza que até outro dia soava como inimaginável: perder a histórica liderança entre os fabricantes de equipamentos ferroviários no Brasil. Um a um, o gigantesco grupo norte-americano tem acumulado uma série de tropeços que podem lhe custar caro. De um lado dos trilhos, a sucessiva redução do volume e pedidos em carteira, que soma aproximadamente 20% nos últimos três anos; do outro, o aumento dos custos operacionais na fábrica de Contagem (MG).
A colisão entre estes dois comboios tem custado caro à companhia. A GE Transportation está revendo seus investimentos. O plano de expansão da fábrica mineira, o mais importante dos projetos, descarrilou. Os norte-americanos pretendiam atingir a marca de 120 vagões por ano. A produção de 2014, no entanto, não deve chegar a 50 unidades. Para este ano, o aporte de US$ 10 milhões, similar ao de 2013, está mantido. Mas, para 2015, a tendência é que a empresa baixe a cancela sobre seu caixa.
Enquanto a GE perde velocidade, a concorrência vem no seu encalço. A Caterpillar deverá entregar mais de 40 locomotivas ao longo de 2014. Um fato chama ainda mais a atenção: a companhia inaugurou sua fábrica de Sete Lagoas (MG) há apenas dois anos. Nessa toada, poderá assumir a dianteira do mercado brasileiro já em 2015. A posição da GE no mercado brasileiro é ameaçada também por grupos chineses que têm desembarcado no Brasil oferecendo locomotivas importadas a preços até 20% inferiores ao dos equipamentos nacionais. Na GE Transportation, havia a expectativa de que a queda de encomendas no mercado interno pudesse ser compensada por uma maior inserção internacional. No entanto, a promessa da matriz de alocar na subsidiária brasileira encomendas recebidas em outros países não se consumou, ao menos não na dimensão esperada. Os norte-americanos acenaram com pedidos provenientes de cinco países. Até agora, no entanto, a GE Transportation do Brasil vendeu locomotivas apenas para Colômbia e Moçambique. Procurada pelo RR, a GE não se pronunciou.
Para assinar o Relatório Reservado, acesse o www.relatorioreservado.cm.br ou entre em contato pelo número (21) 2526-7004
Leia o blog do Relatório Reservado no iG: http://www.blogrelatorioreservado.ig.com.br/
Assista também à TV RR no Youtube: http://www.youtube.com/user/tvrelatorioreservado
Fonte - STEFZS 23/07/2014



RF - Leia abaixo a nota enviada à Revista Ferroviária pela GE Transportation:

POSICIONAMENTO OFICIAL – GE TRANSPORTATION

A GE Transportation esclarece que, ao contrário das informações citadas no boletim de 14 de julho do Relatório Reservado, sua produção de locomotivas em 2014 se manterá em nível equivalente ao do ano passado. Já para 2015, as perspectivas são altamente promissoras, com expectativa de aumento de produção, sem considerar ainda os incrementos advindos do programa de substituição de máquinas antigas, ora em discussão com o governo federal, e a implementação dos projetos de novas ferrovias nos próximos anos. Cabe observar ainda que a GE não produz vagões, sendo estes números exclusivamente referentes à produção de locomotivas.
A GE esclarece também que o programa de investimentos da companhia, no valor de R$ 65 milhões e aprovado em 2011, se encontra em plena execução. As atividades contemplam o desenvolvimento de novos produtos e serviços, alterações no layout da planta industrial, construção de novo galpão para otimizar a produção e possibilitar a redução do fluxo da linha de montagem, implantação de células de reparos de painéis e diversificação do estoque de peças para garantir a operação ininterrupta de locomotivas em circulação, assim como assegurar ganhos de produtividade e eficiência contínuos que são comprovados pelos nossos clientes. Essas medidas têm garantido não somente a qualidade dos produtos mas também o pleno atendimento dos compromissos de entrega da companhia.
Essas demonstrações práticas da GE de confiança no Brasil reforçam a sua posição no mercado e estão ancoradas na certeza do desenvolvimento do setor ferroviário no País.
Por fim, a empresa se coloca à disposição do Relatório Reservado para prestar esclarecimentos.

Cordialmente,

GE Transportation

Atualizado em 25/07/2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

RAMONA E O DEM

Mais médicos

A cubana alegou que tomou a decisão de procurar o DEM, ao sentir-se traída por “descobrir” que no Brasil profissionais de outras nacionalidades estavam recebendo 10 mil reais por mês enquanto, para os cubanos, o salário seria de mil dólares, 400 pagos no Brasil e 600 depositados em Cuba. 
É difícil acreditar que Ramona tenha sido particularmente escolhida pelo governo de Havana, para ser “enganada”, entre centenas de médicos cubanos que estão trabalhando no Brasil.


Mauro Santayana

(JB) - A médica Ramona Matos Rodriguez, cubana contratada por uma organização ligada a seu governo, para prestar serviços no Brasil no programa Mais Médicos no município paraense de Pacajá, “fugiu” de seu posto e “refugiou-se” no gabinete da liderança do DEM, na Câmara dos Deputados.
A cubana alegou que tomou a decisão de procurar o DEM, ao sentir-se traída por “descobrir” que no Brasil profissionais de outras nacionalidades estavam recebendo 10 mil reais por mês enquanto, para os cubanos, o salário seria de mil dólares, 400 pagos no Brasil e 600 depositados em Cuba.
É difícil acreditar que Ramona tenha sido particularmente escolhida pelo governo de Havana, para ser “enganada”, entre centenas de médicos cubanos que estão trabalhando no Brasil. Assim como é perfeitamente compreensível que, vinda de um país socialista, na qual teve acesso, durante toda a sua formação, a educação fornecida pelo Estado, do berço à universidade (foto), Ramona seja chamada a devolver ao povo cubano a parte maior do que recebe para que esse dinheiro seja aplicado na educação, saúde e melhora da condição de vida de outros cubanos, que vivem em uma nação que sofre, há décadas, os efeitos do boicote econômico norte-americano. E na qual, apesar disso - ao contrário do Brasil - não se encontra uma criança sem alimento ou dormindo na rua.
Se no Brasil houvesse esse tipo de mentalidade, ou uma espécie de serviço social obrigatório, que permitisse que jovens formandos, especialmente aqueles que estudaram em escolas e universidades públicas, devolvessem um pouco do que a sociedade brasileira lhes possibilitou, atendendo pessoas e comunidades carentes, quem sabe não teríamos casos de médicos pedindo para serem acordados no final de seu plantão em hospitais públicos, ou fazendo uso de falsas impressões digitais de silicone, para simular presença em postos de saúde.
O Conselho Federal de Medicina pode estar dando um tiro no pé ao apoiar o caso Ramona.
Ao dizer que gostaria de fazer o Revalida e ficar no Brasil, e, ao mesmo tempo, pedir um visto para os Estados Unidos, Ramona Sanchez mostra claramente qual é seu objetivo.
A intenção, longe de qualquer altruísmo político, é trocar os desafios e dificuldades da pequena Pacajá, no interior do Pará, pelas praias e a badalação da comunidade anticastrista de Miami, onde será incensada e receberá as benesses daqueles que a maioria de seus compatriotas chamam, pejorativamente, de “gusanos”.
Longe de inviabilizar ou prejudicar o Programa Mais Médicos, o Conselho Federal de Medicina e outras organizações médicas nacionais podem estar dando um tiro no pé ao apoiar e transformar em uma bandeira o caso Ramona.
Ao tomar essa atitude, o CFM pode estar incentivando dezenas, centenas de médicos cubanos a copiarem Ramona fazendo com que passem a concorrer, com residência e Revalida, com médicos brasileiros, não apenas no interior mas também nos grandes centros.
Afinal, o DEM já deixou claro — em aberta convocação — que suas portas estão abertas para qualquer médico cubano que queira “desertar”.
A sorte do Conselho Federal de Medicina e dos “democratas” é que, dos 5.378 médicos cubanos que estão no Brasil, só dois, ou 0,038 %, tiveram, até agora, a cara de pau e a falta de caráter de tomar essa atitude.
Fonte - Do Blog de Mauro Santayana  11/02/2014

sábado, 11 de janeiro de 2014

China ultrapassa EUA na liderança do comércio global em 2013

Economia

Da Agência Lusa
foto - ilustração
Pequim – O comércio anual de bens da China passou a marca dos US$ 4 trilhões pela primeira vez no ano passado, revelam as estatísticas oficiais, confirmando a posição do país como o maior comerciante em escala mundial.
Divulgados hoje (10) pela Administração Geral das Alfândegas chinesa, os dados colocam um ponto final na dúvida sobre quem seria o país com maior volume de negócios (China ou Estados Unidos). Por causa dos diferentes métodos de cálculo entre os dois países, apenas em 2013 os chineses superaram os norte-americanos na troca de bens. A conta exclui o comércio de serviços.
“É muito provável que a China tenha suplantado os Estados Unidos como o país com mais trocas comerciais de bens em 2013 pela primeira vez”, disse o porta-voz da Administração Geral das Alfândegas chinesa, Zheng Yuesheng.
As exportações da segunda maior economia mundial subiram 7,9%, para US$ 2,21 trilhões, enquanto as importações aumentaram 7,3%, para US$ 1,95 trilhão, de acordo com a mesma fonte, o que coloca o superávit comercial da China em US$ 259,7 bilhões, 12,8% a mais do que em 2012.
O volume total de bens comercializados entre a China e outros países ficou em US$ 4,16 trilhões, o que representa uma subida de 7,6%, ligeiramente abaixo da meta das autoridades chinesas, que apontava para um aumento de 8%. O comércio entre a União Europeia (UE) e a China aumentou 2,1% em 2013, para mais de US$ 559 bilhões, mantendo os europeus como o maior parceiro comercial de Pequim.
Os Estados Unidos figuram em segundo lugar entre os parceiros comerciais da China, com trocas de US$ 521 bilhões, 7,5% a mais do que em 2012. Os norte-americanos, porém, importaram mais da China do que a União Europeia. O superávit comercial da China com os Estados Unidos é também muito mais elevado: US$ 215,8 bilhões, segundo as estatísticas chinesas.
As exportações chinesas para os EUA somaram US$ 368,4 bilhões, US$ 29,4 bilhões a mais do que a China vendeu à União Europeia. No mesmo período, a China importou US$ 220,1 bilhões da UE, US$ 67,5 bilhões a mais do que a China comprou dos norte-americanos. Em média, o comércio entre a China e os seus dois maiores parceiros soma quase US$ 3 bilhões por dia.
Com o Japão, que era o terceiro parceiro comercial da China, mas cujas relações têm sido afetadas pela polêmica em torno de duas ilhas no Oceano Pacífico, o comércio bilateral em 2013 caiu 5,1%, para US$ 312,5 bilhões. O lugar do Japão é agora ocupado pelos dez estados da Asean (Associação das Nações do Sueste Asiático), com US$ 443,6 bilhões, 10,9% a mais do que em 2012.
Fonte - Agência Brasil  10/01/2014

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Qual o segredo de Dilma?... atacada por todos os lados

Política


Atacada por todos os lados, qual o segredo de Dilma?

Balaio do Kostcho
Atacada diariamente pelo pensamento único da grande mídia, por grupos de financistas e empresários, analistas econômicos e especialistas em geral, largos setores do PMDB e até do PT, os seus principais partidos aliados, com problemas sérios na economia e no Congresso, o noticiário negativo do mensalão e tudo mais jogando contra, como explicar a cada vez mais folgada liderança da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas para 2014 (no último Ibope, tinha mais intenções de voto do que o dobro dos seus prováveis adversários somados)?
A cada nova pesquisa, esta é a pergunta que mais me fazem. Acho que a causa desta aparente contradição é demográfica e geográfica: o lugar onde moro e o meio social em que convivo é o mais crítico em relação ao governo do PT desde a primeira eleição de Lula e o mais refratário à revolução social que se deu no país nos últimos anos. Este Brasil velho e o novo Brasil são dois países que não se cruzam.
O maior eleitorado, tanto de Dilma como de Lula, vive nas regiões mais pobres e distantes do país, não costuma ler jornais nem acompanha blogueiros limpinhos, e ainda tem, sim, maiores dificuldades de acesso à educação e à saúde, mas sente que a sua vida melhorou na última década. Por isso, quer a continuidade deste governo, como mostram todas as pesquisas.
Enquanto a parte mais rica da população discute os aspectos ideológicos da importação de cubanos para o Mais Médicos e critica os programas sociais do governo, que chamam de assistencialistas, para quem nunca teve assistência médica, nem acesso à casa própria, vivia sem água e sem luz, sem renda e sem emprego, os governos petistas representaram uma radical mudança em suas vidas.
Claro que todo mundo quer muito mais e melhor depois que as necessidades básicas foram atendidas, tanto que, na mesma pesquisa Ibope, 38% dos entrevistados responderam esperar que o presidente "mudasse muita coisa". Creio que está correta a avaliação feita pelo marqueteiro João Santana, o grande guru de Dilma: "A pesquisa é clara: os brasileiros querem mudanças no governo, e não mudança de governo. A magia está na preposição".
A maioria da população, que vive no Brasil real, não está muito interessada em discutir o PIB, a balança comercial, o câmbio, os mensalões, os cartéis e as máfias, mas quer saber se tem emprego e renda para pagar suas contas no fim do mês, se tem escola para mandar seus filhos e posto de saúde com médicos e remédios para os casos de necessidade. Acho que isto ajuda a responder à pergunta do título, já que em nenhum momento Dilma se afastou da sua prioridade de governar para os mais necessitados e combater a miséria.
Para este largo contingente de eleitores, fica difícil trocar o certo pelo duvidoso, até porque a mídia ainda não encontrou um candidato de oposição para bancar e os que aí estão não conseguem dar qualquer esperança, uma ideia ou proposta nova que seja, de que, com a vitória deles, a vida dos brasileiros vai melhorar.
Muitos podem até não gostar do jeitão da presidente e do governo dela, mas quando olham em volta, encontram o que? Serra infernizando a vida de Aécio, e Marina e Eduardo, que disputam a mesma vaga, encantando o pessoal da grana pesada de São Paulo, que não tem muitos votos, como se sabe. Enquanto os quatro se limitarem a criticar Dilma, os números das pesquisas não mudam.
Em 2005, quando estourou o escândalo do mensalão, tucanos acharam que era só deixar Lula sangrar que logo o velho poder estaria de volta ao Palácio do Planalto. Faltou combinar com o povo, que continua com Lula e Dilma, como mostraram todas as últimas eleições.
Por falar nisso, os dois continuam sendo duas entidades numa só e todos os esforços feitos ao longo de quase três anos para intriga-los ou separá-los foram em vão. Talvez os nossos bravos analistas políticos não saibam de um trato que Dilma e Lula fizeram logo no início do governo dela.
A cada 15 dias, chova ou faça sol, os dois têm um encontro particular, em Brasília ou São Paulo, para juntos fazerem uma análise da situação e discutir os caminhos a seguir. Isto evita o fogo amigo das corriolas de um e de outro e mata no nascedouro qualquer tentativa de afastar criador e criatura. Até agora tem dado certo e pode nos ajudar a entender melhor o segredo da renitente popularidade de Dilma Rousseff.
Fonte - Balaio do Kostcho  20/11/2013