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terça-feira, 15 de março de 2016

Balança comercial tem superávit de US$ 828 milhões na segunda semana de março

Economia

Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Revista Amazônia

A balança comercial da segunda semana de março, com cinco dias úteis, registrou superávit de US$ 828 milhões, resultado de exportações de US$ 3,330 bilhões e de importações de US$ 2,502 bilhões. Os dados foram divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
A média diária das exportações da segunda semana do mês foi de US$ 666 milhões, 14,7% abaixo da média da primeira semana (US$ 780,9 milhões). Essa retração se deu por conta das vendas de produtos manufaturados (-27,1%) – principalmente de centrifugadores e aparelhos para filtrar ou depurar, automóveis de passageiros, aviões, etanol, açúcar refinado, laminados de ferro/aço, polímeros plásticos – e semimanufaturados (-27,1%) – em razão de celulose, ouro em forma semimanufaturada, ferro-ligas, couros e peles, alumínio em bruto. Por outro lado, as exportações de básicos cresceram 2,9%, puxadas por soja em grãos, petróleo em bruto, milho em grãos, minério de ferro, café em grãos, carne bovina.
Do lado das importações, a média diária da segunda semana de março (US$ 500,5 milhões) foi 6,2% acima da média diária da primeira semana do mês (US$ 471,2 milhões) explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com equipamentos mecânicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos, produtos plásticos, instrumentos de ótica e precisão, e siderúrgicos.

Mês
A média diária das exportações até a segunda semana de março (US$ 717,1 milhões) foi 7,1% abaixo da média de março de 2015 (US$ 771,8 milhões) em razão da queda nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (-12%) – especialmente ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, couros e peles, ferro-ligas, celulose –; básicos (-8,8%) – principalmente por causa de minério de ferro, farelo de soja, petróleo em bruto, minério de cobre, café em grãos, carne de frango – e manufaturados (-1,8%) – por conta de laminados planos de ferro e aço, motores para automóveis, motores e geradores elétricos, autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio, suco de laranja não congelado, bombas e compressores, medicamentos para medicina humana e veterinária.
Na comparação com fevereiro deste ano, também pela média diária, as exportações cresceram 2,1%, impulsionadas pelas vendas externas de básicos (12,9%). As exportações de semimanufaturados caíram 18% e as de manufaturados ficaram inalteradas.
Nas importações, a média diária até a segunda semana de março foi de US$ 487,5 milhões, 35,1% abaixo da média de março de 2015 (US$ 750,8 milhões), em especial pelos gastos com combustíveis e lubrificantes (-54,6%), siderúrgicos (-45,1%), equipamentos eletroeletrônicos (-43,9%), automóveis e partes (-39,5%), equipamentos mecânicos (-36,7%), e produtos químicos orgânicos e inorgânicos (-28%). Na comparação com fevereiro de 2016, houve retração nas importações de 10,1%, causadas por combustíveis e lubrificantes (-41,3%), farmacêuticos (-18,7%), equipamentos mecânicos (-10,8%), instrumentos de ótica e precisão (-9,5%) e adubos e fertilizantes (-8%).

Ano
Até a segunda semana de março, as exportações totalizaram US$ 31,044 bilhões e as importações US$ 25,014 bilhões, gerando um superávit US$ 6,030 bilhões e revertendo o déficit registrado no mesmo período de 2015, de US$ 6,084 bilhões. As exportações acumularam média diária de US$ 646,8 milhões, valor 5% menor que o verificado no mesmo período de 2015 (US$ 680,6 milhões).
Já as importações apresentaram desempenho médio diário de US$ 521,1 milhões, 35,2% abaixo do registrado no mesmo período de 2015 (US$ 804,8 milhões). No ano, a corrente de comércio soma US$ 56,059 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 1,167 bilhão, 21,4% menos que o verificado em 2015 (US$ 1,485 bilhão).
Fonte - Revista Amazônia  15/03/2016

terça-feira, 1 de março de 2016

Com superávit de US$ 3 bi, balança comercial tem melhor fevereiro desde 89

Economia

Superávit veio de US$ 13,348 bi em exportações e US$ 10,305 bi em importações.É o melhor resultado para meses de fevereiro desde o início da série histórica da balança, em 1989. Além disso, não era registrado superávit para o mês desde fevereiro de 2012, quando a balança comercial ficou positiva em US$ 1,7 bilhão.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil

Arquivo/Agência Brasil
A balança comercial teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 3,043 bilhões em fevereiro. É o melhor resultado para meses de fevereiro desde o início da série histórica da balança, em 1989. Além disso, não era registrado superávit para o mês desde fevereiro de 2012, quando a balança comercial ficou positiva em US$ 1,7 bilhão.
Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em janeiro, o superávit de US$ 923 milhões da balança comercial também quebrou um jejum de saldos positivos para o mês, que já durava cinco anos.
O saldo positivo do mês passado resultou de US$ 13,348 bilhões em exportações e US$ 10,305 bilhões em importações. As vendas externas cresceram 4,6% sobre fevereiro de 2015 e 24,9% em relação a janeiro de 2016. O cálculo é segundo o critério da média diária, que mede o valor negociado em dólares por dia útil.
A comparação com 2015 representou o primeiro crescimento das exportações ante o mesmo mês do ano anterior em 17 meses. A última vez que as vendas externas haviam subido foi na comparação anual entre agosto de 2014 e agosto de 2013.
Nos últimos meses, as exportações estavam em queda, e a balança só vinha ficando positiva em função de recuos ainda mais acentuados das importações. Do lado das compras do Brasil no exterior, houve queda de 34,5% no volume diário negociado em fevereiro deste ano na comparação com o mesmo mês de 2015, e crescimento de 5,1% ante janeiro de 2016.
Fonte - Agência Brasil  01/03/2016

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Balança comercial registra superávit de US$ 19,6 bilhões em 2015

Economia

O saldo anual foi divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O superávit resulta de 191,1 bilhões em exportações e 171,4 bilhões em importações.Foi informado ainda o saldo de dezembro,que ficou positivo em US$ 6,24 bilhões.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A balança comercial encerrou 2015 com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 19,681 bilhões. O resultado superou previsão do governo, de superávit de US$ 15 bilhões, e é o melhor desde 2011, quando a balança fechou o ano superavitária em US$ 29,7 bilhões.
O saldo representa uma recuperação frente a 2014, quando a balança comercial brasileira terminou negativa em R$ 4 bilhões, primeiro déficit registrado desde 2000.
O saldo anual foi divulgado hoje (4) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O superávit resulta de 191,1 bilhões em exportações e 171,4 bilhões em importações. Foi informado ainda o saldo de dezembro, que ficou positivo em US$ 6,24 bilhões.
Apesar do resultado positivo da balança, 2015 foi um ano de queda das vendas do Brasil para o exterior. As exportações registraram retração de 14,1% na comparação com 2014.
Nas importações, a queda foi de 24,3%. O superávit da balança comercial deveu-se à queda das importações em ritmo mais acentuado que as exportações. O país desacelerou a compra de bens no exterior devido a fatores como a queda na atividade econômica e o dólar em alta.
Fonte - Agência Brasil  04/01/2016

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Superávit comercial é de US$ 2 bi na quarta semana de dezembro

Economia

As exportações foram de US$ 3,623 bilhões, e as importações chegaram a US$ 1,599 bilhão no período.No acumulado do ano (246 dias úteis), as vendas a outros países totalizaram US$ 188,866 bilhões, e as compras externas foram de US$ 170,182 bilhões, resultando num superávit de US$ 18,684 bilhões.

Portal Brasil

A balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 2,024 bilhões na quarta semana de dezembro, período com quatro dias úteis (dias 21 a 27). As exportações foram de US$ 3,623 bilhões, e as importações chegaram a US$ 1,599 bilhão no período. Os números foram divulgados, na tarde desta segunda-feira (28), pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
No acumulado do ano (246 dias úteis), as vendas a outros países totalizaram US$ 188,866 bilhões, e as compras externas foram de US$ 170,182 bilhões, resultando num superávit de US$ 18,684 bilhões. O valor supera, portanto, as recentes estimativas do MDIC, de que o Brasil encerraria 2015 com saldo comercial positivo acima de US$ 15 bilhões. Faltam agora os resultados de apenas quatro dias (28, 29, 30 e 31) para o fechamento do ano. Os resultados da balança comercial consolidada de 2016 devem ser divulgados na próxima semana.
Na quarta semana de dezembro, a média das exportações foi de US$ 905,8 milhões, 16,4% acima da média de US$ 778,0 milhões registrada até a terceira semana do mês. O salto foi impulsionado, principalmente, pela exportação de uma plataforma para extração de petróleo, em operação de US$ 818 milhões. Assim, as vendas de produtos manufaturados cresceram 45,4%. Também cresceram as exportações de bombas e compressores, calçados, torneiras/válvulas, papel e cartão, máquinas para terraplanagem.
Os produtos semimanufaturados também tiveram crescimento de 5,7% nas exportações na quarta semana de dezembro em relação ao que havia sido registrado até a terceira semana do mês, por influência de celulose, ouro em forma semimanufaturada, couros e peles e óleo de soja em bruto. Já as vendas de produtos básicos caíram 10,3%, por conta de minério de ferro, petróleo em bruto, milho em grão, carne bovina e farelo de soja.
Nas importações houve queda de 27%, pelo critério de média diária (US$ 399,8 milhões) em relação à média até a terceira semana (US$ 548 milhões). O MDIC explica que esse movimento é justificado, principalmente, pela diminuição nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos/inorgânicos e adubos e fertilizantes.

Mês
Em dezembro, houve crescimento de 1,4% nas exportações, se comparadas as médias diárias até a quarta semana (US$ 806,4 milhões) com a de dezembro de 2014 (US$ 795,0 milhões). A principal razão foi o crescimento de 16,5% nas vendas de produtos manufaturados por conta de plataforma para extração de petróleo, tubos flexíveis de ferro e aço, bombas e compressores, automóveis de passageiros, tratores, etanol, e aviões.
Já as vendas de produtos básicos caíram 9,9% em dezembro, na comparação com dezembro do ano passado, considerando o critério de média diária. Essa retração deve-se, principalmente, aos resultados obtidos com minério de ferro, petróleo em bruto, café em grão, carne bovina e de frango e farelo de soja. As exportações de semimanufaturados também apresentam queda de 2,4%, influenciada por ferro fundido, ferro-ligas, alumínio em bruto, couros e peles, semimanufaturados de ferro e aço.
Se for realizada comparação com média diária de novembro deste ano (US$ 690,3 milhões), houve crescimento de 16,8%, em virtude dos aumentos nas vendas das três categorias de produtos: básicos (6,6%), semimanufaturados (10,6%) e manufaturados (31%).
Nas importações, a média diária até a quarta semana (US$ 515,1 milhões) ficou 34,1% abaixo da média de dezembro do ano passado (US$ 781,5 milhões). Caíram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (-63,2%), aparelhos eletroeletrônicos (-42,2%), veículos automóveis e partes (-41,2%), plásticos e obras (-35,4%), siderúrgicos (-32,7%) e equipamentos mecânicos (-32,0%). Na comparação com novembro de 2015, também houve retração (-18,3%), pelas quedas nas compras de combustíveis e lubrificantes (-36,8%), aparelhos eletroeletrônicos (-26,1%), plásticos e obras (-24,4%), químicos orgânicos/inorgânicos (-23,3%), veículos automóveis e partes (-21,9%) e equipamentos mecânicos (-18,8%).

Ano
Até a quarta semana de dezembro, as exportações totalizaram US$ 188,866 bilhões, e as importações, US$ 170,182 bilhões, gerando um superávit de US$ 18,684 bilhões. As exportações acumularam média diária de US$ 767,7 milhões, valor 14% menor que o verificado no mesmo período de 2014 (US$ 892,9 milhões). Já as importações tiveram desempenho médio diário de US$ 691,8 milhões, 24% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (US$ 910,6 milhões).
No ano, a corrente de comércio chega a US$ 359,048 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 1,459 bilhão, 19,1% menos que o verificado no mesmo período de 2014 (US$ 1,803 bilhão).
Fonte - Revista Amazônia  29/12/2015

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Superávit da balança comercial chega a US$ 15,8 bilhões e supera expectativas

Economia

Os resultados contrastam com os do ano passado. Até a segunda semana de dezembro de 2014, a balança comercial tinha déficit de US$ 3,574 bilhões. A melhoria do indicador, no entanto, não se deve ao crescimento das vendas para o exterior, mas à queda das importações.

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
O superávit da balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumulado em 2015 superou a estimativa de US$ 15 bilhões do governo. Segundo dados divulgados hoje (14) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o indicador acumula resultado positivo de US$ 15,810 bilhões até a segunda semana de dezembro.
Na semana passada, o país registrou superávit de US$ 1,6 bilhão, resultado de exportações de US$ 4,256 bilhões e de importações de US$ 2,656 bilhões. Em dezembro, o superávit da balança comercial chega a US$ 2,369 bilhões.
Os resultados contrastam com os do ano passado. Até a segunda semana de dezembro de 2014, a balança comercial tinha déficit de US$ 3,574 bilhões. A melhoria do indicador, no entanto, não se deve ao crescimento das vendas para o exterior, mas à queda das importações.
No acumulado do ano, o Brasil exportou US$ 181,647 bilhões, queda de 14,6% pela média diária em relação a 2014. O recuo foi motivado principalmente pela redução do preço das commodities (bens agrícolas e minerais com cotação internacional), que anulou os efeitos da safra recorde de grãos e da produção recorde de minério de ferro.As importações caíram em ritmo maior, totalizando US$ 165,837 bilhões, com recuo de 23,3% também pela média diária. As principais causas para a queda das compras do exterior são a alta do dólar e a redução da demanda por combustíveis, que se refletiu em menos importações de petróleo.
Fonte - Agência Brasil   14/12/2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Balança comercial registra maior superávit para o mês de maio desde 2012

Economia

A balança comercial brasileira encerrou maio com superávit de US$ 2,761 bilhões.O resultado é o maior para o mês desde maio de 2012, quando houve superávit de US$ 2,96 bilhões. Também é o maior resultado para a balança desde o início deste ano.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Agência Brasil
A balança comercial brasileira encerrou maio com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 2,761 bilhões. O resultado é o maior para o mês desde maio de 2012, quando houve superávit de US$ 2,96 bilhões. Também é o maior resultado para a balança desde o início deste ano.
Em janeiro e fevereiro, houve déficit na equação das exportações e importações brasileiras, enquanto março e abril registraram superávits de US$ 458 milhões e US$ 491 milhões, respectivamente.
Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O saldo positivo de maio refere-se a US$ 16,769 bilhões em exportações e US$ 14 bilhões em importações. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a balança comercial ainda não conseguiu reverter o saldo negativo, que soma US$ 2,305 bilhões. O número resulta de US$ 74,7 bilhões em exportações e US$ 77 bilhões em importações.
A média diária (volume financeiro por dia útil) das exportações ficou em US$ 838,5 milhões, com queda de 15,2% em comparação a maio de 2014, mas houve crescimento de 10,6% em relação a abril deste ano. Nas importações, a média negociada por dia em maio foi US$ 700,4 milhões, com queda de 26,6% em relação à registrada em maio de 2014 e recuo de 4,5% em relação a abril de 2015.
Fonte - Agência Brasil   01/06/2015

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Balança tem superávit de US$ 1,168 bilhão em agosto

Economia

O resultado no mês deveu-se a US$ 20,465 bilhões em exportações e US$ 19,297 bilhões em importações. Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e de Comércio Exterior.

Mariana Branco 
Repórter da Agência Brasil 
Ag.Brasil
A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 1,168 bilhão em agosto. Trata-se do sexto resultado positivo consecutivo em 2014. No acumulado do ano, a balança está superavitária em US$ 249 bilhões. De janeiro a agosto de 2013, havia déficit de US$ 3,7 bilhões. Apesar de positivo, o saldo de agosto é o menor para o mês desde 2001, quando houve superávit de US$ 634,2 milhões.
O resultado no mês deveu-se a US$ 20,465 bilhões em exportações e US$ 19,297 bilhões em importações. Os dados foram divulgados hoje (1°) pelo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e de Comércio Exterior.
Do lado das exportações, a média diária, que corresponde ao volume negociado por dia útil, ficou em US$ 974,5 milhões, 0,1% superior à registrada em agosto de 2013 e 2,6% menor que a de julho deste ano. Nas importações, a média ficou em US$ 918,3 milhões, 0,1% superior à do mesmo mês do ano passado e 1,5% inferior à de julho de 2014.
Os principais responsáveis pelo aumento da receita com exportações em agosto foram os produtos manufaturados, cuja média diária negociada cresceu 3,8% ante o mesmo mês do ano passado. O item de maior valor foi uma plataforma de extração de petróleo, cuja negociação somou US$ 1,1 bilhão. A operação envolvendo a plataforma é considerada exportação ficta, sendo registrada como exportação sem que o produto deixe o território brasileiro. Ainda nesse grupo, aumentaram os ganhos com laminados planos, óleos combustíveis, tubos de ferro fundido, óxidos e hidróxidos de alumínio, polímeros plásticos, máquinas para terraplanagem e medicamentos.
No grupo dos básicos e semimanufaturados, houve queda da média diária, respectivamente de 3,3% e 1,8%. Na categoria dos itens básicos, diminuíram ganhos com milho em grão, minério de ferro, soja em grão e fumo em folhas. Já nos semi-industrializados, retrocedeu a arrecadação com açúcar bruto, celulose e alumínio bruto.
Do lado das importações, cresceram as aquisições de combustíveis e lubrificantes (30,6%), mas caíram as compras brasileiras de bens de consumo (8,2%), bens de capital (7,3%) e matérias-primas e intermediários (1,1%).
Fonte - Agência Brasil  01/09/2014

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Superávit primário do setor público para meses de abril é o maior desde 2011

Economia

O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública. O esforço fiscal permite a redução do endividamento do governo no médio e longo prazos. A meta para o superávit primário do setor público este ano é R$ 91,306 bilhões – 1,9% do PIB.

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O superávit primário do setor público consolidado (governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais) de R$ 16,896 bilhões, em abril, foi o maior para o período desde 2011. Esse resultado foi divulgado hoje (30) pelo Banco Central (BC).
O superávit primário é a economia de recursos para pagar os juros da dívida pública. O esforço fiscal permite a redução do endividamento do governo no médio e longo prazos. A meta para o superávit primário do setor público este ano é R$ 91,306 bilhões – 1,9% do PIB.
Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel, abril é um mês em que é comum o aumento das receitas do governo, o que favorece o resultado primário. “O mês de abril é sazonalmente favorável para as contas fiscais, tendo em vista o aumento da arrecadação de Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido. Abril sempre tem resultado melhor do que os meses que o precedem e os outros meses do ano”, disse Maciel.
De acordo com dados do Tesouro Nacional divulgados ontem (29), os dividendos das empresas estatais também contribuíram para o resultado primário. Em abril, foram R$ 2,341 bilhões, a maior parte da Petrobras. Os dividendos são a parcela do lucro que as empresas destinam aos sócios e proprietários de ações. No caso das estatais, o maior acionista é o Tesouro Nacional.
No primeiro quadrimestre, o superávit primário do setor público chegou a R$ 42,527 bilhões, contra R$ 41,048 bilhões em igual período de 2013. Somente o Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) registrou superávit primário de R$ 29,175 bilhões, superando a meta para o período de R$ 28 bilhões. Os dividendos das estatais contribuíram com R$ 8,231 bilhões, de janeiro a abril.
Fonte - Agência Brasil  30/05/2014

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 563 milhões na terceira semana de maio

Economia

No acumulado do ano, as vendas para o exterior totalizam US$ 80,691 bilhões, queda de 2,1% em relação ao mesmo período de 2013 pela média diária. As compras externas, no entanto, somam US$ 85,468 bilhões, recuo de 2,2% também pelo critério da média diária.

Wellton Máximo 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
Depois de registrar resultado negativo de US$ 20 milhões na semana retrasada, a balança comercial (diferença entre exportações e importações) recuperou-se na terceira semana de maio e voltou a ter superávit. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações superaram as importações em US$ 563 milhões na semana passada.
No mês, a balança comercial acumula superávit de US$ 789 milhões. Apesar do resultado positivo em maio, o indicador, no entanto, continua negativo em 2014, acumulando déficit de US$ 4,777 bilhões no ano, um pouco menor que o de US$ 5,089 bilhões registrado no mesmo período de 2013.
A melhora do saldo da balança comercial é mais resultado da queda das importações do que do desempenho das exportações. No acumulado do ano, as vendas para o exterior totalizam US$ 80,691 bilhões, queda de 2,1% em relação ao mesmo período de 2013 pela média diária. As compras externas, no entanto, somam US$ 85,468 bilhões, recuo de 2,2% também pelo critério da média diária.
Nas três primeiras semanas de maio, as exportações acumulam queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2013 pela média diária. As vendas de produtos básicos (bens agrícolas e minerais) cresceram 7% nesse tipo de comparação, impulsionadas por minério de cobre, petróleo bruto, carne bovina e suína e pelas safras de café e de soja. No entanto, as exportações de manufaturados caíram 7,8%, principalmente por causa da redução da venda de veículos e aviões, e as de semimanufaturados recuaram 13,5%, puxadas pelo açúcar bruto.
As importações registram queda de 4% pela média diária nas três primeiras semanas do mês em relação ao ano passado. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as maiores retrações foram registradas nas compras de combustíveis e lubrificantes (-27,6%), borracha usada em obras (-10,1%) e farmacêuticos (-7,1%).
Fonte - Agência Brasil  19/05/2014

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Balança comercial inicia maio com superávit de US$ 226 milhões

Economia

A média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 1,037 bilhão, valor 0,2% inferior ao anotado em maio de 2013, mas subiu 5,2% ante abril deste ano.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil

A balança comercial brasileira iniciou maio com superávit (exportações maiores que importações) e ficou positiva em US$ 226 milhões nas duas primeiras semanas do mês. O valor é resultado de US$ 6,2 bilhões em exportações ante US$ 5,9 bilhões em importações. Com o resultado, o déficit acumulado no ano, que em abril chegou a US$ 5,56 bilhões, caiu para US$ 5,34 bilhões. Os números foram divulgados hoje (12) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 1,037 bilhão, valor 0,2% inferior ao anotado em maio de 2013, mas subiu 5,2% ante abril deste ano.
Na comparação anual, caíram as vendas externas dos itens de maior valor agregado. As exportações de semimanufaturados recuaram 10,1%, e as de manufaturados 7,1%. No primeiro grupo, ouro, óleo de soja, açúcar bruto e borracha sintética puxaram a queda. No caso dos produtos industrializados, diminuíram as negociações envolvendo aviões, óleos combustíveis, automóveis de passageiros, autopeças, motores e açúcar refinado.
A receita com vendas externas de itens básicos cresceu segundo o critério da média diária na comparação com 2013. O comércio dos não industrializados aumentou 5,7% em maio ante igual mês do ano passado. Os principais produtos responsáveis foram farelo de soja, soja em grão, café e carne bovina e suína.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 999,7 milhões, 0,3% abaixo da de maio de 2013 e 4% superior à de abril deste ano. Na comparação anual, caíram as aquisições no exterior de combustíveis e lubrificantes (20,3%), farmacêuticos (10,8%) e automóveis e partes (4,8%).
Fonte - Agência Brasil  12/05/2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Balança comercial tem superávit de US$ 506 milhões em abril

Economia

Com o resultado de abril, o déficit acumulado neste ano, que em março chegou a R$ 6 bilhões, caiu para US$ 5,56 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Mariana Branco
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações), ficando positiva em US$ 506 milhões em abril. O valor é resultado de US$ 19,724 bilhões em exportações e US$ 19,218 bilhões em importações. Em março deste ano, houve superávit de US$ 112 milhões e, em abril do ano passado, déficit de US$ 989 milhões.
Com o resultado de abril, o déficit acumulado neste ano, que em março chegou a R$ 6 bilhões, caiu para US$ 5,56 bilhões. As informações foram divulgadas hoje (2) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
No mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 986,2 milhões, valor 5,2% superior ao registrado em abril de 2013 e 6,3% maior do que em março de 2014. A alta das exportações na comparação anual foi puxada pelo aumento de 11,4% na venda de produtos básicos. As exportações de não industrializados alcançaram valor recorde para meses de abril, US$ 10,6 bilhões.
Os itens básicos cujas vendas mais cresceram ante 2013 foram petróleo bruto (alta de 75,6% no ingresso financeiro), carne suína (elevação de 36,8%), farelo de soja (29,2%), café em grão (27,3%), soja em grão (19,8%) e carne bovina (6,5%).
Por outro lado, houve queda nas exportações de itens de maior valor agregado. As vendas das categorias manufaturados e semimanufaturados recuaram respectivamente 1,8% e 4%, de acordo com o critério da média diária.
No grupo dos industrializados, a queda foi causada por laminados planos, automóveis, óleos combustíveis, autopeças, veículos de carga, polímeros plásticos, motores, bombas e compressores, açúcar refinado, pneumáticos e papel e cartão. Do lado dos semimanufaturados, diminuiu o comércio de açúcar bruto, alumínio bruto, ferro e aço, óleo de soja bruto, ouro e ferro fundido.
Nas importações, a média diária ficou em US$ 960,9 milhões, 2,2% abaixo dos US$ 982,7 milhões registrados em abril de 2013, mas 4,2% maior que a de março deste ano. Na comparação anual, caíram as aquisições no exterior de combustíveis e lubrificantes (-11,7%), automóveis (-9,5%), bens de consumo não duráveis (-8,4%) e matérias-primas e intermediários (-1%).
Fonte - Agência  Brasil  02/05/2014