UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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domingo, 16 de agosto de 2015

Aumentam intervalos de viágens no Metrô do Recife

Transportes sobre trilhos

Aumentam intervalos no Metrô do Recife, devido a falha na rede em Jaboatão.Uma falha na rede aumentou os intervalos entre cinco e oito minutos, que devem ser normalizados no fim da tarde.

DP
foto -  Guilherme Veríssimo/DP/DA Press 
Um suspensório - equipamento usado como suporte para os cabos de sustentação - do Metrô do Recife se rompeu na madrugada deste domingo (16), derrubando a rede elétrica nas proximidades da estação Ponta Larga, em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife. O acidente aumentou de cinco a oito minutos o tempo de espera dos passageiros nas estações.
Segundo o assessor da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) no Recife, Salvino Gomes, o número de veículos foi reduzido de cinco para quatro. “Já trabalhamos em ritmo menos acelerado aos domingos, pois o fluxo de passageiros é menor. Normalmente, o intervalo do metrô fica entre 12 e 15 minutos. Hoje, estamos funcionando com intervalos entre 18 e 20 minutos”, informou.
Uma sobrecarga elétrica pode ter provocado o acidente. “Trabalhamos também com as hipóteses de esticamento indevido dos cabos, distensão das molas ou, ainda, vandalismo. Nada pode ser descartado, e as causas serão investigadas após a conclusão dos reparos”, disse Salvino. A expectativa é que o ritmo seja normalizado até o fim da tarde, para que o metrô opere com regularidade na manhã da segunda-feira (17). Os técnicos estão trabalhando no local.
Fonte - Diário de Pernambuco  16/08/2015

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Contratação em empresas foi 3,7% maior em 2012

Economia

O número é 3,7% superior ao observado em 2011, quando os estabelecimentos empregaram 32,7 milhões de pessoas. O dado é da pesquisa Demografia das Empresas – 2012, divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
As empresas brasileiras empregaram 33,9 milhões de pessoas assalariadas em 2012. O número é 3,7% superior ao observado em 2011, quando os estabelecimentos empregaram 32,7 milhões de pessoas. O dado é da pesquisa Demografia das Empresas – 2012, divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Essa é, no entanto, a menor taxa de crescimento registrada pela pesquisa desde 2009, ano do segundo levantamento feito pelo IBGE. A Demografia das Empresas começou em 2008 e, portanto, só foi possível fazer comparações no ano seguinte. Os crescimentos anteriores tinham sido 6,1% em 2011, 9,1% em 2010 e 4,7% em 2009.
O crescimento dos postos de trabalho assalariados em 2012 foi conseguido pelos 3,7 milhões de empresas chamadas de sobreviventes, ou seja, que já existiam em 2011. Nesses empreendimentos, os postos de trabalho passaram de 31,7 milhões em 2011 para 33 milhões em 2012.
As 799,4 mil empresas que deixaram de existir levaram consigo 453,1 mil postos de trabalho, mais do que em 2011 (quando 864 mil empresas acabaram, junto com 410,4 mil postos assalariados).
As empresas novas empregaram menos pessoal assalariado do que em 2011. As 860 mil novas empresas de 2012 criaram 950,5 mil postos de trabalho, enquanto em 2011, os 871,8 mil novos empreendimentos trouxeram consigo 980,1 mil pessoas ocupadas assalariadas.
Analisando-se os setores da economia, as empresas dos segmentos da indústria da transformação e do comércio empregavam 17,1 milhões de trabalhadores assalariados em 2012, o que representa cerca da metade da força de trabalho de 33,9 milhões do país.
De acordo com o levantamento, o setor de comércio e reparação de veículos automotores empregava 8,8 milhões de pessoas, enquanto a indústria da transformação respondia por 8,3 milhões de postos de trabalho.
Outros setores importantes são atividades administrativas e serviços complementares (3,7 milhões), construção (3 milhões), transporte, armazenagem e correio (2,4 milhões) e alojamento e alimentação (1,7 milhão).
Fonte - Agência Brasil  24/09/2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Brasil tem produção recorde de pneus em 2013

Economia

André Magnabosco 
Agência Estado
foto - pregopontocom

O maior volume de veículos produzidos no Brasil ao longo do ano passado, principalmente caminhões e máquinas, contribuiu para que a produção de pneus alcançasse um novo recorde em 2013. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), a indústria brasileira produziu 68,8 milhões de pneus, um aumento de 9,8% ante 2012. O antigo recorde, de 2010, era de 67,3 milhões de unidades produzidas no Brasil.
O resultado foi impulsionado principalmente pelo segmento de pneus para veículos de uso industrial, como guindastes e empilhadeiras, com expansão de 53,9% sobre 2012 e um total de 2,07 milhões de unidades produzidas. No segmento de pneus para camionetas, a alta foi de 20,7%, para 9,9 milhões de unidades, enquanto no de veículos de carga o incremento foi de 15,2%, para 8,23 milhões de unidades. O segmento de pneus para veículos de passeio, o principal destino da produção nacional, registrou expansão de 6% para um total de 32,46 milhões de pneus produzidos em 2013.
Os números positivos de produção contrastam com a situação da balança comercial do setor. Segundo a ANIP, as importações cresceram 7,33% em relação a 2012 e totalizaram 44,9 milhões de unidades, incluindo peças para veículos de duas rodas. As exportações, por outro lado, encolheram 7,36% para um total de 13,6 milhões de pneus. Em valores, as exportações caíram 12%, para US$ 1,286 bilhão, contra uma alta de 7,20% das importações, a um total de US$ 1,641 bilhão.
"Com a queda das exportações e o aumento das importações, a balança comercial do setor ficou negativa em US$ 355,5 milhões, um novo recorde no déficit, dando continuidade à inversão que ocorreu em 2010, quando o setor deixou de ser superavitário após anos de saldo positivo", destacou em nota o presidente-executivo da ANIP, Alberto Mayer. O déficit de 2013 apresentou uma expansão de 405% em relação ao ano anterior.
A participação de pneus importados no consumo aparente se manteve na faixa de 39% em 2013, com a China representando mais de 50% das importações. "Esses números mostram que se conseguirmos aumentar a competitividade dos pneus nacionais, hoje muito onerada pelo custo Brasil, podemos ampliar a produção local e ter mais duas ou três fábricas no País", disse Mayer.
O setor, que deve investir mais de R$ 10 bilhões entre 2007 e 2015, reúne 11 fabricantes, incluindo a Sumitomo, que inaugurou sua unidade industrial no Paraná em outubro do ano passado.
Fonte - A Tarde  28/01/2014

sábado, 26 de outubro de 2013

Lucro líquido da Petrobras cresce 29% de janeiro a setembro

Economia


A Petrobras divulgou os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre do ano. O lucro líquido, de janeiro a setembro, foi 29% maior do que o alcançado no mesmo período de 2012, ficando em R$ 17,289 bilhões. A estatal justificou o avanço “em função do maior resultado operacional e do menor impacto cambial no resultado financeiro”

Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Petrobras divulgou hoje (25), por meio de nota, os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre do ano. O lucro líquido, de janeiro a setembro, foi 29% maior do que o alcançado no mesmo período de 2012, ficando em R$ 17,289 bilhões. A petroleira justificou o avanço “em função do maior resultado operacional e do menor impacto cambial no resultado financeiro”.
Na nota, a estatal informou que houve aumento de 3% no resultado operacional, como reflexo dos ganhos com a venda de ativos e “as menores baixas de poços secos e sub comerciais que compensaram as perdas com a defasagem de preços”.
O lucro líquido no terceiro trimestre, de R$ 3,4 bilhões, foi 45% inferior em relação ao segundo trimestre deste ano, “refletindo o menor lucro operacional, parcialmente compensado pelo melhor resultado financeiro. O resultado operacional foi 51% menor, impactado pelo aumento das importações de derivados e pela maior defasagem no preço dos derivados, decorrente da depreciação cambial aliado ao aumento do preço internacional do petróleo”.
De acordo com a estatal, a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,542 milhões de barris de óleo equivalente por dia, na média dos nove meses, 2% inferior ao mesmo período de 2012, “em consequência do declínio natural dos campos, da maior concentração de paradas programadas em 2013 e da venda de ativos no exterior”.
A produção de derivados totalizou 2,131 milhões de barris/dia na média dos nove meses, 7% superior ao mesmo período de 2012, com recorde mensal de processamento em julho e recorde na produção de diesel e gasolina em agosto”.
O detalhamento dos resultados da estatal será feito pelos diretores Almir Barbassa (Financeiro e de Relações com Investidores), José Alcides Santoro (Gás e Energia), José Carlos Cosenza (Abastecimento) e José Miranda Formigli (Exploração e Produção), na próxima segunda-feira (28), a partir das 10h, para investidores e analistas. Após haverá coletiva de imprensa, às 12h, na sede da companhia, no centro do Rio.
Fonte - Agência Brasil  25/10/2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Número de domicílios no país cresce mais do que a população

Brasil

Akemi Nitahara
Repórter da Agência Brasil
foto ilustração - pregopontocom

Rio de Janeiro – Enquanto a população brasileira aumentou 0,8% em 2012, com relação a 2011, o número de domicílios subiu 2,5%, chegando a 62,8 milhões. Na Região Norte, o crescimento foi 3,3%. Do total no Brasil, 17,7% são alugados, 7,1% cedidos e 74,8% eram próprios, sendo que 70% deles estavam quitados. Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2012.
Quanto ao número de moradores, os domicílios com menos pessoas aumentaram de quantidade, ao passo que os que têm mais moradores reduziram. Do total, 13,5% dos domicílios tinham uma pessoa, 24,4% tinham duas, 25,6% tinham três e 20,5% dos domicílios tinham quatro moradores. Residências com oito ou mais moradores representam 1,2%. Em 2011, 12,7% eram ocupados por uma pessoa, 23,9% por duas, 25,7% por três, 21% tinham quatro e os que tinham oito pessoas ou mais somavam 1,4%.
O abastecimento de água chega a 53,4 milhões de domicílios, o que corresponde a 86,4%, crescimento de 0,8% em relação a 2011. A coleta de esgotos avançou 2,1%, chegando a 58% dos domicílios do país. Em 2002, 81,9% tinham água em casa e 46,4% tinham o esgoto coletado. No ano passado, 89,9% dos domicílios eram atendidos pela coleta de lixo, enquanto em 2002 a coleta chegava a 84,8% das casas.
A rede elétrica está presente em 99,7% dos domicílios, ante 96,6% em 2002. Esses dados não incluem a área rural da Região Norte, por ter entrado na pesquisa apenas em 2004, impedindo, portanto, a comparação com anos anteriores.
O serviço de telefonia cresceu 4,1% e chegou a 91,2% dos domicílios. Em 2012, 1,85 milhão (3%) tinham apenas telefone fixo, mostrando a tendência de queda nesse serviço, que foi 12,5% em relação a 2011. Por outro lado, o número de domicílios que têm apenas telefone celular subiu de 49,7% para 51,4%, somando 32,28 milhões de lares. E 36,9% têm telefone móvel e fixo.
Quanto aos bens duráveis, 98,7% têm fogão e 96,7% tem geladeira, números que eram, respectivamente, 98,6% e 95,8% em 2011. A presença da máquina de lavar roupa passou de 51% para 55,1% e a televisão subiu de 96,9% para 97,2%. O aparelho de DVD está presente em 76% dos domicílios e o rádio caiu de 83,4% para 80,9%. Já o microcomputador, passou de 42,9% para 46,4%. Na questão da mobilidade, o número de domicílios com carro passou de 40,9% para 42,4%, e com motocicleta subiu de 19,1% para 20%.
Fonte - Agência Brasil  27/09/2013

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Renda per capita da família brasileira cresce 3% ao ano em uma década

De 2001 a 2011, a renda passou de R$ 591 para R$ 783. Para a classe média, o ritmo de crescimento superou os 4% ao ano, com valor (R$ 576) 50% acima do registrado dez anos antes (R$ 382). Os dados estão na quarta edição do estudo Vozes da Nova Classe Média, divulgado em São Paulo pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República

Marli Moreira
EBC
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A renda per capita das famílias brasileiras aumentou 3% ao ano, em uma década (2001 e 2011), passando de R$ 591 para R$ 783. Para o segmento da classe média, o ritmo de crescimento para superou os 4% ao ano, com valor (R$ 576) 50% acima do registrado dez anos antes (R$ 382). Os dados estão na quarta edição do estudo Vozes da Nova Classe Média, divulgado hoje (5), em São Paulo, pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.
Em 95 páginas, o documento traz no prefácio um artigo do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, no qual ele destaca que só no período de 2004 a 2011, foram gerados no país 2,095 milhões de empregos, indicando taxa média de crescimento de 5,8% ao ano. Os dados citados pelo ministro são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
O Vozes da Nova Classe Média salienta que o aumento da renda per capita se deve em parte às novas oportunidades de trabalho e também à “crescente generosidade das transferências públicas”. Em 2011, a renda per capita alcançava R$ 591 por mês, valor que subiu para R$ 78, em 2011.
De acordo com o estudo, o número de postos de trabalho cresceu 20% no período com ampliação de 16 milhões de vagas, passando de 76 milhões em 2001 para 92 milhões em 2011, o que consequentemente levou a uma queda na taxa de desemprego. Como a população em idade ativa também aumentou em velocidade semelhante à de ofertas de emprego, em 19%, a taxa de ocupação ficou estável em 60%.
A maioria das novas oportunidades no mercado de trabalho foram para assalariados, tanto em empresas públicas quanto no setor privado. Neste último, o número de assalariados aumentou 38%. Paralelamente, houve uma melhoria das condições de contratação com a expansão do emprego formal. Dos 16 milhões de empregos abertos na década analisada, 13 milhões foram com carteira assinada. A quantidade dos assalariados sem carteira diminuiu em quase um milhão.
Houve alta de 24% na remuneração média dos trabalhadores, o equivalente a aumento anual de 2%. Para a classe média, o valor subiu 31% ou quase 3% ao ano. Essa ascensão é atribuída à melhoria na capacitação e mudanças na qualidade dos postos de trabalho. Houve crescimento de 27% no nível de escolaridade, com o número de anos de estudo saltando de 6,7 para 8,5 anos.
Apesar dessas melhorias, o levantamento mostra que ainda é alta a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro. Em média 40% dos trabalhadores mudam de emprego a cada ano e essa troca ocorre, principalmente, entre os que têm baixa qualificação e recebem até dois salários mínimos.
O levantamento indica que 54% da força de trabalho é formada por pessoas com renda de classe média, o que totaliza 47 milhões de pessoas. Mais da metade deste contingente ou 55% atuam no setor privado. Dos novos trabalhadores que ingressaram na classe média, 19 milhões (67%) também estão no setor privado.
Fonte - Agência Brasil  05/08/2013

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Capacidade do parque gerador de energia aumentou em 8 mil megawatts com PAC 2

10/06/2013 - 12h39
Nacional
Pedro Peduzzi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) aumentou em 8.457 megawatts (MW) a capacidade do parque gerador de energia do país, com a entrada em operação das hidrelétricas de Simplício (333 MW), no Rio Paraíba do Sul (entre os estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro), e da 13ª unidade geradora da Usina de Santo Antônio, em Rondônia, que já está gerando 908 MW - ou 29% da capacidade total da usina (3.304 MW).

De acordo com o balanço do programa, divulgado hoje (10) por uma equipe interministerial do governo, 28 usinas eólicas (UEE) entraram em operação desde 2011. Isso agregou uma capacidade instalada de 727 MW a mais para o sistema. Entre os parques eólicos concluídos estão o Parque Eólico de Mangue Seco, no Rio Grande do Norte (104 MW de capacidade instalada); e o da Fazenda Rosário, no Rio Grande do Sul (42 MW).
Nove hidrelétricas estão em construção. Juntas elas agregarão mais de 18 mil MW ao sistema. Entre elas está a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, com 25% das obras concluídas. Há ainda 11 usinas termelétricas em construção, que poderão agregar 3.525 MW ao sistema; e 99 eólicas (2.575 MW). Somados aos 100 MW de energia a serem produzidas a partir de cinco pequenas centrais hidrelétricas, a expectativa é que, ao serem concluídas as obras, o país aumente em mais de 24 mil MW sua capacidade de geração.
Foram concluídas 22 linhas de transmissão que totalizam 5.256 quilômetros de extensão, para possibilitar que a energia gerada chegue aos consumidores. Há outras 33 linhas em obras (10.704 km de extensão), e 30 subestações de energia em construção.
No setor petrolífero, o balanço do PAC destaca os 142 blocos arrematados na 11ª rodada de licitação de blocos. Em termos de investimentos, isso corresponde a R$ 7 bilhões. Segundo o governo, foi iniciada a perfuração de 329 poços no pós-sal. Destes, 153 estão localizados no mar e 176 em terra. Foram concluídas 257 perfurações de poços.
Na área do pré-sal, o documento destaca as descobertas nas áreas de Iara, Sul de Tupi e Florim. Foram concluídas também dez obras de modernização e melhoria da qualidade de combustíveis em oito refinarias.
A indústria naval já concluiu e entregou cinco navios de grande porte. O último deles, Zumbi, tem capacidade para transportar 1 milhão de barris. Isso corresponde à metade da produção diária de petróleo no país.
Fonte - Agência Brasil  10/06/2013

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Salário médio do brasileiro aumentou 2,4% de 2010 para 2011

A média mensal ficou em R$ 1.792,61 (3,3 salários mínimos), em termos reais.Os dados fazem parte das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2011, divulgadas pelo IBGE. Os maiores salários médios foram identificados no Distrito Federal (6,3 salários mínimos), Rio de Janeiro (3,9 salários mínimos), em São Paulo e no Amapá (3,8 salários mínimos), e em Roraima (3,3 salários mínimos)

Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O salário médio mensal do brasileiro aumentou 2,4%, em termos reais, entre 2010 e 2011, ficando em R$ 1.792,61 (3,3 salários mínimos). Já o total de salários e outras remunerações aumentou 8%. Os dados fazem parte das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2011, divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os maiores salários médios foram identificados no Distrito Federal (6,3 salários mínimos), Rio de Janeiro (3,9 salários mínimos), em São Paulo e no Amapá (3,8 salários mínimos), e em Roraima (3,3 salários mínimos). As menores participações ficaram no Ceará (2,3 salários mínimos), em Alagoas, na Paraíba e no Piauí (2,4 salários mínimos). O levantamento considerou o valor médio anual do salário mínimo de R$ 510, em 2010, e de R$ 544, em 2011.
Regionalmente, o Sul e o Sudeste, além do Distrito Federal, apresentaram os maiores valores reais, no período de 2008 a 2011, enquanto as regiões Norte e Nordeste apresentaram os menores valores. Apesar disso, o crescimento do salário real foi mais elevado nas capitais das regiões Norte e do Nordeste do país e mais baixo no Distrito Federal e nas capitais da Região Sudeste.
O estudo mostra também que as empresas ativas no país em 2011 possuíam 5,6 milhões de unidades locais (51,9%) na Região Sudeste, que concentrava também 51% das pessoas ocupadas e 55,5% dos salários e outras remunerações. A Região Nordeste ficou na segunda colocação em pessoal ocupado total (17,9%) e, em salários e outras remunerações, em terceiro lugar (14,1%). A Região Sul foi a segunda quanto ao número de unidades locais (21,3%) e em salários e outras remunerações (15,6%).
Ainda segundo o IBGE, entre 2008 e 2011, os salários médios mensais cresceram 8,7%, em termos reais e o pessoal assalariado passou de 38,4 milhões para 45,2 milhões; foram gerados 6,8 milhões de novos vínculos empregatícios, dos quais quase a metade (46,8%) ocorreu em três seções, com destaque para o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (21,8%). Construção representou 13,2% e atividades administrativas e serviços complementares, 11,8%.
Fonte - Agência Brasil  24/05/2013


terça-feira, 21 de maio de 2013

Criação de empregos no país tem crescimento de 0,49% em abril

Heloisa Cristaldo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O país criou em abril 196.913 empregos com carteira assinada, um aumento de 0,49% em relação ao mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O número é a diferença entre 1.938.169 contratações e 1.741.256

demissões no período. Apesar do saldo mensal ser o maior desde maio do ano passado, o resultado para os meses de abril é o pior desde 2009.
Para o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, o crescimento do saldo de admissões registrado em abril é representativo. “Esses todos são números que nos encorajam a dizer que nós teremos, no decorrer deste ano, um expressivo crescimento e aumento na geração de novos empregos”, disse.
Nos últimos 12 meses, foram criados 1.087.410 de postos formais de trabalho, crescimento de 2,79% em comparação ao período anterior. De janeiro de 2011 a abril de 2013, a criação de empregos chegou a 4.139.853. De acordo com a pasta, abril foi o mês em que se verificou “crescimento generalizado” entre oito setores da economia.
O setor de serviços liderou a geração de empregos no mês, com aumento de 75.220 postos de trabalho, representando um acréscimo de 0,46% no número de vagas. Em seguida está a indústria de transformação, com aumento de 40.603 postos de trabalho, um acréscimo de 0,49%. Em terceiro lugar ficou a agricultura, com abertura de 24.807 postos de trabalho, um aumento de 1,59% no mês.
Ontem, no programa semanal Café com a Presidenta, Dilma Rousseff adiantou os dados referentes ao crescimento de empregos em abril e destacou o desempenho do setor de serviços. O resultado, de acordo com a presidenta, se deve à elevação do nível de vida dos brasileiros. "A população modifica o seu padrão de consumo, demanda mais serviços e de forma mais diversificada", explicou.
O ramo das instituições financeiras foi o único a registrar queda na geração de empregos, perdendo 107 vagas de trabalho. A redução no mês ficou em 0,02%.
O estado de São Paulo tem o número de empregados contratados no país, com 80.227 vagas preenchidas. É seguido por Minas Gerais, com 23.523 novas admissões e Paraná, com 18.937. O pior resultado foi registrado em Alagoas, onde 13.646 vagas de trabalho foram fechadas.
Fonte - Agência Brasil  21/05/2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

SERGIPE - Governo aumenta em mais de 130% as matrículas para Educação inclusiva




Nos últimos seis anos, o número de matrícula quase triplicou, saltando de 824 discentes para 1.924. Somente na adaptação e reforma de unidades de ensino, foram investidos R$ 52 milhões em 75 escolas
[Foto: Marco Vieira]
Número de matrícula quase triplicou, saltando de 824 discentes para 1.924
Ana Dulce Melo, repórter da ASN
No dia 21 de abril, Danilo Silva Serrano, aluno do Colégio Estadual Dom Luciano, participou de uma corrida de 9,5 Km. Acompanhado de um professor de educação física da Secretaria de Estado de Educação (Seed), Danilo encontrou no esporte um caminho para vencer as limitações impostas por sua deficiência visual. Integrante do time de atletas da Seed, ele cursa o 9° ano do ensino médio visando o vestibular de Educação Física.
“Eu me sinto igual a todos. Por que o deficiente tem que ser o coitadinho? Sou atleta há sete anos e quero ser professor de educação física. Sempre gostei de esporte. Jogo futsal e nas Paraolimpíadas represento Sergipe no para-atletismo. Na edição passada, ganhei três medalhas de ouro e em 2012 fui campeão também nos Jogos da Primavera. Meu sonho é entrar na Seleção Brasileira de Atletismo para Deficientes Visuais e fazer parte da delegação que vai representar o Brasil nas próximas Paraolimpíadas”, disse o aluno.
Assim como Danilo, outros 1.925 alunos da rede estadual de ensino constroem diariamente o processo de inclusão educacional nas 378 escolas de Sergipe. Através da frequência em turmas regulares, intérpretes e salas de recursos especiais, o Governo do Estado tem conseguido aumentar o número de matrículas de alunos com deficiência na Rede. Nos últimos seis anos (2006 a 2012), o número de matrícula quase triplicou, saltando de 824 discentes para 1.924. Somente na adaptação e reforma de unidades de ensino, foram investidos R$ 52 milhões em 75 escolas.
A política de Educação Inclusiva do Governo do Estado segue as premissas do Governo Federal. Conforme Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o número de alunos incluídos na educação infantil, ensinos fundamental e médio, educação profissional de jovens e adultos (EJA) aumentou 15,3%, de 2010 a 2011. Comparativamente, as escolas especiais registraram diminuição de 11,2% no número de alunos. A maioria desses estudantes encontra-se em escolas públicas: quase 80% do total de matrículas da educação especial estavam nestes colégios em 2011, segundo informações do Inep 2011. Os quase 20% restantes estão em instituições particulares de ensino.
Hoje, a educação especial no país tem 752.305 matrículas, somando os estudantes em escolas regulares e especiais. O Inep considera como alunos especiais as crianças e jovens com deficiências físicas, mentais, intelectuais e aqueles que apresentam superdotação e altas habilidades. O crescimento do número de alunos com deficiência em salas regulares é uma tendência. O ano de 2008 foi o primeiro em que o total de matrículas de crianças com deficiência em salas regulares superou o de salas especiais.
Veja a matéria  COMPLETA AQUI
Fonte - ASN ( Agência Sergipe de notícias) 10/05/2013