UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Mercado de transporte aéreo no Brasil cresceu 5,7% em 2014

Economia

Foram 95,1 milhões de passageiros transportados nos voos domésticos e 6,4 milhões nos internacionais. A ocupação dos assentos ficou em torno de 80%. Quanto às reclamações de passageiros que enfrentaram problemas nos aeroportos e nos voos, a Abear argumentou que as companhias operaram com pontualidade acima de 92%, mas reconheceu que houve falhas.

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
As companhias aéreas Avianca, Azul, Gol e TAM transportaram 101,5 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais em 2014. O resultado representa alta de 5,7% em relação a 2013. Os dados foram divulgados hoje (28) pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).
O número, no entanto, mostra queda no ritmo anual de expansão, que foi 6,5% em 2013 e havia ficado próximo de 7% em 2012. “A redução do ritmo de crescimento anual merece atenção, mas o resultado positivo comprova que continuamos com massificação do avião possibilitada pela liberdade tarifária”, disse, em nota, o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.
Foram 95,1 milhões de passageiros transportados nos voos domésticos e 6,4 milhões nos internacionais. A ocupação dos assentos ficou em torno de 80%. Quanto às reclamações de passageiros que enfrentaram problemas nos aeroportos e nos voos, a Abear argumentou que as companhias operaram com pontualidade acima de 92%, mas reconheceu que houve falhas.
“Na média, transportamos quase 280 mil pessoas por dia. São aproximadamente 200 por minuto, todos os minutos do dia, todos os dias do ano. Ainda que estejamos dentro de níveis de excelência internacional, estamos sempre estatisticamente expostos a falhas, que lamentamos e resolvemos”, destaca a nota da empresa.
Em termos de participação no mercado doméstico, a TAM fechou o ano, mais uma vez, como líder, obtendo uma parcela de 38,41%. A Gol respondeu por uma fatia de 36,4%, a Azul teve 16,77% de participação e a Avianca, de 8,43%.
A TAM também foi a empresa líder em participação no mercado internacional, com 84,48%, seguida pela Gol, que fechou a temporada com uma parcela de 14,92%. A Azul, com 0,57%, e Avianca, com 0,02%, fecham a relação das empresas brasileiras com operações internacionais.
Fonte - Agência Brasil  28/01/2015

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Emprego no comércio cresceu 6,4% entre 2011 e 2012

Economia

Entre os três grande subsetores, o maior crescimento foi observado no comércio varejista (6,8%), ao passar de 7,06 milhões de trabalhadores, em 2011, para 7,54 milhões, em 2012. O atacado teve um aumento de 6,1% no pessoal ocupado, ao passar de 1,63 milhão para 1,73 milhão no período. Já o emprego no comércio de veículos, peças e motocicletas cresceu 4,5%, 913,7 mil para 954,5 mil de pessoas ocupadas.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Ag.Brasil
O número de pessoas empregadas no comércio cresceu 6,4% entre 2011 e 2012, segundo dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O total de pessoas ocupadas no setor passou de 9,6 milhões, em dezembro de 2011, para 10,2 milhões, em dezembro de 2012.
Entre os três grande subsetores, o maior crescimento foi observado no comércio varejista (6,8%), ao passar de 7,06 milhões de trabalhadores, em 2011, para 7,54 milhões, em 2012. O atacado teve um aumento de 6,1% no pessoal ocupado, ao passar de 1,63 milhão para 1,73 milhão no período. Já o emprego no comércio de veículos, peças e motocicletas cresceu 4,5%, 913,7 mil para 954,5 mil de pessoas ocupadas.
Entre os principais empregadores em dezembro de 2012, estão as atividades de hiper e supermercados, 1,14 milhão de pessoas; de material de construção, 970,1 mil; e de artigos de vestuário e complementos, 938,9 mil.
O número total de empresas no comércio cresceu de 1,6 milhão, em 2011, para 1,61 milhão, em 2012, uma alta de 0,9%. Já a receita operacional líquida do segmento cresceu 16,4%, de R$ 2,1 trilhões para R$ 2,4 trilhões no mesmo período. Os salários, retiradas e outras remunerações cresceram 18,4%, chegando a R$ 150,9 bilhões.
As despesas das empresas comerciais, em 2012, somaram R$ 319,1 bilhões, sendo R$ 135,4 bilhões com outras despesas operacionais e não operacionais, 42,4% do total; R$ 61,2 bilhões com serviços prestados por terceiros, 19,2%; e R$ 59,1 bilhões com despesas financeiras, 18,5%.
As empresas também gastaram R$ 30,7 bilhões com alugueis de imóveis e condomínio, 9,6% do total; R$ 13 bilhões com energia elétrica, gás, água e esgoto, 4,1%; R$ 11,7 bilhões com impostos e taxas, 3,7%; e R$ 8 bilhões com serviços de comunicação, 2,5%.
Fonte - Agência Brasil  29/09/2014

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Receita do setor de serviços cresce 8,5% no país em 2013

Economia

"A principal influência para esse crescimento veio dos serviços de alojamento e alimentação, que cresceram 10,6%. Os demais segmentos analisados pela pesquisa também tiveram crescimento: serviços profissionais, administrativos e complementares (8,1%), serviços de informação e comunicação (6,9%) e outros serviços (5,9%)."


Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A receita do setor de serviços fechou 2013 com um crescimento nominal de 8,5%. O segmento de transportes, serviços auxiliares de transporte e correios foi o que mais cresceu no período, com alta de 10,8% na comparação com 2012, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre os destaques do segmento de transportes estão os transportes aquaviário (com alta de 18%) e aéreo (16,8%). Os transportes terrestres tiveram aumento de 10,7%.
Outro segmento que se destacou em 2013 foram os serviços prestados às famílias, que tiveram alta de 10,2%. A principal influência para esse crescimento veio dos serviços de alojamento e alimentação, que cresceram 10,6%.
Os demais segmentos analisados pela pesquisa também tiveram crescimento: serviços profissionais, administrativos e complementares (8,1%), serviços de informação e comunicação (6,9%) e outros serviços (5,9%).
Na comparação do mês de dezembro de 2013 com o mesmo período do ano anterior, o setor de serviços cresceu 8,4%, também com destaque para os serviços de transportes (11,5%) e os prestados às famílias (9,5%).
Entre os estados, os maiores crescimentos no ano foram observados em Mato Grosso (20,4%), no Distrito Federal (15,7%), Ceará (13%) e Tocantins (13%). Em dezembro, os destaques foram o Distrito Federal (25,1%), Santa Catarina (12,6%) e Rondônia (12,5%).
Fonte - Agência Brasil  19/02/2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Economia brasileira cresceu 2,52% em 2013

Economia

O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) é considerado uma prévia do PIB
PIB é um indicador para medir a atividade econômica do país. Quando há queda de dois trimestres consecutivos no PIB, a economia está em recessão técnica. 


Daniel Lima 
Repórter da Agência Brasil 

O Banco Central (BC) divulgou hoje o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Pelo índice, a economia em 2013 cresceu 2,52%. É importante observar, no entanto, que o índice oficial de crescimento da economia do ano passado só deverá ser divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim deste mês.
Se for considerada a dessazonalização do índice, ou seja, sem efeitos momentâneos do período, o resultado foi ainda melhor. Pelo IBC-Br, o PIB brasileiro cresceu 2,57%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar como está a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível da atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária. O acompanhamento do indicador é considerado importante pelo BC para que haja maior compreensão da atividade econômica.
PIB é um indicador para medir a atividade econômica do país. Quando há queda de dois trimestres consecutivos no PIB, a economia está em recessão técnica. Os economistas costumam dizer que o PIB é um bom indicador de crescimento, mas não de desenvolvimento, que deveria incluir outros dados como distribuição de renda, investimento em educação, entre outros aspectos.
O PIB pode ser calculado de duas maneiras. Uma delas é pela soma das riquezas produzidas dentro do país, incluindo nesse cálculo empresas nacionais e estrangeiras localizadas em território nacional. Nesse cálculo entram os resultados da indústria (que respondem por 30% do total), serviços (65%) e agropecuária (5%). Entra no cálculo apenas o produto final vendido. Exemplo: uma geladeira e não o aço utilizado em sua fabricação. Assim, evita-se a contagem dupla de bens industriais.
Fonte - Agência Brasil 14/02/2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Empresas aéreas transportaram mais de 111 milhões de passageiros ano passado

Transportes Aéreos

Passageiros em voos domésticos e internacionais cresceram 1,66% 

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil 
Wilson Dias/Agência Brasil
O número de passageiros transportados em voos domésticos e internacionais no ano passado cresceu 1,66% em comparação a 2012. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o total inclui tanto bilhetes pagos quanto gratuitos, em voos administrados por empresas brasileiras e estrangeiras.
Os passageiros de voos internacionais foram 19,3 milhões, o que representa aumento de 2,45% em relação a 2012. Dentro do país, foram 91,8 milhões de pessoas voando em 2013, com crescimento de 1,49% sobre o ano anterior.
Os dados são divulgados pela Anac com base em relatórios recebidos mensalmente das empresas aéreas. Segundo a agência reguladora, o volume de manifestações encaminhadas pelos passageiros à Anac caiu 14,7% em 2013, na comparação com 2012. No ano passado, foram 12.555 manifestações, entre críticas, reclamações, dúvidas e elogios relacionados ao serviço prestado pelas empresas aéreas.
Os passageiros podem fazer denúncias ou reclamações sobre as empresas aéreas por meio do portal da Anac, no item Fale com a Anac, ou pelo telefone 0800-725 4445, que funciona 24 horas, com atendimento em inglês e espanhol.
Fonte - Agência Brasil   0702/2014

Produção industrial cresceu em 11 das 13 cidades pesquisadas em 2013

Economia

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção industrial cresceu em 11 dos 13 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. Destacaram-se o Rio Grande do Sul (com alta de 6,8%), o Paraná (5,6%), Goiás (5%) e Bahia (3,8%).
Também tiveram altas acima da média nacional de 1,2% os estados do Ceará (3,3%) e de Santa Catarina (1,5%). Outros locais com crescimento em 2013 foram a Região Nordeste (0,8%) e os estados de São Paulo (0,7%), Pernambuco (0,7%), do Amazonas (0,7%) e Rio de Janeiro (0,1%).
Três estados tiveram queda na produção industrial: Espírito Santo (-6,7%), Pará (-4,9%) e Minas Gerais (-1,3%).
Comparando apenas os meses de dezembro e novembro, houve queda em 11 locais. A maior alta foi observada em Goiás (8,2%) e a maior queda, em Minas Gerais (com queda de 8,6%).
Na comparação de dezembro de 2013 com o mesmo período de 2012, houve queda em oito locais. O destaque positivo foi o Rio Grande do Sul, com aumento de 11% e o destaque negativo, Minas Gerais, com recuo de 7,2% na produção.
Fonte - Agência Brasil  07/02/2014

sábado, 26 de outubro de 2013

Lucro líquido da Petrobras cresce 29% de janeiro a setembro

Economia


A Petrobras divulgou os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre do ano. O lucro líquido, de janeiro a setembro, foi 29% maior do que o alcançado no mesmo período de 2012, ficando em R$ 17,289 bilhões. A estatal justificou o avanço “em função do maior resultado operacional e do menor impacto cambial no resultado financeiro”

Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Petrobras divulgou hoje (25), por meio de nota, os resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre do ano. O lucro líquido, de janeiro a setembro, foi 29% maior do que o alcançado no mesmo período de 2012, ficando em R$ 17,289 bilhões. A petroleira justificou o avanço “em função do maior resultado operacional e do menor impacto cambial no resultado financeiro”.
Na nota, a estatal informou que houve aumento de 3% no resultado operacional, como reflexo dos ganhos com a venda de ativos e “as menores baixas de poços secos e sub comerciais que compensaram as perdas com a defasagem de preços”.
O lucro líquido no terceiro trimestre, de R$ 3,4 bilhões, foi 45% inferior em relação ao segundo trimestre deste ano, “refletindo o menor lucro operacional, parcialmente compensado pelo melhor resultado financeiro. O resultado operacional foi 51% menor, impactado pelo aumento das importações de derivados e pela maior defasagem no preço dos derivados, decorrente da depreciação cambial aliado ao aumento do preço internacional do petróleo”.
De acordo com a estatal, a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,542 milhões de barris de óleo equivalente por dia, na média dos nove meses, 2% inferior ao mesmo período de 2012, “em consequência do declínio natural dos campos, da maior concentração de paradas programadas em 2013 e da venda de ativos no exterior”.
A produção de derivados totalizou 2,131 milhões de barris/dia na média dos nove meses, 7% superior ao mesmo período de 2012, com recorde mensal de processamento em julho e recorde na produção de diesel e gasolina em agosto”.
O detalhamento dos resultados da estatal será feito pelos diretores Almir Barbassa (Financeiro e de Relações com Investidores), José Alcides Santoro (Gás e Energia), José Carlos Cosenza (Abastecimento) e José Miranda Formigli (Exploração e Produção), na próxima segunda-feira (28), a partir das 10h, para investidores e analistas. Após haverá coletiva de imprensa, às 12h, na sede da companhia, no centro do Rio.
Fonte - Agência Brasil  25/10/2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Mais de 1 milhão de pessoas saíram da extrema pobreza em 2012, diz Ipea

Cidadania


A desigualdade de renda registrou queda em 2012, apesar de o desempenho da economia ter sido considerado fraco. O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,9%, enquanto a renda per capita das famílias cresceu, em média, 7,9%. A população extremamente pobre (que vive com menos de US$ 1 dólar por dia) caiu de 7,6 milhões de pessoas para 6,5 milhões, segundo o estudo do Ipea

Carolina Sarres
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A desigualdade de renda registrou queda em 2012, apesar de o desempenho da economia ter sido considerado fraco. O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,9% no ano passado, enquanto a renda per capita das famílias cresceu, em média, 7,9%.
As famílias mais pobres, em especial, conseguiram evolução na renda maior do que a média, 14%, entre os 10% mais pobres da população. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), no estudo Duas Décadas de Desigualdade e Pobreza no Brasil Medidas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgado hoje (1º).
A população extremamente pobre (que vive com menos de US$ 1 dólar por dia) caiu de 7,6 milhões de pessoas para 6,5 milhões. A população pobre (que vive com entre US$ 1 e US$ 2 dólares por dia), de 19,1 milhões de pessoas para 15,7 milhões.
"Três milhões e meio de pessoas saíram da pobreza em 2012 e 1 milhão da extrema pobreza, em um ano em que o PIB cresceu pouco. Para a pobreza, o fundamental é o que acontece na base – cuja renda cresceu a ritmo chinês. O bolo aumentou com mais fermento para os mais pobres, especialmente para os mais pobres dos pobres", disse o presidente do Ipea, Marcelo Neri.
Os principais indicadores do crescimento dos rendimentos da população são a posse de bens duráveis como televisão, fogão, telefone, geladeira e máquina de lavar – e o acesso a serviços públicos essenciais como energia elétrica, coleta de lixo, esgotamento sanitário e acesso à rede de água.
A ampliação da posse de bens e de acesso a serviços se deve, em grande parte, a dois fatores: o aumento da renda do trabalho e o impacto do Bolsa Família. "Nos últimos dez anos, o protagonista da redução da desigualdade é a renda do trabalho, o coadjuvante principal é o Bolsa Família", diz o estudo. De acordo com o Ipea, de 2002 a 2012, 54,9% da redução da desigualdade foi devido à contribuição da renda do trabalho. O Bolsa Família contribuiu 12,2% para essa queda.
"O Bolsa Família é um custo de oportunidade social, tem mais impacto sobre a desigualdade do que a Previdência", informou Neri. A Previdência é o terceiro fator que mais contribui para a redução da desigualdade, 11,4% para os que ganham acima do piso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e 9,4% para os que ganham um salário mínimo (R$ 678). Se somados os dois grupos, a Previdência tem impacto superior ao do Bolsa Família.
Fonte - Agência  Brasil  01/10/2013