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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Setor de serviços recuou 4,4% nos primeiros cinco meses do ano, diz IBGE

Economia  📏✂

O resultado acumulado dos últimos 12 meses representa queda maior de 4,7%.Os dados foram divulgados hoje (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam da Pesquisa Mensal de Serviços. Os dados indicam que na comparação com maio do ano passado o setor de serviços registra queda de 1,9%.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

EBC
O setor de serviços fechou os primeiros cinco meses do ano (janeiro-maio) com queda acumulada de 4,4%, frente aos cinco primeiros meses do ano passado, apesar de ter fechado o mês de maio com expansão de 0,1%, ficando praticamente estagnado em relação a abril na série livre de influências sazonais. O resultado acumulado dos últimos 12 meses representa queda maior de 4,7%.
Os dados foram divulgados hoje (13), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam da Pesquisa Mensal de Serviços. Os dados indicam que na comparação com maio do ano passado o setor de serviços registra queda de 1,9%.
A estabilidade em 0,1% de abril para maio deste ano, segundo o IBGE, acontece após o crescimento de 1%, em abril frente a março, portanto também na série dessazonalizada, e recuo de 2,6%, em março frente fevereiro.
Ainda na comparação com o mês de abril, a receita nominal do setor fechou maio com variação positiva de 0,3%. Na taxa acumulada nos cinco primeiros meses do ano, a receita nominal dos serviços avançou 1,3%, caindo para 0,4% no acumulado dos últimos 12 meses, frente aos 12 meses imediatamente anteriores. Na comparação com o mês de maio do ano passado houve avanço na receita nominal de 3,9%.
Fonte - Agência Brasil   13/07/2017

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Setor de serviços cresce 6,1% em março

Economia

Setor de serviços do país teve crescimento nominal de 6,1% em março.De acordo com os dados, que fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), a taxa é superior às taxas de fevereiro (0,9%) e janeiro (1,8%), retornando aos patamares de abril e setembro de 2014. 

Nielmar de Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
Arquivo/Agência Brasil
Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou hoje (20) que, em março de 2015, o setor de serviços do país teve crescimento nominal de 6,1%, na comparação com igual mês do ano anterior. O crescimento nominal embute a inflação ocorrida no período.
De acordo com os dados, que fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), a taxa é superior às taxas de fevereiro (0,9%) e janeiro (1,8%), retornando aos patamares de abril e setembro de 2014. A taxa acumulada no ano atingiu 2,9% e, em 12 meses, 4,6%.
A PMS traz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país.
Em relação a março de 2014, cinco segmentos do setor de serviços registraram variações positivas: serviços profissionais, administrativos e complementares (8,8%); transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (8,7%); outros serviços (5,2%); serviços de informação e comunicação (2,9%) e serviços prestados às famílias (2,5%).
O crescimento nominal (que inclui a inflação do período) do setor de serviços no 1º trimestre de 2015, em comparação ao 1º trimestre de 2014, situou-se em 2,9%, o menor patamar da série trimestral, em consequência das menores variações registradas nos meses de janeiro e fevereiro. As taxas de crescimento trimestral, em ordem de variação, foram as seguintes: serviços prestados às famílias (6,1%); serviços profissionais, administrativos e complementares (6%); transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (3,1%); outros serviços (1,6%) e serviços de informação e comunicação (0,6%).
Fonte - Agência Brasil 20/05/2015

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Setor de serviços impulsiona criação de empregos, indica Caged

Economia

Os dados do Caged revelam que, no mês de março, o setor de serviços criou 53.778 postos formais. Já o setor de administração pública foi responsável pela criação de 3.012 postos com carteira assinada, enquanto comércio criou 2.684 vagas.

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A retomada do crescimento da criação de empregos formais no mês de março foi impulsionada pelo bom resultado do setores de serviços (0,31%), administração pública (0,33%) e comércio (0,03%) conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (23). Já o setor da construção civil teve o pior resultado entre as atividades econômicas, com retração de 18.205 postos de trabalho no mês de março, na comparação com o mês anterior.
São Paulo registrou o melhor resultado entre as unidades da federação no terceiro mês do ano, com 12.907 novos postos de trabalho. Rio Grande do Sul (12.240) e Paraná (10.154) ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Por outro lado, Pernambuco (-11.862), Paraíba (-5.691) e Minas Gerais (-3.469) foram as unidades da federação com os piores resultados na criação de empregos, segundo o Caged.
De acordo com o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o resultado negativo desses estados pode ser atribuído à sazonalidade da agricultura. Segundo ele, o setor começará a contratar a partir do mês maio.
Os dados do Caged revelam que, no mês de março, o setor de serviços criou 53.778 postos formais. Já o setor de administração pública foi responsável pela criação de 3.012 postos com carteira assinada, enquanto comércio criou 2.684 vagas.
Assim como a construção civil, a indústria da transformação teve resultado negativo em março, com o fechamento de 14.683 vagas, seguido pelos setores agropecuário (-6.281) e extrativo mineral (-1.675).
Fonte - Agência Brasil   23/04/2015

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Receita do setor de serviços cresce 6,4% em setembro

Economia

Em 12 meses, o setor de serviços acumula expansão de 7,1% de sua receita nominal, enquanto em 2014, o crescimento é 6,6%. Os serviços prestados às famílias tiveram crescimento de 7,7% da receita.

Vinícius Lisboa 
Repórter da Agência Brasil 
EBC
A receita nominal do setor de serviços cresceu 6,4% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2013, divulgou hoje (18) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, na Pesquisa Mensal dos Serviços. A alta supera as taxas de julho e de agosto, que foram 4,6% e 4,5%, respectivamente.
Em 12 meses, o setor de serviços acumula expansão de 7,1% de sua receita nominal, enquanto em 2014, o crescimento é 6,6%. Os serviços prestados às famílias tiveram crescimento de 7,7% da receita. A variação, no entanto, foi menos intensa que a de agosto, quando essa parte dos setor de serviços cresceu 9%. Esses serviços acumulam a maior alta de 2014, 10,1%, e também a maior em 12 meses, 10,2%.
O crescimento mais forte ocorreu em setembro, nos serviços profissionais, administrativos e complementares, com 11,1%. Os serviços de informação e comunicação, por outro lado, tiveram o menor crescimento, 2,7%. Serviços de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio subiram 6,5%, e os outros serviços, 9%.
Fonte - Agência Brasil  18/11/2014

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Receita do setor de serviços cresce 8,5% no país em 2013

Economia

"A principal influência para esse crescimento veio dos serviços de alojamento e alimentação, que cresceram 10,6%. Os demais segmentos analisados pela pesquisa também tiveram crescimento: serviços profissionais, administrativos e complementares (8,1%), serviços de informação e comunicação (6,9%) e outros serviços (5,9%)."


Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A receita do setor de serviços fechou 2013 com um crescimento nominal de 8,5%. O segmento de transportes, serviços auxiliares de transporte e correios foi o que mais cresceu no período, com alta de 10,8% na comparação com 2012, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre os destaques do segmento de transportes estão os transportes aquaviário (com alta de 18%) e aéreo (16,8%). Os transportes terrestres tiveram aumento de 10,7%.
Outro segmento que se destacou em 2013 foram os serviços prestados às famílias, que tiveram alta de 10,2%. A principal influência para esse crescimento veio dos serviços de alojamento e alimentação, que cresceram 10,6%.
Os demais segmentos analisados pela pesquisa também tiveram crescimento: serviços profissionais, administrativos e complementares (8,1%), serviços de informação e comunicação (6,9%) e outros serviços (5,9%).
Na comparação do mês de dezembro de 2013 com o mesmo período do ano anterior, o setor de serviços cresceu 8,4%, também com destaque para os serviços de transportes (11,5%) e os prestados às famílias (9,5%).
Entre os estados, os maiores crescimentos no ano foram observados em Mato Grosso (20,4%), no Distrito Federal (15,7%), Ceará (13%) e Tocantins (13%). Em dezembro, os destaques foram o Distrito Federal (25,1%), Santa Catarina (12,6%) e Rondônia (12,5%).
Fonte - Agência Brasil  19/02/2014