UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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domingo, 4 de março de 2018

Gov. Rui Costa entrega obra de contenção para mais de 4,7 mil moradores da Boa Vista do São Caetano

Infraestrutura  👪

Contenção de encostas beneficia 4,7 mil moradores de Boa Vista do São Caetano.Na manhã deste domingo (4), o governador Rui Costa entregou uma obra de contenção para garantir que mais de 4,7 mil moradores da localidade tenham noites mais tranquilas de sono. A intervenção contou com investimento de R$ 1,1 milhão.Além disso, também a construção, em outra área [localidade denominada de Poeirão], de um espaço de lazer para toda a comunidade”.

Da Redação
foto -  Paula Fróes/GOVBA
O mês de março, em Salvador, representa o início do período de chuvas, e, para quem vive na encosta, na Rua 22 de Março, no bairro de Boa Vista de São Caetano, costumava ser um período de medo do risco de deslizamento de terra. A realidade mudou.
Na manhã deste domingo (4), o governador Rui Costa entregou uma obra de contenção para garantir que mais de 4,7 mil moradores da localidade tenham noites mais tranquilas de sono. A intervenção contou com investimento de R$ 1,1 milhão.Além disso, também a construção, em outra área [localidade denominada de Poeirão], de um espaço de lazer para toda a comunidade”.
A obra possui uma extensão de 175 metros de solo grampeado, com uma área total de 1.742 metros quadrados. O projeto contempla, ainda, a implementação de dispositivos de drenagem pluvial, o que impede que as águas de chuvas se infiltrem na encosta, evitando novos deslizamentos. Outras melhorias foram executadas, como instalação de escadaria em concreto, com corrimão metálico, além de mureta guarda-corpo e caminho em concreto.
Esta é a 33ª encosta entregue pelo Governo do Estado, por meio do Programa de Prevenção de Desastres Naturais, executado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur).
No total, o programa estadual contempla 108 obras de contenção de encostas de risco alto ou muito alto, sendo 104 encostas distribuídas em 47 bairros de Salvador e outras quatro em Candeias, município da região metropolitana, beneficiando aproximadamente 30 mil famílias, com um investimento total da ordem de R$ 216 milhões.
Com informações da Secom BA  04/03/2018

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Projeto "Pelas Ruas" apresentado a moradores do Santo Antônio Além do Carmo

Desenvolvimento Urbano  🚧

Associação dos Amigos do Santo Antônio Além do Carmo (Amacarmo) estiveram reunidos com a equipe técnica da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), na sede da instituição, no Pelourinho. Novos esclarecimentos foram feitos sobre o projeto e os benefícios que ele trará para a comunidade local e os turistas.

Da Redação
Divulgação - Sedur
O projeto ‘Pelas Ruas do Centro Antigo de Salvador’ beneficiará nove ruas do Santo Antônio Além do Carmo, no Centro Histórico de Salvador. Na manhã desta terça-feira (22), representantes da Associação dos Amigos do Santo Antônio Além do Carmo (Amacarmo) estiveram reunidos com a equipe técnica da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), na sede da instituição, no Pelourinho. Novos esclarecimentos foram feitos sobre o projeto e os benefícios que ele trará para a comunidade local e os turistas.
As intervenções de requalificação da localidade integram o lote 4 do projeto – com início previsto para setembro deste ano - e envolvem o rebaixamento da fiação aérea (rede subterrânea de energia, telefonia e internet), na Rua Direita do Santo Antônio, além de urbanização, que inclui requalificação viária, com o resgate da pavimentação em paralelepípedo e melhorias na acessibilidade, em todo o bairro.
Para João Cabral, integrante da Amacarmo, é importante esse contato direto com a Conder, antes e durante a execução do projeto. “A presença de um profissional na área minimiza qualquer problema, além de colaborar para que as questões sejam resolvidas de imediato”, afirma. Presente no encontro, o empresário Juan Picon ressalta que “há muito tempo que esperamos essa reforma”.
“Marcamos um novo encontro numa data próxima para apresentarmos detalhes do projeto ao grupo, que não esteve presente na última reunião, realizada aqui na Diretoria do Centro Antigo de Salvador, no início de agosto”, esclarece Milton Melo, superintendente Operacional da Dircas/Conder.

Pelas Ruas
O projeto foi planejado para ser executado por etapas, simultaneamente, em diferentes pontos do Centro Antigo. Assim, os bairros próximos foram interligados por cinco lotes, sendo quatro já iniciados. Um investimento de R$ 124 milhões. Desse total, R$ 5,6 milhões serão utilizados para a requalificação das nove ruas do Santo Antônio Além do Carmo.
O Pelas Ruas é uma das primeiras grandes obras brasileiras de urbanização que utiliza os novos parâmetros de acessibilidade. “Vamos resgatar as características culturais do bairro do Santo Antônio Além do Carmo, promovendo também a valorização do pedestre, que poderá contemplar melhor a história deste importante ponto da capital baiana”, finaliza Milton Melo.
A Conder coloca à disposição o número 3116-6760 para que a comunidade possa tirar dúvidas sobre o projeto, das 8h30 ao meio-dia e de 13h30 às 18h. Além de disponibilizar também o endereço eletrônico (email) socialpacpav@conder.ba.gov.br
Com informações da Sedur  23/08/2017

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Moradores da região da Avenida Bonocô recebem quadra poliesportiva

Desenvolvimento urbano

O equipamento de lazer e de prática de atividades físicas é resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e a concessionária CCR Metrô Bahia, e foi entregue pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, e pelo diretor-presidente da CCR Metrô Bahia, Luis Valença.

Da Redação
foto - Carol Garcia/Gov.Ba.
Salvador - Moradores dos bairros de Cosme de Farias, Luis Anselmo e Baixa do Tubo, em Salvador, receberam, na manhã deste sábado (20), uma nova quadra poliesportiva que fica no canteiro central da avenida Bonocô, próximo à estação de metrô. O equipamento de lazer e de prática de atividades físicas é resultado de uma parceria entre o Governo do Estado e a concessionária CCR Metrô Bahia, e foi entregue pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, e pelo diretor-presidente da CCR Metrô Bahia, Luis Valença.
Além da quadra, que é equipada com alambrado, traves, tabelas de basquete e refletores para atividades noturnas, ainda foram distribuídos 16 kits de uniforme (colete, bermuda, meião), duas bolas de futebol e um par de redes.
Para o líder comunitário e morador de Cosme de Farias, Marcos Sampaio, a quadra e outros equipamentos são os primeiros desse tipo no bairro. "É o único equipamento de lazer e de esporte que temos aqui, é com muita satisfação e felicidade que recebemos hoje a quadra. Eu, que costumo trazer minha filha para andar de patins, também caminho aqui todos os dias de manhã cedo. Isso só é possível depois da chegada do metrô, porque trouxe mais movimentação de pessoas, mais segurança e organizou esse espaço que era pouco utilizado. A quadra cria um local também para ocupar os meninos que estavam acostumados a brincar na rua, competindo com os carros para jogar bola, andar de bicicleta. É com alegria que recebemos essa quadra", contou Sampaio.
O acesso é gratuito e no dia da inauguração já começaram as partidas de futebol, com direito a pontapé inicial dado pelo secretário Carlos Martins. "Há uma preocupação em integrar as comunidades onde chegam grandes intervenções urbanas, como o metrô. A nossa ideia, inclusive, é ampliar algumas dessas áreas de convivência, porque o importante é que o metrô não seja somente mobilidade, seja também qualidade de vida", contou o secretário.
Segundo o diretor-presidente da CCR, Luis Valença, os equipamentos de lazer e outras intervenções urbanas já fazem parte do projeto do metrô. "A CCR assumiu, desde o começo, com o Governo do Estado, o compromisso de promover o desenvolvimento urbano e a cidadania e isso é o que está acontecendo, tanto aqui no Bonocô quanto em toda obra das linhas 1 e 2, no Calabetão, em Pirajá, e principalmente na avenida Paralela, onde teremos 18 quilômetros de ciclovias. É o metrô promovendo mobilidade e os equipamentos promovendo melhoria de qualidade de vida para as pessoas".
Com informações da Secom Ba.  20/02/2016 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Casarão é demolido na Barra para construção de arranha-céu

Cidade

Apesar das reivindicações da Associação de Amigos e Moradores do bairro (Amabarra), a contrutura afirmou que dispõe de toda a documentação legal para a construção do novo imóvel.A demolição teve inicio nessa quinta feira 13/08.

Atarde
Da Redação
Anderson Sotero | Ag. A TARDE
Foi iniciada na manhã nesta quinta-feira, 13, a demolição do antigo casarão que dará lugar ao empreendimento La Vue, na Ladeira da Barra, em Salvador. Parte da fachada do imóvel já foi destruída pelos funcionários da construtora Cosbat Empreendimentos, que usaram retroescavadeiras.
Apesar das reivindicações da Associação de Amigos e Moradores do bairro (Amabarra), a contrutura afirmou que dispõe de toda a documentação legal para a construção do novo imóvel.
Em nota, a associação de moradores reclama que "um empreendimento deste porte causará severo impacto no meio ambiente, seja no quesito esgotamento sanitário, formação contínua de resíduos, seja pelo congestionamento de veículos numa área onde recentemente se restringiu o fluxo de carros, além dos danos irreparáveis ao patrimônio".
Em nota, a associação de moradores reclama que "um empreendimento deste porte causará severo impacto no meio ambiente,

seja no quesito esgotamento sanitário, formação contínua de resíduos, seja pelo congestionamento de veículos numa área onde recentemente se restringiu o fluxo de carros, além dos danos irreparáveis ao patrimônio".

Empreendimento
O La Vue irá abrigar apartamentos de 259 m², com quatro suítes, e será um por andar. Além disso, a torre residencial terá 107 metros de altura.
Fonte - A Tarde  13/08/2015

segunda-feira, 2 de março de 2015

Moradores de favelas movimentam R$ 68,6 bilhões por ano, mostra estudo

Economia

A pesquisa mostra ainda que o aumento da renda média, proporcionado principalmente pelo crescimento real do salário mínimo e do emprego formal, Os dados preliminares do estudo, divulgados hoje (2), indicam que, em 2015, 75% das casas têm máquina de lavar roupas. No levantamento de 2013, o índice era 69%. 

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil 
Pesquisa Data Favela mostra situação econômica de moradores.
 Na foto, a comunidade da Rocinha, localizada
na zona sul do Rio Tomaz Silva/Agência Brasil
Os moradores de favelas movimentam R$ 68,6 bilhões por ano, segundo pesquisa do Data Favela, feita com o apoio do Data Popular e da Central Única das Favelas (Cufa). A pesquisa mostra ainda que o aumento da renda média, proporcionado principalmente pelo crescimento real do salário mínimo e do emprego formal, tem permitido que os 12,3 milhões de pessoas que vivem nessas comunidades participem do mercado de consumo.
Os dados preliminares do estudo, divulgados hoje (2), indicam que, em 2015, 75% das casas têm máquina de lavar roupas. No levantamento de 2013, o índice era 69%. Em relação à posse de TV de plasma, LED ou LCD, os aparelhos estão presentes em 67% das residências, contra 46% em 2013. O estudo revela ainda que subiu de 20% (em 2013) para 24% o percentual de moradores que têm carro.
Também cresceu, no entanto, o número de moradores de favelas endividados. Em 2013, 27% deles tinham dívidas, em 2015 são 35%. A faixa etária entre 35 e 49 anos tem o maior percentual de endividados, 45%. A inadimplência ficou no mesmo nível: 22% têm contas atrasadas há mais de 30 dias, 53% dizem que está difícil manter as contas em dia e 80% têm medo da inflação.
A pesquisa foi feita, em fevereiro deste ano, com base em 2 mil entrevistas de moradores de 63 favelas, em dez regiões metropolitanas – São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Curitiba, Porto Alegre e Brasília. A pesquisa completa será divulgada amanhã (3) no 2º Fórum Nova Favela Brasileira, no Complexo Ohtake Cultural, zona oeste da capital paulista.
Fonte - Agência Brasil  02/03/2015

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Moradores de favelas do Rio movimentam R$ 12,3 bilhões por ano

Cidades

O Brasil soma 12 milhões morando em favelas, que movimentam anualmente R$ 64,5 bilhões.- O presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, fundador do Data Favela, destacou em entrevista à Agência Brasil, que se as favelas da capital fluminense formassem uma cidade, esta seria a sétima maior do país, mais populosa que municípios como Manaus, Porto Alegre, Curitiba e Recife.

Alana Gandra 
Repórter da Agência Brasil 
Moradores da Favela do Metrô-Mangueira,
localizada a menos de um quilômetro do Maracanã
Tânia Rêgo/Agência Brasil
Pesquisa inédita do Instituto Data Favela revela que os 2 milhões de pessoas que moram em comunidades no Rio de Janeiro movimentam R$ 12,3 bilhões por ano - equivalente a 19% da renda de todos os moradores de favelas do país. O Brasil soma 12 milhões morando em favelas, que movimentam anualmente R$ 64,5 bilhões.
O presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, fundador do Data Favela, destacou em entrevista à Agência Brasil, que se as favelas da capital fluminense formassem uma cidade, esta seria a sétima maior do país, mais populosa que municípios como Manaus, Porto Alegre, Curitiba e Recife.
O Rio de Janeiro concentra 17% dos moradores de favelas do Brasil, indica a pesquisa. “A gente sabe que o Rio de Janeiro é o único estado da Região Sudeste em que mais de 10% da população moram em favelas”.
Favela Nova Holanda, no conjunto de favelas
da Maré,zona norte da capital fluminense
Omaz Silva/Agência Brasil
Há também um aspecto interessante, observou, que é o fato de as favelas da zona sul contribuírem bastante para a renda média dos moradores. Renato Meirelles disse que, em geral, há muito dinheiro que entra nas comunidades da zona sul do Rio e que não entra nas favelas da zona oeste, por exemplo, em função da maior atividade do turismo na região.
O estudo mostra que 29% dos habitantes de favelas do Rio são oriundos de outros estados, enquanto em São Paulo, esse número sobe para 52%. “A favela é um território da miscigenação, de forma clara, e isso acontece em São Paulo e no Rio”.
A pesquisa nacional aponta a existência de mais solidariedade nas favelas do Rio de Janeiro do que fora delas. Segundo explicou Renato Meirelles, há um ecossistema econômico nas comunidades que é oriundo de um passado de restrição, mas que faz com que as pessoas se ajudem muito mais dentro das favelas. “E isso, no Rio, é ainda mais forte”.
Apesar do otimismo observado pelos pesquisadores com a amostra de 1.003 moradores de 12 comunidades cariocas entrevistados, dos quais 80% afirmaram que sua vida melhorou no último ano e 85% avaliaram que a comunidade onde moram também melhorou no último ano, Meirelles salientou que não se pode confundir a melhora de vida nas favelas e o aumento da renda, como o fim dos problemas dessas comunidades: “A gente ainda tem uma ausência enorme de serviços públicos dentro das favelas brasileiras. E no Rio, não é diferente”.
Destacou também que quando se fala em favelas no Rio de Janeiro, há uma associação quase imediata com os morros quando, na verdade, esse tipo de favela só é comum na zona sul do Rio. “Menos de 1% das favelas nacionais estão em morros. Esse é um dado que as pessoas não atentam. As favelas da zona oeste do Rio não são em morros”. Explicou que pela relevância que a cidade do Rio de Janeiro tem e a zona sul, em particular, como cartão postal do Brasil, essa característica ganhou importância. Mas o morro está longe de representar a geografia das favelas do país, assegurou.
Nas comunidades do Rio de Janeiro, a média de idade dos moradores é 36 anos, contra 29 anos na média nacional, com predominância de mulheres (51%), contra 49% de homens. Isso mostra, disse o presidente do Instituto Data Popular, que as favelas do Rio de Janeiro são mais velhas do que no restante do Brasil. “O que a gente tem no Rio é uma favela estabelecida junto com a cidade há mais tempo”, apontou.
A pesquisa revelou, ainda, que indagados se gostariam de sair da comunidade para morar em outro bairro, 78% dos habitantes das favelas cariocas disseram não, contra apenas 21% que têm essa vontade.
Fonte - Agência Brasil  25/09/2014

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Haddad garante que moradores de favela incendiada terão suas casas no mesmo local

Política

Prefeito de São Paulo prometeu construir 500 apartamentos, em dois anos, para reassentar famílias da comunidade do Piolho. Nesse tempo, eles poderão optar por auxílio-aluguel ou permanência no terreno - Haddad repetiu várias vezes que não vai retirar os moradores do local e garantiu diálogo permanente

Rodrigo Gomes da RBA
RENATO MENDES/BRAZIL PHOTO PRESS/FOLHAPRESS
São Paulo – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), assumiu na manhã de hoje (12) o compromisso de que as famílias da favela do Piolho, no Campo Belo, zona sul da cidade, vão permanecer no local e de que serão ali construídos 500 apartamentos para acomodá-las. Ele determinou que o secretário municipal da Habitação, José Floriano Marques, instale hoje mesmo um escritório com funcionários da pasta e da Assistência Social para atender aos moradores. Um incêndio no domingo (7) deixou ao menos 640 famílias desabrigadas – algumas só com a roupa do corpo.
O prefeito afirmou que a construção das moradias vai levar cerda de dois anos. O dinheiro, segundo Haddad, está garantido e virá da Operação Urbana Água Espraiada que, embora não pretendesse desapropriar a área da favela do Piolho inicialmente, já tinha seus moradores contados nas ações de realocação. A área a ser desapropriada tem cerca de 7 mil metros quadrados e começou a ser ocupada nos anos 1970. A prefeitura já tem reservados R$ 300 milhões para realizar a medida.
“A lei (da Operação Urbana) garante o direito de vocês permanecerem aqui. Vamos desapropriar o terreno e construir as moradias aqui mesmo. Sem expulsar ninguém como se fez no passado”, afirmou Haddad.
Questionado se isso não infringiria a ordem do cadastro municipal para moradias, Haddad explicou que as ações habitacionais da Operação Urbana não se relacionam com o cadastro municipal, pois estão regidas por legislação própria.
O valor da obra ainda não está definido. Floriano espera que em 90 dias o projeto e as licenças para início dos trabalhos sejam concluídos. O secretário lembrou que embora as famílias prioritárias sejam as afetadas pelo incêndio, toda a comunidade do Piolho vai receber moradias próprias no andamento da Operação Urbana.
Haddad conversou por cerca de uma hora com os moradores e definiu com eles o atendimento que será prestado pela prefeitura. O escritório receberá os moradores para fazer o cadastramento e eles poderão optar por permanecer na área ou sair dela e receber auxílio-aluguel no valor de R$ 400, “até que as chaves sejam entregues”, frisou o prefeito. O primeiro depósito do auxílio, com adiantamento de três meses (R$ 1.200) deve ser liberado em dez dias.
MAURICIO CAMARGO/ELEVEN/FOLHAPRESS
Incêndio destruiu ao menos 600 barracos. O fogo se alastrou rápido e as famílias não conseguiram retirar seus pertencesQuem optar pela permanência vai ser acompanhado por engenheiros da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), que vão dividir o terreno em quatro partes e determinar onde as pessoas podem reocupar, sem afetar o andamento da obra ou implicar riscos à segurança. Nessa caso, as famílias vão construir as moradias por conta própria. A construção dos apartamentos será feita em outra parte do terreno e, quando concluída, vai receber os moradores ocupantes, para que o empreendimento possa ser realizado na parte restante.
Haddad se comprometeu a manter diálogo permanente com a população e disse que ela poderá monitorar o processo passo a passo. “Vamos voltar aqui quantas vezes forem necessárias. Faço questão que vocês acompanhem.”
Estão em processo de desapropriação outros 200 terrenos na região abrangida pela Operação Urbana. O objetivo é construir oito mil moradias para abrigar as famílias removidas das favelas do complexo Alba e outras ao longo da avenida Jornalista Roberto Marinho. Mas caso não seja possível a permanência de todos os moradores que desejem ficar no terreno da favela do Piolho, a administração municipal vai avaliar a possibilidade de encaminhá-las a uma dessas áreas.
Já no caso do auxílio-aluguel, as famílias poderão fazer contratos informais com familiares ou amigos, pois o prefeito admitiu que o valor é baixo para alugar uma casa na região. No Campo Belo, o preço do metro quadrado construído chega a R$ 11 mil e o aluguel de um cômodo não sai por menos que R$ 500. “Vamos discutir esse valor no Conselho Gestor da Operação Urbana Água Espraiada, pois existe uma proposta de o valor ser aumentado para R$ 600”, ponderou Haddad.
O auxílio-aluguel divide opiniões, pois muitas pessoas temem a irregularidade do pagamento, problema bastante comum. No entanto, algumas famílias estão dispostas a receber, como a de Fábio Teixeira, que vive com a esposa Fabiana e as filhas Giovana e Gabriela. “Só não queremos ir parar no fim do mundo. Nossa vida está organizada aqui. Eu já vim do Eldorado (bairro no extremo sul da cidade) para cá porque não tinha condições de ir de lá para a Avenida Paulista trabalhar”, explicou.
Mesmo assim, os moradores se sentiram contemplados pela proposta. “Eu moro aqui desde que nasci e não quero deixar este lugar. A gente já ouviu muita coisa e nada se cumpriu. Temos fé que vai acontecer e esperamos que o prefeito não nos decepcione”, disse Natália Santos, de 19 anos, grávida do primeiro filho.
O prefeito também se comprometeu a solicitar ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) que um posto de atendimento móvel do Poupatempo fique disponível no local para que as famílias façam as segundas vias dos documentos perdidos no incêndio.
Na saída, Haddad foi convidado a conhecer uma das cozinhas comunitárias construídas pelos moradores para concentrar as doações de alimentos e garantir que todos façam as refeições. Tomou café e comeu pão com margarina, acompanhado do secretário Floriano e do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que também foi ver a situação da comunidade.
Desde o incêndio, os moradores estão vivendo em barracas improvisadas nas calçadas do entorno. Eles vêm acumulando doações de roupas, mantimentos e materiais – madeira, lonas, pregos – para reconstruir as moradias. Muitos não têm conseguido ir trabalhar e as crianças não estão indo para a escola.
Fonte - RBA (Rede Brasil Atual)  12/09/2014

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Forte ventania atinge bairros do Rio e deixa moradores sem luz

Rio de Janeiro

Alguns bairros ficaram sem luz em função da grande ventania e quedas de galhos de árvores sobre a rede elétrica. Em nota, a concessionária Light, informou que os bairros mais atingidos foram Jacarepaguá, Campo Grande, Penha e Nova Iguaçu....

Da Agência Brasil 

Uma forte ventania afetou várias partes da cidade do Rio de Janeiro durante a noite de ontem (31). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou rajadas de vento de 75 quilômetros por hora (km/h) em Copacabana, e 77 km/h na Vila Militar, região sul da capital. Segundo o Inmet, hoje (1º) não haverá ventos com essa intensidade e a previsão para esta segunda-feira é tempo bom, com temperatura mínima de 16 graus Celsius (ºC) e máxima de 32 ºC.
Alguns bairros ficaram sem luz em função da grande ventania e quedas de galhos de árvores sobre a rede elétrica. Em nota, a concessionária Light, informou que os bairros mais atingidos foram Jacarepaguá, Campo Grande, Penha e Nova Iguaçu, mas, segundo a companhia, o serviço foi restabelecido ainda durante a noite de ontem.
O Corpo de Bombeiros informou em nota que a corporação foi acionada para 15 cortes de árvores e galhos, realizados das 18h de domingo até o início da manhã de hoje, na capital, na Baixada Fluminense e na região metropolitana.
De acordo com meteorologista do Inmet Marilene Leal, a forte ventania estava prevista desde quinta-feira. "A ventania se deu por causa da frente fria que passou pela Região Sudeste na semana passada, e a circulação marítima ainda provocou uma área de instabilidade no Rio. A previsão de amanhã também é tempo bom, mas quarta-feira devemos ter chuva no Rio", informou.
Fonte - Agência Brasil  01/09/2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Moradores cansam de esperar pela Prefeitura e arborizam bairro

Salvador

A iniciativa além de deixar as ruas com cores e o ar mais saudável mostra que com boa vontade é possível viver em harmonia com a natureza mesmo nos grandes centros urbanos.

Rivânia Nascimento - TB
Foto: Romildo de Jesus
Insatisfeito com o descaso e a manutenção do bairro onde mora, no Alto do Itaigara, o médico gaúcho Mario Neutzling fundou o movimento Apita (Amigos pelo Itaigara) e, junto com os vizinhos, começou a arborizar o bairro há um ano. Com o apoio da comunidade, entre eles adultos e crianças, ele já conseguiu plantar cerca de 95 árvores no local.
A iniciativa além de deixar as ruas com cores e o ar mais saudável mostra que com boa vontade é possível viver em harmonia com a natureza mesmo nos grandes centros urbanos.
De acordo com o médico, ao ver mais um prédio sendo construído no bairro que contempla uma das maiores reservas de Mata Atlântica da cidade, e a falta de conscientização dos moradores que costumavam jogar lixo nas ruas, ele decidiu envolver toda comunidade no projeto.
“Nosso objetivo é somar-se ao poder público na busca de soluções criativas, ecologicamente corretas e economicamente viáveis para as necessidades locais. É importante motivar as pessoas a saírem das bolhas do condomínio e de trás das janelas espelhadas dos automóveis e passar a caminhar na rua e desfrutar a beleza que é viver em uma cidade e conhecer pessoas”disse o médico.
Neutzling conta que organizou um encontro em que foram convidados todos os síndicos de mais de 20 edifícios do Alto do Itaigara, alem de administradores de shoppings e escolas,oportunidade em que expôs suas ideias de criar uma identidade de bairro, com um mobiliário urbano próprio verde, valorizando elementos de arborização urbana, coleta seletiva de lixo, arte e manutenção externa dos prédios e dos passeios.
Em seguida foram feitas pesquisas sobre a espécie e porte apropriado das árvores. A forma e época correta de plantio e o melhor gradil protetor também foram estudadas. Ainda foi idealizada uma intervenção artística em cada moldura das árvores, executadas pelo Atelier de mosaicos Eliezer Nobre.
A primeira rua a ter as calçadas decoradas com as primeiras árvore foi a Antônio Monteiro. A prefeitura, por sua vez, fez a doação de 30 mudas para o projeto que atualmente somam quase 100 árvores plantadas pela comunidade.
Fonte - Tribuna da Bahia  06/08/2014

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Ferrovia que corta Votuporanga é motivo de preocupação a moradores

Ferrovias

Lei municipal limita parada de composições na área urbana em 10 minutos. Moradores reclamam que vagões bloqueiam passagem.- Dezenas de vagões no meio do caminho e a pressa faz a auxiliar de limpeza Vanessa da Silva Melo se arriscar passando debaixo do trem. “Teve dia de parar dois trens seguidos e tive de passar debaixo de um e o outro começar a andar e eu ficar no meio dos dois”, afirma Vanessa.

G1

A malha ferroviária que corta a região noroeste paulista é uma preocupação constante em várias cidades. Em Votuporanga (SP), os moradores reclamam que as composições chegam a ficar paradas mais de uma hora, impedindo a passagem. Com isso, muitos se arriscam passando entre os vagões.
Dezenas de vagões no meio do caminho e a pressa faz a auxiliar de limpeza Vanessa da Silva Melo se arriscar passando debaixo do trem. “Teve dia de parar dois trens seguidos e tive de passar debaixo de um e o outro começar a andar e eu ficar no meio dos dois”, afirma Vanessa.
Para os moradores que vivem perto do pátio de manobras da ALL, América Latina Logística, em Votuporanga, a situação já virou rotina. Há 14 anos no bairro, a aposentada Maria Isabel Pena Silva perdeu as contas de quantas vezes fez a travessia perigosa para chegar do outro lado. “Muitas pessoas passam, inclusive eu, que preciso cruzar a ferrovia para ir para a cidade”, diz Maria Isabel.
Uma lei municipal de 2009 limita a parada de composições na área urbana em dez minutos, mas segundo os moradores ela não vem sendo cumprida como deveria. Quem mora perto do local e precisa atravessar a ferrovia todos os dias diz que é raro encontrar a passagem livre e, às vezes, os vagões ficam parados por mais de uma hora.
Outro assunto está tirando o sono dos moradores. Recentemente, a ALL, responsável pela ferrovia, começou a construir um muro de contenção, para isolar o pátio de manobras. A preocupação é que o cruzamento mais usado seja bloqueado. A alternativa é uma passagem que fica a cerca de dois quilômetros e segundo os moradores também apresenta riscos à segurança. “É preciso construir uma passarela, iria ajudar bastante, uma passarela bem feita, em um ponto certo e com iluminação”, afirma a dona de casa Roseli Rodrigues de Vergílio.
Segundo a ALL, ainda não foi definido se as passagens usadas pelos moradores serão bloqueadas. A concessionária disse ainda que a responsabilidade da construção de uma passarela é do município. A prefeitura de Votuporanga informou que não existe nenhum projeto para essa obra e disse que não tinha conhecimento das paradas acima do tempo permitido das composições e que vai notificar a empresa.
Fonte - STEFZS  28/07/2014

sábado, 26 de julho de 2014

Recuperação da BA-148 melhora vida dos moradores ao longo da rodovia

Bahia

O trecho recebeu mais de R$ 13,3 milhões em investimentos - Os 29,5 quilômetros da rodovia estadual e a reforma do entroncamento com a BA-052 foram entregues nesta sexta-feira (25), pelo governador Jaques Wagner, em cerimônia nas cidades de São Gabriel e Jussara.

TB
Foto: Carol Garcia
As obras de recuperação e pavimentação da BA-148 melhoraram a qualidade de vida de mais de 160 mil moradores de municípios da região de Irecê, no Centro-Norte do estado, como São Gabriel, Jussara, João Dourado e Presidente Dutra.
Os 29,5 quilômetros da rodovia estadual e a reforma do entroncamento com a BA-052 foram entregues nesta sexta-feira (25), pelo governador Jaques Wagner, em cerimônia nas cidades de São Gabriel e Jussara.
O trecho de cerca de 30 quilômetros de extensão recebeu mais de R$ 13.384 milhões em investimentos através do Departamento de Infraestrutura de Transporte da Bahia (Derba).
O trecho liga o entroncamento da BA-052 aos municípios de Jussara e São Gabriel, melhorando as condições de tráfego e oferecendo mais segurança aos motoristas.
Segundo o governador Jaques Wagner, já foram investidos quase R$ 5 bilhões na construção e recuperação de estradas pelo estado. “Nosso objetivo é unir os trabalhos da prefeitura e dos governos estadual e federal para entregar obras como essa, porque entendemos que elas mudam a vida dos baianos e desenvolvem o nosso estado”.
Na cerimônia, o governador ainda autorizou a construção da rotatória próxima aos municípios na ligação das rodovias, através da Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra), para evitar acidentes na região.
No município de Jussara, os cerca de 56 formandos de cursos do Pronatec receberam os certificados das mãos do governador Jaques Wagner, também na manhã desta sexta-feira (25).
A turma dos cursos de Cuidador de Idosos, Cuidador Infantil e Agricultor Orgânico faz parte do projeto de qualificação profissional no estado.
No início de agosto, as aulas continuam com a abertura de 140 vagas em mais sete cursos em Jussara, além de outros 96 que já são oferecidos na região de Irecê.
Fonte - Tribuna da Bahia  26/07/2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Moradores pedem conclusão da requalificação de vias na Ribeira

Salvador

Ribeira: moradores pedem conclusão da requalificação de vias - Moradores convivem com entulho jogado na calçada. Este é o atual cenário da avenida Beira-Mar, no bairro da Ribeira.

Anderson Sotero - A Tarde
Marco Aurélio | Ag. A TARDE
Rua esburacada e com pontos de alagamento. Calçadas inacabadas. Montes de pedras, terra e concreto, além do estresse de moradores e comerciantes. Este é o atual cenário da avenida Beira-Mar, no bairro da Ribeira.
O trecho integra o projeto municipal de requalificação da orla, mas, por conta do rompimento com a empresa TRD - que executava o serviço -, a obra ainda não foi finalizada.
Iniciada em 5 de julho do ano passado, a intervenção, orçada em R$ 5 milhões, tinha uma primeira previsão de conclusão até dezembro de 2013. Em seguida, a prefeitura informou nova data: até janeiro deste ano. Depois, foi adiada para junho, início da Copa do Mundo 2014.
A atual nova estimativa, segundo o secretário de Infraestrutura, Paulo Fontana, é até o final deste ano.
A orla da Ribeira foi dividida em quatro trechos, três deles sob responsabilidade da prefeitura e um do governo estadual. No trecho 2, a obra era executada pela TRD, mas a prefeitura rescindiu o contrato no início de junho.
"Identificamos o atraso há seis meses, mas há um rito de notificação e defesa da empresa que deve ser cumprido. Só essa burocracia levou mais de 120 dias. Era uma empresa que não andava", afirmou Fontana. Representantes da TRD não foram localizados pela reportagem.
O secretário disse que a obra não foi interrompida. "Eles faziam um pequeno serviço num dia. Outro no seguinte. A obra andou fora do cronograma", acrescentou.
O secretário estima que a TRD executou apenas 30% do contratado, mas não soube informar quanto a empresa recebeu da prefeitura.

Atrasos
Segundo comerciantes da região, dos 12 restaurantes instalados na avenida, cinco não funcionam mais.
"A obra vem a passo de tartaruga, e há dois meses não tem um funcionário. Os restaurantes desempregaram mais de 100 pessoas, e cinco deles estão fechados por conta da demora da obra, que tem afastado clientes", disse o proprietário de um dos restaurantes, sem se identificar.
"A prefeitura tem vindo aqui com frequência com guardas municipais e retira todas as nossas mesas e cadeiras da rua. Disseram que quando acabar teremos um espaço. Não somos contra a requalificação, mas queríamos que finalizassem logo", justificou o comerciante.
"Há um ano começaram a obra e não terminam. É uma dificuldade para passar com carro. É muita dor de cabeça para quem mora aqui", reclamou o morador Sebastião Fagundes, 59.
O aposentado Antônio Carlos Fontoura, 73, e a mulher, Carolina Queiroz, 71, relataram que ficaram quatro dias sem conseguir retirar o carro da garagem por conta das obras. "A gente já passou por muita coisa. É uma falta de planejamento e administração. Espero que concluam, porque está demorando demais", disse.
"Jogaram um asfalto na rua de tanto a gente reclamar. Quando chove, faz muita lama. Para entrar em casa, é um sacrifício", disse Carolina.

Requalificação
Conforme o projeto apresentado pela prefeitura em 2013, o local terá, após requalificação, piso compartilhado para veículos e pedestres, anfiteatro, bancos, quiosques, rampas e escadas de acesso.
Segundo Fontana, as obras do trecho 2 já foram retomadas. A conclusão, somente desta parte, está prevista para até 60 dias. Nos próximos dez dias, terá início a construção de vala única para instalação de fiação subterrânea. Os trechos 3 e 4 serão licitados.
Sobre os outros trechos da orla que serão requalificados (Barra, Rio Vermelho, Itapuã, Piatã, Jardim de Alah, São Tomé de Paripe e Tubarão), o secretário disse que "é difícil" estimar, mas até o final de 2015 todos deverão ficar prontos. Das nove áreas contempladas, apenas a da Boca do Rio foi entregue na íntegra.
Fonte - A Tarde  10/07/2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Imbuí está esquecido pela Prefeitura de Salvador

Salvador

Falta de infraestrutura urbana no Imbuí continua causando problemas a quem vive no local - Há cerca de quatro meses, a Tribuna denunciou o descaso do poder público com a população que mora nas ruas Mestre Manoel, Jayme Simas, Bombeiro Eliezer Alexandrino e da Mangueira, próximas ao Empório do Imbuí, localidades que nunca receberam asfalto, mas nenhuma medida efetiva foi tomada no local.

Kelly Cerqueira - TB
Foto: Romildo de Jesus/Tribuna da Bahia
Alvo de reclamação dos moradores, principalmente em período de chuvas como o enfrentado nos últimos dias na capital baiana, a falta de infraestrutura urbana nas ruas secundárias do Imbuí continua causando problemas a quem vive no local.
Há cerca de quatro meses, a Tribuna denunciou o descaso do poder público com a população que mora nas ruas Mestre Manoel, Jayme Simas, Bombeiro Eliezer Alexandrino e da Mangueira, próximas ao Empório do Imbuí, localidades que nunca receberam asfalto, mas nenhuma medida efetiva foi tomada no local.
“Há mais ou menos dois meses a prefeitura começou a colocar restos de asfalto, retirados do recapeamento de outros locais da cidade aqui nas ruas. Não sei qual é o objetivo disso, só sei que não resolve o nosso problema”, afirmou o motorista Cássio de Jesus Guimarães, 36 anos, que mora na região há 11.
Além da falta de asfalto, ele também denuncia outros problemas da região, como a falta de sistema de drenagem da água da chuva e o mau cheiro causado pela parte aberta que ainda restou do canal do Imbuí. Moradores alegam que a região também não foi beneficiada no calendário da limpeza de canais do município.
Sobre os restos de asfaltos espalhados na região, a prefeitura explicou que se trata de uma ação paleativa, utilizada em locais onde, por conta de algum empecilho, não seja possível a chegada do asfalto definitivo. Ainda segundo o município, este é o caso das ruas da Mangueira, Mestre Manoel, Jayme Simas e Bombeiro Eliezer Alexandrino. Em nota, a Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop) informou que, em 2005, a região recebeu vistoria do órgão “quando à época ficou constatada a inexistência de qualquer saneamento básico no local”.

Jogo de empurra
Por meio da assessoria de comunicação, a superintendência confirmou ainda que a região não possui pavimentação e não consta registro de realização de nenhuma obra nesse sentido, nos controles da SUCOP. “Para a realização de obra de pavimentação, antes, é primordial que exista saneamento básico na área a ser pavimentada”, ressalta a nota.
Enquanto o município diz que o asfalto na região está condicionado a implantação de saneamento básico, a Empresa Bahiana de Abastecimento e Saneamento (Embasa) informou que todas as ruas reclamadas são atendidas com redes de esgotamento sanitário e de abastecimento de água. A informação foi confirmada por Cássio e outros moradores da região.
“Desde época do projeto da Bahia Azul todas as casas tiveram o esgoto interligado como sistema da Embasa, esta justificativa não se aplica”, reclama o motorista, lembrando que o IPTU na região é cobrado todos os anos, assim como nos demais bairros que recebem melhor atenção do município.
Fonte - Tribuna da Bahia 30/06/2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Passagens de nível das linhas férreas são alvo de investigações em Bauru

São Paulo

Moradores reclamam de cancelas quebradas e sinalização precária. Quatro inquéritos estão sendo acompanhados e podem virar ação civil.

 G1

A falta de segurança nas passagens de nível é uma reclamação antiga dos moradores de Bauru (SP). Na última terça-feira (10), um carro foi atingido por um trem na Avenida Comendador José da Silva Marta. Em vários pontos, o motorista precisa redobrar a atenção já que a sinalização é precária e as cancelas estão quebradas.
Entre as queixas dos usuários está a Avenida Daniel Pacífico. Os motoristas precisam redobrar a atenção quando o trem passa já que não há sempre alguém para avisar a sinalização é precária. No cruzamento da Rua São Sebastião, no Jardim do Grama, os moradores também precisam ficar de olho nos trilhos.
Em alguns trechos os moradores criaram um caminho alternativo por conta própria, o que aumenta o perigo. Segundo a Polícia Militar, enquanto o impasse não é resolvido cabe aos pedestres e os motoristas redobrarem a atenção ao passar por esses locais. “Há placas de sinalização colocadas pela Emdurb nos trechos. Então, o motorista deve estar atento e evitar a travessia perigosa”, diz o subtenente da PM Silvo, Carlos, Rossi.

Investigação
Por ser rota de passagem de trens, o município virou alvo de investigações do Ministério Público Federal (MPF) que acompanha, dentre outros assuntos, a manutenção dos trilhos, a preservação da linha férrea e a adequada sinalização nas cidades em que há trechos urbanos da ferrovia.
No MPF de Bauru, estão em andamento quatro inquéritos civis públicos que vem sendo analisados pelo procurador da República André Libonati. Se comprovada a responsabilidade dos envolvidos em entre eles, a empresa América Latina Logística (ALL), responsável pela linha férrea, uma ação civil publica poderá ser proposta e julgada pela Justiça Federal.
Fonte - STEFZS  15/06/2014

domingo, 30 de março de 2014

Polícia ocupa Maré em 15 minutos e moradores pedem melhorias sociais

Rio de Janeiro

Nenhum tiro foi disparado durante a progressão das forças de segurança na área, formada por 15 favelas, onde moram cerca de 120 mil pessoas. As ruas que, nas primeiras horas, ficaram desertas, com as casas fechadas, aos poucos foram retomando o movimento caraterístico de uma manhã de domingo.

Vladimir Platonow 
Repórter da Agência Brasil
Policial civil circula entre becos
no carente Complexo da Maré
Tânia Rêgo/Agência Brasil
As forças de segurança estadual e federal ocuparam em cerca de 15 minutos o Complexo de Favelas da Maré, em operação iniciada às 5h de hoje (30). Um total de 1.180 policiais militares (PM) e 130 policiais civis, receberam apoio de policiais federais, policiais rodoviários e de 250 fuzileiros navais.
Nenhum tiro foi disparado durante a progressão das forças de segurança na área, formada por 15 favelas, onde moram cerca de 120 mil pessoas. As ruas que, nas primeiras horas, ficaram desertas, com as casas fechadas, aos poucos foram retomando o movimento caraterístico de uma manhã de domingo.
Os moradores olhavam o movimento das janelas de casa ou reunidos nas esquinas. Grupos de policiais civis, acompanhados por delegados, revistavam residências, amparados por um mandado coletivo de busca e apreensão.
Um grupo de moradores, sentados na sombra, em frente a uma residência na Favela Nova Holanda, apoiava a ação, mas pedia melhorias na comunidade. “Queremos mais creches, pois é muito difícil encontrar vagas para os nossos filhos”, pediu uma moradora.
“Falta uma Unidade de Pronto-Atendimento mais próxima, porque a única que tem fica na Vila do João e lá nós não podemos entrar”, disse um morador, que trabalha em lanchonete, referindo-se ao impedimento que a população tinha de transitar de um lado para outro do Complexo da Maré, que era dividido entre duas facções de traficantes.
Outra reivindicação é a volta das escolas em tempo integral, como funcionavam os Cieps. “Eu estudei lá quando era criança e era muito bom. Depois acabaram com isso e ficou difícil de continuar”, disse um jovem, de 20 anos, que parou na 5ª série. Além disso, o grupo pedia melhorias na quadra de futebol, que já teve grama sintética, mas hoje está cheia de buracos.
Fonte - Agência Brasil  30/03/2014

sexta-feira, 14 de março de 2014

Moradores de Vilas são contra intervenções em calçadão

Urbanismo

A administração quer se antecipar à ação que corre na 13ª Vara da Justiça Federal, que prevê a derrubada de barracas na faixa de areia, alargar o calçadão, de 2,5 metros para até cinco metros, e implantar ciclovia e quiosques.

Davi Lemos 
Franco Adailton
Marco Aurélio Martins | Ag. A TARDE
Calçadão será ampliado e barracas da região estarão com os dias contados, segundo a prefeitura
Moradores de Vilas do Atlântico, loteamento na cidade de Lauro de Freitas (Grande Salvador), temem ter parte dos imóveis desapropriados, bem como o aumento da insegurança no local, após anúncio de intervenção da prefeitura na orla do município.
A administração quer se antecipar à ação que corre na 13ª Vara da Justiça Federal, que prevê a derrubada de barracas na faixa de areia, alargar o calçadão, de 2,5 metros para até cinco metros, e implantar ciclovia e quiosques.
Estão previstas, ainda, a troca de pedras portuguesas por um piso que permita a prática de caminhada ou cooper e melhorias na iluminação.
Presidente da recém-criada Associação de Moradores de Lauro de Freitas (Amova), a médica Janaína Ribeiro diz que a entidade é contra a intervenção.
Para ela, a modificação da orla aumentará o fluxo de pessoas e isto pode elevar os índices de violência no local. "Há uma lei que rege Vilas e um acordo firmado com a União. Tudo o que for feito contrário a isso é ilegal. Queremos que Vilas continue sendo um local com poucas construções à beira-mar. Para nós, menos, neste caso, é mais", defende a dirigente.
"Criamos uma associação para ter acesso a informações às quais já temos direito como cidadãos", ela acrescentou.

Praias feias
O prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva, justifica a intervenção."A Justiça diz que as barracas serão derrubadas. Para não ocorrer o mesmo que em Salvador e Ipitanga, onde as praias ficaram feias, tentamos nos antecipar". Segundo ele, "pedimos uma autorização para intervir em uma área que pertence à União". O projeto apresentado à 13ª Vara deve ser, conforme o prefeito, encaminhado à Superintendência do Patrimônio da União (SPU).
Mas para Janaína Ribeiro, Vilas do Atlântico é uma área que vem sofrendo nos últimos anos. Ela diz que mudanças foram feitas sem respeito a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com a União quando o loteamento foi criado, tampouco à lei municipal 928/1999. "Houve quebra de gabarito, derrubada de guaritas e retirada do símbolo de Vilas sem que se buscasse a posição dos moradores", reclama Janaína.
Segundo a presidente da associação de moradores, no TAC fica claro que os donos de imóveis na orla de Vilas tornam-se permissionários de uma faixa da praia, onde, por outro lado, não podem realizar construções.
"O que devemos fazer é manter o gramado e coqueiros. Não podemos construir. E cumprimos isso". Segundo Janaína, a Amova representa ao menos 500 moradores do loteamento de Lauro de Freitas.
A TARDE  entrou em contato com a Associação dos Barraqueiros de Vilas do Atlântico, que ficou de enviar posicionamento, mas não o fez até o fechamento desta edição.

"Reação natural"
Para o prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva, a reação de uma parcela dos moradores é "natural, como ocorre em qualquer mudança. Vamos tomar decisões com base no interesse coletivo da cidade, mesmo que sejam apolíticas e atinjam os interesses de quem mora na frente da praia".
O projeto da prefeitura ainda não tem prazo para início de execução. A TARDE procurou a 13ª Vara da Justiça Federal, cujo juiz Carlos D'Ávila é o responsável pelos processos no litoral do Estado, mas secretaria do órgão informou que o magistrado não se pronunciaria.
Segundo a assessoria de comunicação do Ministério Público Federal (MPF), autor da ação para retirada das barracas, não houve novas movimentações no processo.
A assessoria da Superintendência do Patrimônio da União (SPU) na Bahia alegou não ter autorização de Brasília, para se pronunciar.
Fonte - A Tarde 14/03/2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Projeto ensina lições de sustentabilidade a moradores no sul do Acre

Ecologia


Uma cooperativa de seringueiros dá exemplo de como a natureza deve ser preservada. O projeto leva o nome de Chico Mendes, que morreu lutando pelo meio ambiente.


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"FAVELINHA" - Um problema ou uma questão social ???...

Salvador a 1ª capital do Brasil

A prefeitura poderia ao invés de tal atitude antipática e truculenta,ter discutido antecipadamente com a comunidade do local a elaboração e criação de um projeto urbanístico para a requalificação,urbanização,reforma e humanização do local implantando ali uma infraestrutura adequada que oferecesse aos ocupantes da área condições de dignidade,inclusão social e cidadania.

Da Redação
foto - a tarde
A ocupação do local chamado "Favelinha" em Salvador já existe lá a décadas,não é nova nem nasceu ontem.Comerciantes ali estabelecidos alegam que pagam seus impostos inclusive IPTU,com licença  e alvará de funcionamento fornecido pela própria prefeitura o que logicamente tornam os seus estabelecimentos devidamente legalizados.A prefeitura ao invés de adotar uma atitude autoritária chegando ao,local as 5 hs da manhã pegando a todos de surpresa sem dar a mínima chance de defesa aos moradores e comerciantes da comunidade,deveria anteriormente ao fato, pelo menos ter promovido um entendimento com a mesma estabelecendo um acordo bilateral e uma estratégia para que tudo ocorresse de maneira plural e pacificamente,evitando assim desgastes políticos,amenizando os prejuízos para os moradores e comerciantes,dando direito a que todos pudessem retirar antecipadamente os seus equipamentos e suas mercadorias,sem o uso da fôrça e coação.Mais ainda que assim o fosse seria apenas um mero "remendo" menos tramático,e certamente estaria longe de ser uma solução mais correta e justa.Essa ideologia e atitude truculenta contribui apenas para aumentar mais ainda a grande desigualdade social e a segregação em nossa cidade cantada com 1ª capital do país...foi um dia e não é mais.Temos ai a velha formula elitista da higienização e faxina social preconizada pelo conceito neoliberal.A prefeitura poderia ao invés de tal atitude antipática e truculenta,ter discutido antecipadamente com a comunidade do local a elaboração e criação de um projeto urbanístico para a requalificação,urbanização,reforma e humanização do local implantando ali uma infraestrutura adequada que oferecesse aos ocupantes da área condições de dignidade,inclusão social e cidadania.Com certeza os resultados colhidos seriam bem diferentes, inclusive com dividendos políticos bem mais saudáveis.E quanto custaria isso???....talvez uma pequena fração do que foi gasto "prioritariamente" na tal "reforma" do rico e chique bairro da Barra onde foram gastos uma fortuna em" MILHÕES",e com apenas alguns "mil reais" e um bom projeto se integraria democraticamente e organizadamente o local e a comunidade (que perderia a pecha de favela) ao bairro dando a todos uma qualidade digna de vida,inclusão social e cidadania.A inclusão social é a unica forma de se resolver os graves problemas da grande distância ainda existente em nossa cidade entre as diversas camadas da população principalmente as mais pobres,periféricas e menos assistidas pelo poder público.O elitismo e o autorismo que hoje predomina nais decisões em ações preconizadas pela administração publica municipal (o que aliais não é um fato novo) da nossa cidade, elege como formula prioritária uma maneira singular para resolver essas questões..."para se acabar com a pobreza basta que se acabe os pobres"....assim o assunto estará sumariamente resolvido....e a desigualdade e a dignidade que se danem.......
A.Luis 10/02/2014

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Rampas irregulares dificultam a circulação de pessoas em Salvador

Mobilidade

Rayllanna Lima - TB
foto - TB
Em algumas ruas da capital baiana, os motoristas precisam fazer um verdadeiro malabarismo com o carro para conseguir transitar. As lombadas espalhadas pela cidade são, para muitos ao volante, um verdadeiro transtorno e causam danos aos veículos. Na Ladeira da União, no Engenho Velho de Brotas, uma rampa vem causando incomodos aos transeuntes.
A Ladeira da União é repleta de buracos e carros estacionados nas laterais. Para dificultar mais ainda a situação do motorista que precisa passar pelo local, uma rampa foi construída por um morador, e chega a tomar uma parte significativa da calçada.

“Quando desço sentido Dique do Tororó, tenho que passar pela ladeira e é sempre um transtorno passar pela rampa. Tem que passar devagarzinho para não danificar o carro. Ainda tem um poste na frente. Estou vendo a hora de acontecer um acidente”, desabafou um motorista que preferiu não se identificar.
A equipe de reportagem da Tribuna constatou que há mais rampas tomando parte da rua, além de passeios. Ao questionar alguns moradores, eles informaram que as irregularidades não atrapalham. “Há garagens internas, e rampas precisam ser construídas para que o carro entre. A maioria das pessoas que precisam passar de carro nessa rua é moradores. Já estamos acostumados, não interfere em nada”, disse o morador Jailson Moreira, 45.

A TB entrou em contato com assessoria de comunicação da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) e órgão informou que será encaminhado uma equipe de fiscalização para averiguar a situação da Ladeira da União.
Fonte - Tribuna da Bahia  06/02/2014

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Continua demolição de casas na Favela do Metrô no Rio de Janeiro

Cidades

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O trabalho de demolição das casas da comunidade Metrô-Mangueira, conhecida como Favela do Metrô, na zona norte, recomeçou na manhã de hoje (10). Policiais militares acompanham a ação, marcada por protestos dos moradores. No local, está prevista a construção de um parque linear e um polo automotivo. De acordo com o subprefeito da zona norte, André Santos, a demolição e a retirada dos entulhos podem demorar até um mês e meio.
Ontem (09), após reunião com representantes da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), da Defensoria Pública e de representantes das famílias que vivem na favela, a prefeitura voltou atrás e decidiu pagar aluguel social às pessoas que ocuparam as casas. Os moradores receberão o benefício no valor de R$ 400 até serem inseridos no Programa Minha Casa, Minha Vida.
Inicialmente, o governo municipal informou que já havia indenizado os moradores da comunidade – que começou a ser desocupada em 2010 -, e que os atuais moradores haviam invadido as casas após a desapropriação, cabendo a eles apenas vagas em abrigos municipais, se necessário.

Os moradores se queixam de que as demolições, que recomeçaram na terça-feira (7), não foram anunciadas e que algumas casas foram destruídas com todos os pertences e documentos de famílias dentro.
A prefeitura diz que o trabalho de remoção começou em 2010 e que 662 famílias foram transferidas para imóveis dos condomínios Mangueira 1 e Mangueira 2, a poucos metros da comunidade. A remoção terminou em dezembro, quando as últimas famílias consideradas originárias pela prefeitura receberam imóveis no Bairro Carioca, em Triagem, também na zona norte.
No local, a situação é insalubre. Grande quantidade de lixo, valas de esgoto a céu aberto e entulho das demolições se acumulam nos becos, que ocupam pequena área entre a linha do trem e a Avenida Radial Oeste, em frente à Universidade do Estado do Rio de Janeiro e próxima ao Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Nesse cenário, circulam crianças, jovens e idosos, que formam grande parte da comunidade. Ontem, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, Marcelo Chalreo, visitou o local e considerou que as famílias se encontram em "estado de vulnerabilidade social".
Fonte - Agência Brasil  10/01/2014