UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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Mostrando postagens com marcador Imbuí. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Trecho da Paralela terá obras de revitalização da passarela do Imbuí

Infraestrutura viária  👪 🚇

A interdição ocorrerá das 23h de 6/07 (quinta-feira) até 5h de 7/07, sendo repetida entre 23h de 7/07 (sexta-feira) e 5h de 8/07 (sábado), com colocação de bloqueio pouco antes do acesso ao 6º Batalhão do Exército, desviando o tráfego para a via marginal da avenida.

Da Redação
Passarela sobre a nova lagoa do imbuí - Divulgação CCR
A CCR Metrô Bahia informa que um trecho da pista principal da Avenida Paralela, sentido Aeroporto, será interditado para instalação de cobertura da passarela do Imbuí (próxima à Advocacia Geral da União), dando continuidade à revitalização de passarelas na região. A interdição ocorrerá das 23h de 6/07 (quinta-feira) até 5h de 7/07, sendo repetida entre 23h de 7/07 (sexta-feira) e 5h de 8/07 (sábado), com colocação de bloqueio pouco antes do acesso ao 6º Batalhão do Exército, desviando o tráfego para a via marginal da avenida. Os motoristas poderão retornar à pista principal na altura do Viaduto de Narandiba. Durante o período de interdição, não será possível utilizar o viaduto do Imbuí para retorno no sentido Centro/Aeroporto. Os motoristas podem fazer o retorno no viaduto da Av. Luís Eduardo Magalhães.
Com informações da CCR Metrô Bahia  05/07/2017

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Trechos da Paralela são interditados para obras da CCR em passarela e de macrodrenagem

Infraestrutura viária   🚧

Os reparos e manutenção da passarela de Pituaçu, que será interligada à Estação Pituaçu,irão acontecer entre os dias 9/05 (terça-feira) e 9/06 (sexta-feira), sempre entre 00h e 5h. Ao longo do período, os serviços não serão realizados nas madrugadas de sábados e domingos. Para execução dos serviços, o tráfego de veículos será desviado para a via marginal da Paralela, no sentido Centro, logo após o Viaduto Canô Veloso. 

Da Redação

divulgação/CCR
A CCR Metrô Bahia e o Consórcio Mobilidade Bahia informam que, a partir da madrugada desta terça-feira (09/05), realizarão interdição em dois trechos da Av. Paralela para execução de reparos na passarela de Pituaçu e realização de furos de sondagem na altura do Imbuí. As intervenções se estenderão por alguns dias, de acordo com o detalhamento abaixo.
- Passarela de Pituaçu: os reparos e manutenção da passarela de Pituaçu, que será interligada à Estação Pituaçu, irão acontecer entre os dias 9/05 (terça-feira) e 9/06 (sexta-feira), sempre entre 00h e 5h. Ao longo do período, os serviços não serão realizados nas madrugadas de sábados e domingos. Para execução dos serviços, o tráfego de veículos será desviado para a via marginal da Paralela, no sentido Centro, logo após o Viaduto Canô Veloso. Os motoristas poderão retornar à via principal cerca de 200 metros depois.
- Sondagem para macrodrenagem: o serviço será executado entre os dias 9 (terça-feira) e 12 de maio (sexta-feira), sempre das 00h às 5h, na Av. Paralela, na altura do Imbuí, sentido Aeroporto. Um bloqueio será colocado pouco antes do viaduto do Imbuí, fechando três faixas da avenida ao longo de cerca de 125 metros. Os motoristas contarão com duas faixas livres para o tráfego.
Com informações da CCR Metrô Bahia  08/05/2017

sábado, 7 de janeiro de 2017

Trecho da marginal da Av. Paralela é interditado para execução de obras de drenagem

Obras do Metrô  🚧

A interdição de um trecho da via marginal da Avenida Paralela, no sentido Aeroporto, será entre as 23h da sexta (06/01) e as 5h de domingo (08/01)

Da Redação
imagem - ilustração/Google Maps
A CCR Metrô Bahia e o Consórcio Mobilidade Bahia informam que, para execução de obras de drenagem pluvial, realizarão a interdição de um trecho da via marginal da Avenida Paralela, no sentido Aeroporto, entre as 23h de sexta (06/01) e as 5h de domingo (08/01). O bloqueio será colocado pouco antes da entrada do Imbuí, interrompendo a circulação em 50 metros da via.
Nesse período, os motoristas que seguirem para a Rua Padre Casimiro Quiroga precisarão acessar a Rua das Araras, fazer retorno à esquerda na Av. Jorge Amado (sentido Paralela) e retomar a via marginal na saída do Imbuí.
Com informações da CCR Metrô Bahia  06/01/2017

sábado, 27 de setembro de 2014

Inaugurada a ultima etapa do Complexo Viário do Imbuí em Salvador

Mobilidade

Com a presença do governador do Estado Jaques Wagner foi inaugurado hoje a ultima etapa do Complexo Viário do Imbui na Av. Paralela com a entrega do 3º viaduto e uma praça de convivência,concluindo assim as obras de intervenção no local para a melhoria da mobilidade em Salvador.

Da Redação 
Pregopontocom
Com a presença do Governador Jaques Wagner e um expressivo público no local,foi inaugurada hoje (27) a ultima etapa do Complexo Viário do Imbuí.A obra que teve a sua maior parte (dois (2) viadutos Narandiba/Imbui Paralela e Vias Marginais)  já entregue anteriormente pelo Governo do Estado,foi totalmente concluída com a entrega hoje do viaduto ligando a pista da Av.Paralela sentido rodoviária ao Imbuí e o retorno para a pista da Paralela sentido Aeroporto.Além das obras viárias foram entregues também a população uma praça multiuso para esporte,lazer,com paisagismo e um estacionamento próximos ao Condomínio Amazonas além de obras de macrodrenagens para solucionar os graves e constantes problemas de alagamentos que ocorriam durante o período de chuvas fortes.
O projeto executado pela Conder (Companhia de Desenvolvimento Urbano),custou R$75 mi com financiamento do BNDES,e mais R$20 mi em desapropriações,tem por objetivo melhorar as condições de mobilidade na cidade,proporcionando também diretamente a melhoria dos acessos aos bairros vizinhos e a outras vias existentes na região de interferência do complexo,proporcionando maior fluidez ao tráfico,eliminando zonas de retenção que provocavam engarrafamentos e transtornos diários.
 ***
Com a entrada em operação comercial da Linha 1 (Lapa /Pirajá) e da nova Linha 2 (Metropolitana) do sistema metroviário de Salvador,a expectativa é de uma melhora substancial não só na qualidade do transporte público,do transito,mais também na qualidade de vida da população e do meio ambiente,com a diminuição da poluição,do uso excessivo do transporte individual e dos ônibus (que operarão linhas mais curtas), com a compatibilização da integração física e tarifária intermodal,que resultara numa forte migração da população para o novo sistema,racionalizado e mais eficiente.
Ganham a cidade,o meio ambiente e a população.
Pregopontocom 27/09/2014

GALERIA DE FOTOS



viadutos
3º viaduto











pista de automodelismo
pista de automodelismo











área de lazer
área de lazer











área de lazer
equipamentos de ginastica











equipamentos de ginastica
área de lazer




domingo, 17 de agosto de 2014

Área do Imbuí e Paralela terá novo viaduto nesta segunda (18)

Mobilidade

Unidade integra complexo viário destinado a facilitar tráfego - Com 380 m, facilitará o acesso ao Centro da cidade, dispensando o uso do o retorno próximo ao supermercado Extra, onde termina a segunda obra a ser entregue.

Meire Oliveira - A Tarde
Joá Souza | Ag. A TARDE
Mais um viaduto do complexo viário do Imbuí (sentido Imbuí-Paralela) e a via marginal que liga o viaduto da Av. Luís Eduardo Magalhães ao Imbuí serão inaugurados nesta segunda-feira, 18. O objetivo principal é desafogar o tráfego na Av. Paralela.
O primeiro, com 380 m, facilitará o acesso ao Centro da cidade, dispensando o uso do o retorno próximo ao supermercado Extra, onde termina a segunda obra a ser entregue. A obra integra o conjunto do qual faz parte o viaduto de Narandiba, que foi inaugurado há pouco mais de dois meses.
Este liga o bairro ao Imbuí, que atualmente tem fluxo médio de 800 veículos por hora, segundo dados da Transalvador, passando pelas duas faixas dos 172 m.
Da Paralela ao aeroporto, para chegar aos bairros de Narandiba, Doron, Engomadeira e Tancredo Neves, o condutor não precisa mais utilizar os retornos da avenida.
Seguindo pela Av. Jorge Amado, é só acessar a rua do Centro Comercial Imbuí e entrar à esquerda no final da via para chegar ao viaduto.

Redução
"Parte do fluxo já foi retirado da Paralela, pois não é mais preciso seguir até o viaduto do CAB para fazer o retorno e voltar para a Paralela até a entrada do bairro de Narandiba", explicou o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), José Ubiratan Cardoso Matos.
Da Av. Tancredo Neves até o bairro de Narandiba o percusso é concluído em 10 minutos. "Não era possível chegar em menos de meia hora, pois tinha que ir no CAB para fazer o retorno", disse o representante comercial Raimundo Fonseca, 45 anos.
O complexo viário do Imbuí consiste na construção de três viadutos que irão fazer a ligação entre a Paralela, o Imbuí, a Boca do Rio, o Stiep e a orla. A obra vai descongestionar a região que envolve também os bairros de Tancredo Neves e Costa Azul.
Outra via que tem sido utilizada para reduzir o tempo de viagem é a Via Expressa Baía de Todos-os-Santos (que completa um ano em novembro). O fluxo de veículos chega a três mil por hora, também de acordo com registros da Transalvador.
A quantidade supera a expectativa da época da conclusão do projeto, que chegava a 63 mil veículos por dia. O equipamento possibilita seis rotas: Comércio-Av. Tancredo Neves, BR-324-Porto de Salvador, Pernambués-Largo de Roma, Iguatemi-Cidade Baixa, Bom Despacho-Retiro e Água de Meninos-Cabula.
Com a meta de facilitar o acesso ao Porto de Salvador, a intervenção que liga a BR-324 ao Comércio tem 4,3 km. O principal impacto da obra, segundo o presidente da Conder, pode ser visto principalmente na avenida Bonocô, por onde trafegavam cerca de 2.030 veículos de carga diariamente. "O acesso para a Cidade Baixa, para quem vem da BR-324, foi deslocado tanto de veículos pesados, como os de passeio", disse José Ubiratan Cardoso Matos.

Outra via é esperada para setembro
Com previsão para entrega no final de setembro, a via que liga a avenida Luís Eduardo Magalhães aos bairros do Stiep e Boca do Rio pela Estrada do Curralinho, também tem o propósito de desafogar a avenida Paralela, por onde passam 20 mil veículos nos horários de pico
Fonte - A Tarde  17/08/2014





sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Viaduto do Imbuí e via marginal serão entregues na segunda

Mobilidade

As intervenções fazem parte do programa 'Mobilidade Salvador' e visam melhorar o trânsito - O novo viaduto possui 380 metros de extensão, duas faixas no mesmo sentido, além de sinalização e iluminação. 

ATarde
Da Redação
Divulgação | Governo do Estado
Com o objetivo de melhorar o trânsito na região, o segundo viaduto do Complexo Viário do Imbuí, no sentido Imbuí-Paralela, será entregue às 8h30 da próxima segunda-feira, 18.
Com isso, os motoristas que trafegam pelo bairro em direção ao centro da cidade podem utilizar o trecho, evitando o retorno próximo ao supermercado Extra. O novo viaduto possui 380 metros de extensão, duas faixas no mesmo sentido, além de sinalização e iluminação.
A via marginal que liga a descida do viaduto da Avenida Luís Eduardo Magalhães à entrada do Imbuí também será entregue na próxima segunda, 18. A nova via, que continua até o supermercado Extra, possui três faixas, sinalização vertical e horizontal e iluminação.
Essas intervenções fazem parte do Programa Mobilidade Salvador, um pacote de obras que está recebendo investimentos de R$ 8,5 bilhões dos governos estadual e federal para construção de novas vias na cidade.
Fonte - A Tarde  15/08/2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Imbuí está esquecido pela Prefeitura de Salvador

Salvador

Falta de infraestrutura urbana no Imbuí continua causando problemas a quem vive no local - Há cerca de quatro meses, a Tribuna denunciou o descaso do poder público com a população que mora nas ruas Mestre Manoel, Jayme Simas, Bombeiro Eliezer Alexandrino e da Mangueira, próximas ao Empório do Imbuí, localidades que nunca receberam asfalto, mas nenhuma medida efetiva foi tomada no local.

Kelly Cerqueira - TB
Foto: Romildo de Jesus/Tribuna da Bahia
Alvo de reclamação dos moradores, principalmente em período de chuvas como o enfrentado nos últimos dias na capital baiana, a falta de infraestrutura urbana nas ruas secundárias do Imbuí continua causando problemas a quem vive no local.
Há cerca de quatro meses, a Tribuna denunciou o descaso do poder público com a população que mora nas ruas Mestre Manoel, Jayme Simas, Bombeiro Eliezer Alexandrino e da Mangueira, próximas ao Empório do Imbuí, localidades que nunca receberam asfalto, mas nenhuma medida efetiva foi tomada no local.
“Há mais ou menos dois meses a prefeitura começou a colocar restos de asfalto, retirados do recapeamento de outros locais da cidade aqui nas ruas. Não sei qual é o objetivo disso, só sei que não resolve o nosso problema”, afirmou o motorista Cássio de Jesus Guimarães, 36 anos, que mora na região há 11.
Além da falta de asfalto, ele também denuncia outros problemas da região, como a falta de sistema de drenagem da água da chuva e o mau cheiro causado pela parte aberta que ainda restou do canal do Imbuí. Moradores alegam que a região também não foi beneficiada no calendário da limpeza de canais do município.
Sobre os restos de asfaltos espalhados na região, a prefeitura explicou que se trata de uma ação paleativa, utilizada em locais onde, por conta de algum empecilho, não seja possível a chegada do asfalto definitivo. Ainda segundo o município, este é o caso das ruas da Mangueira, Mestre Manoel, Jayme Simas e Bombeiro Eliezer Alexandrino. Em nota, a Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop) informou que, em 2005, a região recebeu vistoria do órgão “quando à época ficou constatada a inexistência de qualquer saneamento básico no local”.

Jogo de empurra
Por meio da assessoria de comunicação, a superintendência confirmou ainda que a região não possui pavimentação e não consta registro de realização de nenhuma obra nesse sentido, nos controles da SUCOP. “Para a realização de obra de pavimentação, antes, é primordial que exista saneamento básico na área a ser pavimentada”, ressalta a nota.
Enquanto o município diz que o asfalto na região está condicionado a implantação de saneamento básico, a Empresa Bahiana de Abastecimento e Saneamento (Embasa) informou que todas as ruas reclamadas são atendidas com redes de esgotamento sanitário e de abastecimento de água. A informação foi confirmada por Cássio e outros moradores da região.
“Desde época do projeto da Bahia Azul todas as casas tiveram o esgoto interligado como sistema da Embasa, esta justificativa não se aplica”, reclama o motorista, lembrando que o IPTU na região é cobrado todos os anos, assim como nos demais bairros que recebem melhor atenção do município.
Fonte - Tribuna da Bahia 30/06/2014

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Paralela pista marginal é liberada neste sábado - 12/04

Mobilidade

Nova via na Paralela vai desafogar trânsito na região - A liberação da via tem o objetivo de desafogar o fluxo na avenida principal e melhorar o tráfego de veículos na região.

A Tarde
Da Redação
Alberto Coutinho | Gov-BA
Será liberada neste sábado, 12, uma nova via marginal na avenida Luís Viana (Paralela), que integra as obras do Complexo Viário Imbuí-Narandiba.
De acordo com informações do Governo do Estado, a entrada para a nova via fica a 200 metros da primeira passarela em frente ao bairro do Imbuí, e vai facilitar o acesso ao Condomínio Plano 100, loja Insinuante, supermercado Extra e Faculdades Unifacs e Área 1.
A liberação da via tem o objetivo de desafogar o fluxo na avenida principal e melhorar o tráfego de veículos na região. O investimento total no Complexo Viário é de R$ 95 milhões.

Novo acesso
Na segunda-feira, 14, às 8h, é a vez da liberação do acesso que liga a avenida Luís Eduardo Magalhães à BR-324.
O governador Jaques Wagner estará na inauguração do acesso, que integra a primeira etapa da obra. Ela contempla ainda a ligação no sentido inverso, entre a BR-324 e a avenida. O investimento foi de R$ 7,2 milhões.
Fonte - A Atarde  11/04/2014

segunda-feira, 24 de março de 2014

Prefeitura esquece um outro lado do Imbuí

Cidade

Ruas sem asfalto, canal sem limpeza e enchentes causadas pela falta de rede de drenagem são apenas alguns problemas.
Ruas sem asfalto, canal sem limpeza e enchentes causadas pela falta de rede de drenagem são apenas alguns problemas enfrentados não só por ela, mas pela maioria dos moradores da Avenida Mestre Manoel, situada atrás do Empório do Imbuí

Kelly Cerqueira - TB
Foto: Angelo Pontes/Tribuna da Bahia
Apesar de morar em uma casa de dois andares com quatro quartos, dois banheiros, além de lavabo, varanda, duas salas e cozinha com uma ampla área de serviço, a servidora pública Regina Dias sabe que não conseguiria um bom valor na venda, caso quisesse se desfazer do imóvel. Instalada em uma das áreas de maior expansão imobiliária na cidade, o Imbuí, bairro onde a cada dia os apartamentos estão mais valorizados, a casa de Regina fica em uma das ruas do bairro onde o glamour da região e a atenção municipal ainda não chegaram.
Ruas sem asfalto, canal sem limpeza e enchentes causadas pela falta de rede de drenagem são apenas alguns problemas enfrentados não só por ela, mas pela maioria dos moradores da Avenida Mestre Manoel, situada atrás do Empório do Imbuí. Lá, centenas de famílias enfrentam os problemas da região, que a cada ano trazem um novo prejuízo. Ao redor da Mestre Manoel, as ruas Jayme Simas, Bombeiro Eliezer Alexandrino e da Mangueira nunca “viram um borrão de asfalto”, expressão utilizada pelo motorista profissional Cássio de Jesus Guimarães, 36 anos, para apontar a inexistência de malha asfáltica na região.
“Minha sogra mora aqui desde 1967 e diz que nunca houve um recapeamento. Nem a chegada de grandes empresas na rua acelerou o desenvolvimento, e o pior é que na nossa consulta junto à prefeitura as ruas constam como asfaltadas”, contou Cássio, morador da Rua Mestre Manoel há 11 anos.
A falta de infraestrutura urbana, dentre elas a de pavimentação, traz mais prejuízos do que as já esperadas relações sol x poeira e chuva x lama, comum às regiões de solo de barro, areia e cascalho. “Por não ter rede de drenagem, quando chove demais o canal do Imbuí, por onde passa boa parte dos esgotos das casas da região, sobe e invade a rua, entra nas casas destruindo tudo”, relatou. O episódio, segundo os moradores, já se repetiu pelo menos quatro vezes nos últimos dez anos.

Prejuízo
Recordando um dos episódios, Regina conta que até uma ponte que ficava sobre o canal foi levada pela enchente. “A água invadiu as casas e ficou a cerca de um metro do chão. As pessoas perderam tudo, móveis, eletrodomésticos, o muro e o portão daqui foram levados, sem contar os riscos de doenças e do ataque de cobras, animal muito comum de aparecer aqui na região”, relatou. Ainda segundo ela, o último caso aconteceu há cerca de quatro anos, mas até hoje, quando uma grande chuva aparece, os moradores ficam receosos, já que, até então, nenhuma melhoria na região foi feita.
Com a chegada do outono e o constante risco de novas enchentes, os moradores da Rua Mestre Manoel estão se mobilizando para chamar a atenção da prefeitura sobre os problemas da região. “Nós queremos a limpeza do canal, que infelizmente não entrou no calendário da prefeitura até agora, a implantação do sistema de drenagem da água da chuva e a pavimentação das ruas. Nós pagamos IPTU e temos os mesmos direitos das áreas mais nobres do bairro”, afirmaram os moradores, acrescentando que um documento formalizando a solicitação será enviado à prefeitura com a assinatura de todos os prejudicados com a falta de infraestrutura urbana do local.
Eles sugerem ainda que a parte do canal do Imbuí que passa pela Avenida Mestre Manoel seja fechada, como ocorreu na área mais comercial e conhecida, onde hoje estão instaladas as barracas e a praça do bairro. Sem os devidos cuidados, além do forte mau cheiro durante todo ano, o canal também atrai muitos insetos, principalmente muriçocas.
Procurada pela Tribuna, a administração municipal informou que, nesta semana, técnicos serão enviados à Rua Mestre Manoel para verificar as denúncias feitas pelos moradores. Ainda segundo o comunicado emitido pela assessoria de comunicação da prefeitura, caso sejam constatados os problemas, a região logo entrará no calendário de ações de infraestrutura do município.

Moradores apontam subestação como causa de rachaduras
Há cerca de um ano, uma novidade passou a atormentar a vida dos moradores da Avenida Mestre Manoel. A instalação de uma subestação da Coelba se tornou mais um motivo de reclamação dos moradores, segundo eles, por conta dos prejuízos que vem causando aos imóveis. Casas com rachaduras, muita poeira e barulho aos fins de semanas são apenas alguns incômodos causados pela construção da obra, que ainda está em fase de finalização.
“No início, nós tivemos que fazer uma manifestação e impedir a passagem dos caminhões aqui na rua, porque, por não ter asfalto, a movimentação das máquinas levantava muita poeira, era insuportável passar na rua ou mesmo ficar dentro de casa”, lembrou Cassio. Na época o problema foi solucionado com a utilização de carros-pipa.
Apesar do transtorno, o maior problema causado pela instalação ainda estava por vir. Os moradores alegam que na implantação da unidade da Coelba, muitas casas começaram a trepidar. “Era o dia inteiro, parecia que o serviço era dentro de casa. A cada batida, a casa toda estremecia”, conta Regina, apontando o aparecimento de rachadura em diversos pontos da casa. Assim como ela, outras oito famílias tiveram a estrutura do imóvel comprometida por conta da obra realizada pela Coelba.
Procurada para esclarecer o problema, a Coelba informou que não recebeu registro de reclamação sobre danos em imóveis em decorrência da construção da Subestação Imbuí. Ainda segundo a nota, o serviço de terraplanagem do terreno da subestação foi realizado há cerca de um ano e seguiu as normas e padrões técnicos recomendáveis.
“Durante as fundações, não foram utilizados explosivos, bate-estaca ou qualquer outro tipo de material ou equipamento que pudesse comprometer estruturas e/ou imóveis próximos ao local da obra”, diz a nota enviada pelo órgão.
A Coelba orientou ainda que os moradores que tiverem reclamação referente à obra devem registrar o fato através da central de atendimento da concessionária por meio do 0800 071 0800, do site da empresa (www.coelba.com.br) ou em qualquer agência de atendimento presencial para que a situação seja apurada.
Fonte - Tribuna da Bahia  24;03/2014

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Lagoa da Avenida Paralela está secando

Meio Abiente

Uma das maiores lagoas do canteiro central da Avenida Paralela, logo depois do antigo Posto 1, em frente ao Imbuí, está praticamente seca.
"Uma das providencias seria um projeto de urbanização com o plantio de arvores em suas margens e cabeceiras além de outros tipos de vegetação de pequeno porte para  amenizar os efeitos durante os períodos com escassez de chuvas."

TB
Compare a foto feita nesta quarta-feira (19/2), com a outra, tirada há quatro meses.
Foto: iG Bahia/Tribuna da Bahia

A lagoa fica no canteiro central da Av. Paralela onde funcionava  Posto 01 que foi desativado e onde atualmente funciona o canteiro de obras dos viadutos de ligação do bairro do Imbui com a av Paralela.
Fonte - Tribuna da Bahia 19/02/2014

COMENTÁRIO Pregopontocom

Essa lagoa,muito bonita,sempre teve problemas depois da construção da Av.Paralela,pois a mesma não tem nenhuma outra fonte de alimentação (pelo fato de ficar isolada entra as duas pistas),que não seja as águas de chuvas,conheço-a a anos,pois morei por mais de duas décadas no Imbuí.Dependendo do período de estiagem ou de chuvas o seu nível desce bastante,ou pode se elevar já chegando inclusive algumas vezes quase a transbordar. A lagoa basicamente se abastece de águas pluviais que caem diretamente em seu espelho ou das águas de chuva coletadas do leito da Av.Paralela nos dois sentidos.Esse ciclo se repete a anos.........Com certeza alguma providência "deve ser tomada" no sentido de preserva-la e se manter  um melhor equilibro entre as fazes com diferentes volumes de água da mesma, durante as estações mais secas e mais chuvosas.Uma das providencias seria um projeto de urbanização com o plantio de arvores em suas margens e cabeceiras além de outros tipos de vegetação de pequeno porte para  amenizar os efeitos durante os períodos com escassez de chuvas.