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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Governo da Bahia articula parceiros para revitalização da Lagoa do Abaeté

Meio Ambiente

Ao lado do diretor da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder), Deusdete Fagundes de Brito, o secretário foi recebido pela presidente da Associação dos Comerciantes, Ambulantes e Baianas do Acarajé, Neucy Pereira Gonçalves, permissionários, comerciantes e moradores da área.

Da Redação
foto - Tatiana Azeviche
A articulação de agentes públicos que podem contribuir para acelerar a revitalização da Lagoa do Abaeté, um dos mais belos cartões-postais da capital baiana, foi assegurada pelo secretário de Turismo da Bahia, Nelson Pelegrino, durante visita técnica realizada nesta quinta-feira (28). “Temos feito reuniões periódicas com as equipes da Conder, Secretaria do Meio Ambiente [Sema] e Segurança Pública [SSP], a fim de mobilizar esforços pela requalificação desta área, valorizada por baianos e turistas”, disse Pelegrino.
Ao lado do diretor da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder), Deusdete Fagundes de Brito, o secretário foi recebido pela presidente da Associação dos Comerciantes, Ambulantes e Baianas do Acarajé, Neucy Pereira Gonçalves, permissionários, comerciantes e moradores da área.

foto - Tatiana Azeviche
Eles listaram as ações transversais mais imediatas, ao mesmo tempo em que a Conder designa a execução da reforma da área externa e dos equipamentos existentes, como quiosque, centro comercial, sanitários e reparo da pavimentação em pedra portuguesa, com investimento de R$ 1,6 milhão.
“Em breve, a Lagoa do Abaeté enriquecerá nosso roteiro turístico, e os baianos também ficarão satisfeitos ao visitá-la”, acrescentou o secretário. O plano também inclui intervenções na Baixa do Soronha (comunidade vizinha ao Parque do Abaet
Com informações da Secom Ba.  28/04/2016

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Lagoa na avenida Paralela transborda mais uma vez

Salvador

Lagoa já havia transbordado nesta quinta-feira, 21,a lagoa próxima à Faculdade de Tecnologia e Ciências (FCT), transbordou e alaga duas faixas da via.

A Tarde
Da Redação
Joá Souza | Ag. A TARDE
Pelo terceiro dia consecutivo, uma lagoa localizada na região da avenida Luís Viana (Paralela), próxima à Faculdade de Tecnologia e Ciências (FCT), transbordou e alaga duas faixas da via, atrapalhando o tráfego de veículos.
A orientação da Transalvador é que os motoristas redobrem a atenção ao transitarem pelo local e diminuam a velocidade. Por conta deste alagamento, o trânsito segue bastante lento na avenida, para quem segue no sentido rodoviária.
Já nas principais vias da capital o trânsito também registra lentidão nesta manhã. Os principais pontos são nas avenidas ACM e D. João VI, além da Estrada das Barreiras e da Rua Silveira Martins, no Cabula.

Após deslizamento
Entre 8h e 14h desta sexta, a Ladeira da Montanha permanecerá interditada para todos os tipos de veículos, para a realização de serviços pela Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom).As obras serão realizadas por causa do deslizamento de terra que aconteceu na quarta-feira, 20, e atingiu seis casas na região. Claudenice Gonçalves, de 51 anos, não conseguiu sair a tempo de casa e foi encontrada sem vida pelo Corpo de Bombeiros.
Fonte - A Tarde 22/05/2015

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Lagoa da Avenida Paralela está secando

Meio Abiente

Uma das maiores lagoas do canteiro central da Avenida Paralela, logo depois do antigo Posto 1, em frente ao Imbuí, está praticamente seca.
"Uma das providencias seria um projeto de urbanização com o plantio de arvores em suas margens e cabeceiras além de outros tipos de vegetação de pequeno porte para  amenizar os efeitos durante os períodos com escassez de chuvas."

TB
Compare a foto feita nesta quarta-feira (19/2), com a outra, tirada há quatro meses.
Foto: iG Bahia/Tribuna da Bahia

A lagoa fica no canteiro central da Av. Paralela onde funcionava  Posto 01 que foi desativado e onde atualmente funciona o canteiro de obras dos viadutos de ligação do bairro do Imbui com a av Paralela.
Fonte - Tribuna da Bahia 19/02/2014

COMENTÁRIO Pregopontocom

Essa lagoa,muito bonita,sempre teve problemas depois da construção da Av.Paralela,pois a mesma não tem nenhuma outra fonte de alimentação (pelo fato de ficar isolada entra as duas pistas),que não seja as águas de chuvas,conheço-a a anos,pois morei por mais de duas décadas no Imbuí.Dependendo do período de estiagem ou de chuvas o seu nível desce bastante,ou pode se elevar já chegando inclusive algumas vezes quase a transbordar. A lagoa basicamente se abastece de águas pluviais que caem diretamente em seu espelho ou das águas de chuva coletadas do leito da Av.Paralela nos dois sentidos.Esse ciclo se repete a anos.........Com certeza alguma providência "deve ser tomada" no sentido de preserva-la e se manter  um melhor equilibro entre as fazes com diferentes volumes de água da mesma, durante as estações mais secas e mais chuvosas.Uma das providencias seria um projeto de urbanização com o plantio de arvores em suas margens e cabeceiras além de outros tipos de vegetação de pequeno porte para  amenizar os efeitos durante os períodos com escassez de chuvas.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Cheiro forte dificulta catadores de marisco andarem no VLT de Maceió

Transportes sobre trilhos

Ar-condicionado de veículos modernos acentua o odor. O sistema ferroviário transporta cerca de 10 mil pessoas por dia em Alagoas....
A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) em Maceió decidiu manter duas locomotivas antigas em funcionamento para o transporte de catadores de marisco....

G1
foto Jonathan Lins
Apesar da modernização do transporte ferroviário de Alagoas, que ganhou Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) em outubro de 2011, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) em Maceió decidiu manter duas locomotivas antigas em funcionamento para o transporte de catadores de mariscos. Eles são impedidos de utilizar o transporte mais moderno, que conta com sistema de refrigeração, por causa do cheiro forte do marisco.
Este é o caso da catadora de sururu, Maria Cícera da Silva, 59, que acorda antes do nascer do sol para apanhar o primeiro trem de Rio Largo em direção à capital, às 4h59. Em companhia de outras catadoras de marisco, ela trabalha durante grande parte da manhã na Lagoa Mundaú, em Maceió.
De lá, ela consegue diariamente de três a quatro baldes do alimento, que depois são vendidos por cerca de R$ 100. “Há 10 anos eu faço isso. Acordo cedo e venho trabalhar. Só volto quando esse trem [locomotiva antiga] passa . Divido em saquinhos e saio pelas ruas de Rio Largo vendendo de porta em porta, assim eu garanto o sustento da minha família”, relatou Maria Cícera.
O trem antigo é utilizado pela população de três municípios da Região Metropolitana da capital: Maceió, Rio Largo e Satuba. São duas locomotivas, restauradas recentemente, que se revezam para puxar os carros de passageiros.
De acordo com o superintendente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos de Maceió, Marcelo Aguiar, o trem antigo é mantido principalmente por causa desses comerciantes. “Ele foi idealizado com esse propósito, de transportar essas pessoas com alimentos que, se fossem levados no VLT, trariam problemas aos outros usuários devido ao cheiro forte, que se agrava por causa do sistema de refrigeração”, disse.
Responsável pelo transporte de cerca 10 mil pessoas diariamente, o sistema ferroviário alagoano sofreu diversas transformações em seus quase 150 anos de existência. Foram bondes de tração animal, elétrica, a vapor, diesel e, há dois anos, ocorreu a implantação da frota do VLT.
Fonte - São Paulo Trem Jeito 11/02/2013

quarta-feira, 22 de maio de 2013

No Dia Mundial da Biodiversidade, Rio faz repovoamento de peixes

Da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Dia Mundial da Biodiversidade, celebrado hoje (22), foi marcado pelo início da quarta etapa de repovoamento de peixes no Rio Paraíba do Sul, no sul do estado. A ação foi promovida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que pretente realizar até o próximo dia 6 de junho mais três ações, quando 44 mil filhotes de peixes serão soltos.
Foto ilustração - ultadownloads 
O programa de repovoamento foi lançado após o vazamento de 8 mil litros do inseticida endosulfan, produzido pela empresa agroquímica Servatis, no município de Resende, no dia 18 de novembro de 2008. O acidente que atingiu o Paraíba do Sul, em uma extensão de cerca de 400 quilômetros, provocou a morte de 150 mil toneladas de peixes. Responsável por 85% do abastecimento de água da região metropolitana do Rio, o Paraíba de Sul corta 37 municípios do estado
De acordo com a presidenta do Inea, Marilene Ramos, mais de 1.700 pescadores, que sobrevivem exclusivamente da atividade no rio, foram afetados pelo acidente ambiental. Ela informou que o incidente ocorreu justamente no período reprodutivo dos peixes, o que comprometeu a produção nos últimos anos
"Estamos tentando resgatar essa área, que ficou bastante comprometida após o acidente com a Servatis. Essas ações de repovoamento contribuem para a manutenção da biodiversidade e para a melhoria da produção pesqueira na região. Temos ainda a intenção de implementar medidas ambientais para preservar a vegetação das margens do Paraíba do Sul", disse Marilene.
Nas novas operações de repovoamento foram utilizados 1.000 surubins-do-Paraíba, que constam da lista de espécies mais ameaçadas no estado, 2 mil curimbatás-de-lagoa, 1.000 piabanhas e 40 mil lambaris, todos fornecidos pela Estação de Hidrologia e Aquicultura de Paraibuna, das Centrais Elétricas de São Paulo.
O presidente da colônia de pescadores de Barra Mansa, Aurélio Dias, disse que aos poucos o trabalho dos pescadores vai voltando ao normal.
"Estamos bem contentes com essas medidas que estão sendo tomadas. Favorecem o meio ambiente e nos dão melhores condições para desenvolver o nosso trabalho, que ficou tão prejudicado nos últimos tempos".
Os eventos que integram o Programa de Recuperação da Fauna Nativa do Rio Paraíba do Sul incluem a comemoração pelos seis anos do projeto de pesquisa e prevenção ambiental que monitora as águas do rio, desenvolvido pela Votorantim Siderúrgica em parceria com o Inea e a Fundação Educacional Ciência e Desenvolvimento, ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Até agora, foram realizadas três operações de repovoamento, em 2009, 2010 e 2012, que resultaram na soltura de cerca de 175 mil filhotes no Paraíba do Sul.
Fonte -  Agência Brasil 22/05/2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A VACA VAI PRO BREJO.......MAIS QUE BREJO???!!!!!!!


            AV. PARALELA O APOCALIPSE
Foto - Observatório da Copa ( Aqui era um brejo) 

Entre tantos provérbios e ditados que aprendi um deles o que se refere ao fato de quando alguma coisa da errado,ou termina mal,costuma-se ou costumava-se,dizer que "a vaca foi pro brejo".Assim dessa maneira e com essa frase era sintetizada a situação. E é exatamente com essa frase,com esse antigo ditado que podemos definir muito bem a atual situação da cidade de Salvador.Eu sei que não adianta mais comentar o fato de quem foi a culpa por toda essa tragédia que durante oito longos e quase intermináveis anos ASSOLOU a nossa então combalida capital.Só para citar mais um ditado,águas passadas não movem moinho,muito embora o mesmo não se pode garantir a cerca dos (moinhos) que estão abaixo dos nossos ao longo do curso d'água.E assim durante esses oitos anos de tragedias vimos,assistimos,brigamos,denunciamos,bradamos desesperadamente ( todos nós ) cobramos a responsabilidade de quem atentou contra a  nossa cidade e os seus legítimos interesses.Lembrando mais um ( me perdoem a insistência com os ditados),mais Rei morto,"cruz credo",Rei posto e agora é esperar para ver o que acontece.Mas até então a nossa degradada e espoliada cidade e o atual estado critico e o agonizante quadro do nosso meio ambiente,uma das maiores vitimas do desastre que por aqui passou,continua sofrendo as nefastas consequências do rastro de destruição deixado pela "tempestade" de origem dos "polos"(dois polos)....E essa foto traduz muito bem o retrato fiel do cuidado que é dispensado ao nosso meio ambiente principalmente por aqueles a quem caberia cuidar e zelar por ele,uma lagoa soterrada com toda a sua bio diversidade,fauna,flora e com toda a  vida ali existente.Mas quem se importa com bichos,insetos,plantas,água,arvores????...mas não são vidas????........ e para que serve tudo isso afinal?????? "dizem" que só para atrapalhar e emperrar o "progresso",atrapalhar os "investimentos", prejudicar a nossa "economia",e o nosso "desenvolvimento".... ainda que insustentável ....então porque  esses "eco chatos" autênticos morrinhas verdes ficam defendendo animaizinhos,cobras e lagartos,plantas,cipós,arvores e um charco cheio de "dengue"????....pra que??????? Viva a nova selva de pedras,viva o "concreto",que morram os rios e lagos, que se transformem em meros esgotos fétidos escondidos dentro de tubos enterrados ou que sejam sumariamente extintos, aterrados e fiquemos definitivamente livres dessas coisas extremamente  desagradáveis.Mas e ai,o que acontece?????? " ai vaca vai pro o brejo ".....mais que brejo???????não tem mais brejo......pobre vaquinha........

Pregopontocom