UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador mar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mar. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Aplicativo do Inema,'Vai dar Praia', informa sobre qualidade das praias baianas

Meio ambiente  🏄


A Bahia é o estado brasileiro com a maior extensão litorânea, são 1.100 quilômetros de praias, e o aplicativo Vai dar Praia,desenvolvido pelo Inema, traz informações das praias próprias e impróprias para o banho em 29 municípios, além da tábua de maré e as condições climáticas.

Da Redação
foto - Alberto Coutinho/Gov.BA
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema),afim de garantir a qualidade e a segurança do banho mar de turistas e da população do estado,desenvolveu o aplicativo ‘Vai dar Praia’, para Android e IOS. A Bahia é o estado brasileiro com a maior extensão litorânea, são 1.100 quilômetros de praias, e o aplicativo traz informações das praias próprias e impróprias para o banho em 29 municípios, além da tábua de maré e as condições climáticas. O programa também tem conexão com o Google Maps, indicando as melhores rotas de acesso às praias. Basta pesquisar pelo nome, Vai dar Praia, no Play Store (Android) ou na App Store (IOS).
O diretor de recursos hídricos e monitoramento Ambiental do Inema, Eduardo Topázio, conta que a ideia do app surgiu há cerca de três anos, quando houve o boato de que o rompimento da barragem de Mariana deixaria as praias do Sul da Bahia impróprias para banho. “Naquele período, a gente achou que era preciso melhorar a comunicação com a sociedade, para que as pessoas pudessem saber, de forma fácil e rápida, a qualidade das praias baianas. Surgiu então a ideia de desenvolver um aplicativo na área de monitoramento ambiental. Agora, qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, pode verificar como está a balneabilidade das nossas praias”.
Topázio destaca que, a partir da criação do Inema, o monitoramento das praias é feito sistematicamente e o app atualizado toda semana. “Nós investimos muito nessa área de monitoramento de praias e acompanhamos sistematicamente. O monitoramento anterior era espaçado, e agora é feito como manda a norma técnica”.
O aplicativo, continua Eduardo Topázio, funciona com um indicador de risco. “Isso não significa que, utilizando praias impróprias, o banhista vá ter problemas de saúde. Pode não acontecer nada. Mas risco maior é a pessoa ingerir a água e pegar uma doença infecto-contagiosa, um vírus, ou ter uma diarreia. Ou ainda apresentar algum problema de pele, especialmente por contaminação na areia. Em Salvador, não há um único ponto de lançamento de esgoto nas praias. Então o principal problema aqui é o lixo nas praias”.
Com informações da Secom Ba  27/02/2020

terça-feira, 28 de junho de 2016

Marinha alerta para ressaca no mar com ondas de até 3 metros

 Tempo

A previsão é de ondas de até três metros de altura.Além de um aviso de "Mar Grosso", prevendo ondas de até 4 metros até as 21h de quarta-feira,29.De acordo com o órgão,foi emitido comunicado alertando para que marinas,iates clubes e empresas de transporte marítimo tomem suas precauções.

A Tarde
Luciano da Matta/Ag.A Tarde
A Marinha do Brasil alerta para a previsão de ressaca do mar, nesta terça-feira, 28, em todo o estado da Bahia. Segundo informações do Centro de Hidrografia da Marinha, a advertência vale até as 9h de quinta-feira, 30. A previsão é de ondas de até três metros de altura. Além de um aviso de "Mar Grosso", prevendo ondas de até 4 metros até as 21h de quarta-feira, 29.
De acordo com o órgão, foi emitido comunicado alertando para que marinas, iates clubes e empresas de transporte marítimo tomem suas precauções. Também foram divulgados alertas por fonia, em VHF, e fax para fortalecer o dever da atenção no mar.
Em caso de emergência, os cidadãos devem entrar em contato, em qualquer horário, por meio do telefone (71) 3507-3777. Pedidos de auxílio também podem ser feitos para o Salvamar Leste, operado pelo Comando do 2º Distrito Naval, através do telefone 08002843878.
Fonte - A Tarde  28/06/2016

sábado, 28 de setembro de 2013

Concluída operação para desencalhar navio na Baía de Guanabara

Meio Ambiente

Flávia Villela 
Agência Brasil
Concluída operação para desencalhar navio cargueiro
 Angra Star, na Baía de Guanabara,
 hoje (27/9) (Luiz Morier/Governo do Rio de Janeiro)
Rio de Janeiro – A Marinha e a Secretaria do Ambiente finalizam hoje uma operação destinada a desencalhar o navio Angra Star, parcialmente afundado na Baía de Guanabara. De acordo com a Marinha, não há risco iminente de desastre ambiental, porque foram retirados o óleo combustível, lubrificantes e resíduos oleosos da embarcação. 
Hoje (27) foi feito um trabalho de reflutuação, que consiste em colocar a embarcação para flutuar novamente. O próximo passo é a retirada do navio do local.
A embarcação estava, desde fevereiro, com cerca de um terço do casco submerso, sem tripulação, e teve barris de óleo saqueados e instrumentos de navegação danificados. O furto de peças que mantém a estabilidade da embarcação causaram o afundamento, segundo a secretaria. No dia 9 de setembro, a empresa avisou a Capitania dos Portos que o navio corria risco de naufragar. Foi aberto inquérito para apurar as causas do encalhe. A previsão de conclusão do inquérito é 90 dias.
A Marinha informou que a proprietária do Angra Star, Frota Oceânica e Amazônica S/A, tem mais três navios na Baía de Guanabara: Rio, Jari e Recife, todos em situação semelhante de abandono, possivelmente em função de litígio entre o armador e o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Após uma inspeção no navio Rio, que também está encalhado, a Capitania dos Portos constatou que a embarcação não apresenta risco iminente de afundamento. Os navios Jari e Recife estão atracados, sem risco de acidentes.
Segundo a Marinha, existem 51 cascos abandonados ao redor da Ilha de Conceição, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, que estão sendo retirados em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente. Do total, 31 foram leiloados e os futuros donos têm a obrigação de removê-los. O restante será leiloado em outubro.
Fonte - EBC  27/09/2013

domingo, 22 de setembro de 2013

Grupos de mergulhadores limpam praias da cidade

Ecologia

Lúcio Távora | Ag. A TARDE

Mergulhadores retiraram dez pneus do mar da Barra

Thalita Lima e
Redação
No Dia Mundial da Limpeza de Rios e Praias (DMLRP), mergulhadores atuaram na limpeza, conscientização e descarte de resíduos nas praias de Salvador que, assim como outros pontos da cidade, vêm sofrendo com o acúmulo de lixo.
A ação foi desenvolvida em parceria pelo Projeto Fundo Limpo, Escola de Mergulho Galeão Sacramento, Projeto Conexão Ecológica, Grupo Mar Azul, Greenpeace, ISBA/Revita e Secretaria da Cidade Sustentável (Secis).
Nas praias da Barra, os mergulhadores entraram no mar às 8h e tiveram apoio do Grupo Marítimo (GMar) e do Salvamar (Salvamento Marítimo de Salvador), que ajudaram na segurança, além da prefeitura.
A diretora de comunicação do projeto Fundo Limpo, Lis Braga, diz que a equipe promove quatro limpezas por ano, entre elas a que acontece antes e depois do carnaval. "A maioria é lixo de consumo da areia", diz a diretora.
Até caixa de geladeira, enceradeira e fogão industrial já foram encontrados no mar de Salvador. Na limpeza após o Carnaval 2013 foram retirados quase uma tonelada de lixo do mar pelos integrantes do Projeto Fundo Limpo.
Fonte - A Tarde  21/09/2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

São Francisco do Conde ganhará praia

Meio Ambiente

TB
A Ilha de Cajaíba
A prefeita de São Francisco do Conde, Rilza Valentim, está finalizando o processo para desapropriar o casarão e parte do terreno da ilha de Cajaíba, de propriedade de investidores europeus.
Com investimentos de R$ 2,5 milhões, a ação tem como objetivo principal dar para a população da cidade uma praia, com extensão de 1 quilômetro. “Apesar de ser uma península, o município de São Francisco do Conde não tem praia, somente área de mangue”, explicou.
Com a praia em um dos pontos mais bonitos da Baía de Todos os Santos, a prefeita pretende atrair para a cidade eventos e turismo náutico, que reverterão para a população oportunidades de negócios e geração de emprego e renda.
Fonte - Tribuna da Bahia  04/09/2013

quarta-feira, 22 de maio de 2013

No Dia Mundial da Biodiversidade, Rio faz repovoamento de peixes

Da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Dia Mundial da Biodiversidade, celebrado hoje (22), foi marcado pelo início da quarta etapa de repovoamento de peixes no Rio Paraíba do Sul, no sul do estado. A ação foi promovida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que pretente realizar até o próximo dia 6 de junho mais três ações, quando 44 mil filhotes de peixes serão soltos.
Foto ilustração - ultadownloads 
O programa de repovoamento foi lançado após o vazamento de 8 mil litros do inseticida endosulfan, produzido pela empresa agroquímica Servatis, no município de Resende, no dia 18 de novembro de 2008. O acidente que atingiu o Paraíba do Sul, em uma extensão de cerca de 400 quilômetros, provocou a morte de 150 mil toneladas de peixes. Responsável por 85% do abastecimento de água da região metropolitana do Rio, o Paraíba de Sul corta 37 municípios do estado
De acordo com a presidenta do Inea, Marilene Ramos, mais de 1.700 pescadores, que sobrevivem exclusivamente da atividade no rio, foram afetados pelo acidente ambiental. Ela informou que o incidente ocorreu justamente no período reprodutivo dos peixes, o que comprometeu a produção nos últimos anos
"Estamos tentando resgatar essa área, que ficou bastante comprometida após o acidente com a Servatis. Essas ações de repovoamento contribuem para a manutenção da biodiversidade e para a melhoria da produção pesqueira na região. Temos ainda a intenção de implementar medidas ambientais para preservar a vegetação das margens do Paraíba do Sul", disse Marilene.
Nas novas operações de repovoamento foram utilizados 1.000 surubins-do-Paraíba, que constam da lista de espécies mais ameaçadas no estado, 2 mil curimbatás-de-lagoa, 1.000 piabanhas e 40 mil lambaris, todos fornecidos pela Estação de Hidrologia e Aquicultura de Paraibuna, das Centrais Elétricas de São Paulo.
O presidente da colônia de pescadores de Barra Mansa, Aurélio Dias, disse que aos poucos o trabalho dos pescadores vai voltando ao normal.
"Estamos bem contentes com essas medidas que estão sendo tomadas. Favorecem o meio ambiente e nos dão melhores condições para desenvolver o nosso trabalho, que ficou tão prejudicado nos últimos tempos".
Os eventos que integram o Programa de Recuperação da Fauna Nativa do Rio Paraíba do Sul incluem a comemoração pelos seis anos do projeto de pesquisa e prevenção ambiental que monitora as águas do rio, desenvolvido pela Votorantim Siderúrgica em parceria com o Inea e a Fundação Educacional Ciência e Desenvolvimento, ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Até agora, foram realizadas três operações de repovoamento, em 2009, 2010 e 2012, que resultaram na soltura de cerca de 175 mil filhotes no Paraíba do Sul.
Fonte -  Agência Brasil 22/05/2013

sábado, 11 de maio de 2013

Golfinho pede ajuda a mergulhador para livra-lo de um anzol preso em sua barbatana

Um mergulhador que observava peixes no mar no Havaí foi surpreendido por um golfinho que praticamente lhe pediu ajuda para que retirasse um anzol com uma linha que se encontrava espetado nele e que por certo o incomodava muito.Uma bela demonstração de uma boa relação do homem com um animal....bem racional diríamos...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Temporal provoca alagamentos e destruição em Salvador

Foto: Reginaldo Ipê
Ressaca quebra parte de praça na Pituba

Tiago Nunes - TB
A forte ressaca levou parte da Praça Wilson Lins, na Pituba. O mar pôs abaixo boa extensão da ciclovia, bem como danificou uma quadra esportiva, além de arrastar bancos de cimento


A forte ressaca que atingiu as praias de Salvador na madrugada dessa quarta-feira (17/4) provocou estragos em parte da orla marítima da cidade. A força das ondas destruiu todo o entorno da Praça Wilson Lins (antigo Clube Português), no bairro Pituba. Todo o perímetro segue desprotegido oferecendo risco iminente à população, pois, a qualquer momento, demais porções do equipamento podem ruir.
A água invadiu a orla e a mureta não resistiu às ondas de mais de dois metros de altura. Toneladas de concreto foram reviradas com o avanço do mar. O local - que é destinado à pratica esportiva e lazer - teve parte de uma ciclovia, reservada às crianças, destruída pelas correntes da maré.
A força das águas também provocou rachaduras em uma quadra. Ao menos três coqueiros correm risco de cair. “Os coqueiros estão prestes a cair. As raízes já estão expostas. As árvores já estão em declive”, disse o repórter fotográfico Reginaldo Ipê, que registrou o ocorrido. A curta faixa de areia foi tomada pela maré causando dificuldades para as pessoas caminharem pela parte da praia. Toneladas de pedras e concretos dos bancos da praça foram parar na praia.
Sem proteção natural, a terra segue deslizando. Até as 19h, a área afetada pela ressaca não havia sido interditada. A equipe de reportagem da Tribuna tentou entrar em contato com a prefeitura para obter informações sobre plano emergencial de contenção, mas não teve sucesso. Pedestres e frequentadores da praça estão preocupados. Segundo eles, caso haja nova ressaca, há o risco de metade do local ser destruído.

Alagamentos
A chuva que caiu em algumas áreas de Salvador no final da manhã dessa quarta-feira (17/4) causou transtornos no trânsito, segundo a Transalvador. A Avenida Paralela ficou engarrafada nos dois sentidos, principalmente na região do bairro Imbuí, por causa dos pontos de alagamentos na via. Ainda de acordo com o órgão, a Rua Pedro Ribeiro, no Jardim de Alah, também ficou alagada e teve o tráfego de veículos afetado. Por volta das 14h, a situação permanecia complicada nestes locais, segundo a Transalvador.

A Defesa Civil registrou até as 14h15, 13 ocorrências, sendo três alagamentos de áreas, um alagamento de imóvel, duas ameaças de desabamento, três ameaças de deslizamento, dois deslizamentos de terra e duas orientações técnicas. A Codesal atende a população pelo 199. Numa invasão que fica nos fundos do bairro Doron, os moradores da localidade sofreram com o alagamento, pois as casas foram construídas ao lado de uma lagoa que tem na região, e que sempre transborda quando chove mais forte.
Segundo a meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Cláudia Valéria, o índice pluviométrico que caiu nesta quarta-feira, de 0,4 mm, é considerado baixo. Sendo que esse registro foi feito na região do bairro de Ondina, onde não choveu muito. Nas outras áreas, onde a chuva caiu mais forte, o Inmet não tem registro. Ainda segundo a meteorologista, o motivo dessa forte chuva em alguns lugares da cidade seria uma passagem de uma frente fria pelo litoral da Bahia. A previsão é que Salvador continue com chuvas isoladas até domingo (21). Ainda segundo Valéria, o período chuvoso no estado vai de abril até junho.
A previsão é de que a chuva continue durante hoje na capital baiana. Mas não há previsão de temporais, embora possa ocorrer maior precipitação em pontos isolados, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo o órgão, a chuva fraca continuará a atingir até a noite desta quinta-feira, que tem previsão de temperatura máxima de 31°C, segundo a empresa Climatempo. A mínima será de 24°C.
Fonte - Tribuna da Bahia 18/04/2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Povoado com 400 moradores teve de ser realocado por causa da erosão marinha

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – O povoado de Cabeço, localizado em ilha na Foz do Rio São Francisco, na divisa entre Alagoas e Sergipe, experimentou os efeitos mais devastadores da erosão marinha. Em poucos anos, o mar invadiu casas e construções da comunidade pesqueira, que tinha 400 moradores.
Foto - ilustração
A completa evacuação do povoado foi concluída há 14 anos, como conta o ex-morador Everaldo Barreto, de 65 anos, que morou por mais de 40 anos na comunidade.
“A perda da vila teve efeito psicológico forte nos moradores, com a erosão tomando conta, aquele sofrimento. A erosão começou a acontecer aos poucos. Depois de um ano e meio, dois anos, ela começou a agir com mais intensidade. Hoje o mar demolia duas moradias. Amanhã eram três, quatro, cinco. E, dentro de poucos dias, o povoado foi todo embora”, disse.
Segundo ele, muitos moradores, em grande parte pescadores, foram realocados em um assentamento, chamado de Samarém, cinco quilômetros rio adentro. Isso também prejudicou economicamente a comunidade, acostumada a pescar na área do Cabeço.
O processo de avanço do mar sobre a vila é atribuído às represas construídas no Rio São Francisco, como a Usina Hidrelétrica do Xingó, que reduziram a vazão do Velho Chico e abriram espaço para o mar. A antiga vila foi completamente destruída. Seu símbolo é um velho farol do século 19, que ficava em terra e hoje está a dezenas de metros da costa.
Alguns moradores, como Everaldo Barreto reconstruíram casas mais para o interior da ilha onde ficava o povoado do Cabeço. “Às vezes eu vou para lá. Gosto daquela praia”, lembra o vereador aposentado do município de Brejo Grande, onde ficava a comunidade.

Veja também
Erosão marinha deixou 18 municípios em situação de emergência nos últimos três anos

Fonte - Agência Brasil  07/04/2013