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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Mais um trecho de ciclovia desaba na orla da zona oeste do Rio

Ciclovias  🚲

Está é a terceira vez que cai o trecho do calçadão da Praia da Macumba, localizado no Recreio dos Bandeirantes. Na primeira vez, em 4 de outubro deste ano, o mar estava de ressaca e o desabamento, que também afetou a ciclovia da região, chegou a ferir sem gravidade uma pessoa que passava pelo local.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil
Tânia Rêgo/Agência Brasil
A força da água provocou o desabamento na manhã de hoje (9) de mais um trecho do calçadão construído na Praia da Macumba, na zona oeste do Rio de Janeiro, desmoronando a ciclovia situada sob a calçada.
Está é a terceira vez que cai o trecho do calçadão da Praia da Macumba, localizado no Recreio dos Bandeirantes. Na primeira vez, em 4 de outubro deste ano, o mar estava de ressaca e o desabamento, que também afetou a ciclovia da região, chegou a ferir sem gravidade uma pessoa que passava pelo local.
O segundo desabamento ocorreu no último dia 15 de setembro, ocasião em que as condições do mar eram normais e não havia ressaca. Moradores, no entanto, admitem que o calçadão da Praia da Macumba, construído há mais de 15 anos, vem enfrentando problemas há algum tempo.
Os desabamentos do calçadão que veem ocorrendo com relativa frequência quase um ano e meio depois que - às vésperas dos Jogos Olímpicos Rio 2016 - um trecho da Ciclovia Tim Maia, desabou matando duas pessoas.

Ciclovia Tim Maia
Inaugurada a menos de quatro meses da tragédia, no dia 17 de janeiro, a obra havia custado aos cofres públicos R$ 44 milhões. Apesar do elevado custo desembolsado pela prefeitura da cidade, a obra não resistiu à ressaca que atingiu a orla e cujas ondas atingiram o chamado Costão do Vidigal, derrubaram um trecho de cerca de 20 metros de ciclovias tragando duas pessoas - inclusive um ciclista que aproveitava o domingo de sol para a prática do seu esporte preferido.
Identificado como Eduardo Marinho Albuquerque, de 54 anos, era morador de Ipanema, na zona sul do Rio e deixou mulher e um filho de 15 anos. Segundo frequentadores e motoristas que passavam pelo local no momento da tragédia, ele foi atingido por uma forte onda que, além de destruir o local, também quebrou o parabrisa de um ônibus que trafegava pela Avenida Niemeyer.
Na ocasião, tanto o secretário Executivo de Governo, Pedro Paulo Carvalho, como o prefeito à época Eduardo Paes classificou o acidente com imperdoável. "É imperdoável o que aconteceu, já determinei a apuração imediata dos fatos, e estou voltando para o Brasil para acompanhar de perto", disse o prefeito, que encontrava-se fora do país.
Com o desabamento da manhã de hoje, já chega a cerca de 300 metros o trecho do calçadão e da ciclovia da Praia da Macumba, que desmoronou com a força das águas e teve que ser interditado pela prefeitura.
No desabamento do dia 4 de outubro, o próprio secretário de Conservação e Meio Ambiente do município, Rubens Teixeira, admitiu que a obra foi malfeita e que desde meados de setembro técnicos da prefeitura estudam a melhor solução para refazer o calçadão.
Segundo ele, “a estrutura não foi estaqueada e não foi considerado o efeito das ondas tirando areia e descalçando o muro. Em alguns trechos o muro ficou, mas a areia foi retirada pela maré. Houve falha na execução. Estamos em reuniões com a Geo-Rio, Rio Águas e Coppe para buscar uma solução para a obra”.
O secretário admitiu que a obra com menos de 15 anos de construção vem apresentando problemas há anos. Procurada pela Agência Brasil em face deste último desabamento, a Secretaria de Conservação e Meio Ambiente, em nota, disse que enviará uma equipe ao local “para avaliar os novos danos e reforçar o isolamento da área atingida”.
“Ressaltamos a importância de os frequentadores respeitarem os limites de interdição, para evitar acidentes. Um grupo de estudos da Seconserma, em parceria com a Rio Águas e a Geo Rio finalizará esta semana estudo que definirá a maneira mais adequada de recompor o trecho atingido”, explica a nota.
Fonte - Agência Brasil 09/10/2017

sábado, 29 de outubro de 2016

Ondas invadem Orla do Rio e causam destruição

Meio ambiente

As Ondas atingiram os quiosques e ainda destruíram as proteções laterais e o piso de madeira do Mirante do Leblon, no início da Avenida Niemeyer, que está interditado.Alguns prédios da Orla também tiveram transtornos provocados pela água do mar e areia, comprometendo portões e garagens, que ficaram alagadas.

Sputnik
Tânia Rêgo/Agência Brasil
A Orla do Rio foi atingida por uma forte ressaca e o mar invadiu o calção da praia do Leblon, na Zona Sul, interditando o tráfego de veículos nas vias próximas ao calçadão. As Ondas atingiram os quiosques e ainda destruíram as proteções laterais e o piso de madeira do Mirante do Leblon, no início da Avenida Niemeyer, que está interditado.
Alguns prédios da Orla também tiveram transtornos provocados pela água do mar e areia, comprometendo portões e garagens, que ficaram alagadas.
A forte ressaca já estava prevista pelo Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil. Segundo o alerta, a previsão era de que a partir das 22h de sexta (28) até às 10h de segunda-feira (31), o litoral do Rio até a cidade de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos apresentaria ondas de até 4 metros.
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio também informou que a Ciclovia Tim Maia está interditada, no trecho entre São Conrado, na Zona Sul e a Barra da Tijuca, na Zona Oeste desde às 22h30 de sexta-feira (28). A medida de segurança faz parte do protocolo adotado pela Prefeitura após o acidente em abril deste ano, quando parte da ciclovia despencou devido a ressaca, causando a morte de duas pessoas.
O Centro de Operações da prefeitura do Rio recomenda que, durante o período da ressaca, a população evite o banho de mar nas áreas onde as ondas estejam muito fortes, bem como a prática de esportes no mar.
A Prefeitura também orienta que a população evita ficar em mirantes na orla e em locais próximos ao mar, além de trafegar de bicicleta pela Orla, caso as ondas voltem a atingir a ciclovia. O alerta é estendido ainda para que os pescadores não naveguem durante o período de ressaca.
Equipes da Comlurb, com cerca de 200 garis, atuam no Leblon e no início da Barra e do Pontal, no Recreio na limpeza e retirada do grande acúmulo de areia levada pela ressaca, que se deslocou para as pistas da Orla nesses bairros.
Fonte - Sputnik  29/10/2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

Marinha alerta para ressaca no mar com ondas de até 3 metros

 Tempo

A previsão é de ondas de até três metros de altura.Além de um aviso de "Mar Grosso", prevendo ondas de até 4 metros até as 21h de quarta-feira,29.De acordo com o órgão,foi emitido comunicado alertando para que marinas,iates clubes e empresas de transporte marítimo tomem suas precauções.

A Tarde
Luciano da Matta/Ag.A Tarde
A Marinha do Brasil alerta para a previsão de ressaca do mar, nesta terça-feira, 28, em todo o estado da Bahia. Segundo informações do Centro de Hidrografia da Marinha, a advertência vale até as 9h de quinta-feira, 30. A previsão é de ondas de até três metros de altura. Além de um aviso de "Mar Grosso", prevendo ondas de até 4 metros até as 21h de quarta-feira, 29.
De acordo com o órgão, foi emitido comunicado alertando para que marinas, iates clubes e empresas de transporte marítimo tomem suas precauções. Também foram divulgados alertas por fonia, em VHF, e fax para fortalecer o dever da atenção no mar.
Em caso de emergência, os cidadãos devem entrar em contato, em qualquer horário, por meio do telefone (71) 3507-3777. Pedidos de auxílio também podem ser feitos para o Salvamar Leste, operado pelo Comando do 2º Distrito Naval, através do telefone 08002843878.
Fonte - A Tarde  28/06/2016

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Travessia Salvador/Mar Grande é suspensa devido a ressaca

Travessia Marítima

A Astramab decidiu suspender as operações da Travessia Salvador-Mar Grande nesta quarta-feira, 25.As escunas de turismo que operam no passeio pelas ilhas da Baía também não vão sair. Já a linha marítima ligando a capital baiana ao Morro de São Paulo será feita com conexão em Itaparica, já que as condições de navegação entre Salvador e a Ilha de Tinharé estão impróprias.

A Tarde
foto - ilustração
Por causa dos fortes ventos na Baía de Todos-os-Santos e o mar agitado, com ondas de até dois metros, a Astramab (Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia) decidiu suspender as operações da Travessia Salvador-Mar Grande nesta quarta-feira, 25.
As escunas de turismo que operam no passeio pelas ilhas da Baía também não vão sair. Já a linha marítima ligando a capital baiana ao Morro de São Paulo será feita com conexão em Itaparica, já que as condições de navegação entre Salvador e a Ilha de Tinharé estão impróprias.
Para os passageiros com destino ao Morro de São Paulo, os catamarãs vão sair do Terminal Náutico, no Comércio, em seus horários normais. Em vez de fazer o percurso direto até o Morro, as embarcações atracam em Itaparica, de onde os passageiros seguem, de ônibus, até a Ponta do Curral (Valença).
Com essa conexão em Itaparica, o percurso da viagem dura uma hora a mais - em vez de 2h20m, o tempo fica em 3h20. Mas não há acréscimo na tarifa. Os horários da linha Salvador para o Morro de São Paulo são 9h, 10h30, 13h e 14h30.
Fonte - A Tarde 25/05/2016

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Temporal provoca alagamentos e destruição em Salvador

Foto: Reginaldo Ipê
Ressaca quebra parte de praça na Pituba

Tiago Nunes - TB
A forte ressaca levou parte da Praça Wilson Lins, na Pituba. O mar pôs abaixo boa extensão da ciclovia, bem como danificou uma quadra esportiva, além de arrastar bancos de cimento


A forte ressaca que atingiu as praias de Salvador na madrugada dessa quarta-feira (17/4) provocou estragos em parte da orla marítima da cidade. A força das ondas destruiu todo o entorno da Praça Wilson Lins (antigo Clube Português), no bairro Pituba. Todo o perímetro segue desprotegido oferecendo risco iminente à população, pois, a qualquer momento, demais porções do equipamento podem ruir.
A água invadiu a orla e a mureta não resistiu às ondas de mais de dois metros de altura. Toneladas de concreto foram reviradas com o avanço do mar. O local - que é destinado à pratica esportiva e lazer - teve parte de uma ciclovia, reservada às crianças, destruída pelas correntes da maré.
A força das águas também provocou rachaduras em uma quadra. Ao menos três coqueiros correm risco de cair. “Os coqueiros estão prestes a cair. As raízes já estão expostas. As árvores já estão em declive”, disse o repórter fotográfico Reginaldo Ipê, que registrou o ocorrido. A curta faixa de areia foi tomada pela maré causando dificuldades para as pessoas caminharem pela parte da praia. Toneladas de pedras e concretos dos bancos da praça foram parar na praia.
Sem proteção natural, a terra segue deslizando. Até as 19h, a área afetada pela ressaca não havia sido interditada. A equipe de reportagem da Tribuna tentou entrar em contato com a prefeitura para obter informações sobre plano emergencial de contenção, mas não teve sucesso. Pedestres e frequentadores da praça estão preocupados. Segundo eles, caso haja nova ressaca, há o risco de metade do local ser destruído.

Alagamentos
A chuva que caiu em algumas áreas de Salvador no final da manhã dessa quarta-feira (17/4) causou transtornos no trânsito, segundo a Transalvador. A Avenida Paralela ficou engarrafada nos dois sentidos, principalmente na região do bairro Imbuí, por causa dos pontos de alagamentos na via. Ainda de acordo com o órgão, a Rua Pedro Ribeiro, no Jardim de Alah, também ficou alagada e teve o tráfego de veículos afetado. Por volta das 14h, a situação permanecia complicada nestes locais, segundo a Transalvador.

A Defesa Civil registrou até as 14h15, 13 ocorrências, sendo três alagamentos de áreas, um alagamento de imóvel, duas ameaças de desabamento, três ameaças de deslizamento, dois deslizamentos de terra e duas orientações técnicas. A Codesal atende a população pelo 199. Numa invasão que fica nos fundos do bairro Doron, os moradores da localidade sofreram com o alagamento, pois as casas foram construídas ao lado de uma lagoa que tem na região, e que sempre transborda quando chove mais forte.
Segundo a meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Cláudia Valéria, o índice pluviométrico que caiu nesta quarta-feira, de 0,4 mm, é considerado baixo. Sendo que esse registro foi feito na região do bairro de Ondina, onde não choveu muito. Nas outras áreas, onde a chuva caiu mais forte, o Inmet não tem registro. Ainda segundo a meteorologista, o motivo dessa forte chuva em alguns lugares da cidade seria uma passagem de uma frente fria pelo litoral da Bahia. A previsão é que Salvador continue com chuvas isoladas até domingo (21). Ainda segundo Valéria, o período chuvoso no estado vai de abril até junho.
A previsão é de que a chuva continue durante hoje na capital baiana. Mas não há previsão de temporais, embora possa ocorrer maior precipitação em pontos isolados, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo o órgão, a chuva fraca continuará a atingir até a noite desta quinta-feira, que tem previsão de temperatura máxima de 31°C, segundo a empresa Climatempo. A mínima será de 24°C.
Fonte - Tribuna da Bahia 18/04/2013