UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A Lava-Jato e o Vice Almirante Othon

Ponto de Vista

O vice-almirante Othon é um dos maiores cientistas brasileiros, um dos principais responsáveis pelo programa de enriquecimento de urânio da Marinha, que levou o Brasil, há 15 dias, a fazer a sua primeira venda desse elemento químico - usado como combustível para reatores nucleares - para o exterior, para uma empresa pertencente ao governo argentino.

Mauro Santayana
foto - ilustração
Em uma sentença que chama a atenção pela severidade e a ausência de proporcionalidade, o ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, foi condenado, ontem, por um juiz do Rio de Janeiro - com uma decisão que atingiu também a sua filha - a 43 anos de prisão por crimes supostamente cometidos durante as obras da usina nuclear de Angra 3.
O vice-almirante Othon é um dos maiores cientistas brasileiros, um dos principais responsáveis pelo programa de enriquecimento de urânio da Marinha, que levou o Brasil, há 15 dias, a fazer a sua primeira venda desse elemento químico - usado como combustível para reatores nucleares - para o exterior, para uma empresa pertencente ao governo argentino.
Em qualquer nação do mundo, principalmente nos EUA - país que, justamente por ser brasileiro, e não norte-americano, o teria espionado, “plantando” um homem da CIA ao lado do seu apartamento - o vice-almirante Othon estaria sendo homenageado, provavelmente com uma medalha do Congresso ou da Casa Branca, por serviços de caráter estratégico prestados ao fortalecimento da Nação e ao seu desenvolvimento.
No Brasil de Itamar Franco - um homem íntegro e nacionalista, que cometeu a besteira de confiar em quem não devia e abriu a Caixa de Pandora da tragédia neoliberal dos anos 1990, ao apoiar para sua sucessão um cidadão em cujo governo, segundo o Banco Mundial, o PIB e a renda per capita recuaram e a dívida pública duplicou, deixando ainda um papagaio, com o FMI, de 40 bilhões de dólares - o Almirante Othon recebeu, em 1994, da Presidência da República, a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico.
Ele também é Comendador da Ordem do Mérito Naval; da Ordem do Mérito Militar; da Ordem do Mérito Aeronáutico; da Ordem do Mérito das Forças Armadas; da Medalha do Mérito Tamandaré; e recebeu, além disso, a Medalha do Pacificador, a Medalha do Mérito Santos-Dumont e a Medalha Militar de Ouro.
No Brasil kafkianamente imbecilizado, midiotizado, manipulado, plutocratizado, deturpado, moralmente, da atualidade, que caminha a passos largos para a instalação de um governo - de fato - de exceção e fascista - e, ainda por cima, entreguista e anti-nacional - a partir de 2018, ele está sendo condenado por uma justiça em que muitos membros recebem acima do teto constitucional, perseguem jornais que os denunciam, e podem fazer palestras remuneradas sem ter que declarar quanto estão, conforme resolução do CNJ divulgada no início deste mês de julho.
Com uma maioria de patriotas, nacionalistas, legalistas, constitucionalistas, os militares brasileiros tem suportado em silêncio digno a interrupção e as ameaças que pairam, como aves de rapina, sobre numerosos projetos de defesa que tiveram início na última década e sobre as empresas responsáveis por eles, como o dos submergíveis convencionais e o do submarino atômico - de cujo desenvolvimento do reator já participou o próprio Almirante Othon - sob responsabilidade da Odebrecht, um dos grupos mais prejudicados e perseguidos pela Operação Lava-Jato, que já teve que demitir mais de 120.000 pessoas no último ano, também encarregada, por meio da Mectron, da construção, em conjunto com a Denel sul-africana, do míssil A-Darter que irá armar os novos caças Gripen NG-BR, que estão sendo - também por iniciativa dos dois últimos governos - desenvolvidos com a Suécia por intermédio da SAAB.
Tudo isso, em nome de um pseudo combate à corrupção hipócrita, ególatra, espetaculoso e burro, em que, para descobrir supostos desvios de um ou dois por cento em programas estratégicos de bilhões de dólares, condena-se ao sucateamento, atraso ou interrupção - como era o caso, há anos, das obras de Angra 3 antes de sua retomada justamente pelo Vice-Almirante Othon - os outros 97% dos projetos, sem nenhuma consideração pela aritmética, a lógica, o bom senso, a estratégia nacional, o fortalecimento ou o desenvolvimento brasileiros.
Isso, ainda, para vender, falsa e mendazmente, com a cumplicidade de uma parcela da mídia irresponsável, apátrida, estúpida e venal, a tese de que se estaria "consertando" o país, quando o que se está fazendo é jogar o bebê pela janela junto com a água do banho, e matando a boiada inteira para exterminar meia dúzia de carrapatos, no contexto de um projeto de endeusamento de um personagem constantemente incensado por uma potência estrangeira - justamente aquela que espionou o próprio Almirante Othon - quando se sabe que para prender corruptos não era preciso arrebentar com as maiores companhias de engenharia do país, como se está arrebentando, nem com os principais projetos bélicos e de infraestrutura em andamento, ou com a Estratégia Nacional de Defesa, arduamente erguida nos últimos anos, ou com um conjunto de programas do qual toma parte, ainda, o Astros 2020 da Avibras; a nova família de fuzis de assalto IA-2, da IMBEL; o Cargueiro Militar multipropósito KC-390 da Embraer; a nova linha de radares SABER; os 1050 novos tanques Guarani, desenhados pelo Departamento de Engenharia do Exército, até algum tempo atrás - ao que se saiba - ainda em construção pela IVECO; os novos navios de superfície da Marinha; ou o novo satélite de comunicações que atenderá às Forças Armadas.
Os alegados 4 milhões de reais em "propina" eventualmente pagos em consultoria ao Almirante Othon - uma das razões de sua condenação a mais de 40 anos de prisão - seriam, caso sejam comprovados, uma migalha diante do que ele mereceria receber, em um país mais patriótico e menos hipócrita, como cientista e como compatriota, e uma quantia irrisória, se formos considerar, por exemplo, o preço de um apartamento de quatro quartos em Higienópolis, em São Paulo - há os que são vendidos a preço de “ocasião” - ou o fato de ratos como Eduardo Cunha, Nestor Cerveró e Paulo Roberto Costa, com dezenas de milhões de dólares na Suíça, terem sido soltos pelo Juiz Sérgio Moro e, tranquilos, estarem em casa neste momento.
Só no Brasil, também, um cientista desse porte é enxovalhado, como o Vice-almirante Othon está sendo, nas redes sociais, por um bando de energúmenos, ignorantes, preconceituosos e estúpidos que não tem a menor ideia do que está ocorrendo no país, e que pensam mais com o intestino do que com a cabeça.
Só não dá para dizer que dá vergonha de ser brasileiro porque o Brasil é maior que esta corja tosca, anti-nacional, vira-lata, manipulada e ignara, e porque mesmo que os cães ladrem a caravana irá passar, finalmente, um dia, altaneira e impávida.
Como diria Cazuza, o tempo não pára.
Aos que estão arrebentando com a Pátria - e com as suas armas, seus heróis e seus exemplos - sacrificando-os no altar de suas inconfessáveis, imediatistas e rasteiras ambições, sobrará o inexorável e implacável julgamento da História.
Fonte - Do Blog de Mauro Santayana  04/08/2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

Marinha alerta para ressaca no mar com ondas de até 3 metros

 Tempo

A previsão é de ondas de até três metros de altura.Além de um aviso de "Mar Grosso", prevendo ondas de até 4 metros até as 21h de quarta-feira,29.De acordo com o órgão,foi emitido comunicado alertando para que marinas,iates clubes e empresas de transporte marítimo tomem suas precauções.

A Tarde
Luciano da Matta/Ag.A Tarde
A Marinha do Brasil alerta para a previsão de ressaca do mar, nesta terça-feira, 28, em todo o estado da Bahia. Segundo informações do Centro de Hidrografia da Marinha, a advertência vale até as 9h de quinta-feira, 30. A previsão é de ondas de até três metros de altura. Além de um aviso de "Mar Grosso", prevendo ondas de até 4 metros até as 21h de quarta-feira, 29.
De acordo com o órgão, foi emitido comunicado alertando para que marinas, iates clubes e empresas de transporte marítimo tomem suas precauções. Também foram divulgados alertas por fonia, em VHF, e fax para fortalecer o dever da atenção no mar.
Em caso de emergência, os cidadãos devem entrar em contato, em qualquer horário, por meio do telefone (71) 3507-3777. Pedidos de auxílio também podem ser feitos para o Salvamar Leste, operado pelo Comando do 2º Distrito Naval, através do telefone 08002843878.
Fonte - A Tarde  28/06/2016

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Estudo da Marinha aponta alta concentração de metais no Rio Doce

Meio Ambiente

Estudo feito com a Marinha do Brasil sobre o impacto da lama de rejeitos que vazou no Rio Doce encontrou alta concentração de quatro metais pesados.A pesquisa levou em conta amostras colhidas na foz do Rio Doce e no litoral norte do Espírito Santo pelo navio Vital de Oliveira, em novembro de 2015. Foi constatada alta concentração de quatro metais pesados.

Léo Rodrigues
Correspondente da Agência Brasil

Leonardo Merçon/Instituto Últimos Refúgios/Divulgação
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgou, nesta quarta-feira (20), os resultados do estudo feito com a Marinha do Brasil sobre o impacto da lama de rejeitos que vazou no final do ano passado após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana (MG).
A pesquisa levou em conta amostras colhidas na foz do Rio Doce e no litoral norte do Espírito Santo pelo navio Vital de Oliveira, em novembro de 2015. Foi constatada alta concentração de quatro metais pesados. No entanto, não foi possível confirmar a relação entre a contaminação e os rejeitos vazados na tragédia.
Na região marítima próxima à foz do Rio Doce, foi observada a presença de arsênio, manganês e selênio acima do limite estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Já na região de água doce foi encontrado excesso de manganês, selênio e chumbo. Em suas considerações finais, o relatório com os resultados sugere que os órgãos públicos competentes acompanhem “os impactos do acúmulo dos metais, principalmente aqueles em maiores concentrações".
Em nota, a Samarco informou que não teve acesso ao relatório da Marinha, mas destacou que a composição de seu rejeito não tem metais pesados. A mineradora disse ainda que faz, desde o dia 7 de novembro de 2015, o monitoramento da qualidade da água e sedimentos em 118 pontos distribuídos ao longo da bacia do Rio Doce e no mar e também destacou um estudo da Agência Nacional de Águas (ANA) feito em dezembro de 2015. A agência teria indicado que "no mesmo período em que a Marinha analisou o ambiente marinho, a qualidade da água do Rio Doce já se encontrava em condições semelhante aos padrões observados em 2010".

ICMbio
No início do mês, o Ministério Público Federal (MPF) divulgou os resultados de uma pesquisa feita pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que também apontava contaminação do mar e de animais marinhos no litoral do Espírito Santo. A confirmação de altos níveis de arsênio, chumbo e cádmio levaram o procurador Jorge Munhós de Souza a recomendar a ampliação da área de proibição da pesca na foz do Rio Doce.
Os estudos do ICMBio também não permitiram afirmar com segurança que a contaminação era decorrente da chegada ao oceano dos rejeitos de mineração espalhados após o rompimento da barragem da Samarco. Na ocasião, a mineradora disse que os estudos apresentados pelo ICMBio eram preliminares e não conclusivos.
“O que chama atenção até o momento é que os próprios pesquisadores não apontam uma relação entre os resultados encontrados e o episódio de Mariana. Inclusive os metais encontrados não estão associados ao tipo de rejeito que havia na barragem”, disse o gerente de engenharia ambiental da Samarco Paulo Cezar de Siqueira.

Fred Loureiro/Secom ES
Sigilo
Os resultados do estudo haviam sido considerados sigilosos pela Marinha e ficaram restritos por mais de três meses
Os resultados do estudo haviam sido considerados sigilosos pela Marinha e ficaram restritos por mais de três meses. Sua liberação ocorre após a organização não governamental (ONG) Transparência Capixaba anunciar que entraria com uma ação na Justiça para poder ter acesso ao documento. "Pela Lei de Acesso à Informação, não há absolutamente qualquer motivo para que estas informações sejam consideradas sigilosas ou que envolvam a segurança nacional", disse ontem (19) o integrante da ONG Edmar Camata.
Apesar da queda do sigilo, a Marinha se recusou a fornecer o documento à reportagem, que foi obtido somente por meio do Ibama. Nessa terça-feira (19), a ONG Transparência Capixaba havia criticado a dificuldade para se obter informações referentes aos desdobramentos do rompimento da barragem em Mariana.
"Desde que ocorreu a tragédia, há uma déficit de informação muito grande. Quando começamos a demandar alguns órgãos públicos, notamos que havia um conluio das empresas e dos governos para negar informação", disse.
A barragem do Fundão, no distrito de Bento Rodrigues em Mariana (MG), se rompeu no dia 5 de novembro de 2015 ocasionando a morte de 19 pessoas. Considerada a maior tragédia ambiental do Brasil, o episódio também causou destruição de vegetação nativa e poluiu as águas da bacia do Rio Doce.
Fonte - Agência Brasil  21/04/2016

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Quilombolas do Rio dos Macacos acham insuficiente a área delimitada pelo Incra

Quilombolas

Os moradores reivindicam a demarcação de 270 hectares no local onde se estabeleceu o Quilombo Rio dos Macacos, na região da Base Naval de Aratu (Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador).

A Tarde
Yuri Silva
Marco Aurélio Martins | Ag. A TARDE
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) reconheceu nesta terça-feira, 26, como de uso histórico da comunidade remanescente de quilombo 301,3 hectares de território disputado com a Marinha do Brasil. Contudo, o órgão federal delimitou apenas 104 hectares, destinando-os à regularização agrária de 67 famílias lá residentes.
Os moradores reivindicam a demarcação de 270 hectares no local onde se estabeleceu o Quilombo Rio dos Macacos, na região da Base Naval de Aratu (Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador).
O reconhecimento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) e inclui o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTDI) elaborado pelo Incra durante os últimos dois anos.
"Colocamos essa proposta na mesa e cobramos uma resposta da presidente Dilma. A comunidade vai se reunir para conversar, mas ainda esperamos uma resposta do governo", reforçou nesta terça uma das líderes da comunidade quilombola, Rosimeire Messias dos Santos.
A afirmação foi feita após uma reunião dos quilombolas com representantes da Associação de Advogados dos Trabalhadores Rurais do Estado da Bahia (AATR-BA) e do movimento negro baiano. A partir de agora, a Marinha brasileira e os moradores têm 30 dias para se manifestar e 90 para contestar a delimitação do espaço.

Acesso a rio
Segundo a vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN), a socióloga Vilma Reis, algumas reivindicações da comunidade ficaram fora da proposta do governo federal. Uma delas é o uso comum da água do rio que corre no local.
"Mesmo com a recusa da proposta pela comunidade na última audiência, o governo publicou a demarcação dos 104 hectares de forma autoritária. O Estado brasileiro foi indiferente à proposta da comunidade de Rio dos Macacos", criticou a socióloga.
Em contrapartida, o titular da Secretaria Nacional de Articulação Social, Paulo Maldos, designado pelo governo federal para falar à imprensa sobre o assunto, afirmou à equipe de reportagem de A TARDE que "o relatório compatibilizou duas fontes de direito, reconhecendo a comunidade e, ao mesmo tempo, preservando a Base Naval, considerada de importância estratégica para a proteção do país como um todo".

Promessa
Conforme Maldos, o governo federal pretende levar à região de Rio dos Macacos políticas públicas inexistentes atualmente, como, por exemplo, saneamento básico e auxílio na administração ambiental da área.
"É dever do Estado auxiliar na gestão deste território, conforme o padrão cultural quilombola, para garantir a continuação da comunidade histórica", assinalou Paulo Maldos.
Uma entrada alternativa à da Base Naval também entrou na proposta. Atualmente, os quilombolas precisam passar pela guarita do local para acessar à comunidade, o que já resultou em sério atrito.
Uma reunião entre o governo federal e representantes do Quilombo Rio dos Macacos para discutir o tema está sendo programada para o dia 5 de setembro, na capital federal (sede do Incra).
A TARDE tentou ouvir a Marinha sobre o assunto, mas até a publicação desta reportagem os questionamentos feitos não foram respondidos.
Fonte - A Tarde  27/08/2014

terça-feira, 6 de maio de 2014

Quilombolas e Marinha voltam a discutir impasse sobre área na Bahia

Direitos Humanos

No encontro, os quilombolas devem dar uma resposta à proposta feita pelo governo na última reunião, no dia 11 de março deste ano, de ceder à comunidade 86 hectares de terra da área reivindicada.

Da Agência Brasil
foto - ilustração
Representantes dos quilombolas do Rio dos Macacos e do Ministério da Defesa voltam a se reunir hoje (6) para discutir a permanência da comunidade em uma área da Marinha, na Bahia, informou o Ministério Público Federal no estado (MPF/BA).
No encontro, os quilombolas devem dar uma resposta à proposta feita pelo governo na última reunião, no dia 11 de março deste ano, de ceder à comunidade 86 hectares de terra da área reivindicada.
O governo também propôs a construção de uma estrada para que os quilombolas tenham acesso independente ao local. Atualmente, os moradores precisam passar por portaria controlada pela Marinha para ter acesso à área, o que provocou tensões entre militares e quilombolas.
Representantes do MPF/BA ajudarão nas negociações, na reunião prevista para começar às 10h, na sede do MPF, na Vila Naval da Barragem, na região metropolitana de Salvador.
A comunidade fica no município de Simões Filho, região metropolitana da capital baiana, e é objeto de uma disputa entre a Marinha, que considera a terra de sua propriedade, e os quilombolas. O terreno é vizinho da Base Naval de Aratu, na Praia de Inema. Desde 2010, a Marinha pretende ampliar as instalações da base, onde residem famílias de militares.
De acordo com o MPF, vão participar também da audiência o chefe de gabinete do Ministério da Defesa, Antônio Thomaz Lessa, e representantes da Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade Racial, da Secretaria Nacional de Articulação Social da Presidência da República, da Associação dos Advogados dos Trabalhadores Rurais e da Defensoria Pública da União.
Fonte - Agência Brasil  06/05/2014

terça-feira, 18 de março de 2014

Concursos abrem 18 mil vagas com salários de até R$ 22 mil

Utilidade Publica

O Banco do Brasil está com inscrições abertas para concurso público que irá preencher cadastro de reserva para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho, técnico de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho.
As inscrições custam R$ 45 e R$ 83, dependendo do cargo, e devem ser realizadas até o dia 20 de março por meio do site da Cesgranrio.

TB
foto - ilustração
Concursos públicos em todo o País com inscrições abertas oferecem atualmente 18.307 vagas para todos os níveis, com salários de até R$ 22 mil, como no caso das vagas para juiz de direito substituto no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. As oportunidades são para diversas regiões do País. Confira processos seletivos que estão na fase inicial.
Algás
A Gás de Alagoas S.A. (Algás) abriu inscrições para preencher 100 vagas com salários de até R$ 5.750,20. Os cargos são de assistente de processos organizacionais, técnico de processos operacionais, analista de processos organizacionais e engenheiro.
As inscrições vão até o dia 10 de abril e a taxa varia de R$ 60 a R$ 80. Os interessados devem se candidatar por meio do site da Copeve.
Banco do Brasil
O Banco do Brasil está com inscrições abertas para concurso público que irá preencher cadastro de reserva para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho, técnico de segurança do trabalho, enfermeiro do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho.
As inscrições custam R$ 45 e R$ 83, dependendo do cargo, e devem ser realizadas até o dia 20 de março por meio do site da Cesgranrio.
Dicas, perguntas e erros na hora da entrevista de emprego
Corsan
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) abriu inscrições para preencher 242 vagas em diversos cargos (confira o edi al). Os salários variam de R$ 2.290,97 até R$ 6.154,00, mais vantagens.
As inscrições devem ser realizadas até o dia 21 de março por meio do site. As taxas são de R$ 63,69 e R$ 145,21.
Fundacentro
Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) abriu inscrições para preencher 30 vagas de nível médio. Os salários variam de R$ 2.205,20 a R$ 4.793,20.
De acordo com o edital, as vagas são para Belém, Distrito Federal, Campinas (SP), Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo. As inscrições devem ser realizadas até o dia 4 de abril por meio do site da Vunesp. A taxa é de R$ 52.
Funarte
Fundação Nacional das Artes (Funarte) abriu inscrições para concurso público que irá preencher 50 vagas de nível médio e superior, conforme o edital. Os salários variam de R$ 2.818,02 a R$ 4.247,82.
Entre as vagas disponíveis estão contador, administração e planejamento, contrarregra, assistente administrativo e assistente financeiro. As inscrições devem ser realizadas até o dia 3 de abril por meio do site da FGV Projetos.
Hospital das Clínicas da UFMG
O Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está com inscrições abertas para preencher 1.474 vagas. As vagas são para pessoas formadas em nível médio e superior (confira as vagas no edital), com salários de até R$ 7.744,00.
As inscrições devem ser realizadas no site do Instituto APCD até o dia 27 de abril. As taxas são de R$ 35 e R$ 55, dependendo do cargo escolhido.
Hospital das Clínicas da UFPE
A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares abriu inscrições para preencher 881 vagas e cadastro reserva no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). As vagas são para cargos de nível médio e superior, conforme o edital, e os salários variam de R$ 1.630 a R$ 7.774.
As inscrições devem ser realizadas até o dia 27 de março por meio do site, e as taxas variam de R$ 30 a R$ 50.
Marinha
A Marinha abriu processo seletivo para preencher 2.200 vagas para aprendizes de marinheiro. O salário não foi informado no edital.
Para se inscrever é necessário ter 18 anos completos e menos de 22 anos. As inscrições devem ser realizadas até o dia 20 de março por meio do site www.ensino.mar.mil.br ou www.ingressona marinha.mar.mil.br.
Polícia Civil
A Polícia Civil abriu inscrições para preencher 1.384 vagas de investigador de polícia. O jornada de trabalho é de 40 horas semanais e o salário é de R$ 3.160,08.
Para participar do concurso, os candidatos devem ter nível superior em qualquer área. As inscrições vão até o dia 13 de abril por meio do site www.vunesp.com.br. A taxa é de R$ 63,92.
Receita Federal
A Receita Federal abriu inscrições para o concurso público que visa preencher 278 vagas de auditor fiscal, com salários de R$ 14.965,44. Para participar da seleção, os candidatos devem ter diploma de curso superior concluído em qualquer área.
As inscrições podem ser feitas no período de 13 a 27 de março pelo site www.esaf.fazenda.gov.br. A taxa é de R$ 130.
TJ Rio de Janeiro
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro abriu inscrições para preencher 22 vagas de juiz substituto. O cargo exige nível superior em direito, além de experiência mínima de três anos de atuação na área. O salário é de R$ 22.797,33.
As inscrições devem ser realizadas até o dia 11 de abril por meio do site da Vunesp. A taxa é de R$ 200.
Secretaria de Saúde do Amazonas
A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) abriu concurso público para preencher 11.646 vagas para os níveis fundamental, médio e superior. Os editais com os cargos podem ser consultados na página da FGV Projetos.
As inscrições devem ser efetuadas exclusivamente pela internet por meio do site da FGV até o dia 24 de março. As taxas variam de R$ 40 a R$ 60, dependendo do cargo.
Fonte - Tribuna da Bahia  18/03/2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Marinha inicia grande operação de fiscalização em águas brasileiras

Brasil

Além da região conhecida por Amazônia Azul – compreendida por um território de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, que batiza a operação – embarcações da Marinha farão patrulhamento e inspeção naval por rios e lagos brasileiros.

Marcelo Brandão 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A Marinha do Brasil iniciou, hoje (17), a Operação Amazônia Azul, cujo objetivo é intensificar a fiscalização da região marítima brasileira. Coordenada pelo Comando de Operações Navais, a operação também será utilizada para preparar os militares da Marinha para atuação durante a Copa do Mundo.
Serão cerca de 30 mil militares, 60 navios, 15 aeronaves e embarcações das capitanias dos Portos. Esse é o maior efetivo empregado simultaneamente nas chamadas águas jurisdicionais brasileiras. Dentre as ações previstas, os fuzileiros navais vão trabalhar na defesa de portos, terminais petrolíferos e plataformas de petróleo.
Além da região conhecida por Amazônia Azul – compreendida por um território de 4,5 milhões de quilômetros quadrados, que batiza a operação – embarcações da Marinha farão patrulhamento e inspeção naval por rios e lagos brasileiros. Outras instituições vão participar da operação, dentre elas a Força Aérea Brasileira (FAB), o Departamento de Polícia Federal (DPF) e a Secretaria de Receita Federal.
Apesar de não serem banhados pelo mar, o Distrito Federal (DF) e o estado de Goiás também estão no mapa da operação. Entre os dias 17 e 22 de fevereiro, fuzileiros navais vão reforçar a fiscalização do tráfego aquaviário no Lago Paranoá, no DF, e na região de Caldas Novas (GO). Nesses locais, a Polícia Militar Ambiental e o Corpo de Bombeiros vão prestar apoio. Os condutores de barcos, lanchas, moto aquática e outras embarcações, que não estiverem em dia com suas documentações, poderão receber notificação, multa, ou ter a carteira e a embarcação apreendidas.
Fonte - Agência Brasil  17/02/2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Marinha abre inquérito para investigar agressão a quilombolas na Bahia

Quilombolas


R7.com
O caso aconteceu no dia 6 de janeiro, mas só agora as imagens foram divulgadas. O autônomo Ednei dos Santos e a esposa Rosimeire dos Santos foram agredidos por oficiais, quando tentavam voltar para a comunidade quilombola. Segundo a Marinha, quatro dos seis militares que aparecem nas imagens já estão afastados





quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Quilombolas acusam fuzileiros navais de derrubar residência

Quilombolas

Conflitos entre quilombolas e Marinha são antigos

Milena Fahel
Raul Spinassé | Ag. A TARDE
A casa do morador do Quilombo Rio dos Macacos, Luiz Oliveira, 52 anos, foi destruída no final da manhã desta quinta-feira, 30, em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador (RMS). Segundo informações da irmã do quilombola, Olinda Oliveira, cerca de 20 fuzileiros navais invadiram a comunidade e derrubaram a residência.
O fato ocorreu durante reunião de validação da construção de uma estrada independente de acesso ao quilombo - atualmente, os moradores da comunidade precisam passar por uma guarita pertencente à Marinha.
Os militares teriam aproveitado a dispersão da comunidade, em reunião com o Comandante da Marinha em Brasília, Almirante Nazareth e o chefe de gabinete do Ministério da Defesa, Antonio Lessa, para invadir o quilombo. As ações da Marinha são antigas e visam a desapropriação da área de 301 hectares para uso próprio.
"A Marinha não é autoridade maior nessa cidade não. Eu nasci aqui, eu já passei por tudo quanto é coisa ruim por causa das barbaridades da Marinha. Queremos justiça", desabafou a irmã do quilombola.
O dono da residência destruída, a esposa, Ana Rita, 31 anos, e os três filhos do casal estão na casa da mãe do quilombola, Maria Oliveira. Ninguém ficou ferido durante a ação.
Representantes do coletivo Quilombo X, da Fundação Palmares, do Coletivo de Entidades Negras (CEN) e da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) foram até o local e, após negociações com a Marinha, conseguiram a garantia de materiais de construção para o dono da casa atacada.
O comandante do 2º Distrito Naval, vice-almirante Monteiro Dias, confirmou ter ordenado a derrubada do telhado. "Quis ganhar tempo para avisar ao juiz da construção irregular dessa casa. Há uma decisão judicial que impede construções ali", disse o comandante.
Ainda segundo o vice-almirante, a Marinha já ofereceu duas vezes áreas para construção de casas e os quilombolas não aceitaram.
Fonte - A Tarde  30/01/2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

SAVEIROS voltam a colorir o mar baiano

Saveiros da Bahia

Rayllana Lima
TB
foto - ilustração
No início da tarde de ontem (26), a tradicional regata de saveiros encantou os baianos e turistas que estavam aproveitando o domingo ensolarado no Porto da Barra, um dos pontos turísticos de Salvador. A 42ª edição da Regata João das Botas reuniu cerca de 100 embarcações que deixaram a paisagem da praia da Barra ainda mais encantadora. Os primeiros colocados foram premiados.
Organizada pelo Comando do 2º Distrito Naval, através da Capitania dos Portos da Bahia (CPBA), e com patrocínio da Braskem, a competição proporcionou um verdadeiro baile de veleiros e saveiros nas águas baianas. Embarcações dos tipos saveiros de vela içar, saveiros de vela de pena, canoas, barcos de pesca e catraias, foram distribuídas em 12 classes, saindo do Porto da Barra, indo até as boias próximas do farol de Mar Grande, e retornando para o ponto de início.
De acordo com o comandante José Antônio Freitas Costas, organizador do evento desde 2005, manter a tradição é muito importante, mas o esperado era que pelo menos 150 embarcações fossem inscritas. “Os saveiros já foram um meio de transporte na cidade. É uma pena que o número de inscrito cai a cada edição. Mas, nessa competição, a data coincidiu com a festa de Jaguaribe, e muitas embarcações foram prestigiar a festa”, explicou.
Sobre a competição, o comandante confessou que se emociona ao ver a largada. “Cada vez que vejo as velas içar saindo, me emociono. Sinto que estou ajudando a manter a tradição”, desabafou. Não é a primeira vez que a gerente de vendas Fabiana Magalhães, 40, assiste a uma regata de saveiros. Ela já chegou a participar de uma competição, e afirma que a sensação é incrível. “É muito bonito ver todas as embarcações saindo juntas. Já participei da Regata Aratu-Maragojipe e foi fantástico”, exclama a gerente de vendas.
Fabiana estava admirando a largada das outras classes enquanto esperava por seu marido, Ricardo Tavares, que estava em um dos primeiros saveiros a sair. Orgulhosa, ela informou que ele foi o idealizador do Dia Municipal do Saveiro, comemorado no dia 19 de janeiro.
“Ele é apaixonado por saveiros e propôs a Câmara que o dia fosse comemorado. Ricardo já chegou a expor miniaturas de saveiros feitos por ele”, explicou. Ela informou ainda que, Ricardo Tavares, que é escritor, está escrevendo um livro sobre a história dos saveiros.
foto - ilustração
Espetáculo no mar do Porto
Soteropolitanos e turistas ficaram encantados com o visual que a regata deu ao Porto da Barra. Para a francesa de 23 anos, que está há apenas três dias em Salvador, e preferiu se identificar apenas como Carlita, foi uma surpresa encontrar mais uma paisagem tão bonita nas praias baianas. “Estava passando e vi o espetáculo no mar. Achei muito bonito”, disse. O aposentado Adalberto Oliveira, 65, aproveitou o dia para espairecer enquanto tomava uma cervejinha,e admirava a regata. “Aposentado já fica o dia todo em casa, como fiquei sabendo da competição, decidi me divertir um pouco. E valeu a pena, a largada foi bonita demais”.
Já para a psicóloga Camila Baqueiro, 34, o evento poderia ter sido melhor. Ela estava passando pela Barra com sua irmã Patrícia Baqueiro, 41, e ambas não sabiam do evento. Mas decidiram parar para admirar o ambiente.
Segundo Camila Baqueiro, faltou mais organização. “Achei o ambiente confuso. Não é uma praia convidativa. É bonita a questão da regata, mas o domingo no Porto da Barra por si só já é tumultuado, e as pessoas não preservam a praia, jogando todo o lixo consumido na areia. Eu teria aproveitado mais a competição se tivesse sido em um lugar mais calmo”, desabafou.
A ideia surgiu em 1969, quando várias embarcações de Salvador fizeram um belo espetáculo para a despedida de uma escuna. A Regata foi criada para marcar o sesquicentenário da Independência na Bahia, em 1973. Seu nome homenageia o herói da guerra de Independência da Bahia, em 1823, João das Botas.
Fonte - Tribuna da Bahia  27/01/2014

sábado, 28 de setembro de 2013

Concluída operação para desencalhar navio na Baía de Guanabara

Meio Ambiente

Flávia Villela 
Agência Brasil
Concluída operação para desencalhar navio cargueiro
 Angra Star, na Baía de Guanabara,
 hoje (27/9) (Luiz Morier/Governo do Rio de Janeiro)
Rio de Janeiro – A Marinha e a Secretaria do Ambiente finalizam hoje uma operação destinada a desencalhar o navio Angra Star, parcialmente afundado na Baía de Guanabara. De acordo com a Marinha, não há risco iminente de desastre ambiental, porque foram retirados o óleo combustível, lubrificantes e resíduos oleosos da embarcação. 
Hoje (27) foi feito um trabalho de reflutuação, que consiste em colocar a embarcação para flutuar novamente. O próximo passo é a retirada do navio do local.
A embarcação estava, desde fevereiro, com cerca de um terço do casco submerso, sem tripulação, e teve barris de óleo saqueados e instrumentos de navegação danificados. O furto de peças que mantém a estabilidade da embarcação causaram o afundamento, segundo a secretaria. No dia 9 de setembro, a empresa avisou a Capitania dos Portos que o navio corria risco de naufragar. Foi aberto inquérito para apurar as causas do encalhe. A previsão de conclusão do inquérito é 90 dias.
A Marinha informou que a proprietária do Angra Star, Frota Oceânica e Amazônica S/A, tem mais três navios na Baía de Guanabara: Rio, Jari e Recife, todos em situação semelhante de abandono, possivelmente em função de litígio entre o armador e o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). Após uma inspeção no navio Rio, que também está encalhado, a Capitania dos Portos constatou que a embarcação não apresenta risco iminente de afundamento. Os navios Jari e Recife estão atracados, sem risco de acidentes.
Segundo a Marinha, existem 51 cascos abandonados ao redor da Ilha de Conceição, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, que estão sendo retirados em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente. Do total, 31 foram leiloados e os futuros donos têm a obrigação de removê-los. O restante será leiloado em outubro.
Fonte - EBC  27/09/2013

sábado, 17 de agosto de 2013

Marinha escolta barco japonês por pesca irregular

Meio Ambiente

Barco foi escoltado pela Marinha até Salvador.De acordo com fiscais do Ibama, a tripulação não apresentou em alto-mar a autorização para pesca de atum em águas brasileiras, o que levou a escolta da embarcação.

Da Redação
C/ informações de Fábio Bittencourt
Fotos - Fernando Amorim | Ag. A TARDE
Um barco japonês, apreendido na costa de Maceió, em Alagoas, atracou neste sábado, 17, no Porto de Salvador, depois de ser escoltado por uma patrulha da Marinha. De acordo com fiscais do Ibama, a tripulação não apresentou em alto-mar a autorização para pesca de atum em águas brasileiras, o que levou a escolta da embarcação. Mas os responsáveis pela empresa Atlântico Tuna, do Rio Grande do Sul, que arrendou o barco japonês, entregaram a documentação ao atracar na capital baiana.

 
Ibama suspeita de irregularidade nos
equipamentos usados na pesca de atum
Fiscais do Ibama, Vigilância Sanitária e da Marinha vistoriam a embarcação e verificam se há alguma irregularidade. Há suspeita que os equipamentos utilizados na pesca não seguem as normas brasileiras. Nos últimos dias, a Marinha apreendeu outros dois barcos da empresa do Rio Grande do Norte por conta de irregularidades.
A embarcação tem capacidade para armazenar 200 toneladas de pescado a uma temperatura de - 60º C, o que permite que o atum fique guardado por até dois anos.

Fiscais do Ibama vistoriaram
 embarcação japonesa
Fonte - A Tarde  17/08/2013