UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Competição reúne 700 ciclistas na Chapada Diamantina

Ciclismo  🚲

A prova terá largada às 8h de domingo (8), na Praça dos Garimpeiros, com premiação às 14h no mesmo local.A disputa, que vale pontos para o ranking estadual e tem pontuação máxima para o ranking nacional de XCM (categoria que mescla locais de terra, trilhas e asfalto), será uma competição mista. 

Da Redação 
foto - ilustração/Twiter
A partir desta sexta-feira (6), o município de Mucugê será o destino do mountain bike nacional. A 7ª edição do Desafio Mucugê de MTB vai reunir 700 ciclistas na região da Chapada Diamantina. A prova terá largada às 8h de domingo (8), na Praça dos Garimpeiros, com premiação às 14h no mesmo local.
A disputa, que vale pontos para o ranking estadual e tem pontuação máxima para o ranking nacional de XCM (categoria que mescla locais de terra, trilhas e asfalto), será uma competição mista. Participam homens e mulheres, com idades entre 14 e 70 anos da Bahia e outros cinco estados brasileiros. As categorias são oficiais e não oficias, fazendo um trajeto de 74 quilômetros e 36 quilômetros, respectivamente, pelas belas paisagens do município.
O calendário do evento terá início com um congresso técnico às 19h desta sexta-feira (6). No sábado (7) ocorrerá a entrega de kits para os atletas. Promovida pela Federação Bahiana de Ciclismo, juntamente com a Prefeitura Municipal e a Paraguaçu Eventos, a competição tem apoio financeiro do Governo do Estado, por meio da Superintendência dos Desportos (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre),
Com informações da Secom BA  06/09/2019

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Jogos Mundiais Indígenas - Palmas se prepara para receber atletas de todo o mundo

Jogos Mundiais Indígenas

Segundo o articulador, a cidade de Palmas, capital de Tocantins, já recebeu a visita do ministro do Esporte, George Hilton, para saber como estão as obras e conheceu os locais que vão abrigar os atletas, as escolas municipais que receberão modalidades desportivas e a Universidade Federal de Tocantins, onde está sendo construída uma pista de atletismo.

Revista Amazônia

O Brasil vai sediar em outubro os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. O Revista Brasil desta quinta- feira (13) conversou com o articulador Internacional dos Jogos, Marcos Terena. Ele informa que 16 países já estão confirmados, e outros 40 países querem entrar, mas não existe lugar para todos e por isso há um desafio que está sendo discutindo para levantar essa bandeira do esporte indígena.
Confira as informações sobre os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas nesta entrevista ao Revista Brasil, na Rádio Nacional de Brasília.
Segundo o articulador, a cidade de Palmas, capital de Tocantins, já recebeu a visita do ministro do Esporte, George Hilton, para saber como estão as obras e conheceu os locais que vão abrigar os atletas, as escolas municipais que receberão modalidades desportivas e a Universidade Federal de Tocantins, onde está sendo construída uma pista de atletismo.
Ele conta que os jogos são voltados também para a sustentabilidade para a cultura dos índios. E avalia que todo mundo pensa que o índio só sabe atirar flecha, mas sabe muitas outras coisas, então essa é apenas uma das modalidades da competição entre muitas outras como canoagem, corrida de rua, natação, arco-flecha, tiro de lança, zarabatana, com o futebol masculino e feminino.
Ele ressalta que todos os indígenas chegarão em Palmas no dia 20 de outubro para uma adaptação com o clima e toda a riqueza desportiva.
Marcos Terena também faz um alerta importante. ” tem um trabalho por trás de tudo isso que é a afirmação da identidade dos povos. Não é só um campeonato de indíos, pois tem a coisa de fortalecer a identidade de cada povo, principalmente dos jovens. Estamos discutindo com o Ministério da Educação (MEC) a criação de uma universidade indígena”, comenta.
Fonte - Revista Amazônia  17/08/2015

sábado, 14 de março de 2015

Torneio internacional de robótica entre jovens chega à final amanhã em Brasília

Ciência & Tecnologia

A competição é promovida pelo grupo dinamarquês Lego e pela organização norte-americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), em mais de 80 países, e envolve mais de 200 mil jovens por ano. No Brasil, este é o décimo primeiro ano do campeonato, que ocorre há 17 anos no mundo. O Serviço Social da Indústria (SESI) está à frente do evento no país.

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil 
foto - Ag.Brasil
A final do Torneio de Robótica First Lego League será realizada amanhã (15), em Brasília, e a expectativa é que a competição atinja níveis internacionais, pois os vencedores terão a chance participar de torneios no exterior, sendo o principal deles o World Festival, em Saint Louis, nos Estados Unidos, com as melhores equipes do mundo, além das etapas na Austrália e na África do Sul.
Um dos objetivos do encontro é discutir a aprendizagem do futuro e fazer com que a busca pelo conhecimento seja mais instigante e criativa. As equipes são formadas por jovens, com idades entre 9 e 16 anos, que trouxeram para o Centro de Convenções Ulysses Guimarães, além dos robôs, projetos interessantes, como ajudar surdos a ouvir música ou facilitar o ensino de matemática para crianças pequenas.
Adriano Machado, um dos juízes da competição, acredita que assistir à final pode ser um grande programa para a população de Brasília neste domingo. Empresário da área de engenharia mecatrônica, ele destaca que o evento é fundamental para fomentar a importância das carreias na área de ciências e tecnologia. Dez seletivas foram feitas no Brasil, com 3,5 mil estudantes de 9 a 16 anos, e as 60 melhores equipes vieram para Brasília
“Hoje, não só no Brasil, mas no mundo, vivemos a falta de cientistas. Então, essa é uma maneira lúdica de chamá-los e mostrar que, por trás de todos aqueles cálculos complexos que se vê durante todo o ensino médio e nos primeiros anos dos cursos de engenharia, existe muita coisa interessante”, disse. Ele avisa que a final, amanhã, mostrará um desempenho das equipes acima das expectativas. Já nas seletivas, informou, o nível foi muito alto: “As equipes que se classificarem estão em nível internacional, realmente. E apesar da competição, o clima é de parceria”.
foto - Ag.Brasil
A competição é promovida pelo grupo dinamarquês Lego e pela organização norte-americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First), em mais de 80 países, e envolve mais de 200 mil jovens por ano. No Brasil, este é o décimo primeiro ano do campeonato, que ocorre há 17 anos no mundo. O Serviço Social da Indústria (SESI) está à frente do evento no país.
A professora Ana Paula Suzuki, de Catalão (GO), acredita que, além dos valores essenciais, que ressaltam nos estudantes o trabalho em equipe, é importante a cooperação entre eles, que aprendem também a ouvir. ”Acho que foi uma das principais características na vida deles. Acho que deveriam fazer competições como essas para outras faixas etárias e não só entre 9 e 15 anos. Conseguimos ver que ideias simples foram transformadas em modos interessantes de ensinar, por exemplo”, comentou.
A estudante Bruna Shultz, de 14 anos, vinda de Itapetininga (SP), estava radiante. “É gostoso estar aqui. É uma experiência muito nova. Nosso projeto tem a ver com a melhoria do aprendizado da política utilizando a tecnologia. Todos vão gostar”, disse, entre gritos e pulos comuns no ambiente da competição. Já Giovana Correa, de Goiânia, 13 anos, defendia a performance do robô de sua equipe: “Achei o encontro muito bom e diferente do nosso dia a dia. Isso deverá ter influência na nossa profissão no futuro. Penso em fazer engenharia civil”.
Com dois filhos pequenos, um no colo, a servidora pública Luana Salgado Quilici, pensa que a evento é importante para despertar a curiosidade científica nas crianças, trazer para realidade deles os estudos acadêmicos e despertar desde cedo o cientista que há dentro de cada um de nós.
Fonte - Agência Brasil  14/03/2015

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

SAVEIROS voltam a colorir o mar baiano

Saveiros da Bahia

Rayllana Lima
TB
foto - ilustração
No início da tarde de ontem (26), a tradicional regata de saveiros encantou os baianos e turistas que estavam aproveitando o domingo ensolarado no Porto da Barra, um dos pontos turísticos de Salvador. A 42ª edição da Regata João das Botas reuniu cerca de 100 embarcações que deixaram a paisagem da praia da Barra ainda mais encantadora. Os primeiros colocados foram premiados.
Organizada pelo Comando do 2º Distrito Naval, através da Capitania dos Portos da Bahia (CPBA), e com patrocínio da Braskem, a competição proporcionou um verdadeiro baile de veleiros e saveiros nas águas baianas. Embarcações dos tipos saveiros de vela içar, saveiros de vela de pena, canoas, barcos de pesca e catraias, foram distribuídas em 12 classes, saindo do Porto da Barra, indo até as boias próximas do farol de Mar Grande, e retornando para o ponto de início.
De acordo com o comandante José Antônio Freitas Costas, organizador do evento desde 2005, manter a tradição é muito importante, mas o esperado era que pelo menos 150 embarcações fossem inscritas. “Os saveiros já foram um meio de transporte na cidade. É uma pena que o número de inscrito cai a cada edição. Mas, nessa competição, a data coincidiu com a festa de Jaguaribe, e muitas embarcações foram prestigiar a festa”, explicou.
Sobre a competição, o comandante confessou que se emociona ao ver a largada. “Cada vez que vejo as velas içar saindo, me emociono. Sinto que estou ajudando a manter a tradição”, desabafou. Não é a primeira vez que a gerente de vendas Fabiana Magalhães, 40, assiste a uma regata de saveiros. Ela já chegou a participar de uma competição, e afirma que a sensação é incrível. “É muito bonito ver todas as embarcações saindo juntas. Já participei da Regata Aratu-Maragojipe e foi fantástico”, exclama a gerente de vendas.
Fabiana estava admirando a largada das outras classes enquanto esperava por seu marido, Ricardo Tavares, que estava em um dos primeiros saveiros a sair. Orgulhosa, ela informou que ele foi o idealizador do Dia Municipal do Saveiro, comemorado no dia 19 de janeiro.
“Ele é apaixonado por saveiros e propôs a Câmara que o dia fosse comemorado. Ricardo já chegou a expor miniaturas de saveiros feitos por ele”, explicou. Ela informou ainda que, Ricardo Tavares, que é escritor, está escrevendo um livro sobre a história dos saveiros.
foto - ilustração
Espetáculo no mar do Porto
Soteropolitanos e turistas ficaram encantados com o visual que a regata deu ao Porto da Barra. Para a francesa de 23 anos, que está há apenas três dias em Salvador, e preferiu se identificar apenas como Carlita, foi uma surpresa encontrar mais uma paisagem tão bonita nas praias baianas. “Estava passando e vi o espetáculo no mar. Achei muito bonito”, disse. O aposentado Adalberto Oliveira, 65, aproveitou o dia para espairecer enquanto tomava uma cervejinha,e admirava a regata. “Aposentado já fica o dia todo em casa, como fiquei sabendo da competição, decidi me divertir um pouco. E valeu a pena, a largada foi bonita demais”.
Já para a psicóloga Camila Baqueiro, 34, o evento poderia ter sido melhor. Ela estava passando pela Barra com sua irmã Patrícia Baqueiro, 41, e ambas não sabiam do evento. Mas decidiram parar para admirar o ambiente.
Segundo Camila Baqueiro, faltou mais organização. “Achei o ambiente confuso. Não é uma praia convidativa. É bonita a questão da regata, mas o domingo no Porto da Barra por si só já é tumultuado, e as pessoas não preservam a praia, jogando todo o lixo consumido na areia. Eu teria aproveitado mais a competição se tivesse sido em um lugar mais calmo”, desabafou.
A ideia surgiu em 1969, quando várias embarcações de Salvador fizeram um belo espetáculo para a despedida de uma escuna. A Regata foi criada para marcar o sesquicentenário da Independência na Bahia, em 1973. Seu nome homenageia o herói da guerra de Independência da Bahia, em 1823, João das Botas.
Fonte - Tribuna da Bahia  27/01/2014

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Minc reconhece que despoluição da Baía de Guanabara está longe do ideal

Meio Ambiente

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Apesar de reconhecer que as águas da Baía de Guanabara ainda estão longe das condições necessárias à realização dos Jogos Olímpicos de 2016, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, disse hoje (21) que os programas do governo do estado já em andamento, aliados a outros que estão “saindo do papel”, garantirão o cumprimento dos compromissos firmados para os Jogos de 2016.
“Que a Baía de Guanabara é poluída todos sabem. A novidade é que algum esforço está sendo feito. Em sete anos nós acabamos com todos os lixões da Baía de Guanabara o que significa a retirada do equivalente a um Maracanã de chorume por semana”, disse o secretário. O governo do Rio firmou compromisso com o Comitê Olímpico Internacional (COI) prevendo que 80% das águas da Baía de Guanabara estariam despoluídas para a competição.
Embora admita que os programas de saneamento em curso não serão suficientes para alcançar as metas acordadas com o COI, o governo fluminense diz ter um planejamento de complementação com a implantação de cinco unidades de Tratamento de Rios (UTRs). No entanto, apenas uma está pronta, enquanto quatro ainda serão lançadas nos próximos dois anos. “Embora elas não recuperem da melhor maneira a água, vão servir de paliativo para tirar o lixo do local”, admite o secretário.
Minc explicou, ainda, que as ações de combate ao lixo flutuante ajudarão nesse processo. “Estão programadas as ampliações de ecobarreiras em volta da Baía de Guanabara e um aumento no número de barcos responsáveis pela coleta de objetos. Hoje, já são retirados do local cerca de 15 mil quilos de sujeiras por dia”.
Fonte - Agência Brasil  21/11/2013

sábado, 14 de setembro de 2013

Desafio intermodal expõe falta de mobilidade no Recife

Mobilidade 

No trajeto de cerca de 9,5 km feito na noite da última quinta-feira faltavam vias adequadas para ciclistas. 

Diário de Pernambuco
foto ilustração - arquivo
A chuva da última quinta-feira tornou ainda mais difícil uma tarefa nada simples: sair do centro do Recife em direção à Zona Sul em horário de pico. De carro, bicicleta, skate, patins e até a pé, 15 voluntários do Desafio Intermodal (DIM) 2013 partiram às 18h do bairro de Santo Antônio em direção a Boa Viagem. No quesito tempo, a bicicleta levou a melhor. Os carros — um comum e um táxi — tiveram desempenhos pífios. Até Tarcizio Gouveia, que fez o percurso correndo, chegou antes dos automóveis. 

Saiba mais...
A competição entre veículos, no entanto, é o que menos interessa na discussão levantada pelo Movimento Direitos Urbanos e pelo Observatório do Recife, organizadores do evento. Às vésperas da Semana da Mobilidade, que começa nesta segunda-feira e vai até o dia 22, os que se aventuraram pelas ruas da cidade naquela noite chuvosa ajudaram a comprovar - mais uma vez - que o verdadeiro desafio do Recife é conseguir ser, de fato, intermodal.
Uma hora e meia após a largada, todos os participantes já haviam chegado ao destino final. Sob uma chuva fria que não dava trégua, sobravam críticas ao trânsito, às calçadas, à educação dos motoristas, ao lixo acumulado na cidade, à falta de informação nas paradas de ônibus em todo o trajeto de cerca de 9,5 km. Motoristas estressados colocavam em risco ciclistas que, sem infraestrutura cicloviária satisfatória, tentavam ocupar o lugar que o Código de Trânsito Brasileiro lhes reservou nas ruas e avenidas. Sem informações sobre os horários dos ônibus, usuários do transporte público estão condenados a perder tempo. Primeiro na parada. Depois, no trânsito. No Recife, o básico está em falta.
Um dia antes do desafio, o Diario fez o trajeto escolhido pela maioria dos participantes do DIM, passando pelo Cais José Estelita e pela Avenida Domingos Ferreira para sair da Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, e chegar ao Shopping Recife. No percurso, encontrou Edvaldo José do Nascimento, porteiro de 53 anos. Ele é um dos milhares de ciclistas que o Recife teima em manter invisíveis. Todos os dias, Edvaldo pedala cerca de uma hora, do Ibura, onde mora, ao Pina, onde trabalha. Segue devagar, pelo canto direito, prestando atenção ao fluxo do trânsito e aos buracos. “Se tivesse ciclofaixa, seria bem melhor”, disse...
Fonte - Diário de Pernambuco 14/09/2013