UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM,EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA
Mostrando postagens com marcador saneamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saneamento. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de julho de 2017

Nova sessão do Pleno do ConCidades dia 28 em Salvador

Desenvolvimento Urbano  🏠 🚌 🚃

O ConCidades é um instrumento de consulta e deliberação sobre políticas de desenvolvimento urbano. A entidade é composta por 122 conselheiros, sendo 60% representantes da sociedade civil e outros 40% do poder público.

Da Redação
foto -  Marco Leao/Sedur
Salvador - Mais uma sessão do Pleno do ConCidades programada para esta semana. Na próxima sexta-feira, 28, os membros do Conselho voltam a se reunir no auditório da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), onde irão discutir temas relacionados à mobilidade, planejamento e gestão territorial urbano, habitação e saneamento.
O ConCidades é um instrumento de consulta e deliberação sobre políticas de desenvolvimento urbano. A entidade é composta por 122 conselheiros, sendo 60% representantes da sociedade civil e outros 40% do poder público.
Um dia antes da sessão do Pleno (quinta-feira, 27), os membros do ConCidades participam de reuniões temáticas, divididos em quatro câmaras técnicas. O encontro visa o alinhamento entre as pautas que serão debatidas no dia seguinte.

Controle social

O ConCidades foi criado em 2007, por decisão da 3ª Conferência Estadual das Cidades. O Conselho é um instrumento de participação e controle social das políticas estaduais de planejamento e gestão territorial urbana, saneamento básico, habitação e mobilidade urbana.
Com informações da Sedur  25/07/2017

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Governo investe R$ 24 milhões em esgotamento na cidade de Ipiaú

Saneamento  👍

O governador Rui Costa visitou o município nesta sexta-feira (3) para entregar a obra que teve investimento de mais de R$ 24 milhões e vai levar melhores condições sanitárias para cerca de 19 mil moradores. Também foi inaugurada uma unidade de saúde da família e entregues ambulância, viaturas, máquinas agrícolas e barracas de feira.

Da Redação
foto - Mateus Pereira/GOVBA
A população e o meio ambiente foram beneficiados com a inauguração do sistema de esgotamento sanitário no município de Ipiaú. O governador Rui Costa visitou o município nesta sexta-feira (3) para entregar a obra que teve investimento de mais de R$ 24 milhões e vai levar melhores condições sanitárias para cerca de 19 mil moradores. Também foi inaugurada uma unidade de saúde da família e entregues ambulância, viaturas, máquinas agrícolas e barracas de feira.
Com mais de 50 quilômetros de rede coletora distribuída pela cidade, o esgoto coletado passará pela nova estação de tratamento e será lançado, tratado, no Rio de Contas, com redução de cerca de 95% de poluição. Para o governador Rui Costa, um avanço que representa sustentabilidade. “Esgotamento é muito importante para a saúde pública e para o meio ambiente e é por isso que estamos investindo e vamos continuar a investir nesse setor. Aos poucos vamos recuperando o que não foi feito no passado. A Bahia hoje ocupa posição de destaque no Nordeste e no Brasil no que se refere a investimentos em saneamento”, afirmou.
Os moradores que vivem há décadas na cidade vêm a obra também como uma forma de preservar o rio que passa pela cidade. É o caso de dona Julia Medrado, de 84 anos. "A gente precisa do Rio de Contas limpo. Hoje em dia se a gente precisa da água do Rio não dá para pegar, mas a gente agora espera voltar ao que era antes porque é muito importante para nós", disse a aposentada.
O titular da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), Cássio Peixoto, destaca os investimentos no setor. "Foram mais de 190 milhões investidos em saneamento só em 2016, na Bahia. Temos que pensar que, para cada casa, um real investido em saneamento nós estamos economizando quatro em saúde, por isso que o Governo do Estado não tem medido esforços para melhorias neste setor".
No bairro Irmã Dulce foi inaugurada a Unidade Básica de Saúde Dona Ana. O nome homenageia uma famosa parteira da cidade e, na unidade, os moradores terão acesso a atendimento médico e odontológico. Uma nova ambulância também vai ajudar no reforço à saúde do município.

Outros investimentos
O dia foi de benefícios em diferentes áreas e o governador entregou 14 viaturas para as polícias Militar e Civil da região, distribuídas para Ipiaú, Jequié, Maracás, Barra do Rocha, Jitaúna, Brejões e Santa Inês. Uma base móvel da PM e duas motos também foram entregues para a polícia de Jequié.
Para o campo, as melhorias chegaram com a entrega de barracas de feira para famílias da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Vale Água Branca e de duas máquinas agrícolas (caçamba e motoniveladora), repassadas à prefeitura.

Educação integrada
Ainda em Ipiaú, Rui Costa autorizou a Secretaria de Educação do Estado a implantar o Complexo Integrado de Educação de Ipiaú em parceria com a Universidade do Estado da Bahia (Uneb), nas instalações do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães. A Secretaria também poderá ceder parte das instalações e do terreno do Centro Territorial de Educação Profissional Médio Rio das Contas para funcionamento do Campus de Ipiaú da Uneb. Já o prédio do Colégio Estadual Professora Celestina Binttencourt será cedido para a Prefeitura Municipal.
Com informações da Secom Ba. 03/02/2017

quinta-feira, 17 de março de 2016

A cidade de Vitória da Conquista é o município mais bem saneado do Norte/Nordeste

Saneamento

No conjunto dos critérios analisados, Vitória da Conquista teve diversos destaques. Com os investimentos feitos pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), para ampliar o atendimento com abastecimento de água, o município alcançou 100% de cobertura em 2014, aparecendo em 1º lugar no ranking juntamente com outros 22 municípios.

Da Redação
foto - Elói Corrêa/GOVBA
Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, aparece mais uma vez como o município mais bem saneado, na região Norte/Nordeste, conforme a classificação do Instituto Trata Brasil no Ranking do Saneamento 2016. Divulgado esta semana, o estudo realizado pela organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) avaliou os 100 maiores municípios brasileiros e os dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS 2014). As cidades de Salvador e Feira de Santana também foram incluídas no relatório.
No conjunto dos critérios analisados, Vitória da Conquista teve diversos destaques. Com os investimentos feitos pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), para ampliar o atendimento com abastecimento de água, o município alcançou 100% de cobertura em 2014, aparecendo em 1º lugar no ranking juntamente com outros 22 municípios. Segundo o gerente regional da empresa, José Olímpio Silveira, diante do crescimento ocupacional da cidade, nos últimos dois anos, o índice atualmente se encontra em 99,8%.
Entre os 100 municípios, Conquista ficou em 9º lugar no índice de perdas de água tratada na distribuição (24,36%), percentual bem menor em relação à média nacional (36,7%). O município também é o 2º colocado em eficiência financeira, com o índice de 4,34% de água produzida e não faturada, enquanto a média brasileira é de 41,9%.
Salvador aparece na 8ª colocação, entre as capitais do País na classificação do Trata Brasil, sendo a capital com melhor índice de tratamento de esgoto coletado. Em Feira de Santana, o destaque é a evolução no controle das perdas de água faturada, que diminuíram de 33,02% para 27,05%.
O Ranking do Saneamento Básico é elaborado pelo Instituto Trata Brasil, desde 2009, em parceria com a consultoria G.O. Associados. O estudo consolida o Ranking do Saneamento tendo por base os dados fornecidos pelas empresas e municípios ao Ministério das Cidades.
Com informações da Secom Ba.  16/032016

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Brasil construiu estratégia para investimentos em infraestrutura

Infraestrutura

Levy ressaltou que, no Brasil, as agências não são as formuladoras das políticas, mas cuidam da execução. Isso garante, segundo ele, mais “autonomia para resolver as questões”.O ministro notou ainda que um passo importante para aumentar os investimentos em infraestrutura é separar as áreas de infraestrutura social, em que não há retorno de mercado...

Valor Econômico
foto - ilustração
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que o Brasil construiu uma estratégia para atrair investimentos em infraestrutura e que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai atuar junto com os mercados de capitais para aperfeiçoar a forma de aportes privados no país.
Segundo ele, o país tem regras claras para a realização de investimentos e uma experiência de 20 anos de atuação das agências reguladoras, o que garante custos menores para o setor privado. “Eu acho que, no Brasil, o esforço para a construção de infraestrutura passa pelas agências reguladoras”, disse o ministro durante debate na Universidade George Washington sobre investimentos no setor.
Ele admitiu que várias questões são resolvidas na Justiça, mas ressaltou que sempre se pode aperfeiçoar o trabalho das agências e que elas representam custos bem menos elevados aos investidores.
Levy ressaltou que, no Brasil, as agências não são as formuladoras das políticas, mas cuidam da execução. Isso garante, segundo ele, mais “autonomia para resolver as questões”.
Em seguida, o ministro falou do papel do BNDES. “Nós temos um grande banco de desenvolvimento que, agora, vai trabalhar juntamente com os mercados de capital”, afirmou, referindo-se aos projetos de investimentos em infraestrutura. Levy explicou que, se um projeto ficar em atraso por um prazo, como, por exemplo, dois anos, o banco poderá dar as garantias para que seja possível continuar os pagamentos necessários para a manutenção das obras nesse período.
O evento em que o ministro participa faz parte da reunião de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.
O ministro notou ainda que um passo importante para aumentar os investimentos em infraestrutura é separar as áreas de infraestrutura social, em que não há retorno de mercado, dos segmentos em que a oferta de serviços públicos têm compensação para o setor privado.
Segundo ele, áreas como habitação popular e, em alguns casos, saneamento para baixa renda são segmentos apoiados no Brasil com recursos públicos. “Mas há muitas coisas, numa economia grande como o Brasil, em termos de população e recursos naturais, para o setor privado participar e ganhar”, afirmou.
De acordo com ele, essa tem sido a experiência do país especialmetne nos últimos 20 anos, mas até mesmo num período mais longo. Levy também destacou o impacto de investimentos de caráter social sobre toda a sociedade. “Qual é o retorno de investimentos em moradias? Você transforma a vida das pessoas, que moravam em uma casa sem estrutura e agora moram em um apartamento decente. Você tem escolas. É claro que o impacto na sociedade é enorme”, disse.
Levy destacou também a importância de o país construir parcerias com os Estados nos investimentos que são mais importantes. Num país grande como o Brasil, esse tipo de diálogo é relevante, observou.
“É preciso escutar os Estados. O que vai estruturar as economias dos Estados? O que vai mudar as economias deles? Às vezes é uma linha de trem, um porto, às vezes apenas uma conexão do aeroporto com uma área industrial”, afirmou Levy durante seminário sobre investimentos em infraestrutura, em Washington. “Falando com os Estados, você consegue o apoio deles. É o que estamos tentando fazer no Brasil. Há um novo ciclo de investimentos. Alguns projetos já estão lá, mas você tem que reafirmar qual é a prioridade.”
Fonte - Revista Ferroviária  22/04/2015

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Investimentos em mobilidade urbana, habitação e saneamento somam R$ 20 bi na Bahia

Infraestrutura

O metrô, obra assumida pelo Governo do Estado em 2013, é uma das mais importantes intervenções realizadas na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Com início da operação assistida em junho, o modal atendeu à Copa do Mundo e já alcançou a marca de dois milhões de passageiros transportados. O trecho inicial da Linha 1 possui 7,3 quilômetros, compreendendo às estações Lapa, Campo da Pólvora, Brotas, Acesso Norte e Retiro.

Secom

Alçadas à categoria de prioridade máxima pelo Governo do Estado, as áreas de mobilidade urbana, saneamento básico e habitação popular receberam mais de R$ 20 bilhões de investimentos nos últimos oito anos. Esses recursos permitiram que o Governo da Bahia construísse 129,6 mil casas populares, levasse água e ampliasse o sistema de esgotamento sanitário para mais de quatro milhões de baianas e baianos, e mudasse radicalmente o horizonte da mobilidade urbana em Salvador, terceira maior cidade do Brasil, e nos municípios do interior do estado.

Mobilidade
foto-ilustração/Pregopontocom
O metrô, obra assumida pelo Governo do Estado em 2013, é uma das mais importantes intervenções realizadas na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Com início da operação assistida em junho, o modal atendeu à Copa do Mundo e já alcançou a marca de dois milhões de passageiros transportados. O trecho inicial da Linha 1 possui 7,3 quilômetros, compreendendo às estações Lapa, Campo da Pólvora, Brotas, Acesso Norte e Retiro.
As obras de complementação da Linha 1, que deve chegar até Pirajá, e da Linha 2, que vai ligar o Acesso Norte ao Aeroporto Internacional de Salvador, estão em ritmo acelerado. Com investimento de R$ 3,6 bilhões, a previsão é que os 40 quilômetros do metrô estejam prontos em 2017.
O Estado também lançou edital de pré-qualificação para selecionar os interessados em participar da licitação do sistema de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que vai requalificar o Sistema Ferroviário da Calçada-Paripe. Totalizando 18,5 quilômetros de extensão e 21 estações, o sistema beneficiará mais de 1,5 milhão de moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador.
Ainda na área de mobilidade, destacam-se as duplicações da Avenida Pinto de Aguiar - já concluída, com investimento de R$ 70 milhões - e da Avenida Gal Costa, além da implantação da Via Lobato-Pirajá. As obras fazem parte do Corredor Transversal 1, via com 12,7 quilômetros de extensão. Já o Corredor Transversal 2, com recursos de R$ 581,5 milhões, terá 12 quilômetros a partir da implantação da Avenida 29 de Março e duplicação da Avenida Orlando Gomes, ambas em andamento.
O governo estadual também investiu R$ 480 milhões na construção da Via Expressa Baía de Todos-os-Santos, considerada uma das maiores intervenções viárias já executadas em área urbana no Brasil, e mais de R$ 100 milhões na construção do Complexo Viário do Imbuí-Narandiba, Estrada do Curralinho e Ligação Avenida Luís Eduardo Magalhães/BR-324.

Saneamento
Com o programa Água Para Todos, o Governo da Bahia realizou intervenções na área do saneamento básico que beneficiaram cerca de seis milhões de pessoas. O programa recebeu R$ 6,75 bilhões para garantir qualidade de saneamento à população baiana e R$ 4,2 bilhões foram destinados ao abastecimento de água.
O número de ligações de água passou de 2.304.972 para 3.247.373, o que significa mais de 942 mil novas ações no período de 2007 a outubro de 2014, um aumento de 40,89%. De janeiro de 2007 até outubro de 2014, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) realizou 486 mil novas ligações de esgoto em todo o estado, um acréscimo de 98% em relação a todas as ligações realizadas pela companhia desde a criação - nos últimos oito anos foram executadas mais ligações de esgoto do que nos 35 anos anteriores.
Inaugurado em 2011, o Emissário da Boca do Rio é a principal obra de saneamento básico dos últimos 25 anos em Salvador. A obra teve investimento de R$ 259 milhões e beneficia mais de um milhão de habitantes. O governo também investiu na ação voltada para a despoluição da Baía de Todos-os-Santos, com a ampliação e implantação de sistemas de esgotamento sanitário nos municípios ao redor da baía e em áreas de influência, por meio do Água para Todos.
Outros destaques são as construções das adutoras do Feijão, no manancial Barragem de Mirós, inaugurada em dezembro de 2008, com investimento de R$ 27,9 milhões; do São Francisco, com recursos de R$ 187,8 milhões; do Algodão, que teve a primeira etapa inaugurada em novembro de 2012, com recursos de R$ 136 milhões, e a segunda fase - 46% de conclusão -, que representou R$ 42,3 milhões de investimento. A adutora de Pedras Altas, na região sisaleira, foi concluída em setembro de 2012, beneficiando 12 sedes municipais e 173 localidades em 21 municípios, num investimento total de R$ 59,3 milhões.
Ainda neste ano, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) lançou o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para o desenvolvimento do projeto Gestão e Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos. O objetivo é a implantação e operação do conjunto de atividades, infraestrutura, instalações operacionais de triagem, transbordo, transporte e tratamento dos resíduos sólidos urbanos. A disposição final, ambientalmente adequada, será por um período não inferior a 25 anos, mediante Parceria Público Privada (PPP) estadual ou outra modalidade a ser sugerida no processo. Ao todo, 17 empresas foram autorizadas a apresentar estudos e projetos com o objetivo de solucionar essas questões na Bahia.

Habitação e urbanização
Nos últimos oito anos, o Governo da Bahia construiu mais de 129,6 mil unidades habitacionais por meio dos programas Casa da Gente/Moradia Digna, PAC/FNHIS (Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social) e Minha Casa Minha Vida (MCMV). Outros 253 mil empreendimentos residenciais estão previstos.
Com o objetivo de resolver o problema histórico da urbanização de favelas, a Sedur promoveu o Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura e Urbanismo para a Baixinha de Santo Antônio, no bairro do São Gonçalo do Retiro, em Salvador. Por meio de uma proposta de plano urbanístico, que poderá ser replicado em assentamento subnormais de toda a capital baiana, três trabalhos foram escolhidos por uma comissão julgadora e premiados no dia 16 de dezembro.
No Subúrbio Ferroviário de Salvador, o governo estadual revitalizou o Parque São Bartolomeu. Foram investidos cerca de R$ 100 milhões na implantação da via de contorno, sistemas de drenagem pluvial, esgotamento sanitário e abastecimento de água, sistema viário, construção de 120 unidades habitacionais e de sistema de proteção, além de requalificação urbana e ambiental da Praça Oxum.
Entre as principais ações também estão o Mercado do Rio Vermelho, que teve investimento de R$ 32,6 milhões; o Mercado de Paripe - obra em andamento - com recursos de R$ 6,7 milhões; e a Feira de São Joaquim, construção dividida em três etapas, que teve investimento de R$ 61 milhões. Além dessas, as obras de revitalização e requalificação da orla da Ribeira receberam investimentos de R$ 6,3 milhões.
Fonte - Secom Ba. 18/12/2014

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Investimento em grandes obras pode atingir 2,5% do PIB no ano

Infraestrutura

De acordo com estudo da Inter.B, que será divulgado nesta semana no Fórum Nacional, no Rio, se confirmados os 2,54% do PIB, ele será superior ao que ocorreu nos últimos anos. Os autores do estudo, Claudio Frischtak e Katharina Davies, porém, veem os dados com ceticismo. Frischtak ressalta que a maior parte dessa alta tem a ver com a revisão para baixo do denominador.

Valor Econômico
foto - ilustração
Apesar dos atrasos nos leilões de concessões, os investimentos em infraestrutura devem subir em 2014. Dependendo do cálculo, é possível que o montante investido em grandes obras alcance 2,5% do PIB neste ano, levemente superior ao observado em 2013.
Embora não apresentem a mesma tendência dos investimentos no país de forma geral, que estão em queda, economistas destacam limitações desses aportes em infraestrutura, que estiveram até agora muito mais focados em transporte rodoviário do que em outros modais. As ferrovias, por exemplo, não saíram do papel.
Como os leilões estão praticamente paralisados neste ano, algumas consultorias cortaram suas estimativas de avanço da infraestrutura neste ano. A Inter.B, por exemplo, reduziu a estimativa desse tipo de investimento em 2014, de R$ 131,7 bilhões para R$ 130,2 bilhões, embora como proporção do PIB esse resultado represente uma alta de 2,51% para 2,54% por causa da atividade mais fraca. Já a LCA Consultores calcula que o investimento em infraestrutura tenha subido de 2,5% em 2013 para 2,6% no primeiro semestre deste ano como proporção do PIB. A LCA não fez projeção para o ano como um todo. A Pezco Microanalysis, por sua vez, traça um quadro mais pessimista e estima que o investimento em infraestrutura neste ano será de 2% do PIB, ligeiramente menor do que os 2,1% do ano passado.
De acordo com estudo da Inter.B, que será divulgado nesta semana no Fórum Nacional, no Rio, se confirmados os 2,54% do PIB, ele será superior ao que ocorreu nos últimos anos. Os autores do estudo, Claudio Frischtak e Katharina Davies, porém, veem os dados com ceticismo. Frischtak ressalta que a maior parte dessa alta tem a ver com a revisão para baixo do denominador. A consultoria prevê alta nominal de 6% do PIB neste ano contra previsão anterior, mais otimista, de 8,13%. Isso fez com que subisse a proporção dos investimentos em infraestrutura em relação ao PIB. Além disso, foi revisado para baixo, em 1,1%, o valor dos investimentos previstos, por atrasos em obras como as do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
"Se você pensa em recursos públicos, o que o BNDES emprestou e o quanto o governo se endividou, mesmo assim se avançou muito pouco", critica Frischtak. Nos cálculos da Inter.B, somente o investimento do segmento de transportes avançará em 2014. Os demais setores como saneamento, energia e telecomunicações ou encolhem ou permanecem estáveis em relação ao que foi investido em 2013 como proporção do PIB.
Frederico Turolla, sócio da Pezco e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), avalia que o governo apostou em infraestrutura logística, principalmente rodovias, em detrimento de outros segmentos, como energia elétrica e telecomunicações. Diz que "o país não precisaria escolher, mas o ambiente macroeconômico piorou e as incertezas no marco regulatório limitaram opções".
Para Turolla, o modo como foi feita a renovação dos contratos de concessões de energia em 2012, por exemplo, reduziu os investimentos no setor, que caíram de 0,9% do PIB naquele ano para 0,7% em 2014, de acordo com as estimativas da Pezco. As projeções da Pezco para transporte indicam estabilidade dos investimentos em 0,6% do PIB.
De qualquer forma, Turolla diz que o país perdeu uma "chance de ouro" de mudar a cara dos projetos levados adiante no Brasil e seguiu com o "rodoviarismo" que há décadas marca o desenvolvimento nacional. "A regulamentação excessiva mudou a dinâmica da alocação de recursos, que era mais privada e flexível, e a tornou engessada", afirma. O marco regulatório é a principal razão pela qual os projetos de ferrovias, que deveriam somar R$ 100 bilhões de investimentos nos próximos anos, não foram sequer a leilão até agora, ressalta.
Braulio Borges, economista-chefe da LCA, critica a demora na execução dos projetos. Ele calcula que entre 2013 e 2014 foram contratadas obras que somam aproximadamente R$ 120 bilhões, dos quais cerca de dois terços terão impacto sobre a economia nos próximos cinco anos. Além dos trechos rodoviários, estão na lista a concessão dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais, além de parcerias público-privadas nos Estados, como a linha 6-Laranja, do metrô em São Paulo. "Temos outros quase R$ 60 bilhões que ainda não foram contratados, mas que poderiam ter impacto no PIB neste ano, o que gera alguma frustração, e outros R$ 100 bilhões que só vão começar a partir de 2015", diz.
Os analistas lembram ainda que o país ainda está longe de investimentos em infraestrutura que correspondam a 4% do PIB, o que seria mais adequado e poderia alavancar o crescimento econômico de forma mais consistente.
Turolla, da Pezco, acredita que o país perdeu uma oportunidade de financiamento importante para incrementar sua infraestrutura em um ambiente marcado por forte liquidez internacional. Com oferta de capitais menor daqui para frente, com a normalização da política monetária nos Estados Unidos, o economista acredita que dificilmente o país conseguirá chegar a 4% do PIB em projetos de infraestrutura.
Para Frischtak, da Inter.B, para sustentar um crescimento do PIB de 4% ao ano, o que hoje seria na sua avaliação acima do potencial do país, mas alcançável com "reformas" na economia, os investimentos em infraestrutura deveriam ser de 4,5% do PIB.
Borges, da LCA, avalia que os atrasos nos leilões, com pouco investimento em portos e nenhum em ferrovias até agora, reduziram o impacto de curto prazo do Programa de Investimento em Logística. Para ele, deve demorar um pouco mais, possivelmente 2018, para que o investimento em infraestrutura se aproxime de 4% do PIB.
Borges avalia que o Brasil investiu 2,6% do PIB em infraestrutura no primeiro semestre, mas pondera que os dados podem ter sido levemente inflados por causa da finalização das obras da Copa do Mundo. Ainda assim, diz, outros indicadores, como o consumo de asfalto, apontam para um ano melhor para o segmento de transportes, com alta de 31% entre janeiro e julho deste ano, após crescimento de 3,3% em 2013 e de 4,3% em 2012.
Esse avanço costuma ser maior em ano eleitoral, ressalva Borges, mas diz que o desempenho deste ano se assemelha ao de 2010 (+32%), embora o ambiente econômico seja bastante diferente. "É sinal de que o investimento em infraestrutura rodoviária não está desacelerando como o investimento industrial", afirma.
Fonte - Revista Ferroviária  08/09/2014

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Obras de saneamento do PAC 2 estão beneficiando 7,6 milhões de famílias

Cidadania

No Eixo Água e Luz para Todos, o Programa Luz para Todos fez mais de 455 mil ligações até dezembro de 2013, levando energia elétrica para cerca de 1,8 milhão de pessoas que vivem no campo, em assentamentos da reforma agrária, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas. Desse total, mais de 170 mil pessoas são beneficiárias do Programa Brasil Sem Miséria.

Daniel Lima e Sabrina Craide 
Repórteres da Agência Brasil
foto - ilustração
O balanço de três anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) indica que, no Eixo Cidade Melhor, foram concluídas 877 ações em saneamento e 3.398 obras foram contratadas, das seleções feitas no período entre 2007 e 2009. O total de investimentos, informaram os técnicos, alcança R$ 25 bilhões, beneficiando, aproximadamente, 7,6 milhões de famílias. A partir de 2011, foram selecionados mais de 4 mil empreendimentos de saneamento, dos quais 54% estão contratados.
No Eixo Mobilidade, nesses três anos do PAC 2, foram finalizados sete empreendimentos, informaram os técnicos. Em 2013, foram concluídos o trem urbano de São Leopoldo a Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul; o aeromóvel em Porto Alegre, também no estado; o Boulevard Arrudas, em Belo Horizonte; o trem urbano em Salvador; e as linhas oeste e leste do metrô de Fortaleza. O governo informou ainda que estão em execuções obras de 16 sistemas BRTs (do inglês bus rapid transit) além de sete corredores de ônibus, um monotrilho e um trem urbano, entre outros.
No Eixo Comunidade Cidadã, foram construídas, em 2013, 1.404 unidades básicas de Saúde (UBS), 14 unidades de Pronto-Atendimento (UPA), 223 creches e pré-escolas, 481 quadras esportivas nas escolas e 22 centros de Artes e Esportes Unificados (CEU).
O Eixo Minha Casa, Minha Vida (MCMV) concluiu empreendimentos no valor de R$ 328,1 bilhões. O MCMV entregou 1,51 milhão de moradias, beneficiando mais de 5 milhões de brasileiros, o que equivale à região metropolitana de Belo Horizonte, terceira maior do país. Outro dado divulgado é que as contratações somam, ao todo, 3,24 milhões de unidades, sendo 2,24 milhões de moradias contratadas no MCMV2.
No Eixo Água e Luz para Todos, o Programa Luz para Todos fez mais de 455 mil ligações até dezembro de 2013, levando energia elétrica para cerca de 1,8 milhão de pessoas que vivem no campo, em assentamentos da reforma agrária, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas. Desse total, mais de 170 mil pessoas são beneficiárias do Programa Brasil Sem Miséria.
O balanço do PAC 2 indica ainda que, na área de recursos hídricos, foram concluídos 25 empreendimentos, 50 sistemas de esgotamento sanitário e sistemas de abastecimento em 202 localidades. O Projeto de Integração do Rio São Francisco está com todos os lotes dos eixos Norte e Leste em obras, empregando mais de 8.700 trabalhadores e mobilizando cerca de 2.700 máquinas nos estados do Ceará, da Paraíba e de Pernambuco. Quando concluída, garante o governo, levará água a cerca de 12 milhões de pessoas.
Fonte - Agência Brasil  18/02/2014

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Minc reconhece que despoluição da Baía de Guanabara está longe do ideal

Meio Ambiente

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Apesar de reconhecer que as águas da Baía de Guanabara ainda estão longe das condições necessárias à realização dos Jogos Olímpicos de 2016, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, disse hoje (21) que os programas do governo do estado já em andamento, aliados a outros que estão “saindo do papel”, garantirão o cumprimento dos compromissos firmados para os Jogos de 2016.
“Que a Baía de Guanabara é poluída todos sabem. A novidade é que algum esforço está sendo feito. Em sete anos nós acabamos com todos os lixões da Baía de Guanabara o que significa a retirada do equivalente a um Maracanã de chorume por semana”, disse o secretário. O governo do Rio firmou compromisso com o Comitê Olímpico Internacional (COI) prevendo que 80% das águas da Baía de Guanabara estariam despoluídas para a competição.
Embora admita que os programas de saneamento em curso não serão suficientes para alcançar as metas acordadas com o COI, o governo fluminense diz ter um planejamento de complementação com a implantação de cinco unidades de Tratamento de Rios (UTRs). No entanto, apenas uma está pronta, enquanto quatro ainda serão lançadas nos próximos dois anos. “Embora elas não recuperem da melhor maneira a água, vão servir de paliativo para tirar o lixo do local”, admite o secretário.
Minc explicou, ainda, que as ações de combate ao lixo flutuante ajudarão nesse processo. “Estão programadas as ampliações de ecobarreiras em volta da Baía de Guanabara e um aumento no número de barcos responsáveis pela coleta de objetos. Hoje, já são retirados do local cerca de 15 mil quilos de sujeiras por dia”.
Fonte - Agência Brasil  21/11/2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Déda anuncia investimentos para saneamento e oferta de água em Sergipe

Déda anuncia investimentos para saneamento e oferta de água

Obras contemplam a duplicação de segmentos das adutoras do Alto Sertão e de Sertaneja, além da ampliação do sistema de abastecimento de água de Umbaúba, Tomar do Geru e Itabaianinha, e as zonas norte e oeste de Aracaju
 (Fotos: Marcos Rodrigues/ASN)
Acompanharam a solenidade ao lado do governador, o diretor-presidente da Deso, Ségio Ferrari, os secretários de Estado do Desenvolvimento Urbano, Lúcia Falcón, e da Casa Civil, Silvio Santos
“Uma nova era no saneamento básico e na distribuição de água tratada em Sergipe”. Assim, o governador Marcelo Déda definiu a importância dos investimentos anunciados na manhã desta quarta-feira, 15, que superam a cifra dos R$ 156 milhões na ampliação de sistemas de abastecimento. Também foi realizada uma exposição detalhada de um resumo de investimentos que visa assegurar a ampliação do tratamento de esgoto na grande Aracaju, alcançando a cobertura inédita de 90% do território da capital, a maior em todo o Nordeste. O anúncio das medidas ocorreu no auditório do Celi Praia Hotel, na Atalaia.
“O que vemos hoje significa o prosseguimento de uma política que priorizou a melhoria do saneamento básico em Sergipe, tanto na expansão da distribuição de água, quanto na implantação de esgotamento sanitário. No total, ao longo destes sete anos de administração, nós já investimos um bilhão de reais em água e esgoto, formando o maior investimento em saneamento básico na história de Sergipe”, sintetizou o governador, ao contextualizar todos os investimentos já realizados.
O governador promoveu a assinatura das ordens de serviço para as adutoras e ampliação dos sistemas de abastecimento que foram incluídos no PAC/Seca, confirmados pela presidenta Dilma Rousseff durante reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, em Salvador (BA), em novembro de 2012.
As obras contemplam a duplicação de segmentos das adutoras do Alto Sertão e de Sertaneja, além da ampliação do sistema de abastecimento de água de Umbaúba, Tomar do Geru e Itabaianinha.
Ver a matéria completa :  AQUI

Fonte - ASN ( Ag.Sergipe de Notícias )  15/05/2013