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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Fora do PAC,extensão da linha 2 Verde do Metrô de SP é adiada de novo

Transportes sobre trilhos  🚇

Sem verba federal, o início da extensão da linha 2-Verde foi suspenso por um ano em dezembro de 2015 e, agora, até dezembro deste ano.O projeto prevê a extensão da linha 2 da Vila Prudente até a Dutra, cortando parte da zona leste. São 14,5 km de extensão e 13 estações, com previsão de atender a 1,5 milhão de passageiros por dia.

Jornal Metro - SP
foto - ilustração/arquivo
Três projetos relacionados a mobilidade sobre trilhos de São Paulo foram retirados do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento): uma parte da extensão da linha 2-Verde, do Metrô; a linha 13-Jade, da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos); e a reforma ou adequação de 39 estações de cinco linhas, também da CPTM.
Sem verba federal, o início da extensão da linha 2-Verde foi suspenso por um ano em dezembro de 2015 e, agora, até dezembro deste ano.
O projeto prevê a extensão da linha 2 da Vila Prudente até a Dutra, cortando parte da zona leste. São 14,5 km de extensão e 13 estações, com previsão de atender a 1,5 milhão de passageiros por dia. A parte que estava no PAC – excluída em portaria publicada no “Diário Oficial da União” – era o trecho até a Vila Formosa.
Segundo o Ministério das Cidades, os projetos foram excluídos porque o “ente federado” – no caso, o Estado de São Paulo – não conseguiu “vencer as etapas necessárias para contratação”.
O Metrô, por sua vez, diz que apresentou à União todos os projetos para a expansão da linha 2-Verde “e aguardava a liberação de um financiamento de R$ 2,5 bilhões para iniciar as obras que já foram licitadas e contratadas”. Como o crédito não foi liberado, a companhia priorizou obras de linhas já em andamento.

CPTM
Dos dois projetos da CPTM retirados do PAC, um prossegue sem os recursos necessários: a reforma de estações da companhia em toda a Grande São Paulo.
Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, a companhia está buscando outras fontes de recursos para levar as obras adiante. Algumas são adequações, e outras, modernizações dos pontos.
Excluída do PAC Mobilidade, a linha 13-Jade da CPTM, uma ligação sobre trilhos com o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), agora deve ficar pronta somente no ano que vem.
Em maio de 2012, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) havia afirmado que a linha 13-Jade ficaria pronta até a Copa, mas as obras só começaram no final de 2013, com previsão de entrega em 18 meses, ou seja, no primeiro semestre de 2015. Naquele ano, o Metro Jornal mostrou que o prazo havia sido prorrogado para 2017.
A linha terá 12,2 km de extensão, fazendo conexão com a linha 12-Safira na estação Engenheiro Goulart, zona leste, e duas novas estações, incluindo uma ao lado do aeroporto. Deve atender a 130 mil pessoas por dia.
A Secretaria de Transportes Metropolitanos informou, em nota, que as obras estão sendo executadas com recursos financeiros obtidos junto à AFD (Agência Francesa de Desenvolvimento) e ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento). “O cancelamento dos recursos previstos no PAC não afetará essa obra”, diz. 
Fonte - Abifer  17/01/2017

terça-feira, 1 de março de 2016

Investimentos no PAC atingiram R$ 251 bi em 2015

Economia

De acordo com os dados divulgados pela pasta, as obras entregues em 2015 contaram com recursos de R$ 159,7 bilhões, o que representa 23,8% do previsto para o período 2015-2018 (R$ 672 bilhões). O investimento foi distribuído em ações de três diferentes áreas: social e urbana (R$ 91,2 bilhões), energia (R$ 63,6 bilhões) e logística (R$ 4,9 bilhões). 

Valor Econômico - RF
foto - ilustração
O Ministério do Planejamento divulgou segundo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) referente ao período 2015-2018. Segundo a pasta, o governo federal, em parceria com Estados, municípios e o setor privado, aplicou R$ 251,7 bilhões por meio do programa em 2015, o que equivale a 24,2% do total a ser aplicado entre 2015 e 2018, em torno de R$ 1,04 trilhão.
De acordo com os dados divulgados pela pasta, as obras entregues em 2015 contaram com recursos de R$ 159,7 bilhões, o que representa 23,8% do previsto para o período 2015-2018 (R$ 672 bilhões). O investimento foi distribuído em ações de três diferentes áreas: social e urbana (R$ 91,2 bilhões), energia (R$ 63,6 bilhões) e logística (R$ 4,9 bilhões). "Este resultado demonstra que expressiva parte do compromisso firmado foi cumprida com sucesso", afirma o secretário do PAC, Maurício Muniz.
Do total dos valores executados, R$ 99,9 bilhões correspondem a valores de financiamento ao setor público, financiamento habitacional de imóveis novos e do programa Minha Casa, Minha Vida; R$ 55,8 bilhões das empresas estatais; R$ 47,3 bilhões do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social; R$ 45,4 bilhões do setor privado; e R$ 3,3 bilhões de contrapartidas de Estados e municípios.
De acordo com o Planejamento, entre os empreendimentos concluídos em 2015 estão 270 km de rodovias (entre eles, 84,5 km da BR-418 e 51 km da BR-235), a ponte Anita Garibaldi e o túnel do Morro do Formigão na BR-101 (SC), um trecho de 163 km da ferrovia Transnordestina (PE), dois terminais hidroviários de passageiros na região Norte, o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), a recuperação do pátio do aeroporto Santos Dumont (RJ) e a ampliação dos aeroportos de Santarém (PA) e Tabatinga (AM). O ministério também destaca a conclusão de 108 novos empreendimentos de energia eólica, entre outras obras.
Fonte - Revista Ferroviária 01/03/2016

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Infraestrutura contra a crise

Infraestrutura

“A missão é buscar o equilíbrio fiscal e a retomada do crescimento”, disse. Enquanto o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem, majoritariamente, investimentos públicos nos eixos de infraestrutura logística, energética e social e urbana, o Programa de Investimento em Logística (PIL) tem como foco o investimento privado, voltado especificamente para as concessões de rodovias,ferrovias, portos e aeroportos.

Agência Brasil
foto - ilustração
O novo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Simão, logo após tomar posse no cargo, afirmou que a tendência do governo federal é continuar usando os investimentos em infraestrutura para conciliar crescimento com ajuste fiscal. “A missão é buscar o equilíbrio fiscal e a retomada do crescimento”, disse.Enquanto o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem, majoritariamente, investimentos públicos nos eixos de infraestrutura logística, energética e social e urbana, o Programa de Investimento em Logística (PIL) tem como foco o investimento privado, voltado especificamente para as concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.
Criado em 2010, o PIL tem como objetivo amenizar os gargalos de infraestrutura do País, por meio de concessões à iniciativa privada, para, desta forma, integrar melhor os modais rodoviário, ferroviário, hidroviário, portuário e aeroportuário. Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o programa busca também o aumento da competitividade da economia brasileira; eficiência no escoamento da produção agrícola; redução dos custos de logística para a indústria; atendimento ao crescimento de viagens nacionais e internacionais e o aumento das exportações.

PIL em 2016
foto - ilustraão
A segunda etapa do PIL foi lançada em junho de 2015, prevendo aportes de R$ 198,4 bilhões em infraestrutura, a serem feitos pela iniciativa privada. Desste total, R$ 66,1 bilhões serão destinados a rodovias; R$ 86,4 bilhões a ferrovias; R$ 37,4 bilhões a portos e R$ 8,5 bilhões a aeroportos. A previsão de investimentos deste ano até 2018 é de R$ 69,2 bilhões e de R$ 129,2 bilhões a partir de 2019. Em 2016, estão previstas concessões de 16 trechos de rodovias e seis de ferrovias. Para o trecho brasileiro da Ferrovia Bioceânica, de 3,5 mil quilômetros, serão necessários R$ 40 bilhões em investimentos. A ferrovia vai atravessar o país e ligar os portos do Açu, no Rio de Janeiro, ao do Ilo, no Peru, conectando o Oceâno Atlântico ao Pacífico.
Estão previstas ainda concessões para dois trechos da Rodovia Norte-Sul. Um deles liga Anápolis, em Goiás, a Palmas, capital do Tocantins. O segundo trecho da rodovia a ser leiloado tem 895 quilômetros e ligará Anápolis, Estrela d'Oeste, em São Paulo, e Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, trecho que em outubro já havia recebido os estudos e agora têm marcadas audiências públicas até fevereiro deste ano.
As concessões ferroviárias abrangerão também 1.140 quilômetros da ferrovia que liga Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, a Miritituba, no Pará, a um custo de R$ 9,9 bilhões. A obra buscará melhorar o escoamento da produção agrícola do Mato Grosso à Hidrovia do Tapajós. Essa obra também já teve os estudos entregues e a previsão é de que a audiência pública ocorra até o final de janeiro.
A Ferrovia Rio de Janeiro-Vitória já teve sua etapa dedicada à audiência pública finalizada e, atualmente, encontra-se na fase de desenvolvimento da modelagem econômico-financeira. Com 572 quilômetros, esse ramal ferroviário tem custo estimado em R$ 7,8 bilhões.
Ainda no âmbito do PIL, já foram preparados estudos de quatro trechos rodoviários (BRs-476/153/282/480/PR/SC; BRs-364/365/GO/MG; BRs-364/060/MT/GO; e BR-163/MT/PA). Além disso, foram autorizados 301 estudos relativos a 11 chamamentos públicos para procedimento de manifestação de interesse, etapa na qual as empresas interessadas no empreendimento se manifestam. Dez deles têm prazo de entrega até o final deste mês. Porém, segundo o Ministério do Planejamento, apenas três serão entregues no prazo (BR-101/SC, BRs-101/232/PE e BRs-101/116/290/386/RS).
Ainda segundo o ministério, em agosto foi autorizada a recuperação de mais 108 quilômetros de estradas; a manutenção de mais 174 quilômetros, além da duplicação da BR-163 em Mato Grosso. Também foi autorizado o início das obras para a nova subida da Serra das Araras na Via Dutra; da travessia de São José do Rio Preto; e da duplicação de 52 quilômetros da Transbrasiliana (BR-153/SP). Foram ainda emitidas licenças ambientais para cinco rodovias federais (BR-040/MG/GO/DF; BR-163/MS; BR-060/153/262/DF/GO/MG; BR-163/MT; BR-050/GO/MG).

Portos e aeroportos
No setor portuário, o PIL já resultou na prorrogação de três arrendamentos que, juntos, corresponderão a R$ 6,6 bilhões em investimentos (Libra – Santos/SP, CSN – Itaguaí/RJ, Santos Brasil – Santos/SP); e na autorização de 11 terminais de uso privado (R$ 3,3 bilhões em investimentos).
No setor aeroportuário, foram autorizadas as concessões de nove aeroportos regionais – entre eles os de Guarujá, em São Paulo, e de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro – e realizados leilões de dois aeroportos (Araras, em São Paulo, e Caldas Novas, em Goiás). Com informações da Agência Brasil
Fonte - Portogente  06/01/2016

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Brasil tem novo navio petroleiro

Logística

O "José do Patrocínio" pode carregar até 157 mil toneladas de petróleo. A estrutura possui 274m de comprimento e 16m de calado. Com a entrega de mais um navio petroleiro, o Programa de Modernização e Expansão da Frota, que integra o PAC do Governo Federal, conta com 13 navios concluídos.

Portal Brasil
imagem/Portogente
O Brasil tem um novo navio petroleiro: o "José do Patrocínio". Ele foi entregue, no início de dezembro, pelo estaleiro Atlântico Sulo, em Pernambuco, o projeto foi financiado pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM).
O "José do Patrocínio" pode carregar até 157 mil toneladas de petróleo. A estrutura possui 274m de comprimento e 16m de calado. Com a entrega de mais um navio petroleiro, o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, conta com 13 navios concluídos. O programa tem apoio financeiro do FMM. A data da viagem inaugural ainda não está estabelecida.
O FMM é de responsabilidade do Ministério dos Transportes e já liberou, até dezembro, R$ 30,8 bilhões para fomentar o transporte aquaviário e a indústria naval.
Fonte - Portogente  30/12/2015

sábado, 29 de agosto de 2015

Metrô de BH passará de 25 para 35 trens neste semestre

Transportes sobre trilhos

O recurso para a ampliação do metrô partiu do governo federal por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e foi repassado pelo Ministério das Cidades à CBTU. O investimento feito na aquisição da nova frota foi de R$ 171,9 milhões.Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a última fase de testes das novas composições termina no dia 13 de setembro.

O Tempo
foto - ilustração/ANTT
O metrô de Belo Horizonte deve contar com 10 trens a mais em funcionamento a partir da segunda quinzena de setembro. Com as novas composições, o metrô da capital passa das atuais 25 para 35 composições.
O recurso para a ampliação do metrô partiu do governo federal por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e foi repassado pelo Ministério das Cidades à CBTU. O investimento feito na aquisição da nova frota foi de R$ 171,9 milhões.
Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a última fase de testes das novas composições termina no dia 13 de setembro. Durante o período de testes, que começa no próximo dia 3, os novos trens circularão pelas estações, mas não abrirão as portas para passageiros. O embarque não será permitido.
Apesar da previsão do Sindicato dos Metroviários (SindiMetro) de Minas Gerais para o funcionamento das composições já a partir do dia 15 de setembro, a CBTU não confirma, mas informou que está trabalhando para que o funcionamento comece o mais rápido possível, ainda no segundo semestre deste ano.
O início da operação acontecerá junto aos trens antigos. Com isso, os trens antigos serão acoplados entre si, de forma gradativa. Ou seja, ao invés de terem apenas quatro vagões, as composições antigas passarão a ter oito.
Cada nova composição tem quatro carros com capacidade média para transportar 1.300 passageiros por viagem. Com a incorporação dos novos trens, a C?BTU espera ampliar em cerca de 50% a oferta de transporte na capital e ?r?egião metropolitana.?
?Ainda conforme o SindiMetro, não será possível aumentar o número de viagens, uma vez que, para isso, deveria se mexer também na sinalização, demandando um investimento de cerca de R$ 5 milhões.
As novas composições, além de ar condicionado, também tem uma melhor sinalização de posicionamento, melhor sinalização interna para o usuário, a possibilidade de se mudar de vagão já dentro do metrô, melhor acessibilidade para cadeirantes, comunicação com maquinista e maior orientação sobre a localização à pessoas com deficiência auditiva.
Além disso, os novos trens são mais leves e consomem em cerca de 30% a menos de energia, já que utilizam um sistema de frenagem que gera energia reaproveitável.
Fonte - ABIFER   28/08/2015

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Dilma assina ordem de serviço de lote da Transnordestina e reúne governadores

Ferrovias

Os mais de 1.700 km da ferrovia vão percorrer 81 municípios de Pernambuco, do Piauí e Ceará. Trabalham hoje nas obras dos três estados cerca de 6 mil trabalhadores. Quando estiver funcionando, a ferrovia poderá transportar até 30 milhões de toneladas de produtos, como minério de ferro e grãos, por ano, de acordo com a Transnordestina Logística.

Paulo Victor Chagas
Repórter da Agência Brasil*
Divulgação/Ministério do Planejamento
A presidenta Dilma Rousseff assina hoje (28) a ordem de serviço de um lote da Ferrovia Transnordestina, que vai interligar dois portos do Nordeste ao sertão do Piauí. O empreendimento faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento e vai entregar 1.753 quilômetros (km) de ferrovias, que farão conexão entre os portos de Pecém, no Ceará, de Suape, em Pernambuco, e a cidade piauiense de Eliseu Martins.
Durante o evento, à tarde, ao lado de empresários locais, a presidenta dará início às obras do Lote 4 do trecho Missão Velha-Pecém. Mais três dos 11 lotes da parte cearense da ferrovia, que terá 526 km, estão em obras e sete ainda não começaram. Assim como as demais etapas do contrato, a execução ficará por conta da empresa Transnordestina Logística S.A.
O trecho que terá as obras iniciadas hoje tem 50 km e compreende os municípios de Acopiara e Piquet Carneiro. O lote faz parte do eixo cearense da ferrovia, que tem como objetivo escoar a produção agrícola e mineral da região, promovendo a exportação dos produtos brasileiros pelo Norte do país. Nos últimos anos, o governo federal tem investido em novas rotas de escoamento que fujam da forte concentração atual nas regiões Sul e Sudeste.

Ferrovia
Os mais de 1.700 km da ferrovia vão percorrer 81 municípios de Pernambuco, do Piauí e Ceará. Trabalham hoje nas obras dos três estados cerca de 6 mil trabalhadores. Quando estiver funcionando, a ferrovia poderá transportar até 30 milhões de toneladas de produtos, como minério de ferro e grãos, por ano, de acordo com a Transnordestina Logística.
Fazem parte ainda da construção os trechos Salgueiro-Suape, em Pernambuco, Trindade-Eliseu Martins, de Pernambuco ao Piauí, Missão Velha-Salgueiro, do Ceará a Pernambuco, e Salgueiro-Trindade, em Pernambuco, esse último já concluído. Segundo informações sobre o PAC no sitedo Ministério do Planejamento, o investimento total será R$ 7,5 bilhões, com previsão de entrega para 2016.

Viagens ao Nordeste
O Ceará é o quarto estado do Nordeste que Dilma visita neste mês de agosto, Recentemente, ela esteve nas capitais São Luís, Salvador e Recife.
Antes de assinar a ordem de serviço, a presidenta vai à cidade de Caucaia (CE) entregar as chaves de unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida. Ao todo, serão 2.701 casas entregues, por meio de teleconferência com outras regiões, para cidades do Ceará, de Pernambuco, do Pará e Tocantins.
Em Fortaleza, além do evento da Transnordestina, a presidenta participa da divulgação do site Dialoga Brasil, que tem como objetivo pedir que a população debata programas do governo, enviando sugestões por meio da plataforma e conversando com ministros de Estado. O evento é feito no formato de um programa de televisão, com a participação de representantes da sociedade civil, organizados em uma plateia, que discutem ao vivo com os ministros os temas que estão disponíveis no site. O programa é concluído com a fala da presidenta.
A programação presidencial no Ceará termina à noite, quando Dilma participará de um jantar com os governadores do Nordeste. No mês passado, ela reuniu em Brasília governadores de todas as regiões do país e propôs uma parceria para enfrentar os problemas e superar a crise.
*Colaborou Edwirges Nogueira, correspondente da Agência Brasil/EBC
Fonte - Agência Brasil  28/08/2015

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Ferrovia Transnordestina é apontada como exemplo de inovação

Ferrovias

A ferrovia Transnordestina tem uma extensão de 1.753 quilômetros, sendo que 46% de toda a obra já foram concluídos. O trecho entre Missão Velha e Salgueiro tem 96 quilômetros de extensão; o trecho entre Salgueiro e Trindade tem 163 quilômetros de extensão; o trecho entre Trindade e Eliseu Martins tem 423 quilômetros de extensão; o trecho entre Sangueiro e o Porto de Suape, o mais longo, tem 544 quilômetros de extensão; e o trecho entre Missão Velha e o Porto de Pecém tem 526 quilômetros.

Portal Meio Norte - RF
foto - ilustração/cearaagora
A Ferrovia Transnordestina, que liga o município de Elizeu Martins para escoamento da produção de grãos dos Cerrados e de minérios da região de Paulistana, no sul do Piauí, pelo Porto de Suape, em Recife (PE), e pelo Porto de Pecém, em Fortaleza (CE), foi apontada como exemplo de inovação e como uma das principais obras de infraestrutura do Brasil pela pesquisa “Condicionantes Institucionais à Execução de Projetos de Investimentos em Infraestrutura”, do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), de autoria do pesquisador Alexandre de Ávila Gomide.
A ferrovia Transnordestina tem uma extensão de 1.753 quilômetros, sendo que 46% de toda a obra já foram concluídos. O trecho entre Missão Velha e Salgueiro tem 96 quilômetros de extensão; o trecho entre Salgueiro e Trindade tem 163 quilômetros de extensão; o trecho entre Trindade e Eliseu Martins tem 423 quilômetros de extensão; o trecho entre Sangueiro e o Porto de Suape, o mais longo, tem 544 quilômetros de extensão; e o trecho entre Missão Velha e o Porto de Pecém tem 526 quilômetros.
A pesquisa destaca que o projeto da ferrovia Nova Transnordestina propõe a ligação entre o cerrado do Piauí aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). A construção teve início em 2006.
“A obra é concedida à Transnordestina Logística S.A, com financiamento de diversos fundos do Governo Federal. Como mencionado, o orçamento inicial do projeto era de R$ 4,5 bilhões e seu prazo de entrega em 2010. O projeto foi incluído na carteira do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento em 2010 e sofreu aditivo em seu valor final para R$ 7,5 bilhões com novo prazo de entrega em 2017”, diz a pesquisa.
O pesquisador Alexandre de Ávila Gomide diz que existe algum consenso no Brasil nos dias de hoje é o da necessidade da ampliação dos investimentos em infraestrutura como forma de alavancar o crescimento econômico do país.
“É reconhecido o efeito multiplicador dos investimentos no setor sobre a renda nacional. Além disso, o investimento em infraestrutura é gerador de ganhos na produtividade total dos fatores de produção – chave para altas taxas de crescimento sem a necessidade de amplos esforços para aumentar a poupança e o investimento agregado – como também vem ao encontro da demanda da sociedade por serviços públicos de qualidade para a melhoria das condições de vida das pessoas”, afirmou o pesquisador Alexandre de Ávila Gomide.
Atualmente, os investimentos em infraestrutura no Brasil representam 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto), contudo, para se alcançar o padrão necessário de serviços e um ritmo de crescimento de países industrializados do leste asiático, por exemplo, essa relação teria de ser da ordem de 5% ao longo de vinte anos.

foto - ilustração
“O investimento público em infraestrutura foi aumentado significativamente na última década, especialmente com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo os balanços quadrienais, do programa, o PAC 1 (2007-10) fez os investimentos públicos dobrarem, passando de 1,62% doPIB, em 2006, para 3,27% do PIB, em 2010, totalizando R$ 619 bilhões.
O PAC 2 (2011-14), por sua vez, ultrapassou o valor de R$ 1 trilhão, ampliando em mais de 70% o volume de investimentos realizados pelo PAC 1.
Do mesmo modo, a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB) indicou que, a preços de 2013, o investimento público no período de dez anos mais que triplicou passando de R$ 39,1 bilhões, em 2003, para R$ 142,5 bilhões, em 2013. Já os investimentos privados saltaram de R$ 31,9 bilhões para R$ 86,1 bilhões no mesmo período (um aumento de 170%),
Contudo, afirma o pesquisador Alexandre de Ávila Gomide. o ritmo de execução dos projetos de investimento continua sendo um problema. Segundo a Associação Contas Abertas, apenas 31,7% das obras previstas pelo PAC 2 foram concluídas.
Nesse sentido, a Confederação Nacional da Indústria (2014) estimou em R$ 28 bilhões o custo do atraso de seis grandes obras. Análises também revelam problemas no planejamento e na execução (liquidação e pagamento das despesas) do orçamento do investimento público no Brasil, já que foram constatados expressivos e crescentes montantes de recursos inscritos em restos a pagar não processados nos orçamentos anuais do PAC.
Fonte - Revista Ferroviária  06/08/2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

Governo vai investir mais de R$ 790 mi no Metrô-DF

Transportes sobre trilhos

Governo investirá mais de R$ 790 mi no Metrô-DF.A maior parte, R$ 629 milhões, é do "governo federal", por meio do PAC, Programa de Aceleração do Crescimento. O DF entrará com pouco mais de R$ 160 milhões,R$ 126 milhões de contrapartida dos recursos da União e R$ 40 milhões da concorrência para contratar uma empresa de assistência técnica durante toda a execução.

Jornal de Brasília - RF
foto - ilustração
A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) receberá investimentos para aprimorar o sistema. As medidas foram divulgadas pelo Governo de Brasília com a intenção de melhorar a mobilidade na capital. Entre as estratégias estão obras de expansão do metrô e a inauguração do veículo leve sobre trilhos (VLT). Com previsão de conclusão no período de dois anos, o processo licitatório de algumas ações será iniciado em agosto deste ano.
Segundo o GDF, serão 14 licitações para construir cinco estações e modernizar o sistema, com melhorias na rede de energia, na telecomunicação e na sinalização dos circuitos, entre outras. As medidas vão custar aproximadamente R$ 795 milhões. A maior parte, R$ 629 milhões, é do governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento. O DF entrará com pouco mais de R$ 160 milhões — R$ 126 milhões de contrapartida dos recursos da União e R$ 40 milhões da concorrência para contratar uma empresa de assistência técnica durante toda a execução.
A primeira compra pública, na modalidade pregão, servirá para adquirir cerca de 200 novos rádios para a Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF), com valor em torno de R$ 14 milhões. Equipamentos com tecnologia digital, mais moderna, substituirão modelos já obsoletos.

Cinco novas estações
Para a construção de novas estações de metrô, haverá, a princípio, três licitações. A primeira, prevista para setembro deste ano, será destinada a duas em Samambaia. As demais, para duas em Ceilândia e uma na Asa Norte, deverão sair até 2016. Samambaia foi priorizada devido à complexidade das outras. O trecho naquela região, com investimento aproximado de R$ 127 milhões, envolve também obras necessárias para a expansão do metrô, como viadutos. As duas novas plataformas ficarão nas Quadras 111 e 117. Processo semelhante ocorrerá em Ceilândia, nas EQNOs 1/3 e 9/11 e EQNOs 5/7 e 13/15. Com o acréscimo, a região administrativa mais populosa de Brasília passará a contar com sete estações.
As cinco novas estações de metrô fazem parte do plano de obras anunciado pelo governador Rodrigo Rollemberg na quinta-feira (16).

Veículo leve sobre trilhos
Entre setembro e outubro deste ano, o governo lançará ainda licitações para o estudo de projetos de implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT) em duas áreas de Brasília: um para sair da rodoferroviária e seguir até o fim da Esplanada e outro, do terminal de ônibus da Asa Sul ao da Asa Norte.
egundo Dourado, a companhia também pretende contratar outra análise para um terceiro VLT, no Sol Nascente, que integre a Avenida Hélio Prates com a Praça do Relógio.
Fonte - Revista Ferroviária  21/07/2015

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Novo metrô de Teresina custará R$ 420 milhões, afirma Wellington Dias

Transportes sobre trilhos

“Esse dinheiro está autorizado pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o que a gente precisa é acelerar na Caixa a aprovação do projeto que foi apresentado, foram feitos alguns ajustes, a previsão é que até junho a gente tenha a abertura da concorrência para, a partir daí, saber qual será a empresa que fará a obra”, indicou Wellington.

Portal Meionorte
foto - ilustração
Com o projeto de modernização do transporte público teresinense em andamento, um dos principais pilares condiz com a reestruturação do metrô da capital, tal viés tem sido trabalhado constantemente pelo Executivo Estadual. Nesse sentido, o governador Wellington Dias (PT) sinalizou ontem que o projeto já está concluído e a equipe aguarda a aprovação pela Caixa Econômica Federal, desse modo, a perspectiva gira em torno da finalização da licitação ainda neste semestre.
“Esse dinheiro está autorizado pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o que a gente precisa é acelerar na Caixa a aprovação do projeto que foi apresentado, foram feitos alguns ajustes, a previsão é que até junho a gente tenha a abertura da concorrência para, a partir daí, saber qual será a empresa que fará a obra”, indicou Wellington.
A responsabilidade pela consecução dos recursos foi compartilhada ainda com o Governo Federal, a modernização do transporte ferroviário teresinense promete ser um marco no desenvolvimento do Piauí, tendo a ciência que a concretização do projeto possibilitará a tão sonhada integração com os ônibus, oferecendo uma gama de opções para a população. “Nós vamos ter R$ 210 milhões do Orçamento Geral da União e aproximadamente o mesmo valor de contratos de empréstimos, ou seja, cerca de R$ 420 milhões investidos”, destacou o governador.
INVESTIMENTOS – Na ocasião, Dias detalhou os esforços realizados na sua última visita à capital federal em torno da liberação de recursos, visando a retomada de importantes obras no Estado. No tocante a esse assunto, ele orquestrou para a liberação de mais de R$ 360 milhões junto ao Tesouro Nacional, destinados a conclusão de projetos de infraestrutura.
A previsão é que até a próxima semana o montante já esteja disponível. “A previsão é que na próxima semana a gente tenha a liberação por parte do Tesouro Nacional e com isso vamos pagar as intervenções já existentes e retomar as obras que estão paralisadas, boa parte das obras dos empréstimos já foi retomaram, existe apenas um contrato de aproximadamente 170 obras, que nós devemos ter condição de retomar até o mês de maio”, afirmou.
ROYALTIES – Outra expectativa do Governo do Estado versa sobre a aplicação da lei de distribuição dos royalties do Pré-Sal, nisto, Wellington aguarda o posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele e os demais governadores nordestinos cobraram a concretização da medida, que está emperrada desde que a ministra do STF, Carmem Lúcia suspendeu, em caráter cautelar, a aplicação das novas regras para distribuição dos royalties do petróleo. “A previsão vai depender da decisão do Supremo, a decisão vai ser de entrar em vigor imediatamente, de entrar em vigor somente em 2016, vamos aguardar”, disse.
De acordo com o gestor, o Piauí poderá ter um incremento de R$ 300 milhões por ano na Receita caso a ação seja aplicada. “Na área dos royalties nós temos uma força nova, que foi a queda do preço do barril e do outro lado a queda pela manutenção de várias plataformas que voltaram agora as atividades”, lembrou Wellington.

Dias e ministro acertam projeto de desenvolvimento do Piauí
Propagando uma revolução em áreas prioritárias da administração, o ministro de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Roberto Mangabeira Unger, esteve reunido na manhã de ontem com o governador Wellington Dias (PT) e diversos parlamentares e gestores piauienses visando a apresentação de um projeto de desenvolvimento baseado em quatro eixos principais: o incentivo ao empreendedorismo, o avanço na ciência e tecnologia, a unificação física da região e a integração das cadeias produtivas.
Na ocasião, o representante do Governo Federal destacou que as ações necessitarão de esforços constantes do Executivo, apontando para os desafios em torno da escassez de recursos, direcionando novos caminhos a serem adotados. “É claro que nós precisamos mobilizar dinheiro para investimentos, o ajuste fiscal como nós temos visto, não é agenda de desenvolvimento, é preliminar a uma agenda de desenvolvimento, mas o mais importante ainda do que o dinheiro, são as ideias, nós queremos agora começar a organizar esse projeto”, impôs.
Unger ainda creditou à educação um elo preponderante para o sucesso de qualquer política pública, impondo a extinção de velhos problemas que limitam o setor no país, segundo ele, é uma questão tradicional, que deve ser quebrada. “O foco do nosso projeto prioritário do Governo Federal é a qualificação do ensino básico, nossa tradição no Brasil é a decoreba, o enciclopedismo raso e na combinação de individualismo e autoritarismo na sala de aula, nós queremos um ensino formado em capacitações analíticas, interpretação de textos e raciocínio lógico, nós queremos um ensino organizado de maneira cooperativa; o Nordeste pode ser uma linha de frente nessa revolução educacional”, disse.
Atento ao posicionamento do ministro, o governador Wellington Dias abstraiu as intervenções, indicando para a colaboração entre Estados, Municípios e União. “Estou muito confiante que o que tivemos foi importante, mas agora temos uma nova realidade no Brasil e temos ideias novas e projetos novos para tocar, existe a possibilidade do pouco que cada um tem, se somar e dar resultado, incluindo o setor privado, creio que permite a gente andar junto, quando ele coloca uma escola cooperativa”, destacou. No encerramento da agenda a tarde o ministro proferiu a palestra “O Novo Modelo de Desenvolvimento Regional e o Federalismo Cooperativo” no auditório do CEIR.
Fonte - Revista Ferroviária  17/04/2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

Metrô de Brasília (DF) deve adquirir 10 novos trens

Transportes sobre trilhos

O Metrô do Distrito Federal transporta 140 mil passageiros por dia, em 42,38 km de trilhos.A modernização do sistema com a compra de dez novos trens por R$ 220 milhões,contara com recursos do governo federal.

Renato Lobo - VT

A empresa estatal “Metrô DF” – Companhia do Metropolitano do Distrito Federal, informou que deve abrir em maio a licitação para conclusão das estações da 104 Sul, 106 Sul e 110 Sul, na área central da capital federal.
As paradas começaram a serem construídas junto com as demais, em 1991, no entanto não foram abertas por falta de demanda. Faltam finalização do acabamento, instalação de equipamentos e construção da passarela de pedestre ligando os eixos W e L. As obras devem ter recursos do PAC, ao custo de R$ 78,9 milhões, e devem durar 2 anos.
Com a abertura das três estações, mais de 8,4 mil passageiros devem ser beneficiadas todos os dias, segundo estudos da própria estatal. O Metrô do Distrito Federal transporta 140 mil passageiros por dia, em 42,38 km de trilhos.
“Também faremos a modernização do sistema, com a compra de dez novos trens por R$ 220 milhões. Os recursos são do governo federal. Fui pessoalmente à Caixa tratar disso. A minha ideia é termos mais nove estações: além das três da Asa Sul, duas na Asa Norte, duas em Samambaia e duas em Ceilândia”, disse o presidente do Metrô, Marcelo Dourado, ao G1.
Fonte - Via Trolebus  16/03/2015

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Metrô de BH, ampliação depende de repasses da União, diz PBH

Transportes sobre trilhos

Ampliação do metrô de BH depende de repasses da União, diz PBH.Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a ampliação do metrô de Belo Horizonte está dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), formalizado em abril de 2012.

G1
foto - ilustração
O prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda pediu ao Ministério das Cidades a criação de uma comissão com representantes do município, do estado e da União, para agilizar a expansão do metrô da capital. Ele se reuniu com o ministro da pasta Gilberto Kassab em Brasília.
Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a ampliação do metrô de Belo Horizonte está dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), formalizado em abril de 2012. O projeto prevê a expansão da Linha 1 (Eldorado/Vilarinho) até o bairro Novo Eldorado, em Contagem, na Região Metropolitana da capital.
Há ainda a expectativa de construção da Linha 2, entre as estações Calafate e Gameleira e irá em direção à região do Barreiro, e da Linha 3, que partirá da Estação Lagoinha em direção à Savassi, passando pela Praça Sete.
Ainda de acordo com nota divulgada pela PBH, "os projetos de engenharia desta primeira fase já estão concluídos e aguardam avaliação da Caixa Econômica Federal, que é o agente federal operador do PAC". O município também informou que as licitações para o início das obras dependem da transferência da direção do sistema de metrô, hoje operado pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), para a empresa estadual Metrominas.
Uma outra fase da ampliação está inserida no Pacto da Mobilidade. Ainda de acordo com a PBH, "estão previstas a construção de dois trechos subterrâneos: um partindo do Calafate em direção ao Santa Tereza, com sete quilômetros de extensão e um outro, que vai da Savassi (Linha 3 acima) em direção ao Belvedere, com seis quilômetros de extensão". A prefeitura informou também que aguarda repasse dos recursos federais para fazer os projetos de engenharia.
A tão prometida ampliação do metrô promete aliviar o desconforto e diminuir os problemas dos passageiros de Belo Horizonte. A reportagem do MGTV 1ª Edição registrou os obstáculos enfrentados pelos moradores todos os dias. Eles são obrigados a viajar em trens lotados.
De acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), foi feito um investimento de R$ 172 milhões em dez novos trens, o que aumentaria a capacidade em 50%. Uma das composições deveria estar circulando desde janeiro, mas não entrou em operação. Ela ainda está em teste.
Com a volta das aulas nesta semana, o movimento aumentou e as estações estão mais cheias.
Atualmente 230 mil pessoas usam o transporte todos os dias, segundo dados da empresa. O número deve aumentar para 340 mil.
A assessoria da CBTU não soube informar quando os novos trens do metrô começam a funcionar. Por nota, disse apenas que os testes vêm sendo realizados normalmente e seguem um cronograma previamente elaborado. Segundo a empresa, tudo está dentro dos prazos estabelecidos.
Fonte - Revista Ferroviária  04/02/2015

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Minha Casa, Minha Vida deve cumprir meta de 3,75 milhões de moradias em 2014

Politica

O total de unidades habitacionais contratadas corresponde a 98,8% da meta do programa até o fim de 2014. “Alcançaremos 100% da meta agora em dezembro, com a contratação de 3,75 milhões de casas”, calculou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Luana Lourenço e Pedro Peduzzi
Repórteres da Agência Brasil
Conjunto Habitacional Zilda Arns, do Programa
Minha Casa,Minha Vida, em construção no Rio de janeiro

Imagem de Arquivo/Agência Brasil
O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida contratou 3,7 milhões de moradias e entregou 1,87 milhão de unidades até novembro, segundo o 11º Balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) divulgados hoje (11) pelo governo.
O total de unidades habitacionais contratadas corresponde a 98,8% da meta do programa até o fim de 2014. “Alcançaremos 100% da meta agora em dezembro, com a contratação de 3,75 milhões de casas”, calculou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.
De acordo com o governo, o Minha Casa, Minha Vida já beneficiou mais de 7 milhões de pessoas. Os empreendimentos concluídos pelo programa, até agora, geraram 1,2 milhão de empregos, e as obras em execução deverão empregar mais 1,7 milhão de trabalhadores.
Para o financiamento habitacional, o total de recursos contratados chegou a R$ 360 bilhões para compra, reforma ou construção de mais moradias, beneficiando R$ 1,9 milhão de famílias, de acordo com os números do balanço.
No eixo urbanização de assentamentos precários, o governo diz que R$ 33,5 bilhões em recursos foram contratados. Desse total, R$ 12,7 bilhões na segunda etapa do programa (2011-2014). Nesse período, 487 ações foram concluídas. Entre as obras com andamento adequado, com previsão de conclusão até 2015, estão as ações de urbanização integrada do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, e da Comunidade de Heliópolis, em São Paulo.
Fonte - Agência Brasil  11/12/2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Governador eleito, Rui Costa discute VLT de Salvador no Planejamento

Transportes sobre trilhos

Ele se reuniu com o secretário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Maurício Muniz, no ministério do Planejamento e classificou a implantação do novo modal como parte das obras estruturantes de mobilidade para Salvador.

TB
foto-ilustração/Pregopontocom
O antigo trem do Subúrbio dará lugar ao Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT, projeto do Governo do Estado defendido, nesta quarta-feira (3), em Brasília, pelo deputado federal e governador eleito da Bahia, Rui Costa (PT).
Ele se reuniu com o secretário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Maurício Muniz, no ministério do Planejamento e classificou a implantação do novo modal como parte das obras estruturantes de mobilidade para Salvador. Pelo projeto, o VLT sairá de São Luís, em Paripe, até a Calçada, substituindo o atual Trem do Subúrbio.
Uma nova instalação de trilhos será implantada, ligando a Calçada ao Comércio. “Vamos acabar com a segregação entre o Subúrbio e a orla, porque o muro que existe hoje, por conta do trem, será retirado. E a população terá um transporte de qualidade”, afirmou Rui.
Fonte - Tribuna da Bahia  04/12/2014

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Ferrovia Transnordestina ganha mais três trechos, com 150 quilômetros de extensão, no Ceará

Ferrovias

A ferrovia está com 43% de obra concluída e em execução, e 490 quilômetros de trilhos instalados, de um total de 1.753 quilômetros previstos.

Pac.Gov
Marco zero da obra, que fica no distrito de Quimani
do município de Missão Velha, no Ceará.
 Os três novos trechos da ferrovia começam desse ponto.
Mais 150 quilômetros da ferrovia Transnordestina, entre os municípios de Missão Velha e Acopiara, no Ceará, começam a ser construídos nesta terça-feira (21/10), com a assinatura da ordem de serviço dos trechos pelos ministros Miriam Belchior (Planejamento) e Francisco Teixeira (Integração), pelo governador do Ceará, Cid Gomes, e pelo secretário do PAC, Maurício Muniz.
A ferrovia está com 43% de obra concluída e em execução, e 490 quilômetros de trilhos instalados, de um total de 1.753 quilômetros previstos. O lote que liga Salgueiro (PE) a Missão Velha (CE) já foi concluído. Além do Ceará, a Transnordestina passará também por Pernambuco e Piauí, interligando esses estados aos portos de Suape (PE) e Pecem (CE), facilitando o escoamento de produção de grãos da região.
Segundo informou a ministra Miriam Belchior, o contrato do empreendimento privilegia o cumprimento do prazo da obra, caso contrário a empresa responsável terá pagar muito. "Esse é um bom incentivo para que a empresa se responsabilize para cumprir o prazo estabelecido."
Mapa da Ferrovia Transnordestina, que atravessa
os estados do Ceará, Piauí e Pernambuco.
O governador do Ceará, Cid Gomes, lembrou durante o evento que a ferrovia é o vetor de transporte mais barato que existe. "Ele é muito mais barato que o rodoviário e é mais barato que o marítimo. Na hora que você tem um vetor importante como esse aqui no Ceará, ligando com Piaui, Pernambuco, ligando dois portos importantes ao interior, ao sul do Piaui que é um região de grande potencial agrícola e mineral, você está viabilizando toda uma região, que pode virar um ponto de implantação de indústria."
Gomes informou que serão implantados três portos secos no trajeto da ferrovia, um em Missão Velha, outro no sertão central cearense e outro na região norte do estado.
Entenda o que é um 'porto seco'. (http://www.receita.fazenda.gov.br/Aduana/LocaisRecintosAduaneiros/PortosSecos/Default.htm)

Veja apresentação sobre o projeto da ferrovia, feita durante o evento realizado hoje em Missão Velha, pelo diretor da Transnordestina, Edison Coelho. - (http://pt.slideshare.net/PAC_Brasil/apresentao-cear-mpog-out-2014-rev-02)

O novo trecho de 150 quilômetros da ferrovia Transnordestina contará inicialmente com 100 trabalhadores, chegando a 2,4 mil no pico das atividades. O investimento total é de R$ 7,5 bilhões e previsão de entrega da obra para 2016.
Fonte - www.pac.gov.br/noticia  21/11/2014

Veja no vídeo abaixo como são as obras em uma ferrovia:


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Recuperação do Forte de São Marcelo vai durar um ano e custar R$ 7,6 mi

Monumentos Históricos

O forte de São Marcelo foi erguido em 1650 sobre um pequeno banco de arrecifes a cerca de 300 metros da costa em frente ao porto de Salvador

TB
Foto: Iphan
A Superintendência do IPHAN na Bahia assinou nesta sexta-feira (17/10) a ordem de serviço para a elaboração dos projetos básico e executivo e a execução da obra para a reconstituição das fundações, estabilização da estrutura, recuperação e conservação dos ambientes no Forte de São Marcelo, um dos principais cartões postais do Estado, localizado na Baía de Todos os Santos.
O projeto será financiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas e envolverá um montante de R$ 7,6 milhões.
As obras serão executadas pela empresa Ônix Construções S.A., vencedora da licitação realizada pelo IPHAN em Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), que terá o prazo de 12 meses consecutivos para a execução das obras/serviços, incluída a elaboração de projetos básicos e executivos.
A empresa deve providenciar nos próximos dias a mobilização do canteiro e todo o trabalho será acompanhado pela Coordenação Técnica do IPHAN-BA.
“Fechado desde 2011, o Forte São Marcelo, um dos exemplares mais expressivos das fortificações do Brasil Colônia, necessita urgentemente de socalque nas suas fundações e enrocamento de proteção para continuar testemunhando a nossa memória. Se não receber esses cuidados, o seu anel externo vai ruir e, subsequentemente, o resto”, destaca o superintendente do IPHAN na Bahia, Carlos Amorim.
A proposta de intervenção pretendida caracteriza-se pela preservação da “caixa mural” histórica da construção, composta pelas paredes internas, muralhas externas, terraços e pela recuperação do seu interior.
“A nova construção será efetuada in loco, compostos por elementos contemporâneos e claramente distinguidos da construção histórica”, afirma Amorim.
Um dos dois únicos exemplares em todo o mundo, o Forte São Marcelo encontra-se em precárias condições de conservação e sofre risco de instabilidade, devido à possibilidade de colapso estrutural da muralha que compõe o anel de contenção da edificação do perímetro da fortaleza.
O monumento receberá obras na estrutura, no sistema hidrossanitário com instalação de filtro anaeróbico, além da reconstituição da fundação da fortaleza, que corresponde à muralha periférica.
Os serviços serão subdivididos em zona submersa, zona de influência da maré e zona acima da linha da maré, além da recuperação estrutural das abóbadas (de aresta e de berço) que compõem a cobertura das celas que correspondem ao caminho de ronda do pavimento.
Também serão recuperados os ambientes internos, a pavimentação da praça das armas, o píer de acesso, as passarelas de servidão, o caminho de ronda, restauração das esquadrias, revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias.
Espera-se que, com a realização das intervenções até o final de 2015, seja garantida a integridade física da edificação tombada, bem como a segurança do imóvel protegido, possibilitando sua reabertura e seu retorno ao cenário turístico.
A ideia é que o Forte São Marcelo abrigue um restaurante com um espaço multiuso, além de um centro de referência da memória do próprio Forte do Mar, como também é conhecido.

Relevância arquitetônica
O Forte São Marcelo, situado na Baía de Todos os Santos, em Salvador, conta com uma localização privilegiada, tanto do ponto de vista urbano como do ponto de vista geográfico.
É um dos monumentos de maior destaque do ponto de vista panorâmico da Cidade Alta e, conjuntamente com o Mercado Modelo, Rampa do Mercado, Monumento aos Povos, Elevador Lacerda e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia integram o conjunto de monumentos de elevada relevância arquitetônica localizada na Cidade Baixa e adjacentes à zona portuária de Salvador.
A justificativa da sua construção foi aumentar as defesas da cidade ante a ameaça de uma nova invasão holandesa, em 1650. Sua função era impedir a entrada no porto, cruzando fogo com os fortes de São Francisco, São Felipe e São Paulo da Gamboa.
Sua planta, aproximadamente circular, é constituída por um torreão central envolvido por um anel de igual altura formado pelo terrapleno perimetral e quartéis
Sua construção, iniciada pelo engenheiro francês Felipe Guiton e continuada pelo seu conterrâneo o engenheiro Pedro Garcin, é em cantaria de arenito até a linha de água e o restante em alvenaria de pedra irregular. Possui teto em abóboda de berço e, no seu interior, podem ser encontrados bancos embrechados de conchas.
Erguido sobre um pequeno banco de arrecifes a cerca de 300 metros da costa, fronteiro ao Centro Histórico de Salvador, destaca-se por se encontrar dentro das águas, como o Forte Tamandaré da Laje, no Rio de Janeiro, e ser o único de planta circular no país, inspirado no Castelo de Santo Ângelo (Itália) e na Torre do Bugio (Portugal). Foi inscrito nos Livros de Belas Artes e Histórico, em 25 de maio de 1938.
Fonte - Tribuna da Bahia  17/10/2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

'Com o investimento do PAC, prefeituras criaram uma cultura de planejamento'

Mobilidade

PAC prevê investimentos de R$ 15 bi em mobilidade urbana - Roberto Garibe, secretário de Obras de São Paulo e ex-diretor de infraestrutura do PAC no governo federal, fala sobre a mudança que a gestão Haddad quer fazer na 'cara' da cidade

Por Redação RBA
FABIO ARANTES/ SECOM / CC
São Paulo – O secretário municipal de Obras e Infraestrutura Urbana, Roberto Garibe, foi o convidado desta segunda-feira (13) do Gabinete Aberto, programa de entrevistas transmitido ao vivo pela internet que, semanalmente, coloca integrantes do primeiro escalão do governo municipal para debater ações do poder público com jornalistas independentes e moradores da cidade, por meio das redes sociais. Por uma hora, o secretário falou do plano de metas da gestão de Fernando Haddad (PT), a importância do Programa de Aceleração do Crescimento para os municípios e respondeu às dúvidas sobre obras em diversos bairros da capital.
"São Paulo tem um atraso histórico em seus investimentos de infraestrutura, que estamos agora tentando recuperar. Por isso, por exemplo, nos impusemos a meta de construir 55 mil unidades habitacionais, quando 25 mil moradias já seriam recorde em relação às demais administrações, mas estaria, ainda, muito longe do déficit habitacional da cidade, de 250 mil moradias. Estamos correndo atrás do tempo perdido. O plano de metas desta administração é muito audacioso, com uma carteira de projetos de R$ 25 bilhões", resumiu Garibe.
O secretário destacou ainda que, depois de administrações descuidadas com a eficiência da gestão pública, é necessário reforçar os quadros da prefeitura para garantir os investimentos na cidade. "A máquina pública foi carcomida ao longo dos anos. Quando chegamos, encontramos uma prefeitura defasada em formação de servidores, salários, condições de trabalho... Diferente do governo federal, que estruturou o poder público para o investimento, criou carreiras técnicas de servidores apenas para o PAC. O servidor é dedicado e quer ver acontecer, mas nós temos de dar a ele condições para isso. As gestões anteriores faziam contratos temporários de projetos para pacotes de investimento, mas nós queremos quadros permanentes", conta Garibe, que afirmou que a secretaria deve abrir concurso para engenheiros em 2015.
O secretário, que foi diretor de Infraestrutura do PAC no governo federal, afirmou também que o programa de investimento neste setor é essencial para que São Paulo assegure recursos para o desenvolvimento urbano em um momento no qual o orçamento municipal está no limite. Hoje, a prefeitura aguarda que a União aceite renegociar a dívida da cidade, que, somada às dívidas com credores privados, chega a 120% do orçamento anual do município e impede novas tomadas de crédito. "O PAC permite fazer investimentos já com a renegociação, mas isso não aconteceu em São Paulo. O prefeito tentou dar justiça ao IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbano] e melhorar a arrecadação, mas foi barrado pela Justiça. Isso exigiu de nós planejamento. Passamos os primeiros seis meses do ano revisando projetos, buscando alternativas", explicou.
Apenas no PAC, a cidade tem garantidos R$ 15 bilhões, dos quais R$ 4 bilhões sairão dos cofres municipais, para obras, principalmente de drenagem e mobilidade urbana, além da retomada do programa Mananciais. Para que a cidade de São Paulo não perdesse projetos inscritos, projetos que seriam financiados com empréstimo de bancos públicos foram substituídos por projetos com investimento direto da União. "O grande valor do PAC é ser republicano. Não tem questão política, é projeto. Isso mudou a dinâmica da administração pública. Há 10 anos, nenhum município fazia projeto, porque não tinha garantia de financiamento. Hoje, com novas modalidades de convênio saindo anualmente, o gestor pode se antecipar e se preparar para solicitar recursos", explicou.
O objetivo da gestão Haddad, segundo Garibe, é mudar a "cara" da cidade, com mais planejamento urbano e serviços públicos: os equipamentos públicos que, na gestão de Marta Suplicy (PT, 2001-2004), foram instalados na extrema periferia, como os Centros de Educação Unificados (CEUs) estão hoje sendo implementados mais para "dentro" da cidade e houve retomada da ampliação da rede municipal de Saúde, que estava estagnada. O Plano Diretor prevê a requalificação dos espaços públicos e melhoria da mobilidade, com direcionamento das moradias mais adensadas em torno dos modais de transporte público, como ônibus e metrô. Atualmente, há 37 quilômetros de corredores de ônibus em obras, que devem totalizar 100 quilômetros até o fim do ano.
O símbolo das mudanças em São Paulo, segundo o secretário, poderá ser o destino que a população resolver dar ao Minhocão, cuja demolição ou transformação em parque consta do Plano Diretor.
"Ali é um caso que resume um debate que sempre existiu em São Paulo, entre melhoria da qualidade de vida e condição de deslocamento. A sociedade agora vai debater, e são necessários muitos debates, sobre o que vai acontecer com ele. Ter minorado o horário de utilização, ter aberto aos domingos, já foi bom. De minha parte, prefiro a construção de um parque, que cria uma simbologia mais importante", ponderou Garibe.
Fonte - Rede Brasil Atual  (RBA)  14/10/2014


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Governo Federal autoriza R$ 1 bi do BNDES para metrô de Fortaleza

Transportes sobre trilhos

Governo autoriza R$ 1 bi do BNDES para metrô no CE - O BNDES havia noticiado financiamento para esse projeto no começo de julho. A implantação da Linha Leste do metrô de Fortaleza, com extensão total de 12,4 quilômetros e 13 estações, faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). 

Ayr Aliski - Estadão
foto - ilustração
O Ministério da Fazenda autorizou que seja firmado contrato de financiamento de R$ 1 bilhão entre o Estado do Ceará para a implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza. O financiamento será concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O com essa autorização foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 1.
O BNDES havia noticiado financiamento para esse projeto no começo de julho. A implantação da Linha Leste do metrô de Fortaleza, com extensão total de 12,4 quilômetros e 13 estações, faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). A Linha Leste do metrô irá integrar o centro capital à região da Avenida Santos Dumont, onde se encontram os principais polos comerciais, universitários e financeiros da cidade, além da região da Avenida Washington Soares, que apresenta o maior índice de crescimento da região.
O financiamento do BNDES vai apoiar investimentos necessários para implantação das obras civis do metrô, que corresponde a 12,4 quilômetros de sistema metroviário, sendo 11,1 quilômetros de trecho subterrâneo, 562 metros de trecho de transição e 800 metros de trecho em superfície, além de treze estações (doze subterrâneas e uma em superfície), dez poços de ventilação e sete saídas de emergência.
O texto publicado hoje no Diário Oficial cita "contrato de garantia, a ser firmado entre a União e o Estado do Ceará, com a interveniência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e contrato de vinculação de receitas e de cessão e transferência de crédito, em contragarantia, a ser celebrado entre a União e o Estado do Ceará, com a interveniência da Caixa Econômica Federal S.A., do Banco do Brasil S.A. e do Banco do Nordeste do Brasil S.A., ambos relativos a contrato de financiamento a ser firmado entre o Estado do Ceará e o BNDES, no valor de R$ 1 bilhão, cujos recursos serão destinados ao financiamento da implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza".
Fonte - A Tarde  01/09/2014

sábado, 23 de agosto de 2014

Autorizadas obras para duplicação das BRs 101 e 116 Norte

Bahia

Trecho do Anel do Contorno, em Feira, que será beneficiado com a duplicação -  O anúncio foi feito nesta sexta-feira, 22, durante assinatura de ordem de serviço pelo governador Jaques Wagner e pelo ministro dos transportes Paulo Sérgio Passos. 

A Tarde
Alean Rodrigues / Santo Estevão
Foto ilustração - Wikipédia 
As BRs 116 norte e 101 serão duplicadas nos trechos que ligam Feira de Santana aos estados de Sergipe e Pernambuco compreendendo 205 quilômetros de extensão na primeira etapa. O anúncio foi feito nesta sexta-feira, 22, durante assinatura de ordem de serviço pelo governador Jaques Wagner e pelo ministro dos transportes Paulo Sérgio Passos. O valor total das obras ultrapassam R$ 1,1 bilhões recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) com estimativa de conclusão em 2 anos.
"Esta obra é bastante aguardada pois irá desafogar o tráfego que hoje é uma reclamação de todos os motoristas. Dando maior agilidade e segurança para os que transitam por estas rodovias", afirmou Jaques Wagner.
Na BR 101 serão duplicados 165 km que ligam a 324 passando por Feira de Santana até a divisa com o estado de Sergipe. A rodovia é uma das mais importantes do país e é considerada uma via de integração que atravessa diversas cidades importantes no estado. As obras de duplicação contemplam a construção de uma nova pista paralela a existente com duas faixas de rolamento e acostamentos, restauração da pista antiga e adequação de todas as travessias urbanas com construção de dispositivos de segurança como passarelas e acessos em desníveis.
Já na BR 116 Norte as obras foram divididas em seis lotes, sendo o primeiro que contempla o lado oeste do Anel de Contorno em Feira de Santana até a cidade de Teofilândia.
"Com isto estaremos ampliando a capacidade de segurança da rodovia, onde passam por dia cerca de 10 mil veículos. Sem falar da comodidade que estaremos oferecendo para os motoristas e pedestres já que também estaremos instalando todos os dispositivos de segurança necessários para as travessias. Sem falar que poderemos sair da Bahia até o estado do Rio Grande do Norte em uma rodovia totalmente duplicada o que nos dará maior conforto na viagem", frisou o ministro Paulo Sérgio Passos, acrescentando que só em obras de duplicação na Bahia serão gastos mais de R$ 2 bilhões.
A Tarde percorreu um dos trechos que será duplicado, o anel de contorno em Feira de Santana e encontrou várias dificuldades de trafegabilidade como pista estreita e esburacada, falta de sinalização e iluminação, acostamento em situação precária ou até inexistente, animais e pedestres disputando a rodovia com os veículos. Sem falar que o tráfego de veículos pesados é uma constante no local, o que provoca inúmeros congestionamentos.
O anúncio das obras de duplicação agradou os motoristas. Para o caminhoeiro goiano Márcio Nunes de Souza atualmente trafegar pela BR 116 Norte é algo insuportável pois não há sinalização, acostamento com desnível e inúmeros congestionamentos.
"A duplicação vai melhorar e muito a nossa viagem, sem falar nos acidentes que diminuirão consideravelmente. Somos obrigados muitas vezes parar em postos para evitar assaltos e acidentes. A rodovia não consegue suportar a quantidade de veículos que passam por ela atualmente",disse.
Já o taxista Anadisôr Souza Júnior disse que, devido ao grande fluxo de carretas na rodovia, o trânsito fica lento e aumenta os riscos de acidentes. "Acredito que a duplicação vai dar maior segurança para os motoristas pois teremos maior espaço e os veículos pesados terão suas faixas exclusivas o que acabará com estes congestionamentos", frisou.
A falta de acostamento e de maior agilidade no tráfego são reclamações do caminhoneiro Teônio Lima. Ele diz que atualmente para percorrer os 112 km que ligam Feira de Santana até Conceição do Coité ele gasta quase 3 horas. "O congestionamento é enorme. Com a duplicação isto acaba e mesmo que tenhamos que pagar pedágio será muito melhor pois o tempo da viagem será reduzido", destacou.
Fonte - A Tarde  22/08/2014

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Teste de VLT Natal deve começar em 60 dias

Transportes sobre Trilhos

Das 14 composições adquiridas para renovação da frota ferroviária na Região Metropolitana, 12 são VLTs e dois são locomotivas tradicionais. O conjunto foi adquirido por R$ 154 milhões através do PAC Equipamentos. Além da composição do VLT, as duas locomotivas também chegaram e estão sendo testadas.

Tribuna do Norte (RN)
foto - ilustração
A primeira composição do Veículo Leve sobre Trilho (VLT) que circulará na capital potiguar já está na superintendência da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), na Ribeira, mas ainda sem data definida para entrar em circulação. Mas a expectativa do órgão é que o primeiro VLT passe a circular com passageiros, em fase teste, no prazo de dois meses, sem previsão de aumento no valor da tarifa, que custa R$ 0,50.
Das 14 composições adquiridas para renovação da frota ferroviária na Região Metropolitana, 12 são VLTs e dois são locomotivas tradicionais. O conjunto foi adquirido por R$ 154 milhões através do PAC Equipamentos. Além da composição do VLT, as duas locomotivas também chegaram e estão sendo testadas.
A primeira composição do veículo leve foi apresentada ontem pelo superintendente da CBTU em Natal, João Maria Cavalcanti, que também falou sobre o projeto de modernização do sistema ferroviário potiguar. Além desse, o segundo VLT deve chegar à cidade no fim deste mês e, posteriormente, a chegada dos outros dez com intervalo médio de dois meses entre cada um. A previsão é de que a implantação do VLT seja concluída em três anos.
“Quanto mais veículos, são mais viagens e mais demanda. A expectativa é passar da média de 6 mil passageiros diários para 18 mil. Um estudo indica que há uma demanda reprimida de 60 mil passageiros/dia das zonas Norte e Sul”, afirma o superintendente.
Os VLTs atuarão na linha Sul (Natal/Parnamirim) e parte da linha Norte (Natal/Nova Natal). Segundo Cavalcanti, a presença em parte da linha é necessária para cumprir o intervalo prometido de 20 minutos. No restante da linha Norte, entre a estação Nova Natal e a de Ceará-Mirim, atuarão as novas locomotivas.
Dentro da modernização do sistema na Grande Natal, o pré-projeto elaborado pela CBTU prevê reparos das 22 estações da década de 1980, criação de outras oito, manutenção e substituição de parte dos trilhos e dos dormentes (apoio para as linhas férreas). A expectativa do órgão é que a implantação das novas estações torne o sistema ferroviário mais acessível à população, deixando-a mais visível e próxima às paradas de ônibus e corredores viários. “O sistema de ônibus está saturado e o sistema de trem, transporte de massa de grande capacidade, pode ajudar a diminuir a demanda de veículos”, disse o superintendente.
Devem ser feitos ainda viadutos ou túneis, nos cruzamentos da ferrovia com as avenidas João Medeiros Filho, Mário Negócio, Bernardo Vieira, e Capitão Mor Gouveia. Esses equipamentos para os automóveis visam dar mais celeridade ao tráfego dos dois tipos de veículo, mas, de acordo com a companhia, independe da implantação do VLT.
Essas demandas serão entregues à empresa vencedora da licitação, em fase de conclusão, para elaborar o projeto executivo dentro do prazo inicial de um ano. A expectativa de João Maria Cavalcanti é que os serviços durem dois anos. Para esse projeto e obras, a CBTU garantiu R$ 311,65 milhões através do PAC Mobilidade Grandes Cidades.
Desse total voltado à reestruturação da rede, foram liberados R$ 53 milhões para pagar o projeto e parte do material a ser adquirido para substituição. Cavalcanti garante que os reparos a serem feitos, mesmo na linha, não impedem o funcionamento normal da rede. “Os trens e VLTs não vão parar de rodar por causa das obras. Esse pode ser feito com eles em circulação”.

O que é VLT?
O Veículo Leve sobre Trilho (VLT) é um equipamento de transporte mais moderno que as tradicionais locomotivas férreas. Similar aos ônibus, o VLT é mais leve que as locomotivas em uso, em Natal. Serão compostas por três vagões, cada uma com capacidade para 200 passageiros, podendo transportar até 600 pessoas de uma vez. O VLT também se diferencia por ser bimotor e, por ter um em cada ponta, não precisa fazer curvas, indo para frente e para trás. Serão climatizados e, de acordo com a CBTU, passarão nas estações a cada 20 minutos.

Novas estações
Na modernização, serão implantadas oito novas estações na Região Metropolitana de Natal:

BR-101 Sul, próximo ao viaduto de Parnamirim
BR-101 Norte, próximo à fábrica da Ambev
Próximo à avenida das Fronteiras, na zona Norte
Estação Baldo, próximo ao Passo da Pátria
Estação próximo aos shoppings Estação e Norte Shopping
Estação no Bairro Nordeste
Estação próximo à Lagoa de Extremoz

Unificação das atuais duas paradas do Alecrim, uma para cada linha

Números
R$ 154 milhões do PAC Equipamentos foram usados para aquisição de 12 VLTs e duas locomotivas.
R$ 311,65 milhões do PAC Mobilidade Grandes Cidades para reparos e modernização da rede ferroviária.
600 passageiros poderão ser transportados por VLT.
8 novas estações serão construídas na Grande Natal.
22 é o número de estações existentes na rede da CBTU Natal.
6 mil é a média de passageiros transportados diariamente.
18 mil é a projeção de passageiros/dia transportados quando implementados os quatro VLTs.
60 mil é a projeção de passageiros/dia, incluindo transporte pelas tradicionais locomotivas.
1.545.298 passageiros transportados em 2013.
1.126.629 passageiros transportados em 2012.
1.853.048 passageiros transportados em 2011.
Fonte - Revista Ferroviária  07/08/2014

terça-feira, 5 de agosto de 2014

VLT chega a Natal esta semana

Transportes sobre trilhos

Fabricada em Barbalha (CE), composição foi despachada com destino a Natal nessa segunda-feira.-O equipamento faz parte de um investimento de R$ 154 milhões, disponibilizado através de PAC Equipamentos, do Governo Federal, para a modernização do sistema de trens urbanos. 

Tribuna do Norte

A primeira composição de Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) deverá chegar em Natal ainda nesta semana. Segundo a Superintendência de Trens Urbanos de Natal, a composição foi fabricada pela empresa Bom Sinal, em Barbalha (CE) e foi despachada com destino a Natal nesta segunda-feira (4).
O equipamento faz parte de um investimento de R$ 154 milhões, disponibilizado através de PAC Equipamentos, do Governo Federal, para a modernização do sistema de trens urbanos. No total, foram adquiridas 12 composições e duas locomotivas tradicionais, que já estão em Natal em fase de testes.
“Com a implantação do sistema de transporte ferroviário na Região Metropolitana de Natal, destacando o VLT como indutor da mobilidade urbana, as pessoas vão se deslocar de maneira muito mais confortável, rápida e econômica, pois não há previsão de aumento da tarifa. O valor do transporte continuará R$ 0,50”, disse João Maria Cavalcanti, superintendente regional da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). O tempo de espera será de 15 a 20 minutos.
Após a chegada do primeiro VLT, os próximos deverão ser entregues a cada dois meses e a capacidade diária das linhas deve aumentar de 8 mil para 50 mil passageiros. O primeiro veículo a entrar em circulação na capital deverá atender a linha Ribeira – Nova Natal. O outro VLT vai circular no trecho Ribeira – Parnamirim. Com o novo sistema, a estrutura de transportes por trens será modificada. O conjunto Nova Natal, na zona Norte, terá uma estação de transferência integrada às demais estações.
Com a modernização do sistema, a CBTU espera ampliar a capacidade diária de 8 mil passageiros para 50 mil. A CBTU também tem projetos de ampliação das linhas de trens em Natal e região metropolitana. O projeto prevê a implementação do destino Campus Universitário, com duas novas linhas, uma que ligará à Ribeira e outra, que formará um anel na região central da cidade.
Uma outra linha também deverá ser criada para atender o Aeroporto de São Gonçalo e formará um anel ferroviário metropolitano, interligando Natal, Parnamirim, Macaíba e São Gonçalo do Amarante. Também está prevista a ampliação do ramal sul, a partir do município de Parnamirim em direção a Nísia Floresta e São José de Mipibú.
Fonte - STEFZS 05/08/2014