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quinta-feira, 2 de maio de 2024

Linha Leste do metrô de Fortaleza começara a operar em 2026

Transportes sobre trilhos  🚇

A Linha Leste do Metrofor, quando ficar pronta em 31 de dezembro de 2026, ligará, em 15 minutos, a Estação Chico da Silva, no centro da cidade, à do bairro do Papicu, numa extensão de 7,3 quilômetros.Toda a primeira fase da Linha Leste do Metrô de Fortaleza deverá estar concluída no dia 31 de dezembro de 2026

Diário do Nordeste/Revista Ferroviária
foto - ilustração/arquivo
Desde outubro do ano passado, uma centena de homens e mulheres trabalha na manutenção das duas tuneladoras que, a 34 metros abaixo do piso da Catedral Metropolitana de Fortaleza, abrem os túneis 1 e 2 da Linha Leste do Metrofor. Quando ficar pronta em 31 de dezembro de 2026, ela ligará, em 15 minutos, a Estação Chico da Silva, no centro da cidade, à do bairro do Papicu, numa extensão de 7,3 quilômetros. No próximo mês de junho, voltará a operar a primeira tuneladora; a segunda, no mês de julho seguinte.

As duas máquinas sem operar há três anos.
Toda a primeira fase da Linha Leste do Metrô de Fortaleza deverá estar concluída no dia 31 de dezembro de 2026, e para isto o Metrofor tem no seu caixa R$ 1 bilhão emprestados pelo BNDES e mais R$ 600 milhões oriundos do Orçamento Geral da União (OGU), além de R$ 200 milhões do Tesouro do Estado do Ceará, que serão ampliados em mais R$ 300 milhões graças a recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para fazer face à natural correção de custos. A secretária Executiva de Logística e Obras da Secretaria de Infraestrutura do Governo do Ceará, engenheira Liana Fujita, que promoveu ontem uma visita de jornalistas ao canteiro de obras da Linha Leste do Metrô de Fortaleza, disse a esta coluna que não é problema nem o dinheiro, nem o cronograma da obra “que está em dia para a atual fase da obra”. Os trabalhos da Linha Leste envolvem – além da escavação dos dois túneis (um de Leste a Oeste, outra no sentido inverso) – a ampliação da Estação Chico da Silva e as estações Colégio Militar, Nunes Valente e Papicu. Na primeira, os serviços já estão perto do fim, mas nas do Colégio Militar, Nunes Valente e do Papicu, eles prosseguem. Em setembro, se não houver intercorrências, as tuneladoras chegarão à Estação do Colégio Militar, segundo antecipa a secretária Liana Fujita, que faz questão de citar “a dedicação do governador Elmano de Freitas, do secretário da Casa Civil, Max Quintino, e do secretário Infraestrutura, Antônio Ney de Souza, que têm batalhado permanentemente pela continuidade da obra”. Depois de visitar os serviços que se realizam no trecho da Estação Chico da Silva e o ponto onde, há três anos, estão estacionadas as duas tuneladoras, este colunista pode prestar aos seus leitores o seguinte testemunho: Trata-se de um empreendimento que tem tudo a ver com a mobilidade urbana. E tudo a ver, também, com o lamentável histórico das obras públicas brasileiras. O trecho da Linha Leste do Metrofor – em execução desde 2013, paralisado em 2015 e retomado depois que se fez nova licitação em 2018 – é um complexo empreendimento de engenharia, semelhante aos que se realizam na cidade de São Paulo, cujo governo estadual amplia as linhas dos seus trens metropolitanos. O consórcio que começou as obras da Linha Leste em 2013 – integrado pelas empresas (é oportuna esta recordação) Cetenco e Acciona – simplesmente abandonou os serviços em 2015. Por que abandonou? Porque, como fazem quase todas as empreiteiras, impôs uma condição para prosseguir os trabalhos: o; reajuste dos preços. Não deu. O então governador Camilo Santana negou a pretensão. Em 2018, o Governo do Estado, ainda sob o comando de Camilo Santana, promoveu nova licitação, cujo vencedor foi o consórcio FTS Linha Leste, constituído pelas empreiteiras Construtora Ferreira Guedes e a Sacyr Construción S/A, que propuseram a execução da obra por R$ 1,47 bilhão, depois de uma prolongada discussão. Proposta aceita, contrato assinado. Os trabalhos seguem, mas, para efetivamente ganharem velocidade, precisarão da recuperação das duas tuneladoras, algo prometido pela Robbins – fabricante dos equipamentos – para o próximo mês de junho. Será? Os jornalistas convidados pela secretária Liana Fujita fizeram um “tour” pelo Túnel 1 do trecho entre a Estação Chico da Silva e a Catedral Metropolitana, na direção do Papicu. São 1,3 Km de escavações totalmente prontos. Como todo o trecho é bem iluminado por potentes lâmpadas fixadas nas aduelas de concreto armado, de 6,6 metros de diâmetro, que revestem os túneis, fica visível o acentuado declive que existe entre aquela estação e a do Colégio Militar – são 34 metros de profundidade entre a superfície e o ponto onde se encontram as máquinas que escavam os túneis. A linha permanente (os dormentes e os trilhos) não serão os que hoje estão assentados na obra, mas o revestimento dos túneis serão os que já existem e os que ainda serão instalados – afinal, toda a primeira fase da Linha Leste do Metrô de Fortaleza tem 7,3 Km de comprimento. Depois do que viu no canteiro de obras, este colunista pode afirmar: 1) Há muito serviço ainda a ser executado; 2) pelo que deu para observar a 34 metros de profundidade, as tuneladoras não deverão estar prontas e em operação no próximo mês de junho: a máquina é gigantesca, tem milhares de parafusos e porcas, centenas de sensores; dezenas de pontos em que é necessário o uso de óleo e graxa; mas esta é a impressão de um leigo, que, todavia, está acostumado ao ritmo das obras públicas no Brasil – no Ceará, também. Torçamos para que todos esses prognósticos estejam errados e que a previsão da secretária Liana Fujita seja a correta Acreditar que, em 2026 – ano de eleição presidencial, de governador, de senador e de deputados federal e estadual – as obras da Linha Leste do Metrofor estarão concluídas e em operação, é um exercício de futurologia que não integra as virtudes desta coluna e do seu editor. 
Diário do Nordeste - https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/egidio-serpa/linha-leste-do-metro-de-fortaleza-operara-em-2026-1.3506532
Fonte - Revista Ferroviária 30/04/2024

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Obra da Linha Leste do Metrô de Fortaleza ganhará novo ritmo

Transportes sobre trilhos  🚇

Após acordo com construtora, a obra da Linha Leste do Metrô de Fortaleza ganhará novo ritmo O Governo do Ceará, e o consórcio FTS firmaram, nesta segunda-feira (30), um acordo para estabelecer regras e garantias ao seguimento das obras da Linha Leste do Metrô. 

Metrofor
Foto - Seinfra Ce 
O Governo do Ceará, através da Secretaria da Infraestrutura, e o consórcio FTS firmaram, nesta segunda-feira (30), um acordo para estabelecer regras e garantias ao seguimento das obras da Linha Leste do Metrô de Fortaleza. No documento assinado pela Seinfra e o consórcio construtor, junto à Procuradoria-Geral do Estado do Ceará (PGE) e à Casa Civil, há o entendimento para seguimento das obras civis e sistemas de alimentação de energia elétrica, telecomunicações, sinalização e controle, bilhetagem, ventilação e equipamentos de oficina da Linha Leste do Metrô de Fortaleza. O acordo seguirá para publicação no Diário Oficial do Estado (DOE). Para o secretário da Infraestrutura do Ceará, Antonio Nei de Sousa, o momento reafirma o interesse da gestão de executar a obra da Linha Leste em novo ritmo. “Este acordo atende a uma demanda por menor prazo para retomada e conclusão, com menor custo e riscos judiciais e técnicos ao projeto”, destacou o titular da Seinfra. Atualmente, a obra conta com três frentes de serviços em andamento, nos canteiros das Estações Chico da Silva, no Centro; Colégio Militar; e Nunes Valente, onde até o fim de novembro a Seinfra vai liberar o tráfego na rua Tibúrcio Cavalcante, no bairro Aldeota. O acordo visa alternativas seguras para o Estado e a garantia da execução da obra, bem como atende a novas exigências da Seinfra e leva em consideração o caráter indispensável da Linha Leste ao sistema metroviário de Fortaleza; o interesse do executivo em entregar, o mais breve possível, a obra; e a solução de entraves quanto à metodologia de execução.

Mais informações
A Linha Leste terá 7,3 quilômetros de extensão e fará o percurso entre o Centro e o Papicu, com um tempo total estimado de 15 minutos. O empreendimento vai garantir aos usuários mais opções de deslocamento e integração entre os modais disponíveis, fazendo conexão com as linhas Sul e Oeste, além do VLT Parangaba-Mucuripe e o terminal de ônibus do Papicu.
Fonte - Metrofor  02/11/2023

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Duas tuneladoras para obras da Linha Leste do metrô de Fortaleza já estão montadas e testadas

Transportes sobre trilhos  🚇

Duas das chamadas tuneladoras – ou tatuzões – estão “prontas para serem utilizadas na Fase 1 da Linha Leste do Metrô”.No entanto, a utilização destes equipamentos tem como limitador o questionamento sobre a nova licitação para as obras da Linha Leste feito na Justiça pelo consórcio Metrô Linha Leste Fortaleza.Outros dois tatuzões estão em processo de montagem e teste, que deve ser finalizado por completo até o fim do primeiro semestre do próximo ano.

Diário do Nordeste
foto - ilustração/arquivo
Dois dos quatro equipamentos comprados pelo Governo do Estado para abrir os túneis da Linha Leste do Metrofor já estão completamente montados e testados, segundo informou a Secretaria da Infraestrutura (Seinfra). Duas das chamadas tuneladoras – ou tatuzões – estão “prontas para serem utilizadas na Fase 1 da Linha Leste do Metrô”.
No entanto, a utilização destes equipamentos tem como limitador o questionamento sobre a nova licitação para as obras da Linha Leste feito na Justiça pelo consórcio Metrô Linha Leste Fortaleza – formado pelas empresas Acciona Construcción e Marquise – contra o consórcio FTS – das empresas Sacyr Construccíon e Ferreira Guedes).
A abertura de um novo processo licitatório foi feito pelo Governo do Estado após mudanças estruturais significativas no projeto inicial da Linha Leste, o que, segundo já justificou o secretário Lúcio Gomes (Infraestrutura) fundamenta a mudança nas empresas responsáveis pela obra por completo.
Cabe ao Tribunal de Contas da União (TCU) analisar o caso e decidir pela liberação ou não das obras, para que o novo consórcio já contratado – o FTS – dê seguimento ao projeto remodelado pelo governo cearense.
Outro empecilho para a Linha Leste do Metrofor diz respeito aos recursos. Com a previsão de R$ 1,85 bilhão para conclusão da primeira fase do trecho, só na última semana o Estado conseguiu assegurar o R$ 1 bilhão pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O restante do investimento vem do Governo Federal, com R$ 673 Caixa Econômica, e os demais pelo próprio Ceará.

Outras unidades
A Seinfra informou ainda que outros dois tatuzões estão em processo de montagem e teste, que deve ser finalizado por completo até o fim do primeiro semestre do próximo ano. “Depois de montados, os dois equipamentos vão ficar armazenados em galpões no Pátio João Felipe, no Centro de Fortaleza, para serem utilizados na Fase 2”, acrescentou a Secretaria.
Fonte - Abifer  18/09/2018

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Seinfra (CE) antecipa a montagem das Tuneladoras na Linha Leste do Metrô de Fortaleza

Transportes sobre trilhos  🚇

A montagem das quatro máquinas será na superfície, na área do Canteiro de Obras da estação Chico da Silva, onde estão armazenadas. Os equipamentos irão passar por uma revisão completa, através de inspeções e testes. “Essa operação deve levar, por máquina, oito meses, em pares”, disse o titular da SEINFRA. 

Seinfra CE
divulgação/Seinfra CE
O secretário da Infraestrutura, Lucio Gomes, anunciou na tarde desta quarta-feira (17), em coletiva, que será iniciada a montagem das tuneladoras (ou shields ), máquinas que serão utilizadas na construção dos túneis da Linha Leste do metrô de Fortaleza. O objetivo é preservar os equipamentos, promovendo sua revisão e montagem na superfície, com execução dos testes necessários para revalidação da certificação e extensão da garantia por mais 18 meses.
“Nós vamos antecipar uma etapa que estava prevista no contrato da obra. Quando forem reiniciadas as obras da Linha Leste, esse item será suprimido da planilha de custos da empreiteira”, afirmou o secretário. Outro ganho com essa ação é maior agilidade na retomada da obra, deixando os equipamentos preparados para o início das escavações.
A montagem das quatro máquinas será na superfície, na área do Canteiro de Obras da estação Chico da Silva, onde estão armazenadas. Os equipamentos irão passar por uma revisão completa, através de inspeções e testes. “Essa operação deve levar, por máquina, oito meses, em pares”, disse o titular da SEINFRA. Após as revisões e montagem, os equipamentos serão mantidos em quatro armazéns especialmente preparados para cada tuneladora.
Os serviços serão realizados pela empresa norte-americana The Robbins Company, fabricante das tuneladoras, e estão orçados em US$ 8,76 milhões.
Além da montagem, a empresa fornecerá suporte técnico com acompanhamento diário de um especialista, durante o período de garantia, que será de 18 meses, a partir da data da recertificação de cada máquina, estando todos esses serviços inclusos no valor do aditivo do contrato.
O aditivo prevê, ainda, a formação de mão de obra local, através da realização de cursos e treinamentos em operação e manutenção de máquinas tuneladoras, devendo ser realizados em parceria com uma instituição a ser designada pelo Governo do Estado.
Também participaram da apresentação o Secretário Adjunto da SEINFRA, Antônio José Câmara; o Secretário Executivo, Paulo César Moreira; o Diretor Presidente do Metrofor, Eduardo Hotz, o Coordenador de Transportes e Obras da Secretaria, André Pierre; o Coordenador de Planejamento, Joaquim Firmino e a Assessora Jurídica, Aline Saldanha.

Linha Leste
As obras da Linha Leste do Metrô de Fortaleza, ligando o Centro ao bairro Edson Queiroz, foram iniciadas em novembro de 2013, mas foram paralisadas no início de 2015 por conta da reformulação do consórcio Cetenco-Acciona, que executaria os serviços.
Para retomar a obra, o Governo do Estado tem trabalhado intensamente junto ao Governo Federal para que sejam liberados os recursos que justificaram a licitação.
A Linha Leste do Metrô de Fortaleza terá 13,2 km de extensão, sendo 12,4 km subterrâneos e 0,8 km em superfície, ligando o Bairro Tirol, passando pelo Centro até o Bairro Edson Queiroz. A previsão é de que a Linha Leste atenda até 400 mil usuários por dia, quando integrada aos demais modais de transporte.
Com informações da Seinfra CE  17/05/2017

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Governo Federal autoriza R$ 1 bi do BNDES para metrô de Fortaleza

Transportes sobre trilhos

Governo autoriza R$ 1 bi do BNDES para metrô no CE - O BNDES havia noticiado financiamento para esse projeto no começo de julho. A implantação da Linha Leste do metrô de Fortaleza, com extensão total de 12,4 quilômetros e 13 estações, faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). 

Ayr Aliski - Estadão
foto - ilustração
O Ministério da Fazenda autorizou que seja firmado contrato de financiamento de R$ 1 bilhão entre o Estado do Ceará para a implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza. O financiamento será concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O com essa autorização foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 1.
O BNDES havia noticiado financiamento para esse projeto no começo de julho. A implantação da Linha Leste do metrô de Fortaleza, com extensão total de 12,4 quilômetros e 13 estações, faz parte do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). A Linha Leste do metrô irá integrar o centro capital à região da Avenida Santos Dumont, onde se encontram os principais polos comerciais, universitários e financeiros da cidade, além da região da Avenida Washington Soares, que apresenta o maior índice de crescimento da região.
O financiamento do BNDES vai apoiar investimentos necessários para implantação das obras civis do metrô, que corresponde a 12,4 quilômetros de sistema metroviário, sendo 11,1 quilômetros de trecho subterrâneo, 562 metros de trecho de transição e 800 metros de trecho em superfície, além de treze estações (doze subterrâneas e uma em superfície), dez poços de ventilação e sete saídas de emergência.
O texto publicado hoje no Diário Oficial cita "contrato de garantia, a ser firmado entre a União e o Estado do Ceará, com a interveniência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e contrato de vinculação de receitas e de cessão e transferência de crédito, em contragarantia, a ser celebrado entre a União e o Estado do Ceará, com a interveniência da Caixa Econômica Federal S.A., do Banco do Brasil S.A. e do Banco do Nordeste do Brasil S.A., ambos relativos a contrato de financiamento a ser firmado entre o Estado do Ceará e o BNDES, no valor de R$ 1 bilhão, cujos recursos serão destinados ao financiamento da implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza".
Fonte - A Tarde  01/09/2014

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Estação de trens João Felipe em Fortaleza será desativada

Transportes sobre trilhos

A expectativa é que após a desativação, a área possa se tornar um equipamento cultural no Centro da Capital

Thiago Rocha - DN
  FOTO: BRUNO GOMES
Após 141 anos de história, a Estação Ferroviária João Felipe, a primeira de Fortaleza, que fica localizada no Centro da cidade, será desativada na próxima segunda-feira (13). A partir desse dia, os oito mil passageiros que passam pelo espaço diariamente farão seu embarque e desembarque através de uma estação provisória, localizada no fim da Rua Padre Mororó.
Na área onde hoje estão os trilhos da Estação João Felipe, no centro da Capital, será construído um percurso subterrâneo para a Linha Leste da Companhia do Metrô de Fortaleza (Metrofor)
Na área onde hoje estão os trilhos será construído um percurso subterrâneo para a Linha Leste da Companhia do Metrô de Fortaleza (Metrofor). O projeto de escavação atingirá parte do terreno próximo aos trilhos da Linha Oeste, que faz parte da Estação João Felipe.
Após vários anos utilizando aquela estação ferroviária durante o seu deslocamento de casa para o trabalho, o mestre de obras Osmar Batista vai ter que fazer um caminho diferente. "No começo vai ser muito esquisito, pois esse lugar faz parte da nossa vida", admitiu.
Osmar Batista também destacou que com o passar dos anos faltou manutenção para aquele espaço. A sujeira, além da falta de cuidado, acaba prejudicando parte da aparência do local, que ainda dispõe de uma bela estrutura. Ele espera que todo esse lugar possa ser revitalizado e, consequentemente, utilizado pela população.
A empregada doméstica Antônia Cláudia Moura não concorda com a desativação da João Felipe, devido à sua história. "Um local como esse deve ser usado pra sempre".
Agora, ela teme que a estação provisória não possa comportar o número de passageiros que passam todos os dias pela Linha Oeste. "Será que um local provisório vai conseguir aguentar toda essa gente que passa por aqui", perguntou Antônia Cláudia.
Para que os passageiros possam ficar sabendo da mudança, a assessoria do Metrofor informou que existem equipes orientando as pessoas sobre as mudanças que acontecerá na próxima semana. A estação provisória fica no fim da Rua Padre Mororó, ao lado da Estação Chico da Silva, que faz parte da Linha Sul do metrô de Fortaleza.
No local onde ficará a estação provisória, é possível observar que ainda existe muito trabalho a ser feito até a próxima segunda-feira. Na tarde de ontem, a estrutura ainda estava sendo montada pelos operários. Até agora, apenas as barras de ferro que farão parte da estrutura e os tijolos que vão ficar no chão.

Projeto
De acordo com o Metrofor, existe um projeto do governo do Estado para transformar aquela área da estação ferroviária em um equipamento cultural com a criação de museus, restaurantes e praças. Porém, até agora, ainda não há uma data para o início desse plano.
A Linha Leste do metrô de Fortaleza, que tem a sua construção como o motivo para a desativação da João Felipe, é um projeto orçado em cerca de R$ 3,5 bilhões. Uma linha totalmente subterrânea com traçado de 12,4 quilômetros de extensão. A obra fará a ligação entre o Centro, partindo da estação Chico da Silva, até o Fórum Clovis Bevilaqua, no bairro Edson Queiroz.

Equipamento foi o 1º erguido em Fortaleza
A primeira estação ferroviária de Fortaleza teve a sua construção iniciada em 1871 e, na época, chamava-se Estrada de Ferro de Baturité. Nesse mesmo ano, a primeira locomotiva da estrada de ferro, batizada de Fortaleza, chegou à Capital. Após dois anos, aconteceu a inauguração da Estação Central, como também ficou conhecida. Somente sete anos mais tarde foram construídos o Chalé da Diretoria e Oficinas.
Em 1880, o espaço foi reinaugurado depois de passar por alterações definitivas num projeto do engenheiro Henrique Flogare. A reforma do prédio foi executada com mão de obra de retirantes da seca do ano de 1877. O terreno era da sesmaria de Jacarecanga de procedência da família Torres. A estação passou por uma segunda reforma em 1922, por ocasião do centenário da independência brasileira.
Fonte - Diário do Nordeste 09/01/2013

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Dilma terá R$ 6,1 bi para mobilidade; refinaria ainda com ações auxiliares

Mobilidade

A presidente também assinará hoje a ordem de serviço para a obra da Linha Leste do Metrô de Fortaleza


Sérgio  de Souza
DN
A quarta visita da presidente Dilma Rousseff ao Ceará neste ano, realizada hoje, deverá ser marcada pelo anúncio de R$ 6,12 bilhões para obras de mobilidade urbana no Estado e por mais uma solenidade - a segunda em 2013 - relacionada à refinaria Premium II, empreendimento que acumula atrasos em cronogramas anunciados, mas que, segundo a Petrobras, terá suas obras licitadas em abril do próximo ano. Em abril último, a chefe do Executivo federal presenciou a entrega à estatal do terreno que abrigará a usina e, hoje, acompanha a assinatura do Termo de Compromisso para a Reserva Indígena Taba dos Anacé, que foi uma das condicionantes exigidas pela Funai ao dar anuência ao projeto de refino. A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, também deverá estar presente.

 fotos:alex costa/ waleska santiago
Pela segunda vez no ano, a presidente participará de um evento referente à Premium II. Ela também assinará o termo para a criação da reserva indígena Taba dos Anacé

"Não sei se a Graça (Foster) vem, mas está agendado nessa programação o anúncio formal da área que vai abrigar a etnia Anacés, que surgiu a partir da discussão sobre a área da refinaria", enfatiza o governador do Ceará, Cid Gomes.
Primeiras ações
Enquanto as obras da refinaria Premium II não são iniciadas, a Petrobras atua no momento em ações auxiliares à instalação do empreendimento. Além da realização do cercamento da área que receberá a refinaria, que teve início em setembro e deverá seguir até abril de 2014, a estatal já solicitou à Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) as licenças de instalação para a construção de um píer no Porto do Pecém, das dutovias por onde serão movimentados os granéis líquidos e de uma área próxima ao porto para o recebimento de materiais.
"A refinaria é constituída por uma série de equipamentos que são licenciáveis individualmente. Mas, no momento, a Petrobras está buscando o licenciamento para equipamentos que não compõem exatamente o campo de refino, mas que vão proporcionar a logística necessária para o empreendimento", explica o superintendente adjunto da Semace, Arilo Veras.
De acordo com ele, a Petrobras deu entrada no pedido de licença para a instalação de uma área auxiliar para a refinaria, que ficará localizada próximo ao Porto do Pecém e que, segundo ele, funcionará como uma "antessala" da usina, recebendo todos os materiais para a planta. "A Semace já avaliou o pedido e solicitou à empresa um estudo de viabilidade ambiental, pra que a gente possa analisar o projeto e prosseguir no licenciamento", explica.
A estatal também solicitou licenciamento para a construção de um píer no Porto do Pecém pelo qual irá receber os equipamentos de grande porte, a exemplo de caldeiras, que formarão a planta de refino. O píer será constituído por plataformas ligadas ao continente por ponte. O superintendente adjunto da Semace informa que, em um prazo de aproximadamente 15 dias, o órgão deverá liberar um termo de referência solicitando à Petrobras a realização de estudos para a instalação do píer.
Já em relação às dutovias, Veras explica que a Semace já havia liberado a licença para a sua instalação, mas, como estudos posteriores realizados pela Petrobras determinaram modificações no projeto dos dutos, a licença terá que ser alterada e, no momento, está em análise pelo órgão ambiental.
Reserva indígena
Em solenidade na manhã de hoje, a presidente Dilma Rousseff participará da assinatura do Termo de Compromisso para a instalação da Reserva Indígena Taba dos Anacé. A formalização do termo, que será feita entre o Governo do Estado, a Petrobras e a Funai, era esperada desde julho passado, segundo expectativas anunciadas por representantes do governo. A presidente da estatal, Graça Foster, participará da cerimônia, juntamente com o diretor de Abastecimento da empresa, José Carlos Consenza.
A parte que cabia ao Estado já foi feita, que é a aquisição do terreno que abrigará a reserva e indenização das casas desapropriadas nas comunidades de Bolso e Matões, em um orçamento de R$ 15 milhões. Agora, caberá à Petrobras o mesmo investimento, a ser aplicado na construção de casas, fornecimento de água e energia, entre outras obras de infraestrutura, para atender à reserva indígena.
A Petrobras ainda está em negociações com investidores estrangeiros que possam entrar como sócios da refinaria cearense. Em seu último pronunciamento sobre o assunto, Foster informou que a chinesa Sinopec - que já vinha em negociações com a empresa para possível participação da Premium I, no Maranhão - está sendo sondada também para ser sócia da Premium II.
Pacto da Mobilidade
No evento hoje pela manhã, no Centro de Fortaleza, Dilma Rousseff anunciará recursos da ordem de R$ 6,12 bilhões para obras de mobilidade urbana no Ceará. Desse montante, R$ 5,7 bilhões são do PAC 2 Mobilidade Urbana, sendo R$ 2 bilhões oriundos do Orçamento Geral da União (OGU), R$ 1,8 bilhão de financiamento público, R$ 1,7 bilhão de contrapartida do estado e R$ 200 milhões de contrapartida da prefeitura.
O restante - R$ 384 milhões - são para investimentos em pavimentação urbana, que, somados aos R$ 5,7 bilhões, totalizam R$ 6,12 bilhões na carteira de obras de mobilidade urbana do Ministério das Cidades para o Ceará.
Na ocasião, Dilma assinará a ordem de serviço do maior investimento público já feito pelo governo do Estado, a Linha Leste do Metrô de Fortaleza, orçada em R$ 2,25 bilhões. Tendo seu contrato assinado no mês passado, a obra ligará o Centro ao bairro Edson Queiroz, com estações totalmente subterrâneas.
Após a cerimônia, a presidente seguirá para Horizonte, onde irá inaugurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). "Depois, voltamos para Fortaleza. Ela (Dilma) tem um almoço com o prefeito, comigo e com os ministros que estão acompanhando", afirma Cid Gomes.
Fonte - Diário do Nordeste  22/11/2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Metrô para o leste - Fortaleza

Metrô

Diário do Nordeste
foto - ilustração
O transporte público de massa prevalece como solução técnica nas maiores concentrações urbanas do mundo. Os metrôs dominam esse mercado, em decorrência do maior número de passageiros transportados por composição, do preço relativamente baixo da tarifa e das facilidades de fluxos quando suas linhas são totalmente subterrâneas.
O Estado assinou o contrato das obras civis da Linha Leste do Metrô de Fortaleza, planejado, em seu traçado inicial, para percorrer 12,4 quilômetros de extensão, entre o Centro da Capital e o Fórum Clóvis Bevilaqua, no bairro Edson Queiroz. A obra será conduzida por consórcio de empresas da construção civil, vencedor da concorrência pública.
Obras desse porte sofrem dilatações em seus prazos, tanto em razão de dificuldades burocráticas, por conta de desapropriações dos espaços privados para localizar as estações de embarque e desembarque. Depois, pela própria natureza da obra enterrada, embora facilitada pelas condições peculiares dos solos previamente estudados.
Ainda assim, a Linha Leste está inicialmente orçada em R$ 2,25 bilhões, numa operação de investimentos em que a União participa com R$ 1 bilhão; o Estado, com R$ 1 bilhão, mediante empréstimo externo; e o restante, com recursos oriundos do Tesouro Estadual. Para abrir os caminhos dos trilhos do metrô Leste, o Ceará recebeu duas da encomenda de quatro tuneladoras fabricadas em Xangai, na China.
Esse equipamento permite avançar a perfuração, facilitando o acabamento do túnel cavado. Xangai é centro avançado de produção de recursos técnicos para a construção civil de grande porte, a exemplo de seu trem metropolitano. As duas outras tuneladoras, em processo de montagem, estão no prazo contratado para o fornecimento.
O projeto, por contemplar as regiões leste e sul de Fortaleza, onde se registram os maiores índices de crescimento, deveria ter projetado, pelo menos, sua extensão até as tapioqueiras, em Messejana. Lá se concentra contingente expressivo de trabalhadores, clientela preferencial do trem metropolitano.
O Ceará levou 15 anos para montar o seu primeiro metrô, em Fortaleza, ligando a Praça Castro Carreira, no Centro da cidade, ao terminal da Vila das Flores, em Pacatuba, na Região Metropolitana. Há dez meses, as composições estão perfazendo o percurso de 25 quilômetros, sem custo para os usuários. Poderá chegar em janeiro sem cobrar a passagem.
O investimento realizado na primeira linha de metrô na Capital foi de R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 1,2 bilhão proveniente do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, e os R$ 300 milhões restantes do Estado. Nesse empreendimento foi utilizada a maior parte do percurso ferroviário, explorado pela antiga Rede Ferroviária Federal.
O Estado incorporou ao novo sistema de transporte, além do antigo caminho de ferro, as dependências da Central da Reffsa, na Praça Castro Carreira. O metrô para ser viabilizado contou com maciços investimentos do governo federal, depois de marchas e contramarchas determinadas pela carência de recursos.
Quando faz rodar seus novos trens da Linha Sul, a administração da Companhia do Metropolitano ainda não teve tempo para executar o trabalho para a restauração da cobertura vegetal existente na Avenida Tristão Gonçalves, destruída quando do início das obras. A promessa formal era do replantio dos oitizeiros plantados, na década de 30, mas não cumprida. Ainda há tempo.
Fonte - Revista Ferroviária  17/10/2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Cetenco-Acciona vence licitação de linha do Metrofor

Metrô

RF
foto - ilustração
Na ultima segunda-feira (07/10), foi concluída a licitação para as obras civis da Linha Leste do Metrô de Fortaleza. O consórcio Cetenco-Acciona, formado pela empresa brasileira Cetenco Engenharia e pela espanhola Acciona Infraestruturas, foi declarado pela Comissão Central de Concorrências como vencedor.
O consórcio apresentou a menor proposta de preço, cerca de R$ 2,26 bilhões, uma baixa de 9,5% sobre o preço estimado pelo governo de 2,5 bilhões e com uma redução de R$ 110 milhões abaixo da segunda colocada.
A Linha Leste da Metrofor deve ainda receber R$ 2 bilhões do PAC Mobilidade Grandes Cidades, vindos do Orçamento Geral da União e da Caixa Econômica Federal. Os recursos financiarão os 12 quilômetros de extensão da nova linha, que terá 12 estações.
Fonte - Revista Ferroviária  09/10/2013

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Licitação para obras civis em Fortaleza é concluída

Metrô

Diário do Nordeste
foto - ilustração
Nesta segunda-feira (7), foi anunciada a empresa vencedora da licitação para as obras civis da linha Leste do metrô de Fortaleza. Segundo o Governo do Estado, o consórcio escolhido apresentou a menor proposta de preço, cerca de R$ 2,26 bilhões.
O resultado da licitação ainda será publicado do Diário Oficial do Estado (DOE). A documentação do processo segue posteriormente para a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), onde será homologada. Após a apresentação de uma série de documentos, haverá a assinatura do contrato e da Ordem de Serviços.
A linha Leste deve ainda receber R$ 2 bilhões do programa federal "Mobilidade Grandes Cidades", vindos do Orçamento Geral da União e da Caixa Econômica Federal. Os recursos estaduais serão usados para a Parceria Pública Privada, além de projetos, administração da obra, desapropriações e remoções de interferências.
Linha Leste já possui equipamentos para o início das obras
Desde setembro, duas máquinas tuneladoras estão no Centro, próximas à estação Chico da Silva. As máquinas, que vieram da China, serão usadas nas escavações e custaram mais de R$ 128 milhões. Também já foram recebidos as Formas e Equipamentos Auxiliares, para duas fábricas de anéis, e o Sistema de Ventilação.
Onze estações devem compor a linha Leste, que devem ser interligadas às linhas Sul, Oeste, ramal Parangaba-Mucuripe e terminais de ônibus.
Fonte - Revista Ferroviária  08/10/2013

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Metrô de Fortaleza terá empréstimo de 1 bi

Metrô

AL aprova empréstimo de R$ 1 bi para o metrô

Obras da linha leste
Além das matérias de interesse do Governo, os deputados aprovaram uma nova emenda à Constituição do Estado
A Assembleia Legislativa do Ceará aprovou, durante sessão ordinária, ontem, o Projeto de Lei que dispõe sobre a autorização para o Governo do Estado contratar uma operação de crédito interno no valor de R$ 1 bilhão, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) ou Caixa Econômica Federal (CEF).
Outras quatro mensagens do Poder Executivo foram aprovadas, além de quatro projetos de deputados estaduais e uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) definindo o número de procuradores junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O contrato de empréstimo do valor de R$ 1 bilhão, segundo a justificativa do Governo, visa a implantação da Linha Leste do Metrô de Fortaleza, projeto enquadrado no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, no chamado Mobilidade Grandes Cidades.
O Projeto de implantação da Linha Leste do Metrofor prevê, segundo a matéria, um sistema metroviário de alta capacidade, com extensão de 12,4 mil metros quadrados, aquisição de 20 trens urbanos elétricos (TUE´s), 13 estações, sendo 12 subterrâneas e uma em superfície.
"O objetivo deste projeto é possibilitar a ligação do Centro da cidade de Fortaleza e, por meio da integração intermodal, das cidades de Pacatuba, Maracanaú e Caucaia, à região da Avenida Santos Dumont, onde se encontram os principais polos comerciais e financeiros de Fortaleza, além de escolas e universidades, e à região da Avenida Washington Soares, que apresenta maior índice de crescimento da cidade", justifica a mensagem.
Depois de concluída, a Linha Leste, o Metrofor deverá transportar cerca de 400 mil pessoas por dia em 2020, chegando a 650 mil em 2050, com integração plena entre todas as linhas metroviárias planejadas e em execução....
Fonte - Diário do Nordeste  04/10/2013

terça-feira, 5 de março de 2013

Linha leste do METRÔ de Fortaleza - assinatura de convênio será no dia 21

Linha leste: assinatura de convênio será no dia 21

Metrofor
O ano de 2013 será de consolidação dos grandes investimentos e de avanço das obras. A definição é do governador Cid Gomes que reuniu todo o secretariado e diretores de órgãos vinculados nesta segunda-feira (04), na Residência Oficial, para avaliação do Monitoramento de Ações e Programas Prioritários (Mapp). A reunião prosseguirá nesta Terça-feira (05), às 13h30min, também na Residência Oficial. A estimativa de recursos a serem investidos em programas do Mapp para 2013 é entre R$ 4 e R$ 5 bilhões.
Durante a reunião, Cid Gomes disse que no próximo dia 21, durante a vinda da presidenta Dilma Rousseff ao Ceará, será assinado o convênio entre Estado e União para as obras da Linha Leste do Metrô de Fortaleza. O valor total da obra é de R$ 3,3 bilhões e será o maior investimento em obra da história do Ceará. Dessa total, R$ 1,1 bilhão é oriundo do Orçamento Geral da União, R$ 1 bilhão em financiamento do FGTS e o restante, R$ 1,2 bilhão do Estado por meio de PPP ou consórcio por um período de 15 a 20 anos.
A Linha Leste compreende 13 quilômetros de extensão e será todo subterrâneo. Ela sairá do Centro de Fortaleza, integrando com a Linha Oeste (vem de Caucaia e do Conjunto Ceará) e com a Linha Sul (vem de Pacatuba, Maracanaú e Parangaba) e integrará ainda com o VLT Parangaba-Mucuripe, seguindo até o Bairro Edson Queiroz. Serão 11 estações, a primeira sairá próxima à Leste-Oeste, percorrerá o Centro (terá uma estação na Praça da Sé), pegando o eixo da Av. Santos Dumont, seguindo o terminal de ônibus do Papicu. Depois haverá uma curva indo à Cidade 2000, passando por baixo do rio Cocó e finalizando com a última estação em frente ao Fórum/Unifor.
O Governador também solicitou celeridade para o início das obras de construção do Cinturão das Águas do Ceará (CAC). Na ultima sexta-feira (01), foram entregues as propostas para a construção da primeira etapa, em que cinco consórcios apresentaram proposta e no prazo de 15 dias serão divulgadas as empresas habilitadas para o certame. A partir daí abrem-se prazos para recursos. Obedecendo os prazos legais, a expectativa é que a ordem de serviço para o CAC seja assinada em junho.
O CAC será formado por um canal principal que vai margear a Chapada do Cariri, no sentido leste-oeste, para, em seguida, com direção sul-norte, atravessar as bacias do Alto Jaguaribe e Poti-Parnaíba, atingindo a bacia do Rio Acaraú. A previsão é de que a integração disponibilize 45 mil metros cúbicos de água por segundo para o Ceará.
O Cinturão se constitui de um grande sistema gravitário de canais para a condução das águas do São Francisco para 93% do território cearense, inclusive para as regiões mais secas do Estado, bem como para aquelas de potencial turístico e econômico. Após a conclusão da primeira parte, o Governo do Estado prevê a construção de uma segunda etapa. O investimento total para todo o projeto é de R$ 7 bilhões.
Ainda durante a reunião do Mapp, Cid Gomes liberou R$ 150 milhões para a Cagece destinados a melhoria no abastecimento de água. Ele anunciou ainda a liberação de recursos por parte do Governo Federal para a Ponte Estaiada, no Bairro Edson Queiroz e a construção do Centro de Formação Olímpica, que será construído próximo ao Castelão.
Coordenadoria de Imprensa do Governo do Estado
Casa Civil
Fonte - Metrofor  05/03/2013

Comentário Pregopontocom:  CHOOOOOOOOORA SALVADOR......................

segunda-feira, 4 de março de 2013

Presidente Dilma vai a Fortaleza para assinatura de convênio da linha Leste do Metrofor

Dima também deve participar de cerimônia para entrega de terreno onde será construída a refinaria Premium II

Metrô linha Sul
Foto - Gov.Est. do Ceará
A presidente Dilma Rousseff vem a Fortaleza no próximo dia 21 de março para assinatura do convênio que garantirá verbas para construção da linha Leste do Metrô de Fortaleza. No total, o investimento será de R$ 3,3 bilhões, montante que, segundo o governo do Estado, é o maior aporte em obras na história do Ceará.
Além da assinatura do convênio, a agenda da presidente no Ceará envolverá também a entrega do terreno de 1954 hectares, do governo estadual para a Petrobras, onde será construída a refinaria Premium II, outra grande obra bastante aguardada.
A linha Leste do Metrô terá 13 km de trilhos e ligará o Centro à Universidade de Fortaleza (Unifor), percorrendo diversos bairros da área nobre da Capital. Segundo a Secretaria de Infraestrutura do Ceará (Seinfra), a previsão é que as obras tenham início ainda no primeiro semestre de 2013.
O projeto da Linha Leste será operado com trens elétricos e prevê a construção de onze estações integradas às linhas Oeste e Sul na estação central Chico da Silva. O trajeto da linha Leste seguirá por túnel subterrâneo obedecendo, em boa parte, a extensão da avenida Santos Dumont.

As estações a serem contruídas são:
-Estação da Sé
-Luiza Távora
-Colégio Militar
-Nunes Valente
-Leonardo Mota
-Papicu
-Hospital Geral de Fortaleza
-Cidade 2.000
-Bárbara de Alencar
- Centro de Eventos do Ceará
- Edson Queiroz.
Fonte - Diário do Nordeste 04/03/2013


Comentário Pregopontocom : 
Cada vez que postamos uma reportagem ou noticia como essa onde outros estados vizinhos nossos Nordestinos avançam de maneira pujante, irreversível e significativa no caminho para aplicação de soluções viáveis e modernas para os problemas da Mobilidade Urbana em suas cidades,investindo forte no Transportes sobre Trilhos nos traz um sentimento FORTE  de FRUSTRAÇÃO e DESÂNIMO com relação ao tratamento dado a essa mesma questão em nossa cidade de Salvador.A pequenez, a politicagem, as vaidades e interesses estranhos  aos da população e da nossa cidade,se misturam nas atitudes e comportamentos dos nossos administradores públicos que colocam as suas prioridades pessoais e políticas acima do interesse maior do povo e da cidade.Salvador ainda vive sob a égide da fama do atraso do provincianismo e da mentalidade retrograda e possessiva dos seus administradores passados e atuais. A Presidenta Dilma irá a Fortaleza para assinar um novo convênio para a AMPLIAÇÃO  do metrô de Fortaleza,e quando será que ela virá a Salvador para anunciar a conclusão do lendário metrô da linha 01 empacado a mais de 12 anos juntamente com o inicio das obras da Linha Dois?...certamente quando a boa vontade a sensibilidade e a sensatez dos nossos administradores locais fizerem ver a eles que nessa questão existem duas coisas muito mais importantes....o povo e a cidade de Salvador.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Linha Sul do Metrofor deve ficar pronta em dezembro

O Povo - CE - 21/09/2012
Metr
Foto ilustração
A Linha Sul do Metrô de Fortaleza (Metrofor) não ficará pronta no próximo dia 15 de outubro, como havia prometido o governador Cid Gomes, no dia da inauguração do primeiro trecho, em junho último. Até esta data, só devem estar prontas as subestações de Couto Fernandes, Porangabussu e Benfica. Já as estações da Linha Sul no Centro só devem ser entregues no fim de dezembro, segundo o presidente do Metrofor, Rômulo Fortes.
A linha tem 24 quilômetros de extensão e compreende o trecho que vai do município de Pacatuba ao Centro de Fortaleza. Até agora, 15,3 quilômetros estão em operação, em fase de testes. Inaugurado no último dia 15 de junho, esse trecho começa na estação Carlito Benevides, em Pacatuba, e vai até a Parangaba.
Os outros 8,7 quilômetros da Linha Sul foram prometidos para o dia 15 de outubro pelo governador. Mas, segundo o presidente do Metrofor, “não há condições técnicas” para tanto. As seis estações que ligam Parangaba ao Centro serão liberadas por partes.
As subestações de Couto Fernandes, Porangabussu e Benfica devem ser entregues ainda este mês. “É impossível cravar uma data certa. Essa é uma previsão baseada nas condições técnicas que temos”, pondera. Ao fim do mês de outubro, é a vez de a subestação São Benedito ser entregue.
As duas estações restantes até o fim da linha - José de Alencar (antiga Lagoinha) e Chico da Silva (Central) - só ficarão prontas em dezembro. “Até o fim de dezembro, a previsão é de que o trecho até a estação Chico da Silva, no Centro, esteja pronto”, diz Rômulo Fortes.
Avaliação - Desde que foi inaugurado, o primeiro trecho da Linha Sul, de Pacatuba à Parangaba, já recebeu 200 mil passageiros. É o que informa o Metrofor. “A fase de testes de metrô dura seis meses e, dependendo da avaliação, é possível prorrogar”, afirma Rômulo Fortes. O que significa que, pelo menos até dezembro, o acesso ao metrô continua gratuito.
Apesar de liberado, o operador de empilhadeira Cleudimar Pereira, 37, ainda não se “arriscou” a andar de metrô. “Esperar acabar esses testes aí. Quando ele ficar pronto até o Centro, eu vou”, garantiu.
O presidente do Metrofor avalia que, nesses três meses de testes, os três trens de unidade elétrica (TUEs) que percorrem o primeiro trecho da Linha Sul não têm sofrido depredações. Eles fazem 26 viagens por dia, no horário das 8h às 12 horas.
Fortes considera que o trecho passará por ajustes de rede aérea. “Vamos parametrizar melhor as estações. É para ter mais qualidade de energia e operar com tração máxima”, afirma. Os TUEs hoje não passam de 60km/h. Outro ajuste que os testes indicaram é de acessibilidade. A distância entre o trem e a plataforma será reduzida em três subestações.
Entenda a notícia - As obras do Metrofor iniciaram em 1999 e enfrentaram, por uma década, problemas graves de corte de verbas por parte do Governo Federal e resistência dos bancos a financiamento. Obras foram retomadas, definitivamente, em 2009
Serviço - Metrô de Fortaleza (Metrofor)
Site: www.metrofor.ce.gov.br

Saiba mais - O Metrofor ainda não tem informações sobre a integração tarifária entre a estação da Parangaba e o terminal de ônibus do bairro.
A operação comercial está prevista para o primeiro trimestre de 2013, mas ainda não há previsão sobre o valor da passagem. “Estamos em fase de modelagem da integração entre os modais”, informa o presidente do Metrofor, Rômulo Fortes.
A segunda etapa do Metrofor é a Linha Leste, que já está em obras. A linha terá 12,4 quilômetros e, nela, serão investidos R$ 3,3 bilhões.
A Linha Leste partirá do Centro, passando pelo Papicu, até o bairro Água Fria. Deve ser finalizada em 2015.
Fonte - Revista Ferroviária 21/09/2012