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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Contrato para obras da Ponte Salvador-Itaparica será assinado no dia 12 de novembro

Infraestrutura  🌉🌉

O contrato definitivo da obra será assinado no dia 12 de novembro pelo Governo do Estado e o consórcio chinês que irá realizar a obra, formado pelas estatais chinesas China Communications Construction Company (CCCC Ltd), CCCC South America Regional Company (CCCCSA) e China Railway 20 Bureau Group Corporation (CR20). 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Sonho de milhares de baianos, a construção da Ponte Salvador-Itaparica está cada vez mais próxima. O contrato definitivo da obra será assinado no dia 12 de novembro pelo Governo do Estado e o consórcio chinês que irá realizar a obra, formado pelas estatais chinesas China Communications Construction Company (CCCC Ltd), CCCC South America Regional Company (CCCCSA) e China Railway 20 Bureau Group Corporation (CR20). A data inicial de assinatura era no início do ano, mas foi prorrogada por conta da pandemia de Covid-19. Com o documento assinado, as empresas terão um ano para elaborar o projeto e outros quatro para executar o equipamento. A ponte terá uma extensão de 12,4 quilômetros, com acessos em Salvador, por túneis e viadutos, e em Vera Cruz, com a ligação à BA-001. Também deverá ser realizada uma nova rodovia expressa e a interligação com a Ponte do Funil, que será revitalizada. A concessão do projeto executado por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) será de 35 anos. O concessionário terá prazo de cinco anos para a realização de estudos e construção do sistema viário, os demais 30 anos serão de gestão e administração do sistema. O investimento será de R$ 5,4 bilhões e o aporte do Estado será de R$ 1,5 bilhão. O projeto irá melhorar a mobilidade entre a capital, a região metropolitana e o sul do estado. A estimativa é que 24 municípios sejam beneficiados com o encurtamento da distância e redução do tempo de viagem em mais de 40%, por não mais ser necessário realizar o contorno de 100 quilômetros pela BR-101 para acessar a capital baiana. Outros 52 municípios devem ter a distância reduzida entre 20% e 40% da atual. A estimativa é que sejam gerados sete mil empregos durante a construção do equipamento e cerca de 100 mil postos de trabalho em 30 anos. Licitação A assinatura representa um passo definitivo no processo de construção da ponte, conseguinte ao leilão que foi vencido pelas empresas que integram o consórcio responsável pela PPP no dia 13 de dezembro de 2019. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), a homologação da licitação representa a perda de objeto de uma medida cautelar, iniciada em dezembro do mesmo ano, por auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que tentava suspender o andamento do processo de continuidade da obra. A medida questionava o orçamento geral da ponte e a quantidade de material necessário para construção do equipamento. Ainda segundo a PGE, o órgão discorda da argumentação apresentada pelos auditores, pois, conforme determina a legislação, a análise das parcerias público-privadas deve ser diferente da análise das contratações tradicionais de obras públicas, privilegiando-se, neste caso, o valor global da contratação. Além disso, mesmo se fossem analisados os custos unitários, o Estado utilizou de forma adequada especificações que não foram observadas pela auditoria.
Com informações da Secom BA  09/11/2020

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

MOB Maranhão inicia licitação para concessão do serviço de travessia de Ferry-boat, entre os terminais da Ponta da Espera e Cujupe

Travessia marítima  🚢

A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), realizou, nesta terça-feira (03), a 1ª etapa da licitação (nº 001/2020) para a concessão do serviço público de transporte aquaviário intermunicipal (ferry-boat) no Maranhão, para a realização da travessia entre São Luís, através do Terminal da Ponta da Espera, e Alcântara, no Terminal do Cujupe.

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom 
O Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), realizou, nesta terça-feira (03), a 1ª etapa da licitação (nº 001/2020) para a concessão do serviço público de transporte aquaviário intermunicipal (ferry-boat), para a realização da travessia entre São Luís, através do Terminal da Ponta da Espera, e Alcântara, no Terminal do Cujupe. Essa 1ª etapa consistiu no recolhimento da habilitação e propostas das empresas, que agora serão analisadas pelo corpo técnico da MOB e, após análise detalhada, serão divulgados os resultados e as empresas devidamente chamadas. Esta é a primeira vez que está sendo feita uma licitação para esse tipo de transporte no estado e a empresa ganhadora dos lotes terá o direito de explorar os serviços do terminal, pelos próximos 20 anos, além da previsão de implementação de novas embarcações. Serão quatro novas embarcações em cada lote, totalizando oito novas embarcações, a partir do 4º ano do contrato e, assim, sucessivamente com uma embarcação nova a cada ano para a melhoria da prestação do serviço de acordo com o edital. Para Daniel Carvalho, presidente interino da MOB, a concessão irá atender melhor os usuários de ferry-boat assim que o processo legal for concluído. “Após a licitação, a empresa vencedora terá direito à exploração do serviço por 20 anos. Além disso, a licitação prevê a inserção de novas embarcações, o que propiciará mais qualidade na prestação do serviço de travessia para os usuários, inclusive com a diminuição do tempo de travessia, conforme previsto no edital”, reforçou o presidente.
Com informações da MOB Maranhão  03/11/2020

sábado, 10 de março de 2018

Licitação do VLT do Subúrbio de Salvador é adiada para 4 de abril

Transportes sobre trilhos  🚇

O modal irá substituir o atual Trem do Subúrbio, com cerca de 19,9 quilômetros de extensão e 22 estações, ligando o Comércio até a Ilha de São João, no município de Simões Filho. O valor de investimento estimado é de R$ 1,5 bilhão. As obras serão iniciadas 90 dias após a assinatura do contrato, com prazo de 24 meses para conclusão.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O resultado da licitação para implantação e operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do Subúrbio de Salvador foi adiado para o dia 4 de abril. Na data, a abertura dos envelopes acontecerá na sede da BM&FBovespa, em São Paulo, a partir das 15h. O adiamento da concorrência pública será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (10). Inicialmente, o resultado das propostas estava previsto para 19 de março.
O modal irá substituir o atual Trem do Subúrbio, com cerca de 19,9 quilômetros de extensão e 22 estações, ligando o Comércio até a Ilha de São João, no município de Simões Filho. O valor de investimento estimado é de R$ 1,5 bilhão. As obras serão iniciadas 90 dias após a assinatura do contrato, com prazo de 24 meses para conclusão.
Estão previstas intervenções em duas fases: a primeira, entre o Comércio e Plataforma, tem 9,4 km; a segunda, entre Plataforma e Ilha de São João, tem 10,5 km. O valor estimado é em torno de R$ 1,5 bilhão.
A previsão é de início das obras em até 90 dias após a assinatura do contrato, com prazo para conclusão de 24 meses.
Conforme o projeto, os usuários do VLT estarão integrado às linhas 1 e 2 do metrô e aos roteiros de serviço de ônibus rápido metropolitano. A perspectiva é de beneficiar, diretamente, os mais de 600 mil moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador. A capacidade diária do modal é de transportar 100 mil usuários por dia.
Atualmente, a malha ferroviária que liga Paripe à Calçada é de 13,6 quilômetros – serão acrescentados 4,9 km, ligando São Tomé de Paripe ao Terminal da França, no Comércio. As atuais 10 estações serão desativadas e reaproveitadas para prestação de outros serviços à comunidade, como postos da Polícia Militar e centros de atendimento.
Com informações da Sedur BA  09/03/2018

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

CBTU anuncia licitação para trecho do VLT de Maceió

Transportes sobre trilhos   🚄

De acordo com informações repassadas pela CBTU, a primeira etapa desta expansão está orçada em R$ 20 milhões e será licitada até o final do mês de março deste ano.As obras, por sua vez, devem iniciar ainda no primeiro semestre de 2018. Nesse montante, estão incluídas desapropriações, terraplanagem, construção de estação, proteção do Canal do Salgadinho, trilhos, dormentes e outras especificações inclusas no projeto que culminará com a expansão do VLT.

Tribuna Hoje
foto - ilustração/arquivo
O presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), José Marques, o diretor técnico, Sérgio Sessin e o superintendente de projetos, Oswaldo Moss Barros, apresentaram ao senador Benedito de Lira (PP), bem como ao superintendente Marcelo Aguiar, o projeto finalizado do primeiro trecho da expansão do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) até o bairro de Mangabeiras, nas imediações do Maceió Shopping.
De acordo com informações repassadas pela CBTU, a primeira etapa desta expansão está orçada em R$ 20 milhões e será licitada até o final do mês de março deste ano.
As obras, por sua vez, devem iniciar ainda no primeiro semestre de 2018. Nesse montante, estão incluídas desapropriações, terraplanagem, construção de estação, proteção do Canal do Salgadinho, trilhos, dormentes e outras especificações inclusas no projeto que culminará com a expansão do VLT.
De acordo com o presidente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos, a primeira etapa a ser construída terá uma extensão de 1,3 quilômetros e os recursos já estão garantidos.
A verba está assegurada por meio do senador Benedito de Lira, que em Brasília tem atuado para conseguir ampliar o raio de atuação do Veículo Leve sobre Trilhos em Maceió. Segundo o senador, os investimentos garantem mobilidade urbana para quem necessita do transporte coletivo na capital.
Fonte - Revista Ferroviária  27/02/2018

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Gov. do Estado anuncia licitação para Concessão do Terminal Hidroviário de São Tomé de Paripe em Salvador

Infraestrutura  🚤

O aviso de licitação foi divulgado na edição de sexta-feira (23) do Diário Oficial do Estado. O equipamento passará a ser administrado pela empresa ganhadora da concorrência pública que deve requalificar a infraestrutura, além de administrar, operar e explorar comercialmente suas áreas e serviços. 

Da Redação
foto - ilustração/Pinterest
Os interessados em participar da concorrência pública para a concessão Terminal Hidroviário de São Tomé de Paripe, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, devem comparecer, às 9h desta quarta-feira (28), na sala de reunião da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba), localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), na capital.
O aviso de licitação foi divulgado na edição de sexta-feira (23) do Diário Oficial do Estado. O equipamento passará a ser administrado pela empresa ganhadora da concorrência pública que deve requalificar a infraestrutura, além de administrar, operar e explorar comercialmente suas áreas e serviços. Aproximadamente R$ 800 mil serão investidos em melhorias estruturantes, necessárias para o seu bom funcionamento.
Com informações da Secom BA  26/02/2018

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Licitação para ampliar Linha 1 do metrô de Salvador até Águas Claras sai até o fim do mês

Transportes sobre trilhos  🚇

A informação foi divulgada, nesta quinta-feira, 4, durante a entrega do novo Terminal de Integração Rodoviária, totalmente reformado, pelo governador Rui Costa. Na mesma oportunidade, ele também fez a “entrega simbólica” da requalificação de 11 faixas na avenida Tancredo Neves, no trecho de Pernambués ao Detran.

 A Tarde - RF
foto - ilustração/arquivo
Até o final desse mês, deve ser lançada a licitação para a ampliação da Linha 1 do metrô. O chamado tramo três levará o percurso que, hoje, vai da Lapa a Pirajá, até a região de Águas Claras, onde deverá ser construída a nova rodoviária.
A informação foi divulgada, nesta quinta-feira, 4, durante a entrega do novo Terminal de Integração Rodoviária, totalmente reformado, pelo governador Rui Costa. Na mesma oportunidade, ele também fez a “entrega simbólica” da requalificação de 11 faixas na avenida Tancredo Neves, no trecho de Pernambués ao Detran.
Um dos terminais da Linha 2, que liga Salvador a Lauro de Freitas (Grande Salvador), a estrutura passou a ter 26 câmeras, duas guaritas de controle, escada rolante, elevador na passarela de acesso, sanitários para pessoas com deficiência, posto policial, sala de primeiros socorros e piso tátil.

Investimento
Segundo Rui Costa, foram investidos recursos da ordem de R$ 7 milhões na reforma do terminal de integração, por onde passam aproximadamente 33,5 mil passageiros por dia, além de transitarem 66 linhas de ônibus urbanos e cinco metropolitanas.

Pituaçu
O governador antecipou, ainda, que o governo deverá concluir as obras do terminal de Pituaçu até a primeira semana de fevereiro. “Não apenas o terminal, mas todo aquele trecho que inclui o início da avenida Gal Costa”, assegurou o mandatário.
Até o fim deste mês, deverá ser entregue a passarela que faz a ligação da Estação Rodoviária do Metrô com o terminal de ônibus. Com 700 metros de comprimento, por 8,8 metros de largura, a estrutura terá 27 câmeras, além de quatro escadas rolantes inteligentes.

Sistema viário
O sistema viário iniciado no final da avenida Paralela, que incluiu a construção de uma pista para fazer ligação direta com a avenida ACM, custou cerca de R$ 25 milhões. A obra foi realizada para viabilizar a implantação de três estações de metrô no trecho de Pernambués ao Detran.
A intervenção incluiu a ampliação de parte da avenida Tancredo Neves, em frente à Rodoviária, que passou de seis para 11 faixas. Ao todo, foram 65 mil metros quadrados de pavimentação do asfalto, contenção, drenagem e sinalização.
“O sistema viário vai do Shopping Salvador até o Detran. No trecho da rodoviária, aumentamos de seis para 11 faixas”, detalhou. “Nunca mais esse ponto, que era considerado um nó no trânsito, travou. Não só por causa do metrô, mas devido à ampliação das vias”, completou.
O governador comentou, ainda, a recente liberação do empréstimo obtido junto ao Banco do Brasil de R$ 600 milhões. “Vai ser investido, sobretudo, em estradas no interior do estado. Outra parte em escolas, duas delas em Salvador”, antecipou.
Fonte - Revista Ferroviária  04/01/2018

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

São Petersburgo na Russia faz PPP para licitar nova linha de VLT elétrico

Transportes sobre trilhos  🚄

O  vencedor da licitação deverá investir 25,9 mil milhões de rublos no projeto e na compra 22 bondes.A nova linha de VLT eléctrico fará a ligação entre duas cidades satélites da cidade passando pela estação de Kupchino da linha 2 do metrô

Da Redação
Metro Report
A cidade de São Petersburgo,na Russia,lançou uma PPP para licitar a concessão de construção e operação de uma linha de VLT eléctrico para fazer a ligação entre duas cidades satélites da cidade.
A rota passaria pela estação de Kupchino da Linha 2 do metrô,entre Shushary e Slavyanka. O  vencedor da licitação deverá investir 25,9 mil milhões de rublos no projeto e na compra 22 bondes.
Cinco empresas manifestaram interesse: Tretya Kontsessionnaya Kompania, Tramvaynye Puti Severnoy Stolitsy, Makyol İnşaat Sanayi Turizm ve Ticaret, BaltNedvizhServis e ICALT.
Com informações do Metro Report  14/12/2017

domingo, 29 de outubro de 2017

Governo do Estado(BA) lança licitação para reforma da Sala do Coro do TCA

Arte & Cultura  🎦

Palco essencial para a difusão das artes da Bahia, em especial para produções experimentais, de pequeno porte, independentes e emergentes, o espaço voltará a ser um equipamento público de ponta, a serviço de agentes culturais e públicos diversos.

Da Redação
imagem/YouTube
Foi publicado no Diário Oficial do Estado deste sábado, 28 de outubro, o edital de licitação de reforma da Sala do Coro do Teatro Castro Alves (TCA), dando início a uma nova fase do Projeto de Requalificação e Ampliação do Complexo do TCA. A informação foi divulgada pelo governador Rui Costa em suas redes sociais na manhã deste sábado.
Palco essencial para a difusão das artes da Bahia, em especial para produções experimentais, de pequeno porte, independentes e emergentes, o espaço voltará a ser um equipamento público de ponta, a serviço de agentes culturais e públicos diversos. O investimento total será de R$ 7,5 milhões.
"Chegou a hora de iniciar mais uma etapa desse amplo projeto de requalificação do complexo do Teatro Castro Alves. Já entregamos a nova Concha e agora vamos fazer uma nova Sala do Coro para continuar nos orgulhando deste que é um dos principais equipamentos culturais do país", comentou o governador Rui Costa.
A Sala do Coro, com capacidade para até 200 pessoas, terá uma nova configuração espacial para o palco e a plateia, tendo a flexibilidade de formatos como fundamento de sua requalificação. Múltiplos arranjos serão possíveis com a instalação de praticáveis móveis, que oferecerão versatilidade cênica para criadores e novas experiências para espectadores, adaptando ao tipo que se desejar – palco italiano, arena, semi-arena etc. Intervenções técnicas e de estrutura incluem toda a reformulação da sala cênica e de seu foyer, modernização dos equipamentos de sonorização, qualificação de acústica e cenotecnia, renovação do sistema de ar-condicionado, reforma dos sanitários e camarins.
Equipamento vinculado à Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), entidade da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), o TCA terá a reforma da Sala do Coro fiscalizada conjuntamente entre SecultBA e Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder).

Novo TCA 
Nos últimos anos, mais que um teatro, o TCA consolidou-se como um centro cultural vivo e dinâmico. Além do trabalho com os programas, projetos e ações, bem como do atendimento de pautas para produções variadas, um dos maiores desafios assumidos pela atual gestão está na transformação do TCA em um efetivo complexo cultural, o que deu origem ao projeto do Novo TCA.
Em novembro de 2009, foi lançado o Concurso Público Nacional de Anteprojetos Arquitetônicos para Requalificação e Ampliação do Complexo TCA. O objetivo foi identificar a melhor proposta para requalificação de todos os espaços do TCA, tendo o Estúdio América, de São Paulo, como escritório vencedor. O Novo TCA é um projeto grandioso que potencializa a utilização do espaço físico do teatro e mantém os valores estéticos e históricos da estrutura existente, uma vez que esta se constitui num valioso patrimônio cultural soteropolitano e nacional. A reforma e ampliação se pautam em três pilares: acessibilidade, democratização e formação em cultura.
A primeira etapa de obras do projeto Novo TCA foi entregue em maio de 2016, com a requalificação da Concha Acústica, que abrangeu a construção de novos camarotes e camarins; instalação da nova cobertura do palco da Concha, na forma de uma passarela técnica; recuperação das arquibancadas (respeitando o formato original do anfiteatro); construção da casa de máquinas (central elétrica, ar condicionado, gás e demais instalações) e de um estacionamento para o público (cinco pavimentos e 300 vagas).
Com informações da Secom BA  28/10/2017



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

“O Metrô de SP perdeu o caráter de projeto desenvolvimentista”

Transportes sobre trilhos  🚇

Esse transporte, um dos mais rápidos para os trabalhadores, vive impasse no tocante às relação entre o poder público e a iniciativa privada. Atualmente, o Metrô de São Paulo tem uma linha (a 4-Amarela) concedida a empresas e outra, a linha 6-Laranja, com obras paradas há mais de um ano e sem previsão de entrega sob o controle do consórcio Move São Paulo.

Carta Capital
foto - ilustração/arquivo
No fim de novembro, o governo de São Paulo sofreu derrota após a tentativa de conceder à iniciativa privada as linhas 5-Lilás e 17-Ouro do metrô paulistano. O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) suspendeu o leilão após o envio de uma representação que relatava irregularidades no edital.
O caso levantou um debate sobre a situação do metrô paulistano. O atraso nas obras, os escândalos de corrupção, as tentativas de privatização e o sucateamento de algumas estações do metrô de São Paulo têm gerado decepção para os usuários.
Esse transporte, um dos mais rápidos para os trabalhadores, vive impasse no tocante às relação entre o poder público e a iniciativa privada. Atualmente, o Metrô de São Paulo tem uma linha (a 4-Amarela) concedida a empresas e outra, a linha 6-Laranja, com obras paradas há mais de um ano e sem previsão de entrega sob o controle do consórcio Move São Paulo.
Na dissertação de mestrado “Relações público-privadas no Metrô de São Paulo”, defendida na Universidade de São Paulo (2017), Daniela Costanzo de Assis Pereira, pesquisadora do Núcleo de Desenvolvimento do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), analisou o financiamento do metrô de São Paulo e sua influência no desenvolvimento do transporte público. Nesta entrevista a CartaCapital, Pereira afirma que modelo de Parceria Público-Privada, o preferido do PSDB, que governa São Paulo há 20 anos, deve ser tratado com muito cuidado, pois a chance de o estado, e o contribuinte, terem prejuízo, é muito grande.
CartaCapital: A partir da perspectiva histórica abordada em seu estudo, quais foram as principais mudanças observadas desde a formação do Metrô nos anos 1960 até os dias atuais?
Daniela Costanzo de Assis Pereira: Nos anos 1960, o financiamento estava dentro de um plano de desenvolvimento para o País e ao mesmo tempo o Metrô era centralizado no governo federal, principalmente na tomada de decisão da linha 3 – Vermelha. A empresa (Metrô) também era muito capacitada. O governo federal decidia para onde iria a linha, mas todas as outras decisões de desapropriação eram acordadas dentro do Metrô. Além disso, não havia nenhum movimento ligado ao Metrô, era um contexto de ditadura militar. A transformação ocorreu com a queda do II PND (Plano Nacional de Desenvolvimento). Com a crise econômica pós-milagre, no fim dos anos 1970 as fontes do Metrô secaram, fazendo com que a companhia ficasse dependente do orçamento estadual.

CC: Quando se deu o início da participação privada no Metrô de São Paulo?
DCAP: A partir do começo dos anos 1990 começou a surgir dentro do Metrô a ideia de se conseguir um financiamento de um parceiro privado, tanto para construir as linhas, quanto para operar, e isso se consolidou com o início da negociação com o Banco Mundial.
Nesse momento o Metrô já tinha perdido boa parte de seus funcionários do corpo técnico, que era muito capacitado, com o Programa de Demissão Voluntária (PDV) durante o governo Collor. Com algumas mudanças na administração da Companhia do Metrô, que tiraram o poder do gerente e dos técnicos e deram mais poder aos diretores, muita gente saiu e foi abrir suas consultorias privadas que até hoje prestam serviço para o Metrô. Nota-se que o Metrô de São Paulo, ao longo do tempo, perdeu o caráter de projeto desenvolvimentista.

CC: como as diferentes gestões influenciaram na ampliação do Metrô?

DCAP: Nas entrevistas que eu fiz, mostra-se a ideia de que o PSDB e sobretudo, o Mario Covas trouxe essa ideia da iniciativa privada e de uma administração mais fechada na diretoria, mas algumas características continuaram, o serviço prestado pelo Metrô ainda é muito bom, isso não mudou, apesar de ele ser muito pequeno e insuficiente.

CC: O Metrô vive uma relação de dependência com as fontes privadas?

DCAP: Acabou ficando dependente politicamente, eu acho que nesse momento antes da crise mais recente, o Metrô não dependeria de fontes privadas, o que temos agora é a linha amarela tendo um problema claro de desenho da PPP (Parceria Público-Privada) o que colaborou para essa situação de atrasos.

CC: O que a situação da linha 4 – Amarela revela sobre as PPPs?
DCAP: As PPPs permitem que se negocie quase tudo do contrato e permitem também que se remunere a linha. Na hora de construir a PPP, é preciso muito cuidado, porque as chances de o governo perder são muito grandes. O governo não atrelou a obra à operação, mas fez as duas coisas separadamente. E a obra picotou em quatro lotes – os três primeiros eram necessários para iniciar a operação e a Via Quatro começar a receber pelo empreendimento, o lote 4 era das estações que dão menos lucro e ainda estão em construção.
Os lotes de interesse da Via Quatro foram construídos pelas mesmas empresas que constituem a Via Quatro. O resultado foi que os consórcios Via Amarela e Camargo Corrêa/Siemens/Andrade Gutierrez entregaram no prazo as obras dos lotes 1, 2, 3, enquanto o consórcio Isolux Consar Corviam não entregou e o Metrô teve de pagar as multas.

CC: Alguns afirmam que o estado não tem capacidade de gerir o Metrô e, por isso, surge a necessidade de privatizá-lo. A senhora concorda com isso?
DCAP: Discordo totalmente, o Metrô sempre foi uma empresa exemplar, era uma empresa altamente tecnológica. Hoje, o problema é que não cresce por casa dos investimentos. Não dá para negar que o Metrô tem capacidade. O que o Metrô faz hoje é passar essa capacidade para as empresas que vão operar, tanto no caso da linha 4 quanto no caso das linhas 5 e 17. Ou seja, é uma burrice completa.
É bom ter em mente que é um modelo que não vai se reproduzir por muito tempo, porque ele é esgotável: o Metrô recebe menos e paga mais para a iniciativa privada, então cada passageiro é um prejuízo para o Metrô, enquanto podia ser um lucro e esse dinheiro só aumenta. Nós pagamos para a linha 4, e além de pagar todas as tarifas cheias, ainda pagamos essa multa (pelas obras não construídas).
A tarifa que a linha 4 recebe é maior do que a recebida pelo Metrô, atualmente em 4 reais, e a mesma coisa vale para essa possível concorrência internacional das linhas 5 e 17. No edital é proposto que o Metrô pague 1,73 real por usuário, e se ele não entregar as estações, pagará 2,75 reais, ou seja, e isso levando em conta ainda que 33% do financiamento da linha 17 ainda não foi realizado pelo Metrô.

CC: Como a senhora analisa a situação do Metrô de São Paulo atualmente?
DCAP: O que eu vejo atualmente é a tendência de passar a operação para a iniciativa privada, mas apenas os trechos que são interessantes, como a Linha 4. O Metrô ainda é uma empresa forte, os funcionários resistem com as tentativas de privatização do governo, o cenário é de um sindicato muito forte.
E o caso dos cartéis do Metrô eu vejo mais como um problema de obras e de infraestrutura do Brasil em geral. O que acontece é que é um mercado muito pequeno, são poucas empresas com capital fechado e administração familiar normalmente, o que torna uma negociação muito restrita, e isso faz com que elas se unam e ofereçam o preço e negociem com o Metrô.
Fonte - Revista Ferroviária  16/10/2017

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Licitação para linhas metropolitanas da RM de Salvador será lançada até dezembro

Transporte Metropolitano  🚌

O Governo do Estado,durante reunião ocorrida na tarde desta terça-feira (10), na sede do MPB, garantiu que as linhas que fazem o transporte dos moradores da Região Metropolitana (RMS) até a capital, serão totalmente licitadas, regulamentadas e integradas ao Metrô, até dezembro.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Durante reunião ocorrida na tarde desta terça-feira (10), na sede do Ministério Público da Bahia, no Centro Administrativo, o Governo do Estado garantiu que as linhas que fazem o transporte dos moradores da Região Metropolitana (RMS) até a capital, serão totalmente licitadas, regulamentadas e integradas ao Metrô, até dezembro.
A reunião, que também discutiu a situação dos rodoviários que trabalham no sistema metropolitano, foi fundamental para que esclarecimentos fossem feitos. “O estudo que está sendo realizado sobre o valor da tarifa, a readequação do trajeto e a concessão das novas linhas metropolitanas minimizam a possibilidade de eventuais desempregos”, ressaltou o secretário estadual da Casa Civil, Bruno Dauster.
Com a reestruturação do sistema, “irá aumentar o número de linhas, diminuir os gastos, por conta da redução do trajeto, o que ajuda a equilibrar economicamente a estrutura. Além disso, o tempo de espera dos passageiros vai reduzir, beneficiando a população”, destaca Dauster. “A viagem que levaria uma hora, pode passar a ter meia hora apenas, pois as linhas que alimentam principalmente o Metrô, não precisarão mais ficar mais tempo no trânsito de Salvador. Diminuir trajeto é diminuir gasto”, explicou o secretário.
“Estamos realizando o trabalho da nova configuração do transporte metropolitano que atende Salvador, que será todo redesenhado, com mudanças nas linhas que atualmente atendem à população da RMS, e, obviamente, haverá impacto, mas não deixarão de atender à população da RMS”, afirmou Eduardo Pessoa, diretor da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, transportes e Comunicações (Agerba), órgão que regulamenta o transporte metropolitano por ônibus.
Com essa licitação, a fiscalização será mais efetiva: “estamos adquirindo um sistema novo, que faremos a fiscalização através de GPS, identificando os veículos com atraso ou com algum problema”, completou Pessoa. Para ampliar a fiscalização atual, 60 novos servidores devem assumir suas funções a partir do dia 18.
A reunião também contou com a presença de representantes dos municípios da RMS e de Salvador, de sindicatos de empresas de ônibus e dos rodoviários. O encontro foi mediado pelos procuradores do Ministério Público da Bahia, Rita Tourinho, Adriano Assis e Cristina Seixas.

Integração
Desde 1º de outubro, já está vigente a integração plena entre ônibus metropolitano, metrô e ônibus urbano. O terminal Mussurunga passa a ser a parada final os ônibus metropolitanos que entram em Salvador pela Av. Paralela e o terminal de Pirajá, para as linhas que acessam a capital pela BR 324. Com isso, os passageiros podem seguir viagem usando o metrô e ônibus urbano, pagando apenas uma passagem.
Com informações da Seinfra Ba.  11/10/2017

terça-feira, 26 de setembro de 2017

TCE suspende processo de licitação de duas linhas do Metrô de SP

Transportes sobre trilhos  🚇

O conselheiro Roque Citadini acatou uma representação feita pelo líder do PT na Assembleia Legislativa, deputado Alencar Santana, que apontou possíveis prejuízos aos cofres públicos.

G1 - RF
foto - ilustração
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo suspendeu o processo de licitação que o governo do estado quer fazer para conceder à iniciativa privada a gestão das linhas 5-Lilás e 17-Ouro (monotrilho) do Metrô.
O conselheiro Roque Citadini acatou uma representação feita pelo líder do PT na Assembleia Legislativa, deputado Alencar Santana, que apontou possíveis prejuízos aos cofres públicos.
O deputado alega haver falhas no edital, como a disparidade entre a capacidade de arrecadação da iniciativa privada com a operação das linhas e o valor que deve ser pago por elas.
Em nota, o governo do estado informou que, em razão da decisão do tribunal, cancelou o leilão que seria realizado nesta quinta-feira (28). E que prestará todos os esclarecimentos ao TCE.
Fonte - Revista Ferroviária  25/09/2017

sábado, 5 de agosto de 2017

Governo contrata frota de ônibus para circular entre Metrô e CAB em Salvador

Mobilidade  🚌

Os novos ônibus começam a circular, ainda este mês, fazendo a ligação entre o CAB e metrô da Paralela. Os coletivos podem ser utilizados gratuitamente por qualquer pessoa.Os ônibus vão fazer a ligação entre o CAB e duas estações do metrô na Paralela (Estação CAB e Pituaçu). Os coletivos vão circular de segunda a sexta-feira, de forma ininterrupta, das 6h até as 19h.

Da Redação 
Divulgação Sedur Ba
A Secretaria da Administração do Estado (Saeb) publicou, no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (3), o contrato para prestação do serviço de transporte coletivo no Centro Administrativo da Bahia (CAB). Os novos ônibus começam a circular, ainda este mês, fazendo a ligação entre o CAB e metrô da Paralela. Os coletivos podem ser utilizados gratuitamente por qualquer pessoa.
Os ônibus vão fazer a ligação entre o CAB e duas estações do metrô na Paralela (Estação CAB e Pituaçu). Os coletivos vão circular de segunda a sexta-feira, de forma ininterrupta, das 6h até as 19h. Os ônibus vão rodar nas vias do Centro Administrativo, com intervalos de cinco minutos nos horários de pico. As paradas são as mesmas já existentes, espalhadas no CAB, em frente aos órgãos públicos e em locais estratégicos.
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Divulgação Sedur Ba.
Os coletivos têm capacidade para 42 passageiros sentados, possuem ar-condicionado, assentos preferenciais para idosos e elevador de acessibilidade para pessoas com deficiência. Também são equipados com rádio comunicador, câmeras de vigilância, sistemas de monitoramento interno e telemetria, que disponibilizam o acompanhamento em tempo real durante a prestação dos serviços. Os sistemas vão permitir acompanhar as imagens de dentro dos veículos, assim como fiscalizar a execução do percurso (tempo de paradas, velocidade, tempo de ciclo)
Os ônibus podem ser facilmente identificados pelos usuários pela logomarca do Governo do Estado e pela padronização nas cores azul, vermelho e branco. Também serão identificados pelo roteiro destacado na parte frontal, na traseira e na lateral (Circular Metrô/CAB).
A licitação, na modalidade pregão eletrônico, foi vencida pela empresa Atlântico Transportes e Turismo LTDA, que ofertou menor preço pelo quilômetro percorrido. O contrato será coordenado e fiscalizado pela Coordenação do Centro Administrativo da Bahia (CCAB), órgão ligado à Secretaria da Administração do Estado (Saeb). A vencedora da licitação vai substituir a atual empresa que presta serviço de transporte para o CAB.
Com informações da Sedur Ba.  05/08/2017

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Estado derruba liminar que suspendia edital de licitação do VLT de Salvador

Transportes sobre trilhos  🚄

O parecer favorável ao Estado permite a continuidade do processo licitatório. A decisão foi proferida pela desembargadora Maria da Graça Osório Pimentel Leal, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA).As empresas interessadas na concessão do VLT continuam com o prazo de 28 de agosto para entregar as propostas de construção e execução do modal na sede da BM&F Bovespa, localizada na rua XV de Novembro, nº 275, 1º andar, em São Paulo. 

Da Redação

imagem - ilustração/arquivo
A liminar que suspendia o edital de licitação para a implementação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Salvador foi derrubada nesta quinta-feira (27), após ação capitaneada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE). O parecer favorável ao Estado permite a continuidade do processo licitatório. A decisão foi proferida pela desembargadora Maria da Graça Osório Pimentel Leal, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA).
As empresas interessadas na concessão do VLT continuam com o prazo de 28 de agosto para entregar as propostas de construção e execução do modal na sede da BM&F Bovespa, localizada na rua XV de Novembro, nº 275, 1º andar, em São Paulo. De acordo com o secretário estadual da Casa Civil, Bruno Dauster, todas as exigências previstas no edital foram mantidas. Para ele, a implementação do VLT trará melhorias na mobilidade da capital baiana e os investidores podem ficar confortáveis para investir no modal.
“O impacto da obra do VLT é imenso. Beneficia diretamente a população. Já tivemos a oportunidade de fazer uma apresentação do edital do VLT para o Ministério Público Estadual. Vários técnicos do Tribunal de Contas do Estado, entre outros órgãos, saíram bastante satisfeitos. Nós estamos fazendo um trabalho com absoluta transparência, dentro da maior legalidade possível”, destaca Dauster.
O edital de licitação está disponível na Superintendência de Mobilidade (Sumob) da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e no site da Sedur. A obra é mais uma estratégia do Governo do Estado para melhorar a mobilidade urbana de Salvador.

Recursos garantidos
O VLT vai substituir os trens do Subúrbio Ferroviário de Salvador. O transporte terá 19 quilômetros de extensão e 21 paradas, ligando a região do Comércio a Paripe. O percurso, de um extremo a outro, será realizado em 40 minutos, beneficiando mais de 100 mil pessoas por dia.
O modal já possui recursos garantidos para a execução de todo projeto. Por meio de um chamamento público, já foi realizada a escolha da empresa financiadora do sistema, em condições estabelecidas pela Empresa Baiana de Ativos (Bahiainveste). O agente financiador selecionado foi o Fundo de Investimento Inglês Indico PLC, que firmou compromisso de financiar R$ 1,5 bilhão.
Na modalidade de concorrência pública destinada à seleção da melhor proposta para contrato de Parceria Público-Privada (PPP), a licitação do VLT está aberta desde 3 de maio, quando o edital foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE).
Com informações da Sedur  Ba.  27/07/2017

domingo, 25 de junho de 2017

Gov. do Piauí abre licitação para compra de VLTs que substituirão antigos trens do metrô

Transportes sobre trilhos  🚄

Pela licitação os veículos deverão ser compostos por três carros, com pelo menos dois conjuntos de propulsão e frenagem dinâmica, movidos a tração diesel-hidráulica ou diesel-elétrica. 

Cidade Verde - RF
foto - ilustração/arquivo
A Secretaria de Estado dos Transportes (Setrans-PI) abriu licitação para obter Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs), que deverão substituir os trens do metrô de Teresina (PI). A dotação orçamentária para a compra é de R$ 92 milhões, valor para seis VLTs, mas o Estado pretende adquirir inicialmente três. As propostas serão recebidas no dia 10 de julho.
Pela licitação os veículos deverão ser compostos por três carros, com pelo menos dois conjuntos de propulsão e frenagem dinâmica, movidos a tração diesel-hidráulica ou diesel-elétrica.
Cristina Castelo Branco, superintendente de obras da Setrans, explica o Governo dispõe de recursos tanto para adquirir novos trens como para um projeto de revitalização e modernização da linha existente.
"Nesse primeiro momento nós vamos apenas comprar novos trens porque nós nos certificamos de que a linha existente pode receber novos trens", disse ao Cidadeverde.com. A expectativa é de que os veículos, mais modernos e climatizados, tragam mais conforto para a população.
Enquanto realiza a concorrência para os VLTs, a Setrans prepara a documentação para lançar licitação com vistas a revitalização das linhas, com reforma de estações, modernização de linhas e troca de dormentes e trilhos. A expectativa é de que essa concorrência seja lançada em breve.
Fonte - Revista Ferroviária  24/06/2017

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Governo do Estado convida os interessados na licitação da concessão patrocinada do VLT do Subúrbio de Salvador

Transportes sobre trilhos  🚄

A sessão terá como público alvo os interessados na licitação da concessão patrocinada do VLT. O encontro será dia 8 de junho, às 9 horas, no São Salvador Hotéis e Convenções, 1º andar, sala Imperial, na rua José Peroba, 244, Stiep.

Da Redação

foto - ilustração
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia convida os interessados na licitação da concessão patrocinada do Veículo Leve sobre Trilhos - VLT do Subúrbio para reunião pública, a realizar-se no dia 08 de junho de 2017, às 09 h, no São Salvador Hotéis e Convenções, 1º andar, sala Imperial, localizado na Rua José Peroba nº 244 - Stiep.
A sessão terá como público alvo os interessados na licitação da concessão patrocinada do VLT. O encontro será dia 8 de junho, às 9 horas, no São Salvador Hotéis e Convenções, 1º andar, sala Imperial, na rua José Peroba, 244, Stiep.
O VLT, que vai substituir os trens do Subúrbio, terá 18,5 quilômetros de extensão e 21 estações. Estão previstas intervenções em duas fases: a primeira, entre o Comércio e Plataforma, tem 9,4 km; e a segunda, entre Plataforma e São Luiz, com 9 km.

Licitação
No último dia 8 de maio, o projeto do VLT foi apresentado em São Paulo. A sessão pública foi realizada na antiga BM&F Bovespa e Cetip. A apresentação foi considerada um sucesso pelos organizadores.
O edital de concessão 01/2017 para a implantação e operação do VLT está disponível na página da Sedur na internet . O edital também pode ser obtido em mídia eletrônica no Setor de Licitações da Sedur - 2º andar, das 9 às 17 horas.
A entrega das propostas está prevista para o dia 30 de junho de 2017. Elas deverão ser entregues na sede da BM&F Bovespa, localizada na rua XV de Novembro, nº 275, 1º andar, em São Paulo. O horário para entrega das propostas será das 12 às 14 horas. No mesmo dia, às 15 horas, será realizada a sessão pública de abertura das garantias e propostas.
Atualmente, a malha ferroviária que liga Paripe à Calçada é de 13,6 quilômetros. É importante ressaltar que o sistema de trens do subúrbio data da década de 70, portanto, com equipamentos antigos e que, eventualmente apresentam problemas técnicos.
Com informações da Sedur Ba.  25/05/2017

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Projeto e estruturação do VLT de Salvador serão apresentados em São Paulo dia 8

Transportes sobre trilhos  🚄

O edital de concessão 01/2017 para a implantação e operação do VLT já foi publicado no Diário Oficial do Estado. O edital está disponível na página da Sedur. A entrega das propostas está prevista para o dia 30 de junho de 2017. Elas deverão ser entregues na sede da BM&F Bovespa, localizada na rua XV de Novembro, nº 275, 1º andar, em São Paulo. O horário para entrega das propostas será das 12 às 14 horas.

Da Redação
Divulgação/Gov. Bahia
O projeto e a estruturação financeira do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos do Subúrbio) serão apresentados em São Paulo, na próxima segunda-feira (8). A apresentação será às 10 horas, na praça Antônio Prado, 48, prédio da B3 (antiga BM&F Bovespa e Cetip) - Procurar informações sobre o evento na recepção/Térreo do prédio da B3.
Estão sendo convidados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) todos os interessados na licitação da concessão patrocinada do VLT de Salvador.
O edital de concessão 01/2017 para a implantação e operação do VLT já foi publicado no Diário Oficial do Estado. O edital está disponível na página da Sedur na internet (http://www.sedur.ba.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=44). O edital também pode ser obtido em mídia eletrônica no Setor de Licitações da Sedur - 2º andar, das 9 às 17 horas.

Propostas
A entrega das propostas está prevista para o dia 30 de junho de 2017. Elas deverão ser entregues na sede da BM&F Bovespa, localizada na rua XV de Novembro, nº 275, 1º andar, em São Paulo. O horário para entrega das propostas será das 12 às 14 horas.
No mesmo dia, às 15 horas, será realizada a sessão pública de abertura das garantias e propostas. De acordo com diretor de projetos e programas da Superintendência de Mobilidade (Sumob), Márcio Tourinho, a empresa vencedora deverá ser conhecida ainda na primeira quinzena de julho.
O VLT, que vai substituir os trens do Subúrbio, terá 18,5 quilômetros de extensão e 21 estações. Estão previstas intervenções em duas fases: a primeira, entre o Comércio e Plataforma, tem 9,4 km; e a segunda, entre Plataforma e São Luiz, com 9 km.
Atualmente, a malha ferroviária que liga Paripe à Calçada é de 13,6 quilômetros. É importante ressaltar que o sistema de trens do subúrbio data da década de 70, portanto, com equipamentos antigos e que, eventualmente apresentam problemas técnicos.
Com informações da Sedur  05/05/2017

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Petrobras contra o Brasil?

Economia  👷

A Petrobras não quer mais contratar empresas e trabalhadores brasileiros, mesmo contrariando regras e contratos vigentes e legítimos. A petroleira chega ao cúmulo do absurdo ao afirmar que a obrigação de cumprimento do conteúdo local não é dela, mas, sim, das empresas que ela contrata.

Portogente
foto - ilustração
O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, recorreu, na última semana, contra decisão que autorizou o prosseguimento do processo licitatório para o Campo de Libra e indeferiu o pedido de tutela de urgência para a suspensão do certame licitatório para o Campo de Sépia. A entidade entende que os magistrados foram induzidos a erro ao não garantir a suspensão de licitações ilegais, enquanto os pedidos de waiver apresentados pela Petrobras estão sendo analisados pela agência reguladora (ANP).
A decisão referente ao Campo de Libra permite a realização da licitação, mas impede a assinatura de qualquer contrato pela petroleira – o que demonstra a necessidade de resguardar o evidente interesse público envolvido. Tal decisão se baseou fundamentalmente no inédito pedido da ANP de acesso ao resultado de uma nova licitação realizada pela Petrobras. A licitação sem a cotação de fornecedores brasileiros e sem o conteúdo local, como pretende a Petrobras e suas sócias, é ilegal e inadequada, critica Rocha.

“A Petrobras não quer mais contratar empresas e trabalhadores brasileiros, mesmo contrariando regras e contratos vigentes e legítimos. A petroleira chega ao cúmulo do absurdo ao afirmar que a obrigação de cumprimento do conteúdo local não é dela, mas, sim, das empresas que ela contrata. Ora, os contratos assinados pela petroleira com a União são claros: cabe a ela, enquanto operadora do Campo, garantir a inclusão de fornecedores brasileiros entre as empresas convidadas a apresentar proposta e incluir os índices de conteúdo local contratados nos seus editais de contratação de bens e serviços”, lamenta o presidente do Sinaval.
Fonte - Portogente  13/04/2017

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Desenvolvimento e Petrobras

Desenvolvimento  ⛽

Diversas entidades se reúnem nesta segunda-feira (23/01),na capital paulista.Em pauta:a retomada do desenvolvimento,com ênfase na indústria,e o caso da licitação aberta pela Petrobras apenas para empresas estrangeiras para a construção de unidade do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), alijando do processo as empresas nacionais.

Portogente
foto - ilustração/arquivo
A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e diversas entidades, como o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), o Clube de Engenharia, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) e os sindicatos nacionais da indústria da Construção Pesada (Sinicon) e de empresas de consultoria (Sinaenco) e a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) se reúnem nesta segunda-feira (23/01), na capital paulista. Em pauta: a retomada do desenvolvimento, com ênfase na indústria, e o caso da licitação aberta pela Petrobras apenas para empresas estrangeiras para a construção de unidade do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj),alijando do processo as empresas nacionais.
O encontro contará também com a participação do presidente da Frente Parlamentar Mista da Engenharia,Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, deputado federal Ronaldo Lessa (PDT-AL), que já se posicionou contrário ao certame da petrolífera: "Uma empresa brasileira tem que ficar de joelhos para uma firma internacional para poder entrar e trabalhar no seu próprio país, esse é um precedente perigoso politicamente e uma política antinacionalista.”

Brasileiros alijados
A licitação da Petrobras diz respeito à retomada das obras da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) no Comperj, em Itaboraí. Em nota publicada em seu site, a Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet) lamenta que “o otimismo e a expectativa em torno da UPGN, que seria a única obra prevista para o Plano de Investimentos 2015-2019, parecem submergir depois das incertezas do ano passado”. E continua: “E há uma razão forte para isso: a Petrobras acaba de enviar convites para 30 empresas estrangeiras participarem da licitação.Ao mesmo tempo em que se comemora a possível retomada, há também a decepção por nenhuma empresa brasileira ter sido convidada para participar do processo. Se elas participarem deste empreendimento, terão que se associar às empresas internacionais.”
Fonte - Portogente  23/01/2017

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

PF investiga suspeitas de fraude em licitações do BRT de Palmas

Notícias

A chamada Operação Nosotros investiga suposta fraude no processo de licitação para construção do sistema de transporte BRT da capital do Tocantins - obra orçada em R$ 260 milhões.

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração
O escritório do ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba (PR), Jaime Lerner, e a casa do prefeito de Palmas (TO), Carlos Amastha (PSB), foram alvos de uma operação deflagrada hoje (10), pela Polícia Federal (PF), em três estados (Tocantins, Paraná e Santa Catarina). A chamada Operação Nosotros investiga suposta fraude no processo de licitação para construção do sistema de transporte BRT da capital do Tocantins - obra orçada em R$ 260 milhões.
Doze mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar depoimento e liberada em seguida) e doze de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça.
No escritório de Lerner foram apreendidos documentos relativos a projetos executados pela equipe de arquitetos em Palmas. Em nota, o Instituto Jaime Lerner informou que não teve ou tem qualquer relação com a implantação do BRT. “O único trabalho realizado na cidade foi para o setor privado. Trata-se de uma ocupação futura para a área de expansão urbana, na região sudoeste da cidade, contratado por três empresas privadas”. O instituto garante que os documentos levados pelos policiais federais foram entregues pela própria equipe “para que se comprovem os fatos citados”.
Já o prefeito reeleito de Palmas, Carlos Amastha, foi conduzido para depor. Suspeito de participação na fraude à licitação, ele usou sua conta no Twitter para se defender. “Juro solenemente, pela vida dos meus seres queridos, que nunca procurei nenhum benefício pessoal nas desapropriações e cobrança de IPTU. Se encontrarem qualquer evidência contrária às minhas afirmações, não tomarei posse para o segundo mandato. Não entrei na política para roubar”.
A PF também conduziu para prestar depoimento membros da equipe de governo de Amastha, além de servidores públicos municipais e donos de imobiliárias.
De acordo com a PF, o esquema envolvia a desapropriação irregular de terrenos para a implantação do BRT. De posse de informações privilegiadas, grupos imobiliários aliciavam agentes públicos para que pressionassem os donos dessas propriedades a cederem, gratuitamente, parte dos terrenos para pessoas ligadas ao esquema. Uma das formas de coação ocorria pela cobrança de altos valores de IPTU. A implantação do sistema BRT valorizaria os imóveis que o grupo tivesse posse após a obra.
Fonte - Agência Brasil  10/11/2016

terça-feira, 19 de julho de 2016

Obra da Linha 4 do metrô do Rio usou contratos firmados no século passado

Metrô do Rio

A reativação de contratos antigos fez com que o Estado iniciasse a obra sem saber quanto ela custaria. Estimado em R$ 5,4 bilhões em 2012, o projeto deve consumir quase o dobro: R$ 10,4 bilhões. Um deles foi firmado em 1987, antes da lei de licitações e com os valores originais em cruzados.

Folha de São Paulo - RF
foto - ilustração/fotospúblicas
Sob suspeita de corrupção, a obra de construção da linha 4 do metrô do Rio e sua ligação com a linha 1 usou dois contratos do século passado para sair do papel. Um deles foi firmado em 1987, antes da lei de licitações e com os valores originais em cruzados.
A reativação de contratos antigos fez com que o Estado iniciasse a obra sem saber quanto ela custaria. Estimado em R$ 5,4 bilhões em 2012, o projeto deve consumir quase o dobro: R$ 10,4 bilhões. O Ministério Público do Rio investiga o caso.
Documentos da Operação Lava Jato indicam que o ex-governador Sérgio Cabral recebeu R$ 2,5 milhões em propinas da Odebrecht relacionadas à obra. Ele nega.
A empreiteira integra a concessionária Rio Barra S.A., responsável por construir a linha 4 (Barra da Tijuca-Ipanema). Também controla a CBPO (Companhia Brasileira de Projetos e Obras), responsável pela ampliação da estação General Osório e pela interligação das linhas 1 e 4.
A concessão da linha 4 foi feita em 1998, no governo Marcello Alencar. O projeto previa ligar Botafogo à Barra e custaria R$ 2,9 bilhões, em valores atualizados. O Estado bancaria 45% da obra, que não chegou a ser iniciada.
Após o Rio ser escolhido sede da Olimpíada, o governo Cabral decidiu construir a linha com outro trajeto, de Ipanema à Barra. Usou o mesmo contrato, sem nova licitação.
O Estado começou a obra sem saber quanto custaria e fez o primeiro pagamento em 2010. Dois anos depois, orçou o projeto em R$ 8,7 bilhões. No novo contrato, os cofres públicos passaram a bancar 90% do custo total.
No final de 2015, novo aditivo aumentou em R$ 989 milhões o valor da ampliação. Para o TCE (Tribunal de Contas do Estado), o governo deveria ter realizado nova licitação em razão da alteração "radical" do projeto.
O contrato da CBPO é ainda mais antigo. Assinado em 1987, no governo Moreira Franco, previa obras entre as estações Siqueira Campos e General Osório –à época, existentes apenas no papel. O valor era de Cz$ 2,2 bilhões.
A contratação ocorreu antes da lei de licitações, de 1993. Ao longo de 29 anos, o contrato recebeu 16 aditivos. Em 2011, o Estado atualizou o valor da obra para R$ 377,5 milhões. Ela já custa quase o dobro: R$ 738 milhões.
A linha 4 será inaugurada no dia 31, às vésperas do início da Olimpíada. O período de testes foi reduzido de um ano para dois meses.

Outro Lado
A Secretaria de Transportes do Rio diz que os contratos antigos estavam válidos e que uma nova licitação tornaria impossível concluir a obra antes da Olimpíada.
"Se pensássemos em fazer uma nova licitação, teríamos que cancelar o contrato anterior, fazer uma nova concorrência, novo projeto, novo licenciamento ambiental e quiçá estaríamos começando as obras agora", diz o secretário Rodrigo Vieira (Transportes).
A concessionária Rio Barra e a CBPO dizem que seguiram "todos os trâmites legais". O ex-governador Cabral já afirmou que manifesta "indignação e repúdio ao envolvimento de seu nome com qualquer ilicitude".
Fonte - Revista Ferroviária  18/07/2016