UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

MPF move ação contra leilão de blocos marítimos próximos a Abrolhos

Meio ambiente  🐳  🐬  🐢

O Ministério Público Federal (MPF) propôs, na última quarta-feira, 18 de setembro, ação civil pública buscando impedir potenciais danos ambientais irreparáveis ao Parque Nacional Marinho de Abrolhos. Dentre os 42 blocos marítimos para exploração de petróleo que irão a leilão no próximo dia 10 de outubro, o MPF pede a retirada de sete blocos situados no litoral baiano da 16ª Rodada de Licitações promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O MPF sustenta que tais blocos não deveriam ir a leilão sem os devidos estudos ambientais prévios, principalmente por estarem em áreas sensíveis do ponto de vista ambiental. #NãoMatemAbrolhos

Potogente
divulgação
Além de potencial dano ambiental irreversível ao Parque Nacional de Abrolhos, a análise ambiental após o leilão pode causar prejuízo milionário ao Brasil com devolução de blocos comprados
O Ministério Público Federal (MPF) propôs, na última quarta-feira, 18 de setembro, ação civil pública buscando impedir potenciais danos ambientais irreparáveis ao Parque Nacional Marinho de Abrolhos. Dentre os 42 blocos marítimos para exploração de petróleo que irão a leilão no próximo dia 10 de outubro, o MPF pede a retirada de sete blocos situados no litoral baiano da 16ª Rodada de Licitações promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O MPF sustenta que tais blocos não deveriam ir a leilão sem os devidos estudos ambientais prévios, principalmente por estarem em áreas sensíveis do ponto de vista ambiental. Respondem à ação a União, a ANP e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
A região de Abrolhos apresenta a maior biodiversidade do oceano Atlântico Sul e foi o primeiro parque nacional marinho a ser reconhecido no Brasil, por meio do Decreto 88.218/1983, abrigando a maior biodiversidade marinha, o principal berçário das baleias jubarte, além de abrigar importantes áreas de reprodução e alimentação de aves e tartarugas marinhas. Os blocos marítimos que são alvo da ação do MPF estão situados na Bacia de Camamu-Almada, bem próximo à região de Abrolhos, e na Bacia de Jacuípe, também no litoral baiano.
Em parecer que analisa a viabilidade de exploração de tais blocos, o Ibama ressalta que, em caso de acidente com derramamento de óleo, os impactos podem atingir todo o litoral sul da Bahia e a costa do Espírito Santo, incluindo todo o complexo recifal do Banco de Abrolhos, manguezais e recifes de corais, além de pesqueiros relevantes para a pesca artesanal. De acordo com o mesmo parecer, "a depender do tempo de chegada do óleo a estas áreas sensíveis, não há estrutura de resposta que seja suficiente, dentro dos recursos hoje disponíveis em nível mundial, para garantir a necessária proteção dos ecossistemas". Apesar disto, as áreas foram liberadas pelo presidente do instituto para integrarem o leilão.
Na ação, o MPF considera ilegal o ato isolado do presidente do Ibama, que a pedido do Ministério do Meio Ambiente (MMA), ignorou parecer do corpo técnico do próprio Ibama, que entendeu que antes da oferta de tais blocos deveriam ser realizados estudos de caráter estratégico – como a Avaliação Ambiental de Bacias Sedimentares (AAAS). Os estudos poderiam avaliar previamente a aptidão da área com maior segurança ambiental, proporcionando, consequentemente, maior segurança para o meio ambiente e maior segurança jurídica aos empreendedores.

Leilão dos blocos sem estudo ambiental pode causar grande prejuízo aos cofres públicosOutra preocupação do MPF apresentada na ação é o possível prejuízo financeiro à União com a venda de lotes cuja exploração pode não ser autorizada após a realização do leilão. "Isso porque, uma vez leiloado o bloco marítimo sem a devida avaliação ambiental estratégica antecedente, pode acontecer que o estudo a ser realizado tardiamente seja no sentido da não possibilidade de exploração", explica a procuradora da República Vanessa Previtera, na ação.
Foi exatamente o que aconteceu com o Bloco BM-ES-20, na parte norte da Bacia do Espírito Santo. Este bloco foi ofertado na 4ª rodada, em 2002, sendo que, em 2006 o Ibama negou ao empreendedor todas as tentativas de licença para exploração pelo fato do bloco estar localizado em área de alta sensibilidade ambiental, próxima ao arquipélago de Abrolhos, como acontece agora com os blocos da Bacia Camamu-Almada. Na ocasião, a ANP acabou pagando cerca de R$ 3,21 milhões a mais do que o desembolsado pela petroleira que havia comprado o bloco, pela devolução do mesmo, seguindo os termos do contrato.
"Em síntese, um péssimo negócio para o erário e, por consequência, para o bolso de todos os contribuintes. De certo, o prejuízo poderia não ter existido se a ANP e o Ibama, quando da oferta do bloco em leilão, já tivessem chegado a um consenso quanto à viabilidade ambiental do empreendimento antes de o órgão regulador licitar os blocos exploratórios.", afirma o MPF na ação.
Retrocesso ambiental – O MPF aponta, ainda, um retrocesso da governança ambiental, uma vez que a ANP, desde 2003, vinha incrementando a análise prévia dos blocos marítimos a serem leiloados. Ao longo das rodadas de leilão, as análises foram aprimoradas, passando a contar com manifestações de órgãos ambientais federais – como a ANP, o Ibama, o MMA e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) – além de pareceres dos órgãos ambientais estaduais. A Agência Nacional de Águas (ANA) também passou a se manifestar a partir da 13ª rodada. Contudo, nesta 16ª rodada, houve manifestação de uma única coordenação do Ibama, que foi, inclusive, contrariada pelo presidente do próprio órgão.
Pedidos – no pedido de medida liminar para suspender os efeitos do leilão em relação aos sete blocos marítimos próximos a abrolhos até que sejam realizados os estudos prévios necessários antecedentes, o MPF requer que a Justiça determine à ANP a devida publicidade sobre a exclusão de tais blocos marítimos da licitação, tudo sob pena de multa diária de pelo menos R$100 mil reais. Ao fim do julgamento do processo, requer a confirmação dos pedidos liminares, além de outras medidas, como a determinação de que o presidente do Ibama se abstenha de autorizar a inclusão dos blocos das Bacias de Camamu-Almada e Jacuípe em futuros leilões, através de ato individual que contrarie parecer do Ibama, de grupos de trabalho específicos para tais análises ou, ainda, em sentido contrário ao que dispuser análises ou estudos ambientais que devem ser realizados previamente à concessão de qualquer futuro bloco em leilão da ANP.
Requer, ainda, que a ANP não inclua os blocos marítimos alvos da ação em licitações, nem assine contratos relacionados à exploração de petróleo nestas áreas – bem como o MMA e o Ibama – antes dos devidos estudos e análises ambientais prévios serem concluídos.
O MPF pede, também, que a Justiça determine que a ANP, o Ibama e o MMA apenas autorizem ou se manifestem favoravelmente à inclusão de novos blocos marítimos exploratórios das bacias de Camamu-Almada e Jacuípe, nas próximas rodadas de leilões, após parecer favorável do corpo técnico do Ibama, do ICMBio, do MMA e da ANA, organizados como Grupo de Trabalho Interministerial de Atividades de Exploração e Produção de Óleo e Gás (GTPEG), bem como dos órgãos ambientais estaduais, como foi realizado nas rodadas de leilão anteriores da ANP.
Fonte - Portogente  25/09/2019

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Petrobras contra o Brasil?

Economia  👷

A Petrobras não quer mais contratar empresas e trabalhadores brasileiros, mesmo contrariando regras e contratos vigentes e legítimos. A petroleira chega ao cúmulo do absurdo ao afirmar que a obrigação de cumprimento do conteúdo local não é dela, mas, sim, das empresas que ela contrata.

Portogente
foto - ilustração
O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, recorreu, na última semana, contra decisão que autorizou o prosseguimento do processo licitatório para o Campo de Libra e indeferiu o pedido de tutela de urgência para a suspensão do certame licitatório para o Campo de Sépia. A entidade entende que os magistrados foram induzidos a erro ao não garantir a suspensão de licitações ilegais, enquanto os pedidos de waiver apresentados pela Petrobras estão sendo analisados pela agência reguladora (ANP).
A decisão referente ao Campo de Libra permite a realização da licitação, mas impede a assinatura de qualquer contrato pela petroleira – o que demonstra a necessidade de resguardar o evidente interesse público envolvido. Tal decisão se baseou fundamentalmente no inédito pedido da ANP de acesso ao resultado de uma nova licitação realizada pela Petrobras. A licitação sem a cotação de fornecedores brasileiros e sem o conteúdo local, como pretende a Petrobras e suas sócias, é ilegal e inadequada, critica Rocha.

“A Petrobras não quer mais contratar empresas e trabalhadores brasileiros, mesmo contrariando regras e contratos vigentes e legítimos. A petroleira chega ao cúmulo do absurdo ao afirmar que a obrigação de cumprimento do conteúdo local não é dela, mas, sim, das empresas que ela contrata. Ora, os contratos assinados pela petroleira com a União são claros: cabe a ela, enquanto operadora do Campo, garantir a inclusão de fornecedores brasileiros entre as empresas convidadas a apresentar proposta e incluir os índices de conteúdo local contratados nos seus editais de contratação de bens e serviços”, lamenta o presidente do Sinaval.
Fonte - Portogente  13/04/2017

quarta-feira, 6 de julho de 2016

PRÉ-SAL EM ALTA

Pré-Sal

Os dados da ANP indicam que a produção de petróleo e gás natural no Brasil em maio totalizou 3,115 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Desse total, a produção de petróleo foi de aproximadamente 2,487 milhões de barris por dia, um aumento de 8,6% na comparação com o mês anterior e de 3,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Portogente
foto - ilustração/Arquivo
A produção nacional de petróleo nos 56 poços localizados na área do pré-sal totalizaram, em maio, 1,146 milhão de barris de óleo equivalente por dia (petróleo e gás natural), um aumento de 15,2% em relação a abril. Os dados foram divulgados, nesta terça (5/07), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desse total, 928,9 mil barris por dia foram relativos à extração de petróleo. A de gás natural somou 34,5 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d).
Os dados da ANP indicam que a produção de petróleo e gás natural no Brasil em maio totalizou 3,115 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Desse total, a produção de petróleo foi de aproximadamente 2,487 milhões de barris por dia, um aumento de 8,6% na comparação com o mês anterior e de 3,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Já produção de gás natural somou 99,8 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um aumento de 4,2% sobre abril e de 7,2 % na comparação com o mesmo mês de 2015.
O aproveitamento de gás natural oriundo dos campos nacionais atingiu em maio 96,3%, tendo sido queimados 3,7 milhões de m³/d, o que significou uma redução de 8,3% em relação ao mês anterior e a um aumento de 14,5% na comparação com maio do ano passado. Com informações da Agência Brasil
Fonte - Portogente  06/07/2016

VEJA TAMBÉM - Carta a Parente

terça-feira, 3 de março de 2015

Produção de gás natural bate recorde em janeiro, mostra ANP

Economia

A produção de gás natural do país em janeiro deste ano foi a maior registrada atingido 96,6 milhões de metros cúbicos por dia (m/dia), mostra ANP

Nielmar de Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
Divulgação/Petrobras
A produção de gás natural no país atingiu novo recorde em janeiro deste ano, ao alcançar a marca de 96,6 milhões de metros cúbicos por dia (m/dia). O recorde anterior foi registrado em dezembro do ano passado, com produção de 95,1 milhões (m/dia).
Os dados foram divulgados hoje (3) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção total de petróleo e gás natural nos campos nacionais fechou o mês de janeiro em aproximadamente 3,077 milhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural).
Deste total, 2,469 milhões de barris diários foram de petróleo, e 96,6 milhões de metros cúbicos viabilizaram a produção recorde de gás natural.
Segundo a ANP, a produção de gás natural mostrou em janeiro de 2015 crescimento de 20,2% em relação a janeiro de 2014, com um aumento de 1,5% em comparação a dezembro do ano passado. A produção de petróleo cresceu 20,3% em relação ao mesmo mês de 2014, com queda de 1,1% referente ao mês anterior.
A produção do pré-sal, procedente de 43 poços, foi 670,1 mil barris por dia de petróleo e 24,5 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural, totalizando 824,2 mil barris de óleo equivalente diários, com aumento de 1% em relação ao mês anterior.
Do total do gás natural produzido, 95,8% foram aproveitados com a queima do produto atingindo apenas 4 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de aproximadamente 16,6% em relação ao mês anterior e de 15,6% registrado em janeiro de 2014.
A ANP informou que cerca de 92,2% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 93,4% da produção de petróleo e 75,6% de produção de gás natural foram extraídos de campos marítimos.
O Campo de Roncador, na Bacia de Campos, registrou novamente a maior produção de petróleo, com uma média diária de 346,6 mil barris. O Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de gás natural, com média de 12,1 milhões de metros cúbicos por dia.
A plataforma P-52, localizada no Campo de Roncador, produziu por meio de 17 poços, cerca de 171,1 mil barris de óleo por dia, considerada a plataforma com maior produção.
A produção procedente das bacias maduras terrestres do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas foi 167,2 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 136,5 mil barris de petróleo e 4,9 milhões de metros cúbicos de gás natural.
Em janeiro de 2015, foram responsáveis pela produção nacional 308 concessões, operadas por 22 empresas. Desse total, 83 são concessões marítimas e 225, terrestres. A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.121 poços, sendo 835 marítimos e 8.286 terrestres. O campo que atingiu a maior produção foi o de Canto do Amaro, na Bacia Potiguar, com 1.107 poços. Marlim, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, responsável por 61 no total.
Fonte - Agência Brasil  03/03/2015

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Vendas de combustíveis crescem 5,3% em 2014 no país, mostra ANP

Economia

As vendas de gasolina que respondem por outros 30% do mercado de combustíveis cresceram 7,1% e atingiram 44,3 bilhões de litros 

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil 
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O volume de vendas de combustíveis no Brasil cresceu 5,3% em 2014 na comparação com o ano anterior. O dado foi divulgado hoje (10) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), durante seminário em sua sede, no centro da cidade do Rio de Janeiro.
O diesel, que responde por mais de 40% do mercado de combustíveis do Brasil, cresceu 2,5%, atingindo 60 bilhões de litros no ano passado. As vendas de gasolina (que respondem por outros 30% do mercado) cresceram 7,1% e atingiram 44,3 bilhões de litros.
Outros combustíveis com crescimento foram: etanol hidratado (10,5%), gás liquefeito de petróleo, ou gás de cozinha (1,26%), óleo combustível (24,1%) querosene de aviação (3,4%) e biodiesel (16,4%). O gás natural veicular, conhecido como GNV, teve queda de 3,23%.
“Esse crescimento acima do PIB [Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país] mostra o forte vigor do consumo de combustíveis no país”, disse o diretor da ANP, Florival Carvalho.
Os dados do mercado de combustível em 2014 mostram que o Brasil aumentou em 9,8% sua dependência da importação de diesel. O país precisou importar 10,8 bilhões de litros no ano passado. Houve também recuo de 67,5% da exportação de etanol brasileiro. A venda do biocombustível do país para outros países caiu de 2,9 bilhões de litros em 2013 para 946 milhões em 2014.
Por outro lado, houve uma redução de 28,2% da importação de gasolina no período. O Brasil importou 1,8 bilhão de litros no ano passado.
Outro dado mostrado pelo balanço da ANP foi o crescimento de 5,5% do número de agentes envolvidos no comércio de combustíveis, que passaram de 108 mil em 2013 para 114 mil em 2014, um crescimento principalmente concentrado no número de revendedores de GNV.
Segundo o diretor, o crescimento da venda de combustíveis bem como o aumento, em dezembro de 2014, da produção de petróleo (18,4% na comparação com 2013) e gás (16,6% no mesmo tipo de comparação) mostram que o mercado é promissor para este ano, apesar das denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. “O que temos é uma crise instalada em uma empresa, que a Polícia Federal, o Ministério Público e a Justiça estão apurando para penalizar aqueles que têm culpa e absolver os inocentes”, disse o diretor.
Fonte - Agência  Brasil  10/02/2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Produção de petróleo chegou a 2,35 milhões de barris em novembro

Economia

Os dados foram divulgados na noite de ontem (6) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP) e indicam que a produção de petróleo cresceu 13,3% em relação a novembro de 2013....

Nielmar de Oliveira 
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de novembro do ano passado alcançou 2,9 milhões de barris por dia. Deste total, a produção de petróleo atingiu 2,35 milhões de barris e a de gás natural, 91,7 milhões de metros cúbicos.
Os dados foram divulgados na noite de ontem (6) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP) e indicam que a produção de petróleo cresceu 13,3% em relação a novembro de 2013, mas teve queda de 1,5% na comparação com com o mês imediatamente anterior.
Já a produção de gás natural cresceu 16% quando comparada a novembro de 2013, também fechando em queda quando comparada a outubro: 1,1%. Segundo a ANP, a queda de outubro para novembro decorreu, em grande parte, de paradas programadas para manutenção realizadas em algumas plataformas em novembro.
Os dados indicam, ainda, que a produção de petróleo proveniente dos 42 poços da região do pré-sal chegou em novembro a 602,3 mil barris diários de petróleo e a 20,9 milhões de metros cúbicos (m³) de gás natural. Em sua totalidade, a produção de óleo equivalente (petróleo e gás) chegou a 733,6 mil barris de óleo por dia, redução de 0,8% em relação ao mês anterior.
Segundo a ANP, o aproveitamento do gás natural no mês chegou a 95,2%, com a queima do produto atingindo em outubro 4,4 milhões de m3 por dia, aumento de aproximadamente 13,7% em relação ao mês anterior e de 16,2% em relação a novembro de 2013.
As informações levam ainda a constatação de que 91,5% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras, o equivalente a 93% da produção de petróleo do país.
Fonte - Agência Brasil  07/01/2015

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Produção de petróleo e gás bate recorde em agosto

Economia

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o volume é o maior já registrado, superando o do mês anterior, quando a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,82 milhões de barris de óleo equivalente por dia.

Douglas Corrêa 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de agosto atingiu 2,89 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo 2,326 milhões de barris diários de petróleo e 90,9 milhões de metros cúbicos de gás natural. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o volume é o maior já registrado, superando o do mês anterior, quando a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,82 milhões de barris de óleo equivalente por dia.
Segundo a ANP, a produção de petróleo também superou a marca de 2,267 milhões de barris por dia, alcançada no mês anterior. Houve aumento de 2,6% na produção de petróleo em relação a julho de 2014 e de 15,7% na comparação com agosto de 2013. A produção de gás natural superou em 3,4% a do mês anterior, de 87,9 milhões de metros cúbicos por dia e em 18,1% a de agosto de 2013.
A produção no pré-sal aumentou 11% em relação ao mês anterior, totalizando 647 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 533 mil barris diários de petróleo e 18,1 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A produção teve origem em 35 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e nas áreas de Iara e Entorno de Iara.
O aproveitamento do gás natural no mês foi 95%. A queima de gás natural em agosto foi 4,549 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de aproximadamente 1% em relação ao mês anterior e de 38,5% em relação a agosto de 2013. Os principais motivos para o aumento da queima de gás natural foram os comissionamentos das plataformas P-55 e P-62, ambas localizadas no campo de Roncador.
Fonte - Agência Brasil  03/10/2014

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Produção de petróleo e gás natural no Brasil é recorde em julho

Economia

Os dados constam do Boletim da Produção da ANP. A produção de petróleo aumentou 1% em julho, em comparação com o mês anterior, e 14,8% ante julho do ano passado. Já a produção de gás natural subiu 1,5% em relação a junho deste ano e 12% contra julho de 2013.

Alana Gandra 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção brasileira total de petróleo e gás natural atingiu o recorde de 2,82 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia em julho, informou hoje (2) a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desse total, foram 2,267 milhões de barris diários de petróleo e 87,9 milhões de metros cúbicos de gás natural.
Os dados constam do Boletim da Produção da ANP. A produção de petróleo aumentou 1% em julho, em comparação com o mês anterior, e 14,8% ante julho do ano passado. Já a produção de gás natural subiu 1,5% em relação a junho deste ano e 12% contra julho de 2013.
O boletim mostra diminuição de 0,1% na produção em 34 poços do pré-sal em julho, na comparação com junho, somando 582,8 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 480,8 mil barris diários de petróleo e 16,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Os poços estão localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Búzios, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá e Trilha e nas áreas de Iara e entorno de Iara, informou a ANP. Na comparação com julho do ano passado, houve aumento. Naquele mês em 2013, a produção média no pré-sal atingiu 358,8 mil barris de óleo equivalente/dia – 296,4 mil barris diários de petróleo e 9,9 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
Segundo a ANP, 90,7% da produção de petróleo e gás natural foram oriundos de campos operados pela Petrobras. Do total, 92,5% do petróleo e 73,5% do gás natural produzidos foram extraídos de campos marítimos. O campo que mais produziu petróleo em julho foi Roncador, na Bacia de Campos, com média de 273,1 mil barris por dia.Na produção de gás, o líder foi o campo de Mexilhão, situado na Bacia de Santos, com média de 6,8 milhões de metros cúbicos/dia.
O boletim informa ainda que o aproveitamento do gás natural em julho alcançou 94,9%. A queima de gás natural foi em torno de 4,5 milhões de metros cúbicos por dia no mês, registrando expansão de 5,6% na comparação com junho. Em relação a julho de 2013, o aumento ficou em 54,4%. De acordo com a ANP, o incremento da queima de gás natural resultou, principalmente, do comissionamento da plataforma P-58, que iniciou operação nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca e Jubarte.
Fonte - Agência Brasil  02/09/2014

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Produção do pré-sal cresce 9,1% de abril para maio

Economia

Os números constam do Boletim Mensal de Produção da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e foram disponibilizados hoje (7) no site da agência na internet.

Nielmar de Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção dos campos da região do pré-sal fechou o mês de maio com crescimento de 9,1%, em relação a abril deste ano, com 549,3 mil barris de petróleo e gás natural por dia.
Os números constam do Boletim Mensal de Produção da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e foram disponibilizados hoje (7) no site da agência na internet.
Segundo a ANP, do total extraído na região do pré-sal 448,2 mil barris diários dizem respeito à produção de petróleo, e 16,1 milhões de metros cúbicos diários de gás natural.
A produção teve origem em 33 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, da Barracuda e de Caratinga; de Búzios, Linguado, Lula e Marlim Leste; Pampo, Sapinhoá, Trilha e na área da cessão onerosa de Tupi Nordeste.
Fonte - Agência Brasil  07/07/2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Produção de petróleo do pré-sal ultrapassa 400 mil barris por dia

Economia

A partir do pré-sal também foram produzidos 14,6 milhões de metros cúbicos de gás natural, de acordo com dados divulgados hoje (3) pela ANP.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

A produção média diária de petróleo da camada pré-sal ultrapassou em abril deste ano, pela primeira vez, a marca de 400 mil barris. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram produzidos 412 mil barris diários de petróleo nos 34 poços que extraem o mineral da camada pré-sal, uma alta de 4,2% em relação a março.
A partir do pré-sal também foram produzidos 14,6 milhões de metros cúbicos de gás natural, de acordo com dados divulgados hoje (3) pela ANP.
No total, incluindo também o petróleo extraído da camada pós-sal, foram produzidos 2,146 milhões de barris por dia no Brasil, um aumento de 1,3% na comparação com março. A alta pode ser explicada pelo retorno à produção da Plataforma P-20, no campo de Marlim, e o início da produção da P-58, no Parque das Baleias.
A produção nacional total de gás (somando pré e pós-sal) chegou a 82,9 milhões de metros cúbicos, uma queda de 0,7% em relação a maio.
Fonte - Agência Brasil  03/05/2014

terça-feira, 6 de maio de 2014

Produção de petróleo cresce 14,4% em março e de gás natural bate recorde

Economia

Os dados foram divulgados hoje (5) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção de gás natural atingiu em março 83,4 milhões de metros cúbicos por dia, novo recorde de produção, superando em 0,2% o registrado em fevereiro, quando a produção atingiu 83,2 milhões de metros cúbicos por dia

Nielmar de Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção de petróleo nos campos nacionais atingiu em março 2,1 milhões de barris diários, um aumento de 14,4% em relação a março de 2013 e de 1,4% na comparação com o mês de fevereiro deste ano.
Os dados foram divulgados hoje (5) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção de gás natural atingiu em março 83,4 milhões de metros cúbicos por dia, novo recorde de produção, superando em 0,2% o registrado em fevereiro, quando a produção atingiu 83,2 milhões de metros cúbicos por dia. Quando comparada à de março do ano passado, a produção de gás aumentou 8%.
Os dados da ANP indicam que a produção de petróleo e gás natural no Brasil em março totalizou aproximadamente 2,64 milhões de barris equivalentes (petróleo e gás) por dia. As informações constam do Boletim da Produção da ANP e estão disponíveis na página da companhia na internet.
Os dados indicam, ainda, que a produção nos campos do pré-sal superou em 2,4% a de fevereiro, totalizando 483,4 mil barris de óleo equivalente por dia. A produção de petróleo chegou a 395,9 mil barris diários e a de gás natural, a 13,9 milhões de metros cúbicos por dia.
Segundo a ANP, a produção do pré-sal teve origem em 28 poços, localizados nos seguintes campos: Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Pirambu, Caratinga, Barracuda, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá e Trilha.
Embora a queima de gás natural em março tenha sido de cerca de 4,3 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de aproximadamente 1% em relação ao mês anterior e de 15,8% ante março de 2013, o aproveitamento do gás natural no país no mês chegou a 94,8%.
As informações indicam, ainda, que 91,1% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras.
O de Marlim Sul, na Bacia de Campos, registrou a maior produção de petróleo, com média de 263,9 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o Campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, com média diária de 6,7 milhões de metros cúbicos.
A Plataforma P-52, localizada no Campo de Roncador, produziu, em 14 poços a ela interligados, cerca de 135,1 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a unidade com maior produção.
Em fevereiro, 305 concessões, operadas por 25 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 83 são concessões marítimas e 222, terrestres.
Fonte - Agência Brasil  06/05/2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Aumento da produção de petróleo eleva em 12% arrecadação de royalties

Economia

Operação de novas plataformas da Petrobras e recordes de produção no pré-sal manterão crescimento - A Petrobras concluiu em 2013, pela primeira vez em sua história, nove plataformas em um ano. Algumas dessas unidades já começaram a operar e colaboraram para o aumento da produção petróleo e gás natural totalizando, em fevereiro, 2 milhões e 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,7% acima do volume produzido em janeiro de 2014

JB
foto - ilustração
Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que a arrecadação em royalties pela União, estados e municípios foi de R$ 4,657 bilhões no primeiro trimestre de 2014, crescimento de 11,9% comparado com o último trimestre, devido ao aumento da produção de petróleo no Brasil.
A Petrobras concluiu em 2013, pela primeira vez em sua história, nove plataformas em um ano. Algumas dessas unidades já começaram a operar e colaboraram para o aumento da produção petróleo e gás natural totalizando, em fevereiro, 2 milhões e 327 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,7% acima do volume produzido em janeiro de 2014. A meta da Petrobras para 2014 é o aumento de 7,5% da produção. Ao longo do ano, mais duas plataformas serão concluídas e entrarão em operação - Cidade de Ilhabela e Cidade de Mangaratiba, ambas destinadas aos campos do pré-sal.
"Importante ressaltar que o pré-sal têm alcançado sucessivos recordes de produção. Em março, a média mensal atingiu recorde de 387 mil barris de petróleo por dia. Também no pré-sal, está localizado o maior poço produtor do Brasil, com produção diária de aproximadamente 36 mil barris de petróleo. O poço SPS-77 está ligado ao FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá, e foi o primeiro poço a ser interligado a uma boia de sustentação de riser (BSR)", ressalta a Petrobras em nota.
De acordo com o Plano de Negócios e Gestão da Petrobras, em 2020 cerca de 50% da produção da companhia virá do pré-sal, o que acarretará maior arrecadação em royalties que serão destinados à saúde e educação, de acordo com a lei de distribuição de royalties dos campos do pré-sal, aprovada no ano passado.
Fonte - Jornal do Brasil  09/04/2014

terça-feira, 1 de abril de 2014

Produção de petróleo alavanca investimentos das estatais

Petrobras

O destaque foi para o Ministério de Minas e Energia, que conseguiu concluir 14,6% da programação atual. A boa notícia é que do total dos gastos com investimentos, 96,7% foram financiados com recursos de geração própria.

Jornal do Brasil

Uma portaria publicada nesta terça-feira (1/4) no Diário Oficial da União aponta que as empresas estatais tiveram um investimento total de R$ 14,74 bilhões somente no primeiro bimestre de 2014, o que representa em termos percentuais a 13,9% do previsto para todo o ano. O destaque foi para o Ministério de Minas e Energia, que conseguiu concluir 14,6% da programação atual. A boa notícia é que do total dos gastos com investimentos, 96,7% foram financiados com recursos de geração própria. Entre as 71 empresas estatais que participam do investimento, 20 do setor produtivo pertencem à Petrobras.
Em março, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) anunciou que a exploração e produção de pretróleo no país rendeu R$ 49,5 bilhões em participações governamentais, relacionadas com as participações especiais, bônus de assinatura, retenção de área, taxa de ocupação e com os royalties. No ano anterior, a estatal contabilizou a sua produção em R$ 31,7 bilhões, o que aponta um volume de 51,4% maior esse ano. O crescimento foi discreto em se tratando de royalties e participações especiais, com arrecadação de R$ 31,8 bilhões em 2013, contra R$ 31,5 bilhões em 2012. O resultado foi devido aos três leilões de blocos exploratórios de petróleo, realizado no ano passado, que tiveram um bônus de assinatura superior a R$ 17 bilhões, que foram destinados à União. Somente o leilão do pré-sal, do Campo de Libra, localizado na Bacia de Santos, arrecadou R$ 15 bilhões.Entre as 71 empresas estatais que participam do investimento, 20 do setor produtivo pertencem à Petrobras
Para o economista Roberto Simonard, do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/Rio), os números são auspiciosos para um começo de ano. Segundo o especialista, esse resultado é bom para a Petrobras, pois com o aumento de sua produção é possível aliviar o endividamento. "A estatal está caminhando para uma boa melhora", disse Simonard.
Um recorde de produção no pré-sal aconteceu no início desse ano, com 412 mil barris de petróleo no dia 27 de fevereiro, como anunciou a estatal em março. Segundo a Petrobras, a produção foi resultado de apenas 21 poços, o que evidencia a pontencialidade dos campos de pré-sal. Ainda em fevereiro, a Petrobras abriu as operações em um poço que surpreendeu com a produção de 36 mil barris por dia, alcançando a maior marca da região. Para chegar a esse resultado, a empresa empregou uma tecnologia inovadora. As ações tiveram como meta aumentar o lucro líquido, que em 2013 foi de R$ 23,6 bilhões, 11% maior que no ano anterior.
Com os resultados positivos, a Petrobras continua mantendo a sua previsão de produção de óleo e gás para 2020 em 52, milhões de barris diários. E ainda reduziu os seus gastos no plano de negócios para os próximos cinco anos, em 6,8%. O seu investimento previsto para até 2018 é de 220,6 bilhões de dólares.
Fonte - Jornal do Brasil  01/04/2014

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Bacias de Sergipe-Alagoas e Recôncavo rendem maiores bônus de assinatura em leilão da ANP

Economia

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
Rio de Janeiro – As maiores somas de bônus de assinatura pagas no leilão de gás em terra da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foram registradas nas bacias do Recôncavo, na Bahia, e de Sergipe-Alagoas. Em ambas, a Petrobras arrematou a maior parte dos blocos leiloados.
A Bacia de Sergipe-Alagoas, considerada madura pela ANP, teve blocos leiloados em quatro setores: SSEAL-T2, SSEAL-T3, SSEAL-T4 e SSEAL-T5. No T2, apesar de 14 blocos não terem recebido ofertas, o bônus de assinatura total passou de R$ 16 milhões. Quatro blocos foram arrematados pela Petrobras e quatro pela empresa panamenha Trayectoria. O investimento mínimo previsto para esses locais é de R$ 28 milhões.
No setor T3, a Petrobras garantiu sete blocos, e a Geopark Brasil ficou com um. Ao todo, 20 não receberam ofertas. Mais R$ 22 milhões em bônus de assinatura foram somados neste setor, e o investimento mínimo previsto é estimado em R$ 34 milhões.
Os blocos arrematados do setor T4 também foram para a Petrobras, quatro com 100% para a estatal e três em um consórcio em que 50% ficaram com a Nova Petróleo. No T4, 14 blocos não tiveram oferta, e o bônus de assinatura total ficou em cerca de R$ 13 milhões. A previsão de investimento está em torno de R$ 33 milhões ao menos. No setor T5, apenas a Petrobras fez oferta por um dos blocos, o que rendeu bônus de R$ 1,3 milhão e deve gerar investimento calculado em mais de R$ 4 milhões.
Na Bacia do Recôncavo, os dois setores receberam a oferta de seis consórcios diferentes, sendo quatro deles com presença da Petrobras. No setor SREC-T2, a estatal arrematou dez blocos sozinha, e seis ficaram com a Trayectoria. No setor SREC-T4, a Petrobras integrou três consórcios que arremataram mais dez. A colombiana Alvopetro obteve quatro blocos.
No setor T2, o bônus de assinatura total chegou a R$ 56 milhões, enquanto no T4, ficou em torno de R$ 22 milhões. Os investimentos mínimos previstos são R$ 98 milhões e R$ 54 milhões, respectivamente. Não receberam oferta 20 blocos dos dois setores.
Fonte - Agência Brasil  28/11/2013

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Produção de petróleo aumenta mais de 4% em setembro

Petróleo

foto - ilustração
A produção de petróleo no Brasil totalizou 2,094 milhões de barris por dia, um aumento de 4,1% em
relação ao mês de agosto e de 8,9% na comparação com setembro de 2012. A produção de gás natural também teve crescimento, de 8,9% ante setembro do ano passado e de 1,5% em relação a agosto deste ano.

Douglas Corrêa
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A produção de petróleo no Brasil em setembro foi aproximadamente 2,094 milhões de barris por dia, um aumento de 4,1% em relação ao mês de agosto e de 8,9% na comparação com o mesmo mês de 2012.
Também cresceu a produção de gás natural. Foram 78,1 milhões de metros cúbicos por dia, um incremento de aproximadamente 8,9% ante setembro do ano passado e de 1,5% se comparado ao mês anterior.
A produção de petróleo e gás natural em setembro totalizou 2,585 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Os números foram divulgados hoje (5) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Já o volume de produção do pré-sal aumentou 8,8% em relação a agosto: 328,1 mil de barris por dia de petróleo e 11,1 milhões de metros cúbico por dia de gás natural, totalizando 397,7 mil barris de óleo equivalente por dia. A produção foi oriunda de 25 poços.
Fonte - Agência Brasil   05/11/2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Consórcio formado por cinco empresas vence primeiro leilão do pré-sal

Pré-Sal

Vinicius Lisboa e Vitor Abdala*
Repórteres da Agência Brasil
foto - ilustração
Rio de Janeiro – Um consórcio formado por cinco empresas – a anglo-holandesa Shell, a francesa Total, as chinesas CNPC e CNOOC e a Petrobras – foi o vencedor da 1ª Rodada de Licitação do Pré-Sal e terá o direito de explorar e produzir o petróleo da área de Libra, na Bacia de Santos. Dos 70% arrematados pelo consórcio, 20% são da Shell e 20% da Total. A CNPC e a CNOOC têm, cada uma, 10%, assim como a Petrobras, que já tinha garantidos 30%.
A oferta do leilão, realizado há pouco, no Rio de Janeiro, pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), garante à União 41,65%% do lucro do óleo retirado do campo. O consórcio pagará ao governo brasileiro bônus de R$ 15 bilhões, além de garantir investimento mínimo de R$ 610 milhões. O consórcio era o único na disputa.
O mínimo de excedente em óleo foi 41,65%, conforme o estabelecido pelo edital.
Libra tem reservas estimadas entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris de petróleo, que ainda não foram confirmadas. Caso o potencial se confirme, Libra será o maior campo de petróleo do país. A ANP estima que, em seu pico de produção, sejam extraídos diariamente 1,4 milhão de barris de óleo, cerca de dois terços do total da produção atual de todos os campos do país (2 milhões de barris por dia).
Fonte  - Agência Brasil  21/10/2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Pré-sal e gás natural têm produção recorde em junho, diz ANP

Jornal do Brasil
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) informou nesta sexta-feira que a produção média diária de petróleo no Brasil no mês de junho foi de 2,1 milhões de barris e a de gás natural foi de 80 milhões de metros
foto - ilustração
cúbicos diários, totalizando 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Houve aumento de 5,4% na produção de petróleo quando comparada com o mês anterior e de 3,4% se comparada com junho de 2012. A produção de gás natural apresentou um novo recorde, com aumento de aproximadamente 7% na comparação com o mês anterior e de cerca de 11% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Pré-sal
A produção no pré-sal também atingiu um novo recorde, alcançando a média de 376 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 310,7 mil barris diários de petróleo e 10,4 milhões de metros cúbicos de gás natural. O aumento de 14,4% em relação ao mês anterior é explicado pelo retorno à operação da plataforma FPSO Cidade de Angra dos Reis, que teve parada programada em maio e a entrada em operação da plataforma FPSO Cidade de Paraty, ambas no campo de Lula, na Bacia de Santos. A produção teve origem em 27 poços localizados nos campos de Baleia Azul, Caratinga, Barracuda, Jubarte, Linguado, Lula, Marlim, Voador, Marlim Leste, Pampo, Pirambu, Sapinhoá e Trilha.
Queima de gás
A queima de gás natural foi de cerca de 3,7 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de 16% na queima de gás natural em comparação com o mês anterior e de 4,1% com junho de 2012. O aproveitamento de gás natural no mês foi de 95,4%.
Maiores produtores
O campo de Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo e o quarto maior produtor de gás natural, com média de 331 mil barris de óleo equivalente por dia. O campo de Manati, na bacia de Camamu foi o maior produtor de gás natural, com média diária de 6,6 milhões de metros cúbicos de gás natural. A plataforma com maior produção foi a P-56, localizada no campo de Marlim Sul, produzindo através de 8 poços a ela interligados quase 143 mil barris de óleo equivalente por dia.
Bacias maduras terrestres e campos marginais
A produção procedente das bacias maduras terrestres foi de 177,4 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 145,1 mil barris diários de petróleo e 5,2 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. Desse total, 4 mil barris de óleo equivalente por dia foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 1.773 barris de óleo equivalente por dia (boe/d) na Bahia, 1.546 boe/d no Rio Grande do Norte, 366 boe/d no Estado de Alagoas, 259 boe/d em Sergipe e 15 boe/d no Espírito Santo. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 76,8 barris diários de petróleo e 1,3 mil metros cúbicos diários de gás natural.
A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.032 poços, sendo 787 marítimos e 8.245 terrestres. Aproximadamente 91,7% da produção de petróleo e 73,7% da produção de gás natural do Brasil foi extraída de campos marítimos, sendo que cerca de 92% da produção total foi proveniente de campos operados pela Petrobras.
Fonte - Jornal do Brasil  02/08/2013