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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Segmento de Eletricidade e Gás vai investir R$ 500 milhões na BA

Infraestrutura  💡

A Sol do Sertão II vai implantar parque solar em Oliveira de Brejinhos, com aporte financeiro no valor de R$ 300 milhões. Já a Janaúba Transmissora de Energia Elétrica, vai investir R$ 200 milhões na construção de linhas de transmissões que irão passar pelos municípios de Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O segmento de Eletricidade e Gás será responsável pelo investimento de R$ 500 milhões na Bahia, fruto de protocolos de intenções assinados na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A Sol do Sertão II vai implantar parque solar em Oliveira de Brejinhos, com aporte financeiro no valor de R$ 300 milhões. Já a Janaúba Transmissora de Energia Elétrica, vai investir R$ 200 milhões na construção de linhas de transmissões que irão passar pelos municípios de Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras.
"Toda vez que atraímos um parque solar ou eólico, lembramos da importância de incentivar e desenvolver as vocações naturais do nosso estado. E é importante lembrar também o quanto contribuímos para a diversificação da matriz energética do nosso país. Sempre atentos a necessidade de construção de linhas de transmissão, imprescindíveis para garantir o escoamento da energia elétrica", diz Luiz Gugé, chefe de gabinete da SDE.
De acordo com Eduardo Serra, administrador da Sol do Sertão, o parque solar faz parte de um complexo com mais duas usinas e, ainda este ano, a empresa deve dar entrada no pedido de protocolo das outras duas. "No pico da construção das três usinas que, juntas, terão 455 MW de potência instalada, devemos empregar 700 pessoas. O investimento do complexo será de aproximadamente R$ 1,1 bilhão e a previsão de funcionamento é março de 2021", afirma Serra.
"Para o setor de transmissão de energia do Brasil, esse projeto faz parte de um corredor que integra toda a rede de transmissão que garante mais segurança energética para o país. A previsão é que a obra esteja implantada em fevereiro de 2022. Na fase de construção serão gerados mais de 200 empregos. Vale destacar o apoio do governo da Bahia e da SDE, que tem tido um papel de apoio fundamental ao negócio", destaca Marcos Pereira, diretor financeiro da Janaúba Transmissora de Energia Elétrica.
Com informações da Seinfra BA  29/11/2019

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Petrobras: vetor de desenvolvimento

Ponto de Vista   

A defesa da Petrobras, conforme Ricardo Maranhão diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobras, significa garantir um patrimônio imensurável do País, que é o pré-sal, “a maior descoberta de petróleo, no mundo, nos últimos 20 anos”. “Ela significa uma nova ‘fronteira’ geológica”, completou. Os desafios para explorar esse petróleo que está a 300km mar adentro, como descreve, são enormes, “mas os resultados são compensadores, e a Petrobras já desenvolveu, em parceria com mais de 100 universidades e centros de pesquisa do País, tecnologias para essa exploração”.

Editor Portogente
foto/Ilustração
Ricardo Maranhão, diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobras, em evento recente dos engenheiros, na capital paulista, defendeu a retomada do desenvolvimento do País com a preservação e valorização do setor de petróleo e gás e da Petrobras. A petrolífera, afirmou, é responsável por cerca de 60 mil empregos diretos e ainda por mais de 1 milhão de empregos indiretos nas diversas frentes de produção ligadas à área de hidrocarbonetos. “A Petrobras gera de R$ 32 bilhões a R$ 35 bilhões de royalties em função da produção de petróleo e gás. Gera royalties para 900 municípios brasileiros diretamente e outros tributos para 14 Estados.”
Ressaltando a sua total concordância com o combate à corrupção em todos os níveis de governos e nas empresas, Maranhão ressalva a nocividade de se paralisar setores produtivos importantes do País, como a própria Petrobras e outras grandes empresas, no desenrolar da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. “Deixo claro que sou totalmente favorável a investigação, mas a Petrobras foi vítima da corrupção numa combinação de políticos inescrupulosos, executivos de empreiteiras e de alguns petroleiros que não souberam honrar a camisa da empresa. Ela não pode ser penalizada e desvalorizada como estão fazendo.”
Nesse sentido, ele critica as duas últimas gestões da companhia, de Pedro Parente (que pediu demissão em 1º de junho último, após a paralisação de mais de 20 dias dos caminhoneiros por causa do preço dos combustíveis) e a atual de Ivan Monteiro, totalmente alinhadas às políticas neoliberais de entrega das riquezas do Brasil ao capital estrangeiro.
A defesa da Petrobras, conforme Maranhão, significa garantir um patrimônio imensurável do País, que é o pré-sal, “a maior descoberta de petróleo, no mundo, nos últimos 20 anos”. “Ela significa uma nova ‘fronteira’ geológica”, completou. Os desafios para explorar esse petróleo que está a 300km mar adentro, como descreve, são enormes, “mas os resultados são compensadores, e a Petrobras já desenvolveu, em parceria com mais de 100 universidades e centros de pesquisa do País, tecnologias para essa exploração”.
Em 2013, informa, todos os poços perfurados do pré-sal tivera 100% de acerto, um alcance quase inédito em relação a outros tipos de perfurações no mundo. “Em vez de defendermos essa grandeza, temos entreguistas na direção da empresa que passam informações falsas para a sociedade, uma delas é de que a Petrobras estaria quebrada. Isso é mentira. Há oito anos, a companhia mantém 16 bilhões de dólares em caixa.”
Maranhão lamenta que os governantes e o Congresso Nacional – “com as exceções de sempre”, esclarece – e parte da imprensa brasileira se empenhem em desvalorizar a Petrobras, com o claro objetivo de privatizá-la. Ele não tem dúvida que a petrolífera brasileira é peça-chave à retomada do desenvolvimento do País com crescimento que signifique, no seu bojo, justiça social.
Fonte - Portogente  26/09/2018

quarta-feira, 6 de julho de 2016

PRÉ-SAL EM ALTA

Pré-Sal

Os dados da ANP indicam que a produção de petróleo e gás natural no Brasil em maio totalizou 3,115 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Desse total, a produção de petróleo foi de aproximadamente 2,487 milhões de barris por dia, um aumento de 8,6% na comparação com o mês anterior e de 3,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Portogente
foto - ilustração/Arquivo
A produção nacional de petróleo nos 56 poços localizados na área do pré-sal totalizaram, em maio, 1,146 milhão de barris de óleo equivalente por dia (petróleo e gás natural), um aumento de 15,2% em relação a abril. Os dados foram divulgados, nesta terça (5/07), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desse total, 928,9 mil barris por dia foram relativos à extração de petróleo. A de gás natural somou 34,5 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d).
Os dados da ANP indicam que a produção de petróleo e gás natural no Brasil em maio totalizou 3,115 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Desse total, a produção de petróleo foi de aproximadamente 2,487 milhões de barris por dia, um aumento de 8,6% na comparação com o mês anterior e de 3,1% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Já produção de gás natural somou 99,8 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um aumento de 4,2% sobre abril e de 7,2 % na comparação com o mesmo mês de 2015.
O aproveitamento de gás natural oriundo dos campos nacionais atingiu em maio 96,3%, tendo sido queimados 3,7 milhões de m³/d, o que significou uma redução de 8,3% em relação ao mês anterior e a um aumento de 14,5% na comparação com maio do ano passado. Com informações da Agência Brasil
Fonte - Portogente  06/07/2016

VEJA TAMBÉM - Carta a Parente

terça-feira, 1 de março de 2016

Produção operada no pré-sal se mantém acima de 1 milhão de boed em janeiro

Economia 

A média diária produzida na província do pré-sal brasileiro foi de 1,029 milhão boed e a produção de petróleo que operamos nesta área foi de 822 mil bpd. A produção de gás natural no país, excluído o volume liquefeito, foi de 74,1 milhões de m³/dia.

Fatos e Dados
imagem - YouTube/Fatos e Dados
Nossa produção média de petróleo e gás natural no Brasil, em janeiro, foi de 2,47 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) e de 183 mil boed, no exterior, totalizando 2,65 milhões de boed. A produção média de petróleo, no país, foi de 2 milhões de barris por dia (bpd), e no exterior, de 92 mil bpd.
A média diária produzida na província do pré-sal brasileiro foi de 1,029 milhão boed e a produção de petróleo que operamos nesta área foi de 822 mil bpd. A produção de gás natural no país, excluído o volume liquefeito, foi de 74,1 milhões de m³/dia.
Nossa produção de petróleo e gás natural no Brasil, em janeiro, ficou 7,1% abaixo do volume produzido no mês anterior (2,66 milhões boed). Essa redução ocorreu, principalmente, em função de paradas programadas para manutenção em algumas plataformas com elevada produção, com destaque para P-58 (Parque das Baleias, com produção de 120 mil bpd), FPSO Cidade de Mangaratiba (Lula, com produção de 130 mil bpd) e P-48 (Barracuda/Caratinga, com produção de 50 mil bpd).

Produção de óleo e gás no exterior
Em janeiro, a produção de petróleo nos campos do exterior foi de 92 mil bpd, volume 4,2% abaixo do mês anterior. Essa redução deveu-se, especialmente, à parada para manutenção – já concluída – da produção do campo de Agbami, na Nigéria, e à menor produção no campo de Medanito, na Argentina, devido a questões climáticas.
A produção de gás natural foi de 15,5 milhões de m³/d, 4,3% abaixo do volume produzido no mês anterior. Essa redução ocorreu, sobretudo, devido à parada para adequação da planta de gás da plataforma localizada no campo de Hadrian South, nos EUA.
Fonte - Fatos e Dados  29/02/2016


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Produção de petróleo e gás natural da Petrobras cresce em julho

Economia

No pré-sal, companhia bate novos recordes diário e mensal na extração de petróleo.Em junho, a produção da companhia foi de 2,746 milhões de boed. A produção é 3,6% superior à registrada em julho de 2014 (2,699 milhões de boed). Em 8 de julho, foi atingido o recorde de produção de petróleo diária operada pela Petrobras no pré-sal: 865 mil barris por dia (bpd). 

Revista Amazônia

A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras cresceu 1,8% em julho na comparação com o mês anterior e atingiu 2,796 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). Em junho, a produção da companhia foi de 2,746 milhões de boed. A produção é 3,6% superior à registrada em julho de 2014 (2,699 milhões de boed). Em 8 de julho, foi atingido o recorde de produção de petróleo diária operada pela Petrobras no pré-sal: 865 mil barris por dia (bpd). Essa produção não inclui a extração de gás natural. A produção mensal foi de 798 mil bpd, 6,9% acima do recorde histórico obtido no mês de junho.

Produção de petróleo e gás no Brasil
A produção total de petróleo e gás natural da Petrobras no Brasil foi de 2,611 milhões de boed, 2,3% superior ao mês anterior (2,553 milhões de boed).
A produção exclusiva de petróleo (sem contabilizar o gás natural) foi de 2,142 milhões de barris (bpd), 2,6% acima dos 2,088 milhões bpd produzidos em junho. O crescimento reflete a entrada em produção de novos poços nas plataformas P-58, no Parque das Baleias, e P-62, no campo de Roncador, ambas na Bacia de Campos; e no FPSO Cidade de Mangaratiba, ancorado na área de Iracema Sul, no pré-sal da Bacia de Santos. FPSO é a sigla em inglês para unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de petróleo.
Cabe registrar que, como divulgado ao mercado e à imprensa em 31 de julho, o FPSO Cidade de Itaguaí começou a produzir na área de Iracema Norte, localizada no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos. Essa nova unidade tem capacidade para processar diariamente 150 mil barris de petróleo e 8 milhões de m³ de gás.
A produção de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, foi de 74,524 milhões m³/dia, 0,9% acima do total produzido em junho (73,886 milhões de m³/dia).

Produção de petróleo e gás no exterior
No exterior, foram produzidos 184,6 mil barris de óleo equivalente, 4,2% abaixo dos 192,7 mil boed produzidos em junho, devido, principalmente, à parada programada da plataforma do Campo de Saint Malo, no Golfo do México norte-americano.
A produção de petróleo foi de 95,9 mil barris por dia, 5,9% inferior aos 101,9 mil bpd produzidos em junho e a produção média de gás natural foi de 15,1 milhões m³/dia, 2% abaixo da produção do mês anterior, que foi de 15,4 milhões m³/dia.
Fonte - Revista Amazônia  19/08/2015

sábado, 6 de junho de 2015

Petrobras apresenta,programa que reduziu queima de gás em 60% nos últimos 6 anos,em conferência mundial

Energia

O Programa implementado pela empresa de Otimização do Aproveitamento de Gás da Petrobras (POAG), com recorde de aproveitamento de gás de 96,5% alcançado em fevereiro deste ano,em andamento desde 2010 nas unidades de operações da área de Exploração e Produção da região Sul-Sudeste, contribuiu decisivamente para o recorde.

RA

O Brasil é atualmente um dos países que melhor aproveita sua produção de gás natural. Com a expressiva redução da queima de gás em plataformas, a Petrobras atingiu em fevereiro de 2015 a marca histórica de utilização de 96,5% de gás nas atividades de exploração e produção, considerando a produção total nos campos operados pela companhia. O Programa de Otimização do Aproveitamento de Gás da Petrobras (POAG), em andamento desde 2010 nas unidades de operações da área de Exploração e Produção da região Sul-Sudeste, contribuiu decisivamente para o recorde. A iniciativa foi tema da palestra “A redução da queima de gás na Petrobras” (Reduction of Petrobras’ gas flaring), apresentada pelo coordenador do Programa, Vitor Souza Lima, nesta sexta-feira (5/6), na Conferência Mundial de Gás (World Gas Conference – WGC 2015) em Paris, na França.
A estimativa com essa redução na queima é de que até o final de 2015 a Petrobras tenha conseguido evitar a emissão de quase 23 milhões de toneladas de CO2 para a atmosfera. “O objetivo do programa é aumentar o aproveitamento de gás natural nas atividades de Exploração e Produção da Petrobras. Como consequência, temos uma expressiva redução das emissões, além de uma maior oferta de gás ao mercado. Antes do início do POAG, metade das emissões de gases do efeito estufa era oriunda da queima de gás em tocha em nossas atividades de produção. Atualmente este número caiu para um sexto”, explica Vitor Souza Lima, com base em dados da área de Segurança, Meio Ambiente e Saúde.

Entenda a queima de gás
A queima de gás natural é inerente ao processo de produção na indústria do petróleo e ocorre por uma série de razões: segurança, emergência, anormalidades operacionais, manutenções programadas e no início de operação de novas plataformas (comissionamento).

Sobre a WGC
A Conferência Mundial de Gás (World Gas Conference – WGC) é o maior evento sobre gás natural do planeta. A conferência, que acontece a cada três anos, reúne os principais especialistas no setor de gás. A edição deste ano, de 1o a 5 de junho, em Paris, conta com representantes de 100 países. A Petrobras participa do evento com a apresentação de três trabalhos técnicos e participação em cinco painéis.
Fonte - Revista Amazônia  06/06/2015

terça-feira, 19 de maio de 2015

Produção de petróleo e gás da Petrobras atinge 2,7 milhões de barris em abril

Economia

O resultado, segundo a Petrobras, representa alta de 0,8% em relação ao mês anterior, quando alcançou 2,764 milhões boed. Na comparação com o mesmo mês de 2014, a elevação é 8,8%, com 2,560 milhões boed.

Revista Amazônia

A produção de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, atingiu em abril deste ano, 2,785 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). O resultado, segundo a Petrobras, representa alta de 0,8% em relação ao mês anterior, quando alcançou 2,764 milhões boed. Na comparação com o mesmo mês de 2014, a elevação é 8,8%, com 2,560 milhões boed.
A maior parte do volume registrado foi produzida no Brasil (2,596 milhões boed) e também representou elevação de 0,8% em relação ao mês de março (2, 574 milhões boed). Se a parcela produzida para as empresas parceiras for levada em consideração, a produção total de óleo e gás natural operada pela Petrobras no Brasil chegou a 2,886 milhões boed, o que significa alta de 1,8% em relação a março (2,834 milhões boed).
Somente em petróleo, a produção da Petrobras no Brasil, no mês passado, atingiu 2,134 milhões de barris por dia (bpd), sendo 1,2% a mais que a produção de março. A companhia explicou que o crescimento ocorreu, principalmente, porque houve alta nas unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência (Floating Production Storage and Offloading, em inglês) Cidade de Mangaratiba, localizado no Campo de Sapinhoá Norte, e Cidade de Ilhabela, em Iracema Sul, na região do pré-sal da Bacia de Santos. Outro fator que contribuiu foi a menor quantidade de paradas programadas de plataformas para manutenção.
Quanto à produção própria de gás natural no Brasil, em abril, sem contar com o volume liquefeito, ficou em 73 milhões de metros cúbicos por dia. O resultado manteve o patamar do mês anterior.
Fonte - Revista Amazônia  19/05/2015

sábado, 16 de maio de 2015

Lucro líquido da Petrobras foi de R$ 5,3 bilhões no 1º trimestre de 2015

Economia

O lucro operacional da Petrobras foi de R$ 13,3 bilhões,76% superior ao do primeiro trimestre do ano passado, principalmente devido ao crescimento da produção de petróleo e gás, às maiores margens na comercialização de derivados e aos menores gastos com participação governamental e importações.

Fatos e Dados

• A Petrobras obteve lucro líquido de R$ 5,3 bilhões no primeiro trimestre de 2015, 1% inferior ao mesmo período do ano passado. O resultado reflete o aumento da despesa financeira líquida da companhia, principalmente em função da maior depreciação do real em relação ao dólar.
• O lucro operacional foi de R$ 13,3 bilhões, 76% superior ao do primeiro trimestre do ano passado, principalmente devido ao crescimento da produção de petróleo e gás, às maiores margens na comercialização de derivados e aos menores gastos com participação governamental e importações. Além disso, o resultado do 1º trimestre de 2014 foi impactado pelo provisionamento de gastos com o Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (R$ 2,4 bilhões), o que não se repetiu em 2015.
• O EBITDA ajustado do trimestre foi de R$ 21,5 bilhões, um aumento de 50% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. O resultado reflete os aumentos nos preços de diesel e gasolina em novembro de 2014, assim como o maior lucro operacional acima destacado.
• Os investimentos totalizaram R$ 17,8 bilhões, 13% inferior a do 1º trimestre de 2014. O foco dos investimentos foi o segmento de Exploração e Produção no Brasil, que recebeu 79% dos recursos, com destaque para os projetos de aumento da capacidade produtiva.
• A Petrobras terminou o trimestre com R$ 68,2 bilhões em caixa.

Destaques operacionais
• A produção de petróleo e gás natural da Petrobras (Brasil e exterior) cresceu 11% em relação ao 1º trimestre de 2014, atingindo a média de 2 milhões 803 mil barris de óleo equivalente por dia (boed). Em abril, foi atingido recorde na produção mensal de petróleo no pré-sal, de 715 mil barris por dia.
• Neste trimestre, foi iniciada a operação do sistema de produção antecipada do campo de Búzios (Bacia de Santos); da P-61, no campo de Papa-Terra (Bacia de Campos); e do campo de Hadrian South, em águas ultraprofundas no Golfo do México (EUA).
• No refino, a produção total de derivados no Brasil e exterior foi de 2 milhões 119 mil bpd, 8% inferior ao mesmo período de 2014. A queda na produção doméstica deveu-se à parada programada na Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, parcialmente compensada pela contribuição da produção da RNEST.
Fonte - Fatos e Dados  15/05/2015

sexta-feira, 20 de março de 2015

Petrobras bate novos recordes no pré-sal

Economia

Foram batidos os recordes de produção diária própria, com 555 mil barris por dia (bpd), e operada (que inclui a parcela operada para as empresas parceiras), que chegou a 737 mil bpd.

Petrobras

Nossa produção na camada pré-sal das bacias de Santos e Campos bateu novos recordes em fevereiro: no dia 26 foram batidos os recordes de produção diária própria, com 555 mil barris por dia (bpd), e operada (que inclui a parcela operada para as empresas parceiras), que chegou a 737 mil bpd.
Nossa produção total de petróleo e gás natural, em fevereiro de 2015, foi de 2 milhões 801 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), 1,5 % inferior ao patamar registrado em janeiro (2 milhões 845 mil boed). Este volume inclui a produção de petróleo e de gás natural. Do total, 2 milhões 612 mil boed foram produzidos no Brasil e 189 mil boed no exterior.
Produção de óleo e gás no Brasil foi de 2 milhões e 612 mil boed
A produção total de petróleo e gás natural no Brasil, em fevereiro, foi de 2 milhões 612 mil boed, 1,8% inferior ao patamar registrado em janeiro (2 milhões 661 mil boed).

A produção total que operamos no Brasil foi de 2 milhões 854 mil boed.
Nossa produção exclusiva de petróleo no Brasil foi de 2 milhões 146 mil barris por dia (bpd), 2,1% abaixo da produção de janeiro, de 2 milhões 192 mil bpd. A produção de petróleo operada no país foi de 2 milhões 319 mil de bpd, 2,1% inferior a do mês anterior (2 milhões 370 mil bpd).
A redução nos volumes produzidos em fevereiro deveu-se, principalmente, às paradas programadas para manutenção das plataformas P-19, no campo de Marlim, e P-58, no Parque das Baleias, ambas na Bacia de Campos; e do FPSO Cidade de Angra dos Reis, no campo de Lula, na Bacia de Santos. A queda de produção, associada a estas paradas, foi parcialmente compensada pelo início de operação de sete novos poços marítimos no mês de fevereiro, nas bacias de Campos e Santos.

Recorde no aproveitamento de gás natural
A produção própria de gás natural no Brasil, excluído o volume liquefeito, foi de 73,968 milhões de m³/dia em fevereiro, 0,8% inferior ao volume alcançado em janeiro. A produção de gás sem o volume liquefeito, incluindo a parcela das empresas parceiras, atingiu 84,958 milhões de m³/dia.
O aproveitamento da produção de gás natural atingiu em fevereiro seu recorde histórico mensal, com a utilização de 96,5% do gás produzido no Brasil, superando o recorde anterior, de setembro de 2013, quando o índice chegou a 96,3%.

Produção no exterior em fevereiro aumenta 2,7%
No exterior foram produzidos, no mês de fevereiro, 189 mil boed, 2,7% acima dos 184 mil boed produzidos no mês anterior. O volume inclui petróleo e gás natural.
A produção média de petróleo em fevereiro foi de 100 mil bpd, 2,1% acima dos 98 mil bpd produzidos no mês anterior, em função principalmente da entrada de novos poços produtores nos campos de Saint Malo e Lucius, nos Estados Unidos.
A produção média de gás natural no exterior foi de 15,016 milhões m³/d, 2,5% acima do volume produzido no mês de janeiro, que foi de 14,646 milhões m³/d. Este aumento foi devido à maior produção no campo de Sábalo, no bloco de San Antonio, na Bolívia.
Fonte - Fatos e Dados  19/03/2015

domingo, 1 de março de 2015

Rebanhos e queima de biomassa contribuem para emissão de metano na Amazônia

Meio ambiente

Amazônia brasileira emite anualmente 25,4 teragrama (tg) de gás metano anualmente, representando de 4% a 5% da emissão global.“As coletas de ar aconteceram em quatro localidades dentro da floresta, próximos às cidades de Santarém (PA), Alta Floresta (MT), Rio Branco (AC) e Tabatinga (AM)”

Camila Boehm 
Repórter da Agência Brasil 
Picasa
O manejo de rebanhos é responsável por uma média de 19% das emissões de gás metano (CH4), o segundo principal gás causador de efeito estufa, e a queima de biomassa contribui com 8% a 10% da emissão na região da Amazônia brasileira. A estimativa é da bióloga Luana Basso, em pesquisa para o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), entidade associada à USP.
“As coletas de ar aconteceram em quatro localidades dentro da floresta, próximos às cidades de Santarém (PA), Alta Floresta (MT), Rio Branco (AC) e Tabatinga (AM)”, disse. O objetivo do trabalho foi observar, em um período de quatro anos (2010-2013), como a região amazônica contribui para a emissão do metano, além de identificar quais são os processos envolvidos nessas emissões.
A pesquisadora destaca que “uma elevação na taxa de emissão de metano contribuiria para o aumento das alterações climáticas que observamos, como períodos de maior seca ou períodos em que as chuvas estão mais intensas”. Na avaliação de Luana, “o aumento do gás contribuiria para a ocorrência desses eventos extremos”.
Um avião de pequeno porte fez a coleta das amostras, desde aproximadamente 300 metros (m) da superfície até 4,5 quilômetros (km). Um plano de voo foi preparado previamente para o piloto, indicando os locais e as diversas altitudes, nas quais foram amostras de ar foram coletadas.
O resultado é que a Amazônia emite em torno de 25,4 teragramas (tg) por ano. “Essa emissão representa de 4% a 5% da emissão global de metano, de acordo com estimativa do último relatório do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas]”, explica a pesquisadora.
A pesquisa buscou ainda identificar as contribuições das atividades humanas para a emissão do gás na região. “Atualmente, em torno de 60% das emissões do mundo, de metano, são de origem antrópica, ou seja, estão relacionadas a atividades humanas, segundo o último relatório do IPCC e da Organização Mundial de Meteorologia”, ressaltou.
“Dessa emissão, consegui estimar quanto vem da queima de biomassa, que é uma média de 8% a 10% e 19% para as emissões de fermentação entérica [processo de digestão dos animais ruminantes que gera metano] e manejo dos dejetos dos rebanhos”. O restante da emissão do gás vem de outras diversas fontes, como de áreas alagáveis, de rios e da decomposição de matérias orgânicas no solo, acrescentou a pesquisadora.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) define “biomassa” como “todo recurso renovável que provêm de matéria orgânica – de origem vegetal ou animal”. Entre as principais fontes de biomassa, o ministério destaca aquela de origem vegetal, como a madeira, e outra vinda de cultivos agrícolas, como o bagaço e a palha de cana.
Fonte - Agência brasil  01/03/2015

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Produção de petróleo e gás natural no Brasil é recorde em julho

Economia

Os dados constam do Boletim da Produção da ANP. A produção de petróleo aumentou 1% em julho, em comparação com o mês anterior, e 14,8% ante julho do ano passado. Já a produção de gás natural subiu 1,5% em relação a junho deste ano e 12% contra julho de 2013.

Alana Gandra 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção brasileira total de petróleo e gás natural atingiu o recorde de 2,82 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia em julho, informou hoje (2) a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Desse total, foram 2,267 milhões de barris diários de petróleo e 87,9 milhões de metros cúbicos de gás natural.
Os dados constam do Boletim da Produção da ANP. A produção de petróleo aumentou 1% em julho, em comparação com o mês anterior, e 14,8% ante julho do ano passado. Já a produção de gás natural subiu 1,5% em relação a junho deste ano e 12% contra julho de 2013.
O boletim mostra diminuição de 0,1% na produção em 34 poços do pré-sal em julho, na comparação com junho, somando 582,8 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 480,8 mil barris diários de petróleo e 16,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. Os poços estão localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Búzios, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá e Trilha e nas áreas de Iara e entorno de Iara, informou a ANP. Na comparação com julho do ano passado, houve aumento. Naquele mês em 2013, a produção média no pré-sal atingiu 358,8 mil barris de óleo equivalente/dia – 296,4 mil barris diários de petróleo e 9,9 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
Segundo a ANP, 90,7% da produção de petróleo e gás natural foram oriundos de campos operados pela Petrobras. Do total, 92,5% do petróleo e 73,5% do gás natural produzidos foram extraídos de campos marítimos. O campo que mais produziu petróleo em julho foi Roncador, na Bacia de Campos, com média de 273,1 mil barris por dia.Na produção de gás, o líder foi o campo de Mexilhão, situado na Bacia de Santos, com média de 6,8 milhões de metros cúbicos/dia.
O boletim informa ainda que o aproveitamento do gás natural em julho alcançou 94,9%. A queima de gás natural foi em torno de 4,5 milhões de metros cúbicos por dia no mês, registrando expansão de 5,6% na comparação com junho. Em relação a julho de 2013, o aumento ficou em 54,4%. De acordo com a ANP, o incremento da queima de gás natural resultou, principalmente, do comissionamento da plataforma P-58, que iniciou operação nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca e Jubarte.
Fonte - Agência Brasil  02/09/2014

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Produção de petróleo bate recorde em junho

Petrobras

No total, a produção de petróleo e gás natural no Brasil em junho atingiu 2,79 milhões de barris de óleo equivalente por dia, volume superior ao de maio, quando totalizou 2,721 milhões de barris.-De acordo com a ANP, o aproveitamento do gás natural no mês chegou a 95,1%. 

Flavia Villela 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção de petróleo no Brasil atingiu recorde de 2,246 milhões de barris por dia em junho e superou o recorde anterior de 2,231 milhões de barris registrado em janeiro de 2012. informou hoje (7) a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Houve aumento de 2,6% na produção de petróleo em relação a maio de 2014 e de 6,9% na comparação com junho de 2013.
A produção de gás natural chegou a 86,6 milhões de metros cúbicos e superou em 2,4% a do mês anterior, de 84,5 milhões de metros cúbicos por dia, e em 8,2% a de junho de 2013.
No total, a produção de petróleo e gás natural no Brasil em junho atingiu 2,79 milhões de barris de óleo equivalente por dia, volume superior ao de maio, quando totalizou 2,721 milhões de barris.
A produção no pré-sal aumentou 6,2% em relação ao mês anterior e chegou a 583,2 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 478 mil barris de petróleo e 16,7 milhões de metros cúbicos de gás natural.
De acordo com a ANP, o aproveitamento do gás natural no mês chegou a 95,1%. A queima de gás natural em junho foi cerca de 4,3 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de aproximadamente 9,9% em relação ao mês anterior e aumento de 14,7% em relação a junho de 2013.
Em torno de 90% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras.
Aproximadamente 92,4% da produção de petróleo e 73,5% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos. O Campo de Roncador, na Bacia de Campos, foi o que registrou maior produção de petróleo, com média de 256,2 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o Campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, com média diária de 6,6 milhões de metros cúbicos.
A ANP informou também que, em junho, 303 concessões, operadas por 24 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 82 são concessões marítimas e 221, terrestres.
Fonte - Agência Brasil  07/08/2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Produção de petróleo do pré-sal ultrapassa 400 mil barris por dia

Economia

A partir do pré-sal também foram produzidos 14,6 milhões de metros cúbicos de gás natural, de acordo com dados divulgados hoje (3) pela ANP.

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

A produção média diária de petróleo da camada pré-sal ultrapassou em abril deste ano, pela primeira vez, a marca de 400 mil barris. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram produzidos 412 mil barris diários de petróleo nos 34 poços que extraem o mineral da camada pré-sal, uma alta de 4,2% em relação a março.
A partir do pré-sal também foram produzidos 14,6 milhões de metros cúbicos de gás natural, de acordo com dados divulgados hoje (3) pela ANP.
No total, incluindo também o petróleo extraído da camada pós-sal, foram produzidos 2,146 milhões de barris por dia no Brasil, um aumento de 1,3% na comparação com março. A alta pode ser explicada pelo retorno à produção da Plataforma P-20, no campo de Marlim, e o início da produção da P-58, no Parque das Baleias.
A produção nacional total de gás (somando pré e pós-sal) chegou a 82,9 milhões de metros cúbicos, uma queda de 0,7% em relação a maio.
Fonte - Agência Brasil  03/05/2014

terça-feira, 6 de maio de 2014

Produção de petróleo cresce 14,4% em março e de gás natural bate recorde

Economia

Os dados foram divulgados hoje (5) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção de gás natural atingiu em março 83,4 milhões de metros cúbicos por dia, novo recorde de produção, superando em 0,2% o registrado em fevereiro, quando a produção atingiu 83,2 milhões de metros cúbicos por dia

Nielmar de Oliveira 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
A produção de petróleo nos campos nacionais atingiu em março 2,1 milhões de barris diários, um aumento de 14,4% em relação a março de 2013 e de 1,4% na comparação com o mês de fevereiro deste ano.
Os dados foram divulgados hoje (5) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A produção de gás natural atingiu em março 83,4 milhões de metros cúbicos por dia, novo recorde de produção, superando em 0,2% o registrado em fevereiro, quando a produção atingiu 83,2 milhões de metros cúbicos por dia. Quando comparada à de março do ano passado, a produção de gás aumentou 8%.
Os dados da ANP indicam que a produção de petróleo e gás natural no Brasil em março totalizou aproximadamente 2,64 milhões de barris equivalentes (petróleo e gás) por dia. As informações constam do Boletim da Produção da ANP e estão disponíveis na página da companhia na internet.
Os dados indicam, ainda, que a produção nos campos do pré-sal superou em 2,4% a de fevereiro, totalizando 483,4 mil barris de óleo equivalente por dia. A produção de petróleo chegou a 395,9 mil barris diários e a de gás natural, a 13,9 milhões de metros cúbicos por dia.
Segundo a ANP, a produção do pré-sal teve origem em 28 poços, localizados nos seguintes campos: Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Pirambu, Caratinga, Barracuda, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá e Trilha.
Embora a queima de gás natural em março tenha sido de cerca de 4,3 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de aproximadamente 1% em relação ao mês anterior e de 15,8% ante março de 2013, o aproveitamento do gás natural no país no mês chegou a 94,8%.
As informações indicam, ainda, que 91,1% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras.
O de Marlim Sul, na Bacia de Campos, registrou a maior produção de petróleo, com média de 263,9 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o Campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, com média diária de 6,7 milhões de metros cúbicos.
A Plataforma P-52, localizada no Campo de Roncador, produziu, em 14 poços a ela interligados, cerca de 135,1 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a unidade com maior produção.
Em fevereiro, 305 concessões, operadas por 25 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 83 são concessões marítimas e 222, terrestres.
Fonte - Agência Brasil  06/05/2014

domingo, 13 de abril de 2014

Empregabilidade na área de petróleo e gás ultrapassa 90%

Economia

A expectativa dos próximos cinco anos para o setor, segundo o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Promimp), é que sejam criados mais de 200 mil empregos no país. Ainda de acordo com a Promimp, somente no setor industrial serão 46 mil vagas até 2015.

Paula Morais e Kleyzer Seixas
Nelson Moreira vai concluir curso este ano
e já tem convite para trabalhar na área

Mila Cordeiro /Ag. A TARDE
O cenário de petróleo e gás no Brasil sinaliza oportunidades principalmente por causa das descobertas dos reservatórios de pré-sal. O profissional qualificado para o setor tem 92% de chance de conquistar uma vaga no mercado de trabalho.
"Geralmente, os alunos de nível técnico assinam contrato com as empresas antes de o curso de capacitação terminar. Aqueles que não conseguem imediatamente são empregados durante um período de 45 dias", diz Jair Santiago, gerente da Unidade Senai-Cetind, de Lauro de Freitas.
A justificativa para a corrida pela contratação deve-se à falta de profissionais qualificados. Santiago explica que a escassez faz com que as empresas do ramo criem estratégias para driblar o desafio. "Essas empresas se tornam parceiras de cursos profissionalizantes para garantir o preenchimento dessas vagas", explica.
A expectativa dos próximos cinco anos para o setor, segundo o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Promimp), é que sejam criados mais de 200 mil empregos no país. Ainda de acordo com a Promimp, somente no setor industrial serão 46 mil vagas até 2015.
No entanto, cursos de formação não são os únicos requisitos. Outras habilidades são esperadas pelo mercado, como pontua Eduardo Bastos, secretário-executivo da rede Petro Bahia: "É uma área que exige uma língua estrangeira, já que há pessoas de diferentes lugares. O profissional também deve ter um aprimoramento constante, uma vez que a tecnologia e a aparelhagem do setor evoluem rapidamente".
Salários acima da média - A falta de mão de obra qualificada também impulsiona altos salários. Os ganhos variam de acordo com o nível de capacitação. "Um profissional iniciante tem remuneração de R$ 1.200, enquanto aqueles com nível técnico recebem R$ 2.500", diz Bastos.
Para quem já está inserido no mercado e anseia crescer, Santiago indica um curso superior. "O salário de um profissional graduado é três vezes maior do que um de nível técnico". Em alguns casos, chega a superar R$ 10 mil.
A graduação de Nelson Moreira, 33, foi na área de educação física. No entanto, o interesse pelo setor de petróleo e gás veio a partir da influência do irmão engenheiro.
Moreira entrou na terceira turma do curso de aprendizagem industrial oferecido pelo Senai, em 2012. A previsão de conclusão é para este ano e o profissional já foi chamado para atuar em uma empresa no Mato Grosso. "Antes de aceitar, quero me especializar como projetista e tenho vontade de atuar na área de perfuração", fala.
Por sua vez, Ana Paula Portugal, 24, não pensou duas vezes antes de aceitar a proposta de emprego. Uma semana após concluir o curso de formação do programa Jovem Aprendiz, da Perbrás, ela foi exercer a função de plataformista em Catu.
O curso, realizado a cada dois anos, proporciona experiência a jovens que procuram o primeiro emprego. "Das 20 meninas que participaram, 15 estão empregadas", diz a coordenadora Lívia Lima.
Fonte - A Tarde  13/04/2014

sexta-feira, 21 de março de 2014

Presidente russo assina lei de anexação da Crimeia

Internacional

Com isso, a Rússia anunciou a suspensão do desconto que dava à Ucrânia na compra de gás.
A assinatura ocorreu numa cerimônia no Kremlin e transmitida pela televisão, com aplausos dos parlamentares, que cantaram o Hino Nacional russo.

Danilo Macedo 
Repórter da Agência Brasil 
Ag. Brasil
Depois de as duas Câmaras do Parlamento russo ratificarem o tratado, o presidente Vladimir Putin assinou hoje (21) a lei de anexação da Crimeia à Rússia, tornando-a, oficialmente, parte de seu território. A assinatura ocorreu numa cerimônia no Kremlin e transmitida pela televisão, com aplausos dos parlamentares, que cantaram o Hino Nacional russo.
“Hoje vivemos um acontecimento sério e importante. Hoje estamos completando os procedimentos legais com a adição da Crimeia e de Sebastopol à Rússia”, disse Putin. “Quero felicitar todos os habitantes deste país, cidadãos russos, e os habitantes da Crimeia e de Sebastopol por este evento marcante.”
O acordo inicial com as autoridades da Crimeia foi assinado pelo presidente russo na terça-feira (18). O tratado cria mais duas regiões administrativas russas: a Crimeia e a cidade portuária de Sebastopol, onde já está baseada a frota da Rússia no Mar Negro. Putin avisou aos parlamentares que há muito trabalho pela frente e pediu empenho na adaptação da Crimeia ao sistema legal, à economia e à sociedade russos.
Com a anexação formal, a Rússia anunciou a suspensão do desconto que dava à Ucrânia na compra de gás em troca do aluguel da base de sua frota no Mar Negro. O acordo, firmado em abril de 2010, estabelecia um desconto de US$ 100 para cada mil metros cúbicos de gás comercializados pela Rússia para a Ucrânia. O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, disse hoje que, além de suspender o desconto, o governo russo vai cobrar juridicamente o pagamento de uma compensação no valor de US$ 11 bilhões equivalentes ao desconto aplicado nos últimos quatro anos.
A chanceler alemã, Angela Merkel, disse hoje que os países europeus dificilmente conseguirão oferecer gás à Ucrânia a um preço equivalente ao que é cobrado pela Rússia. “É preciso dizer que o preço ucraniano do gás foi até agora especialmente baixo. Muitos Estados-Membros da União Europeia pagam mais”.


Fonte - Agência Brasil  21/03/2014

sábado, 10 de agosto de 2013

Lucro líquido da Petrobras cresce 77% no primeiro semestre, mas produção cai 3%

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Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – A Petrobras teve, primeiro semestre deste ano, lucro líquido de R$ 13,84 bilhões, 77% superior ao obtido nos seis meses anteriores. No entanto, a produção de petróleo e gás natural no período ficou 3% abaixo da do semestre anterior, totalizando 2,55 milhões de barris/dia, na média. Conforme os resultados operacionais divulgados hoje (9) pela empresa, a produção de derivados aumentou 8% no último semestre.
Segundo nota divulgada pela Petrobras, o aumento de 77% no lucro líquido deve-se ao maior resultado operacional e à redução dos impactos cambiais no desempenho financeiro. A empresa atribuiu a queda na produção a um declínio natural (em torno de 12% ao ano) e à concentração de paradas programadas no primeiro semestre. De acordo com a nota, no comparativo entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano, a produção ficou estável, conforme o planejado pela empresa.
O lucro operacional da Petrobras aumentou 23% no semestre passado, e o resultado pode ser atribuído, segundo a empresa, sobretudo aos reajustes dos preços do diesel e da gasolina, ao aumento da produção de derivados e às menores baixas de poços secos e subcomerciais.
No segundo trimestre, o lucro operacional foi 13% superior ao do primeiro, refletindo, especialmente, os ganhos com a venda de ativos na África. O lucro líquido ficou 19% menor, principalmente em função do resultado financeiro negativo, impactado pela desvalorização do real ante o dólar.
A empresa diz ainda que o crescimento na produção de derivados deveu-se à melhor performance operacional das refinarias, o que permitiu atender ao crescimento da demanda interna, de 6%, com redução de 19% na importação de derivados. A Petrobras informou também que seus investimentos totalizaram R$ 44 bilhões 113 milhões no primeiro semestre de 2013, sendo 54% nas atividades de exploração e produção.
Fonte - Agência Brasil   09/08/2013