UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Bahia investe R$ 14,9 bilhões entre 2015 e 2020 e mantém vice-liderança

Economia  🚧  🌉 🚄

O governo baiano mais uma vez ficou atrás apenas do paulista em totais investidos, mas à frente deste em termos proporcionais: com orçamento cinco vezes maior, São Paulo investiu R$ 45,6 bilhões, ou seja, três vezes mais que a Bahia. O Rio de Janeiro, cujo orçamento é quase duas vezes o da Bahia, investiu R$ 13,4 bilhões desde 2015 e ficou em terceiro no ranking.

Da Redação
A Bahia investiu R$ 14,9 bilhões entre 2015 e 2020, mantendo o segundo lugar no país nesta categoria relevante de gasto público que se traduz em ampliação da infraestrutura e do alcance dos serviços públicos e ainda em geração de empregos e renda em períodos de crise econômica como os registrados nos últimos seis anos. O governo baiano mais uma vez ficou atrás apenas do paulista em totais investidos, mas à frente deste em termos proporcionais: com orçamento cinco vezes maior, São Paulo investiu R$ 45,6 bilhões, ou seja, três vezes mais que a Bahia. O Rio de Janeiro, cujo orçamento é quase duas vezes o da Bahia, investiu R$ 13,4 bilhões desde 2015 e ficou em terceiro no ranking. As áreas de urbanismo, transporte, saúde, saneamento, agricultura, habitação, segurança e educação lideram os investimentos do governo baiano no período. Entre as principais obras realizadas nestes seis anos estão a expansão do Metrô, a Via Barradão e a Linha Azul, na capital, e a Via Metropolitana, na Região Metropolitana de Salvador, a ponte Ilhéus-Pontal, além da construção e da recuperação de mais de sete mil quilômetros de estradas e da implantação de obras de segurança hídrica para minimizar os efeitos da seca. No período, também foram entregues mais de 84 mil moradias. Na área de saúde, o Estado construiu nove hospitais, 16 policlínicas regionais, além de 19 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades Básicas de Saúde, criando uma infraestrutura que mostrou-se fundamental para a estratégia de enfrentamento aos efeitos da pandemia do novo coronavírus a partir de março de 2020. Os novos equipamentos incluem o HGE 2, o Hospital da Mulher e o Instituto Couto Maia, em Salvador, o Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, o Hospital da Chapada, em Seabra, a Maternidade do Hospital da Criança, em Feira de Santana, e o Hospital Metropolitano, que entra em operação em breve. As Policlínicas Regionais já entregues estão em Feira de Santana, Jequié, Irecê, Alagoinhas, Guanambi, Teixeira de Freitas, Valença, Santo Antônio de Jesus, Juazeiro, Paulo Afonso, Senhor do Bonfim, Jacobina, Simões Filho, Itabuna, Barreiras e Vitória da Conquista.

Presença do Estado
O secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório, ressalta que ao longo de uma das fases mais difíceis para a economia brasileira, com estados endividados e atrasando os salários dos servidores, a Bahia, sob a liderança do governador Rui Costa, tem adotado uma linha de ação distinta, que busca manter o equilíbrio das contas públicas e cumprir os compromissos com funcionários e fornecedores, sem descuidar das responsabilidades do setor público para com as demandas da sociedade. “Temos reiteradamente questionado ideias simplistas como a de que o Estado eficiente precisa ser mínimo, e temos dado exemplo de eficiência com presença forte do Estado”, afirma o secretário, lembrando que a despeito das crises econômicas em série no Brasil dos últimos anos a Bahia permanece no topo do ranking de investimento público e preserva o equilíbrio graças a um modelo de gestão baseado em pilares como a qualidade do gasto público, a modernização do fisco e o combate à sonegação.
Com informações da Secom BBA  08/02/2021

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Segmento de Eletricidade e Gás vai investir R$ 500 milhões na BA

Infraestrutura  💡

A Sol do Sertão II vai implantar parque solar em Oliveira de Brejinhos, com aporte financeiro no valor de R$ 300 milhões. Já a Janaúba Transmissora de Energia Elétrica, vai investir R$ 200 milhões na construção de linhas de transmissões que irão passar pelos municípios de Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O segmento de Eletricidade e Gás será responsável pelo investimento de R$ 500 milhões na Bahia, fruto de protocolos de intenções assinados na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). A Sol do Sertão II vai implantar parque solar em Oliveira de Brejinhos, com aporte financeiro no valor de R$ 300 milhões. Já a Janaúba Transmissora de Energia Elétrica, vai investir R$ 200 milhões na construção de linhas de transmissões que irão passar pelos municípios de Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Palmas de Monte Alto e Sebastião Laranjeiras.
"Toda vez que atraímos um parque solar ou eólico, lembramos da importância de incentivar e desenvolver as vocações naturais do nosso estado. E é importante lembrar também o quanto contribuímos para a diversificação da matriz energética do nosso país. Sempre atentos a necessidade de construção de linhas de transmissão, imprescindíveis para garantir o escoamento da energia elétrica", diz Luiz Gugé, chefe de gabinete da SDE.
De acordo com Eduardo Serra, administrador da Sol do Sertão, o parque solar faz parte de um complexo com mais duas usinas e, ainda este ano, a empresa deve dar entrada no pedido de protocolo das outras duas. "No pico da construção das três usinas que, juntas, terão 455 MW de potência instalada, devemos empregar 700 pessoas. O investimento do complexo será de aproximadamente R$ 1,1 bilhão e a previsão de funcionamento é março de 2021", afirma Serra.
"Para o setor de transmissão de energia do Brasil, esse projeto faz parte de um corredor que integra toda a rede de transmissão que garante mais segurança energética para o país. A previsão é que a obra esteja implantada em fevereiro de 2022. Na fase de construção serão gerados mais de 200 empregos. Vale destacar o apoio do governo da Bahia e da SDE, que tem tido um papel de apoio fundamental ao negócio", destaca Marcos Pereira, diretor financeiro da Janaúba Transmissora de Energia Elétrica.
Com informações da Seinfra BA  29/11/2019

terça-feira, 22 de maio de 2018

Investimentos na Bahia crescem 70% nos quatro primeiros meses do ano

Economia  📈

No acumulado de 2018, mais de R$ 3,2 bilhões foram investidos, com a geração de 3.665 empregos; enquanto no primeiro quadrimestre de 2017 foram investidos R$ 45,3 milhões e criados 1.770 empregos. Todos os empreendimentos têm protocolo de intenção firmado com o Governo do Estado.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
No período entre janeiro e abril de 2018, 44 empreendimentos foram implantados na Bahia, 32 a mais que o mesmo período do ano passado, o que representa um crescimento de 70% nos investimentos. No acumulado de 2018, mais de R$ 3,2 bilhões foram investidos, com a geração de 3.665 empregos; enquanto no primeiro quadrimestre de 2017 foram investidos R$ 45,3 milhões e criados 1.770 empregos. Todos os empreendimentos têm protocolo de intenção firmado com o Governo do Estado.
"Os números confirmam o compromisso da Secretaria de Desenvolvimento Econômico [SDE] com a atração de investimentos e o acompanhamento dos empreendimentos em todas as suas etapas, inclusive após sua consolidação. Vamos continuar trabalhando muito para criar mais emprego e desenvolvimento econômico para nosso estado", afirma a secretária da pasta, Luiza Maia.
Com um investimento de R$ 230 milhões, a unidade fabril da Formitex entrou em funcionamento no mês de abril, no município de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A fábrica, do segmento químico e petroquímico, possui 700 funcionários.
Há previsão positiva de implantação de 283 novos empreendimentos até 2019, com investimentos estimados em R$ 18 bilhões. Entre esses projetos destaca-se o segmento de eletricidade e gás, com aporte estimado em R$ 12,5 bilhões.
Até abril, 27 protocolos de intenções já foram assinados, com previsão de investimentos de mais de R$ 5 bilhões e possível geração de 3,5 mil empregos diretos. Entre as previsões está a linha de transmissão do Parque Eólico Laranjeiras, em diversos municípios do estado, com investimentos estimados em R$ 248,3 milhões.
Com informações da Secom BA  21/05/2018

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Bahia mantém segundo lugar em investimentos dos estados em 2017

Economia  🚇

Levantamento sobre as despesas liquidadas pelos estados na área mostra que a Bahia, com um total de R$ 2,48 bilhões, ficou novamente atrás apenas de São Paulo, com R$ 8,81 bilhões. Levando-se em conta a proporção entre os respectivos orçamentos, pode-se considerar, em termos relativos, que o governo baiano destinou mais recursos que o paulista para obras e ações que beneficiam diretamente a população.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A Bahia manteve o segundo lugar em volume de investimentos públicos no país em 2017, de acordo com dados divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo. Levantamento sobre as despesas liquidadas pelos estados na área mostra que a Bahia, com um total de R$ 2,48 bilhões, ficou novamente atrás apenas de São Paulo, com R$ 8,81 bilhões. Levando-se em conta a proporção entre os respectivos orçamentos, pode-se considerar, em termos relativos, que o governo baiano destinou mais recursos que o paulista para obras e ações que beneficiam diretamente a população.
Publicados na edição do último dia 11, os dados mostram os dois estados nas mesmas posições ocupadas em 2016, quando a Bahia também havia ficado em segundo quando considerados os valores de investimentos em termos absolutos, com a liderança cabendo ao estado mais rico do país.
"As finanças estaduais em todo o país ainda se ressentem dos efeitos da crise econômica, e o cenário em 2017 foi de estagnação, mas conseguimos, tendo à frente o governador Rui Costa, manter o ritmo da arrecadação e o controle rigoroso dos gastos públicos", afirma o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório.
Graças a essa estratégia, a Bahia tem assegurado a plena operacionalização da máquina pública, ressalta Vitório. "O trabalho árduo nos permitiu fechar com equilíbrio mais um ano difícil, em dia com os salários dos servidores e os compromissos com fornecedores, mantendo a máquina pública em funcionamento e ainda investindo mais que a maioria dos estados".
Entre os principais exemplos de investimentos do governo estadual em 2017 estão os novos corredores estruturantes em Salvador, a exemplo da Via Barradão, inaugurada no último sábado (10); a expansão do metrô; a construção e a recuperação de estradas em todo o estado; a implantação de obras de segurança hídrica que minimizam os efeitos da seca; os hospitais regionais do Cacau e da Chapada e as policlínicas regionais; a renovação da frota da Segurança Pública e a implantação dos distritos integrados de segurança no interior; e, na educação, a reforma de escolas, a implantação de escolas culturais e quadras cobertas.
Com informações da Seinfra BA  20/02/2018

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

SineBahia coloca 6.073 trabalhadores no mercado de trabalho em novembro

Emprego  👷

O resultado é 123,37% maior do que o registrado pelo serviço no mesmo período do ano anterior e o melhor desempenho entre os meses de novembro desde 2014.O bom desempenho do SineBahia é um indicativo do crescimento da economia e geração de emprego na Bahia, fruto de investimentos em obras estruturantes como o metrô, as construções de rodovias, policlínicas, principalmente no interior do estado

Da Redação
Ascom/SETRE
O SineBahia encerrou o mês de novembro com 6.073 trabalhadores colocados no mercado formal. O resultado é 123,37% maior do que o registrado pelo serviço no mesmo período do ano anterior e o melhor desempenho entre os meses de novembro desde 2014. O interior foi responsável por 67% dos colocados, com destaque para os municípios de Juazeiro (570 contratados), Teixeira de Freitas (412), Jequié (334) e Itabuna (253). Salvador e Região Metropolitana respondem pelos 37% restantes.
"O bom desempenho do SineBahia é um indicativo do crescimento da economia e geração de emprego na Bahia, fruto de investimentos em obras estruturantes como o metrô, as construções de rodovias, policlínicas, principalmente no interior do estado, e hospitais, e da política de atração de investimentos para o nosso estado”, destaca a secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Olívia Santana.
Com informações da Secom BA 26/12/2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Bahia investe R$ 1,03 bilhão no primeiro semestre e fica atrás apenas de São Paulo

Economia  🚧 🚇 

A Bahia é 2º estado que mais investe no país.As posições são as mesmas registradas no período de janeiro a abril, mas é importante lembrar que o investimento baiano é mais significativo que o paulista, que somou R$ 2,29 bilhões, em termos de proporção dos respectivos orçamentos estaduais.Em 2016, a Bahia já havia sido responsável pelo maior investimento do país como proporção da despesa, lembra o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório. 

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O Governo do Estado investiu R$ 1,03 bilhão no primeiro semestre de 2017, mantendo a segunda posição entre os estados brasileiros no que diz respeito ao valor total gasto com obras e ações estruturantes, atrás apenas de São Paulo. As posições são as mesmas registradas no período de janeiro a abril, mas é importante lembrar que o investimento baiano é mais significativo que o paulista, que somou R$ 2,29 bilhões, em termos de proporção dos respectivos orçamentos estaduais.
São exemplos de investimentos do Estado no período as obras de expansão do metrô de Salvador, que deve chegar até setembro à estação Mussurunga na Avenida Paralela, as vias estruturantes como as avenidas 29 de março e Gal Costa, os novos hospitais regionais da Chapada e do Cacau, a rede de policlínicas no interior, a construção e a recuperação de estradas, a construção de barragens e outras obras de segurança hídrica, a construção e a recuperação de escolas.
“Quando o governo decide enfrentar os problemas com seriedade e trabalho, o resultado aparece. E é isso que estamos fazendo aqui na Bahia, buscando equilibrar as despesas, ampliar a arrecadação com ações eficientes, e investir cada vez mais em obras que tragam qualidade de vida para a população e amplie a oferta de empregos. Estamos, com isso, gerando um ambiente propício ao investimento privado”, afirmou o governador Rui Costa.
Em 2016, a Bahia já havia sido responsável pelo maior investimento do país como proporção da despesa, lembra o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório. Ele observa que essa capacidade para investir, conseguida graças ao equilíbrio das contas públicas, constitui um forte estímulo para a economia baiana no atual cenário de crise econômica prolongada. “A manutenção do ritmo de investimentos contribui para o enfrentamento da crise ao promover a geração de emprego e renda na capital e no interior”, afirma.
O equilíbrio fiscal, explica Vitório, é fruto da contenção de gastos e do esforço do fisco estadual para incrementar a arrecadação própria, e vem permitindo também que o Estado continue pagando rigorosamente em dia os salários dos servidores, honrando os compromissos com fornecedores e mantendo a dívida sob controle.

Endividamento melhorou
A relação entre Dívida Consolidada Líquida (DCL) e Receita Corrente Líquida (RCL) vem melhorando: estava em 0,56 em dezembro de 2016, e terminou o primeiro semestre em 0,51. A Bahia segue, assim, com um perfil de endividamento bem mais ajustado que o dos grandes estados brasileiros. As dívidas de Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro estão acima de duas vezes a receita, ultrapassando o limite fixado na legislação, e São Paulo e Minas Gerais permanecem próximos deste patamar.
Os investimentos públicos do Estado, explicou o secretário, têm sido realizados justamente com recursos de operações de crédito, incluindo superávits de operações contratadas em exercícios anteriores, e ainda com receitas próprias. “Temos conduzido uma política responsável de endividamento e a nossa dívida é uma das mais baixas do país, equivalente à metade da receita corrente líquida, o que nos proporciona margem de crédito para dar continuidade ao programa de investimentos”, afirma.

Arrecadação e transferências
A receita proveniente da arrecadação tributária fechou o semestre com alta de 5,98%, pouco acima da inflação do período, mas mantendo a boa performance das receitas próprias nos últimos anos. O secretário Manoel Vitório ressalta o contraste deste indicador com as transferências da União: enquanto a arrecadação dos impostos estaduais permaneceu, ao longo de 2016, próxima da inflação, o que ajudou o Estado a manter as contas em dia no auge da crise, as transferências da União tiveram suas previsões frustradas ao longo de quase todo o ano, só voltando a se recuperar nos meses finais graças às receitas extraordinárias provenientes da repatriação de recursos do exterior.
A Bahia já havia deixado de receber cerca de R$ 1,05 bilhão do Fundo de Participação dos Estados (FPE) entre 2012 e 2015. O valor equivale ao que teria sido repassado se o crescimento do FPE no período tivesse mantido ritmo similar ao da arrecadação própria do Estado.
Com informações da Secom Ba.  16/08/2017